Aquela coluninha nojenta do caderno de esporte da trolha voltou a citar o nome da Gloriosa Gaviões da Fiel Torcida em tom menor que pejorativo.
O assunto é referente a uma cervejinha que o time estava tomando em algum buteco de Campo Grande após o amistoso desse sábado.
Deixo claro que não sou contra, nem um pouco, o jogador tomar umas. Nem antes nem depois do jogo.
Só que o cara precisa JOGAR DE VERDADE, em qualquer dessas ocasiões.
Por exemplo, e este é o maior exemplo de todos, o Doutor Sócrates.
Lembro, moleque, de ver gritarem na Arquibancada "O Doutor bebeu!!! FAZ GOL, Doutor!!!".
Isso explica tudo, e deixa tudo subentendido. O problema não é beber, portanto. O cara pode ser alcoólatra, como Mané Garrincha, e JOGAR DE VERDADE.
Se esse lulinha bebesse e jogasse como homem, como um jogador de verdade, não teria problema nenhum. Mas ele nem é jogador, nem é homem e nem sabe jogar bola. Aqui mora o problema.
Os caras já são merda fabricada por empresários. Querem beber pra quê?
Competência, se quiserem beber, é primordial.
E isso estará à prova mais uma vez hoje.
Será às 22h, um horário que a agenda política de destruição conseguiu fazer ser praticado, a guerra de hoje.
Horário nojento, e ainda bem que amanhã é feriado, assim poderemos beber até a hora que passar o ônibus. Ganhando ou perdendo, classificando ou não.
Uma maldade com o cidadão. Depois querem nos convencer de qualquer intenção de tornar o futebol um esporte para "a família brasileira". A televisão é nojenta.
Nós, a "família brasileira" penamos para fazer, DE FATO, do futebol um esporte para nós. Eu queria poder levar a Teresa neste jogo. E digo que o problema não seria a lotação, o empurra-empurra na entrada, drogas dentro do estádio, ou qualquer um desses lugares-comuns de um estádio brasileiro.
O problema, meus caros, seria o horário. Pois eu tenho, sim, coragem de levá-la ali, na bateria, e ali assistir todo o jogo cantando e pulando (se ela aguentasse isso, pois é uma fedelhinha linda de quase três anos). O ser humano normal, às 22h, estará em casa, se preparando para o repouso.
Só os loucos estaremos lá. E sem ônibus para voltar pra casa, pois bem disse o Porta-Voz, não passa nada de condução após as 23h, e o jogo termina meia-noite.
Jogaremos hoje com Felipe; Willian, Chicão, Carlão; C.Alberto, Nilton, Fabinho, André Santos; Rincón, Herrera e Dentinho.
A peça-chave hoje será tanto Dentinho, pra fazer os gols, quanto Nilton, que protegerá a zaga. Hoje dependemos basicamente desses dois jogadores.
E quem for pra ficar quieto num jogo como esse é melhor não se aventurar naquele lugar ermo, um cafundó de fazenda, um brejo que secaram no maucaratismo.
HOJE É GUERRA
VAI CORINTHIANS!!!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Estão brincando!
É indecente o que se vem falando nessa imprença antiesportiva. Me refiro aos nomes cogitados pela nossa 'diretoria' para atuarem no ataque do Corinthians Paulista.
Senão, vejamos. O Luizão, sempre chamado de "Gordo", encontrou simpatia com o Manto em um tempo que já se foi. Saiu pressionado, e rancoroso. Fala em voltar depois de uma dívida já saldada...
O Christian abandonou o barco, sem-vergonha, por um outro barquinho. Não mereceria ter nome cogitado, mas tem. O alambrado vai arder na orelha desse caro, se inoportunamente voltar a vestir o Manto. O que não deve acontecer...
Leandro Amaral... é piada, né?
Com quais porcarias de empresários que essa corja está brincando?
Uma coisa é certa: brincam conosco.
ACORDA FIEL
Um pouco de história...
Quando o Corinthians nasceu, em seu berço explêndido, um bairro mais que cosmopolita, pois caipira ao mesmo tempo, o exemplo de Piratininga no começo do século vinte, a sua diretriz básica consistia em duas provas.
Para jogar no Corinthians Paulista em 1910 o sujeito teve de provar que jogava bola.
Não era uma simples prova, era de fato se mostrar um bom jogador e impressionar. O Bom Retiro era o bairro onde se acolhiam tanto os recém-chegados ao Brasil e à Piratininga, quanto os doentes da cidade e arredores e os estudantes.
Artesãos e mestres-de-obra fixavam residência no bairro. Alfaiates, cocheiros, operários.
Do outro lado da linha estava o centro novo.
Era o mais movimentado e alegre bairro da cidade, onde as informações chegavam e transitavam para os outros bairros e o centro, onde se pescava e se fazia lual no areal do rio.
Portanto, para esse povo, futebol tinha de ser bonito. Para vencer.
Nosso nome foi inspirado no nome do team da Rainha Inglesa, meus caros, os maiores jogadores da época, que excursionavam pelo mundo apresentando o verdadeiro e belo football.
Sim, mas o nosso povo sempre batalhou e trabalhou muito para conquistar, cada qual o seu quinhão.
No Timão do Povão o sujeito NÃO PODERIA AFINAR NA DIVIDIDA.
De jeito nenhum perder a bola.
E se perder, é questão de vida recuperá-la. Nunca esmorecer.
Esses eram os dois deveres do Corinthiano em campo.
O Manto
Ando pensando muito, esses dias, numa volta ao Manto bordado à mão.
Parece até sandice. Mas há um Corinthianismo profundo nisso.
O jogador que veste o Manto precisa compreender o que ele significa.
Ele já não é como o Manto que outrora Neco Honrou com sua Gigantesca Alma. Nem como o Manto de Teleco. Nem como o de Baltazar. Nem como o de Geraldão. E de 2004 para cá, nem como o Timão de Gil. Muito menos como o de Neto. De Ronaldo.
O distintivo está pequeno na camisa. Diminuíram, propositalmente.
A estampa do patrocinador é mais de quinze vezes o distintivo, e chamam isso de marquetim.
Mas o Manto, meus caros, foi e é sempre Sagrado. É à ele que devem reverência os que pisam no campo com a Fiel Torcida a empurrar.
Ele deve ser feito pelas mãos de uma bordadeira benzedeira. Ela fará um por um, com o cuidado de quem lapida um diamante.
E o Guerreiro que a vestir honrará a própria Alma na Alma do Povo.
Não merecemos!
Nós não merecemos agüentar um falastrão no marquetim, que a cada declaração demonstra estar em cargo incondizente para quem quer aparecer demais. Aprenda, Rosenberg, que você não deve falar de mais ninguém a não ser do Sport Club Corinthians Paulista, enquanto for um vice ou um diretor. Quem tem de falar é o presidente, que fala pouco, talvez com medo de falar bobagem também.
Não adianta tergiversar, fingir que tá tudo bem.
Amanhã é GUERRA.
Se não entrar em campo como os Antigos Corinthianos entravam, imbuídos de CARÁTER, HONRA AO MANTO e MUITA RAÇA, o que o tal de Rosenberg falou dos chegados do Ragogneti vai virar contra ele, e a diretoria, no ato.
Não tem papo. A torcida pode até se dividir, os que apoiam e os que se opõem. Na Arquibancada, digo. Mas SE NÃO JOGAR COM RAÇA E COM CORAÇÃO, vai jogar mediante uma dose extrema de terror, e a coisa vai ficar feia pra todo mundo.
Por isso mesmo, pensem bem, cogitados ao ataque. Serão vocês nessa fogueira.
O Mano sabe que é fogueira, e já se enfiou. Se correr do fogo vai ser pior. É hora de honrar a própria cara, senhores. Ou serão tachados de 'bundas-moles' pra vida.
Saibam disso desde já, e que deveriam ter sabido há muito tempo.
AQUI É CORINTHIANS.
Um recado de uma outra geração
Não é nada demagogo, irônico ou averso à razão, um Corinthiano citar o artigo de Ugo Giorgetti, sábio, neste domingo. Aqui ele produz explicações para as situações que hoje vivemos, que devem ser compreendidas. Primeiro no caso do Corinthians, em particular, depois no caso da História de nosso futebol.
"Uma procissão desfilando solitária pelas alamedas do Parque Glorioso de São Jorge como numa cerimônia para iniciados". Ele sabe do que se trata o Corinthians, e por isso diz assim.
Ora, o termo empregado, "iniciados", recorre à idéia de seita. O Corinthians nunca foi e não é seita, não é simples doutrina, não é mera religião, Ugo bem o sabe; é um pouco disso tudo e muito mais que isso tudo junto.
"Eis que é necessário recorrer ao Velho São Jorge e, como no passado, depositar nele as esperanças de tantos Corinthianos. Fico feliz com isso. Prefiro São Jorge ao preibói iraniano, aliás acredito muito mais em São Jorge do que na maioria das empresas que se dedicam ao marquetim esportivo.
É verdade que no fim da procissão deixaram o Santo cair, e nessa hora um frio deve ter percorrido a espinha de todos os torcedores do Timão. Mau agouro? Talvez não. São Jorge provavelmente vai perdoar os desastrados porque sabe que, ao contrário daquela "parceira", seus pedaçoes podem ser reunidos de volta e SUA GLÓRIA, restabelecida".
Meus caros, para entendimento pleno do que se está dizendo aqui, entendam por SÃO JORGE aquilo que chamamos de Honra à própria Alma, mediante os dois deveres. É GUERRA, contra todos.
Perfeita ainda sua definição em um momento anterior a este, no texto. Porque no Corinthians, aprendam todos, o caráter que muitas vezes é identificado como sendo pitoresco, é na realidade expressão viva dessa Alma.
"A legenda deste esporte é composta de mil acontecimentos paralelos, tecidos pouco a pouco no tempo, Histórias passadas dos mais velhos para os mais novos, que parecem por vezes desaparecer, mas que subitamente voltam".
É justamente isso que quer destruir, esta maldita agenda política de destruição! Basta perceber que ele se referia, também, ao que ocorreu não só em 41, com Nossa Instituição, mas em 42, com a instituição deles, os chegados de Ragogneti.
A necessidade de aceitação de seu engôdo perpassa a massificação pasteurizada da televisão, de forma a tornar o torcedor mero espectador, não apenas fora como dentro do estádio também.
Eles acham que nos mobilizamos demais...
"Tanto tempo se passou e eles não sabem o que é ser Gavião.
Gavião não é aquele que ostenta, apenas, uma camisa.
Gavião é aquele que torce... Torce acima de tudo com a Alma, e com o Coração".
E somos os olhos também, queira ou não quem for.
Vamos reerguer o Corinthians. Mas quem se acostumou com um Corinthians que não poderia existir por muito tempo, está justamente perdendo seu tempo...
Não adianta estar no Corinthians esperando colocar seu filhinho na presidência.
Sanguessugas que só fizeram desperdiçar as energias do Glorioso, e tomar dele a Vida, precisam de uma lição na justiça. Restou-nos o sofrimento, sem que o Manto pudesse ser honrado em campo.
Porque ainda - e talvez ainda demore para - não temos uma diretoria digna de Corinthians.
E nós que imaginávamos um longo abril, que já se vai, agora nos deparamos com algo pior: um ano inteiro de sofrimento profundo.
AMANHÃ, e depois, e para sempre, É GUERRA!!!
Senão, vejamos. O Luizão, sempre chamado de "Gordo", encontrou simpatia com o Manto em um tempo que já se foi. Saiu pressionado, e rancoroso. Fala em voltar depois de uma dívida já saldada...
O Christian abandonou o barco, sem-vergonha, por um outro barquinho. Não mereceria ter nome cogitado, mas tem. O alambrado vai arder na orelha desse caro, se inoportunamente voltar a vestir o Manto. O que não deve acontecer...
Leandro Amaral... é piada, né?
Com quais porcarias de empresários que essa corja está brincando?
Uma coisa é certa: brincam conosco.
ACORDA FIEL
Um pouco de história...
Quando o Corinthians nasceu, em seu berço explêndido, um bairro mais que cosmopolita, pois caipira ao mesmo tempo, o exemplo de Piratininga no começo do século vinte, a sua diretriz básica consistia em duas provas.
Para jogar no Corinthians Paulista em 1910 o sujeito teve de provar que jogava bola.
Não era uma simples prova, era de fato se mostrar um bom jogador e impressionar. O Bom Retiro era o bairro onde se acolhiam tanto os recém-chegados ao Brasil e à Piratininga, quanto os doentes da cidade e arredores e os estudantes.
Artesãos e mestres-de-obra fixavam residência no bairro. Alfaiates, cocheiros, operários.
Do outro lado da linha estava o centro novo.
Era o mais movimentado e alegre bairro da cidade, onde as informações chegavam e transitavam para os outros bairros e o centro, onde se pescava e se fazia lual no areal do rio.
Portanto, para esse povo, futebol tinha de ser bonito. Para vencer.
Nosso nome foi inspirado no nome do team da Rainha Inglesa, meus caros, os maiores jogadores da época, que excursionavam pelo mundo apresentando o verdadeiro e belo football.
Sim, mas o nosso povo sempre batalhou e trabalhou muito para conquistar, cada qual o seu quinhão.
No Timão do Povão o sujeito NÃO PODERIA AFINAR NA DIVIDIDA.
De jeito nenhum perder a bola.
E se perder, é questão de vida recuperá-la. Nunca esmorecer.
Esses eram os dois deveres do Corinthiano em campo.
O Manto
Ando pensando muito, esses dias, numa volta ao Manto bordado à mão.
Parece até sandice. Mas há um Corinthianismo profundo nisso.
O jogador que veste o Manto precisa compreender o que ele significa.
Ele já não é como o Manto que outrora Neco Honrou com sua Gigantesca Alma. Nem como o Manto de Teleco. Nem como o de Baltazar. Nem como o de Geraldão. E de 2004 para cá, nem como o Timão de Gil. Muito menos como o de Neto. De Ronaldo.
O distintivo está pequeno na camisa. Diminuíram, propositalmente.
A estampa do patrocinador é mais de quinze vezes o distintivo, e chamam isso de marquetim.
Mas o Manto, meus caros, foi e é sempre Sagrado. É à ele que devem reverência os que pisam no campo com a Fiel Torcida a empurrar.
Ele deve ser feito pelas mãos de uma bordadeira benzedeira. Ela fará um por um, com o cuidado de quem lapida um diamante.
E o Guerreiro que a vestir honrará a própria Alma na Alma do Povo.
Não merecemos!
Nós não merecemos agüentar um falastrão no marquetim, que a cada declaração demonstra estar em cargo incondizente para quem quer aparecer demais. Aprenda, Rosenberg, que você não deve falar de mais ninguém a não ser do Sport Club Corinthians Paulista, enquanto for um vice ou um diretor. Quem tem de falar é o presidente, que fala pouco, talvez com medo de falar bobagem também.
Não adianta tergiversar, fingir que tá tudo bem.
Amanhã é GUERRA.
Se não entrar em campo como os Antigos Corinthianos entravam, imbuídos de CARÁTER, HONRA AO MANTO e MUITA RAÇA, o que o tal de Rosenberg falou dos chegados do Ragogneti vai virar contra ele, e a diretoria, no ato.
Não tem papo. A torcida pode até se dividir, os que apoiam e os que se opõem. Na Arquibancada, digo. Mas SE NÃO JOGAR COM RAÇA E COM CORAÇÃO, vai jogar mediante uma dose extrema de terror, e a coisa vai ficar feia pra todo mundo.
Por isso mesmo, pensem bem, cogitados ao ataque. Serão vocês nessa fogueira.
O Mano sabe que é fogueira, e já se enfiou. Se correr do fogo vai ser pior. É hora de honrar a própria cara, senhores. Ou serão tachados de 'bundas-moles' pra vida.
Saibam disso desde já, e que deveriam ter sabido há muito tempo.
AQUI É CORINTHIANS.
Um recado de uma outra geração
Não é nada demagogo, irônico ou averso à razão, um Corinthiano citar o artigo de Ugo Giorgetti, sábio, neste domingo. Aqui ele produz explicações para as situações que hoje vivemos, que devem ser compreendidas. Primeiro no caso do Corinthians, em particular, depois no caso da História de nosso futebol.
"Uma procissão desfilando solitária pelas alamedas do Parque Glorioso de São Jorge como numa cerimônia para iniciados". Ele sabe do que se trata o Corinthians, e por isso diz assim.
Ora, o termo empregado, "iniciados", recorre à idéia de seita. O Corinthians nunca foi e não é seita, não é simples doutrina, não é mera religião, Ugo bem o sabe; é um pouco disso tudo e muito mais que isso tudo junto.
"Eis que é necessário recorrer ao Velho São Jorge e, como no passado, depositar nele as esperanças de tantos Corinthianos. Fico feliz com isso. Prefiro São Jorge ao preibói iraniano, aliás acredito muito mais em São Jorge do que na maioria das empresas que se dedicam ao marquetim esportivo.
É verdade que no fim da procissão deixaram o Santo cair, e nessa hora um frio deve ter percorrido a espinha de todos os torcedores do Timão. Mau agouro? Talvez não. São Jorge provavelmente vai perdoar os desastrados porque sabe que, ao contrário daquela "parceira", seus pedaçoes podem ser reunidos de volta e SUA GLÓRIA, restabelecida".
Meus caros, para entendimento pleno do que se está dizendo aqui, entendam por SÃO JORGE aquilo que chamamos de Honra à própria Alma, mediante os dois deveres. É GUERRA, contra todos.
Perfeita ainda sua definição em um momento anterior a este, no texto. Porque no Corinthians, aprendam todos, o caráter que muitas vezes é identificado como sendo pitoresco, é na realidade expressão viva dessa Alma.
"A legenda deste esporte é composta de mil acontecimentos paralelos, tecidos pouco a pouco no tempo, Histórias passadas dos mais velhos para os mais novos, que parecem por vezes desaparecer, mas que subitamente voltam".
É justamente isso que quer destruir, esta maldita agenda política de destruição! Basta perceber que ele se referia, também, ao que ocorreu não só em 41, com Nossa Instituição, mas em 42, com a instituição deles, os chegados de Ragogneti.
A necessidade de aceitação de seu engôdo perpassa a massificação pasteurizada da televisão, de forma a tornar o torcedor mero espectador, não apenas fora como dentro do estádio também.
Eles acham que nos mobilizamos demais...
"Tanto tempo se passou e eles não sabem o que é ser Gavião.
Gavião não é aquele que ostenta, apenas, uma camisa.
Gavião é aquele que torce... Torce acima de tudo com a Alma, e com o Coração".
E somos os olhos também, queira ou não quem for.
Vamos reerguer o Corinthians. Mas quem se acostumou com um Corinthians que não poderia existir por muito tempo, está justamente perdendo seu tempo...
Não adianta estar no Corinthians esperando colocar seu filhinho na presidência.
Sanguessugas que só fizeram desperdiçar as energias do Glorioso, e tomar dele a Vida, precisam de uma lição na justiça. Restou-nos o sofrimento, sem que o Manto pudesse ser honrado em campo.
Porque ainda - e talvez ainda demore para - não temos uma diretoria digna de Corinthians.
E nós que imaginávamos um longo abril, que já se vai, agora nos deparamos com algo pior: um ano inteiro de sofrimento profundo.
AMANHÃ, e depois, e para sempre, É GUERRA!!!
sábado, 26 de abril de 2008
Manhã no campo do jotinha
Este sábado foi dia de comparecer a mais um jogo do Timão Feminino com a Princesa Teresa, que já conhece três campos Gloriosos da Várzea Piratiningana: O Templo de Schürig (Glorioso Parque São Jorge), o Nicolau Alayon (campo do nacional) e o Rodolfo Crespi (rua Javari, pequeno jotinha). E de todos os três traz lembranças boas.Lá encontramos Phepha, ilustríssima entusiasta do jotinha e cidadã moquense, que já aguardava nas cadeiras da Javari, e Érikão, representando a Fiel Jabronx no intervalo, mas que já estava lá desde as dez...
Hoje foi dia de ver a baixa-cornetagem rolando solta, e ver como são toscos os anticorintianos (bom que pude ir demonstrando isso para a minha Filhota). E foi interessante ver a jovem torcida feminina do jotinha, com suas musiquinhas e parlendas sem ofensas, que só demonstram amor à instituição. Também fiz Teresa notar isso, e aproveitei para mandar um "ó, faz isso aí na Fiel quando você crescer, Meu Amor".
E hoje foi dia pra ver o Coringão ganhar, de um a zero, de um time experiente.
Foi o jogo mais difícil até aqui, sem dúvida, e não só pelo adversário.
Sim, porque só no Brasil é marcado um jogo para as 10h30 da manhã, num país tropical, na hora de pico do astro-rei.
O sol que os europeus, inventores do horário para a tevê, tem quando marcam um jogo para essa hora, é típico de umas oito da manhã, comparando com o sol tropical. E ao meio-dia, quem joga bola sabe, não é o melhor horário para se disputar a pelota em nossas plagas.
Tudo porque a tevê quis. Achou que ia ser legal passar antes do almoço pra família brasileira...
Bem, mas a família brasileira foi também ao estádio, que é lugar de ir ver futebol.
E Tetê, como em todo lugar que vai, arruma suas amizades. Hoje foi a Ju, menininha da Mooca, que aprendeu com o tio aqui um pouco de Corinthians. Evidentemente ficou encantada, principalmente com a nova amiguinha, já Corinthianíssima de Mãe e Pai e Avós todos, que achou nas cativas do Rodolfo Crespi com entrada gratuita
(Na foto, detalhe do segundo tempo. No ataque, Nilda atrás da sete, esperando o cruzamento que viria, e as duas menininhas lindas, que saíram na penumbra...)
Mas o jogo em si começou muito parelho, marcação cerrada, carrinhos leais e duros, mas um toque de bola que tardou a engrenar, por parte dos dois times. De forma que, do primeiro tempo, pouco se pode dizer, a não ser alguns lances de lampejo de bom futebol, sempre passando por nossa 10, Luana, que foi muito caçada e judiada em campo, sem que o canalha de amarelo tomasse providências mais justas.Tanto que o primeiro tempo terminou zero a zero. Mas no segundo tempo o Coringão marcou logo de cara. Só que foi bem na hora que fui comprar salgadinho com a Tetê...
Só deu tempo de passar na frente dos corneteiros gritando AQUI É CORINTHIANS!!!.
E a partir de então, como estávamos muito próximos das jovens jotinhas das parlendas, mandava o gigantesco VAI CORINTHIANS a plenos pulmões que só um Corinthiano de Arquibancada consegue gritar, que ecoava pela orelha dos corneteirinhos no telhadinho do Rodolfo Crespi, e provocava a interrupção do canto das meninas, que retrucavam com um pobrezinho "cala boca, meu" que nunca será atendido.
Depois disso teve até mão na bola das jotinhas, sem que, novamente ele, a estrela do jogo, o canalha de amarelo, mostrasse o vermelho como manda a regra.
ANTIDESPORTIVIDADE, não-tão-caro canalha de amarelo, é para EXPULSÃO.
Nilda meteu a bola na trave, e perdeu mais dois gols que eram só chutar, e mais outro que deveria ter passado a bola que a Patrícia sobraria sozinha pra chutar e fazer. Foi substituída. O Dema sabe o que faz.
Estava um sol que atrapalhava demais a cabeça das jogadoras, tanto que o time do jotinha parou doppo il mezzogiorno. Assim como o Timão, que só administrou, mesmo tendo admitido passar alguns sufocos evitáveis com alguma atenção.Não pára, não, MULHERADA!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Ah, e para cornetar o jogo de amanhã, pobre macaca que viu o çapo com a camisetinha dela em todos os jornais.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Manifesto Corinthianista II
De um post do Jornar, para começar o que vamos tratar aqui;
Poesia Corinthiana
(redundância...)
Não sei quem é o autor. Encontrei em minha pasta-arquivo, um papel manuscrito. Não lembro onde copiei...
O palco: noite em que o Corinthians saiu da fila, 1977, camisa preta com listras brancas. Nesta noite teve Corinthiano saindo pelo vão da porta, pela torneira, caindo do céu: o mundo foi de fato invadido pela Fiel.
“A mão que pôs, na encruzilhada, a vela
A mão que na bandeira pôs a vida
A mão que sem mais essa nem aquela,
No ingresso deu o prato de comida
A mão que se crispou em agonia
A mão que no incentivo se agitou
A mão que deu na cara da ironia
A mão que desaforo não levou.
É a mesma que amanhã
No trem lotado
Vai mostrar no jornal, escancarado, na manchete:
CORINTHIANS CAMPEÃO
E ninguém vai chorar do mau salário
da condução
Nas ruas, o operário
Vai refazer os gols do Geraldão”
(do Coração Corinthiano,
Mais apaixonado que qualquer coração)
Coração Corinthiano
Quando somos crianças, e pela primeira vez temos o estalo de perguntar a quem nos educou no Corinthianismo qual a razão de existir do Corinthians, já descobrimos, mesmo intuitivamente, que as origens do Corinthians estão umbilicalmente ligadas ao modo de ser Alvinegro.
Em outras palavras, quando formamos a idéia de Corinthians como o Timão do Povão, descobrimos que o ideal a ser buscado é a Democracia Corinthiana. E compreendendo a História Corinthiana, descobrimos que assim foi feito o Corinthians Paulista. Nas decisões coletivas, no esforço individual de contribuir com o seu melhor para o coletivo, no nunca esmorecer nas dificuldades, no "Um Por Todos, Todos Por Um".
É fato que existem também os que se fazem Corinthianos por si só, mas é tão mais fato que todos nascemos Corinthianos.
Evoco deste poema, portanto, a Alma dos que me educaram no Corinthianismo.
Pois é por essa Alma Corinthiana que ficamos encantados quando moleques, mesmo os que renegaram o Corinthians, ou nasceram em outras famílias. Eu era bem novinho quando a vislumbrei, a Alma Corinthiana. No meu caso o primeiro a me educar, naturalmente, foi meu Pai, e meu Vô em seguida, mas não menos importante.
Meu Pai pois me levava ao Pacaembu nos ombros, de cavalinho, no meio da cavalaria do choque; gordo, alto, imponente Guerreiro Corinthianíssimo do Quarto Centenário, ensinou-me que as origens do clube estão no povo, de um modo geral, e na superação, na emancipação, na vitória em campo e na vida, de modo particular.
Dizia que em quatro grandes oportunidades vivera emoções inigualáveis; em 55, quando sua mãe Palestrina o levara ao Templo Sagrado do Pacaembu, pensando encontrar a maritaca campeã (quarqué óra nóis acerta, viu Dona Ziza, si ainda nóis num acertamo) mas colocou um moleque, naquela hora certinha da vida de se maravilhar com a Alma Corinthiana, para ver o Maior Corinthians de Todos os Tempos ser campeão na RAÇA. Cláudio, Luizinho e Baltazar: foi isso que o moleque saiu falando. O que a mãe não sabia era que o Vô (Ispanesi, que vira menino as luzes de um Mediterrâneo Caprese, e teve aos pés Salerno antes de largar os briganti e cuidar da vida. Um menino apenas!...), em São Carlos, já havia dito tudo sobre o Corinthia Nostro...
A segunda emoção inigualável, que superou a primeira na vivência, foi 71, a Histórica Virada. Nunca houvera visto um grito tão suprimido e tão rouco que o Corinthiano pudesse soltar. Quem esteve naquele dia, carregou vivo na Alma o que foi aquilo - inigualável.
Até que uma terceira o fez entender o que é Corinthianidade. A Invasão do Maracanã fora a coisa mais maluca que vivera. Só que no ano seguinte, o tão esperado fim da tenebrosa fila, aconteceu a sequência dessa coisa maluca, e a quarta emoção se transforma na mais forte. Milhões de vezes aquela supressão do grito de 71; aquilo, só sabe quem esteve no estádio. Mas 77 todo o mundo sabe o que foi. É este o motivo de começarmos o Manifesto com a Poesia (recomendável até uma releitura, porque o poeta captou tudo isso in loco e com uma percepção que só um poeta poderia ter tido).
É verdadeiro, portanto, este marco na História do Corinthians.
O Corinthians que minha geração viveu foi um Corinthians renovado de espírito, que começou revendo conceitos de seu próprio mundo (82,83,84...), criando revoluções como desde o início de sua existência o fez. Mas caindo em ciladas, por conta não de sua ousadia, mas porque é feito por seres humanos, que erram.
E, nos últimos quinze anos, que abusaram do erro e devem pagar muito caro. Pois o mínimo que oferecemos ao Corinthians Paulista é nossa própria vida, e assim o exigimos.
Meu Vô foi um Corinthiano dos últimos anos de Neco. Em seu imaginário estavam os fantasmas de Servílio, de Teleco, de Del Debbio.
Levava a namorada, minha Vó, ao Parque São Jorge para os pic-nics.
Atravessava a Guaicurus, Água Branca, São João, Celso Garcia, com chuva ou com sol escaldante, a pé, para ver o Corinthians jogar.
Ele viu outra História que a nossa, ele viu um Corinthians que para nós hoje é lendário, mitológico.
O primeiro campeonato profissional, por exemplo, que fora crucial, muito mais que um importantíssimo campeonato. Ano de 1937. O amadorismo havia sido decrepitado com todos os seus errados modos de ser praticado. O profissionalismo aos poucos passava a ser "obrigatório", ainda que não regulamentado. Enquanto o futebol era amador, e se convivia com isso aos trancos e barrancos, a corja que se criou após terem feito o que fizeram e terem chamado de "profissionalismo", não apitava nada.
Mas além do profissionalismo, o integralismo havia aparecido na jogada. O Brasil buscava uma identidade no cenário mundial. Iria eclodir a guerra, mas ninguém sabia ainda...
Os estrangeiros, em sua maioria, não querendo dar bola ao que pensavam os seus antigos patrícios: eram agora brasileiros e ponto final. Mas na onda do fascismo (leia-se 'fachismo') algumas imbecilidades deste nosso Brasil quiseram que se "abrasileirasse" tudo, sem perceber que o sincretismo brasileiro é que é a sua "abrasileiração". Ainda mais em uma cidade como Piratininga.
Resumindo, a forma como se profissionalizou visou o perecimento dos clubes populares, ou no mínimo o seu relegar à não-oficialidade. A um segundo plano. Está aqui a raíz da forma elitista e pejorativa de se tratar a Gloriosa Várzea.
Como amador, nenhum clube poderia ser "profissional". Seu destino estava traçado.
Ora, o objetivo era claro: evitar novos fenômenos sociais como o Corinthians. Novas surpresas populares deste porte. Novos espinhos na garganta.
E o Corinthians era o Timão. Vem daí o apelido. Todos os "profissionais" tinham estrutura financeira, o Corinthians não. Fora isso, vivia em eterno pé-de-guerra entre os associados. Mas em campo, nosso Coringão fazia miséria do adversário, um verdadeiro Timão. E fomos campeões em 37, um ano crucial.
Ocorrera que as senhorinhas dos clubes de chá-das-cinco, como o saudoso Paulistano, entenderam o que isso tudo iria acarretar, desde o início do "processo", e pularam fora deste barco, levando o clube que lhes pertencia.
E a corjinha tão perdida quanto desamparada, mas cheia de propósitos espúrios, ficara sem clube desde este início. E vendo o Corinthians ser campeão, e alternando esse fato com a turma do Ragogneti. O nosso segundo tricampeonato (28, 29, 30) deixou essa corjinha a ver navios, enfureceu esses pobres sem-alma, que a esta altura ainda iriam procurar a trilha traçada pelo Glorioso, que nunca encontraram. Tentavam uma área perto da Ponte Grande (o primeiro campo do Corinthians), que antigamente chamavam Floresta.
Dizíamos que alguns clubes, com mais dinheiro em caixa, se profissionalizaram com "mais facilidade". Pois bem, acrescente a isso o fato de cada um ter seu patrono, seu "cartola".
O Corinthians teve alguns ótimos, como Alfredo Schürig, Alcântara Machado, Trindade, Matheus...
A corjinha havia conseguido sobre-existir. Já haviam conseguido também falir pela primeira vez, e usurpar outros clubes para "seguir", como um zumbi. Até que acaba por falir novamente, mas é salva por quem a causava tanta inveja...
Os clubes "estrangeiros" começam a penar com o alcance da perversidade da corja. A lusinha. Depois o Germânia...
Na época, nosso presidente era Manuel Correcher.
E, ensinou-me meu Avô, um Corinthianismo extremista e sem precedente aconteceu. Após o terceiro tricampeonato (37, 38, 39), quiseram até fechar o Corinthians...
Esta corjinha, travestida em triangulinhos sifilítico-vaginais, através de alguns poderes sobre a secretaria de esportes do estado, com o argumento de que estrangeiros não poderiam presidir agremiações brasileiras (sim, quando houve a brecha para se conseguir extrapolar nas sandices, a corja vestiu a carapuça do integralismo, e até hoje toma essa roupagem farsante), quis prejudicar o Glorioso Corinthians, de forma definitiva.
Da noite para o dia o presidente era destituído, e tomava posse dos assuntos do Corinthians um capitãozinho do exército, a esta altura integralista.
O Corinthians, em pé-de-guerra interno. Como sempre. Foi necessário apaziguar os ânimos dos Corinthianos antes de tomar qualquer atitude. E acertadamente resolveu-se pela destituição imediata do Conselho Deliberativo, por unanimidade. Assim o capitãozinho da corjinha não poderia mexer em nada do estatuto anterior à intervenção.
Essa jogada conseguiu jogar água na fervura, e uniu os Corinthianos. Conseguiu, portanto, unir o Corinthians. É do sábio Correcher a frase "Con razón, o Sin razón, Corinthians Campeón", pois era inacreditável que aquela bagunça poderia se reestruturar. O Timão em campo era fantástico e isso fez os ânimos se convergirem, e foi fundamental.
Porque, juntos, os Corinthianos jamais se deixam vencer.
No fim, colocamos um diretor de esporte Corinthiano, que cumpriu a burocracia de reatar estatuto, sociedade, etc. O Corinthians quase foi tomado pela corjinha, enquanto Instituição!
Mas a corjinha sempre foi burra e suas maldades, mesquinhas. Um ano depois fugiam de campo com receio de serem surrados na bola pela turma do Ragogneti...
Mário Henrique, um "brasileiro", e Pedro de Souza, outro "brasileiro" (como se Schürig, Correcher, Abdala, Bataglia, Magnani, Galliano, Giacomelli, o próprio Matheus posteriormente, deixassem de sê-lo...) trataram de colocar nos eixos administrativamente o Corinthians.
Fato é que coneseguiram, em termos. Depois de 41, tudo mudou para o Corinthians. Como em 77.
(Continua)
Todas estas lições de Corinthianidade estão aqui expostas com o intuito de pensarmos, com a História Corinthiana, o que está sendo feito do Corinthians.
É nesse sentido que o lema gritado a seguir se compreende.
Pois a Revolução é Corinthiana, como queríamos demonstrar.
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS
Poesia Corinthiana
(redundância...)
Não sei quem é o autor. Encontrei em minha pasta-arquivo, um papel manuscrito. Não lembro onde copiei...
O palco: noite em que o Corinthians saiu da fila, 1977, camisa preta com listras brancas. Nesta noite teve Corinthiano saindo pelo vão da porta, pela torneira, caindo do céu: o mundo foi de fato invadido pela Fiel.
“A mão que pôs, na encruzilhada, a vela
A mão que na bandeira pôs a vida
A mão que sem mais essa nem aquela,
No ingresso deu o prato de comida
A mão que se crispou em agonia
A mão que no incentivo se agitou
A mão que deu na cara da ironia
A mão que desaforo não levou.
É a mesma que amanhã
No trem lotado
Vai mostrar no jornal, escancarado, na manchete:
CORINTHIANS CAMPEÃO
E ninguém vai chorar do mau salário
da condução
Nas ruas, o operário
Vai refazer os gols do Geraldão”
(do Coração Corinthiano,
Mais apaixonado que qualquer coração)
Coração Corinthiano
Quando somos crianças, e pela primeira vez temos o estalo de perguntar a quem nos educou no Corinthianismo qual a razão de existir do Corinthians, já descobrimos, mesmo intuitivamente, que as origens do Corinthians estão umbilicalmente ligadas ao modo de ser Alvinegro.
Em outras palavras, quando formamos a idéia de Corinthians como o Timão do Povão, descobrimos que o ideal a ser buscado é a Democracia Corinthiana. E compreendendo a História Corinthiana, descobrimos que assim foi feito o Corinthians Paulista. Nas decisões coletivas, no esforço individual de contribuir com o seu melhor para o coletivo, no nunca esmorecer nas dificuldades, no "Um Por Todos, Todos Por Um".
É fato que existem também os que se fazem Corinthianos por si só, mas é tão mais fato que todos nascemos Corinthianos.
Evoco deste poema, portanto, a Alma dos que me educaram no Corinthianismo.
Pois é por essa Alma Corinthiana que ficamos encantados quando moleques, mesmo os que renegaram o Corinthians, ou nasceram em outras famílias. Eu era bem novinho quando a vislumbrei, a Alma Corinthiana. No meu caso o primeiro a me educar, naturalmente, foi meu Pai, e meu Vô em seguida, mas não menos importante.
Meu Pai pois me levava ao Pacaembu nos ombros, de cavalinho, no meio da cavalaria do choque; gordo, alto, imponente Guerreiro Corinthianíssimo do Quarto Centenário, ensinou-me que as origens do clube estão no povo, de um modo geral, e na superação, na emancipação, na vitória em campo e na vida, de modo particular.
Dizia que em quatro grandes oportunidades vivera emoções inigualáveis; em 55, quando sua mãe Palestrina o levara ao Templo Sagrado do Pacaembu, pensando encontrar a maritaca campeã (quarqué óra nóis acerta, viu Dona Ziza, si ainda nóis num acertamo) mas colocou um moleque, naquela hora certinha da vida de se maravilhar com a Alma Corinthiana, para ver o Maior Corinthians de Todos os Tempos ser campeão na RAÇA. Cláudio, Luizinho e Baltazar: foi isso que o moleque saiu falando. O que a mãe não sabia era que o Vô (Ispanesi, que vira menino as luzes de um Mediterrâneo Caprese, e teve aos pés Salerno antes de largar os briganti e cuidar da vida. Um menino apenas!...), em São Carlos, já havia dito tudo sobre o Corinthia Nostro...
A segunda emoção inigualável, que superou a primeira na vivência, foi 71, a Histórica Virada. Nunca houvera visto um grito tão suprimido e tão rouco que o Corinthiano pudesse soltar. Quem esteve naquele dia, carregou vivo na Alma o que foi aquilo - inigualável.
Até que uma terceira o fez entender o que é Corinthianidade. A Invasão do Maracanã fora a coisa mais maluca que vivera. Só que no ano seguinte, o tão esperado fim da tenebrosa fila, aconteceu a sequência dessa coisa maluca, e a quarta emoção se transforma na mais forte. Milhões de vezes aquela supressão do grito de 71; aquilo, só sabe quem esteve no estádio. Mas 77 todo o mundo sabe o que foi. É este o motivo de começarmos o Manifesto com a Poesia (recomendável até uma releitura, porque o poeta captou tudo isso in loco e com uma percepção que só um poeta poderia ter tido).
É verdadeiro, portanto, este marco na História do Corinthians.
O Corinthians que minha geração viveu foi um Corinthians renovado de espírito, que começou revendo conceitos de seu próprio mundo (82,83,84...), criando revoluções como desde o início de sua existência o fez. Mas caindo em ciladas, por conta não de sua ousadia, mas porque é feito por seres humanos, que erram.
E, nos últimos quinze anos, que abusaram do erro e devem pagar muito caro. Pois o mínimo que oferecemos ao Corinthians Paulista é nossa própria vida, e assim o exigimos.
Meu Vô foi um Corinthiano dos últimos anos de Neco. Em seu imaginário estavam os fantasmas de Servílio, de Teleco, de Del Debbio.
Levava a namorada, minha Vó, ao Parque São Jorge para os pic-nics.
Atravessava a Guaicurus, Água Branca, São João, Celso Garcia, com chuva ou com sol escaldante, a pé, para ver o Corinthians jogar.
Ele viu outra História que a nossa, ele viu um Corinthians que para nós hoje é lendário, mitológico.
O primeiro campeonato profissional, por exemplo, que fora crucial, muito mais que um importantíssimo campeonato. Ano de 1937. O amadorismo havia sido decrepitado com todos os seus errados modos de ser praticado. O profissionalismo aos poucos passava a ser "obrigatório", ainda que não regulamentado. Enquanto o futebol era amador, e se convivia com isso aos trancos e barrancos, a corja que se criou após terem feito o que fizeram e terem chamado de "profissionalismo", não apitava nada.
Mas além do profissionalismo, o integralismo havia aparecido na jogada. O Brasil buscava uma identidade no cenário mundial. Iria eclodir a guerra, mas ninguém sabia ainda...
Os estrangeiros, em sua maioria, não querendo dar bola ao que pensavam os seus antigos patrícios: eram agora brasileiros e ponto final. Mas na onda do fascismo (leia-se 'fachismo') algumas imbecilidades deste nosso Brasil quiseram que se "abrasileirasse" tudo, sem perceber que o sincretismo brasileiro é que é a sua "abrasileiração". Ainda mais em uma cidade como Piratininga.
Resumindo, a forma como se profissionalizou visou o perecimento dos clubes populares, ou no mínimo o seu relegar à não-oficialidade. A um segundo plano. Está aqui a raíz da forma elitista e pejorativa de se tratar a Gloriosa Várzea.
Como amador, nenhum clube poderia ser "profissional". Seu destino estava traçado.
Ora, o objetivo era claro: evitar novos fenômenos sociais como o Corinthians. Novas surpresas populares deste porte. Novos espinhos na garganta.
E o Corinthians era o Timão. Vem daí o apelido. Todos os "profissionais" tinham estrutura financeira, o Corinthians não. Fora isso, vivia em eterno pé-de-guerra entre os associados. Mas em campo, nosso Coringão fazia miséria do adversário, um verdadeiro Timão. E fomos campeões em 37, um ano crucial.
Ocorrera que as senhorinhas dos clubes de chá-das-cinco, como o saudoso Paulistano, entenderam o que isso tudo iria acarretar, desde o início do "processo", e pularam fora deste barco, levando o clube que lhes pertencia.
E a corjinha tão perdida quanto desamparada, mas cheia de propósitos espúrios, ficara sem clube desde este início. E vendo o Corinthians ser campeão, e alternando esse fato com a turma do Ragogneti. O nosso segundo tricampeonato (28, 29, 30) deixou essa corjinha a ver navios, enfureceu esses pobres sem-alma, que a esta altura ainda iriam procurar a trilha traçada pelo Glorioso, que nunca encontraram. Tentavam uma área perto da Ponte Grande (o primeiro campo do Corinthians), que antigamente chamavam Floresta.
Dizíamos que alguns clubes, com mais dinheiro em caixa, se profissionalizaram com "mais facilidade". Pois bem, acrescente a isso o fato de cada um ter seu patrono, seu "cartola".
O Corinthians teve alguns ótimos, como Alfredo Schürig, Alcântara Machado, Trindade, Matheus...
A corjinha havia conseguido sobre-existir. Já haviam conseguido também falir pela primeira vez, e usurpar outros clubes para "seguir", como um zumbi. Até que acaba por falir novamente, mas é salva por quem a causava tanta inveja...
Os clubes "estrangeiros" começam a penar com o alcance da perversidade da corja. A lusinha. Depois o Germânia...
Na época, nosso presidente era Manuel Correcher.
E, ensinou-me meu Avô, um Corinthianismo extremista e sem precedente aconteceu. Após o terceiro tricampeonato (37, 38, 39), quiseram até fechar o Corinthians...
Esta corjinha, travestida em triangulinhos sifilítico-vaginais, através de alguns poderes sobre a secretaria de esportes do estado, com o argumento de que estrangeiros não poderiam presidir agremiações brasileiras (sim, quando houve a brecha para se conseguir extrapolar nas sandices, a corja vestiu a carapuça do integralismo, e até hoje toma essa roupagem farsante), quis prejudicar o Glorioso Corinthians, de forma definitiva.
Da noite para o dia o presidente era destituído, e tomava posse dos assuntos do Corinthians um capitãozinho do exército, a esta altura integralista.
O Corinthians, em pé-de-guerra interno. Como sempre. Foi necessário apaziguar os ânimos dos Corinthianos antes de tomar qualquer atitude. E acertadamente resolveu-se pela destituição imediata do Conselho Deliberativo, por unanimidade. Assim o capitãozinho da corjinha não poderia mexer em nada do estatuto anterior à intervenção.
Essa jogada conseguiu jogar água na fervura, e uniu os Corinthianos. Conseguiu, portanto, unir o Corinthians. É do sábio Correcher a frase "Con razón, o Sin razón, Corinthians Campeón", pois era inacreditável que aquela bagunça poderia se reestruturar. O Timão em campo era fantástico e isso fez os ânimos se convergirem, e foi fundamental.
Porque, juntos, os Corinthianos jamais se deixam vencer.
No fim, colocamos um diretor de esporte Corinthiano, que cumpriu a burocracia de reatar estatuto, sociedade, etc. O Corinthians quase foi tomado pela corjinha, enquanto Instituição!
Mas a corjinha sempre foi burra e suas maldades, mesquinhas. Um ano depois fugiam de campo com receio de serem surrados na bola pela turma do Ragogneti...
Mário Henrique, um "brasileiro", e Pedro de Souza, outro "brasileiro" (como se Schürig, Correcher, Abdala, Bataglia, Magnani, Galliano, Giacomelli, o próprio Matheus posteriormente, deixassem de sê-lo...) trataram de colocar nos eixos administrativamente o Corinthians.
Fato é que coneseguiram, em termos. Depois de 41, tudo mudou para o Corinthians. Como em 77.
(Continua)
Todas estas lições de Corinthianidade estão aqui expostas com o intuito de pensarmos, com a História Corinthiana, o que está sendo feito do Corinthians.
É nesse sentido que o lema gritado a seguir se compreende.
Pois a Revolução é Corinthiana, como queríamos demonstrar.
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS
A imagem que essa corja arruina...
A estátua caiu e se espatifou na volta à Capela, durante a procissão ontem, e não foi por acaso.
Eu já dizia aos irmãos de Arquibancada, que deixaram o Padroeiro, que mora sobre a Biquinha Sagrada, praticamente preso, enjaulado, engaiolado. Apenas isso já não era um bom sinal.
Ao invés de limparem freqüentemente, colocaram tela para evitar que animais pudessem ali fazer suas sujeiras. E uma vez que o acesso ao Tão Sagrado local de nossa Cidade Corinthians passou a ser restrito e controlado, tudo ali ficou mais desabitado.
Eu mesmo fui obrigado a pular as grades (DE MINHA PRÓPRIA CASA, percebam) para poder fazer minhas orações na última vez que ali estive.
O bom Guerreiro, entretanto, não luta através de sinais. Quem faz nossa História somos nós.
E a corja conseguiu arruinar mais uma parte dela, por essa imagem.
Desrespeitaram São Jorge durante muito tempo ali. O que a Nação precisa e deve logo entender, é que os erros de muito poucos serão pagos por todos. E isso não é um simples sapinho enterrado, não.
É muito pior que isso.
(Nota: um jornaleco de merda estampa uma heresia na capa. Corinthianos, não deveis dar seu suado quinhão para esses imbecis. NÃO COMPREIS ESTE LIXO NUNCA MAIS!!!)
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS!!!
E por falar em imagem, Marta visitou o Parque São Jorge.
Mas se for apenas para fazer o jogo de cena dessa corja imunda, é melhor para ela nunca mais fazer esse tipo de coisa.
Eu já dizia aos irmãos de Arquibancada, que deixaram o Padroeiro, que mora sobre a Biquinha Sagrada, praticamente preso, enjaulado, engaiolado. Apenas isso já não era um bom sinal.
Ao invés de limparem freqüentemente, colocaram tela para evitar que animais pudessem ali fazer suas sujeiras. E uma vez que o acesso ao Tão Sagrado local de nossa Cidade Corinthians passou a ser restrito e controlado, tudo ali ficou mais desabitado.
Eu mesmo fui obrigado a pular as grades (DE MINHA PRÓPRIA CASA, percebam) para poder fazer minhas orações na última vez que ali estive.
O bom Guerreiro, entretanto, não luta através de sinais. Quem faz nossa História somos nós.
E a corja conseguiu arruinar mais uma parte dela, por essa imagem.
Desrespeitaram São Jorge durante muito tempo ali. O que a Nação precisa e deve logo entender, é que os erros de muito poucos serão pagos por todos. E isso não é um simples sapinho enterrado, não.
É muito pior que isso.
(Nota: um jornaleco de merda estampa uma heresia na capa. Corinthianos, não deveis dar seu suado quinhão para esses imbecis. NÃO COMPREIS ESTE LIXO NUNCA MAIS!!!)
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS!!!
E por falar em imagem, Marta visitou o Parque São Jorge.
Mas se for apenas para fazer o jogo de cena dessa corja imunda, é melhor para ela nunca mais fazer esse tipo de coisa.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A Imagem de São Jorge nos Ilumina
São Jorge Guerreiro,
Nosso Padroeiro, eis nossa meta
Auxiliai-nos nesta demanda
ASE

BREVES
Quem assistiu, na TimaoTV, a entrevista que Julio César concedeu, percebeu ali um Guerreiro Corinthiano firme em sua proposta de se tornar, de vez e como Ronaldo, o nosso camisa 1. Eu, particularmente, torço de coração para que isso aconteça.
O moleque é Corinthiano de berço, em primeiro lugar. Já mostrou que joga com RAÇA, e não tem medo de cobrança, em segundo lugar. E, em terceiro e último lugar, está em forma.
A entrevista é muito boa e deixa subentendido que o gordinho poderá sair a qualquer momento. O que é uma pena, pois ele mereceria é ser reserva de Julio César...
Dizem que o Gobbi conseguiu se livrar de duas semanas na delegacia, para se dedicar ao Corinthians nesse tempo...
Será que isso é bom?...
O Mano falou que o Coringão estagnou, quer dizer, parou de evoluir. Não quero fazer retrospecto, mas desde o empate com o mirassol, que foi seguido por alguns jogos que nos deram esperanças, passando pelo empate com o pequeno jotinha, o roubo na baixada e a derrota para o time de Bauru, vejo que estagnou há tempos. Evoluiu sim, durante umas quatro ou cinco rodadas. Depois...
Mano, presta atenção.
Fabinho e bóvio fora. O primeiro no banco pra assistir, e o segundo na geladeira. Ou melhor, no freezer. Bem longe dos nossos olhos. Uma expiação mais que necessária depois de tanto tempo SÓ fazendo bobagem.
Fala pro Nilton que AQUI É CORINTHIANS. Coloca o Caju no amistoso que vamos fazer lá em Campo Grande. Se ele criar mais que quatro jogadas decisivas, já é titular absoluto na lateral, no lugar do C.Alberto, que volta pro meio. Sim, pois o sistema defensivo consiste em deixar Willian e Chicão nas sobras, mas com alguém que saiba dar combate no meio campo, e o Nilton pode provar que é esse volante que precisamos, com a cobertura do C.Alberto.
A criação das jogadas é outro gigantesco problema, e na verdade depende, sim, do ataque. Da movimentação não emburrecida de um Herrera, e da disposição de Dentinho. Que venha um centro-avante!
E que arrumem o condicionamento do Rincón. Douglas até poderá ser a dupla (e é o que temos, camaradas!), mas TEM QUE JOGAR COM RAÇA.
Sinceramente, caro Mano, faltou vontade de ganhar até agora. Não digo que você é meramente um retranqueiro, até porque não temos ataque. Mas você pode armar esse ataque de forma mais contundente a partir de agora. Ainda mais se esse Gobbi cumprir com a promessa presidencial de trazer um atacante decente.
Nas notinhas do painelfc da trolha de sábado (19/04), notei certos aspectos.
Primeiramente, é típico de um ragogneti o despacho do juiz favorável a mais uma das ações do nosso marquetim, o da empresa de saúde querer vender planos corintianos.
Que segue com o çempre çábio comentário de çitadini, a saber, que o otimismo faz os resultados parecerem ruins; e como conclusão, tira que as projeções nunca deveriam ser tão favoráveis.
O que nos traz a seguinte questão: existe algum projeto de marquetim propriamente dito? Aliás, no caso do estádio, motivo de uma constatação anticorintiana do juiz, houve algum projeto - termo usado pelo próprio auto?
Enfim, seguem as notinhas, e na terceira constatamos que o Corinthians, há pelo menos dez anos, trabalha totalmente em outra esfera. É que Renato não é o credor da dívida que colocou na justiça, contra o clube, e sim seus empresários.
Serão deles as contas bancárias que receberam 1,65 milhão de reais.
E por último, na frase destacada neste painelfc, um conselheiro torna público algo que não deveria ultrapassar a Cidade Corinthians. Proporia inclusive multa, por deixar a anticorintianada ver uma frase típica do Bar da Torre. Mas que, fora do Parque, desestabiliza a Nossa Instituição.
Nosso Padroeiro, eis nossa meta
Auxiliai-nos nesta demanda
ASE

BREVES
Quem assistiu, na TimaoTV, a entrevista que Julio César concedeu, percebeu ali um Guerreiro Corinthiano firme em sua proposta de se tornar, de vez e como Ronaldo, o nosso camisa 1. Eu, particularmente, torço de coração para que isso aconteça.
O moleque é Corinthiano de berço, em primeiro lugar. Já mostrou que joga com RAÇA, e não tem medo de cobrança, em segundo lugar. E, em terceiro e último lugar, está em forma.
A entrevista é muito boa e deixa subentendido que o gordinho poderá sair a qualquer momento. O que é uma pena, pois ele mereceria é ser reserva de Julio César...
Dizem que o Gobbi conseguiu se livrar de duas semanas na delegacia, para se dedicar ao Corinthians nesse tempo...
Será que isso é bom?...
O Mano falou que o Coringão estagnou, quer dizer, parou de evoluir. Não quero fazer retrospecto, mas desde o empate com o mirassol, que foi seguido por alguns jogos que nos deram esperanças, passando pelo empate com o pequeno jotinha, o roubo na baixada e a derrota para o time de Bauru, vejo que estagnou há tempos. Evoluiu sim, durante umas quatro ou cinco rodadas. Depois...
Mano, presta atenção.
Fabinho e bóvio fora. O primeiro no banco pra assistir, e o segundo na geladeira. Ou melhor, no freezer. Bem longe dos nossos olhos. Uma expiação mais que necessária depois de tanto tempo SÓ fazendo bobagem.
Fala pro Nilton que AQUI É CORINTHIANS. Coloca o Caju no amistoso que vamos fazer lá em Campo Grande. Se ele criar mais que quatro jogadas decisivas, já é titular absoluto na lateral, no lugar do C.Alberto, que volta pro meio. Sim, pois o sistema defensivo consiste em deixar Willian e Chicão nas sobras, mas com alguém que saiba dar combate no meio campo, e o Nilton pode provar que é esse volante que precisamos, com a cobertura do C.Alberto.
A criação das jogadas é outro gigantesco problema, e na verdade depende, sim, do ataque. Da movimentação não emburrecida de um Herrera, e da disposição de Dentinho. Que venha um centro-avante!
E que arrumem o condicionamento do Rincón. Douglas até poderá ser a dupla (e é o que temos, camaradas!), mas TEM QUE JOGAR COM RAÇA.
Sinceramente, caro Mano, faltou vontade de ganhar até agora. Não digo que você é meramente um retranqueiro, até porque não temos ataque. Mas você pode armar esse ataque de forma mais contundente a partir de agora. Ainda mais se esse Gobbi cumprir com a promessa presidencial de trazer um atacante decente.
Nas notinhas do painelfc da trolha de sábado (19/04), notei certos aspectos.
Primeiramente, é típico de um ragogneti o despacho do juiz favorável a mais uma das ações do nosso marquetim, o da empresa de saúde querer vender planos corintianos.
Que segue com o çempre çábio comentário de çitadini, a saber, que o otimismo faz os resultados parecerem ruins; e como conclusão, tira que as projeções nunca deveriam ser tão favoráveis.
O que nos traz a seguinte questão: existe algum projeto de marquetim propriamente dito? Aliás, no caso do estádio, motivo de uma constatação anticorintiana do juiz, houve algum projeto - termo usado pelo próprio auto?
Enfim, seguem as notinhas, e na terceira constatamos que o Corinthians, há pelo menos dez anos, trabalha totalmente em outra esfera. É que Renato não é o credor da dívida que colocou na justiça, contra o clube, e sim seus empresários.
Serão deles as contas bancárias que receberam 1,65 milhão de reais.
E por último, na frase destacada neste painelfc, um conselheiro torna público algo que não deveria ultrapassar a Cidade Corinthians. Proporia inclusive multa, por deixar a anticorintianada ver uma frase típica do Bar da Torre. Mas que, fora do Parque, desestabiliza a Nossa Instituição.
São Jorge Guerreiro

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.
Oxalá, nos proteja e nos defenda com o poder de sua santa e divina graça, Odo Ya, nos cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-nos em todas as nossas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja nosso defensor contra as maldades e perseguições dos nossos inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-nos o teu escudo e as tuas poderosas armas, defendendo-nos com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete nossos inimigos fiquem humildes e submissos a vós.
Assim seja
São Jorge Rogai por Nós, pelo Nosso Povo e pelo Nosso Coringão
São Jorge Rogai por Nós, pelo Nosso Povo e pelo Nosso Coringão
ASE
terça-feira, 22 de abril de 2008
Um belo passeio
Foi um lindo passeio nessa segunda de feriado. Não só para Teresa, que acompanhou a Mamãe e o Papai até o campo do nacional para assistir a partida do nosso futebol feminino. Mas também para o jogo em si, que foi um passeio.
Como em todo passeio para uma criança, o sorvetinho de uva não faltou (Tetê mostra o dela na foto...).
E como em todo jogo que o Manto Alvinegro joga, não faltou RAÇA e DISPOSIÇÃO em campo.
Foi quase um repeteco daquele jogão em Cotia, não fossem os números das jogadoras terem mudado. Destaque, novamente, para o nosso ataque - Luana, Nilda, Patrícia e grande companhia - e nossa defesa, com a capitã Juliana Cabral.
O jogo começou quente, o Coringão enfiando um gol estranho, mas que vale. E o juiz anulando um outro que valia mais ainda...
Mas o Coringão não tardou a ampliar o placar: 2 a 0.
E então o paulista (que contava com seus corneteiros na arquibancada), em uma falha (falhas acontecem, meninas, mas PRESTEM ATENÇÃO!) de posicionamento da nossa defesa, e numa roubada de bola, encobriu a nossa goleira - que não esperava isso.
Mas nos minutos seguintes o Coringão ampliou. E logo depois, de novo, o paulista diminuiu de novo, em uma nova besteira.
O problema aqui foi o auxiliar da técnica do paulista, que cruzou os bracinhos, naquele gesto que os efêmeros sem alma praticam. Para quê um imbecil faz isso? Colei na orelha do calhorda e fiz ele escutar o que devia e o que não devia. Sujeitinho mais viadinho... HAHAHAHAHAHA
E então as mulheres souberam se valer dos gritos da pequena massa Corinthiana presente, e não esmoreceram. Primeiro tempo virou 3 a 2. Mas no segundo tempo...
Podemos dizer que foi neste momento que o passeio valeu a pena. O auxiliarzinho sentava, e o Coringão metia na caixa.
Um toque de bola bom, envolvente, que fez o time adversário entrar na roda.
Defesa segura, meio campo bem postado, ataque eficiente. Falhas acontecem, mas uma segura o erro da outra, pois o Timão feminino é competitivo e não está nessa de bobeira, não.
Enfiamos mais quatro gols. Dois deles foram lindos. 7 a 2, no "primeiro" jogo oficial de Teresa...
Fomos embora antes de terminar, pois o tempo começava a virar e Tetê não precisava ficar resfriada só pra ver o oitavo gol...
Vemos aqui ela gritando
"VAI CORINTHIANS!!!"
Como em todo passeio para uma criança, o sorvetinho de uva não faltou (Tetê mostra o dela na foto...).E como em todo jogo que o Manto Alvinegro joga, não faltou RAÇA e DISPOSIÇÃO em campo.
Foi quase um repeteco daquele jogão em Cotia, não fossem os números das jogadoras terem mudado. Destaque, novamente, para o nosso ataque - Luana, Nilda, Patrícia e grande companhia - e nossa defesa, com a capitã Juliana Cabral.
O jogo começou quente, o Coringão enfiando um gol estranho, mas que vale. E o juiz anulando um outro que valia mais ainda...
Mas o Coringão não tardou a ampliar o placar: 2 a 0.
E então o paulista (que contava com seus corneteiros na arquibancada), em uma falha (falhas acontecem, meninas, mas PRESTEM ATENÇÃO!) de posicionamento da nossa defesa, e numa roubada de bola, encobriu a nossa goleira - que não esperava isso.
Mas nos minutos seguintes o Coringão ampliou. E logo depois, de novo, o paulista diminuiu de novo, em uma nova besteira.
O problema aqui foi o auxiliar da técnica do paulista, que cruzou os bracinhos, naquele gesto que os efêmeros sem alma praticam. Para quê um imbecil faz isso? Colei na orelha do calhorda e fiz ele escutar o que devia e o que não devia. Sujeitinho mais viadinho... HAHAHAHAHAHA
E então as mulheres souberam se valer dos gritos da pequena massa Corinthiana presente, e não esmoreceram. Primeiro tempo virou 3 a 2. Mas no segundo tempo...
Podemos dizer que foi neste momento que o passeio valeu a pena. O auxiliarzinho sentava, e o Coringão metia na caixa.
Um toque de bola bom, envolvente, que fez o time adversário entrar na roda.
Defesa segura, meio campo bem postado, ataque eficiente. Falhas acontecem, mas uma segura o erro da outra, pois o Timão feminino é competitivo e não está nessa de bobeira, não.
Enfiamos mais quatro gols. Dois deles foram lindos. 7 a 2, no "primeiro" jogo oficial de Teresa...
Fomos embora antes de terminar, pois o tempo começava a virar e Tetê não precisava ficar resfriada só pra ver o oitavo gol...
Vemos aqui ela gritando
"VAI CORINTHIANS!!!"
Dirigentes...
Nosso diretor de futebol, Mario Gobbi, deu entrevista, que pode ser vista na TimãoTV.
Em certo momento ele diz que "o Corinthians tem que pegar os atalhos, e procurar fazer o que tem de melhor", se referindo à dificuldade de se montar um time competitivo em curto espaço de tempo e, especialmente, à dificuldade de conseguir reforços de peso. Aqui só faço uma nota: não fosse a capacidade dos anteriores e dos atuais, o Corinthians não teria de "pegar atalho" nenhum. Que isso fique muito claro para quem lê isso que esse Mosqueteiro escreve.
Mas é depois que vem a grande problemática. Ele se auto-proclama indivíduo de um "nível diferenciado" de "educação" com relação aos da "camada mais abaixo" (as aspas são trechos de citações do próprio, esclareço).
Pois bem, seu Gobbi. Sou do "mesmo nível", "mesma camada" que você. E digo que você está preocupado demais com avaliações e esquecendo DESNECESSARIAMENTE neste teu ego O QUE É O CORINTHIANS.
Como você pode estar "5000 mil vezes mais triste que o torcedor" pela situação? Como fala em tristeza, em saúde prejudicada, e quase chora em coletiva, enquanto um DIRIGENTE DO S.C.CORINTHIANS PAULISTA?
Abandona, já que te faz mal. Mas não fique chorando pitanga pra imprença ter o que falar - pois Corinthians vende só na manchete... Você ganha mais do que perde estando onde está, e quem perdemos somos nós torcedores, que somos obrigados a ver você falar essas besteiras.
Cumpra seu papel, se possível, e NUNCA chore em entrevista, mesmo que não derrame lágrimas.
AQUI É CORINTHIANS
Em certo momento ele diz que "o Corinthians tem que pegar os atalhos, e procurar fazer o que tem de melhor", se referindo à dificuldade de se montar um time competitivo em curto espaço de tempo e, especialmente, à dificuldade de conseguir reforços de peso. Aqui só faço uma nota: não fosse a capacidade dos anteriores e dos atuais, o Corinthians não teria de "pegar atalho" nenhum. Que isso fique muito claro para quem lê isso que esse Mosqueteiro escreve.
Mas é depois que vem a grande problemática. Ele se auto-proclama indivíduo de um "nível diferenciado" de "educação" com relação aos da "camada mais abaixo" (as aspas são trechos de citações do próprio, esclareço).
Pois bem, seu Gobbi. Sou do "mesmo nível", "mesma camada" que você. E digo que você está preocupado demais com avaliações e esquecendo DESNECESSARIAMENTE neste teu ego O QUE É O CORINTHIANS.
Como você pode estar "5000 mil vezes mais triste que o torcedor" pela situação? Como fala em tristeza, em saúde prejudicada, e quase chora em coletiva, enquanto um DIRIGENTE DO S.C.CORINTHIANS PAULISTA?
Abandona, já que te faz mal. Mas não fique chorando pitanga pra imprença ter o que falar - pois Corinthians vende só na manchete... Você ganha mais do que perde estando onde está, e quem perdemos somos nós torcedores, que somos obrigados a ver você falar essas besteiras.
Cumpra seu papel, se possível, e NUNCA chore em entrevista, mesmo que não derrame lágrimas.
AQUI É CORINTHIANS
Modus operandi do maucaratismo
Coloco aqui o que segue para que o caríssimo leitor contraste com o que contém o Manifesto Corinthianista abaixo, e nada mais.
Não valeria sequer nos preocuparmos com tal canaille, cuja alma nunca existiu. Fiquemos apenas nesse exemplo "de vida", ou de como conduzir as coisas que lhe dizem respeito, e nada, nada mais.
Aquele narigudo mau caráter culpou a bola "feita para fazer gol" (sic), pelo frango grotesco e antidesportivo que lambeu, chupou, engoliu.
Fato é que o quadrúpede culpa não a sua insignificância irreconhecida por ele mesmo frente ao "resto do mundo", mas prefere cultivar a imagem de viadinho mau caráter que lhe foi atribuída ao longo de sua "vida".
É típico do exemplo oposto ao que é o CORINTHIANS PAULISTA em sua essência (coisa que essa canaille não tem).
Fica a questão: A BOLA SERVE PRA QUÊ?...
Não valeria sequer nos preocuparmos com tal canaille, cuja alma nunca existiu. Fiquemos apenas nesse exemplo "de vida", ou de como conduzir as coisas que lhe dizem respeito, e nada, nada mais.
Aquele narigudo mau caráter culpou a bola "feita para fazer gol" (sic), pelo frango grotesco e antidesportivo que lambeu, chupou, engoliu.
Fato é que o quadrúpede culpa não a sua insignificância irreconhecida por ele mesmo frente ao "resto do mundo", mas prefere cultivar a imagem de viadinho mau caráter que lhe foi atribuída ao longo de sua "vida".
É típico do exemplo oposto ao que é o CORINTHIANS PAULISTA em sua essência (coisa que essa canaille não tem).
Fica a questão: A BOLA SERVE PRA QUÊ?...
sábado, 19 de abril de 2008
Manifesto Corinthianista
Antigamente, aquele que se propunha a exercer o futebol no Coringão, entendia o Mito Neco. Passeava pelos Jardins do Santo Guerreiro e admirava com a compreensão devida o busto do Primeiro Ídolo. Pois ele é o Corinthians Encarnado.
Hoje, o bunda mole chega em seu audi, entra no vestiário, corre se arrastando no treino, volta para seu audi e vai pra balada.
Não só não passeia e vê, e entende o motivo daquele busto estar ali, como tem a própria vida oposta à vida de Neco.
Pois quando Neco terminava o jogo (naquele tempo não se treinava; JOGAVA), precisava ir fazer um bico pra ganhar algum dinheiro.
Não que o jogador tenha que trabalhar, pelo contrário; é bom que tenha tempo suficiente para que cultive o corpo e treine a profissão. Desde que em campo, ele jogue.
E jogue FUTEBOL DE VERDADE.
Que o conhecimento acerca do Mito Neco esteja previsto em todo contrato que o Sport Club Corinthians Paulista firmar com todo e qualquer desportista.
É um passo determinante para selecionar aquele que vestirá o Manto Sagrado.
É impensável e inadmissível, a não ser para o que fizeram com o Corinthians de hoje em dia, que o figura que veste o Manto não conheça Neco. E, conhecendo, prove seu próprio valor, tentando equivaler- se ao Mito. De nada adianta vestir o Manto se um bunda mole não vise a própria superação. O Manto é para a superação!
Com isso partimos para uma outra esfera, que envolve a Ação Corinthianista mais profundamente. Pois o Corinthians não existe sem a Fiel Torcida.
E, sendo nosso panteão gigantesco, temos muitos Mitos em nossa Gloriosa Arquibancada.
Não podemos deixar que aquele que ali se dedica com Amor e Alma, o faça sem conhecimento dos Mitos da nossa Gloriosa Arquibancada. O sujeito deve saber quem foi Tantã e quem foi Elisa. Isso para buscar os essencialmente mitológicos, pois existem inúmeros, cada qual à sua maneira uma fantástica demonstração de Corinthianismo.
Somente assim a pessoa consegue vislumbrar o que vem a ser o Corinthianismo. Que essa educação seja, portanto, instituída.
Ao contrário do que dizem por aí, o futebol começa na Arquibancada. O apoio da massa é que fez o Timão. Se os Cinco Fundadores não tivessem o apoio inequívoco de um cocheiro de tílburi e de um famoso alfaiate, e de mais um sem-número de amigos e não estivessem em um bairro tão cosmopolita, um sonho poderia até ter passado batido.
E nessa Alma foi que buscamos, no início, o campo do Lenheiro, para jogar e treinar. Consta que no primeiro training, como o bairro do Bom Retiro já estava todo antenado na criação do novo team, de cara foram formados três times. E bons times, não imagine que o terceiro team fosse uma baba. De jeito nenhum!
No terceiro team jogava Neco. Pois no Corinthians o jogador precisaria galgar seu espaço (para isso serviam os trainings), demonstrar seu valor, se quisesse jogar. Foi essa a escola de Neco.
Numa época em que o team se misturava à torcida. Uma pequena multidão encostou na cerca do campinho naquela tarde de feriado do dia da Pátria.
E ovacionou e saudou o primeiro team, Rafael Perrone seu captain. O Fundador era captain, mas não pelo privilégio de ter fundado, mas por merecimento, que fique muito claro. Sim, pois fora ele que apresentara o pessoal "casca grossa" do Botafogo do Bom Retiro para o pessoal do time "da rua de baixo", o Domitila. Ele conseguiu jogar água na fervura daquele atrito. Esta foi a primeira "intransponível" barreira para a formação do Corinthianismo.
Não se trata aqui da "fusão" de duas camisas, pois isso não aconteceu. Mas se trata da simbologia da coisa, a conciliação dava ao grupo maior "território", capacidade, probabilidade, sobrevivência. E sem o captain, isso não poderia ter ocorrido.
Nosso Primeiro Capitão, portanto, foi um corajoso, valoroso e conciliador guerreiro sonhador.
E é assim que todo Corinthiano deve se portar frente à própria vida. Em Arquibancada, então, nem se fala.
O Corinthians precisa, mais que nunca, de todo Corinthiano resgatando Sua História. A nossa Ação Corinthianista, para o futuro, depende da compreensão dos elementos citados aqui. Que não são todos, longe disso. São alguns, os principais talvez.
Todos os seus profissionais precisam saber que História carregam nesse Manto. É obrigação deles, e é obrigação nossa relembrar isso a cada momento em campo. E juntos fazemos o Corinthians.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Breves...
Já dizíamos abaixo que estava tudo consumado, mas a "novela" ainda terá muitos capítulos. E se precisar, pra livrar a cara de mais gente, com um time desse, eu não duvido que em 2009 poderemos ter repeteco...
ACORDA FIEL!!!
A conivência da "justiça" é uma barbaridade. E essa é só uma das inúmeras e cotidianas provas disso.
E o çapo arrotar que o torcicolo dele é por causa do suposto "massacre" é coisa pra massacrar a paciência do monge budista.
Primeiro que não foi um massacre, pois TODOS os gols dos caras aconteceram por culpa de uma inominável e bóvia pessoa.
Segundo que os problemas do Corinthians, apesar de serem nacionais, internacionais, universais, não dizem respeito a um suposto "comandante" do (des)"governo". Pára de falar do Corinthians, çapo. Se preocupe com sua comandanta, se preocupe com o Brasil. Mais que Corinthiano, você está sendo Presidente da República!!!
"Justiça" e çapo: tudo a ver.
O gordinho falou que "não é o fim do mundo" sermos eliminados. Ah.
É pra rir, seu bunda mole do caralho?
Que merda de discursinho, hein.
Faltam quase duas semanas para o dia 30 e você já vem falando besteira?
ACORDA FIEL!!!
O planejamento do Corinthians é estupendo.
Senão, vejamos: teremos um amistoso em Campo Grande, no dia 26, que é uma sexta-feira.
Ou seja, no sábado, quando tradicionalmente temos treino na Fazendinha, o grupo não estará lá. E o jogo é no dia 30.
Logo, tudo leva a crer que fazem de tudo pra tirar o grupo dos olhos da torcida.
Informe
O Timão Feminino jogará no estádio Nicolau Alayon, famoso campo do nacional, no dia 21/04, segunda-feira, às 15h30. Por se tratar de um local de fácil acesso, e pelo dia ser propício a esse evento, pois é feriado, esperamos uma presença maciça da Fiel. Pelo menos dez vezes mais que o público de Cotia, eu imagino. E como o time é bom, vale a pena.
VAI, MULHERADA!!!
VAI CORINTHIANS!!!
ACORDA FIEL!!!
A conivência da "justiça" é uma barbaridade. E essa é só uma das inúmeras e cotidianas provas disso.
E o çapo arrotar que o torcicolo dele é por causa do suposto "massacre" é coisa pra massacrar a paciência do monge budista.
Primeiro que não foi um massacre, pois TODOS os gols dos caras aconteceram por culpa de uma inominável e bóvia pessoa.
Segundo que os problemas do Corinthians, apesar de serem nacionais, internacionais, universais, não dizem respeito a um suposto "comandante" do (des)"governo". Pára de falar do Corinthians, çapo. Se preocupe com sua comandanta, se preocupe com o Brasil. Mais que Corinthiano, você está sendo Presidente da República!!!
"Justiça" e çapo: tudo a ver.
O gordinho falou que "não é o fim do mundo" sermos eliminados. Ah.
É pra rir, seu bunda mole do caralho?
Que merda de discursinho, hein.
Faltam quase duas semanas para o dia 30 e você já vem falando besteira?
ACORDA FIEL!!!
O planejamento do Corinthians é estupendo.
Senão, vejamos: teremos um amistoso em Campo Grande, no dia 26, que é uma sexta-feira.
Ou seja, no sábado, quando tradicionalmente temos treino na Fazendinha, o grupo não estará lá. E o jogo é no dia 30.
Logo, tudo leva a crer que fazem de tudo pra tirar o grupo dos olhos da torcida.
Informe
O Timão Feminino jogará no estádio Nicolau Alayon, famoso campo do nacional, no dia 21/04, segunda-feira, às 15h30. Por se tratar de um local de fácil acesso, e pelo dia ser propício a esse evento, pois é feriado, esperamos uma presença maciça da Fiel. Pelo menos dez vezes mais que o público de Cotia, eu imagino. E como o time é bom, vale a pena.
VAI, MULHERADA!!!
VAI CORINTHIANS!!!
quinta-feira, 17 de abril de 2008
O Jogo
O Corinthians entrou em campo (sim, pois o Manto Sagrado estava em campo) com Felipe; C.Alberto, Chicão, Willian e André Santos; Nilton, Bóvio (!!!), Fabinho e Rincón; Dentinho e Herrera.
O jogo começou truncado, como era de se esperar, pois choveu e chovia muito. Campo encharcado. O que provocava naturais falhas individuais. Mas não provocou as falhas de desantenção, coisa de jogador amador mesmo.
Aos 7 minutos deveriam ter gritado na orelha do Rincón pra ele acordar (se o time inteiro também não estivesse dormindo).
Numa jogada tosca, Dentinho tropeça no chão, o juiz dá falta sem ter sido (juiz ruim...) e nosso jogador sente a perna (vi agora há pouco que ele sofreu uma lesão no quadril... que zica do caralho!!!). Resultou disso o primeiro levantamento de bola na área adversária, que nenhum dos nossos atacantes e meio-campistas foi capaz de enfiar a cabeça. Não deu em nada, portanto.
Num campo assim o cara corre mais que a bola - mas nossos jogadores conseguiam ficar pra trás até da bola. Cadê a vontade, CORINTHIANS???
A primeira jogada de verdade aconteceu aos 10 minutos, um chute quase forte de Fabinho defendido pelo goleiro. Parecia até que engrenaria... não sei o que engrenaria, mas parecia...
Herrera é um dos que conseguem ser mais pesado que o campo, e ainda consegue fazer faltas no ataque...
E aos 13 da etapa inicial foi inaugurada a temporada dos chutões dos nossos jogadores. André Santos e companhia conseguiam irritar a própria bola. Um time afobado que não consegue tocar a bola, e joga sem nenhuma categoria.
Bóvio (!!!) é de uma capacidade incrível. Dá passes no vazio que nem o zagueiro adversário consegue entender o que é aquilo...
Rincón, se não faz falta imbecil, toca a bola errado.
Aos 21 Dentinho não aguentou mais. Caiu. E entra... Acosta.
Em uma jogada do adversário, Bóvio tira bola da aréa numa cabeçada, e consegue cabeçear o adversário, e cai na área (pensei: é agora que esse moleque sai.. mas não, infelizmente).
Aos 27 Fabinho apronta mais uma no meio campo.
E então surge uma questão. Porque Acosta - que não fez nada até a hora em que me veio a questão, aos 33 - e não o Finazzi? CRITÉRIO EMPRESARIAL, só pode ser...
E em falta que não aconteceu absolutamente nada, um careca faz a bola que iria sair toscamente desviar na zaga e entrar, aos 38. E o gordinho nem se mexeu...
Agora, precisando fazer gol, cadê Acosta, Rincón, Herrera...?
Ou melhor, CADÊ A DEFESA? O imbecil do bóvio (a partir de então só com minúsculas, pois já não toleraremos (!!!) a presença desse ignóbil no CORINTHIANS) perde bisonhamente a bola no meio campo e sobra a bola para o mesmo careca chutar sem nenhuma dificuldade pro gol, sem que nem o gordinho se mexesse. Segundo gol dos caras, aos 42...
E um calhorda denominado ramalho (NÃO ESQUEÇAM esse nome para o dia 30) faz falta para expulsão, mas o juizinho filho da puta só dá amarelinho... Foi um carrinho pra tirar Willian de campo que, se funcionasse, teria conseguido. E o juizinho safado "nada" vê...
E O TIME NÃO CORRE, nem nesse finalzinho de primeiro tempo, E PRECISAMOS MARCAR GOLS!!!
Acosta, por exemplo, simula uma faltinha e levanta logo em seguida, ao ver que o juzinho nada faria ali. E perde a bola pra fazer isso...
E aos 44 o gordinho não sai na bola e a defesa quase marca outra bobeira.
ACORDA CORINTHIANS!!!
E sai bóvio, por motivos bóvios, e entra Lulinha... Será que joga?...
Ora, ele sofre falta na entrada da área - sim, ele consegue fazer isso!!!. Chicão bate forte pra escorrer na poça da pequena área, o goleirinho bate roupa e a bola volta para a barriga, peito, antebraço e ombro de Rincón, e o Coringão diminui aos 9.
Mas a zaga, aos 13, volta a dormir - NINGUÉM dá combate, ninguém chega e um zé mané faz mais um gol pros caras.
O juizinho torna a favorecer o adversário e não dá falta clara em Rincón na entrada da área.
E segue nesse ritmo, Corinthians dormindo, juizinho metendo a mão e Lulinha perde uma chance claríssima de gol aos 22, um chute bisonho, pra se livrar da bola mesmo - o que tem sido comum nesse time.
Aos 32 o time parecia estar "gostando"... Faço força de pensamento para mudar alguma coisa, postura perante o jogo, sei lá. O certo era sair esse Herrera e entrar o Finazzi, penso. E no mesmo instante Mano atende a essas expectativas. Há luz no julgamento de Mano, que teve mais de uma semana pra tentar colocar vergonha na cara desses picaretas. E ele faz a única plausível e útil substituição que poderia fazer.
Mas o coro da Fiel é o meu. TEM QUE SER HOMEM PRA JOGAR NO CORINGÃO, PORRA!!!
Mas depois de um bumba-meu-boi na área adversária, aos 45, e Finazzi chutar bisonhescamente para cima, para o último degrau da arquibancada, desperdiçando um gol que seria valiosíssimo para o dia 30, uma oportunidade de ouro, vi que a coisa estava mesmo, de fato e inexoravelmente feia.
Como já dissemos, trata-se de um bando de bunda-mole.
Detalhes da partida: uma faixa da torcida da turminha do ragogneti apoiava o time local. Talvez por excrescência da cor. Talvez. Ou pura e simplesmente a anticorintiania mais xarope, nefasta e perversa.
Contrastava com uma faixa nossa que clamava subentendidamente por justiça, pois o irmão Mocó foi chacinado. Que diferença gigantesca de postura.
-Campo encharcado não é desculpa pra não jogar nada, sr. Fabinho.
ACORDA FIEL!!!
O jogo começou truncado, como era de se esperar, pois choveu e chovia muito. Campo encharcado. O que provocava naturais falhas individuais. Mas não provocou as falhas de desantenção, coisa de jogador amador mesmo.
Aos 7 minutos deveriam ter gritado na orelha do Rincón pra ele acordar (se o time inteiro também não estivesse dormindo).
Numa jogada tosca, Dentinho tropeça no chão, o juiz dá falta sem ter sido (juiz ruim...) e nosso jogador sente a perna (vi agora há pouco que ele sofreu uma lesão no quadril... que zica do caralho!!!). Resultou disso o primeiro levantamento de bola na área adversária, que nenhum dos nossos atacantes e meio-campistas foi capaz de enfiar a cabeça. Não deu em nada, portanto.
Num campo assim o cara corre mais que a bola - mas nossos jogadores conseguiam ficar pra trás até da bola. Cadê a vontade, CORINTHIANS???
A primeira jogada de verdade aconteceu aos 10 minutos, um chute quase forte de Fabinho defendido pelo goleiro. Parecia até que engrenaria... não sei o que engrenaria, mas parecia...
Herrera é um dos que conseguem ser mais pesado que o campo, e ainda consegue fazer faltas no ataque...
E aos 13 da etapa inicial foi inaugurada a temporada dos chutões dos nossos jogadores. André Santos e companhia conseguiam irritar a própria bola. Um time afobado que não consegue tocar a bola, e joga sem nenhuma categoria.
Bóvio (!!!) é de uma capacidade incrível. Dá passes no vazio que nem o zagueiro adversário consegue entender o que é aquilo...
Rincón, se não faz falta imbecil, toca a bola errado.
Aos 21 Dentinho não aguentou mais. Caiu. E entra... Acosta.
Em uma jogada do adversário, Bóvio tira bola da aréa numa cabeçada, e consegue cabeçear o adversário, e cai na área (pensei: é agora que esse moleque sai.. mas não, infelizmente).
Aos 27 Fabinho apronta mais uma no meio campo.
E então surge uma questão. Porque Acosta - que não fez nada até a hora em que me veio a questão, aos 33 - e não o Finazzi? CRITÉRIO EMPRESARIAL, só pode ser...
E em falta que não aconteceu absolutamente nada, um careca faz a bola que iria sair toscamente desviar na zaga e entrar, aos 38. E o gordinho nem se mexeu...
Agora, precisando fazer gol, cadê Acosta, Rincón, Herrera...?
Ou melhor, CADÊ A DEFESA? O imbecil do bóvio (a partir de então só com minúsculas, pois já não toleraremos (!!!) a presença desse ignóbil no CORINTHIANS) perde bisonhamente a bola no meio campo e sobra a bola para o mesmo careca chutar sem nenhuma dificuldade pro gol, sem que nem o gordinho se mexesse. Segundo gol dos caras, aos 42...
E um calhorda denominado ramalho (NÃO ESQUEÇAM esse nome para o dia 30) faz falta para expulsão, mas o juizinho filho da puta só dá amarelinho... Foi um carrinho pra tirar Willian de campo que, se funcionasse, teria conseguido. E o juizinho safado "nada" vê...
E O TIME NÃO CORRE, nem nesse finalzinho de primeiro tempo, E PRECISAMOS MARCAR GOLS!!!
Acosta, por exemplo, simula uma faltinha e levanta logo em seguida, ao ver que o juzinho nada faria ali. E perde a bola pra fazer isso...
E aos 44 o gordinho não sai na bola e a defesa quase marca outra bobeira.
ACORDA CORINTHIANS!!!
E sai bóvio, por motivos bóvios, e entra Lulinha... Será que joga?...
Ora, ele sofre falta na entrada da área - sim, ele consegue fazer isso!!!. Chicão bate forte pra escorrer na poça da pequena área, o goleirinho bate roupa e a bola volta para a barriga, peito, antebraço e ombro de Rincón, e o Coringão diminui aos 9.
Mas a zaga, aos 13, volta a dormir - NINGUÉM dá combate, ninguém chega e um zé mané faz mais um gol pros caras.
O juizinho torna a favorecer o adversário e não dá falta clara em Rincón na entrada da área.
E segue nesse ritmo, Corinthians dormindo, juizinho metendo a mão e Lulinha perde uma chance claríssima de gol aos 22, um chute bisonho, pra se livrar da bola mesmo - o que tem sido comum nesse time.
Aos 32 o time parecia estar "gostando"... Faço força de pensamento para mudar alguma coisa, postura perante o jogo, sei lá. O certo era sair esse Herrera e entrar o Finazzi, penso. E no mesmo instante Mano atende a essas expectativas. Há luz no julgamento de Mano, que teve mais de uma semana pra tentar colocar vergonha na cara desses picaretas. E ele faz a única plausível e útil substituição que poderia fazer.
Mas o coro da Fiel é o meu. TEM QUE SER HOMEM PRA JOGAR NO CORINGÃO, PORRA!!!
Mas depois de um bumba-meu-boi na área adversária, aos 45, e Finazzi chutar bisonhescamente para cima, para o último degrau da arquibancada, desperdiçando um gol que seria valiosíssimo para o dia 30, uma oportunidade de ouro, vi que a coisa estava mesmo, de fato e inexoravelmente feia.
Como já dissemos, trata-se de um bando de bunda-mole.
Detalhes da partida: uma faixa da torcida da turminha do ragogneti apoiava o time local. Talvez por excrescência da cor. Talvez. Ou pura e simplesmente a anticorintiania mais xarope, nefasta e perversa.
Contrastava com uma faixa nossa que clamava subentendidamente por justiça, pois o irmão Mocó foi chacinado. Que diferença gigantesca de postura.
-Campo encharcado não é desculpa pra não jogar nada, sr. Fabinho.
ACORDA FIEL!!!
domingo, 13 de abril de 2008
A Mulherada do Coringão
Neste sábado compareci ao primeiro jogo do nosso time profissional feminino. Estréia digna de Corinthians!!!
Fui sozinho, pois minha filhota precisa dormir para irmos à noite no Silenciosas. Ao passar o centro de Cotia, nos vemos em uma encosta, um grande barrancão, e numa curva. No começo dessa curva, uma ladeira desce até o portão do estádio.
Estádio pitoresco, varzeano, tipicamente Corinthiano. Arquibancada de 10, 11 degraus, cheias de poças d´água, um alambrado enferrujado, onde a Fiel Cotia estendera suas faixas. "Festa na Favela" foi a mais clássica, e duas bandeiras de bambu. Dali se vê o barranco logo em frente, a rodovia Raposo Tavares cortando o barranco ao meio, e no barranco abaixo dela uma pequena favela, de onde um cordeirinho não parava de balir ("sinal de sorte", pensei eu; cordeiros são ótimos animais).
E lá em cima desse barrancão, a igrejinha (provavelmente fundada por Fernão Dias em 1600 e la vai pedrada) batia seu sino a cada hora.
O gramado, pequeno e duro, como o antigo Velódromo, onde alçou vôos altos o Nosso Coringão no começo de sua Gloriosa Existência neste mundo ("bom sinal", pensei eu novamente).
Nesse cenário me vi cantando o Hino Nacional, com todos os aproximadamente 70 torcedores de pé. Estendemos nossas jaquetas (pois o vento gosta de correr naquela curva) e camisas do Coringão. Familiares e amigos das jogadoras compunham o grupo, presentes em maioria. Os corneteiros adversários, uns dois claramente anticorintianos, logo perceberam que deveriam se dirigir ao outro lado do campo, onde não havia arquibancada, onde os carros estavam estacionados.
O time adversário, catimbeiro, soube valorizar o jogo com sua visível experiência. Mas logo no começo nossa camisa dez, Patrícia, faz boa jogada dentro da área e ia levar a bola pro fundo da rede, mas sofre um pênalti, convertido pela nove Nilda. Corinthians um a zero.
O restante do primeiro tempo passamos assim, criando mais duas oportunidades boas, sofrendo pouco perigo, administrando a catimba adversária. Nossa zaga, quase inexpugnável, muito boa, não deixava a conclusão adversária acontecer.
Nosso meio campo, brigador e raçudo, destruía e criava jogadas com eficiência, uma sabendo corrigir o erro da outra, e sabendo sobretudo ajudar nas jogadas criadas. E nosso ataque faz muito bem seu papel. Futebol feminino tem menos pegada, mas não menos Raça, que no Coringão sempre prevalece (deveria, pelo menos, não é mesmo, bundas moles do caralho???). E as mulheres correm que dá gosto de ver.
Segundo tempo começa, e em jogada linda na área de Patrícia, a zagueira adversária mete a mão na bola, num carrinho mal calculado. Nilda de novo. Corinthians dois a zero.
Daí pra frente o Coringão agüentou pressão e começou a passear em campo. Com a expulsão de uma meio-campista adversária, trombadora e desleal, as nossas atacantes fizeram a festa.
Uma bola na trave, chute lindo da camisa 18 (não sei o nome dela)...
E em uma linda jogada de Luana, camisa onze, pela esquerda, cruza para Nilda cabeçear à la Baltazar, e fazer o terceiro dela e do Coringão na partida.
Logo depois Juliana, camisa 19, chuta forte de fora da área, pela direita, e faz um tremendo GOLAÇO.
E pra finalizar, Luana faz fila na entrada da área, tabelando com a seis e com a Nilda, uma arrancada digna de Edílson nos bons tempos, e chuta na saída da goleira por cobertura, indefensável e certeira.
CORINTHIANS 5 x 0 Cotia. Estréia magnânima!
E para mim foi bom ver um futebol puro, sem máscara, com disputas duras mas leais e certeiras, o nunca-desistir da disputa que caracteriza o futebol de verdade, jogado com prazer e sobretudo com ALMA.
Um toque de bola de molecas!
Alegria de jogar bola!
Isso é CORINTHIANS!!!
Fui sozinho, pois minha filhota precisa dormir para irmos à noite no Silenciosas. Ao passar o centro de Cotia, nos vemos em uma encosta, um grande barrancão, e numa curva. No começo dessa curva, uma ladeira desce até o portão do estádio.
Estádio pitoresco, varzeano, tipicamente Corinthiano. Arquibancada de 10, 11 degraus, cheias de poças d´água, um alambrado enferrujado, onde a Fiel Cotia estendera suas faixas. "Festa na Favela" foi a mais clássica, e duas bandeiras de bambu. Dali se vê o barranco logo em frente, a rodovia Raposo Tavares cortando o barranco ao meio, e no barranco abaixo dela uma pequena favela, de onde um cordeirinho não parava de balir ("sinal de sorte", pensei eu; cordeiros são ótimos animais).
E lá em cima desse barrancão, a igrejinha (provavelmente fundada por Fernão Dias em 1600 e la vai pedrada) batia seu sino a cada hora.
O gramado, pequeno e duro, como o antigo Velódromo, onde alçou vôos altos o Nosso Coringão no começo de sua Gloriosa Existência neste mundo ("bom sinal", pensei eu novamente).
Nesse cenário me vi cantando o Hino Nacional, com todos os aproximadamente 70 torcedores de pé. Estendemos nossas jaquetas (pois o vento gosta de correr naquela curva) e camisas do Coringão. Familiares e amigos das jogadoras compunham o grupo, presentes em maioria. Os corneteiros adversários, uns dois claramente anticorintianos, logo perceberam que deveriam se dirigir ao outro lado do campo, onde não havia arquibancada, onde os carros estavam estacionados.
O time adversário, catimbeiro, soube valorizar o jogo com sua visível experiência. Mas logo no começo nossa camisa dez, Patrícia, faz boa jogada dentro da área e ia levar a bola pro fundo da rede, mas sofre um pênalti, convertido pela nove Nilda. Corinthians um a zero.
O restante do primeiro tempo passamos assim, criando mais duas oportunidades boas, sofrendo pouco perigo, administrando a catimba adversária. Nossa zaga, quase inexpugnável, muito boa, não deixava a conclusão adversária acontecer.
Nosso meio campo, brigador e raçudo, destruía e criava jogadas com eficiência, uma sabendo corrigir o erro da outra, e sabendo sobretudo ajudar nas jogadas criadas. E nosso ataque faz muito bem seu papel. Futebol feminino tem menos pegada, mas não menos Raça, que no Coringão sempre prevalece (deveria, pelo menos, não é mesmo, bundas moles do caralho???). E as mulheres correm que dá gosto de ver.
Segundo tempo começa, e em jogada linda na área de Patrícia, a zagueira adversária mete a mão na bola, num carrinho mal calculado. Nilda de novo. Corinthians dois a zero.
Daí pra frente o Coringão agüentou pressão e começou a passear em campo. Com a expulsão de uma meio-campista adversária, trombadora e desleal, as nossas atacantes fizeram a festa.
Uma bola na trave, chute lindo da camisa 18 (não sei o nome dela)...
E em uma linda jogada de Luana, camisa onze, pela esquerda, cruza para Nilda cabeçear à la Baltazar, e fazer o terceiro dela e do Coringão na partida.
Logo depois Juliana, camisa 19, chuta forte de fora da área, pela direita, e faz um tremendo GOLAÇO.
E pra finalizar, Luana faz fila na entrada da área, tabelando com a seis e com a Nilda, uma arrancada digna de Edílson nos bons tempos, e chuta na saída da goleira por cobertura, indefensável e certeira.
CORINTHIANS 5 x 0 Cotia. Estréia magnânima!
E para mim foi bom ver um futebol puro, sem máscara, com disputas duras mas leais e certeiras, o nunca-desistir da disputa que caracteriza o futebol de verdade, jogado com prazer e sobretudo com ALMA.
Um toque de bola de molecas!
Alegria de jogar bola!
Isso é CORINTHIANS!!!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Observações II
Informe
Neste sábado estréia o Timão profissional feminino, é Campeonato Paulista, contra um experiente time de Cotia, na casa dos(as) caras. Será às 15h no estádio municipal Dr. Euclides de Almeida, que fica, ao que me foi informado após ligação no número de telefone 4148-1724, no kilometro 33,5 da rodovia Raposo Tavares. "Passa o retono no centro de Cotia, vai em frente e na placa para Caucaia, vira a primeira à direita, que já é a rua do estádio".
Vamos prestigiar!
VAI CORINTHIANS!!!
A judoca Corinthiana Gabriela Shinobu Chibana, 14, categoria juvenil super-ligeiro, é campeã Pan-americana!!!
O Corinthians publicou nesta sexta-feira, em jornais de grande circulação, o balancete da atual administração. É denominado "Relatório de Administração".
Perfeitamente. Nossa Instituição preza pelo Civismo e, desde Nossa Fundação, os Corinthianos têm por meta a excelência. Divulgar as contas para que todos vejam é coisa que poucos fizeram.
Mesmo que possa haver algum erro, ou ausência de elementos. Sim, porque à mulher de César não basta que seja honesta, ela deve parecer honesta - é o que se diz por aí.
A mácula da administração anterior se sentirá ainda mesmo quando o Corinthians for o clube mais transparente do mundo - e tende a ser, pois é também um dos poucos a cacifar a Diretas, cumprindo assim com o Código Civil.
Se sentirá pois ainda existirão anticorintianos dispostos a arrotar as bobagens e absurdos que todo anticorintiano profere, exalando no podre hálito a ignorância de alguém que nunca conheceu um clube que, novamente, é um dos pouquíssimos do mundo a ter um Povo em participação mais que Direta (e esse superlativo, modéstia à parte, é só Nosso) na sua Fundação.
Mas desde sempre as ervas daninhas brotam. E continuarão, portanto, a brotar. E nunca foram nem nunca serão problema para nós.
Fica o Corinthians então eximido na contabilóide contrapartida de imagem. Mas a sua Essência permanece intacta, pois faz parte da Tradição, que passa de Corinthiano(a) para Corinthiano(a), e jamais poderá ser transfigurada.
E alguém pixou o muro do Parque Sagrado do Santo Guerreiro.
Quer pixar? Por que não pixou no dia 6 ou no dia 7? Por que só hoje?
Não há resposta para essa pergunta.
Fica só a convicção de que a Corinthianidade começa a ser privilégio de poucos. Que são muitos ainda, mas privilegiados. Pois um Corinthiano por excelência precisa de um fato muito contundente para pixar a própria Casa. E não é esse o caso de forma alguma.
E sobre o caso Cilinho, foi divulgado em um jornal factóidico e de pseudo-jornalismo (ainda assim medíocre) que ele obrigou algum moleque a ser empresariado a quem ele queria que fosse. A questão primeira é: ONDE não acontece esse tipo de coisa? Conseqüentemente se questiona: SÓ o Corinthians é acusado pelo pilantra por qual motivo? E em segundo lugar, se questiona o motivo de o acusador não comparecer na acareação.
Disto se tira que esse lixo que vendem cheio de tinta escrita, tinta da medíocridade corneteira e sórdida, só fala do Corinthians porque VENDE as merdas que publicam.
Como quando o portalzinho mixuruca colocada a foto do caso supracitado, com link para o blog daquela redaçãozinha só para ter ACESSO àquela porcaria.
Não questiono o mérito. Já disse aqui que o Cilinho ou não o Cilinho não faria qualquer diferença. Até porque esse caso é de um empresário querendo comer o outro. Eis o cerne do problema, portanto.
Daí questionam o Mano sobre o que ele acha do trabalho dele mesmo.
Ele responde, muito racionalmente: "Não cabe a mim fazer a análise do meu trabalho. Cabe às pessoas que me contrataram, e a vocês da imprensa. Que são muito bem pagos para isso".
Neste sábado estréia o Timão profissional feminino, é Campeonato Paulista, contra um experiente time de Cotia, na casa dos(as) caras. Será às 15h no estádio municipal Dr. Euclides de Almeida, que fica, ao que me foi informado após ligação no número de telefone 4148-1724, no kilometro 33,5 da rodovia Raposo Tavares. "Passa o retono no centro de Cotia, vai em frente e na placa para Caucaia, vira a primeira à direita, que já é a rua do estádio".
Vamos prestigiar!
VAI CORINTHIANS!!!
A judoca Corinthiana Gabriela Shinobu Chibana, 14, categoria juvenil super-ligeiro, é campeã Pan-americana!!!
O Corinthians publicou nesta sexta-feira, em jornais de grande circulação, o balancete da atual administração. É denominado "Relatório de Administração".
Perfeitamente. Nossa Instituição preza pelo Civismo e, desde Nossa Fundação, os Corinthianos têm por meta a excelência. Divulgar as contas para que todos vejam é coisa que poucos fizeram.
Mesmo que possa haver algum erro, ou ausência de elementos. Sim, porque à mulher de César não basta que seja honesta, ela deve parecer honesta - é o que se diz por aí.
A mácula da administração anterior se sentirá ainda mesmo quando o Corinthians for o clube mais transparente do mundo - e tende a ser, pois é também um dos poucos a cacifar a Diretas, cumprindo assim com o Código Civil.
Se sentirá pois ainda existirão anticorintianos dispostos a arrotar as bobagens e absurdos que todo anticorintiano profere, exalando no podre hálito a ignorância de alguém que nunca conheceu um clube que, novamente, é um dos pouquíssimos do mundo a ter um Povo em participação mais que Direta (e esse superlativo, modéstia à parte, é só Nosso) na sua Fundação.
Mas desde sempre as ervas daninhas brotam. E continuarão, portanto, a brotar. E nunca foram nem nunca serão problema para nós.
Fica o Corinthians então eximido na contabilóide contrapartida de imagem. Mas a sua Essência permanece intacta, pois faz parte da Tradição, que passa de Corinthiano(a) para Corinthiano(a), e jamais poderá ser transfigurada.
E alguém pixou o muro do Parque Sagrado do Santo Guerreiro.
Quer pixar? Por que não pixou no dia 6 ou no dia 7? Por que só hoje?
Não há resposta para essa pergunta.
Fica só a convicção de que a Corinthianidade começa a ser privilégio de poucos. Que são muitos ainda, mas privilegiados. Pois um Corinthiano por excelência precisa de um fato muito contundente para pixar a própria Casa. E não é esse o caso de forma alguma.
E sobre o caso Cilinho, foi divulgado em um jornal factóidico e de pseudo-jornalismo (ainda assim medíocre) que ele obrigou algum moleque a ser empresariado a quem ele queria que fosse. A questão primeira é: ONDE não acontece esse tipo de coisa? Conseqüentemente se questiona: SÓ o Corinthians é acusado pelo pilantra por qual motivo? E em segundo lugar, se questiona o motivo de o acusador não comparecer na acareação.
Disto se tira que esse lixo que vendem cheio de tinta escrita, tinta da medíocridade corneteira e sórdida, só fala do Corinthians porque VENDE as merdas que publicam.
Como quando o portalzinho mixuruca colocada a foto do caso supracitado, com link para o blog daquela redaçãozinha só para ter ACESSO àquela porcaria.
Não questiono o mérito. Já disse aqui que o Cilinho ou não o Cilinho não faria qualquer diferença. Até porque esse caso é de um empresário querendo comer o outro. Eis o cerne do problema, portanto.
Daí questionam o Mano sobre o que ele acha do trabalho dele mesmo.
Ele responde, muito racionalmente: "Não cabe a mim fazer a análise do meu trabalho. Cabe às pessoas que me contrataram, e a vocês da imprensa. Que são muito bem pagos para isso".
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Observações
O Cilinho se desligou hoje de manhã do comando das categorias de base do Sport Club Corinthians Paulista.
Enfim, não muda muita coisa.
Mudaria se os empresários malditos se afastassem de TODOS os departamentos do clube. Aí sim, mudaria alguma coisa.
Uma notinha (mais uma...) naquele painel da trolha arrota que alguns dirigentes do clube de Bauru, que são corinthianos, disseram aos dirigentes do Corinthians que o time deles iria jogar com sete reservas.
E ISSO É DESCULPA PRA QUE?
Isso é desculpa de bunda mole, isso sim.
Enfim, não muda muita coisa.
Mudaria se os empresários malditos se afastassem de TODOS os departamentos do clube. Aí sim, mudaria alguma coisa.
Uma notinha (mais uma...) naquele painel da trolha arrota que alguns dirigentes do clube de Bauru, que são corinthianos, disseram aos dirigentes do Corinthians que o time deles iria jogar com sete reservas.
E ISSO É DESCULPA PRA QUE?
Isso é desculpa de bunda mole, isso sim.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Justiças II...
O Corinthians caiu para a segunda divisão do brasileiro, pagando assim pelo erro de dirigentes traidores das TRADIÇÕES, HISTÓRIA e GLÓRIAS MIL do Sport Club Corinthians Paulista de nossos corações. Mas não só dessa corjinha imunda foram os "erros". Conivente com tudo isso, ministério público, confederação brasileira de futebol, o próprio governo federal (o çapo é "conçelhero", assim como o pardinho dirceu. Ou você, caro leitor, não sabia desse fato ainda?), que acobertaram um russo pilantra lavador de dinheiro, tarado psicopata.
Quem paga a conta toda, no fim das contas, é a FIEL TORCIDA, que viu o arranjo todo acontecer, alé de sofrer com o desmonte de seu futebol para um bando de bunda-mole.
Caímos para a segunda divisão para "limpar" a barra desses pilantras, e isso é um fato consumado já.
Tudo isso por "só" cem milhões (que foi a dívida "declarada")? Não, caríssimos. Muitas coisas mais passaram e pouquíssimos - ou ninguém? - viram. E a netinha ainda tem coragem de "cobrar" alguma coisa? E esse prizidente ainda tem a sem-vergonhice de responder (tá no painelzinho da trolha)...
A corja imunda se regozija.
Nela, o atual prizidente-tampão. Segue então a mixórdia abaixo.
"Vamos subir fácil", arrota o prizidente. E que ele "calou a boca de muita gente". ESTAMOS DESCLASSIFICADOS, por um time que lutava pra entrar na copa caipira, E AQUI É CORINTHIANS!!!
Com esse time, prizidente, ao contrário do que você diz, NÃO SERÁ FÁCIL subir. Temos comandante, zaga e uma dúzia de bunda-mole. Só.
Você calou a boca, sim. Calou a boca da torcida com essa camisa roxa, com o desvio de foco que é o assunto estádio (SEMPRE QUE O ASSUNTO ESTÁDIO VEM À TONA, É PORQUE PRECISAM ESCONDER ALGUMA COISA, já dizia meu sábio Avô Custódio Manassés Martins).
Mano é mais inteligente, pois é profissional e entende o Corinthians racionalmente, e apenas afirma que "Temos a possibilidade agora de agregar qualidade. Já temos alguns nomes para que a equipe tenha uma condição melhor para a disputa da Série B", como já comentávamos aqui anteriormente.
Só que AQUI É CORINTHIANS, e não aceitaremos o mesmo desempenho. Tem que crescer e muito. Mano sabe disso, não tem medo de cobrança, mas PRECISA DE JOGADOR.
Para isso já plantam frases nos textos pra dizer que a patrocinadora é que está bancando contratações... Fica estranho isso.
E daí o tampão vem dizer que "O que já fiz pelo Corinthians, quase ninguém fez nos últimos 40 anos. Mas tem sido muito difícil para mim". Tudo bem, acredito que tenha se esforçado e se sacrificado nos últimos meses, mas não acho que tenha sido pelo Corinthians.
Não estaria sendo injusto contigo se dissesse que o que você precisa é salvar a própria pele.
E menos injusto ainda se dissesse que você calou a boca da CooperFiel.
E que sua administração será marcada pela passagem da camisa roxa, que não TEM NADA A VER COM O CORINTHIANS. E nunca terá.
Agora, decepcionado com os resultados da TimãoTV? E porque? Não fizeram o mesmo alarde que fizeram com essa porcaria de camisa roxa... Cadê o tal do marquetim?...
AQUI É CORINTHIANS
Quem paga a conta toda, no fim das contas, é a FIEL TORCIDA, que viu o arranjo todo acontecer, alé de sofrer com o desmonte de seu futebol para um bando de bunda-mole.
Caímos para a segunda divisão para "limpar" a barra desses pilantras, e isso é um fato consumado já.
Tudo isso por "só" cem milhões (que foi a dívida "declarada")? Não, caríssimos. Muitas coisas mais passaram e pouquíssimos - ou ninguém? - viram. E a netinha ainda tem coragem de "cobrar" alguma coisa? E esse prizidente ainda tem a sem-vergonhice de responder (tá no painelzinho da trolha)...
A corja imunda se regozija.
Nela, o atual prizidente-tampão. Segue então a mixórdia abaixo.
"Vamos subir fácil", arrota o prizidente. E que ele "calou a boca de muita gente". ESTAMOS DESCLASSIFICADOS, por um time que lutava pra entrar na copa caipira, E AQUI É CORINTHIANS!!!
Com esse time, prizidente, ao contrário do que você diz, NÃO SERÁ FÁCIL subir. Temos comandante, zaga e uma dúzia de bunda-mole. Só.
Você calou a boca, sim. Calou a boca da torcida com essa camisa roxa, com o desvio de foco que é o assunto estádio (SEMPRE QUE O ASSUNTO ESTÁDIO VEM À TONA, É PORQUE PRECISAM ESCONDER ALGUMA COISA, já dizia meu sábio Avô Custódio Manassés Martins).
Mano é mais inteligente, pois é profissional e entende o Corinthians racionalmente, e apenas afirma que "Temos a possibilidade agora de agregar qualidade. Já temos alguns nomes para que a equipe tenha uma condição melhor para a disputa da Série B", como já comentávamos aqui anteriormente.
Só que AQUI É CORINTHIANS, e não aceitaremos o mesmo desempenho. Tem que crescer e muito. Mano sabe disso, não tem medo de cobrança, mas PRECISA DE JOGADOR.
Para isso já plantam frases nos textos pra dizer que a patrocinadora é que está bancando contratações... Fica estranho isso.
E daí o tampão vem dizer que "O que já fiz pelo Corinthians, quase ninguém fez nos últimos 40 anos. Mas tem sido muito difícil para mim". Tudo bem, acredito que tenha se esforçado e se sacrificado nos últimos meses, mas não acho que tenha sido pelo Corinthians.
Não estaria sendo injusto contigo se dissesse que o que você precisa é salvar a própria pele.
E menos injusto ainda se dissesse que você calou a boca da CooperFiel.
E que sua administração será marcada pela passagem da camisa roxa, que não TEM NADA A VER COM O CORINTHIANS. E nunca terá.
Agora, decepcionado com os resultados da TimãoTV? E porque? Não fizeram o mesmo alarde que fizeram com essa porcaria de camisa roxa... Cadê o tal do marquetim?...
AQUI É CORINTHIANS
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Justiças...
Diogo Rincón cometeu falta violenta na partida contra o marília. Foi expulso. E julgado hoje.
A questão é: não fazem essa tal de justiça com todos por que?
A questão é: não fazem essa tal de justiça com todos por que?
Qualificar
Vejo aqui agora que querem "contratar com qualidade".
Se trata de assumir a cagada de contratar gente como essas que contrataram (salvo uns ou outros, são todos BUNDA-MOLE) ou a diretoria vai seguir com essa palhaçada de ficar plantando notinha na imprensa pra "se justificar"?
Ninguém pensou ainda na possibilidade de repetirmos, na 2ª divisão, o desempenho do Paulistão (3 batidas na madeira)?
Tem que ficar esperto, Coringão!!!
ACORDA FIEL!!!
Se trata de assumir a cagada de contratar gente como essas que contrataram (salvo uns ou outros, são todos BUNDA-MOLE) ou a diretoria vai seguir com essa palhaçada de ficar plantando notinha na imprensa pra "se justificar"?
Ninguém pensou ainda na possibilidade de repetirmos, na 2ª divisão, o desempenho do Paulistão (3 batidas na madeira)?
Tem que ficar esperto, Coringão!!!
ACORDA FIEL!!!
domingo, 6 de abril de 2008
O Jogo
O time do Corinthians não está pronto, como bem disse Mano, porque o time é ainda bunda-mole. Acerta a trave no primeiro minuto, no primeiro ataque. E depois, praticamente mais nada. Até tomar um gol, e sair pra cima dos caras. E fazer um golaço de falta, que o goleiro dos caras engoliu. E ter a possibilidade, mas não a capacidade, de articular jogadas para virar ainda nos acréscimos (dirão que é exagero meu, mas sim, era bem possível com um pouco de vergonha e brio).
"Erramos mais do que o normal no momento decisivo, que é o momento mais importante. Acho que nossa eliminação mostra claramente que a equipe ainda não está em condições de brigar pelo título do campeonato paulista", e nós não podemos outra coisa senão afirmar concordância.
Ele como treinador pode dizer isso. Quem não pode dizer nada nesse sentido são os dirigentes, preocupados com sei lá o que.
"Temos o ano pela frente", dirão, em ladainha discursiva. Fato é que devem APRENDER, e muito, com essa derrota de hoje.
William, que tendia a não falhar - e falhou bem pouco hoje - falhou no lance do terceiro gol. O Capitão! Mas não o crucifico. Ele pensava no gol que precisávamos fazer, pois Felipe acaba de frangar uma bola, a do segundo gol dos caras, cujo autor nunca mais repetirá tal feito na vida.
Pois Finazzi havia virado a partida (aos 29 min do 2º), como um alento.
Finazzi que entrou no lugar de Carlão, que machucou no lance do primeiro gol dos caras (30 min do 1º), cuja falha de marcação foi do próprio. Isso aos 40 do primeiro, depois dele mancar um pouco em campo.
Outra alteração (26 min do 2º) foi antes do gol de virada, Herrera por Acosta. Adiantou pouco para defender de contra-ataque, pois mesmo que não esteja conseguindo criar nada na frente, o Erreira até consegue parar jogadas dos caras, rouba algumas bolas. O Acosta, nem isso. E nem nada mais. Foi uma virada e os caras dormiram em campo. Fabinho em duas divididas, com o 2 a 3 já estourado no placar, quis tirar o pézinho.
Chicão e André Santos, eu botava mais fé do que eles apresentaram. O segundo fez um golaço, o de empate (aos 43 do 1º), mas chutou duas bolas para gol completamente descabidas, já perdendo, uma das quais, eu sei, consciente de que não iria dar em nada. E que poderia ter colocado uma bola na área para o Herrera, que teria chance de empatar de novo, ainda ao 42, o que daria chance de virar, quem sabe...
E que perdeu um dos gols mais feitos da forma mais ridícula que já vi...
Enfim, não houve brio, não houve a RAÇA, e não houve honradez ao Manto que é Sagrado.
Foi uma desclassificação sem-vergonha, portanto. Até porque o gol que nos daria a classificação caso o nosso time fosse menos sem vergonha só foi "disparado" quando sabiam, por lá, que o CORINTHIANS perdia.
De onde se vê que não é só o nosso time que é sem-vergonha... E muita coisa continua sujíssima.
Ô Ô Ô QUEREMOS JOGADOR!!!
-Este abril será longo...
E o Timão papou mais um!...
Neste dia 5 de abril o Coringão conquistou seu quinto Troféu Cidade de São Paulo e já é o maior conquistador deste troféu ao lado do Banespa. O nosso time tem parceria com a prefeitura de S.Bernardo e a unip.
Foi um jogo dividido pela cagada de uma ínfima parte da torcida. E foi contra o time da turma do ragogneti, nesta terça-feira.
A cagada foi aos 19:50 minutos do 2º tempo. Que acabou acontecendo ontem. E o Coringão enfiou mais dois na prorrogação (empate era dos caras).
Os dois gols decisivos foram de Dengue, e o terceiro foi de Lu, faltando poucos segundos do fim.
Um brinde!!!
Pelo menos isso...
"Erramos mais do que o normal no momento decisivo, que é o momento mais importante. Acho que nossa eliminação mostra claramente que a equipe ainda não está em condições de brigar pelo título do campeonato paulista", e nós não podemos outra coisa senão afirmar concordância.
Ele como treinador pode dizer isso. Quem não pode dizer nada nesse sentido são os dirigentes, preocupados com sei lá o que.
"Temos o ano pela frente", dirão, em ladainha discursiva. Fato é que devem APRENDER, e muito, com essa derrota de hoje.
William, que tendia a não falhar - e falhou bem pouco hoje - falhou no lance do terceiro gol. O Capitão! Mas não o crucifico. Ele pensava no gol que precisávamos fazer, pois Felipe acaba de frangar uma bola, a do segundo gol dos caras, cujo autor nunca mais repetirá tal feito na vida.
Pois Finazzi havia virado a partida (aos 29 min do 2º), como um alento.
Finazzi que entrou no lugar de Carlão, que machucou no lance do primeiro gol dos caras (30 min do 1º), cuja falha de marcação foi do próprio. Isso aos 40 do primeiro, depois dele mancar um pouco em campo.
Outra alteração (26 min do 2º) foi antes do gol de virada, Herrera por Acosta. Adiantou pouco para defender de contra-ataque, pois mesmo que não esteja conseguindo criar nada na frente, o Erreira até consegue parar jogadas dos caras, rouba algumas bolas. O Acosta, nem isso. E nem nada mais. Foi uma virada e os caras dormiram em campo. Fabinho em duas divididas, com o 2 a 3 já estourado no placar, quis tirar o pézinho.
Chicão e André Santos, eu botava mais fé do que eles apresentaram. O segundo fez um golaço, o de empate (aos 43 do 1º), mas chutou duas bolas para gol completamente descabidas, já perdendo, uma das quais, eu sei, consciente de que não iria dar em nada. E que poderia ter colocado uma bola na área para o Herrera, que teria chance de empatar de novo, ainda ao 42, o que daria chance de virar, quem sabe...
E que perdeu um dos gols mais feitos da forma mais ridícula que já vi...
Enfim, não houve brio, não houve a RAÇA, e não houve honradez ao Manto que é Sagrado.
Foi uma desclassificação sem-vergonha, portanto. Até porque o gol que nos daria a classificação caso o nosso time fosse menos sem vergonha só foi "disparado" quando sabiam, por lá, que o CORINTHIANS perdia.
De onde se vê que não é só o nosso time que é sem-vergonha... E muita coisa continua sujíssima.
Ô Ô Ô QUEREMOS JOGADOR!!!
-Este abril será longo...
E o Timão papou mais um!...
Neste dia 5 de abril o Coringão conquistou seu quinto Troféu Cidade de São Paulo e já é o maior conquistador deste troféu ao lado do Banespa. O nosso time tem parceria com a prefeitura de S.Bernardo e a unip.
Foi um jogo dividido pela cagada de uma ínfima parte da torcida. E foi contra o time da turma do ragogneti, nesta terça-feira.
A cagada foi aos 19:50 minutos do 2º tempo. Que acabou acontecendo ontem. E o Coringão enfiou mais dois na prorrogação (empate era dos caras).
Os dois gols decisivos foram de Dengue, e o terceiro foi de Lu, faltando poucos segundos do fim.
Um brinde!!!
Pelo menos isso...
sábado, 5 de abril de 2008
ARQUIBANCADA!!!
Sei lá se isso é extremismo, romantismo, sei lá. Sei que quando vejo coisa como isso aqui, sinceramente, tenho embrulho no estômago."Há som ambiente, mas não os conhecidos gritos da torcida. Gritos que nascem na arquibancada e sequer são ouvidos do setor vip. Lá, o que se escuta são alguns comentários sobre futebol, claro, mas o tema fica perdido entre assuntos comerciais, negócios e fofocas típicas entre companheiros de trabalho.", diz a "reportagem".
Pra que essa gente vai ao estádio? E pra que valorizar isso? Em que mundo à parte de qualquer realidade digna vive essa gente?
Desde que, em meados de setembro de 1910 o Corinthians conquistou, no terreno do lenheiro, a sua primeira vitória, contra o cascudo Estrela Polar, da Gloriosíssima Várzea Piratiningana, que se comemora com chopp ou cerveja em um buteco. Nessa tarde, mais precisamente, o local escolhido foi a confeitaria do Desidério, na rua dos Italianos pra cima, perto da Júlio Conceição. Encheu-se o céu de rojões numa tarde de primavera, num Bom Retiro que fazia juz ao nome.
De lá pra cá a festa foi crescendo, e nossa geração pôde vivenciar o cerceamento e a elitização forçada em um país de renda inferior ao que está sendo praticado.
Em 1914, e isto consta em ata, houve discussão em assembléia (senhoras e senhores, o Corinthians usou por longos anos este expediente, e durante muito tempo associado teve ampla voz. E isto consta em ata.) pois o presidente batera o pé querendo da macaca que pagasse passagens de primeira classe no trem. Alguns associados questionaram duramente o presidente.
O associado Galliano se põe a falar na assembléia de 1º de setembro de 1915. Recorda que naquela noite, há cinco anos, um grupo de pessoas, menor que aquele reunido na rua dos Protestantes, havia fundado o Sport Club Corinthians Paulista. Aquele ano foi a prova de fogo para nós. O clube atravessava mais que meras dificuldades. Queriam aniquilá-lo. Não havia dinheiro para comemorações...
Que todos os associados presentes dessem um voto de louvor a todos os associados, inclusive os ausentes, os que não haviam podido comparecer, todos os jogadores e fundadores, e que esse voto de louvor ficasse registrado no livro de atas. Para que um dia se alguém se lembrasse de ler esse livro, ficasse sabendo o que tinha acontecido, naquela noite, no 5º aniversário. Essa foi a proposta.
Não haveria rojão nem chopp, meus caros.
O Corinthians, e é bom que os novos entendam, é a manifestação palpável do anseio popular de emancipação.
É por excelência que devemos levar em conta a História. O que fez o Corinthians foram os seus Heróis. E não temos poucos, mas muitas vezes passam longe de serem super-homens. Toninho de Almeida havia perdido as duas mãos, mas me lembro com meus olhos de criança pré-miopia de ver esse senhor escrevendo com uma caligrafia invejável. Francisco Piciochi, ilustríssimo calabrês, era um senhor manco. A arquibancada do Templo Sagrado, entretanto, era o seu lugar de vida. Houve Didi, um cego. Com seu radinho de pilha, sentado na arquibancada, não perdeu um lance enquanto esteve com ao lado da torcida. Chico Mendes, o rei da simpatia na antiga arquibancada, pra nós uma lenda já, fez a ponte de safena e no dia seguinte tava lá com seu charuto no Templo. "Minha alma também é preta, e branca. Eu sou toda Corinthians, por dentro e por fora", disse Elisa, a torcedora-símbolo.
Então o meu questionamento é muito simples; pra que essa gente vai ao estádio?
Pra que essa agenda de destruição quer destruir a arquibancada? Por que restringir o acesso? Isso não é um processo apenas do Corinthians, isso acontece em todos os clubes, e a copa do mundo que querem fazer aqui irá agravar cabalmente esse processo.Torcida organizada é o primeiro alvo. Daí fazem cagada como a de terça-feira* e podem botar tudo a perder. Há todo um constructo por pano de fundo no conceito de Arquibancada. Ela pressupõe, acima de tudo, FESTA. Por isso bandeira, rojão de tiras de papel preto e branco, fumaça preta, papel higiênico usado como serpentina, BANDEIRA DE BAMBU, instrumentos, bandeirão. Celebração da entidade, daquele conjunto de coisas que constitui a história de uma coletividade. Existe a música, os gritos de guerra, e existem os rivais.
Em uma sociedade como a nossa, esquizofrênica, muitas vezes valores obscuros são exacerbados.
E existem interesses escusos atuando e aproveitando esse movimento assustadoramente forte de alienação do cidadão em nossa sociedade.
A Arquibancada é a primeira a sofrer. Sofrem com isso, mais que nós, os da turma do ragogneti, com a multinacional que expulsou-os de seu lugar no estádio. Nesses lugares tem televisão. Os caras, dentro do estádio, assistem o jogo na televisão. Eu não entendo esse tipo de coisa. Colocar o barzinho (pois essa gente vai ao barzinho, não ao buteco, que fique claro) no estádio pra que?
Daí inconseqüentes bancados pela agenda de destruição provoca a turma do ragogneti e a fede-ração carca em cima da arquibancada.
É necessário que se entenda que não é só a arquibancada que está em jogo. O processo é macro, envolve a estrutura educacional e de formação do cidadão, e se extende em todas as esferas.
Mas nós aqui temos o dever de defender a arquibancada. Depois de 2014 não vai adiantar nem mais sonhar com tais lendas acima lembradas.
Elitóides, tentem compreender o desrespeito à memória das lendas que são esses camarotes. Há um grande problema: terão de entender a falha da crença no dinheiro como salvação pra alguma coisa.
Aqui é Corinthians!!!
Jogar com RAÇA
Precente perigoso abriu quem tomou de 7 e, por pura inconseqüência, escreveu bobagem no muro do Parque
O que pauta a mídia no momento é a questão de se a sardinha vai se deixar ser comida pela macaca. Ficaria feio para a carreira da leoa, o que leva a crer que um provável resultado seja o empate, se a própria macaca não se acovardar. Aliás, seria bom se o pequeno jotinha não se acovardasse e levasse essa.
Mas quem não pode deixar de buscar a todo custo a vitória é o nosso Coringão. Sabemos que o comandante do time de Bauru é um Corinthiano, mas ele é profissional, tem que tornar as coisas difíceis... Mano sabe disso. Sabe que tem que arrumar esse meio campo que não cria. Sabe que esse setor é carente demais no atual time do Corinthians. Douglas será apresentado na terça, mas ele não é salvador de nenhuma pátria. Desnecessário dizer que não existe isso de salvador da pátria.
Mano sabe que tem que invocar o Espírito Corinthiano. Que o Corinthians tem que jogar com RAÇA e com o CORAÇÃO.
VAI CORINTHIANS!!!
Amanhã, sem Diogo Rincón, é provável que Lulinha entre jogando. Claro, se jogar bem e conseguirmos alcançar vantagem no placar, tira o moleque e põe um defensor, ou volante. Se jogar mal, põe Acosta, que não aguenta jogar um jogo inteiro.
Tem é que Dentinho acordar, Fabinho acordar, e o André Santos ajudar isso acontecer. A engrenagem emperra nessa passagem. E não funciona entre os dois que estão na frente.
Alguém tem que chamar pra si a responsabilidade, a la Neto, a la Neco, e reger o coro dos desafinados. Alguma música tem que sair, uma melodia minimamente dentro de um compasso.
Futebol mecânico não se faz sem coração. O sujeito que vai carregar a bola tem que olhar o seu oponente e imaginar a superação. Senão a coisa não funciona. Outra coisa fundamental é ter consciência tática para poder concluir o passe de forma mais decisiva para a jogada. Não adianta fazer sempre o mesmo passe.
Por exemplo, Carlos Alberto limpa o lance e vai sair em contra-ataque. Ele 1) passa a bola para o Fabinho, ou para o Perdigão, ou para o William, 2) passa a bola para o Felipe 3) dá um chutão pra frente.
Tem lógica, senão a de se livrar da bola? Ele chega, sim, a algumas vezes carregar a bola, chegar para um lance mais inteligente, fazer algumas tabelas, coisas que às vezes até funcionam. Mas tudo isso não se restringe a Carlos Alberto, e deve ser referido ao time todo.
Vamos jogar bola, Coringão!!!
O que não dá é a diretoria do Corinthians ficar plantando notinha na mídia pra querer pulverizar uma idéia fraca de que "classificando ou não, o time surpreendeu".
Jogar em campo como time pequeno é uma coisa. Necessária aliás, para o Corinthians de hoje, que precisa reestruturar seu futebol. E resultado é a coisa mais necessária pra garantir sucesso, isso é óbvio.
Mas atuar como Corinthiano dirigente como um dirigente de clube pequeno, não dá. É inadmissível essa postura.
Sai, zica!
No novo centro de fisioterapia recém-inaugurado no Parque Sagrado de São Jorge é possível fazer um teste.
Como muito jogador se contunde facilmente nos últimos tempos no Corinthians, o que nós atribuímos a uma zica sem precentes na Cidade Corinthians, acho que podemos ter, a médio prazo, acabado com tal zica. Pelo conjunto da obra, naturalmente, não em função desse teste particularmente.
O que pauta a mídia no momento é a questão de se a sardinha vai se deixar ser comida pela macaca. Ficaria feio para a carreira da leoa, o que leva a crer que um provável resultado seja o empate, se a própria macaca não se acovardar. Aliás, seria bom se o pequeno jotinha não se acovardasse e levasse essa.
Mas quem não pode deixar de buscar a todo custo a vitória é o nosso Coringão. Sabemos que o comandante do time de Bauru é um Corinthiano, mas ele é profissional, tem que tornar as coisas difíceis... Mano sabe disso. Sabe que tem que arrumar esse meio campo que não cria. Sabe que esse setor é carente demais no atual time do Corinthians. Douglas será apresentado na terça, mas ele não é salvador de nenhuma pátria. Desnecessário dizer que não existe isso de salvador da pátria.
Mano sabe que tem que invocar o Espírito Corinthiano. Que o Corinthians tem que jogar com RAÇA e com o CORAÇÃO.
VAI CORINTHIANS!!!
Amanhã, sem Diogo Rincón, é provável que Lulinha entre jogando. Claro, se jogar bem e conseguirmos alcançar vantagem no placar, tira o moleque e põe um defensor, ou volante. Se jogar mal, põe Acosta, que não aguenta jogar um jogo inteiro.
Tem é que Dentinho acordar, Fabinho acordar, e o André Santos ajudar isso acontecer. A engrenagem emperra nessa passagem. E não funciona entre os dois que estão na frente.
Alguém tem que chamar pra si a responsabilidade, a la Neto, a la Neco, e reger o coro dos desafinados. Alguma música tem que sair, uma melodia minimamente dentro de um compasso.
Futebol mecânico não se faz sem coração. O sujeito que vai carregar a bola tem que olhar o seu oponente e imaginar a superação. Senão a coisa não funciona. Outra coisa fundamental é ter consciência tática para poder concluir o passe de forma mais decisiva para a jogada. Não adianta fazer sempre o mesmo passe.
Por exemplo, Carlos Alberto limpa o lance e vai sair em contra-ataque. Ele 1) passa a bola para o Fabinho, ou para o Perdigão, ou para o William, 2) passa a bola para o Felipe 3) dá um chutão pra frente.
Tem lógica, senão a de se livrar da bola? Ele chega, sim, a algumas vezes carregar a bola, chegar para um lance mais inteligente, fazer algumas tabelas, coisas que às vezes até funcionam. Mas tudo isso não se restringe a Carlos Alberto, e deve ser referido ao time todo.
Vamos jogar bola, Coringão!!!
O que não dá é a diretoria do Corinthians ficar plantando notinha na mídia pra querer pulverizar uma idéia fraca de que "classificando ou não, o time surpreendeu".
Jogar em campo como time pequeno é uma coisa. Necessária aliás, para o Corinthians de hoje, que precisa reestruturar seu futebol. E resultado é a coisa mais necessária pra garantir sucesso, isso é óbvio.
Mas atuar como Corinthiano dirigente como um dirigente de clube pequeno, não dá. É inadmissível essa postura.
Sai, zica!
No novo centro de fisioterapia recém-inaugurado no Parque Sagrado de São Jorge é possível fazer um teste.
Como muito jogador se contunde facilmente nos últimos tempos no Corinthians, o que nós atribuímos a uma zica sem precentes na Cidade Corinthians, acho que podemos ter, a médio prazo, acabado com tal zica. Pelo conjunto da obra, naturalmente, não em função desse teste particularmente.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
ALÊ GUÁ GUÁ
Esse blog saiu do que vinha sendo feito como parte do Jornar, e aqui imprimirei a minha Corinthianidade. Houve a necessidade desta "ruptura" nos moldes do antigo blog, e não por acaso este blog aparece para suprir tal necessidade. É aqui que estará a minha Arquibancada.
Esse blog começa em uma época de superação para o Sport Club Corinthians Paulista. Este ano é de luta. Como todos os outros, mas nesse tem muito mais espinho atravessado.
Jogo
Ontem estivemos no antiestádio do jardim Leonor e pudemos acompanhar a sólida defesa muito bem postada de Mano Menezes. O meio de campo nem tão bem postado assim. E um ataque ainda carente de alguém.
Felipe teve pouco trabalho.
Carlos Alberto não comprometeu. Jogou dentro de suas capacidades.
William e Chicão, a melhor dupla de zaga que poderíamos esperar para o Glorioso.
Carlão é garantia.
André Santos, esse sim, um baita jogador (mas não se arvore nos elogios, meu caro)
Bóvio é isso.
Fabinho poderia até ser mais, mas será que seria?
Diogo Rincón pode vir a ser um gigante.
Dentinho e Herrera não jogaram para o gasto, apesar de que Herrera corre uma barbaridade, e foi dele o passe para o segundo gol.
Ali nos Valentes Gaviões a ausência da bateria e da faixa, por causa da cagada na final do futsal contra a turminha do ragogneti, se fez sentir. Mas não chegou a ser problema. A festa continua, sempre.
Nove mil e alguns quebrados, protesto enfraquecido contra a usurpação marquetóide do Manto Sagrado Alvinegro, um clima cada vez menos Corinthiano nos ares, nos jogos de maneira geral. Talvez seja minha impressão, por abominar aquele antiestádio. Tomara que seja.
Esperamos ansiosos o dia 10, pois é a volta ao Templo Sagrado do Pacaembu - e o início da jornada de luta profunda.
VAI CORINTHIANS!!!
Esse blog começa em uma época de superação para o Sport Club Corinthians Paulista. Este ano é de luta. Como todos os outros, mas nesse tem muito mais espinho atravessado.
Jogo
Ontem estivemos no antiestádio do jardim Leonor e pudemos acompanhar a sólida defesa muito bem postada de Mano Menezes. O meio de campo nem tão bem postado assim. E um ataque ainda carente de alguém.
Felipe teve pouco trabalho.
Carlos Alberto não comprometeu. Jogou dentro de suas capacidades.
William e Chicão, a melhor dupla de zaga que poderíamos esperar para o Glorioso.
Carlão é garantia.
André Santos, esse sim, um baita jogador (mas não se arvore nos elogios, meu caro)
Bóvio é isso.
Fabinho poderia até ser mais, mas será que seria?
Diogo Rincón pode vir a ser um gigante.
Dentinho e Herrera não jogaram para o gasto, apesar de que Herrera corre uma barbaridade, e foi dele o passe para o segundo gol.
Ali nos Valentes Gaviões a ausência da bateria e da faixa, por causa da cagada na final do futsal contra a turminha do ragogneti, se fez sentir. Mas não chegou a ser problema. A festa continua, sempre.
Nove mil e alguns quebrados, protesto enfraquecido contra a usurpação marquetóide do Manto Sagrado Alvinegro, um clima cada vez menos Corinthiano nos ares, nos jogos de maneira geral. Talvez seja minha impressão, por abominar aquele antiestádio. Tomara que seja.
Esperamos ansiosos o dia 10, pois é a volta ao Templo Sagrado do Pacaembu - e o início da jornada de luta profunda.
VAI CORINTHIANS!!!
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