Todos sabíamos que o Corinthians seria roubado pelo canalha do apito. Já vínhamos frisando isso em posts anteriores. E isso já vem acontecendo com frequência absurda há alguns anos.
E ontem se tratava do meigo, que vai colocar o Rio de Janeiro, sede da emiçôra câncer, no rumo das conquistas de novo. Zona Norte em festa, com o bacalhau de volta e essa 'vitória' do meigo. É caixa cheio para o câncer.
O Corinthians não vem jogando bola há tempos neste semestre, todos sabíamos.
Mas sermos roubados nos mínimos detalhes tem que deixar essa diretoria em alerta - pelo menos.
No mais, o meigo jogou o suficiente para vencer quem já havia perdido do apito para o náutico em pleno Pacaembu.
A leviandade da anticorintianada, porém, quer que se creia em "entrega". À merda, anticorintianada.
Houve roubo, mas certas atitudes denotam cabalmente o caráter da pessoa.
Quem lê este blogue sabe o que penso de quem está sendo nosso goleiro, e depois de ontem, isso deveria ficar claro à todos.
Bater palminha, dar risadinha, tudo isso é muito pior do que não pular na bola, "só" porque o pênalti foi roubadaço.
Felipe, você veste o Manto Sagrado que já foi de Tuffy, Cabeção, Gilmar, Jairo, Tobias e Ronaldo. Tome tento. Moleque do caralho.
E antes que me questionem, foi pênalti. Tanto quanto o pênalti no Gordo, que o apito canalha "não deu". Dois pesos e duas medidas = ROUBO.
Sobre o jogo só podemos dizer que foi mais do mesmo. Corinthians jogando mal e o canalha do apito roubando.
Edu mostrou que não se pode contar não com seu Futebol, mas com sua saúde. Escudero, como disse meu Confrade, é uma avenida. Mas chutou a gol. Jucilei não é e não pode nunca mais jogar como lateral. A dupla de zaga que jogou ontem não se acerta, pois nenhum dos dois é referência. Elias e Boquita estão para bons reservas. Jorge é Jorge, mas quem jogou foi Matias.
O Gordo pediu férias antecipadas durante a partida. E seu "substituto"... enfim.
Todas as considerações acerca disso tudo, o Japonês já fez aqui, e as considerações anteriores o Brunão já tinha feito.
E as considerações da Mônikita resumem tudo.
O ano que já tinha acabado ainda terá um jogo, no Mineirão, domingo que vem. Com reservas...
No mais, a derrocada do puteiro não é por acaso. Conspiração ou não, fato é que a emiçôra câncer deste país não queria que o campeonato de pontos roubados fosse roubado novamente pelo puteiro. Sabedoras de que as alienadas compreenderiam, mesmo já vindo até a este blogue arrotar anonimamente um suposto "hepta", afinal a ocasião sempre fará o ladrão, e as "precauções" da juju sempre auxiliarão nas horas "necessárias", as madames daquele antro deixaram-se derrotar. Ou a borboleta franguéria cena frangou os quatro gols "sem querer", sendo tão bom assim como dizem os abutres? Ela está velha já e deveria se aposentar, é isso?
Fato é que as madames "jogaram a toalha" depois de ontem. Mas a abutere-mater aliviou hoje para as alienadas. E quem se aventurar pelas linhas que estão na caixa de comentário, descobrirá por que este Mosqueteiro considera este "jornal" a central da assessoria do puteiro. É acintoso. Tomo nota no próprio comentário, fatiando o texto péssimo como ele merece.
No mais, não adianta tampão e técnico chorarem depois de tudo. Simplesmente não adianta.
AQUI É CORINTHIANS!!!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Informe do Mosqueteiro
O assunto-bomba da semana foi a patacoada da renda do jogo deste domingo.
É o fim da picada. Não se esperava outra coisa de alguém que se declarou filhote de wadihelu. A questão que fica é: o que aprontará essa diretoria, com esse "trunfo" na mão, já que calou a parte que se "mobiliza" na Torcida?
(clique na palavra de ordem abaixo)
ARQUIBANCADA!!!
Porque a Arquibancada nunca acabará.
E para aqueles que esperam que o Corinthians "entregue" o jogo para o meigo, entendam que este será um dos adversários no ano que vem, estará na competição sul-americana, e não haveria "retribuição" a esse "gesto" efêmero e infeliz.
Portanto, ENFIA MEIA DÚZIA no meigo, CORINGÃO!!!
E para a competição sul-americana, hoje já (quase) sabemos os adversários no Grupo, que é o Grupo 1.
São eles: cerro porteño, "Colombia 2", e o vencedor do confronto entre racing de Uruguai e "Colombia 3".
Lembrando que 14 passarão à 2ª fase, sendo os 8 primeiros de cada grupo e os 6 melhores segundos colocados. Dois "piores" segundos colocados ficarão de fora, para que os 2 mexicanos que foram compulsoriamente afastados da competição por conta da gripe tenham sua compensação neste ano.
E aqui, o cartaz do Evento no Clube.
Dia 5/12, mais um dia Sagrado no Corinthianismo.

Esta semana participei do programa Apenas Corinthians, da Rádio Coringão. Eis aqui;
*******
Falemos então das amenidades futebolísticas alheias.
O droopy falou com o coração, o que é admirável. Mas como ele já enfrentou o stjd, e a corja imunda do puteiro, precisam que a imagem dele seja aviltada. É o modus operandi dessa gentalha mau-caráter. Aliás, o porco que postou o vídeo, o havia feito há tempos, e a abutraiada apenas usurpou o fato, para transformar no "monstro da vez" o professore.
Que está pagando por, justamente, ter um coração - apesar de ser um porco imundo, em um meio hipócrita onde os que "mandam" não têm nem coração e nem alma.
Ele estava em uma festa de sua própria torcida. A putaiada melindrou só porque há no droopy um certo perigo - ele tem coração!
A mesma puta-anã que vem a público, através de sua assessoria, a própria abutraiada, transmitir seu melindre por conta do coração do droopy, vem falar sobre o agraciamento do stjd, que pertence ao poder público corrompido, que é o cafetão do puteiro. Diz a putinha-anã; "nossa torcida não poderia ser penalizada por causa de um irresponsável".
Em primeiro lugar, "era" uma resolução já consumada. E isso abre precedente, a não ser que esse "tribunal" perca de vez a vergonha e não disfarce mais o fato de ser um apêndice desse puteiro.
Fosse qualquer outro clube, a perda de mando seria irrevogável. Mas como é o clube do poder público corrompido no caso, vem até uma puta-anã e ainda tira um sarro de todos nós com essa frase sem-vergonha.
Em segundo lugar, que torcida? Aquilo ali é um bando sem alma que forma mero mercado consumidor de quinquilharias. E a puta-anã é conselheira do san7x1os, o que prova tudo quando está se referindo a uma suposta "torcida".
Aliás, a imagem de todos os outros precisa ser corroída, aviltada, para que a menitra que a abutraiada propala acerca do puteiro seja aceita como "verdade". É o goebbels em estado mais sinistro. Fazem isso no caso do droopy, mas também "requentando" mentiras acerca do preibói iraniano. Chupa, anticorintianada, pois o CORINTHIANS FAZ UM SÉCULO.
Um século de LUTA.
Para o clube dos "carroceiros" e operários, que não sobreviveria ao "próximo inverno", este fato é maior que qualquer coisa no mundo.
No mais, não se esqueça, Corinthiano(a);
Começou o Centenário. Começou a GUERRA.
É HORA DA CIMITARRA!
AQUI É CORINTHIANS!!!
É o fim da picada. Não se esperava outra coisa de alguém que se declarou filhote de wadihelu. A questão que fica é: o que aprontará essa diretoria, com esse "trunfo" na mão, já que calou a parte que se "mobiliza" na Torcida?
(clique na palavra de ordem abaixo)
ARQUIBANCADA!!!
Porque a Arquibancada nunca acabará.
E para aqueles que esperam que o Corinthians "entregue" o jogo para o meigo, entendam que este será um dos adversários no ano que vem, estará na competição sul-americana, e não haveria "retribuição" a esse "gesto" efêmero e infeliz.
Portanto, ENFIA MEIA DÚZIA no meigo, CORINGÃO!!!
E para a competição sul-americana, hoje já (quase) sabemos os adversários no Grupo, que é o Grupo 1.
São eles: cerro porteño, "Colombia 2", e o vencedor do confronto entre racing de Uruguai e "Colombia 3".
Lembrando que 14 passarão à 2ª fase, sendo os 8 primeiros de cada grupo e os 6 melhores segundos colocados. Dois "piores" segundos colocados ficarão de fora, para que os 2 mexicanos que foram compulsoriamente afastados da competição por conta da gripe tenham sua compensação neste ano.
E aqui, o cartaz do Evento no Clube.
Dia 5/12, mais um dia Sagrado no Corinthianismo.

Esta semana participei do programa Apenas Corinthians, da Rádio Coringão. Eis aqui;
*******
Falemos então das amenidades futebolísticas alheias.
O droopy falou com o coração, o que é admirável. Mas como ele já enfrentou o stjd, e a corja imunda do puteiro, precisam que a imagem dele seja aviltada. É o modus operandi dessa gentalha mau-caráter. Aliás, o porco que postou o vídeo, o havia feito há tempos, e a abutraiada apenas usurpou o fato, para transformar no "monstro da vez" o professore.
Que está pagando por, justamente, ter um coração - apesar de ser um porco imundo, em um meio hipócrita onde os que "mandam" não têm nem coração e nem alma.
Ele estava em uma festa de sua própria torcida. A putaiada melindrou só porque há no droopy um certo perigo - ele tem coração!
A mesma puta-anã que vem a público, através de sua assessoria, a própria abutraiada, transmitir seu melindre por conta do coração do droopy, vem falar sobre o agraciamento do stjd, que pertence ao poder público corrompido, que é o cafetão do puteiro. Diz a putinha-anã; "nossa torcida não poderia ser penalizada por causa de um irresponsável".
Em primeiro lugar, "era" uma resolução já consumada. E isso abre precedente, a não ser que esse "tribunal" perca de vez a vergonha e não disfarce mais o fato de ser um apêndice desse puteiro.
Fosse qualquer outro clube, a perda de mando seria irrevogável. Mas como é o clube do poder público corrompido no caso, vem até uma puta-anã e ainda tira um sarro de todos nós com essa frase sem-vergonha.
Em segundo lugar, que torcida? Aquilo ali é um bando sem alma que forma mero mercado consumidor de quinquilharias. E a puta-anã é conselheira do san7x1os, o que prova tudo quando está se referindo a uma suposta "torcida".
Aliás, a imagem de todos os outros precisa ser corroída, aviltada, para que a menitra que a abutraiada propala acerca do puteiro seja aceita como "verdade". É o goebbels em estado mais sinistro. Fazem isso no caso do droopy, mas também "requentando" mentiras acerca do preibói iraniano. Chupa, anticorintianada, pois o CORINTHIANS FAZ UM SÉCULO.
Um século de LUTA.
Para o clube dos "carroceiros" e operários, que não sobreviveria ao "próximo inverno", este fato é maior que qualquer coisa no mundo.
No mais, não se esqueça, Corinthiano(a);
Começou o Centenário. Começou a GUERRA.
É HORA DA CIMITARRA!
AQUI É CORINTHIANS!!!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Décimo Segundo Capítulo
"Per Aspera Ad Astra"
O Time do Povo
Capítulo XII
(Publicado no Blogue da Yule)
O primeiro jogo interestadual do Corinthians Paulista aconteceu após seu primeiro jogo internacional.
Em 1914, o Coringão enfrentou o Torino por duas vezes, no campo do Parque Antárctica, quando ainda não tinha tido o azar de ser posse da Società, a tal da Società Palestra, contra quem já havíamos disputado uma peleja - a primeira de muitas - em 6 de maio de 1917. Nesse dia, caía a invencibilidade do Corinthians Paulista, que rendeu um tricampeonato invicto (leia os capítulos anteriores).
O leitor se lembrará de quando dissémos por aqui que, desde que Neco e Amílcar tinham subido ao primeiro time, o Corinthians jamais havia perdido uma partida, assim como na infância Varzeana.
Mas como, decerto, esse Derby ainda tem muito a ser esmiuçado, nos deteremos nele em momento oportuno.
Naquela tarde de 1º de dezembro de 1918, na Ponte Grande, construída por mãos Corinthianas, o Corinthians Paulista receberia um convidado ilustre da Capital do País.
Uma grande recepção foi proporcionada na Estação da Luz e a aristocracia, com seus boatos e jornais, acompanhou tudo. Tanto a daqui quanto a carioca.
Mas o que importa é que a cidade mais uma vez parou para ver o Corinthians jogar.
E já era assim, mesmo com o 3º lugar no campeonato de 1917, que já era um torneio unificado. A APEA e a Liga Paulista se "resolveram". Foi um ano de muito sacrifício para os Corinthianos. Como sempre no Corinthians, havia um dragão por dia para São Jorge liqüidar. Às vezes até mais de um.
Naquele ano o artilheiro foi Friedenreich, jogando pelo ilustre C.A.Ypiranga.
O ano de 1918 foi marcado pela "neve na Avenida Paulista", que na verdade não passou de uma "sublimação de nevoeiro"¹.
Foi marcado pelo fim da Primeira Guerra.
Pela epidemia de Gripe Espanhola, que não foi pouca coisa.
E o campeonato de 1918 foi marcado pelo abandono de alguns clubes.
O Palestra abandonou o campeonato já na sexta rodada, sendo que o número de participantes havia passado para dez.
Lembram-se do Minas Gerais, que disputou com o Corinthians o acesso à Liga Paulista? Subia à primeira divisão em 1918; aliás, o Corinthians foi campeão em 1918 com o segundo quadro, que jogava essa segunda divisão.
Mas o Minas Gerais, dessa vez, tomou só de 7 a 0 do Coringão, em 30 de junho, e de mais 5 a 0, em 2 de setembro.
O Timão estava ainda se acertando, com Medalha no gol, Nando fazendo a dupla de zaga com César Nunes, que foi recuado da centro-esquerda² para suprir as ausências simultâneas de Fúlvio e Casimiro, legendária zaga Alvinegra de 1913 a 1917. Achilles Ciasca surgia do segundo quadro já em 1917, para o lugar antigo de César Nunes. Amílcar, desde 1917, não mais jogava de centro-avante, e sim de centro-médio. Na meia-esquerda, em 1918, estava Gano, que em 1919 viria a substituir o Glorioso César Nunes na posição de zagueiro esquerdo. Américo pela ponta-esquerda, Neco pela meia-esquerda, Bororó de cento-avante, Garcia na meia-direita e Rogério na ponta-direita.
Ganhamos do Paulistano por 2 a 1, no dia 8 de setembro, e em 22 de dezembro o Coringão foi derrotado por 0 a 1, na Ponte Grande. O campeonato acabou só em janeiro do ano seguinte, como passou a ser comum demais por aqui, durante muito tempo.
Mas naquela época, comum era o Friedenreich ser artilheiro. Pela primeira vez, em 1918, pelo Paulistano.
Mas falávamos do primeiro jogo interestadual do Coringão, não é?
Então, voltemos ao dia 1º de dezembro de 1918.
O que importa é que nesse dia a Paulicéia parou para acompanhar o Corinthians, como passou a ser muito mais comum e rotineiro que o Friedenreich ser artilheiro.
Neste dia talvez ninguém tivesse a noção de que, segundo pesquisas atuais, esse Clássico interestadual moveria algo em torno de 55 milhões de corações. E que seria chamado de "Clássico do Povo".
Corinthians e Flamengo se enfrentaram há 91 anos, pela primeira vez, e o Coringão fez o "O Imparcial", do Rio de Janeiro, estampar em sua manchete:
"Futebol impressionante do Corinthians"
O Coringão venceu por 2 a 1, com uma variação da formação descrita acima. Entrou com Medalha; Nando e César; Ciasca, Amílcar e Gano; Américo, Neco, Armandinho, Garcia e Basílio.
E pela cidade os Corinthianos fizeram Festa, e encheram o céu de rojões.
E a História continua...
*******
¹No dia 25 de junho de 1918, a temperatura na madrugada paulistana caiu a 3ºC negativos. A região da Paulista era cercada de mata atlântica úmida, e ali é, e por muito tempo será, o lugar mais alto desta cidade. A água em forma de vapor do nevoeiro da madrugada encontrou o frio que congelou as gotículas, transformando-se em "pó de gelo". E isto não é lenda. A Avenida Paulista dos casarões dos barões amanheceu coberta por fina camada branca de gelo.
²Mera adaptação da denominação inglesa "Center-left".
O Time do Povo
Capítulo XII
(Publicado no Blogue da Yule)
O primeiro jogo interestadual do Corinthians Paulista aconteceu após seu primeiro jogo internacional.
Em 1914, o Coringão enfrentou o Torino por duas vezes, no campo do Parque Antárctica, quando ainda não tinha tido o azar de ser posse da Società, a tal da Società Palestra, contra quem já havíamos disputado uma peleja - a primeira de muitas - em 6 de maio de 1917. Nesse dia, caía a invencibilidade do Corinthians Paulista, que rendeu um tricampeonato invicto (leia os capítulos anteriores).
O leitor se lembrará de quando dissémos por aqui que, desde que Neco e Amílcar tinham subido ao primeiro time, o Corinthians jamais havia perdido uma partida, assim como na infância Varzeana.
Mas como, decerto, esse Derby ainda tem muito a ser esmiuçado, nos deteremos nele em momento oportuno.
Naquela tarde de 1º de dezembro de 1918, na Ponte Grande, construída por mãos Corinthianas, o Corinthians Paulista receberia um convidado ilustre da Capital do País.
Uma grande recepção foi proporcionada na Estação da Luz e a aristocracia, com seus boatos e jornais, acompanhou tudo. Tanto a daqui quanto a carioca.
Mas o que importa é que a cidade mais uma vez parou para ver o Corinthians jogar.
E já era assim, mesmo com o 3º lugar no campeonato de 1917, que já era um torneio unificado. A APEA e a Liga Paulista se "resolveram". Foi um ano de muito sacrifício para os Corinthianos. Como sempre no Corinthians, havia um dragão por dia para São Jorge liqüidar. Às vezes até mais de um.
Naquele ano o artilheiro foi Friedenreich, jogando pelo ilustre C.A.Ypiranga.
O ano de 1918 foi marcado pela "neve na Avenida Paulista", que na verdade não passou de uma "sublimação de nevoeiro"¹.
Foi marcado pelo fim da Primeira Guerra.
Pela epidemia de Gripe Espanhola, que não foi pouca coisa.
E o campeonato de 1918 foi marcado pelo abandono de alguns clubes.
O Palestra abandonou o campeonato já na sexta rodada, sendo que o número de participantes havia passado para dez.
Lembram-se do Minas Gerais, que disputou com o Corinthians o acesso à Liga Paulista? Subia à primeira divisão em 1918; aliás, o Corinthians foi campeão em 1918 com o segundo quadro, que jogava essa segunda divisão.
Mas o Minas Gerais, dessa vez, tomou só de 7 a 0 do Coringão, em 30 de junho, e de mais 5 a 0, em 2 de setembro.
O Timão estava ainda se acertando, com Medalha no gol, Nando fazendo a dupla de zaga com César Nunes, que foi recuado da centro-esquerda² para suprir as ausências simultâneas de Fúlvio e Casimiro, legendária zaga Alvinegra de 1913 a 1917. Achilles Ciasca surgia do segundo quadro já em 1917, para o lugar antigo de César Nunes. Amílcar, desde 1917, não mais jogava de centro-avante, e sim de centro-médio. Na meia-esquerda, em 1918, estava Gano, que em 1919 viria a substituir o Glorioso César Nunes na posição de zagueiro esquerdo. Américo pela ponta-esquerda, Neco pela meia-esquerda, Bororó de cento-avante, Garcia na meia-direita e Rogério na ponta-direita.
Ganhamos do Paulistano por 2 a 1, no dia 8 de setembro, e em 22 de dezembro o Coringão foi derrotado por 0 a 1, na Ponte Grande. O campeonato acabou só em janeiro do ano seguinte, como passou a ser comum demais por aqui, durante muito tempo.
Mas naquela época, comum era o Friedenreich ser artilheiro. Pela primeira vez, em 1918, pelo Paulistano.
Mas falávamos do primeiro jogo interestadual do Coringão, não é?
Então, voltemos ao dia 1º de dezembro de 1918.
O que importa é que nesse dia a Paulicéia parou para acompanhar o Corinthians, como passou a ser muito mais comum e rotineiro que o Friedenreich ser artilheiro.
Neste dia talvez ninguém tivesse a noção de que, segundo pesquisas atuais, esse Clássico interestadual moveria algo em torno de 55 milhões de corações. E que seria chamado de "Clássico do Povo".
Corinthians e Flamengo se enfrentaram há 91 anos, pela primeira vez, e o Coringão fez o "O Imparcial", do Rio de Janeiro, estampar em sua manchete:
"Futebol impressionante do Corinthians"
O Coringão venceu por 2 a 1, com uma variação da formação descrita acima. Entrou com Medalha; Nando e César; Ciasca, Amílcar e Gano; Américo, Neco, Armandinho, Garcia e Basílio.
E pela cidade os Corinthianos fizeram Festa, e encheram o céu de rojões.
E a História continua...
*******
¹No dia 25 de junho de 1918, a temperatura na madrugada paulistana caiu a 3ºC negativos. A região da Paulista era cercada de mata atlântica úmida, e ali é, e por muito tempo será, o lugar mais alto desta cidade. A água em forma de vapor do nevoeiro da madrugada encontrou o frio que congelou as gotículas, transformando-se em "pó de gelo". E isto não é lenda. A Avenida Paulista dos casarões dos barões amanheceu coberta por fina camada branca de gelo.
²Mera adaptação da denominação inglesa "Center-left".
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Corinthianismo a golpes de martelo
Em primeiro lugar, e aqui não podemos deixar passar; João Rubinato veio a falecer no dia 23 de novembro de 82, portanto ontem fez 17 anos da partida desta inestimável e Corinthianíssima personalidade.
OBRIGADO, ADONIRAN!
(Campeão de 82; essa Taça é tua, Rubinato!)
E então, falemos de Futebol.
É que eu, particularmente, não acredito nisso, mas o pessoal da mentira verde do Cerrado está dizendo que irão jogar imbuídos de uma tal de "honra".
Para dizer isso é porque ou têm memória de barata, ou não conhecem o lugar onde trabalham. Nós, Corinthianos, conhecemos bem essa "honra", no dia 2 de dezembro de 2007. É bastante provável que a urubuzada conheça essa "honra" neste fim de semana. O painel do puteiro já "alerta", a serviço de sua patroa, a madame. Aliás, esse abutrinho já perdeu a vergonha, e não faz questão de esconder como o seu antecessor fazia. De certa forma é melhor, não? Não "esconde" a cara. Trouxa mesmo é quem não percebe que se trata de um release, e que a assessoria do puteiro é esse jornal que muitos ainda assinam. Vejam a pérola ameaçadora do arrudinha cu-do-piru, de hoje.
E ontem a abutraiada esteve ouriçadíssima, pois a patroa se safou do "perigo". Por conta de um time cuzão, esse do meigo.
O jornaleco "agora sp" saiu com a chamada "quem seca por último seca melhor", demonstrando até para o mais desavisado leitor qual é a sua predileção. Lembrem-se que a abutraiada do século passado era mais descarada ainda, chamando as putinhas do puteiro de "nossos meninos".
Todas as capas ontem tinham estampada a foto do Washington. Apenas uma teve Jóbson - ainda assim de olhos propositalmente fechados - como ator principal. E isso foi no estragão.
Prognósticos
Aliás, o Coringão será roubado (o que não é nenhuma novidade) nesse jogo contra o meigo. Já antecipo por aqui, que é para evitar a raiva, neste domingo, de quem se aventura por esta página eletrônica.
E assim, com essa deixa, vamos esclarecer, de uma vez por todas: a torcida do meigo é RIDÍCULA.
RIDÍCULA.
Não cantou, só fez um mosaico, muito bonito, porém inútil. Aliás, e este aliás é das 16h40, o Guilherme nos informa que a fornecedora de material esportivo foi quem bancou esse mosaiquinho. O que nos serve apenas como mais uma prova do que é esta "torcida".
Se porta como quem só vai ao estádio para "ver a vitória", e não a BATALHA. Futebol é simulação de GUERRA, e com essa meiguice toda merecem mesmo tomar sacode no domingo. É uma torcidinha de modinha, como as putinhas daqui. E não passa disso. É a maior torcidinha corneteira do mundo, só faz visual e atrapalha o próprio time, conforme declarações do próprio goleiro deles.
A constatação não é vaga, é concretíssima.
E vem a corroborar o que disse Leco Polegar.
Querem ver o hitler enrabando o muçolini?
Vejam mais essa pérola da assessoria do puteiro, o arrudinha do painel.
No mais, para encerrarmos tudo isso, recomendo que vejam, na mesma assessoria de puteiro, a tão difamada abutere-mater, em seu 'abre' de Esportes, hoje.
A materinha é uma caraminhola toda a fim de justificar mais um campeonato que a patroa madame irá levar na mão grande (sim, são pelo menos cinco jogos em que houveram "erros" descarados em pról da patroa). A idéia é que o tribunal "influenciou pouco" neste campeonato. O blá-blá-blá faz aquela cortina de purpurina, e o desavisado cai como patinho na mentira da madame.
Agora pergunto-lhes; se o tribunal revogar a decisão de afastar os jogadores do puteiro para esta 37ª rodada, não estará "influenciando no Brasileiro"?...
Pois é, mentira tem perna curta.
Enquanto isso, é bom que o elenco Corinthiano tenha consciência de que o comprometimento, por mais que tenham aprontado este papelão durante o semestre, é crucial para a permanência no ano que vem, e mais importante - fica o aviso, diretoria - para que a Fiel continue no apoio do time.
O ano que vem será de LUTA, não de Festa, como se pensa por aí. Já dissemos por aqui.
Aliás, a maior e melhor homenagem que poderemos proporcionar ao CORINTHIANS PAULISTA, à História do Corinthians Paulista e a nós mesmos, Fiel Torcida, é LUTARMOS INCONDICIONALMENTE, na mesma proporção de nosso AMOR INCONDICIONAL.
AQUI É CORINTHIANS!!!
OBRIGADO, ADONIRAN!
(Campeão de 82; essa Taça é tua, Rubinato!)
E então, falemos de Futebol.
É que eu, particularmente, não acredito nisso, mas o pessoal da mentira verde do Cerrado está dizendo que irão jogar imbuídos de uma tal de "honra".
Para dizer isso é porque ou têm memória de barata, ou não conhecem o lugar onde trabalham. Nós, Corinthianos, conhecemos bem essa "honra", no dia 2 de dezembro de 2007. É bastante provável que a urubuzada conheça essa "honra" neste fim de semana. O painel do puteiro já "alerta", a serviço de sua patroa, a madame. Aliás, esse abutrinho já perdeu a vergonha, e não faz questão de esconder como o seu antecessor fazia. De certa forma é melhor, não? Não "esconde" a cara. Trouxa mesmo é quem não percebe que se trata de um release, e que a assessoria do puteiro é esse jornal que muitos ainda assinam. Vejam a pérola ameaçadora do arrudinha cu-do-piru, de hoje.
"Pessoas ligadas ao time goiano comentam que a queda do time no segundo turnoA despeito dessa tão propalada "honra" profissional, a abutere-mater faz questão de chutar o pau (ui) da barraca, e joga a merda no ventilador, sem pudor. Chamando a mentira verde de vendida, hein, arrudinha? Isso alguma hora vai voltar contra ti.
está relacionada com os salários atrasados e que o grupo está mais suscetível a
receber incentivos de rivais que disputam o título brasileiro"
E ontem a abutraiada esteve ouriçadíssima, pois a patroa se safou do "perigo". Por conta de um time cuzão, esse do meigo.
O jornaleco "agora sp" saiu com a chamada "quem seca por último seca melhor", demonstrando até para o mais desavisado leitor qual é a sua predileção. Lembrem-se que a abutraiada do século passado era mais descarada ainda, chamando as putinhas do puteiro de "nossos meninos".
Todas as capas ontem tinham estampada a foto do Washington. Apenas uma teve Jóbson - ainda assim de olhos propositalmente fechados - como ator principal. E isso foi no estragão.
Prognósticos
Aliás, o Coringão será roubado (o que não é nenhuma novidade) nesse jogo contra o meigo. Já antecipo por aqui, que é para evitar a raiva, neste domingo, de quem se aventura por esta página eletrônica.
E assim, com essa deixa, vamos esclarecer, de uma vez por todas: a torcida do meigo é RIDÍCULA.
RIDÍCULA.
Não cantou, só fez um mosaico, muito bonito, porém inútil. Aliás, e este aliás é das 16h40, o Guilherme nos informa que a fornecedora de material esportivo foi quem bancou esse mosaiquinho. O que nos serve apenas como mais uma prova do que é esta "torcida".
Se porta como quem só vai ao estádio para "ver a vitória", e não a BATALHA. Futebol é simulação de GUERRA, e com essa meiguice toda merecem mesmo tomar sacode no domingo. É uma torcidinha de modinha, como as putinhas daqui. E não passa disso. É a maior torcidinha corneteira do mundo, só faz visual e atrapalha o próprio time, conforme declarações do próprio goleiro deles.
A constatação não é vaga, é concretíssima.
E vem a corroborar o que disse Leco Polegar.
08/05/2008 00:11*******
O Flamengo não me engana
A eliminação do Flamengo da Libertadores comprova duas coisas. Primeiro é que o time deles é mediano. Uma coisa é ganhar o quadrangular no Rio de Janeiro (sim, aquilo não é campeonato, é um torneio com quatro equipes). Outra é disputar uma Libertadores.
Essa ilusão, estimulada pela Rede Globo, de que o Fla, Raça, Amor e Paixão, é um timaço leva a esses micos como o desta noite. Sem falar nesse Joel Santana, uma das maiores fraudes que o futebol já inventou. Nunca vi uma preleção, como a TV mostrou, em que o treinador só fala: “vamos lá, car...”. Isso é coisa de várzea.
Em segundo lugar, vale registrar o que disse o narrador da Globo no fim do jogo: “A torcida não consegue incentivar”. Boa. É isso. Ninguém dúvida que o Flamengo tem a maior torcida. A Rádio Nacional merece uma estátua na Gávea.
Agora, não me diga que eles são apaixonados. Não são. São maiores. Mas fracos. Torcida oba-oba que se cala na hora em que o time mais precisa dela. Canta músicas que não empurram o time, fica com esse mela-cueca de estádio insosso.
Sinceramente, indicaria a torcida do Flamengo para animar festa de criança. Faria uma festa linda. Agora, empurrar time de futebol, meu deus. Que fiasco.
Sugiro aos flameguistas de verdade, aqueles parecidos com os são-paulinos que se empolgam em decisões, que façam um curso com a Fiel Torcida.
Passamos 23 anos sem títulos, e a torcida só cresceu. O Corinthians sendo rebaixado no ano passado e não paramos de apoiar. Ahh, e no dia 5 de dezembro de 1976, colocamos 75 mil corinthianos no Maracanã.
É isso. O Flamengo não tem time. Tem torcida, mas amadora. O Corinthians tem uma diferença: não tem uma torcida. É a torcida que tem um time.
enviado por Leco Polegar
Querem ver o hitler enrabando o muçolini?
Vejam mais essa pérola da assessoria do puteiro, o arrudinha do painel.
"Conselheiros do puteiro gostariam de que o presidente juju reclamasse publicamente das últimas decisões do STJD contra o clube. O dirigente, porém, avisou que só falará na hora certa para não prejudicar sua equipe. E cita o exemplo do colega palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo"Isso ainda vai longe, droopy. Se eu estivesse do seu lado, lhe defenderia, mas oposto que somos, só posso cutucar-lhe a ferida. Apesar de correto em suas questões colocadas, você atiçou a putaiada, droopy. E vai sofrer na mão de madame até quando madame precisar.
No mais, para encerrarmos tudo isso, recomendo que vejam, na mesma assessoria de puteiro, a tão difamada abutere-mater, em seu 'abre' de Esportes, hoje.
A materinha é uma caraminhola toda a fim de justificar mais um campeonato que a patroa madame irá levar na mão grande (sim, são pelo menos cinco jogos em que houveram "erros" descarados em pról da patroa). A idéia é que o tribunal "influenciou pouco" neste campeonato. O blá-blá-blá faz aquela cortina de purpurina, e o desavisado cai como patinho na mentira da madame.
Agora pergunto-lhes; se o tribunal revogar a decisão de afastar os jogadores do puteiro para esta 37ª rodada, não estará "influenciando no Brasileiro"?...
Pois é, mentira tem perna curta.
Enquanto isso, é bom que o elenco Corinthiano tenha consciência de que o comprometimento, por mais que tenham aprontado este papelão durante o semestre, é crucial para a permanência no ano que vem, e mais importante - fica o aviso, diretoria - para que a Fiel continue no apoio do time.
O ano que vem será de LUTA, não de Festa, como se pensa por aí. Já dissemos por aqui.
Aliás, a maior e melhor homenagem que poderemos proporcionar ao CORINTHIANS PAULISTA, à História do Corinthians Paulista e a nós mesmos, Fiel Torcida, é LUTARMOS INCONDICIONALMENTE, na mesma proporção de nosso AMOR INCONDICIONAL.
AQUI É CORINTHIANS!!!
sábado, 21 de novembro de 2009
Garfado sem jogar nada
Reabilitando mais uma tranqueira neste campeonato modorrento vimos o Corinthians, debaixo de chuva e com público razoável para um time que não joga nada há uma penca de jogos - mas sobre isso a abutraiada não fala nada, vêem como é anticorintiana por princípio esta "instituição"?
Mais um jogo em que o Corinthians foi roubado, na cara dura, pelo mesmo canalha que apita anticorintianamente, como a corja imunda anticorintiana gosta. E disso não se irá ler uma linha sequer.
A diretoria não faz nada. Só o técnico fala alguma coisa, e olhe lá.
Jogar sem Jucilei é, atualmente, não ter um jogo consolidado, por mais que o Corinthians esteja longe de se acertar. Elias precisava seguir o caminho de Dentinho, se o banco não fosse tão pior. Edno, vaza!
Rafael; Paulo André, Diego e Escudero; Marcelinho (Dodô), Boquita, Elias, Edu (Souza) e Jorge; Edno (Jadson) e Ronaldinho
Jorge poderia ter caído e parado o lance na falta sofrida, mas resolveu chutar errado, antes da zaga dormir e deixar a bola atravessar a área para um centroavante baixinho cabecear, à frente de Paulo André... E um futebol sofrível. Isso foi o primeiro tempo.
Daí o Gordo marca de cabeça e empata, dando ares "tranqüilos" para um joguinho. Note que ele cabeceia para o chão, como deve ser. Depois ele faz a bola chorar na trave...
Daí na deslealdade louca fica complicado para o canalha do apito, e a expulsão é inevitável. Seria o cúmulo não-expulsão.
A abutraiada diz o que?
Que o lance era "pra amarelo".
E há quem repita a mentira programada de que a abutraiada é "corintiana"...
Numa outra falta desleal, o Gordo só amacia para Elias chutar e o goleiro não ver a bola entrar, tinha muita gente na frente.
Daí o Gordo sobra livrinho, o goleiro sai. Não o culpamos por tentar o mais bonito, mas por ter perdido o gol imperdível. Não podemos discorrer sobre o que ele deveria ter feito (cortado para esquerda?... o que garante?...), mas é bom compreendermos o fato de que, fosse qual fosse a opção da jogada, aquele gol é imperdível.
A zaga dá mais uma brecha, e aquele personagem empata.
Depois, o Coringão é roubado, e só o técnico fala alguma coisa.
Resumindo, em uma frase; "por deixarmos de matar (a partida, no lance do Gordo), pagamos caro no fim com o gol de empate. O que aconteceu depois do empate não pode ser analisado como do futebol".
Fomos garfados sem jogar nada. Não precisava roubar, bastava jogar um pouquinho mais. O adversário empatou, com méritos.
Precisa mesmo ter um time do Recife, senão que sentido teria a federação pernambucana?...
E se há uma coisa de bom é que o cinza entra mais pressionado. E o timinho do puteiro não joga melhor que o Timão que jogou hoje, não; a diferença é só o apito canalha, que é de estimação do puteiro e ganha ingresso para shows no privadão.
Ainda bem que o Futebol tem uma História, na qual o Corinthians Paulista tem papel principal desde 1913, senão seria só essa besteira que inventaram nos porões do poder público corrompido, que vemos hoje, que vimos agora, debaixo dessa garôa pesada desta noite.
E pena que, depois de hoje, só daqui mais de mês e meio pra ver o Coringão no Pacaembu. Começou a temporada do ano em que ficamos sem jogo do Corinthians.
Mais um jogo em que o Corinthians foi roubado, na cara dura, pelo mesmo canalha que apita anticorintianamente, como a corja imunda anticorintiana gosta. E disso não se irá ler uma linha sequer.
A diretoria não faz nada. Só o técnico fala alguma coisa, e olhe lá.
Jogar sem Jucilei é, atualmente, não ter um jogo consolidado, por mais que o Corinthians esteja longe de se acertar. Elias precisava seguir o caminho de Dentinho, se o banco não fosse tão pior. Edno, vaza!
Rafael; Paulo André, Diego e Escudero; Marcelinho (Dodô), Boquita, Elias, Edu (Souza) e Jorge; Edno (Jadson) e Ronaldinho
Jorge poderia ter caído e parado o lance na falta sofrida, mas resolveu chutar errado, antes da zaga dormir e deixar a bola atravessar a área para um centroavante baixinho cabecear, à frente de Paulo André... E um futebol sofrível. Isso foi o primeiro tempo.
Daí o Gordo marca de cabeça e empata, dando ares "tranqüilos" para um joguinho. Note que ele cabeceia para o chão, como deve ser. Depois ele faz a bola chorar na trave...
Daí na deslealdade louca fica complicado para o canalha do apito, e a expulsão é inevitável. Seria o cúmulo não-expulsão.
A abutraiada diz o que?
Que o lance era "pra amarelo".
E há quem repita a mentira programada de que a abutraiada é "corintiana"...
Numa outra falta desleal, o Gordo só amacia para Elias chutar e o goleiro não ver a bola entrar, tinha muita gente na frente.
Daí o Gordo sobra livrinho, o goleiro sai. Não o culpamos por tentar o mais bonito, mas por ter perdido o gol imperdível. Não podemos discorrer sobre o que ele deveria ter feito (cortado para esquerda?... o que garante?...), mas é bom compreendermos o fato de que, fosse qual fosse a opção da jogada, aquele gol é imperdível.
A zaga dá mais uma brecha, e aquele personagem empata.
Depois, o Coringão é roubado, e só o técnico fala alguma coisa.
Resumindo, em uma frase; "por deixarmos de matar (a partida, no lance do Gordo), pagamos caro no fim com o gol de empate. O que aconteceu depois do empate não pode ser analisado como do futebol".
Fomos garfados sem jogar nada. Não precisava roubar, bastava jogar um pouquinho mais. O adversário empatou, com méritos.
Precisa mesmo ter um time do Recife, senão que sentido teria a federação pernambucana?...
E se há uma coisa de bom é que o cinza entra mais pressionado. E o timinho do puteiro não joga melhor que o Timão que jogou hoje, não; a diferença é só o apito canalha, que é de estimação do puteiro e ganha ingresso para shows no privadão.
Ainda bem que o Futebol tem uma História, na qual o Corinthians Paulista tem papel principal desde 1913, senão seria só essa besteira que inventaram nos porões do poder público corrompido, que vemos hoje, que vimos agora, debaixo dessa garôa pesada desta noite.
E pena que, depois de hoje, só daqui mais de mês e meio pra ver o Coringão no Pacaembu. Começou a temporada do ano em que ficamos sem jogo do Corinthians.
Se não transferirem o jogo do porco para a quarta, como deveria ter sido feito já, e mantiverem o jogo contra o meigo no Pacaembu, como é o certo, agora só na semi final da Copinha, senão só depois do feriado da Cidade.
À merda, anticorintianada!
AQUI É CORINTHIANS!!!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
A onça morreu, o mato é meu
IÊ
A História nos engana
Diz tudo pelo contrário
Até diz que a aboliçâo
Aconteceu no mês do maio
A prova dessa mentira
É que da miséria eu não saio
Viva vinte de novembro
Momento pra se lembrar
Não vejo em treze de maio
Nada para comemorar
Muitos tempos se passaram
E o negro sempre a lutar,
Zumbi é nosso herói
Zumbi é nosso herói,
Colega velho
De Palmares foi Senhor
Pela causa do homem negro
Foi ele que mais lutou
Apesar de toda luta, colega velho
O escravo não se libertou,
Camará
Zumbi é nosso Herói.
Todo dia 20 de Novembro, desde o ano de 1695, quando a corôa conseguiu exterminar a liderança da Janga, o Grande Quilombo da Resistência, liderada pela linhagem de Ganga Zumba desde 1670, relembramos o Herói.
A Janga resistiu até 1710, mas nesse dia o Herói tombou à traição.
Camuflaram esse dia com um nome politicamente correto, e perverso. "Consciência Negra", como se fosse Consciência apartada da própria Consciência Humana.
Se nos predispomos a dividir as Consciências é porque nossa própria Consciência, no caso a "dos brancos", dos "senhores dos escravos", é corrompida; tão corrompida que corrompeu até a "Consciência Negra". Mas isso é assunto para um outro papo.
Zumbi é nosso Herói.
Descende da linhagem de Zumba, o Grande Senhor, que fez do Quilombo um Estado. Uma grande ameaça ao "império português".
O Estado era organizado economicamente, politicamente, militarmente. E foi dizimado à base dos "tratados" falsários. Começou pelo sorrateiro envenenamento de Zumba. Seu irmão, Gangazuna, era um 'aliado' dos portugueses.
Zumbi, porém, toma para si a Resistência, liderando o povo de seu tio de volta à Palmares. E reinstalou a Resistência.
O reinado de Zumbi foi próspero. Daquela Janga foi feito um Estado ainda mais consolidado. As etnias conviviam com base na Resistência, em coesa união.
A Resistência guerrilheira criou métedos de combate muito superiores aos dos colonizadores.
Em janeiro de 1694 Zumbi, o Senhor do Quilombo, frustra o ataque covarde de Domingos Velho.
E se vê acuado, seu povo sangrando no solo de Palmeres, sem chances de combater sozinho a tropa armada com garruchas na beira da falésia. Zumbi pula, peito aberto, braços abertos, em direção ao mar.
Odò Iyá o recolhe em seu colo, e lhe dispõe à areia da praia, para que seguisse para a mata. Adormece em um regato, no colo de Olorum, que lhe cura as feridas e lhe dá a água das cinco cabaças de ouro.
Quando o Herói desperta, Olorum lhe diz; "Fio, teu corpo tá fechado. Vá libertar meu povo".
E, na noite, foi ao acampamento dos colonizadores. Evocou o Orixá em voz muito alta, e se fez a ventania, a tempestade, o caos no acampamento. Os cavalos se perderam, suas rédeas se soltaram. As armas foram soterradas na lama, as garruchas não atiravam mais.
Zumbi gritou, mais alto que o vento, mais alto que a tempestade.
O pavor por aquele que havia supostamente morrido estar defronte aos que comemoraram sua morte foi intenso, súbito, repentino.
Metade daqueles homens saiu correndo, fugiu; a outra metade foi trucidada pelas mãos de um só Guerreiro. O maior de todos.
Àqueles que fugiram, o Orixá impingiu a febre e a doença. Todo enfermo, a tropa de Domingos Velho não mais estava em condições de combate.
Zumbi chegou ao lugar onde estavam os enfermos, que quando o viram pediram clemência. Zumbi gritou, os enfermos se apavoraram. Mandou então que todos dessem cabo das próprias vidas. Fez assim uma multidão de enfermos se suicidar, no temor de seu grito.
Alguns sobreviventes permaneciam imóveis. inclusive Domingos Velho.
Olorum mandou-lhes então uma nuvem gigante de abelhas, que lhes matou de inchaços nas bocas, orelhas, pernas, tronco, rosto, por todo o corpo.
O único sobrevivente, propositalmente, foi Domingos Velho, que fugiu mata adentro, e caminhou trôpego por dez noites e dez dias até chegar ao Recife.
E enquanto Zumbi recompunha sua Resistência, o governador e o bandeirante tramaram um escravo da corôa para conquistar a confiança e trair Zumbi.
Mas quando estava voltando à Portugal, Domingos Velho fumava no convés, quando vê Zumbi vindo em sua direção. Os tiros perpassavam seu corpo e nada detinha aquele gigantesco Guerreiro. Que lhe apertou a garganta com a própria mão, até a morte.
Ergueu o corpo do morto sobre a cabeça, e cantando alto pela Resistência, atirou-o ao mar. A tripulação assistiu à tudo imóvel e assombrada.
Ele próprio mergulhou no mar e nadou, antes que que a tripulação se recomposse.
Zumbi é nosso Herói.
Em 20 de Novembro de 1695, o escravo da trama traidora, que conseguiu a amizade de um velho companheiro da Resistência, revela o paradeiro em uma das incursões sobre o inimigo. Zumbi é cercado e degolado.
"Eis o espírito", disseram os colonizadores, pensando-se vencedores no Marco Zero do Recife, estendendo a cabeça do Senhor do Brasil sobre a lança.
"Zumbi", "eis o espírito".
(Inspirado em texto de Mestre Guima)
A História nos engana
Diz tudo pelo contrário
Até diz que a aboliçâo
Aconteceu no mês do maio
A prova dessa mentira
É que da miséria eu não saio
Viva vinte de novembro
Momento pra se lembrar
Não vejo em treze de maio
Nada para comemorar
Muitos tempos se passaram
E o negro sempre a lutar,
Zumbi é nosso herói
Zumbi é nosso herói,
Colega velho
De Palmares foi Senhor
Pela causa do homem negro
Foi ele que mais lutou
Apesar de toda luta, colega velho
O escravo não se libertou,
Camará
Zumbi é nosso Herói.
Todo dia 20 de Novembro, desde o ano de 1695, quando a corôa conseguiu exterminar a liderança da Janga, o Grande Quilombo da Resistência, liderada pela linhagem de Ganga Zumba desde 1670, relembramos o Herói.
A Janga resistiu até 1710, mas nesse dia o Herói tombou à traição.
Camuflaram esse dia com um nome politicamente correto, e perverso. "Consciência Negra", como se fosse Consciência apartada da própria Consciência Humana.
Se nos predispomos a dividir as Consciências é porque nossa própria Consciência, no caso a "dos brancos", dos "senhores dos escravos", é corrompida; tão corrompida que corrompeu até a "Consciência Negra". Mas isso é assunto para um outro papo.
Zumbi é nosso Herói.
Descende da linhagem de Zumba, o Grande Senhor, que fez do Quilombo um Estado. Uma grande ameaça ao "império português".
O Estado era organizado economicamente, politicamente, militarmente. E foi dizimado à base dos "tratados" falsários. Começou pelo sorrateiro envenenamento de Zumba. Seu irmão, Gangazuna, era um 'aliado' dos portugueses.
Zumbi, porém, toma para si a Resistência, liderando o povo de seu tio de volta à Palmares. E reinstalou a Resistência.
O reinado de Zumbi foi próspero. Daquela Janga foi feito um Estado ainda mais consolidado. As etnias conviviam com base na Resistência, em coesa união.
A Resistência guerrilheira criou métedos de combate muito superiores aos dos colonizadores.
Em janeiro de 1694 Zumbi, o Senhor do Quilombo, frustra o ataque covarde de Domingos Velho.
E se vê acuado, seu povo sangrando no solo de Palmeres, sem chances de combater sozinho a tropa armada com garruchas na beira da falésia. Zumbi pula, peito aberto, braços abertos, em direção ao mar.
Odò Iyá o recolhe em seu colo, e lhe dispõe à areia da praia, para que seguisse para a mata. Adormece em um regato, no colo de Olorum, que lhe cura as feridas e lhe dá a água das cinco cabaças de ouro.
Quando o Herói desperta, Olorum lhe diz; "Fio, teu corpo tá fechado. Vá libertar meu povo".
E, na noite, foi ao acampamento dos colonizadores. Evocou o Orixá em voz muito alta, e se fez a ventania, a tempestade, o caos no acampamento. Os cavalos se perderam, suas rédeas se soltaram. As armas foram soterradas na lama, as garruchas não atiravam mais.
Zumbi gritou, mais alto que o vento, mais alto que a tempestade.
O pavor por aquele que havia supostamente morrido estar defronte aos que comemoraram sua morte foi intenso, súbito, repentino.
Metade daqueles homens saiu correndo, fugiu; a outra metade foi trucidada pelas mãos de um só Guerreiro. O maior de todos.
Àqueles que fugiram, o Orixá impingiu a febre e a doença. Todo enfermo, a tropa de Domingos Velho não mais estava em condições de combate.
Zumbi chegou ao lugar onde estavam os enfermos, que quando o viram pediram clemência. Zumbi gritou, os enfermos se apavoraram. Mandou então que todos dessem cabo das próprias vidas. Fez assim uma multidão de enfermos se suicidar, no temor de seu grito.
Alguns sobreviventes permaneciam imóveis. inclusive Domingos Velho.
Olorum mandou-lhes então uma nuvem gigante de abelhas, que lhes matou de inchaços nas bocas, orelhas, pernas, tronco, rosto, por todo o corpo.
O único sobrevivente, propositalmente, foi Domingos Velho, que fugiu mata adentro, e caminhou trôpego por dez noites e dez dias até chegar ao Recife.
E enquanto Zumbi recompunha sua Resistência, o governador e o bandeirante tramaram um escravo da corôa para conquistar a confiança e trair Zumbi.
Mas quando estava voltando à Portugal, Domingos Velho fumava no convés, quando vê Zumbi vindo em sua direção. Os tiros perpassavam seu corpo e nada detinha aquele gigantesco Guerreiro. Que lhe apertou a garganta com a própria mão, até a morte.
Ergueu o corpo do morto sobre a cabeça, e cantando alto pela Resistência, atirou-o ao mar. A tripulação assistiu à tudo imóvel e assombrada.
Ele próprio mergulhou no mar e nadou, antes que que a tripulação se recomposse.
Zumbi é nosso Herói.
Em 20 de Novembro de 1695, o escravo da trama traidora, que conseguiu a amizade de um velho companheiro da Resistência, revela o paradeiro em uma das incursões sobre o inimigo. Zumbi é cercado e degolado.
"Eis o espírito", disseram os colonizadores, pensando-se vencedores no Marco Zero do Recife, estendendo a cabeça do Senhor do Brasil sobre a lança.
"Zumbi", "eis o espírito".
(Inspirado em texto de Mestre Guima)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Mal arrumada
Avisávamos por aqui. O puteiro está armando para que o urubu lhe limpe a barra. Nesta "era" dos pontos roubados, madame deixou muitas arestas, deixou muitas digitais, e agora se empenha em limpar a cena.
Hoje é quinta-feira, a porcada se perdeu no caminho, na noite de quarta, deixando-o livre para madame. Hoje, pela manhã, fazendo seu crochê, seu tear de maldades, se alvoroçou sobre sua assessoria - a própria abutraiada.
"É hora de darmos o nó nestes pontos todos", diz madame.
E, antes do almoço, lá pelas 11h27, a moça, uma veterena perto da molecada à sua volta, sai com sua materiazinha, adaptação do release que seu mestre lhe mandou. Publicada no portal da emiçôra câncer.
Ali na matéria a imediata do puteiro declara, para que suas putinhas do puteiro tomem nota, e repitam por aí como zumbis, corpos penados sem alma; "não vão nos tirar este título na mão grande!".
Mandam a veterana abutrinha dizer que a imediata "acha que há tendência" de que estejam "tirando" do puteiro a taça nova.
Sim, há algo oculto que "tende" a tirar do puteiro a tacinha nova. E é a própriaassessoraabutrinha que está dizendo. É, na verdade, a própria assessoriaabutraiada que está a dizer.
Daí mencionam, no release, que a decisão do tribunal (que são os malvados que estão tendendo a tirar do puteiro sua nova tacinha) deixa o puteiro "insatisfeito".
O texto talvez tenha sido enviado já com o erro, e a veterana talvez não tenha visto, mas uma possível 'tendência das pessoas de tentarem' se atrapalhar em seus julgamentos, requer seu plural quando formos conjugar esse verbo chato pra madame. E, veja só, isso tudo colocam na boca da imediata de juju.
Ela é o veículo da mensagem do puteiro. "Deveriam ter avisado no começo do campeonato", como fizeram quando era a vez do puteiro, oras. Nada mais lógico; o puteiro sabia antes de começar 2006 que a tacinha era pra sua vitrine.
Eu entendo perfeitamente quem diz que não acredita em "conspiração". Mas as evidências são atrozes.
É que depois do almoço a moça recebeu o aval para publicar a segunda parte da matéria, com o técnico do time do puteiro.
Às 13h14 ela atualizou seureleasematerial para dizer-se (no próprio título mesmo) usada pelo Gomes, para dizer que o tribunal "exagerou" ao punir os que a abutraiada velha chamava de "nossos meninos".
"Gomes usa a imprensa" é mais que um ato de cordialidade da assessoria do puteiro.
É mais, também, que uma simples "realidade".
"A conta não está fechando", disse, borrifando no ar suas discrepâncias.
E veja esta oração; "ou todo abutre é putinha, ou não sei o que é certo".
Ora, Gomes, sabes o que é certo, por certo. De todo modo, não diria à toa "ou não sei o que é certo", caso de fato não soubesse o que é certo - mas isso é tão óbvio que não sei para que estaria eu a dizê-lo.
Partindo do que o próprio Gomes está dizendo, visto que ele não está dizendo que se engana, só é possível concluir que está a dizer que todo abutre é putinha.
Logo, todo abutre está a serviço do puteiro.
Obrigado, Gomes, pela lógica de puta alienada enviesadamente exposta!
E depois a veterana se sai com uma pérola; com tudo o que viu no release, ela concluiu que Gomes está "mostrando que os jornalistas também têm sua linha de pensamento". Quanta contradição em uma matéria só, não é mesmo?
As putinhas não têm "linha de pensamento", quando repetem o release à serviço do puteiro. Têm, sim, "linha de programação"...
O droopy falou demais e foi suspenso? Aproveita-se a deixa.
Gomes agrada seu puteiro ao fazer piadinhas; "se disser o que penso, pego 200 anos". Então tens receio de mostrar a verdadeira face, assim como as putinhas que vomitam no anonimato em nossos blogues?...
E no fim, a madame mostra sua cartadinha; "Vamos mostrar forças até então desconhecidas".
Tão enigmática quando fala de si, a madame, quanto quando fala em "tendências" que a prejudicam.
E tudo isso em menos de duas horas. Que belo almoço o seu, veterana...
Antes mesmo de dizer isso, ao menos na sequência que a veterana montou - ou que chegou pronta pelo release - Gomes já diz, com a voz da patroa madame, portando a própria voz do puteiro; "Maltratar essa paixão deixa marcas".
Esta frase, solta, parece apenas mais uma frase de madame de puteiro, dialogando com seu gigolô. No caso, é madame falando com o poder público.
"Maltratar essa paixão deixa marcas (...) O futebol é importante no país, mexe com o povo. Espero que continue assim".
"É importante" essa "paixão" cujos maltratos deixam "marcas". E como "mexem com o povo", ele espera que "continue assim". Assim como? Mexendo com o povo ou deixando marcas nele quando maltratado?
Tanto faz; a sentença vale para as duas coisas.
O que preocupa nesse "grand finale" é a expressão "espero que".
É quase como aquele "espero que essa cambada caia neste golpe". Ou um simplório "espero que dê certo".
Vai dar. A cambada vai cair no novo conto da madame, de novo.
É provável que algo como o meigo ganhar um pênalti roubado no dia 29; ou isso ou coisa semelhante. Pois se não for roubado, a abutraiada estará instruída a dizer que o Corinthians teria "ajudado" o meigo.
Nós aqui, obviamente, não caímos nessa.
E desmascaramos a madame; ela já está arrumando todas as desculpas a serem programadas como "argumento" pelos trolls sem alma que infestaram o mundo do Futebol.
(As matérias estão na caixa de comentários)
ACORDA BRASIL!!!
Hoje é quinta-feira, a porcada se perdeu no caminho, na noite de quarta, deixando-o livre para madame. Hoje, pela manhã, fazendo seu crochê, seu tear de maldades, se alvoroçou sobre sua assessoria - a própria abutraiada.
"É hora de darmos o nó nestes pontos todos", diz madame.
E, antes do almoço, lá pelas 11h27, a moça, uma veterena perto da molecada à sua volta, sai com sua materiazinha, adaptação do release que seu mestre lhe mandou. Publicada no portal da emiçôra câncer.
Ali na matéria a imediata do puteiro declara, para que suas putinhas do puteiro tomem nota, e repitam por aí como zumbis, corpos penados sem alma; "não vão nos tirar este título na mão grande!".
Mandam a veterana abutrinha dizer que a imediata "acha que há tendência" de que estejam "tirando" do puteiro a taça nova.
Sim, há algo oculto que "tende" a tirar do puteiro a tacinha nova. E é a própria
Daí mencionam, no release, que a decisão do tribunal (que são os malvados que estão tendendo a tirar do puteiro sua nova tacinha) deixa o puteiro "insatisfeito".
O texto talvez tenha sido enviado já com o erro, e a veterana talvez não tenha visto, mas uma possível 'tendência das pessoas de tentarem' se atrapalhar em seus julgamentos, requer seu plural quando formos conjugar esse verbo chato pra madame. E, veja só, isso tudo colocam na boca da imediata de juju.
Ela é o veículo da mensagem do puteiro. "Deveriam ter avisado no começo do campeonato", como fizeram quando era a vez do puteiro, oras. Nada mais lógico; o puteiro sabia antes de começar 2006 que a tacinha era pra sua vitrine.
Eu entendo perfeitamente quem diz que não acredita em "conspiração". Mas as evidências são atrozes.
É que depois do almoço a moça recebeu o aval para publicar a segunda parte da matéria, com o técnico do time do puteiro.
Às 13h14 ela atualizou seu
"Gomes usa a imprensa" é mais que um ato de cordialidade da assessoria do puteiro.
É mais, também, que uma simples "realidade".
"A conta não está fechando", disse, borrifando no ar suas discrepâncias.
E veja esta oração; "ou todo abutre é putinha, ou não sei o que é certo".
Ora, Gomes, sabes o que é certo, por certo. De todo modo, não diria à toa "ou não sei o que é certo", caso de fato não soubesse o que é certo - mas isso é tão óbvio que não sei para que estaria eu a dizê-lo.
Partindo do que o próprio Gomes está dizendo, visto que ele não está dizendo que se engana, só é possível concluir que está a dizer que todo abutre é putinha.
Logo, todo abutre está a serviço do puteiro.
Obrigado, Gomes, pela lógica de puta alienada enviesadamente exposta!
E depois a veterana se sai com uma pérola; com tudo o que viu no release, ela concluiu que Gomes está "mostrando que os jornalistas também têm sua linha de pensamento". Quanta contradição em uma matéria só, não é mesmo?
As putinhas não têm "linha de pensamento", quando repetem o release à serviço do puteiro. Têm, sim, "linha de programação"...
O droopy falou demais e foi suspenso? Aproveita-se a deixa.
Gomes agrada seu puteiro ao fazer piadinhas; "se disser o que penso, pego 200 anos". Então tens receio de mostrar a verdadeira face, assim como as putinhas que vomitam no anonimato em nossos blogues?...
E no fim, a madame mostra sua cartadinha; "Vamos mostrar forças até então desconhecidas".
Tão enigmática quando fala de si, a madame, quanto quando fala em "tendências" que a prejudicam.
E tudo isso em menos de duas horas. Que belo almoço o seu, veterana...
Antes mesmo de dizer isso, ao menos na sequência que a veterana montou - ou que chegou pronta pelo release - Gomes já diz, com a voz da patroa madame, portando a própria voz do puteiro; "Maltratar essa paixão deixa marcas".
Esta frase, solta, parece apenas mais uma frase de madame de puteiro, dialogando com seu gigolô. No caso, é madame falando com o poder público.
"Maltratar essa paixão deixa marcas (...) O futebol é importante no país, mexe com o povo. Espero que continue assim".
"É importante" essa "paixão" cujos maltratos deixam "marcas". E como "mexem com o povo", ele espera que "continue assim". Assim como? Mexendo com o povo ou deixando marcas nele quando maltratado?
Tanto faz; a sentença vale para as duas coisas.
O que preocupa nesse "grand finale" é a expressão "espero que".
É quase como aquele "espero que essa cambada caia neste golpe". Ou um simplório "espero que dê certo".
Vai dar. A cambada vai cair no novo conto da madame, de novo.
É provável que algo como o meigo ganhar um pênalti roubado no dia 29; ou isso ou coisa semelhante. Pois se não for roubado, a abutraiada estará instruída a dizer que o Corinthians teria "ajudado" o meigo.
Nós aqui, obviamente, não caímos nessa.
E desmascaramos a madame; ela já está arrumando todas as desculpas a serem programadas como "argumento" pelos trolls sem alma que infestaram o mundo do Futebol.
(As matérias estão na caixa de comentários)
ACORDA BRASIL!!!
Décimo-Primeiro Capítulo
"Per Aspera Ad Astra"
Publicado no blogue da Yule
Capítulo XI - O Time do Povo
Por Filipe Martins Gonçalves
Construir a Ponte Grande foi tarefa que rendeu aos Corinthianos trabalhosas jornadas extras, entre um expediente e outro, a carregar pedra, madeira, terra; pois o
Corinthians nasceu e foi criado na dificuldade.
Alguns parecem observar nisto certo 'sofrimento', mas todo Corinthiano que parou e pensou o Corinthianismo entenderá que isso é a parte constitutiva crucial da Mística Corinthiana. Superar as dificuldades.
A dificuldade de existir, a cada passo, a cada conquista, não foi à toa.
O Corinthians nasceu sem teto, sem chão, sem gramado, sem bola, sem uniforme, e está chegando ao Centenário; não à toa, sempre incomodou, com seu jeito Varzeano, aqueles que teimavam em achar que o Futebol deveria ser sempre aristocrático.
E o que fez o Corinthians? Devolveu o Futebol ao Povo.
Por essa "afronta", a "aristocracia" o perseguiu em todos os passos. Da infância à fase adulta. Contamos aqui ainda esta juventude sinuosa, conflitante, incerta. O Corinthians é um vulcão em erupção - e sempre será.
E depois de tudo o que passou nos seis primeiros anos de vida, se firmava como Corinthians. Da árdua luta às estrelas, per aspera ad astra. A Ponte Grande!
O que havia não era a atmosfera de 1915, mas a superação dela. O salto gigantesco do Clube do Povo era latente, mesmo que com armadilhas daqueles que nunca suportaram ver o Corinthians acontecer pelas mãos de seu próprio Povo.
Aquela aura da assembléia do quinto aniversário, em que uma menção fora feita aos Primeiros Corinthianos e a todos os associados e jogadores que permaneciam no Corinthians, se transformara na vontade - e necessidade - de crescer, sempre fazendo das tripas coração.
O Corinthians saía de seu habitat Varzeano natural, o campo do Lenheiro, que ficava ali na Rua Prates, em frente ao Jardim da Luz, para construir seu novo lar, por conta própria, sem ajuda de ninguém - pelo contrário, como pudemos ver no contrato. E, com isso tudo, o Corinthians vinha de seu segundo (ou terceiro?...) Campeonato Invicto. A cidade literalmente acordava e adormecia Corinthians desde essa época.
Tudo isso se faz latente com o que segue, tanto a Ata da Assembléia de 27 de julho de 1916, lavrada por Heitor da Róz, quanto os relatos da inauguração pela imprensa. Todos aqui transcritos da obra de Diaféria¹.
"Ricardo de Oliveira diz duas palavras sobre tão importante aquisição: diz que acompanhou com sincero interesse todos os passos do presidente João Baptista Maurício e do esforçado consócio Alfredo Galliano, para conseguir que o clube de uma vez para sempre possuísse um campo digno de seu nome. A idéia demonstrou-se logo no princípio difícil de ser realizada; não bastava lutar somente com inimigos estranhos ao futebol; a Associação Athletica das Palmeiras e a Associação Paulista de Esportes Athleticos, possuindo ambas elementos políticos formidáveis, não podiam absolutamente consentir que um clube estranho viesse plantar as suas tendas a dois passos de suas casas. Apesar disso, o requerimento foi feito e o Corinthians solicitava o arrendamento de um terreno na rua Itaporanga vizinho ao campo da A.A. das Palmeiras, comprometendo-se, conforme o contrato, a fazer de um charco um campo de esportes. A questão foi protegida no princípio pelo nosso venerado Presidente Honorário e depois de uma luta árdua a nossa petição conseguia ser tomada em consideração pelos altos poderes municipais. O exmo. Snr. Coronel Oscar Porto, presidente da Liga Paulista de Futebol e sincero admirador do nosso Clube, procurado, prestou com a mais viva satisfação os seus serviços e os nossos dois consócios, animando-se cada vez mais, sacrificando interesses particulares, tempo e dinheiro, conseguiram depois de um ano de luta vencer a questão e enriquecer o patrimônio social com um terreno grandioso e magnificamente situado. Sinceramente admirado, Ricardo de Oliveira presta suas homenagens aos Snrs. Maurício, Galliano e os mais sinceros agradecimentos aos exmos. Snrs. Alcântara Machado e Oscar Porto e os mais efusivos parabéns ao clube.
Os sócios presentes saúdam os homenageados com uma salva de palmas.
Fala em seguida o presidente João Baptista Maurício. Diz que se terrível foi a luta para se conseguir o contrato, não menos forte será a luta para fazer o campo. Mostra a planta do campo e o projeto de construção; lê alguns orçamentos de engenheiros e empreiteiros, um de 80 contos, outros de 40, 30 e 22 contos. Não possuindo o Corinthians dinheiro para levar a efeito tal construção, o presidente Maurício diz que há tempos procurou os gerentes das fábricas de cerveja Germânia e Antarctica, com os quais conversou a respeito. Uma ou outra fabrica emprestaria ao clube a quantia de 20 contos, pagáveis a prestações nunca inferiores a um conto de réis mensais, e como prêmio o clube deteria o privilégio de instalar gratuitamente botequins nos recintos sociais e vender, durante 5 anos, os artigos de sua fabricação.
O antigo gerente da Antarctica havia aceito a proposta, porém infelizmente faleceu há poucos dias. De maneira que será muito difícil conseguir o negócio com o novo diretor. A Germânia, com uma carta que é lida, escusa-se, devido à guerra, não podendo realizar por enquanto o negócio. Diz que procurou todos os meios possíveis para dar cumprimento à idéia, porém até agora inutilmente; pede aos demais associados externarem toda e qualquer idéia para se conseguirem os meios para a construção. Fala o Snr. Fonseca, mostrando-se admirado, diz que sempre teve a certeza de que o Snr. Maurício dispunha dos meios necessários, visto ser lógico que o clube nunca possuiu quantias tão fabulosas. Se o Snr. Maurício não construir o campo, o clube fará um pepel ridículo, visto estar espalhado aos quatro ventos que a Liga Paulista para o ano venturo jogará no nosso campo.
Maurício replica dizendo que não tem culpa se os planos traçados não surtiram efeito, sozinho não podendo dispor de tal quantia, estando porém pronto a fazer tudo quanto estiver a seu alcance.
Fonseca não se conforma com isso e censura acerbamente terem assinado em nome do clube um contrato que não se pode como também nunca se poderá cumprir; mesmo que se arranje dinheiro com prazo de 5 anos, o clube não poderá pagar mensalmente um conto de réis e se campo for feito com dinheiro emprestado será mais cedo ou mais tarde a morte do clube".
Como uma janela no tempo, ler estas linhas nos remete ao passado, mas também ao presente. Pouco mudou, este nosso Coringão, quando se trata de discussão de seus torcedores. Mas o importante aqui é observar que aquela corrente que achava que o Corinthians não deveria alçar vôos tão altos era combatida e vencida. Pois a ata segue;
"Fonseca propõe que o Corinthians desista do contrato, cedendo-o à Liga ou a um outro clube qualquer. O Snr. Fonseca encontra alguns partidários, porém a maioria não se conforma com a sua proposta. Cavalcante, usando da palavra, diz que não se admira ver o Snr. Fonseca falar assim, visto ser demais conhecido o pessimismo do nobre vice-presidente: em tudo encontra dificuldades impossíveis de se vencerem. Mesmo que esse campo seja mais cedo ou mais tarde a morte do Corinthians, não é preferível que essa morte seja daqui 5 anos, depois de se ter construído o campo, e depois de se terem procurado todos os meios para pagar a dívida?
O associado Cavalcante manifesta-se contrário à teoria do Snr. Fonseca, de ceder o campo a outrem; esse campo será a glória e a futura força e prosperidade do Corinthians.
A discussão torna-se daí por diante violentíssima. Todos falam ao mesmo tempo e inutilmente o Presidente chama a Assembléia à ordem. Ameaçando levantar a Assembléia, consegue por fim acalmar os ânimos. Diz que assim é impossível chegar-se a um acordo. Julga que a melhor maneira de se resolver tão intrincado problema é nomear uma comissão que, com plenos poderes, deverá examinar bem a questão, resolver e pôr em prática se o campo deverá ser construído ou não, se deve ser cedido à Liga, etc.
O Snr. Cavalcante formula essa idéia em forma de proposta, a qual é aprovada por totalidade dos votos, assim como a Assembléia autoriza o Snr. Maurício a escolher 2 associados para com ele formar a comissão. O Snr Maurício convida os Snrs. Fonseca e Pereira, os quais se recusam terminantemente; convida então os snrs. Galliano e Cavalcante, que aceitam. O Snr. Maurício propõe ainda que todos os sócios atrasados se poderão pôr em dia descontando a dívida em serviços no campo. Sendo a proposta aprovada, o snr. Maurício declara encerrada a discussão sobre esse assunto".
Assim terminou o assunto naquela Assembléia. João Baptista foi perspicaz, tentou trazer o pessimista para que decidisse o futuro do Corinthians em uma comissão plena. Antonio Pereira, Fundador, era contra assumir encargos financeiros tão pesados. E mesmo assim nenhum dos dois deixou de ajudar a construir, com as próprias mãos, a Ponte Grande.
O Corinthians é o Clube construído pelo Povo. Literalmente. Uma multidão formando um mutirão. Em cerca de seis meses de trabalho intenso, o Povo aterrou desníveis, cobriu áreas alagadas com terra, aplainou o solo, levantou paredes e construiu seu sonho.
Os sócios atrasados comporem um mutirão foi idéia fantástica e houve até quem se associasse para ajudar na empreitada.
Em 17 de março de 1917, o Sport Club Corinthians Paulista inaugurava a Ponte Grande. Arquibancadas, o bar, vestiários, banheiros, as árvores, o rio ali pertinho. As arquibancadas, diziam os cronistas da época, eram altas, confortáveis. E para a inauguração estavam todos os diretores da APEA, jornalistas como Ernesto Cassano, do Guerin Moschino, e Vicente Ragogneti, da Fanfulla, e vários associados do Clube. O Correio Paulistano registrou o jogo;
"A inauguração da praça de esportes do Corinthians Paulista foi um sucesso. Cerca de 10 mil pessoas ocuparam as dependências, dando ao local um aspecto encantador (...) O pontapé inicial foi dado pelo Doutor Alcântara Machado (...) O Corinthians, após algumas combinações de sua linha de ataque, conseguiu, aos dez minutos de jogo, marcar o primeiro, conquistado por Neco".
Ou seja, Manuel Nunes foi o primeiro Corinthiano, e na verdade o primeiro jogador, a marcar um gol na Ponte Grande. O jogo era contra o Palestra Italia, e o intervalo chegou com um placar de 3 a 1 para o Timão. Festa na casa construída por mãos e corações Corinthianos.
No segundo tempo choveu. Mas os cronistas seguem relatando; "O último gol nos pareceu off side"...
E o jogo que inaugurou a Ponte Grande encerrou sob as águas de março, empatado em 3 a 3.
E a História Continua...
¹ "Coração Corinthiano", Lourenço Diaféria, Fundação Nestlé, 1992; Capítulo XXXIV, "O primeiro campo oficial: 1917", páginas 178 a 181. Sobre a Ata, é importante dizer que em sua própria transcrição, Diaféria já adaptou a escrita, e aqui transcrevemos.
Publicado no blogue da Yule
Capítulo XI - O Time do Povo
Por Filipe Martins Gonçalves
Construir a Ponte Grande foi tarefa que rendeu aos Corinthianos trabalhosas jornadas extras, entre um expediente e outro, a carregar pedra, madeira, terra; pois o
Corinthians nasceu e foi criado na dificuldade.
Alguns parecem observar nisto certo 'sofrimento', mas todo Corinthiano que parou e pensou o Corinthianismo entenderá que isso é a parte constitutiva crucial da Mística Corinthiana. Superar as dificuldades.
A dificuldade de existir, a cada passo, a cada conquista, não foi à toa.
O Corinthians nasceu sem teto, sem chão, sem gramado, sem bola, sem uniforme, e está chegando ao Centenário; não à toa, sempre incomodou, com seu jeito Varzeano, aqueles que teimavam em achar que o Futebol deveria ser sempre aristocrático.
E o que fez o Corinthians? Devolveu o Futebol ao Povo.
Por essa "afronta", a "aristocracia" o perseguiu em todos os passos. Da infância à fase adulta. Contamos aqui ainda esta juventude sinuosa, conflitante, incerta. O Corinthians é um vulcão em erupção - e sempre será.
E depois de tudo o que passou nos seis primeiros anos de vida, se firmava como Corinthians. Da árdua luta às estrelas, per aspera ad astra. A Ponte Grande!
O que havia não era a atmosfera de 1915, mas a superação dela. O salto gigantesco do Clube do Povo era latente, mesmo que com armadilhas daqueles que nunca suportaram ver o Corinthians acontecer pelas mãos de seu próprio Povo.
Aquela aura da assembléia do quinto aniversário, em que uma menção fora feita aos Primeiros Corinthianos e a todos os associados e jogadores que permaneciam no Corinthians, se transformara na vontade - e necessidade - de crescer, sempre fazendo das tripas coração.
O Corinthians saía de seu habitat Varzeano natural, o campo do Lenheiro, que ficava ali na Rua Prates, em frente ao Jardim da Luz, para construir seu novo lar, por conta própria, sem ajuda de ninguém - pelo contrário, como pudemos ver no contrato. E, com isso tudo, o Corinthians vinha de seu segundo (ou terceiro?...) Campeonato Invicto. A cidade literalmente acordava e adormecia Corinthians desde essa época.
Tudo isso se faz latente com o que segue, tanto a Ata da Assembléia de 27 de julho de 1916, lavrada por Heitor da Róz, quanto os relatos da inauguração pela imprensa. Todos aqui transcritos da obra de Diaféria¹.
"Ricardo de Oliveira diz duas palavras sobre tão importante aquisição: diz que acompanhou com sincero interesse todos os passos do presidente João Baptista Maurício e do esforçado consócio Alfredo Galliano, para conseguir que o clube de uma vez para sempre possuísse um campo digno de seu nome. A idéia demonstrou-se logo no princípio difícil de ser realizada; não bastava lutar somente com inimigos estranhos ao futebol; a Associação Athletica das Palmeiras e a Associação Paulista de Esportes Athleticos, possuindo ambas elementos políticos formidáveis, não podiam absolutamente consentir que um clube estranho viesse plantar as suas tendas a dois passos de suas casas. Apesar disso, o requerimento foi feito e o Corinthians solicitava o arrendamento de um terreno na rua Itaporanga vizinho ao campo da A.A. das Palmeiras, comprometendo-se, conforme o contrato, a fazer de um charco um campo de esportes. A questão foi protegida no princípio pelo nosso venerado Presidente Honorário e depois de uma luta árdua a nossa petição conseguia ser tomada em consideração pelos altos poderes municipais. O exmo. Snr. Coronel Oscar Porto, presidente da Liga Paulista de Futebol e sincero admirador do nosso Clube, procurado, prestou com a mais viva satisfação os seus serviços e os nossos dois consócios, animando-se cada vez mais, sacrificando interesses particulares, tempo e dinheiro, conseguiram depois de um ano de luta vencer a questão e enriquecer o patrimônio social com um terreno grandioso e magnificamente situado. Sinceramente admirado, Ricardo de Oliveira presta suas homenagens aos Snrs. Maurício, Galliano e os mais sinceros agradecimentos aos exmos. Snrs. Alcântara Machado e Oscar Porto e os mais efusivos parabéns ao clube.
Os sócios presentes saúdam os homenageados com uma salva de palmas.
Fala em seguida o presidente João Baptista Maurício. Diz que se terrível foi a luta para se conseguir o contrato, não menos forte será a luta para fazer o campo. Mostra a planta do campo e o projeto de construção; lê alguns orçamentos de engenheiros e empreiteiros, um de 80 contos, outros de 40, 30 e 22 contos. Não possuindo o Corinthians dinheiro para levar a efeito tal construção, o presidente Maurício diz que há tempos procurou os gerentes das fábricas de cerveja Germânia e Antarctica, com os quais conversou a respeito. Uma ou outra fabrica emprestaria ao clube a quantia de 20 contos, pagáveis a prestações nunca inferiores a um conto de réis mensais, e como prêmio o clube deteria o privilégio de instalar gratuitamente botequins nos recintos sociais e vender, durante 5 anos, os artigos de sua fabricação.
O antigo gerente da Antarctica havia aceito a proposta, porém infelizmente faleceu há poucos dias. De maneira que será muito difícil conseguir o negócio com o novo diretor. A Germânia, com uma carta que é lida, escusa-se, devido à guerra, não podendo realizar por enquanto o negócio. Diz que procurou todos os meios possíveis para dar cumprimento à idéia, porém até agora inutilmente; pede aos demais associados externarem toda e qualquer idéia para se conseguirem os meios para a construção. Fala o Snr. Fonseca, mostrando-se admirado, diz que sempre teve a certeza de que o Snr. Maurício dispunha dos meios necessários, visto ser lógico que o clube nunca possuiu quantias tão fabulosas. Se o Snr. Maurício não construir o campo, o clube fará um pepel ridículo, visto estar espalhado aos quatro ventos que a Liga Paulista para o ano venturo jogará no nosso campo.
Maurício replica dizendo que não tem culpa se os planos traçados não surtiram efeito, sozinho não podendo dispor de tal quantia, estando porém pronto a fazer tudo quanto estiver a seu alcance.
Fonseca não se conforma com isso e censura acerbamente terem assinado em nome do clube um contrato que não se pode como também nunca se poderá cumprir; mesmo que se arranje dinheiro com prazo de 5 anos, o clube não poderá pagar mensalmente um conto de réis e se campo for feito com dinheiro emprestado será mais cedo ou mais tarde a morte do clube".
Como uma janela no tempo, ler estas linhas nos remete ao passado, mas também ao presente. Pouco mudou, este nosso Coringão, quando se trata de discussão de seus torcedores. Mas o importante aqui é observar que aquela corrente que achava que o Corinthians não deveria alçar vôos tão altos era combatida e vencida. Pois a ata segue;
"Fonseca propõe que o Corinthians desista do contrato, cedendo-o à Liga ou a um outro clube qualquer. O Snr. Fonseca encontra alguns partidários, porém a maioria não se conforma com a sua proposta. Cavalcante, usando da palavra, diz que não se admira ver o Snr. Fonseca falar assim, visto ser demais conhecido o pessimismo do nobre vice-presidente: em tudo encontra dificuldades impossíveis de se vencerem. Mesmo que esse campo seja mais cedo ou mais tarde a morte do Corinthians, não é preferível que essa morte seja daqui 5 anos, depois de se ter construído o campo, e depois de se terem procurado todos os meios para pagar a dívida?
O associado Cavalcante manifesta-se contrário à teoria do Snr. Fonseca, de ceder o campo a outrem; esse campo será a glória e a futura força e prosperidade do Corinthians.
A discussão torna-se daí por diante violentíssima. Todos falam ao mesmo tempo e inutilmente o Presidente chama a Assembléia à ordem. Ameaçando levantar a Assembléia, consegue por fim acalmar os ânimos. Diz que assim é impossível chegar-se a um acordo. Julga que a melhor maneira de se resolver tão intrincado problema é nomear uma comissão que, com plenos poderes, deverá examinar bem a questão, resolver e pôr em prática se o campo deverá ser construído ou não, se deve ser cedido à Liga, etc.
O Snr. Cavalcante formula essa idéia em forma de proposta, a qual é aprovada por totalidade dos votos, assim como a Assembléia autoriza o Snr. Maurício a escolher 2 associados para com ele formar a comissão. O Snr Maurício convida os Snrs. Fonseca e Pereira, os quais se recusam terminantemente; convida então os snrs. Galliano e Cavalcante, que aceitam. O Snr. Maurício propõe ainda que todos os sócios atrasados se poderão pôr em dia descontando a dívida em serviços no campo. Sendo a proposta aprovada, o snr. Maurício declara encerrada a discussão sobre esse assunto".
Assim terminou o assunto naquela Assembléia. João Baptista foi perspicaz, tentou trazer o pessimista para que decidisse o futuro do Corinthians em uma comissão plena. Antonio Pereira, Fundador, era contra assumir encargos financeiros tão pesados. E mesmo assim nenhum dos dois deixou de ajudar a construir, com as próprias mãos, a Ponte Grande.
O Corinthians é o Clube construído pelo Povo. Literalmente. Uma multidão formando um mutirão. Em cerca de seis meses de trabalho intenso, o Povo aterrou desníveis, cobriu áreas alagadas com terra, aplainou o solo, levantou paredes e construiu seu sonho.
Os sócios atrasados comporem um mutirão foi idéia fantástica e houve até quem se associasse para ajudar na empreitada.
Em 17 de março de 1917, o Sport Club Corinthians Paulista inaugurava a Ponte Grande. Arquibancadas, o bar, vestiários, banheiros, as árvores, o rio ali pertinho. As arquibancadas, diziam os cronistas da época, eram altas, confortáveis. E para a inauguração estavam todos os diretores da APEA, jornalistas como Ernesto Cassano, do Guerin Moschino, e Vicente Ragogneti, da Fanfulla, e vários associados do Clube. O Correio Paulistano registrou o jogo;
"A inauguração da praça de esportes do Corinthians Paulista foi um sucesso. Cerca de 10 mil pessoas ocuparam as dependências, dando ao local um aspecto encantador (...) O pontapé inicial foi dado pelo Doutor Alcântara Machado (...) O Corinthians, após algumas combinações de sua linha de ataque, conseguiu, aos dez minutos de jogo, marcar o primeiro, conquistado por Neco".
Ou seja, Manuel Nunes foi o primeiro Corinthiano, e na verdade o primeiro jogador, a marcar um gol na Ponte Grande. O jogo era contra o Palestra Italia, e o intervalo chegou com um placar de 3 a 1 para o Timão. Festa na casa construída por mãos e corações Corinthianos.
No segundo tempo choveu. Mas os cronistas seguem relatando; "O último gol nos pareceu off side"...
E o jogo que inaugurou a Ponte Grande encerrou sob as águas de março, empatado em 3 a 3.
E a História Continua...
¹ "Coração Corinthiano", Lourenço Diaféria, Fundação Nestlé, 1992; Capítulo XXXIV, "O primeiro campo oficial: 1917", páginas 178 a 181. Sobre a Ata, é importante dizer que em sua própria transcrição, Diaféria já adaptou a escrita, e aqui transcrevemos.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Prosa entre marteladas
Encontrei sem querer o vídeo do jogo abaixo.
E resolvi fazer este post, também, por causa desse jogo que se aproxima. Há quem deseje que o Corinthians até perca o jogo para que o meigo ganhe, ao invés do puteiro.
Os fins não justificam os meios.
Se o urubu ganhar do Corinthians terá sido por méritos próprios. Até porque se entrarmos no dia 29 com esse time que jogou nesse domingo, vai ser feio o negócio.
Para ilustrar que os fins não justificam os meios, coloco este jogo Histórico.
Pois os meios para qualquer coisa no Futebol, e na Vida, é a luta, com a fé e a esperança. Fora da luta há oportunismo, que é bem diferente do oportunismo de um centro-avante. É um oportunismo sujo, pois na Vida não se "ganha" nada sem "derrotar" alguém ou algo; uma conquista é sempre sobre alguém ou algo.
E resolvi fazer este post, também, por causa desse jogo que se aproxima. Há quem deseje que o Corinthians até perca o jogo para que o meigo ganhe, ao invés do puteiro.
Os fins não justificam os meios.
Se o urubu ganhar do Corinthians terá sido por méritos próprios. Até porque se entrarmos no dia 29 com esse time que jogou nesse domingo, vai ser feio o negócio.
Para ilustrar que os fins não justificam os meios, coloco este jogo Histórico.
Pois os meios para qualquer coisa no Futebol, e na Vida, é a luta, com a fé e a esperança. Fora da luta há oportunismo, que é bem diferente do oportunismo de um centro-avante. É um oportunismo sujo, pois na Vida não se "ganha" nada sem "derrotar" alguém ou algo; uma conquista é sempre sobre alguém ou algo.
Mas o oportunista não lutou e não conquistou nada, para ter alguém derrotado por ele.
Nesse jogo o Corinthians lutou como o Corinthians dos Ancestrais, honrando esse Manto, por São Jorge!
Um verdadeiro jogo de Futebol, típico da infância mais remota. A foto do Biro que estampa a lateral deste blogue foi tirada nesse dia, seis de maio de oitenta e quatro. É seu gol. Coringão precisava tirar uma vantagem, fazer dois ou mais.
E é bom para reparar que o campeonato era mata-mata.
Se não fosse o pênalti, e o Zenon perdendo dois gols seguidos no fim do jogo, o Coringão teria feito mais. O urubu meigo também poderia ter feito alguns, mas o domínio do jogo foi Corinthiano.
E já que há o gancho do urubu, queria mesmo era partir para outra reflexão.
É que, sem querer também, me deparei com este documentário sobre João Nogueira, cujo título é "Carioca, Suburbano, Mulato e Malandro". Mais que sugestivo. Ali se encontram urubu e bacalhau. É Zona Norte, o Rio de verdade. Mas na década de oitenta, quase na mesma época da goleada citada acima. Portela, Madureira, Samba, Futebol na Cultura Popular.
Esse vídeo é, de fato, demais (Um salve à Dona Ângela, no auge; e como o Cabral come mocotó, hein?).
Que os cariocas me corrijam, mas tenho pra mim que no Rio a coisa é mais ou menos assim; fru-fru é artigo raro só encontrado na zona sul, ou, melhor dizendo; quase toda a sua torcida está ali. O bacalhau e o urubu são os que disputam a população da Zona norte, pouco incomodados pelo cinza.
É que ali a elite dominou o Futebol, malandramente. O urubu é a prova disso. Uma dissidência do Futebol do fru-fru foi ao clube de regatas ter com o pessoal, e principiaram o Futebol naquele clube da Lagoa. A Zona Sul era onde o Futebol era praticado, pela Liga, pelo Futebol "oficial", pela "aristocracia". Pois por mais que chamem o Bangu de "clube dos operários", ele nunca passou de "clube da fábrica".
Lá, como cá, a "aristocracia" já via o Futebol como algo público, e por isso político. Era necessário separar o Futebol da classe social, e sobretudo da cor de pele.
O Corinthians, mesmo, tem a História de David, do Botafogo da Paula Souza. David teria sido o centroavante no lugar de Amílcar Barbuy, se não fosse negro.
Deixava-se os clubes que "misturavam" brincando pelas Várzeas, e nas divisões inferiores, no caso dos Cariocas.
E do degrau de baixo do Futebol Carioca, galgando espaço com apoio Popular, veio o bacalhau. Da Zona Norte, com negros jogando no time. Nesta época o Corinthians já era o Campeão do Centenário. No bacalhau, na década de 20, como o Corinthians desde a década de 10, são passadas as rasteiras costumeiras neste país, quando a pseudo-aristocracia vê o Povo conquistando o que é seu de direito.
Mas o que importa é que o urubu caiu no gosto popular no Futebol, em parte porque desde o surgimento do esporte na Guanabara, já praticava o Remo, era muito conhecido; o Remo era o esporte acompanhado nos fins-de-semana.
Mas para o Futebol, o urubu representa o clube que impediu o Povo de criar um Clube Popular, como é o Corinthians Paulista. Por isso qualquer um por aí se diz urubu, mas todo Corinthiano é de fato Corinthiano. Não é sutil a diferença, é essencial.
Enfim, no Rio a elite dominou o Futebol, e o bacalhau, que tem bases populares muito similares ao da porcada, teve dividida sua condição de maioria, pois o urubu "colonizou" o subúrbio. Entre aspas, mas o que aconteceu foi isso mesmo, o bacalhau surgiu ali e o urubu só pousou. Oportunamente, para a "aristocracia", que ao mesmo tempo que impedia o avanço do Povo, como ocorreu aqui, o fazia com um clube, digamos, "domesticado". Que não "iria dar nenhum trabalho".
Aqui em Piratininga a coisa foi diferente. Os clubes de elite brigavam entre si no Futebol "oficial", e na Várzea o couro comia solto.
De tanto brigarem entre si, abriram brecha para um Clube de Várzea, que mesmo "fadado a não durar mais que um inverno", sobreviveu, se fortaleceu, e de uma semente plantada se fazia imensa árvore, e que fazia excursões pelo interior e por todas as Várzeas da cidade mostrando seu Futebol; o Embaixador do Futebol Varzeano de Piratininga requeria solenemente, com o aval de sua bela bola jogada, um espaço entre os clubes da "oficialidade".
Nascera sem teto, sem chão, sem bola, sem uniforme, apenas com o brilho do Cometa, de um Lampião e da garoa Paulistana.
Matando um dragão por dia, às vezes mais, atravessando um deserto a cada passo que arriscava na vida, o Corinthians Paulista devolveu o Futebol para o Povo. E o Futebol pôde ser do Povo.
E por essa "ousadia" o Corinthians paga até hoje, com a língua ferina da abutraiada, e com a anticorintianada que foi formatada por ela.
A "aristocracia", para readquirir algum espaço, teve então que engolir as desavenças entre elas mesmas, rever a relação, acertar a posição, e combinaram com as senhorinhas que tomavam chá-das-cinco que iriam preservar aquele salão intacto.
Na verdade foram as senhorinhas que bateram o pé e disseram em tom ameaçador, àqueles rapazinhos doces: "Não iremos permitir aventuras financeiras com nossa sociedade". Então fingiram que "fundiram" os clubes que se estapeavam por conta de troféuzinhos, como mocinhas da vida por bijuterias e meias-jóias e, com a ajuda de um estilista alemão da década de trinta criaram uma camisola com o tapa-sexo no lugar errado. Na verdade o tapa-sexo é um emblema da seita do alemão, mas se dissermos isso os trolls vão entrar em pane.
E mesmo sendo humilhada na imensa maioria em que enfrentou o Clube do Povo, a madame finge não ser com ela; segue no projeto político corrompido para o qual foi projetada. O poder público corrompido nunca desistiu desse "projeto"; sempre salvou madame em suas loucuras e falências.
Devemos lembrar que uma suposta final, se fosse feita entre quem conquistou mais pontos, seria entre os dois clubes citados. Mas num campeonato de pontos corridos, a final do meigo será contra nós, o que permite à madame utilizar seu bibelô, a sua borboleta, para arrotar bobagens pautadas pela assessoria de puteiro, que não interessam a ninguém, sobre o jogo do CORINTHIANS contra urubu. É pra dizer isso que fizemos essas digressões.
Mas, sobretudo para ilustrar o panorama Histórico do Futebol neste país, para que o(a) Corinthiano(a) entenda as razões pelas quais isso é uma guerra.
Pois então, devo trazer a este blogue, ainda que sem a permissão expressa do autor, este texto, que mostra aonde tudo isto que aqui é dito quer levar.
Ricardo Gozzi é autor da obra "A Utopia em Jogo", com o Doutor Sócrates, sobre a Democracia Corinthiana.
Continuaremos aqui com o CORINTHIANISMO, na base da martelada.
Antes disso, porém, assista às quatro partes deste belíssimo documentário.
É esta cidade, contada por um Corinthiano. Aliás, um Gigantesco Corinthiano.
(Leia este, depois)
ACORDA FIEL!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!
Um verdadeiro jogo de Futebol, típico da infância mais remota. A foto do Biro que estampa a lateral deste blogue foi tirada nesse dia, seis de maio de oitenta e quatro. É seu gol. Coringão precisava tirar uma vantagem, fazer dois ou mais.
E é bom para reparar que o campeonato era mata-mata.
Se não fosse o pênalti, e o Zenon perdendo dois gols seguidos no fim do jogo, o Coringão teria feito mais. O urubu meigo também poderia ter feito alguns, mas o domínio do jogo foi Corinthiano.
E já que há o gancho do urubu, queria mesmo era partir para outra reflexão.
É que, sem querer também, me deparei com este documentário sobre João Nogueira, cujo título é "Carioca, Suburbano, Mulato e Malandro". Mais que sugestivo. Ali se encontram urubu e bacalhau. É Zona Norte, o Rio de verdade. Mas na década de oitenta, quase na mesma época da goleada citada acima. Portela, Madureira, Samba, Futebol na Cultura Popular.
Esse vídeo é, de fato, demais (Um salve à Dona Ângela, no auge; e como o Cabral come mocotó, hein?).
Que os cariocas me corrijam, mas tenho pra mim que no Rio a coisa é mais ou menos assim; fru-fru é artigo raro só encontrado na zona sul, ou, melhor dizendo; quase toda a sua torcida está ali. O bacalhau e o urubu são os que disputam a população da Zona norte, pouco incomodados pelo cinza.
É que ali a elite dominou o Futebol, malandramente. O urubu é a prova disso. Uma dissidência do Futebol do fru-fru foi ao clube de regatas ter com o pessoal, e principiaram o Futebol naquele clube da Lagoa. A Zona Sul era onde o Futebol era praticado, pela Liga, pelo Futebol "oficial", pela "aristocracia". Pois por mais que chamem o Bangu de "clube dos operários", ele nunca passou de "clube da fábrica".
Lá, como cá, a "aristocracia" já via o Futebol como algo público, e por isso político. Era necessário separar o Futebol da classe social, e sobretudo da cor de pele.
O Corinthians, mesmo, tem a História de David, do Botafogo da Paula Souza. David teria sido o centroavante no lugar de Amílcar Barbuy, se não fosse negro.
Deixava-se os clubes que "misturavam" brincando pelas Várzeas, e nas divisões inferiores, no caso dos Cariocas.
E do degrau de baixo do Futebol Carioca, galgando espaço com apoio Popular, veio o bacalhau. Da Zona Norte, com negros jogando no time. Nesta época o Corinthians já era o Campeão do Centenário. No bacalhau, na década de 20, como o Corinthians desde a década de 10, são passadas as rasteiras costumeiras neste país, quando a pseudo-aristocracia vê o Povo conquistando o que é seu de direito.
Mas o que importa é que o urubu caiu no gosto popular no Futebol, em parte porque desde o surgimento do esporte na Guanabara, já praticava o Remo, era muito conhecido; o Remo era o esporte acompanhado nos fins-de-semana.
Mas para o Futebol, o urubu representa o clube que impediu o Povo de criar um Clube Popular, como é o Corinthians Paulista. Por isso qualquer um por aí se diz urubu, mas todo Corinthiano é de fato Corinthiano. Não é sutil a diferença, é essencial.
Enfim, no Rio a elite dominou o Futebol, e o bacalhau, que tem bases populares muito similares ao da porcada, teve dividida sua condição de maioria, pois o urubu "colonizou" o subúrbio. Entre aspas, mas o que aconteceu foi isso mesmo, o bacalhau surgiu ali e o urubu só pousou. Oportunamente, para a "aristocracia", que ao mesmo tempo que impedia o avanço do Povo, como ocorreu aqui, o fazia com um clube, digamos, "domesticado". Que não "iria dar nenhum trabalho".
Aqui em Piratininga a coisa foi diferente. Os clubes de elite brigavam entre si no Futebol "oficial", e na Várzea o couro comia solto.
De tanto brigarem entre si, abriram brecha para um Clube de Várzea, que mesmo "fadado a não durar mais que um inverno", sobreviveu, se fortaleceu, e de uma semente plantada se fazia imensa árvore, e que fazia excursões pelo interior e por todas as Várzeas da cidade mostrando seu Futebol; o Embaixador do Futebol Varzeano de Piratininga requeria solenemente, com o aval de sua bela bola jogada, um espaço entre os clubes da "oficialidade".
Nascera sem teto, sem chão, sem bola, sem uniforme, apenas com o brilho do Cometa, de um Lampião e da garoa Paulistana.
Matando um dragão por dia, às vezes mais, atravessando um deserto a cada passo que arriscava na vida, o Corinthians Paulista devolveu o Futebol para o Povo. E o Futebol pôde ser do Povo.
E por essa "ousadia" o Corinthians paga até hoje, com a língua ferina da abutraiada, e com a anticorintianada que foi formatada por ela.
A "aristocracia", para readquirir algum espaço, teve então que engolir as desavenças entre elas mesmas, rever a relação, acertar a posição, e combinaram com as senhorinhas que tomavam chá-das-cinco que iriam preservar aquele salão intacto.
Na verdade foram as senhorinhas que bateram o pé e disseram em tom ameaçador, àqueles rapazinhos doces: "Não iremos permitir aventuras financeiras com nossa sociedade". Então fingiram que "fundiram" os clubes que se estapeavam por conta de troféuzinhos, como mocinhas da vida por bijuterias e meias-jóias e, com a ajuda de um estilista alemão da década de trinta criaram uma camisola com o tapa-sexo no lugar errado. Na verdade o tapa-sexo é um emblema da seita do alemão, mas se dissermos isso os trolls vão entrar em pane.
E mesmo sendo humilhada na imensa maioria em que enfrentou o Clube do Povo, a madame finge não ser com ela; segue no projeto político corrompido para o qual foi projetada. O poder público corrompido nunca desistiu desse "projeto"; sempre salvou madame em suas loucuras e falências.
Devemos lembrar que uma suposta final, se fosse feita entre quem conquistou mais pontos, seria entre os dois clubes citados. Mas num campeonato de pontos corridos, a final do meigo será contra nós, o que permite à madame utilizar seu bibelô, a sua borboleta, para arrotar bobagens pautadas pela assessoria de puteiro, que não interessam a ninguém, sobre o jogo do CORINTHIANS contra urubu. É pra dizer isso que fizemos essas digressões.
Mas, sobretudo para ilustrar o panorama Histórico do Futebol neste país, para que o(a) Corinthiano(a) entenda as razões pelas quais isso é uma guerra.
Pois então, devo trazer a este blogue, ainda que sem a permissão expressa do autor, este texto, que mostra aonde tudo isto que aqui é dito quer levar.
Ricardo Gozzi é autor da obra "A Utopia em Jogo", com o Doutor Sócrates, sobre a Democracia Corinthiana.
Do futebol e dos árbitrosAgora, caro(a) Corinthiano(a), percebe por que não podemos deixar de carregar a Cimitarra entre os dentes?
Tenho dado boas risadas nos últimos dias com a falta de bom senso das emissoras de televisão e das páginas de internet dedicadas à cobertura futebolística. Tudo por conta do gol do palmeirense Obina contra o Fluminense pelo árbitro gaúcho Carlos Eugênio Simon.
Enquanto tenta-se de tudo para camuflar a incompetência do Palmeiras e espinafrar o árbitro, as TVs e os portais resolveram relembrar o que qualificaram como “grandes erros da história da arbitragem”.
Entre tantos erros que poderiam ser citados, os cronistas esportivos pinçaram três casos específicos, declarando sorrateiramente o Corinthians como suposto beneficiário da mão amiga da arbitragem: a semifinal do Paulistão de 1998, contra a Portuguesa; a decisão da Copa do Brasil de 2002, contra o Brasiliense; e o jogo contra o Internacional no returno do Brasileirão de 2005.
Analisarei agora cada um desses casos de trás pra frente.
O lance de 2005 foi um suposto pênalti não marcado pelo árbitro mineiro Márcio Rezende de Freitas no volante chorolado Tinga. Faltavam três rodadas para o fim do campeonato e o lance foi declarado como “decisivo” no empate por 1 x 1. Mas os mesmos cronistas que denunciaram esse caso esqueceram-se que, no primeiro turno daquele Brasileirão, no jogo em Porto Alegre, um 0 x 0, houve um pênalti escandaloso no então atacante corintiano Jô. Segundo o chavão repetido exaustivamente pelos mesmos cronistas, numa disputa por ponto corridos todo jogo é decisivo. Não creio que uma mão lave a outra nem que erros de arbitragem dentro das quatro linhas devam ser compensados. Mas, apesar de os dois lances terem sido decisivos, um deles é convenientemente esquecido e o outro é martelado persistentemente na cabeça da audiência. Por que será? E ninguém nem ao menos se dá ao trabalho de lembrar que pênalti não é garantia de gol.
O episódio de 2002, contra o Brasiliense, é um pouco mais insano. Na primeira partida da final, disputada no Morumbi, o então atacante corintiano Gil e um zagueiro adversário saem correndo atrás de uma bola chutada para o alto. Os dois correm olhando para cima, nitidamente visando à bola. Enquanto correm, o zagueiro tropeça em Gil e cai. Um choque natural. Nada além. Gil saiu com a bola na frente do goleiro e rolou para Deivid marcar. O Corinthians venceu aquele jogo por 2 x 1. O árbitro era Carlos Eugênio Simon. E a única irregularidade por ali era um desnível no gramado do Morumbi a 20 metros do lance.
Mas a cereja do bolo é a semifinal do Paulistão de 1998, contra a Portuguesa. O Corinthians jogava por dois empates para ir à decisão. No primeiro jogo, 1 x 1. No segundo, apitado pelo argentino Javier Castrilli, o placar foi 2 x 2. E até hoje os cronistas falam de um pênalti no fim de jogo que deu o empate ao Corinthians. A nenhum deles convém lembrar que os dois gols marcados pela Portuguesa foram irregulares, com os bandeirinhas permitindo a sequência de jogadas nas quais havia impedimento do ataque lusitano. Lembram-se apenas que o Corinthians empatou com dois gols de pênalti, como se isso fosse crime. No primeiro deles, uma gravata dentro da área em cima do zagueiro Cris; no segundo, um toque de mão do zagueiro César aos 45 do segundo tempo. O primeiro pênalti todo mundo viu. O segundo, ninguém além do árbitro. Todos os ângulos de visão das câmeras estavam encobertos. A única pessoa com visão frontal do lance era Castrilli. Hoje, os cronistas juram de pés juntos que César matou no peito. Mas ninguém sabe ao certo além de Castrilli. E ele só pode ter marcado o que viu.
Ou seja: do meio de todo o chororô palmeirense, o alvo da crônica antidesportiva acabou sendo o Timão, que desde 2005 tem sido alvo constante de erros crassos de arbitragem.
Nenhuma dessas cronologias de “grandes erros de arbitragem” lembrou dos lances que levaram o Palmeiras e o São Paulo à liderança da atual edição do Campeonato Brasileiro, inclusive nos jogos do returno contra o Corinthians, que, sozinhos, já deixariam o Flamengo na liderança. Também se esqueceram de mencionar como o São Paulo levou o Brasileirão de 1986 em cima do Guarani com um gol em que a bola entrou por fora, por um furo na rede. Ou então da série de erros grotescos que deram o título ao São Paulo em 2007. Também se esqueceram dos erros que contribuíram para o rebaixamento do Corinthians em 2007, das ajudas pelo caminho que deram ao Palmeiras e ao Internacional seus respectivos títulos de Libertadores. E de tantas outras coisas mais.
Poucos times no futebol brasileiro, por exemplo, são tão beneficiados quanto o São Paulo. Os jogadores de um dos times que deu origem a esse clube eram carinhosamente chamados pela imprensa da época de “nossos meninos”. Hoje os atletas do São Paulo não são mais chamados assim, mas o clube continua sendo tratado como tal pela maior parte dos veículos de comunicação.
Continuaremos aqui com o CORINTHIANISMO, na base da martelada.
Antes disso, porém, assista às quatro partes deste belíssimo documentário.
É esta cidade, contada por um Corinthiano. Aliás, um Gigantesco Corinthiano.
(Leia este, depois)
ACORDA FIEL!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Tem que ter o couro duro
O bordão acima foi criado pelo Confrade citado no post abaixo.
"CORINTHIANO TEM QUE TER COURO DURO.
QUEM QUER MOLEZA, PODE TORCER PARA OUTRO TIME"
Esse é o mote de sempre, e na base da martelada, será repetido aqui incessantemente.
É HORA DA CIMITARRA.

Então falemos daquele joguinho de ontem. Domingão, sol e cerveja, e os caras entram no ritmo do casados e solteiros, como bem conceitua o Porta-Voz.
O Corinthians, claro, foi o time dos casados ontem; parecia que não jogava bola há mais de ano.
Mas antes, é preciso dizer que o Gordo foi convidado a carimbar seu pé na "calçada da fama" daquele pardieiro mal-afamado. Resta a questão; a tal calçada foi feita naquele lodo do portão dos visitantes? Enfim, a ressacada é de longe o pior estádio do país e ainda assim aquela gentinha tem a cara-de-pau de copiar um projeto Corinthiano. E dali não há famosos, tanto que "convidaram" o Gordo.
Aquele clubinho é a mesma merda, no Sul do país, que o ispót é no Nordeste. Serve para a mesma agenda política de destruição do Futebol. A única "diferença" é que os "aliados" do clubinho do Sul são os porcos, e o dos escrotos do Nordeste, são as putinhas.
Enfim, falemos do jogo.
Quando não se compreende que é hora da Cimitarra, é permitido a um grupo que perdeu a liga, foi àquele pardieiro desfalcado e mais uma vez caiu na arapuca do apito canalha. A omissão dessa diretoria chega a ser preocupante.
O Corinthians jogou durante dez minutos um futebol que foi pouco além da média. Até o canalha inventar um pênalti e seguir invertendo faltas. Empatamos em gol contra, mas na falha da defesa, que jogou um dos três piores jogos do ano (em um momento em que deveria jogar alguma coisa), viramos o intervalo com dois a um. Reversível, se Balbuena não tivesse sido expulso. O segundo tempo foi lastimável, e essa gente deveria ter vergonha na cara.
O molequinho Dodô, por exemplo, entrou na fogueira. Não é possível avaliá-lo. Errou e acertou, mas não amarelou, e isso é bom sinal. E Elias? Exagerando no descaso. E não há mais nada que adiante dizer.
Na Várzea essa rapaziada iria apanhar se jogasse assim. Surra, portanto, é necessária em certas ocasiões. "Ah, mas são profissionais", "ah, mas você é um deliqüente", "ah, mas isso não se faz com um ser humano"... À merda todos os que pensam assim; incoseqüência é deixar fazerem isso. Profissionalismo? Então cadê esse "profissionalismo"? E isso sempre foi feito quando o ser humano não representa, não corresponde, perde a vergonha e faz cagada. Surra!
Pode vir quem for. Se não vier um Cristian, daquele que jogou quase um ano aqui, não adiantará trazer um Riquelme. A zaga depende de um Cristian. O ataque depende de um Cristian. Elias mostrou que sem um Cristian não joga lá muita bola, não.
E, veja, não precisa ser O Cristian, mas um Cristian.
O porra do empresário do Mano não tem nenhum? Então arranja n´outro lugar!
Cadê o "bizinisse" que não entende nada de Futebol, desse delegadozinho?
******
A porcada, que nos roubou descaradamente e despudoradamente no dia 1º, como fazia nas décadas de 30 e 40, agora se vê usada pelo puteiro para livrar a cara daquela corja imunda, por tantos roubos acintosos. É o hitler enrabando o muçolini, como já dizíamos. Parabéns ao droopy do chiqueiro. Vejam a manchete do "jornal" estrago, de sexta-feira, que está dizendo que o puteiro "está de olho na arbitragem". E o que aconteceu no sábado? Mais um golzinho ilegal, validado por encomenda.
Em meio a tanta polêmica, quem a abutraiada vai entrevistar? Sim, o falsificador de fax. A borboleta agora deu pra "defensora da arbitragem". É que essa entidade deu ao puteiro muitos títulos nos últimos anos...
Daí hoje me sai o painel de puteiro com as seguintes notinhas:
O lado bom disso é que o puteiro não poderá fazer "promoção" ou venda casada (CADÊ O PROCON???) irregular a fim de colocar pouco mais de meia dúzia no privadão, o que poderá acelerar o quinto processo de falência (mas não se preocupe; será salvo pelo poder público corrompido, como sempre foi).
E como hoje o arrudinha cu do piru tá que tá, emplacando tudo o que a assessoria do puteiro mandou - ou seja, o patrão ordenou - segue, apenas para registro, a comprovação enviesada de tudo o que estamos dizendo aqui.
Note o tom zombeteiro, galhofeiro, de quem acha que já ganhou a parada, ainda que nos bastidores e fora do campo, muito mais que em campo (afinal, Futebol é uma caixinha de surpresas).
O puteiro vai conseguir se desfazer da conquista para se livrar dos "pecados recentes". Vai dizer que há "complô" da sua arbitragem de estimação para fazer o urubu ganhar; o urubu vai ganhar e terá seu título "manchado" pelos juquinhas e pela assessoria do puteiro - a própria imprensa. Venderão a idéia de que o puteiro foi prejudicado pelo sistema - quando é o principal agente e beneficiário.
Desculpe desmascará-la, madame. Mas suas meretrizes, a juju, a dona da abutraiada, e algumas mais, sabem o quanto é preciso. A canalhice do puteiro não tem limite.
Aliás, se o roberto lixeira, da çebêéfe, perde a causa para um juquinha em um tribunal federal que é tão, digamos, do jeito que é, apenas mostra o quanto esse ser execrável é "valioso" para o puteiro. Ali há uma espécie de "chave" para a questão toda.
Por falar nessa abutraiada, este fim de semana me peguei ouvindo rádio.
Foi aniversário do milésimo gol do Pelé, o atleta perfeito. E babaram ovo para uma suposta década de sessenta apoteótica para o Futebol. Antes dela, pareceu para o ET que nunca ouviu nada sobre Futebol, parecia que o Futebol foi algo rudimentar, despreparado, quase sem brilho nenhum.
Enfim, isso tudo, quando vem da rádio em questão, e é a rádio do Paulo Machado, só vem como tentativa de apagar o que foi o Futebol amador, o Futebol de 20, 30, 40, 50...
E, principalmente, o Timão (ou os Timões) de 48 a 56. Muita gente marcante passou pelo Coringão nessa época de ouro do Futebol. E o Coringão fez História internacionalmente.
Conservava a sua veia Varzeana, o que deixava a corja imunda em faniquitos. Pois já era dono de seu espaço, conquistado com Luta, entre os clubes "oficiais".
A História não havia mudado; o Corinthians havia apenas conquistado, já, o espaço que é seu por direito.
Mas Pelé representa muito mais que um branco a própria classe média usurpada. E foi jogar em um clube que não fede nem cheira, que às vezes é chato, mas que segue sendo freguês do Corinthians, e nem isso lhe é privilégio. O pequenino clube se fez em cima desse jogador.
Que representa toda a "modernidade" que a "lei", que lhe roubou o nome e a reputação, escreve.
Por essa "lei" a abutraiada perverte a toda hora a memória do atleta perfeito; por isso a "lei" lhe roubou a reputação, entende?
E junte essa "lei" ao "futebol mágico" do Rei Pelé, e crie-se a "época mágica", coroada com o Tri de 1970. Pronto. Tens assassinada a veia Varzeana do imaginário popular. Assim se matou a Várzea. Golpe rasteiro, calculado, uma mentira contada milhões de vezes e que se tornou verdade.
Assim, um "encrenqueiro" como o Pequeno Polegar é facilmente tirado das Copas; assim se justifica terem tirado o maior craque da década de 50 da SeleçãocariocaBrasileira. Ele que jogou no maior Timão da década, propositadamente "esquecida" justamente por isso; foi Corinthiana.
Craque não é qualquer jogador, como chamam os incautos aos desavisados da "modernidade" de hoje em dia. Até por isso o Corinthians deve - e é o único lcube no mundo com condições para isto - instituir a obrigação do jogador e do torcedor conhecer a História do Corinthians. Fazer saber o que é Corinthianismo, ou ao menos saber por onde começar a divagar, é o primeiro passo da RESISTÊNCIA.
Aliás, foi este o "grande golpe" do wadihelu, a serviço do poder público corrompido; a prova está escancarada abaixo, em página do livro sobre o Corinthians de 1970.

O inominável, e ainda conselheiro, tornou o Corinthianismo algo não praticável dentro de casa. Abriu as portas aos inimigos, ao "vírus da modernidade" e possibilitou algo impensável até então; o anticorintianismo dentro do Corinthians.
A necessidade do poder público corrompido de apagar todo o Passado Glorioso do Corinthians é o outro lado da moeda de roubar campeonato atrás de campeonato, e assim vender o puteiro como algo oportunistamente "vencedor", quando não há qualquer Luta em torno destas falsas conquistas.
Neste ano de Centenário isso estará latente.
ACORDA FIEL!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!
"CORINTHIANO TEM QUE TER COURO DURO.
QUEM QUER MOLEZA, PODE TORCER PARA OUTRO TIME"
Esse é o mote de sempre, e na base da martelada, será repetido aqui incessantemente.
É HORA DA CIMITARRA.

Então falemos daquele joguinho de ontem. Domingão, sol e cerveja, e os caras entram no ritmo do casados e solteiros, como bem conceitua o Porta-Voz.
O Corinthians, claro, foi o time dos casados ontem; parecia que não jogava bola há mais de ano.
Mas antes, é preciso dizer que o Gordo foi convidado a carimbar seu pé na "calçada da fama" daquele pardieiro mal-afamado. Resta a questão; a tal calçada foi feita naquele lodo do portão dos visitantes? Enfim, a ressacada é de longe o pior estádio do país e ainda assim aquela gentinha tem a cara-de-pau de copiar um projeto Corinthiano. E dali não há famosos, tanto que "convidaram" o Gordo.
Aquele clubinho é a mesma merda, no Sul do país, que o ispót é no Nordeste. Serve para a mesma agenda política de destruição do Futebol. A única "diferença" é que os "aliados" do clubinho do Sul são os porcos, e o dos escrotos do Nordeste, são as putinhas.
Enfim, falemos do jogo.
Quando não se compreende que é hora da Cimitarra, é permitido a um grupo que perdeu a liga, foi àquele pardieiro desfalcado e mais uma vez caiu na arapuca do apito canalha. A omissão dessa diretoria chega a ser preocupante.
O Corinthians jogou durante dez minutos um futebol que foi pouco além da média. Até o canalha inventar um pênalti e seguir invertendo faltas. Empatamos em gol contra, mas na falha da defesa, que jogou um dos três piores jogos do ano (em um momento em que deveria jogar alguma coisa), viramos o intervalo com dois a um. Reversível, se Balbuena não tivesse sido expulso. O segundo tempo foi lastimável, e essa gente deveria ter vergonha na cara.
O molequinho Dodô, por exemplo, entrou na fogueira. Não é possível avaliá-lo. Errou e acertou, mas não amarelou, e isso é bom sinal. E Elias? Exagerando no descaso. E não há mais nada que adiante dizer.
Na Várzea essa rapaziada iria apanhar se jogasse assim. Surra, portanto, é necessária em certas ocasiões. "Ah, mas são profissionais", "ah, mas você é um deliqüente", "ah, mas isso não se faz com um ser humano"... À merda todos os que pensam assim; incoseqüência é deixar fazerem isso. Profissionalismo? Então cadê esse "profissionalismo"? E isso sempre foi feito quando o ser humano não representa, não corresponde, perde a vergonha e faz cagada. Surra!
Pode vir quem for. Se não vier um Cristian, daquele que jogou quase um ano aqui, não adiantará trazer um Riquelme. A zaga depende de um Cristian. O ataque depende de um Cristian. Elias mostrou que sem um Cristian não joga lá muita bola, não.
E, veja, não precisa ser O Cristian, mas um Cristian.
O porra do empresário do Mano não tem nenhum? Então arranja n´outro lugar!
Cadê o "bizinisse" que não entende nada de Futebol, desse delegadozinho?
******
A porcada, que nos roubou descaradamente e despudoradamente no dia 1º, como fazia nas décadas de 30 e 40, agora se vê usada pelo puteiro para livrar a cara daquela corja imunda, por tantos roubos acintosos. É o hitler enrabando o muçolini, como já dizíamos. Parabéns ao droopy do chiqueiro. Vejam a manchete do "jornal" estrago, de sexta-feira, que está dizendo que o puteiro "está de olho na arbitragem". E o que aconteceu no sábado? Mais um golzinho ilegal, validado por encomenda.
Em meio a tanta polêmica, quem a abutraiada vai entrevistar? Sim, o falsificador de fax. A borboleta agora deu pra "defensora da arbitragem". É que essa entidade deu ao puteiro muitos títulos nos últimos anos...
Daí hoje me sai o painel de puteiro com as seguintes notinhas:
Visão periféricaA federação quer "punir" o canalha vesgo. A mesma vesguíssima federação que instituiu o assassinato do Futebol, ao decretar o piso do valor do ingresso no Paulistão de 2010 em TRINTA REAIS. Está, agora, oficializado. De TRINTA A SESSENTA reais são os "ingressos populares". Sim, como essa denominação. "Populares".
A Federação Paulista de Futebol firmou parceria com o Cema, hospital especializado em oftalmologia, para realizar estudos sobre a arbitragem. O presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, se reuniu com médicos para estabelecer o planejamento de exames e testes a que serão submetidos os juízes filiados à FPF. Na avaliação de Del Nero, irregularidades na visão, principalmente nos auxiliares, provocam a queda na qualidade das marcação deles. Juiz que apresentar problemas ficará de molho no Paulista-2010.
Para frente. Del Nero afirma que, se houver êxito com a parceria na FPF, ele poderá sugerir que a Comissão de Arbitragem da CBF faça o mesmo. "Mas só se tivermos resultados concretos."
Normal. "Vendo sob o aspecto geral, faz parte do ser humano errar", diz Del Nero sobre os seguidos erros de arbitragem neste Brasileiro. "Mas as federações têm que preparar melhor os árbitros."
O lado bom disso é que o puteiro não poderá fazer "promoção" ou venda casada (CADÊ O PROCON???) irregular a fim de colocar pouco mais de meia dúzia no privadão, o que poderá acelerar o quinto processo de falência (mas não se preocupe; será salvo pelo poder público corrompido, como sempre foi).
E como hoje o arrudinha cu do piru tá que tá, emplacando tudo o que a assessoria do puteiro mandou - ou seja, o patrão ordenou - segue, apenas para registro, a comprovação enviesada de tudo o que estamos dizendo aqui.
Note o tom zombeteiro, galhofeiro, de quem acha que já ganhou a parada, ainda que nos bastidores e fora do campo, muito mais que em campo (afinal, Futebol é uma caixinha de surpresas).
Acostumado. Comentário de confiante cartola do puteiro: o STJD tomou gosto em tirar o mando do time na última rodada do Brasileiro porque gosta que este conquiste o título em campo neutro. Em 2008 foi assim, no DF.Mas este Mosqueteiro traça agora um prognóstico para essa reta final de campeonato modorrento.
Posição. O Corinthians tem apoiado o palmeirense Luiz Gonzaga Belluzzo e torce contra o puteiro. Classifica o primeiro como adversário e o segundo, como inimigo.
O puteiro vai conseguir se desfazer da conquista para se livrar dos "pecados recentes". Vai dizer que há "complô" da sua arbitragem de estimação para fazer o urubu ganhar; o urubu vai ganhar e terá seu título "manchado" pelos juquinhas e pela assessoria do puteiro - a própria imprensa. Venderão a idéia de que o puteiro foi prejudicado pelo sistema - quando é o principal agente e beneficiário.
Desculpe desmascará-la, madame. Mas suas meretrizes, a juju, a dona da abutraiada, e algumas mais, sabem o quanto é preciso. A canalhice do puteiro não tem limite.
Aliás, se o roberto lixeira, da çebêéfe, perde a causa para um juquinha em um tribunal federal que é tão, digamos, do jeito que é, apenas mostra o quanto esse ser execrável é "valioso" para o puteiro. Ali há uma espécie de "chave" para a questão toda.
Por falar nessa abutraiada, este fim de semana me peguei ouvindo rádio.
Foi aniversário do milésimo gol do Pelé, o atleta perfeito. E babaram ovo para uma suposta década de sessenta apoteótica para o Futebol. Antes dela, pareceu para o ET que nunca ouviu nada sobre Futebol, parecia que o Futebol foi algo rudimentar, despreparado, quase sem brilho nenhum.
Enfim, isso tudo, quando vem da rádio em questão, e é a rádio do Paulo Machado, só vem como tentativa de apagar o que foi o Futebol amador, o Futebol de 20, 30, 40, 50...
E, principalmente, o Timão (ou os Timões) de 48 a 56. Muita gente marcante passou pelo Coringão nessa época de ouro do Futebol. E o Coringão fez História internacionalmente.
Conservava a sua veia Varzeana, o que deixava a corja imunda em faniquitos. Pois já era dono de seu espaço, conquistado com Luta, entre os clubes "oficiais".
A História não havia mudado; o Corinthians havia apenas conquistado, já, o espaço que é seu por direito.
Mas Pelé representa muito mais que um branco a própria classe média usurpada. E foi jogar em um clube que não fede nem cheira, que às vezes é chato, mas que segue sendo freguês do Corinthians, e nem isso lhe é privilégio. O pequenino clube se fez em cima desse jogador.
Que representa toda a "modernidade" que a "lei", que lhe roubou o nome e a reputação, escreve.
Por essa "lei" a abutraiada perverte a toda hora a memória do atleta perfeito; por isso a "lei" lhe roubou a reputação, entende?
E junte essa "lei" ao "futebol mágico" do Rei Pelé, e crie-se a "época mágica", coroada com o Tri de 1970. Pronto. Tens assassinada a veia Varzeana do imaginário popular. Assim se matou a Várzea. Golpe rasteiro, calculado, uma mentira contada milhões de vezes e que se tornou verdade.
Assim, um "encrenqueiro" como o Pequeno Polegar é facilmente tirado das Copas; assim se justifica terem tirado o maior craque da década de 50 da Seleção
Craque não é qualquer jogador, como chamam os incautos aos desavisados da "modernidade" de hoje em dia. Até por isso o Corinthians deve - e é o único lcube no mundo com condições para isto - instituir a obrigação do jogador e do torcedor conhecer a História do Corinthians. Fazer saber o que é Corinthianismo, ou ao menos saber por onde começar a divagar, é o primeiro passo da RESISTÊNCIA.
Aliás, foi este o "grande golpe" do wadihelu, a serviço do poder público corrompido; a prova está escancarada abaixo, em página do livro sobre o Corinthians de 1970.

O inominável, e ainda conselheiro, tornou o Corinthianismo algo não praticável dentro de casa. Abriu as portas aos inimigos, ao "vírus da modernidade" e possibilitou algo impensável até então; o anticorintianismo dentro do Corinthians.
A necessidade do poder público corrompido de apagar todo o Passado Glorioso do Corinthians é o outro lado da moeda de roubar campeonato atrás de campeonato, e assim vender o puteiro como algo oportunistamente "vencedor", quando não há qualquer Luta em torno destas falsas conquistas.
Neste ano de Centenário isso estará latente.
ACORDA FIEL!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!
sábado, 14 de novembro de 2009
Corinthianismo a golpes de martelo
Resolvi reproduzir, segundo uma edição, trechos de uma conversa. Quero aqui neste post colocar certos conceitos em suas devidas direções e forças. Note que não importará o time para o qual torce o interlocutor com quem tratava, e por consequência lógica sequer importará sua identidade.
A discussão é tratada nestes termos quando o Corinthianismo se defronta com sua antítese, a anticorintiania.
Aqui argumentarei acerca das razões às quais rendemos incondicional, cego e impoluto Amor ao Corinthians.
Conceituamos Corinthianismo aqui, antes de mais nada.
Usarei como base de toda argumentação um texto de autoria de um Confrade, Corinthianíssimo, que exprime essencialmente o cerne do assunto sobre o qual pretendo discorrer.
É a base do erro da modernidade, um bicho de sete cabeças inexplicável, incoerente, e que traz à tona, nesta discussão especificamente, por exemplo, comentários tergiversantes.
Não questionam se o ínfimo tem direito legal, moral ou ético por pedir à empresa a qual Seo Croce trabalha para que o demita, senão ele vai achar que ela não se preocupa com o fato dele divulgar o endereço de um canalha do apito.
Ou ainda, que o "tema principal" da seção de comentários ali esteja em torno da suposta homofobia. É que Seo Croce ataca o puteiro, desagrada o poder público corrompido, então surgem, do esgoto da "livre expressão", essa gentalha.
São os pesos e medidas da escrotidão do "politicamente correto", a ditadura de uma opinião "moderna" que inverte parâmetros; Amor Incondicional é pouco rentável, é bobagem e perda de tempo de quem é atrasado. Pois a "economia" mudou, a "modernidade" trouxe um mundo ao qual "precisamos acompanhar". Nos "enquadrar". Amor "te tira" a "urgência" em ganhar dinheiro. No Futebol, te tira a "urgência" da Vitória.
Ah, Vitória... Não há mais Fé em sua busca. Não há mais Alegria. Não há mais Amor.
E as lesmas nunca se dão conta disse. Lesma só se importa com o que acontece à sua volta.
Olhar o Passado, ver sua própria Bandeira que é uma Lição, se torna algo "vago demais" para quem não alia o Coração ao Espírito. Nenhuma coletividade na História do Futebol tem uma História tão Bela, tão completa, tão Fundamental para todas as Histórias que aconteceram após seu próprio acontecimento. O Corinthians é o Clube do Povo, onde o "sofrimento" é saudado e chorado não por prazer, mas religiosamente como uma Lição. O relato de um Raimundo de Magalhães não nos permite tomar atitude na direção dessa "modernidade". Não se tivermos ALMA.
O raciocínio vai além, e chega, inevitavelmente ao cerne da questão Futebolística não só de hoje em dia, como da História do Futebol.
Há quem "defenda" o puteiro quando se refere à própria modernidade, e chegam ao cúmulo, por exemplo, de dizer que o "antepassado" do puteiro é o Paulistano, que "não quis" seguir no amadorismo. O que é balela, pois quem impediu o Paulistano de falir foram as madames do chá-das-cinco, que mandam naquilo até hoje. A turminha oportunista, cheia de rancor para com o Povo, não suportava estar sendo humilhada pelos Clubes populares. Isso quando o Corinthians tinha apenas uma década de existência. Hoje já está com quase um século.
O mesmo Confrade diz; "Ser Corinthiano é ter que conviver com uma inveja perpétua de quem não se conforma de ver um time que nasceu sem dinheiro, sem campo e sem teto, na época em que futebol era para as elites, se transformar no glorioso SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA".
A "modernidade" caiu como uma luva para a turminha que "puxou o carro-chefe do profissionalismo". Articulado o puteiro pelo poder público corrompido, o puteiro tem como honra de seu "misticismo" (tem babaca que nos olha falando sobre MÍSTICA CORINTHIANA e sai por aí arrotando bobagens sobre a seita satânica do pentagrama de cabeça para baixo), assaltou os cofres públicos, enganou a parte alienada que via na "adequação ao novo" a saída para quando não entendiam que o Povo cria seu próprio destino. Se alinharam à comodidade da alienação não por serem apenas oportunistas.
Essa comodidade de alienação, todos sabemos, não se restringe ao puteiro. Se espalha por todo o mundo, e no Futebol encontra um "jeito de ser" que é antifutebolístico, por não enxergar o Futebol, e sim a quinquilharia.
Na primeira década do século XX, a grande "disputa" no Futebol das elites foi por conta da Taça Penteado. Que foi parar no fundo do rio e ninguém mais a viu. Dizem que ressurgiu nas doações para a Revolução Constitucionalista de 32. O que em si já se vê que é tendencioso. Todas as lorotas que o poder público conta através de seu puteiro ou da assessoria desse puteiro têm este viés vago do comodismo da alienação.
Quer um exemplo? Busque pelo estilista alemão da década de XXX, o que "criou" símbolo e camisola da putaiada. Achará o mesmo texto copiado e colado, em todas as referências que a busca trouxer. E por aí vai.
Ou seja, se o puteiro pode comemorar alguma coisa, de verdade, é que conseguiu ser o "carro-chefe da alienação".
Pois é o maior colecionador de quinquilharias, coisa que essa "modernidade" preza - e se esquece da ALMA.
O Confrade categoriza isto em uma frase.
Isso tudo, repito, em todas as Torcidas e Clubes.
E como aqui só nos interessa o CORINTHIANISMO, temos de identificar o inimigo interno.
O CORINTHIANS não será maior com uma conquista, ou menor sem ela, pois qualquer dessas possibilidades são impossíveis para o GIGANTE.
Quando vêm a abutraiada, e o Corinthiano contaminado pelo discurso da abutraiada, ou a anticorintianada de merda dizerem que no Ano do Centenário haverá um clima de "urgência", temos que martelar o CORINTHIANISMO.
Urgência em ganhar título é coisa de colecionador de quinquilharias.
Para jogar bola o CORINTHIANS precisa de gente que entenda o que é CORINTHIANS. É isso que sempre fez o CORINTHIANS.
É escapista quem faz o jogo do poder público corrompido, da abutraiada e do puteiro.
O que a "ilusão" da RESISTÊNCIA quer é apenas a Simulação de Guerra que é o Futebol sendo como sempre foi. O Clube do Povo fez do clubinho "profissional" do poder público corrompido, da abutraiada e da gente oportunista e sem alma, seu freguês preferencial.
É dever martelar, como o próprio CORINTHIANISMO aqui é martelado, que o fato da fregaysada "colecionar" tantas quinquilharias, nos credencia a tudo o que ela pretende "negar" a nós. É nosso os recordes em seu estádio usurpado do Povo Paulista pelo poder público corrompido, o privadão. A corja tão colecionadora de quinquilharias, quando vê o Clube do Povo, TREME.
A madame do puteiro é freguesa histórica, e o Clube do Povo a derrotou na História do Futebol, em campo. Mesmo que ela finja que a surra não foi com ela, e através de sua abutraiada, que funciona como assessoria de imprensa para o puteiro, consiga perverter a opinião pública com seus factóides.
Nunca teve e nunca terá direito a existir, esse puteiro, posto que seu propósito de existência é político - pois o Futebol é público e por consequência é político. E o puteiro é contra o Povo.
Seu propósito de vida é exterminar o Clube do Povo, como já provou ser inúmeras vezes na história.
E madame se usufruiu da própria canalhice da "modernidade", se escondeu em seu "poder" corrompido. E se combatemos a "modernidade", combatemos tudo o que está sustentando o puteiro. Há de se ter consciência de que o puteiro é apenas como o ostra-juquinha do poder público corrompido, que articula essa "cultura de modernidade". Assim como o nuncaçabe é o ostra-juquinha do vampiro governador.
Corinthianismo a marteladas; "ter mais quinquilharias" é IRRISÓRIO frente à GRANDEZA HISTÓRICA do CORINTHIANS.
Quinquilharias não só não farão maior ou menor o CORINTHIANS, como não irão fazer ninguém "mais" ou "menos" Corinthiano.
Luta é coisa mais que necessária. Não é "ilusão", e nisso não há qualquer "divagação nostálgica", muito pelo contrário.
Do Mestre Diaféria;
O mesmo vale ao Torcedor.
Achar "vital" a simples conquista é, por indução lógica, estar desprezando a Grandeza Histórica do Corinthians, coisa inadmissível.
É isso que o poder público corrompido e a abutraiada sempre quiseram, desde 1913, naquela tarde no campo do Velódromo, quando vencemos por 1 a 0 um tal de Minas Gerais e fomos DIPLOMADOS no "Futebol Oficial", por méritos próprios.
E anticorintianada existe desde que o Povo alçou o Futebol "oficial", desde que o CORINTHIANS reconquistou, para o Povo e para seu Povo, o Futebol, jogando Futebol de verdade.
Nada "urge", portanto. No Corinthians nada é "pra já", posto que o CORINTHIANS já está aqui.
E se Fidelidade, Tradição, são coisas "arqueológicas", "jurássicas", e é muito mais fácil colecionar quinquilharias que compreender o que é CORINTHIANS, então faço questão de jogar gasolina nesta fogueira, e lhe digo, caro leitor; abrace essa "modernidade" vazia, sem alma e sem amor...
É esse o "futuro", não é mesmo? "Acompanhe" a "modernidade".
Mas já questiononaste que palhaçada de "modernidade" é essa?
"Cobra seu preço" como torcedor, como conumidor cheio de direitos, se esforce por acabar com esse Torcedor que Ama Incondicionalmente.
Enquanto isso muitos amarão incondicionalmente sem se importar com essa "modernidade", pois sabemos o que ela é. Mesmo que isso, aos olhos dos "modernetes" passe a ser de "religião atrasada". "Moderna" é a religião do consumismo...
Finalizemos com mais um texto do Confrade, que encerra todo o conceito de CORINTHIANISMO martelado aqui;
A discussão é tratada nestes termos quando o Corinthianismo se defronta com sua antítese, a anticorintiania.
Aqui argumentarei acerca das razões às quais rendemos incondicional, cego e impoluto Amor ao Corinthians.
Conceituamos Corinthianismo aqui, antes de mais nada.
Usarei como base de toda argumentação um texto de autoria de um Confrade, Corinthianíssimo, que exprime essencialmente o cerne do assunto sobre o qual pretendo discorrer.
É a base do erro da modernidade, um bicho de sete cabeças inexplicável, incoerente, e que traz à tona, nesta discussão especificamente, por exemplo, comentários tergiversantes.
Não questionam se o ínfimo tem direito legal, moral ou ético por pedir à empresa a qual Seo Croce trabalha para que o demita, senão ele vai achar que ela não se preocupa com o fato dele divulgar o endereço de um canalha do apito.
Ou ainda, que o "tema principal" da seção de comentários ali esteja em torno da suposta homofobia. É que Seo Croce ataca o puteiro, desagrada o poder público corrompido, então surgem, do esgoto da "livre expressão", essa gentalha.
São os pesos e medidas da escrotidão do "politicamente correto", a ditadura de uma opinião "moderna" que inverte parâmetros; Amor Incondicional é pouco rentável, é bobagem e perda de tempo de quem é atrasado. Pois a "economia" mudou, a "modernidade" trouxe um mundo ao qual "precisamos acompanhar". Nos "enquadrar". Amor "te tira" a "urgência" em ganhar dinheiro. No Futebol, te tira a "urgência" da Vitória.
Ah, Vitória... Não há mais Fé em sua busca. Não há mais Alegria. Não há mais Amor.
E as lesmas nunca se dão conta disse. Lesma só se importa com o que acontece à sua volta.
Olhar o Passado, ver sua própria Bandeira que é uma Lição, se torna algo "vago demais" para quem não alia o Coração ao Espírito. Nenhuma coletividade na História do Futebol tem uma História tão Bela, tão completa, tão Fundamental para todas as Histórias que aconteceram após seu próprio acontecimento. O Corinthians é o Clube do Povo, onde o "sofrimento" é saudado e chorado não por prazer, mas religiosamente como uma Lição. O relato de um Raimundo de Magalhães não nos permite tomar atitude na direção dessa "modernidade". Não se tivermos ALMA.
"O CORINTHIANS foi o clube que me acolheu, na juventude, oferencendo-me o que eu, como homem pobre, não podia ter: a sua sede grandiosa"Com tudo isto, vamos ao texto essência do Confrade;
Reflexo da mentalidade do nosso tempo: ter é mais importante do que o ser.A materialidade é mais importante que a própria Alma, nesta tal de "modernidade".
Material mais importante do que o espírito. Comodidade; horror ao sofrimento. O importante é se dar bem (materialmente). É melhor ter um filho mimado e cheio de presentes, com tanto que eu tenha o melhor carro e TV de Plasma, do que ter uma família numerosa, unida e pobre (materialmente).
O raciocínio vai além, e chega, inevitavelmente ao cerne da questão Futebolística não só de hoje em dia, como da História do Futebol.
Há quem "defenda" o puteiro quando se refere à própria modernidade, e chegam ao cúmulo, por exemplo, de dizer que o "antepassado" do puteiro é o Paulistano, que "não quis" seguir no amadorismo. O que é balela, pois quem impediu o Paulistano de falir foram as madames do chá-das-cinco, que mandam naquilo até hoje. A turminha oportunista, cheia de rancor para com o Povo, não suportava estar sendo humilhada pelos Clubes populares. Isso quando o Corinthians tinha apenas uma década de existência. Hoje já está com quase um século.
O mesmo Confrade diz; "Ser Corinthiano é ter que conviver com uma inveja perpétua de quem não se conforma de ver um time que nasceu sem dinheiro, sem campo e sem teto, na época em que futebol era para as elites, se transformar no glorioso SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA".
A "modernidade" caiu como uma luva para a turminha que "puxou o carro-chefe do profissionalismo". Articulado o puteiro pelo poder público corrompido, o puteiro tem como honra de seu "misticismo" (tem babaca que nos olha falando sobre MÍSTICA CORINTHIANA e sai por aí arrotando bobagens sobre a seita satânica do pentagrama de cabeça para baixo), assaltou os cofres públicos, enganou a parte alienada que via na "adequação ao novo" a saída para quando não entendiam que o Povo cria seu próprio destino. Se alinharam à comodidade da alienação não por serem apenas oportunistas.
Essa comodidade de alienação, todos sabemos, não se restringe ao puteiro. Se espalha por todo o mundo, e no Futebol encontra um "jeito de ser" que é antifutebolístico, por não enxergar o Futebol, e sim a quinquilharia.
Na primeira década do século XX, a grande "disputa" no Futebol das elites foi por conta da Taça Penteado. Que foi parar no fundo do rio e ninguém mais a viu. Dizem que ressurgiu nas doações para a Revolução Constitucionalista de 32. O que em si já se vê que é tendencioso. Todas as lorotas que o poder público conta através de seu puteiro ou da assessoria desse puteiro têm este viés vago do comodismo da alienação.
Quer um exemplo? Busque pelo estilista alemão da década de XXX, o que "criou" símbolo e camisola da putaiada. Achará o mesmo texto copiado e colado, em todas as referências que a busca trouxer. E por aí vai.
Ou seja, se o puteiro pode comemorar alguma coisa, de verdade, é que conseguiu ser o "carro-chefe da alienação".
Pois é o maior colecionador de quinquilharias, coisa que essa "modernidade" preza - e se esquece da ALMA.
O Confrade categoriza isto em uma frase.
A mentalidade da sociedade hedonista, consumista e egoísta, é terreno fértil para o crescimento dos bambisEntão o que identificamos no Futebol "moderno", aqui e em outros blogues, e não apenas blogues Corinthianos, é uma alienação aos moldes do puteiro, por conta dessa mentalidade dita acima. De uma sociedade corrompida pela inversão dos valores humanos reais, do Espírito humano que é muito maior que a mediocrização do "politicamente correto", que não passa de hipocrisia, quando se tem dívidas, se é mantido por alguém que te usa, e como puta possui várias identidades ou números de CPFs. Ou para sustentar discurso político que "valoriza" o "ganho" do sujeito, mesmo que para isso ele dependa de uma bandidagem disfarçada. É o "espírito do tempo", Zeitgeist.
Isso tudo, repito, em todas as Torcidas e Clubes.
E como aqui só nos interessa o CORINTHIANISMO, temos de identificar o inimigo interno.
O CORINTHIANS não será maior com uma conquista, ou menor sem ela, pois qualquer dessas possibilidades são impossíveis para o GIGANTE.
Quando vêm a abutraiada, e o Corinthiano contaminado pelo discurso da abutraiada, ou a anticorintianada de merda dizerem que no Ano do Centenário haverá um clima de "urgência", temos que martelar o CORINTHIANISMO.
Urgência em ganhar título é coisa de colecionador de quinquilharias.
Para jogar bola o CORINTHIANS precisa de gente que entenda o que é CORINTHIANS. É isso que sempre fez o CORINTHIANS.
É escapista quem faz o jogo do poder público corrompido, da abutraiada e do puteiro.
O que a "ilusão" da RESISTÊNCIA quer é apenas a Simulação de Guerra que é o Futebol sendo como sempre foi. O Clube do Povo fez do clubinho "profissional" do poder público corrompido, da abutraiada e da gente oportunista e sem alma, seu freguês preferencial.
É dever martelar, como o próprio CORINTHIANISMO aqui é martelado, que o fato da fregaysada "colecionar" tantas quinquilharias, nos credencia a tudo o que ela pretende "negar" a nós. É nosso os recordes em seu estádio usurpado do Povo Paulista pelo poder público corrompido, o privadão. A corja tão colecionadora de quinquilharias, quando vê o Clube do Povo, TREME.
A madame do puteiro é freguesa histórica, e o Clube do Povo a derrotou na História do Futebol, em campo. Mesmo que ela finja que a surra não foi com ela, e através de sua abutraiada, que funciona como assessoria de imprensa para o puteiro, consiga perverter a opinião pública com seus factóides.
Nunca teve e nunca terá direito a existir, esse puteiro, posto que seu propósito de existência é político - pois o Futebol é público e por consequência é político. E o puteiro é contra o Povo.
Seu propósito de vida é exterminar o Clube do Povo, como já provou ser inúmeras vezes na história.
E madame se usufruiu da própria canalhice da "modernidade", se escondeu em seu "poder" corrompido. E se combatemos a "modernidade", combatemos tudo o que está sustentando o puteiro. Há de se ter consciência de que o puteiro é apenas como o ostra-juquinha do poder público corrompido, que articula essa "cultura de modernidade". Assim como o nuncaçabe é o ostra-juquinha do vampiro governador.
Corinthianismo a marteladas; "ter mais quinquilharias" é IRRISÓRIO frente à GRANDEZA HISTÓRICA do CORINTHIANS.
Quinquilharias não só não farão maior ou menor o CORINTHIANS, como não irão fazer ninguém "mais" ou "menos" Corinthiano.
Luta é coisa mais que necessária. Não é "ilusão", e nisso não há qualquer "divagação nostálgica", muito pelo contrário.
Do Mestre Diaféria;
"O Corinthians não conquista vitórias apenas para alimentar sua vaidade ou para fazê-las constar em manuais de história.O jogador, no Corinthians, tem de ENTENDER o significado do CORINTHIANISMO. Se for craque, muito bom, parabéns. Se não, saberá compensar por saber o que é CORINTHIANS. Pois desde sempre, pra estar no CORINTHIANS, é preciso entender o que é isso tudo.
O Corinthians busca o título para dá-lo ao Povo, como prova de carinho, como a corda mi do cavaquinho de Adoniran.
O Corinthians conquista suas Glórias para que o Povo dê sentido à vida, e para que as pessoas simples descubram que a vida vale a pena"
O mesmo vale ao Torcedor.
Achar "vital" a simples conquista é, por indução lógica, estar desprezando a Grandeza Histórica do Corinthians, coisa inadmissível.
É isso que o poder público corrompido e a abutraiada sempre quiseram, desde 1913, naquela tarde no campo do Velódromo, quando vencemos por 1 a 0 um tal de Minas Gerais e fomos DIPLOMADOS no "Futebol Oficial", por méritos próprios.
E anticorintianada existe desde que o Povo alçou o Futebol "oficial", desde que o CORINTHIANS reconquistou, para o Povo e para seu Povo, o Futebol, jogando Futebol de verdade.
Nada "urge", portanto. No Corinthians nada é "pra já", posto que o CORINTHIANS já está aqui.
E se Fidelidade, Tradição, são coisas "arqueológicas", "jurássicas", e é muito mais fácil colecionar quinquilharias que compreender o que é CORINTHIANS, então faço questão de jogar gasolina nesta fogueira, e lhe digo, caro leitor; abrace essa "modernidade" vazia, sem alma e sem amor...
É esse o "futuro", não é mesmo? "Acompanhe" a "modernidade".
Mas já questiononaste que palhaçada de "modernidade" é essa?
"Cobra seu preço" como torcedor, como conumidor cheio de direitos, se esforce por acabar com esse Torcedor que Ama Incondicionalmente.
Enquanto isso muitos amarão incondicionalmente sem se importar com essa "modernidade", pois sabemos o que ela é. Mesmo que isso, aos olhos dos "modernetes" passe a ser de "religião atrasada". "Moderna" é a religião do consumismo...
Finalizemos com mais um texto do Confrade, que encerra todo o conceito de CORINTHIANISMO martelado aqui;
Hoje o “resto” tem dois mantras, repetidos à exaustão: Vocês não tem Lib. e Vocês não tem estádio.
Quando ganharmos a Libertadores e tivermos o maior estádio do mundo, vcs. acham que o resto vai se calar? NÃOOOOO! Sempre tentaram e tentarão nos depreciar. Já tem abutre falando que é importante para o Lula que o Corinthians ganhe a Lib-10, para receber o elenco do clube mais popular do Brasil com a taça, no Planalto!. Ou seja, se ganharmos a Lib. terá sido roubada, como foi em 2005, ao contrário de todos os títulos do SPFC que são todos justos. Ah, além disso, vão falar: “Olha quanta festa por causa de UMA Libertadores, enquanto o Sp tem 3”. Ou “Corinthians levou 100 anos para ganhar uma Lib.” , assim como disseram, em 90, que “após 80 anos, Corinthians ganha o Brasileiro.
O estádio do Corinthians, para eles, terá vários defeitos: localização ruim, projeto bizarro, custo exorbitante, gramado estranho, enfim será um monumento ao mal gosto, um elefante branco; afinal a cidade já tem o bem localizado e moderno Morumbi, esse sim, construído graças ao esforço dos impolutos e beneméritos tricolores.
Ninguém aqui é masoquista de gostar de perder. Queremos ganhar TUDO E SEMPRE (Por isso estou p. com a desistência do Brasileirão deste ano). Mas faço minhas as palavras de quem criou o slogam de um pôster do Corinthians. Vi, numa papelaria há alguns anos: “Campeão ou não, sempre Timão”. De onde surgiu o mais belo apelido já dado a uma torcida em todo o universo, em todos os tempos: FIEL?
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Aquele porco imundo...
O Japonês esmiúça o papo todo aqui. É favor ler, se quiser entender.
Pouco restaria a mim dizer, posto que tudo já foi dito de essencial ali.
Só o que me resta é dizer que o Seo Croce, que é um porco imundo que se limpa com a cuequinha do ragogneti e depois lambe, apesar de ser um porco imundo, é um conterrâneo.
Meu ancestral chamaria o ancestral dele de "Paesan", antes de proferir insultos que só calabrisi compreendem.
Mas quando dois calabrisi encontram um inimigo em comum, é bom que esse inimigo não se exponha tanto quanto esse ínfimo fez a bobagem de cometer.
Conheci esse imundo e asqueroso porco, primeiramente, aqui. Neste blogue. Ele começava o dele. Veio dizer palavras corretas, como calabrisi que é. Contra a escrotidão dessa abutraiada. E quando tentaram-no censurar, na base da covardia oportunista com a qual vemos os mesmos ignóbeis fazerem, arrotando suas imbecilidades no blogue pouquíssimo crível daquela lesma virtual, nós estávamos cá a defendê-lo.
É a luta em comum.
E ele continuou, pois calabrisi só não é mais implacável e incessante que a própria força do vento e do mar em uma rocha.
Enquanto isso, entornávamos litros n´alguma bodega do Cambuci, ou por aí. Coisa de gente humana, sabe como é?
Pergunto pois parece que existe quem não sabe. São essas lesmas sem alma. Que têm seguidorezinhos, que também vêm aqui arrotar. Foram essas merdas pouco humanas que fizeram este blogue moderar comentários. São essas merdas pouco humanas que sustentam a vagabundagem ínfima de um imoral.
Este ignóbil, porém, não entende que ele é só instrumento de uso, escuso, a ser descartado quando perder a falsa serventia.
E quando isto sobrevier, pois fatalmente isto acontecerá, haverá uma legião a lhe ocupar o parco tempo. Mas lesma só entende o que está a lhe acontecer se a coisa acontece. Enquanto isso, Roque e juquinhas ainda usufruem.
E o vídeo que segue é apenas para celebrarmos os ancestrais.
A música fala por si, para quem a entende. As imagens são leves, significativas, expressam o Paese dos ancestrais.
Amanhã voltaremos com a "programação normal".
Pouco restaria a mim dizer, posto que tudo já foi dito de essencial ali.
Só o que me resta é dizer que o Seo Croce, que é um porco imundo que se limpa com a cuequinha do ragogneti e depois lambe, apesar de ser um porco imundo, é um conterrâneo.
Meu ancestral chamaria o ancestral dele de "Paesan", antes de proferir insultos que só calabrisi compreendem.
Mas quando dois calabrisi encontram um inimigo em comum, é bom que esse inimigo não se exponha tanto quanto esse ínfimo fez a bobagem de cometer.
Conheci esse imundo e asqueroso porco, primeiramente, aqui. Neste blogue. Ele começava o dele. Veio dizer palavras corretas, como calabrisi que é. Contra a escrotidão dessa abutraiada. E quando tentaram-no censurar, na base da covardia oportunista com a qual vemos os mesmos ignóbeis fazerem, arrotando suas imbecilidades no blogue pouquíssimo crível daquela lesma virtual, nós estávamos cá a defendê-lo.
É a luta em comum.
E ele continuou, pois calabrisi só não é mais implacável e incessante que a própria força do vento e do mar em uma rocha.
Enquanto isso, entornávamos litros n´alguma bodega do Cambuci, ou por aí. Coisa de gente humana, sabe como é?
Pergunto pois parece que existe quem não sabe. São essas lesmas sem alma. Que têm seguidorezinhos, que também vêm aqui arrotar. Foram essas merdas pouco humanas que fizeram este blogue moderar comentários. São essas merdas pouco humanas que sustentam a vagabundagem ínfima de um imoral.
Este ignóbil, porém, não entende que ele é só instrumento de uso, escuso, a ser descartado quando perder a falsa serventia.
E quando isto sobrevier, pois fatalmente isto acontecerá, haverá uma legião a lhe ocupar o parco tempo. Mas lesma só entende o que está a lhe acontecer se a coisa acontece. Enquanto isso, Roque e juquinhas ainda usufruem.
E o vídeo que segue é apenas para celebrarmos os ancestrais.
A música fala por si, para quem a entende. As imagens são leves, significativas, expressam o Paese dos ancestrais.
Amanhã voltaremos com a "programação normal".
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Décimo Capítulo
Per Aspera Ad Astra – Capítulo X
(Publicado no blogue da Yule)
O Time do Povo
Por Filipe Martins Gonçalves
Após o ano crucial de 1915, o Coringão retoma sua senda de batalhas e sagra-se Campeão Invicto pela Liga Paulista em 1916. Considerando que havia ganhado de todos os clubes em 1915, mesmo tendo sido tolhido de seu direito sagrado à disputa oficial, o Time do Povo deveria ser considerado, nem que fosse por menção honrosa, como sendo o primeiro Tri-Campeão Invicto; não houvessem tolhido o direito do Corinthians, e os manda-chuvas sabiam perfeitamente que isso aconteceria, tanto que colocaram o Time do Povo para escanteio, o Corinthians seria Tri-Campeão Invicto, com todos os méritos. Na prática, vemos que foi.
Mas nos anos seguintes, mudanças sobrevieram ao time e ao Clube.
Jogadores considerados peças-chave, como Fúlvio Benti, o goleiro Sebastião, o meia-esquerda Francisco Police, que estiveram jogando pelo Corinthians desde que saltou da Várzea ao Futebol oficial, por diversos motivos, saíram.
Naqueles tempos, desfalques tão importantes não eram rearrumados de uma hora para outra. E embora o segundo quadro tivesse sido campeão por diversas vezes nesta primeira "fila" até 1922, o Timão principal ainda testava diversas formações até se acertar no ano do Centenário da Independência do Brasil.
O Corinthians era um clube amador, como já dissemos em diversas oportunidades nesta série, e por isso mesmo não mantinha seus jogadores pelo pagamento de bichos, ou por vínculo empregatício de diretores do Clube, ou por qualquer outra forma que não o Amor Incondicional ao Manto Sagrado.
E a única forma de acertar o time era jogando bola, com a formação que se tinha. Isso tudo, no Corinthians, custava suor e muita dedicação. Não havia regalia para ninguém. Pelo contrário, para estar no Corinthians, o sujeito precisava mostrar que não afinava na dividida, e que tinha trato com a bola.
Era necessário sacrifício intenso, em todos os dias, de todo mundo e de cada um.
Assim, se o Corinthians passou um tempo sem "ser campeão", coisa que nunca quis dizer mais do que "ser Corinthians", arrumou a casa para o que viria no futuro.
As arestas das crises de 1915, que ainda reverberavam, tinham de ser resolvidas. Entra Presidente, sai Presidente, os Corinthianos se acostumavam com as crises. E aprendiam, com todo este sacrifício, a usar o veneno das crises como antídoto contra a própria crise. Sem nunca baixar o braço ou a cabeça.
A Sede podia ser uma saleta modesta, nas assembléias a coisa fervia, mas em campo o Coringão deitava e rolava, era um Timão. Vem desta época o apelido que os próprios Corinthianos impuseram ao Clube. Os detratores chamavam-no de "clubinho". Pois a Sede, humilde, não comportava sequer o vulcão da assembléia; mas em campo, meu amigo, é um Timão.
Já em 1916 se percebia que o terreno do Lenheiro, arrendado desde setembro de 1910, e usado sempre para as partidas de Várzea, ou do Futebol "não-oficial", ou então para os treinos de todos os quadros, já não era suficiente.
O Corinthians havia crescido, a cidade havia crescido, a Torcida havia crescido.
Mas não havia "mobilidade financeira" alguma para passo nenhum em qualquer sentido.
E mesmo que o quadro associativo estivesse crescendo a olhos vistos, a maioria dos Corinthianos eram trabalhadores, não havia mecenas nem endinheirados que cometessem loucuras com a própria fortuna. E tampouco os Corinthianos aceitariam que assim fosse. A Sede administrativa peregrinava por salas e salões, da rua dos Protestantes para a rua dos Estudantes, para o Largo da Sé.
Entre os novos associados do começo de 1916, havia um senhor daquelas antigas famílias "quatrocentonas".
Alcântara Machado é hoje lembrado por quem atravessa o Brás, a Mooca e chega ao Tatuapé. Muito mais por uma placa indicando o nome da avenida que pela valorosa ajuda que prestou ao Clube de seu coração.
Foi José de Alcântara Machado quem conseguiu fechar contrato com a municipalidade, onde o Corinthians arrendaria um terreno na região conhecida como Floresta.
Engana-se quem pensa "ah, pronto, estamos feitos", como aconteceu a outros clubes, em ocasiões escusas, ao contrário desta nossa, aqui.
Pois o Corinthians fechou contrato de arrendamento às claras, com uma carga de deveres gigantesca, e os Corinthianos tiveram que trabalhar, braçalmente, varando as madrugadas, em mutirões que pareciam não terminar nunca.
Para honrar o contrato firmado, o Sport Club Corinthians Paulista fez das tripas coração.
Nem um centavo foi "adquirido" do poder público. Muitíssimo pelo contrário.
Em 27 de julho de 1916, segundo documento público, lavrado e escriturado, travava-se entre o Corinthians e a Prefeitura o arrendamento de um terreno situado à Rua Itaporanga, na Ponte Grande. O Presidente, João Baptista, firmava o contrato de cinco anos, para fins esportivos, dos treze mil e quinhentos e seis metros quadrados, ao preço de cento e dez mil réis mensais. Caso em três meses consecutivos se desse falta deste pagamento, a prefeitura teria, por este contrato, o direito de reaver o terreno, não importando as benfeitorias que ali tivessem sido empregadas, nem a que custo tivessem sido concretizadas.
Era um contrato de altíssimo risco, e era o que o Poder Público dispunha para o Clube do Povo. Até porque havia a cláusula marota, a 5ª, que dizia "Se findo o prazo deste contracto, ou antes, a Municipalidade precisar do terreno para a formação do parque ahi autorizado, o S.C. Corinthians Paulista obriga-se a desoccupal-o dentro do prazo de dois mezes"...
Além disso, toda a construção, e frise-se, os aterros necessários, teriam que ser feitas por conta do Clube.
Quando João Baptista, na Assembléia subseqüente à assinatura deste temeroso contrato, o lê para que todo Corinthiano tomasse conhecimento, o sentimento de alegria, por se ter conseguido grande passo em direção ao futuro, se mesclou com o sentimento de agonia. Muito trabalho teriam os Corinthianos, como se verá, até o dia da inauguração, em 17 de março de 1917.
Vale fazer notar que o terreno ficava ao lado do terreno da A.A.Palmeiras, adversário elitista que participara do passa-moleque de 1915.
A História continua...
(Publicado no blogue da Yule)
O Time do Povo
Por Filipe Martins Gonçalves
Após o ano crucial de 1915, o Coringão retoma sua senda de batalhas e sagra-se Campeão Invicto pela Liga Paulista em 1916. Considerando que havia ganhado de todos os clubes em 1915, mesmo tendo sido tolhido de seu direito sagrado à disputa oficial, o Time do Povo deveria ser considerado, nem que fosse por menção honrosa, como sendo o primeiro Tri-Campeão Invicto; não houvessem tolhido o direito do Corinthians, e os manda-chuvas sabiam perfeitamente que isso aconteceria, tanto que colocaram o Time do Povo para escanteio, o Corinthians seria Tri-Campeão Invicto, com todos os méritos. Na prática, vemos que foi.
Mas nos anos seguintes, mudanças sobrevieram ao time e ao Clube.
Jogadores considerados peças-chave, como Fúlvio Benti, o goleiro Sebastião, o meia-esquerda Francisco Police, que estiveram jogando pelo Corinthians desde que saltou da Várzea ao Futebol oficial, por diversos motivos, saíram.
Naqueles tempos, desfalques tão importantes não eram rearrumados de uma hora para outra. E embora o segundo quadro tivesse sido campeão por diversas vezes nesta primeira "fila" até 1922, o Timão principal ainda testava diversas formações até se acertar no ano do Centenário da Independência do Brasil.
O Corinthians era um clube amador, como já dissemos em diversas oportunidades nesta série, e por isso mesmo não mantinha seus jogadores pelo pagamento de bichos, ou por vínculo empregatício de diretores do Clube, ou por qualquer outra forma que não o Amor Incondicional ao Manto Sagrado.
E a única forma de acertar o time era jogando bola, com a formação que se tinha. Isso tudo, no Corinthians, custava suor e muita dedicação. Não havia regalia para ninguém. Pelo contrário, para estar no Corinthians, o sujeito precisava mostrar que não afinava na dividida, e que tinha trato com a bola.
Era necessário sacrifício intenso, em todos os dias, de todo mundo e de cada um.
Assim, se o Corinthians passou um tempo sem "ser campeão", coisa que nunca quis dizer mais do que "ser Corinthians", arrumou a casa para o que viria no futuro.
As arestas das crises de 1915, que ainda reverberavam, tinham de ser resolvidas. Entra Presidente, sai Presidente, os Corinthianos se acostumavam com as crises. E aprendiam, com todo este sacrifício, a usar o veneno das crises como antídoto contra a própria crise. Sem nunca baixar o braço ou a cabeça.
A Sede podia ser uma saleta modesta, nas assembléias a coisa fervia, mas em campo o Coringão deitava e rolava, era um Timão. Vem desta época o apelido que os próprios Corinthianos impuseram ao Clube. Os detratores chamavam-no de "clubinho". Pois a Sede, humilde, não comportava sequer o vulcão da assembléia; mas em campo, meu amigo, é um Timão.
Já em 1916 se percebia que o terreno do Lenheiro, arrendado desde setembro de 1910, e usado sempre para as partidas de Várzea, ou do Futebol "não-oficial", ou então para os treinos de todos os quadros, já não era suficiente.
O Corinthians havia crescido, a cidade havia crescido, a Torcida havia crescido.
Mas não havia "mobilidade financeira" alguma para passo nenhum em qualquer sentido.
E mesmo que o quadro associativo estivesse crescendo a olhos vistos, a maioria dos Corinthianos eram trabalhadores, não havia mecenas nem endinheirados que cometessem loucuras com a própria fortuna. E tampouco os Corinthianos aceitariam que assim fosse. A Sede administrativa peregrinava por salas e salões, da rua dos Protestantes para a rua dos Estudantes, para o Largo da Sé.
Entre os novos associados do começo de 1916, havia um senhor daquelas antigas famílias "quatrocentonas".
Alcântara Machado é hoje lembrado por quem atravessa o Brás, a Mooca e chega ao Tatuapé. Muito mais por uma placa indicando o nome da avenida que pela valorosa ajuda que prestou ao Clube de seu coração.
Foi José de Alcântara Machado quem conseguiu fechar contrato com a municipalidade, onde o Corinthians arrendaria um terreno na região conhecida como Floresta.
Engana-se quem pensa "ah, pronto, estamos feitos", como aconteceu a outros clubes, em ocasiões escusas, ao contrário desta nossa, aqui.
Pois o Corinthians fechou contrato de arrendamento às claras, com uma carga de deveres gigantesca, e os Corinthianos tiveram que trabalhar, braçalmente, varando as madrugadas, em mutirões que pareciam não terminar nunca.
Para honrar o contrato firmado, o Sport Club Corinthians Paulista fez das tripas coração.
Nem um centavo foi "adquirido" do poder público. Muitíssimo pelo contrário.
Em 27 de julho de 1916, segundo documento público, lavrado e escriturado, travava-se entre o Corinthians e a Prefeitura o arrendamento de um terreno situado à Rua Itaporanga, na Ponte Grande. O Presidente, João Baptista, firmava o contrato de cinco anos, para fins esportivos, dos treze mil e quinhentos e seis metros quadrados, ao preço de cento e dez mil réis mensais. Caso em três meses consecutivos se desse falta deste pagamento, a prefeitura teria, por este contrato, o direito de reaver o terreno, não importando as benfeitorias que ali tivessem sido empregadas, nem a que custo tivessem sido concretizadas.
Era um contrato de altíssimo risco, e era o que o Poder Público dispunha para o Clube do Povo. Até porque havia a cláusula marota, a 5ª, que dizia "Se findo o prazo deste contracto, ou antes, a Municipalidade precisar do terreno para a formação do parque ahi autorizado, o S.C. Corinthians Paulista obriga-se a desoccupal-o dentro do prazo de dois mezes"...
Além disso, toda a construção, e frise-se, os aterros necessários, teriam que ser feitas por conta do Clube.
Quando João Baptista, na Assembléia subseqüente à assinatura deste temeroso contrato, o lê para que todo Corinthiano tomasse conhecimento, o sentimento de alegria, por se ter conseguido grande passo em direção ao futuro, se mesclou com o sentimento de agonia. Muito trabalho teriam os Corinthianos, como se verá, até o dia da inauguração, em 17 de março de 1917.
Vale fazer notar que o terreno ficava ao lado do terreno da A.A.Palmeiras, adversário elitista que participara do passa-moleque de 1915.
A História continua...
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