sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Novela?...

Não sei porque tanta grita, só porque houve a confirmação ineqüívoca da viadagem de um personagem de novela.
A novela reproduz a vida FIELMENTE...
Eis a cena aqui:



Observe que aquele que confirma sua preferência poderia ser tachado até como "aquele que pondera", se a média da inteligência não fosse tão recalcada.
Pois fica também implícito que a pessoa nasce já com a camisa do Corinthians, e isso poderia ser entendido até como um "culpa" dos Corinthianos. Que "forçam" seus descendentes. Mas esse factóide é forçado demais.
A bambizada preferiu entender a coisa pejorativamente. É só navegar pelos blogs bambis - a mídia democrática - para compreender que o complexo de inferioridade, e de baitolice enrustida, foi atacado.
A emiçôra câncer "deve saber" o que faz, pois comprou uma briguinha e tanto com o marquetingue bambi e com o câncer concorrente..
Vi comentários de gente até defendendo a emiçôra do marquetingue bambi - e a jogada foi essa mesma, brincar com essa coisa de falso moralismo, para render o enrustimento como lucro para a corja.
À primeira vista parece até ser uma "provocação", mas não passa de teatro armado pelo marquetingue bambi.
Não se trata de conspiração, é apenas o modus operandi dessa corja.
E mais uma vez se utilizaram, corja e emiçôras cânceres, do nome do CORINTHIANS pra isso.
Muito mais vem por aí.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Turismo infeliz

O tampão e seu compadrinho muçolininho vão à Bota fazer turismo.
Assistirão a tal da Fórmula Super-Liga e fingem que vão "negociar" reforços para o Coringão.
O que pensar disso?
Se o delegado Gobbi tem de dizer ao empresário argentino que a cotação do dólar mudou e, portanto, o passe do Herrera tem outro valor? Que o muçolinho diz e desdiz, segundo o empresário argentino?
Se é pra ir até lá fingir que contrata o 'famosíssimo' peideivid, na boa: PREFIRO HERRERA.
Liédson é outra história, ele quer permanecer e pegar passaporte português, não vem nem por fortuna, que de qualquer modo seria menor que a que ganha por lá. E em Euro.
Será uma semana interpretando o papel de empresário, nas buátchi, e dependendo das aproximações das hienas empresárias, que ganham roupagem de "salvadoras" no futebol medíocre que é praticado hoje em dia.
Não à toa a corja passa por bom momento e se regozija na abutraiada para salvar sua pele quando o próprio tampão - ironia... - desafia o alcóolatra a demonstrar os ativos das hienas em suas finanças.
A saída para reforçarmos o Corinthians para 2009 está aqui, no Brasil. Fica ridículo esse turismo de compadrio, quando se sabe da situação financeira do Corinthians - DECLARADA, ESMIUÇADA pela abutraiada, diferente de outros por aí.

O roque deve estar dando risada, pois poderá alimentar seus abutres internos e externos quando reunir o CORI para "investigar" gastos inúteis. Como esse turismo infeliz de compadrio...

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Antecipo o que terá o Informativo da Fiel de amanhã - na surdina...
Claro, colocarei minha contribuição, apenas.

Como todos sabem, o Corinthians está de volta a primeira divisão. Nós voltamos. Embalados na consolidação da vitória, os colaboradores do Informativo deram seu depoimento sobre o que é retornar a elite do campeonato nacional.

Neste ano o Corinthians cumpriu sua obrigação de retomar seu lugar de direito.
Isso dizendo friamente, pois o time poderia ter ido mais longe, vacilou em horas cruciais.
Mas também levou a Fiel a lindas festas, como naquele dia 30 de abril de 2008. E também neste jogo de 25 de outubro, em que a obrigação foi sacramentada.
Por isso não acredito que 'foi preciso cair' para subirmos mais fortes, como se estivéssemos dando um passo para trás para dar dois para frente.
Não era preciso ter caído para que acontecesse 'limpeza'. Era preciso que a Fiel se manifestasse, e a força dessa manifestação, como em tantas vezes na história, é a melhor lição que podemos levar deste ano.
A limpeza necessária passa também por uma mudança de postura de quem está no comando, e isso ainda não aconteceu de fato. Trata-se de entender que o Corinthians não é mero produto. Essa manifestação da Fiel não deve ser entendida apenas aumento de receita com produtos licenciados, e pode ir além do torcedor que está em todos os jogos. O Corinthiano precisa ter voz e formas de participar da vida do clube. A Fiel precisa transpor a Arquibancada e a tela do cinema. A Fiel precisa ter como fazer o Corinthians. É preciso criar mecanismos. No Corinthians antigo para tudo se fazia assembléia, até porque havia o hábito sadio de se passar chapéu para todos os gastos. Tudo levava um tempo para ser feito. Agora que somos milhões de cabeças pensantes querendo contribuir, muito pode e deve ser articulado.

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Há vinte anos...
Em 30 de outubro de 1988
PRIMEIRO TÍTULO DE
AYRTON SENNA DA FIEL!!!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Notíciário da abutraiada ressentida

Antes de tudo, é com alegria que deixo registrado que a MULHERADA ESTÁ NA SEMIFINAL DO PAULISTA.
Só falta a Fiel Torcida!!!

E o mixto ontem foi jantado por dois a zero, em amistoso que rendeu um dinheiro para o Corinthians.

Agora, vamos ao post:
Vou resumir o noticiário da abutraiada depois que foi sacramentada a volta do Corinthians ao seu lugar de direito.
Tudo não passa de tentativa de diminuir nossa Festa - e isso, como bem diz o Porta-Voz, jamais conseguem... Tentativa de criar factóides e crises, para que o calhorda do marqueteiro da corja imunda possa se regozijar com seu fantoche narigudo.

A necessidade de se dizer tudo isso é, tão somente, a de não deixar passar batido esse tipo de coisa.

Em primeiro lugar, o tampão deve ter comemorado bastante, pois é visível o seu estado alterado. O whiskey, porém, é a bebida que mais provoca alucinações alcoólicas.
Pois se assim não fosse, não seríamos bombardeados com suas asneiras na segunda-feira, coisa que a abutraiada precisava.
E aqui cito apenas a abutere-mater, a tal da trolha do zambaulo, jornalhona escrota e golpista; se fosse citar os outros, meu querido Compadre teria de deixar um comentário aqui pedindo para eu parar com isso...
Está tudo ali nos comentários, basta abrir e ler.

O que impressiona, porém, é a forma como foi esquecido aquele episódio.
E mais ainda, como a corja imunda tenta disfarçar, jogando fumaça em cima do próprio tampão, na frase que ele soltou em um de seus raros momentos de Combatente Corinthiano contra a nojeira que a corja produz (a saber: ele queria ver a corja divulgando os empresários que financiam suas nojeiras por baixo dos panos, sem que os abutres "se importem"...).
E então surgem esses abutrinhos protegendo o alcoólatra da corja - está lá na caixa de comentários.

Em segundo lugar, apoio que seja feito um ringue, para haver uma luta entre o tampão e o juju, já que o alcoólatra estará "inspirado".
Quero ver sangue desses dois jorrando, para depois pisar e cuspir em cima...

Em terceiro lugar, é coisa típica de abutre dar voz ao falecido traidor.

Toquinho Grande, Sempre Altaneiro



Ao seu Pai, caro Corinthiano. Um Gigante Corinthiano.

Obrigado Antonio Pecci

domingo, 26 de outubro de 2008

O Coringão voltou

Linda tarde ensolarada de sábado - DOMINGO!!!

"Corinthians..."

O Templo Sagrado pulsava, o cimento rachava, tremia.
A Terra estremecia.
O CORINTHIANS estava presente de Corpo e Alma.

"Corinthians Minha Vida..."

O jogo começava com a Festa que o Corinthians Paulista merece, por nossa Devoção e ancestralidade. Ao pisar as escadas da Arquibancada, me impregnei de um pensamento.
O Santo Guerreiro olhava por nós.
Mas não só.
Acho que foram esses textos da Família, que Mônikita e eu trocávamos durante a semana...
Seo Giacinto sorria em meus pensamentos. Custódio José, abraçado a seu filho, me abraçava.
Meu Pai Gordão me carregava em seu ombro, como naquele primeiro dia em que me conduziu àquele mesmo lugar...

"Corinthians Minha História..."

O Corinthians!!! O Corinthians entrava em campo sob o ensurdecedor barulho de sua própria Alma, a Fiel Torcida. Aquela Torcida que tem um Timão.

"Corinthians Meu Amor ÔÔ"

E dominou o jogo todo, soberanamente - O Templo é nossa casa.
Herrera brigou pela bola dentro da área adversária, levantou a cabeça e chutou. Na trave!!
A bola sobrou redondinha para Douglas, que fuzilou. A festa prometia. GOLAÇO!!!

"ÔÔ O Coringão voltou,
o Coringão voltou,
o Coringão voltou Ô"

O placar anunciava o gol que o quinto colocado precisava tomar, para Nossa Festa.
E Nossa Festa não parava.

"Aqui tem um bando de louco"

O Coringão jogava, brigava, chutava a gol, perdia a bola e a retomava na luta que lhe forjou a Alma desde os tempos do Lenheiro.
Desde quando aqueles moleques resolveram que aquele time de calção preto seria o Timão do Povão.
Desde quando Neco ganhou por méritos a vaga no time principal e nunca mais a largou...
Estávamos ali, sob a batuta dos nossos ancestrais, como sempre estivemos, e com a Graça do Guerreiro, sempre estaremos - assim seja!

"Loucos por Ti, CORINTHIANS"

Vira o intervalo, e a festa vai para a Coringão Chopp, que fez aniversário.
Que hora pra fazer festa, não é?

"Pr´aqueles que acham que é pouco:
EU VIVO POR TI, CORINTHIANS"

Enquanto Herrera sofria falta por trás, Cristian cobrava com força, e a bola pingava na frente do goleiro que teve de rebatê-la, mas pro meio da área, Chicão vinha correndo pressentindo a bola que lhe sobraria redondinha para enfiar dentro do gol.
O Corinthians liqüidava o adversário do dia.

"Eu canto até ficar rouco,
Eu canto pra te empurrar:
VAMO VAMO MEU TIMÃO,
VAMO MEU TIMÃO,
NÃO PÁRA DE LUTAR"

E então o Corinthians diminuia seu ritmo em campo.
Mas o Templo pulsava como há muito tempo não se via.
O vovô tocava bola a esmo e sem objetividade, o Corinthians esperava, cercava, combatia. Chegou algumas vezes, chutou a gol, não esmoreceu.
A Festa prometia. Garantimos a volta ao nosso lugar de direito.
Os mais velhos se debulhavam em choro. As crianças não paravam de pular. Lágrimas dos marmanjos substituíram a chuva que não caiu, apesar das nuvens carregadíssimas que se formaram.
Aliás só faltou chover.
E vem sempre o 'videotape' da vida na nossa cabeça. Há um ano...

"O Coringão voltou"

Felipe promoveu ato inédito, seguido por Dente: pularam o alambrado. No sentido contrário à invasão de campo...
Os ancestrais sorriam, choravam, se abraçavam, gritavam.
As mãos pra cima, socavam o ar com fúria, com raiva, o Coração consentia com o alívio que lhe era proporcionado pela Festa, mas a Alma, pulando feliz, se indignava.

"Não é mole não
Pra ser sincero,
Não fez mais que a obrigação"

AQUI É CORINTHIANS!!!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Corinthians, Minha História - Parte II

Esta parte da História é mais enrolada, mais cheia de idas e vindas. Por isso deixei para a segunda a parte, e após toda a leitura o(a) leitor(a) entenderá porquê.
As cidades entram em profusão, e se entrelaçam com as relações familiares, junto com os caminhos do Brasil e do mundo. Tanto por parte de minha Mãe, quanto de meu Pai.


Já foram apresentados à Dona Ziza, minha Vó querida, e Palestrina. Aliás, ela não admitia ser chamada de palmeirense. Era Palestrina, e ponto final. Era muito conhecida em São Carlos, pelo seu temperamento, a mãe de meu Pai. Assim como meu bisavô, o Nonno Giacinto, e sua sposa, a Nonna Margherita.
Existia um casal na cidade, o Sr. Francisco Marino e a Sra. Maria Flavia Marino. Tiveram oito filhos, e quando um ou mais ficavam doentes, levavam à Nonna do meu Pai, a Margherita, que era a "benzedeira" da cidade.
Na verdade ela aplicava o passe espírita, rezava junto com a pessoa, e era uma alma iluminada, com um fino trato e uma compreensão de Mamma, que era.
"Nada mais" que isso.

Maria Flavia era calabresa, e amiga de dona Margherita. Francisco era albanês. Vieram para o Brasil com suas respectivas famílias, pelas mesmas causas que todos os oriundi naquele final de século dezenove e se conheceram em São Carlos.
Isaura foi a quarta filha do casal Marino. Uma pessoa doce, educadíssima, como a mãe.
Viu a mãe vir a falecer, já moça, e o pai desandar na vida.
Se casou com Thomas Kerry, que era filho de um irlandês com uma mineira, e aqui faço destaque, pois é tão necessário quanto interessante.

Rose Kerry
Viveu em um povoado do interior da Irlanda, no condado de Kerry. É a região mais 'primitiva' da ilha, onde camponeses aprendem a viver na base da enxadada em terrenos pedregosos e íngremes, além das brigas com seus semelhantes, constantes e sempre por provocações inúteis, coisa que ceifava a vida dos jovens com uma rapidez impressionante. Por bobagem.
O trabalho era duro e quase não rendia fruto algum. Aquela terra dava pouca produção. Subsistir na Irlanda era tarefa milagrosa.
Para completar o quadro, o Império Britânico sobretaxava tudo o que vendia aos irishmen. E da lã à vaca que dava leite, quase tudo era inglês.
Essa era a situação em que viveu Rose, que teve dois filhos com alguém que me é completamente desconhecido. Com certeza um espoliado, um 'flagelado'.
Rose saiu com os filhos já bem crescidos e vieram para a Cidade Maravilhosa.

Alguma coisa aconteceu para saírem de lá sem o pai, é evidente. Muito se pode imaginar.
O irmão mais velho de Harold Kerry já tinha seus vinte anos quando desembarcou no Rio, e veio a ser alvejado em alguma batalha.
Era um mercenário.
Não se sabe como chegou a isso. Seu nome e toda a sua vida me são completamente desconhecidas, infelizmente.
Harold era um pouco mais novo, e ajudou a mãe a se instalar em Niterói antes de seguir trabalhando na ferrovia inglesa.
Reencontrava aquela bandeira...

Seguiu com a estrada de ferro para Passa Quatro das Minas Gerais, e ali viveu boa parte de sua vida. Casou-se com Maria Pinto, mineira cabocla.
Harold tinha planos, porém.
Veio trabalhar em Piratininga e toda a sua economia de mais de dez anos de operário na ferrovia foi usada para adquirir seu lote de moradia, na rua Gomes Freire, na Lapa velha.
Construiu sua casa e se preparava para viver seus dias e colher algum fruto da vida de operário da estrada de ferro. Queria curtir seus filhos, uma prole de cinco rebentos.
Mas teve que "acertar contas" com um cunhado infeliz, que iria "lavar a honra" da irmã deflorada pelo irlandês marido da outra irmã ainda em Minas.
Ele veio "buscá-lo" em Piratininga. Harold teve a vida ceifada com arma de fogo.

Thomas Kerry
No terreno da Gomes Freire, a viúva Maria construiu vários quartinhos e os alugava. Assim levou a vida e criou seus cinco filhos. Teve ainda um sexto filho, mas não casou outra vez.
Thomas era a criança mais velha, do casal desfeito pela ignorância; era um irlandezinho de olhos claros. E cabelo castanho claro. Por mais incrível que possa parecer, o filho daquela cabocla era um irlandês típico.
Foram criados só pela mãe Maria, que viveu muito, e era uma índia velha de cabelo preto quando faleceu. Thomas estudou e, na escola, a coisa que mais se fazia era jogar bola. Quando o Corinthians nasceu tinha oito anos. Simpatizava com o clima de Festa que já acontecia. E um senhor português, o seu Martins, da rua em que morava, era um entusiasta e fez o menino se aproximar daquela bandeira.

Os povos se entendiam quando o assunto era bola.
O Coringão sempre foi um canal para isso.
Melhor dizendo: foi esse intuito que permitiu o Corinthians nascer, crescer, e nunca jamais esmorecer.


O menino Thomas sempre lembrou das praguejadas do pai contra o Império Britânico. Quando apareceu um time com as mesmas cores da camisa Irish, alguns anos depois, ele não se importou se ali estavam milaneses, romanos ou napolitanos.
Aderiu à società filodramática do Palestra, pela cor da camisa...
Thomas cresceu, conheceu Isaura e tiveram quatro filhos, e minha Vó Maud Kerry foi a segunda filha.

Julie Manasses
A vida no velho continente não estava fácil nesse final de século dezenove.
Claude Auguste Manasses saia de Lyon com uma mão na frente e outra atrás.
Pobre, sem ter onde trabalhar, pegou um navio para a América esperando os tais dias melhores.
Enfim, encontrou.
Chegou em Porto Alegre, e rumou para Pelotas. Pouca gente sabe, aliás, mas Pelotas carrega a "fama" pelo sotaque francês no começo do século vinte, e pelas tranças dos judeus que lá habitavam.
Conheceu seu amor, Blanche Michaud, nascida em Bordeaux.
Andaram pelo sul e fizeram filhos pelo mundo, começando por Buenos Aires, Montevidéu, Porto Alegre, Curitiba... Que foi onde Julie Manasses nasceu.
Como estes patrícios não conseguiam ficar parados, se estabeleceram em Mayrink. Acabaram ficando bastante tempo, suficiente para Julie, já moça, educadíssima, linda, aprender a paquerar.
A vida é sempre trágica, e o rapaz boa pinta que Julie paquerava faleceu repentinamente.
Abaladíssima, a mãe do rapaz veio a falecer pouco tempo depois.
Julie se afeiçoou ao senhor que era o pai de sua paquera.
Que já conhecia há tempos, e se aproximou dele justamente pelo filho.
Ele já tinha seus cinquenta, quase sessenta anos. Ela era moça de vinte e um anos.
Mas eles se casaram mesmo assim.

(Julie Manasses, em seu quintal: Custódio ainda era vivo nesta época)

O filho do português
Custódio José Martins nascera em Braga, em meados do século dezenove. Seu pai era alfaiate, e algo muito drástico o fez abandonar a esposa em Portugal para vir servir Dom Pedro em terras tropicais com seu filho já menino, na época do "Império".
Quem leu "Xangô de Bakerstreet" poderá lembrar que lá há uma referência a ele, o "seu Braga".
Era alfaiate do imperador tupiniquim.

Enfim, o menino Custódio estudou no colégio da Côrte do Imperador, ganhou diploma e tudo o mais, mas continuava sendo o filho do alfaiate.
Sua juventude foi curtida nos saraus do Largo do Boticário, na Lapa antiga, e se fez português mais do que carioquíssimo.
Casou-se com uma carioca cujo apelido era Micota. Tiveram seis filhos. Nesse meio tempo a abolição foi decretada, a República foi proclamada, e a vida no Brasil, que sempre deu sobressaltos, dava piruetas.

Vieram todos para Piratininga. Se estabeleceram na Lapa velha.
Custódio era engenheiro, contratado pela companhia inglesa de estrada de ferro, e transitava pelo movimento operário.
No Rio já principiava a apreciar o futebol. Viu o futebol chegar e se transformar, aos poucos, no esporte popular que o Povo fez dele.
Vendo o movimento do operariado, do futebol, do Povo, que em Piratininga sempre teve essa mania de progredir, compreendia o que era tão importante naquilo.
Quando o pessoal começou a falar coisas sobre um team de operários, naquela Estação da Luz movimentada, de onde se podia ouvir os sabiás no Parque em frente quando a maria-fumaça parava de apitar vapor, Custódio apurou os ouvidos, tentou compreender melhor, perguntou do que se tratava e então ficou sabendo que o pessoal já tinha comprado bola, que a coisa era pra valer, e o jogo seria dali alguns dias.
Custódio foi ao campo do União da Lapa naquela tarde iluminada, quando pela primeira vez o Corinthians Paulista jogou uma partida de futebol.
E se encantou quando viu que aquela turma do Bom Retiro era mesmo marruda.
Desde aquele instante, o velho português vestia não a camisa, mas a Alma Corinthiana, para sempre, e para as futuras gerações.
Custódio precisou se mudar para Mayrink com a família na década de dez, e ali aconteceu o que dizíamos anteriormente. Casou-se em 1921 com Julie Manasses.

Custódio Manassés Martins
Da união do português velho e da menina judia nasciam Custódio e Julia.
Que nasceram em Mayrink, mas vieram ainda crianças, na década de vinte, para Piratininga. Foram morar na rua Gomes Freire.
Custódio José apresentou o Corinthians ao seu menino, nascido em 23, e que viu na infância o fim da carreira de Neco e a Glória de Teleco.
Juntos viram os três tricampeonatos, a ascensão da Massa Corinthiana, e o pequeno Custódio passeava com o pai pela Fazendinha.
Mas o pai morreu quando o menino tinha apenas quinze anos.

Maud e sua mãe Isaura eram amigas e vizinhas de Julie e Julia, a irmã de Custódio.
A rua Gomes Freire era uma rua pacata, onde moravam operários, professores, lojistas e comerciários. Não era uma rua pobre, mas estava longe de ser daquelas ruas como a Mercedes, depois da Barão de Jundiaí.
Era uma vizinhança paulistana típica.
O rapaz Custódio, filho do seu Martins Corinthiano, dividia seu tempo entre os estudos na Faculdade de Filosofia e o Corinthians.
Caminhava a Guaicurus todinha, a avenida Água Branca todinha, a São João todinha e também a Celso Garcia, antes de descer a Rua São Jorge, de onde se avistava a igreja da Penha.
Tudo isso para ver o seu Corinthians, de Teleco e companhia.
Maud fazia o magistério. E se apaixonaram. Como aquele raio fulminante que dispara o coração. Em um pic-nic naquele Parque São Jorge bucólico, quando o rio fazia uma linda enseada, limpíssimo, onde se nadava, pescava e remava, Custódio namorava a sua linda menina, cujo pai era palestrino.
Se casaram. Tiveram quatro filhos, minha mãe a mais velha deles. Todos Corinthianos. Exceto o menino, terceiro filho: esse gostava de seu Vô irlandês e resolveu seguir essa preferência...

(Meu Vô Custódio e minha Vó Maud)

(Minha Mãe lindíssima na época em que casou com meu Pai)


André Luiz Gonçalves e Flavia Maria Martins Gonçalves se conheceram em São Carlos. A Vó Isaura ainda ia muito para lá, e Maud adquirira esse hábito.
Em uma festa se conheceram, os dois bem jovens, com quinze ou dezesseis anos.
E namoraram desde então.
Nasci fruto deste amor, em berço Corinthianíssimo.
E meu Vô custódio, falecido apenas alguns meses antes do meu Pai, naquele mesmo ano de 1999, foi meu exemplo de Corinthiano. Um velho Corinthiano, lindo de Alma, que acolheu meu Pai nesta Paixão enorme e em comum que tinham. E que eu, com toda a Honra que cabe, e com toda a dedicação que me é tão cara, herdei o Corinthianismo destes dois Gigantes.

Casamos, Paula e eu, e temos dois lindíssimos filhos. Paula é também Corinthiana de Pai e Mãe, com a Graça de São jorge Guerreiro.
Seu Vô materno, Paulo Leblon, foi um grande radialista da década de quarenta e cinqüenta, e em determinado momento da carreira tinha um programa na rádio onde representava um personagem Corinthiano.
O Vô paterno, Gilberto Lisboa, era professor, como o meu Vô, e também Corinthiano.
Guilherme e Sílvia são Corinthianos, assim como suas filhas.

É com propriedade que afirmo que meus filhos são a Quinta Geração de uma família Corinthiana. Graças ao Santo Guerreiro tenho uma História como essa, que com muito Amor contei para vocês, queridos(as) leitores(as).

Ontem, Hoje e Sempre:
AQUI É CORINTHIANS!!!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Corinthians, Minha História - Parte I

Caros(as), começarei aqui uma pequena novela, muito inspirado em um post da Mônikita, que li certo dia e que me emocionou bastante. Por enxergar também o meu sangue naquelas palavras, mas principalmente por haver muito respeito à História.
Também andei trocando e-mails com o Japonês, li o post do Favela sobre o seu pai, e há algum tempo venho me inspirando com essa História que vou contar aqui.
Além do que tomei uma 'bronca' do meu Compadre, em um comentário de um post abaixo, dizendo que eu precisava falar mais de Corinthians que dos 'aba' que tentam aviltar nossa História. Certíssimo, pois.
Porque quem não conhece a própria História não tem como julgar a si e a outrem, para mal ou pra bem.
Todos temos História, basta que se procure para começarmos a contar.

Em breve, também, a continuação da História do Corinthians, cuja primeira parte pode ser lida aqui.

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Giacinto di Ruzzo
Depois de muito pensar em como começar a contar essa História, vi que o melhor caminho seria por aquele que formou meu Pai, que por sua vez formou a mim. Não sei ao certo as datas, e isto não ficou registrado em lugar algum que se possa encontrar, infelizmente. Mas me foi passado pela boca de meu próprio Pai.
O pequeno Giacinto nasceu em uma vila, chamada Ispani, uma província de Salerno, na Campania.
É tão ao sul da Campania que pode até ser considerada "norte da Calabria".
Tanto que ainda criança teve de fugir da malavita, da "onorata società" que perseguiu seus familiares. Não se sabe o que aconteceu, e essa é a resposta que ele próprio forneceu a quem lhe perguntasse, até o último dia de sua vida.
A minha irmã chegou a visitar essa vila no começo desta década, e se surpreendeu com a ausência de homens por ali - todos assassinados pela ´Ndranghetta na época, e não pela Camorra, e esse fato é sim digno de nota, para quem interessar possa. Ou então haviam fugido, sempre pelo mesmo motivo.
O menino, pequeno mas muito esperto (não, não estou copiando o enredo de Mario Puzo em sua obra-prima, e não estaria sendo arrogante se dissesse que quem copiou foi ele), com a ajuda das mulheres da família, conseguiu escapar em um navio.
Seu intuito era partir para a 'Merica, mas a do norte, como a grande maioria dos oriundi.
Veio parar aqui na Baixada Santista.
E dali seguiu o caminho que toda mão de obra barata italiana seguiu no começo do século: as lavouras de café.
Sozinho, sim, mas nunca abandonado; o sangue fala alto para essa gente, formada na Honra da palavra e na piedade para com o próximo.
Seguiu para o interior, Rio Claro, São Carlos, e os padres e companheiros de lavoura sempre o ajudando a levar a vida, um menino ainda...
O menino era franzino, ficava doente facilmente, e logo o patrão percebeu que ele seria mais útil na "contabilidade", nas "relações públicas", que no serviço braçal. Passou a ser empregado de luxo do barão. Assim, com o apoio do padre da paróquia, o menino cresceu estudando, aprendeu bom português e se tornou o bibliotecário de São Carlos.


(Nonno Giacinto e o menino André Luiz)

Mas neste meio-tempo, em suas andanças com o patrão pelo interior, no caminho para Rio Claro, fizeram uma parada em um armazém. Ele já era um rapaz com seus vinte e poucos anos.
O armazém era de propriedade de um calabrês, que tinha muitos filhos. Mais ou menos cinco homens e mais umas seis ou sete mulheres.
Margherita Brancaleone era uma delas. Uma doce e meiga moça, que vivera a infância e juventude naquela chácara na beira da estrada.
Só falou o dialeto calabrês durante todo esse tempo, e apenas com seus familiares.
O pai havia chegado de forma semelhante ao pequeno Giacinto, mas há muito mais tempo, tanto que já havia conseguido estabelecer-se e fundar seu armazém, além de adquirir uma pequena propriedade onde seus filhos trabalhavam para o próprio sustento.

Giacinto começou a percorrer esse caminho mais que o usual, e até mais que o necessário...
Bem afeiçoado com a lingua e o dialeto - que nunca se esqueceu, como nunca poderia esquecer - acabou por conquistar primeiro o coração do Patri. E então, para conquistar o coração da moça, linda, linda, linda, foi um pulo.
O Patri arrumava um buono sposo para sua figlia.
(Nonna Margherita, o menino André Luiz e o bebê Jacintinho, meu padrinho)

André Luiz Gonçalves
Constituíram família, tiveram cinco filhos lindos e viveram a vida na cidade de São Carlos.
Ele, bibliotecário, era figura ilustre na cidade. Ela, espírita e médium, foi uma das precursoras do kardecismo na cidade.
Enfim, desde que chegara ao Brasil, o menino Giacinto ouvia dizer coisas sobre o Corinthians, desde quando era ainda o Galo de Briga da Várzea Paulista.
Gostava do calcio, e quando podia ia assistir seu futebolzinho, onde fosse. Na primeira vez que veio à Piratininga quis assistir o Corinthians jogar. Assistiu o Timão Campeão do Centenário da República jogar, e ainda viu o Timão que foi pela primeira vez tricampeão.
Amou o Corinthians à primeira vista. No caso dele, à primeira vez que ouviu dizer.
Esse nome, sonoro, o fazia recordar as lendas gregas, muito comuns naquela parte da Italia, que fora o berço de seu nascimento...
Era, para ele, tão triste quanto saudoso. Aquele nome era saboroso, e o fazia sonhar.
Fez de tudo para que seus filhos herdassem esse amor, e a maioria herdou. Inclusive a Raphaella, Tia Lella, que eu não pude conhecer, mas dizem, é meu Anjo da Guarda.
Uma filha, porém, a mais tagarela, a mais maluca, e justamente a minha Vó querida e amada, não herdou.
Ou melhor, herdou 'tortamente'... Foi ser Palestrina.
Porque os Palestrinos poderão vir a negar, e tudo o mais, mas o Palestra aconteceu e pôde existir muito por causa da Valentia do Corinthians dos primeiros tempos. Mas isto é assunto para outro post.
Enfim, dona Adalgisa di Ruzzo se casou com João D´Ávila Gonçalves e tiveram três filhos, o mais velho, André Luiz, é o meu Pai.
João era filho de André Martins Gonçalves (coincidentemente o mesmíssimo nome do meu irmão), que veio da Ilha da Madeira e possuía traços marroquino-angolano-português em seu sangue. Se casou com Isabel D´Ávila, que era "brasileira nata", o que quer dizer que a família que a originou já estava por aqui há bastante tempo.
Fato é que João sumiu quando a molecada ainda crescia em São Carlos, e dona Ziza se viu tendo que buscar amparo do Pai e da Mãe, de forma que meu Pai foi criado pelo Nonno Giacinto.
(Mamma Ziza e o menino André Luiz)
Quando meu Pai tinha seis anos, fez uma viagem para a cidade de Piratininga com a Mãe Ziza.
A Mamma queria lhe preparar uma arapuca: assistiriam àquele Gigantesco Jogo de fevereiro de 1955, que valia o título do V Centenário de Piratininga.
A senhora Ziza não fazia idéia de que seu Pai já havia conduzido o menino André, desde tenra infância, ao caminho do Corinthianismo. Queria ver brotar ali um "coração palestrino".
E foi tudo por água abaixo quando ela viu o menino pular na Arquibancada do Templo Sagrado do Pacaembu no gol do Timão, e quando Idário matou diversas jogadas do time de verde, mesmo gritando urros de dor de uma perna machucada.
O menino comprovava ali naquela tarde tudo o que ouviu a vida toda seu Nonno dizer: É o Corinthia!!!...

O menino cresceu trabalhando, já vivendo nesta grande metrópole.
Foi entregador de jornais, engraxate, empacotador, office-boy, perdeu sua infância ganhando seu sustento, e o da família, e seguiu em frente.
Sempre estudando, pois seu Nonno e sua Nonna não lhe deixariam em paz se soubessem que o menino não estava estudando.
Foi trabalhando que o menino estudou e chegou à faculdade.
E mesmo tendo que ajudar em casa, sempre acompanhou o Corinthians.
Era um moleque de mais ou menos quinze anos, e muito dono do próprio nariz, quando conheceu Tantã, Elisa, Chico Mendes na Arquibancada.
Muito cativante, sempre foi querido por eles, e sempre os adorou.
Não demorou muito e lá estava ele no meio daquela turma, liderada por Flavio La Selva, junto com Joca, Daguinha, Dentinho, Cláudio, Sérgio, e mais um mundo de Corinthianos Valentes que queriam fazer renascer o Corinthianismo em uma época tão difícil da História.
Além disso, foi sócio benemérito e fundador da Gloriosa Camisa 12, esteve em todos os momentos históricos nesta década tão Corinthiana, e formou este Mosqueteiro que vos escreve.
Veio a ser Diretor Social do Corinthians na época da Democracia, tendo promovido o famoso show do Rei Roberto Carlos, que entupiu o Ginásio de gente, além das lutas do Maguila e vários carnavais, Tradicionalíssimos no Clube.
Ganhou o apelido de Grössberg, pois era o Montanha. O apelido 'chique' foi dado por Sérgio Térpins, para que eles entrassem juntos nas festas dos nossos patrícios.
Depois, veio a ser Diretor de Marketing e Conselheiro, até falecer, vitimado por um acidente vascular cerebral em agosto de 1999.
"Viveu 100 anos em 50", diziam seus grandes amigos. Em seu velório e enterro, estiveram presentes uma multidão de familiares e amigos, e em seu caixão adormecia uma bandeira branca com o Distintivo que Rebolo criou e que fora a grande Paixão de sua vida, que é a mesma que viu nascer meu filho há três meses.
Vida vivida pelo, por, com, para, do, através, sobretudo, principalmente, e amando o Corinthians.

É com lágrimas que finalizo este relato, agradeço a atenção do(a) leitor(a).
(Diretoria Social do Sport Club Corinthians Paulista em 1984: da esquerda para a direita: Sérgio Terpins, Fredemari Espósito e André Luiz Gonçalves)


Obrigado, Pai Gordão,
ETERNAMENTE EM MEU CORAÇÃO

Leia a Segunda Parte

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Na cartilha da juju!

A.E.I.O.U
Do Grande Noel Rosa, tão atual quanto necessário.


Uma, duas, angolinhas
Finca o pé na pampulinha
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar

Dabliú, dabliú
Na cartilha da Juju, Juju
Dabliú, dabliú
Na cartilha da Juju, Juju

A Juju já sabe ler, a Juju sabe escrever
Há dez anos na carti...lha
A Juju já sabe ler, a Juju sabe escrever
Escreve sal com cê-cedilha!

Sabe conta de somar, sabe até multiplicar
Mas, na divisão se enras...ca
Outro dia fez um feio
Pois partindo um queijo ao meio
Quis me dar somente a casca!

Sabe História Natural, sabe História Universal
Mas não sabe Geografi...a
Pois com um cabo se atracando
Na bacia navegando, foi pra Ásia e teve azia


*******
Porque existem coisas que precisam ser ditas, reditas e jamais esquecidas.
Esta, a qual trata este post deste Mosqueteiro, tenta apenas relatar e analisar o fato para que o leitor não se esqueça e entenda o que é o inimigo.

...E foi em mais um de seus porrezinhos com seu marqueteiro que juju, a cafetina da vez do puteiro afamadinho, assistiu sua calcinha ser posta para secar no vitrô do banheiro daquele apartamento onde acontecia um seqüestro.

A cafetina juju não teve dúvida: chamou seu capitão-barbicha, uma caricatura de gnomo, e o mandou para lá, com o intuito de mostrar ao moleque e às lentes da televisão alienada que quem usa a calcinha da madame recebe apoio da madame em sua dor de corno.

Claro, tal apoio encorajou o moleque que, de imbecil, passou a assassino.
Em um erro já imaginável da puliça, que tradicionalmente não sabe lidar com casos como esse (não aqui neste país).
Não à toa, o puteiro viu a puliça desempenhar de forma trágica a associação que ela queria fazer entre ela mesma, a calcinha no vitrô e o moleque assassino.
A madame foi burra, mas nunca vai admitir isso.
Ela é "modernete", ela é "ágil" quando o assunto é lidar com a mídia.
Mas que havia precedente para imaginar alguma merda no caso, ah, se havia.
Claro, a merda sempre sai de forma pior e maior do que previamente imaginada, e isso agrava a situação de juju e seu marqueteiro de estimação.

E logo na semana em que a puliça passou por uma briguinha à mão armada com a própria irmã, a puliça...
E logo quando o capitão-barbicha se regozijava de sentar na vereança...

Ora, analisemos os fatos.
As duas coisas - calcinha no vitrô e desfecho trágico do seqüestro - denotam a imbecilidade dos tempos em que vivemos.
E estão umbilicalmente associadas, sem que nada possa dissociar uma coisa da outra - o que renderá grana aos abutres de plantão para desfazer a merda de juju...

A cafetina juju deu notoriedade à coisa e sujou sua calcinha de sangue.
Seria uma "jogada" de sua açeçoria, conforme a capa do boletim do puteiro de sexta.
Seria brilhante se não fosse trágico; seria heróico, se houvesse ALMA nesse puteiro.

Seria nota dez se juju não recheasse sua cartilha de erros crassos, escondidos no visto e na vista grossa de çua açeçoria.
Mas juju não tem como errar sempre: a seu serviço estão os abutres.
E terão bastante serviço agora, terão que arranjar muita carniça.
Como a açeçoria do puteiro irá desfazer a associação?...

E dá-lhe apelo consumista e covarde dos veículos de comunicação! E dá-lhe difamação aos inimigos do puteiro!

sábado, 18 de outubro de 2008

Viva a Alegria do Povo!!!

O Jogo
No jogo em que os bandeirinhas eram irmãos, na Jóia da Princesa, o Corinthians entrou com a famigerada camisa roxa. E a torcida adversária xingava o Felipe, com uma faixa esquisita.
No começo do jogo, erros de passe no meio campo.
Mão na bola dentro da área adversária e Elias bate o escanteio muito bem, para Morais se antecipar e abrir o placar aos oito minutos. Corinthians 1 x 0.
Até começou a atacar com certa facilidade quando o adversário se cansou da correria que adotou, mas o juiz inventou um amarelo no fingimento malandro do lateral. E nosso goleiro sai mal na melhor chance do adversário. Enquanto isso o juiz dava preferência ao adversário quando a disputa era mais forte.
Bebeto não conseguiu dominar, em boa jogada do ataque, mas estaria na cara do gol.
Marcelo Ramos impedido arrematou depois de ouvir o apito. Lance pra amarelo? Não contra o Corinthians.
Aos trinta e quatro o meio da rua fica livre pra um arremate que Felipe põe pra linha de fundo. Aos quarenta e dois Dente é puxado sem bola no contra-ataque.
Aos quarenta e seis Bebeto desperdiça mais uma, a melhor chance do jogo: recebe de Elias livre na direita dentro da área, mas a bola sai pela esquerda do gol...
Segunda etapa começou com boas chances de ambos os lados. O adversário puxa dentro da área, mas o silêncio impera.
Aos onze Bebeto ajeita meio sem querer para Dente não desperdiçar, tirando do goleiro e fazendo o segundo do Timão! 2 x0.
Aos dezoito, Bebeto sai e entra Otacílio. Aos vinte e oito o adversário perdeu a chance mais clara da partida.
Dentinho toma porrada na cara aos trinta e quatro, os escrotos da arquibancada adversária o ofendem, e assistem ele fazer um dos gols mais bonitos da carreira. Chute de fora da área que pinga na frente do goleiro e desvia: GOLAÇO!!! 3 x 0.
Aos trinte e sete a Chopp acendeu o que a puliça não gosta que acendam - e não era nada ilegal. E pronto, há um pretexto "oficial" para tentarem acabar com parte de nossa FESTA. Mas que se fodam, a FESTA É NOSSA!!!
Dente sai para a entrada de Lulinha aos quarenta e um. Douglas para Rincón, aos quarenta e três. Marcávamos o quarto gol, ainda que impedido, aos quarenta e cinco.
São doze jogos sem perder, são 16 pontos para o quarto e quinto colocados, Corinthians volta a fazer partida convincente, enfim...
TABU DE CU É ROLA.

VAI CORINTHIANS!!!

Não sei se Dente pensou nisso, mas os gols homenageiam os setenta e cinco anos que MANÉ GARRINCHA faria hoje.
VIVA A ALEGRIA DO POVO!!!


Chicão terá recurso julgado no dia 23/10. Vergonha.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Gracias, Rebolo!

O Corinthians Paulista talvez seja o único clube no mundo a ter uma biquinha, dedicada a um Santo tão popular...
Talvez seja o único clube no mundo a ter um distintivo artístico feito por um artista de verdade, e que teve o clube como princípio, meio e fim.
Talvez, este artista tenha sido o único artista a ter feito parte de um movimento de arte popular, o Grupo Santa Helena, e jogado futebol em um clube popular, e mais ainda; ter como obra prima um auto-retrato.
Que é este aqui, e que agora está no Memorial do Corinthians.
O Instituto Rebolo, que a Família Rebolo mantém, doou o quadro para o clube que Francisco mais que amou.
Enfim, o Corinthians é o único clube no mundo a receber uma doação deste naipe.
Foi "a primeira obra na arte brasileira que retratou o tema futebol".
Segue na caixa de comentários a matéria da Agência Corinthians.

O tampão solta o verbo pro lado errado

O tampão esbravejou contra os abutres da imprença. Que beleza!
Cuspir em abutre é coisa boa, é uma boa atitude de quem está à frente do Sport Club Corinthians Paulista, cuja imagem é aviltada por uma corja alienada. A cobrança vai chegar, corjinha, pode esperar.

Está na caixa de comentários, a matéria completa do OESP e do JT de hoje - e é das coisas mais escrotas deste ano (pois se contarmos as dos dois anos passados, esta não chega aos pés).
Enfim, a edição da matéria é feita de forma até a posicionar o tampão contra os Gaviões.
Artimanhas de uma corja que baba, somente isso.

O caso é a negociação dos direitos econômicos de André Santos.
No blog da Débora a coisa é melhor esmiuçada, e não preciso tecer maiores comentários.
É a forma que o tampão arrumou de capitalizar o clube, e disso já sabíamos, não há falta de transparência e nem ética. Criticávamos isto, porém, desde os tempos de Jornar. Mas é a "mudernidade"...
Falta de transparência há em quem não demonstra esses ativos, e falta de ética há em quem esconde (o que é muito diferente de não expor, simplesmente) tais ativos que eventualmente também tem - e sabemos quem faz isso, e não é de hoje.
Daí aquele jornaleco escroto "diário do sp" diz que há "ciumeira" por parte nossa e do Rivale, pois ninguém fala da corja imunda. Ciumeira é lu cazzu, porque não falam mesmo. E sabemos, também, o porque.

O negócio pode ser qualquer coisa, mas obscuro não é.
Está claríssimo e tem até CNPJ, mas essa imprença se acostumou tanto em comer lixo e carniça que ficou xarope, imbecil, idiota.
Qualquer coisa é motivo para atacar o Corinthians Paulista.
A corja e os abutres estão assustadíssimos: O CORINTHIANS SOBREVIVE, seja qual for a sua situação financeira, tendo a Diretoria que tiver.
Chupa essa rola grande, corja imunda! E preparem a vaselina pro ano que vem, que vem aí a rola grossa na bunda de vocês!

Há, inclusive, quem critique o fato de o tampão expor detalhes. Pois isso faz com que seja criticado quando precisa manter sigilo, para que haja negócio.
O problema, vejam bem, não é expor. Nem esconder.
O problema é a intenção da imprença, o viés que ela adota para essa intenção e o que é produzido disto tudo na cabeça de quem lê/ouve/acha que discute.
O problema é, também, o fato de que, quem não pode expor suas falcatruas, esteja incitando os abutres a buscar carniça onde não há.
E eles, já imbecilizados, acham que estão comendo carniça quando na verdade estão comendo isca. Uma hora a garganta fica entalada, abutre.

Mas conforme dizíamos no post abaixo, o tampão se esquece do posicionamento frente ao Caso Chicão, uma das maiores injustiças que esse "tribunal" a serviço da corja imunda já cometeu.
Novamente devo linkar o texto do Japonês, que resume o problema.
Problema para o qual o tampão não gasta saliva, não esbraveja, não cospe.
Qual é o problema que você tem com esse stjd, tampão?...
Ou seria alguma coisa com o roque, do CORI?...

Explique-nos, 'transparente' tampão.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Caso Chicão

Não vou gastar meu tempo escrevendo sobre os rolos do tampão, nem de como é possível uma empresa doar dinheiro para um clube sem que fique TRANSPARENTE sua intenção.
Tudo isso o caríssimo leitor que aqui dispende seu olhar, com a gratidão do Mosqueteiro, poderá ver em sites de notícias. Não é preciso muita análise. Voltaremos a falar disso aqui, com certeza.

O que precisa começar a acontecer é uma cobrança contundente. Fevereiro está aí e tudo o que a politicagem do Clube quer é esse silêncio que aí está.

CADÊ A TRANSPARÊNCIA?

CADÊ O POSICIONAMENTO DO CORINTHIANS NO CASO CHICÃO?

Que, ao meu ver, apenas demonstra como é fraca essa diretoria.
Não só por não fazer nada com relação a uma injusta suspensão (ele viajou no lance? sim. Mas se a "justiça" quer ser chamada assim, ela deve ser cega e punir também os outros que nunca são punidos...), nem apenas por não conseguir efeito suspensivo, mas por estar lidando com este caso de forma a aprontar suas negociatas.
O resultado veremos mais para frente, mas fique com a assertiva deste Mosqueteiro: É NEGOCIATA do tampão. É "boi de piranha", como se diz no interior. Só que esse tiro vai direto pra culatra do tampão.
O problema é que Chicão é a Alma deste grupo, mas quem disse que o tampão está preocupado com isso?
Ele quer é garantir sua fúria contabilóide para que o roque, com mais duzias de negociatas, deixe passar suas contas no conselho. Outro tiro na culatra... Ali é o terreno das cobras a serem dizimadas pela Democracia Corinthiana, que tarda mas não falhará.

ACORDA FIEL!!!
FORA CORJA IMUNDA!!!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

31 anos da libertação

Do site do Coringão:

13 de outubro: 31 anos da libertação

Há exatos 31 anos o Corinthians foi libertado. Por volta das 23h20 do dia 13 de outubro de 1977, o Time do Povo voltava a ser campeão depois de de 22 anos, 8 meses e 7 dias (conforme diz a lenda...).

O chorado gol de Basílio, aos 36 minutos do segundo tempo, garantiu a vitória por 1 a 0 sobre a macaca e a conquista do Campeonato Paulista, num antiestádio tomado por 86.677 torcedores aflitos, mas esperançosos da libertação.

Obrigado a Adãozinho, Ademir, Basílio, Beline, Cláudio Marques, Cláudio Mineiro, Darcy, Edu, Geraldão, Givanildo, Góis, Jairo, Jenildo, José Teixeira, Lance, Luciano, Moisés, Oswaldo Brandão, Palhinha, Romeu, Rubens Nicola, Ruço, Solito, Tião, Vaguinho, Veira, Wladimir, Zé Eduardo, Zé Maria, e a todos os corinthianos que participaram direta ou indiretamente dessa inesquecível conquista.

SARAVÁ SÃO JORGE

domingo, 12 de outubro de 2008

Fiel contra a flauta

Eles queriam levar na flauta.
E viram no que dá essa palhaçada.

Mano, sem peças decentes para a reposição em setores cruciais do time, preferiu escalar Lulinha para a função que Herrera fazia. Derrapou no erro que todos sabíamos que era crasso. O 'hermano' acaba tendo de fazer o papel do centroavante que o Corinthians não tem.
E contra um time bem armado - e mesmo com Marcelinho fazendo-se de âncora do adversário - tudo, absolutamente tudo, deu errado.
Porque o molecote é juvenil, cazzo. E por mais que o Mano tenha identificado o salto neste processo de tornar Lulinha um atleta profissional maduro, parece não mais enxergá-lo.
Ou então há empresário urubuzando, e aqui vamos nos posicionar pelos dois fatores.
O molecote deu lugar a Otacílio, no intervalo. Perdíamos por zero a um. Com ele conseguimos tomar o segundo. Eduardo Ramos deixou o campo sob vaias da numerada lotada. Bebeto entra.
A FIEL se manifesta. Dente toma vergonha na cara pelo time.
Douglas sabe que sabe jogar bola, por que faz o que fez ontem no primeiro tempo?
Criou o passe que determinou as jogadas de gol, sim, assim como Saci, justiça seja feita, mas não dá pra jogar bolinha com Pacaembu lotado e perder dois pontos assim.
Se não fosse o bando de loucos, o bando de bunda-mole teria entregue o jogo?
Até quando esse baladinha vai ser "opção"?
Mascarado, inútil e ruim de bola, falhou nos dois gols - assim como o goleirão...
Que bom empresário tem o baladinha, não é muçolininho?...
Enfim, na última jogada, se Dente chuta de primeira, na veia, ao invés de querer dominar, trocar de pé e arrematar errado, poderíamos até ter virado o jogo, num golpe de sorte magnífico, porque quando a FIEL se manifesta em um jogador CORINTHIANO em campo, tudo pode acontecer.
Mas não. Na tarde de boa chuva saiu a FIEL tendo vencido a flauta, mas não o jogo.
A FIEL cumpre o seu dever; o bando de bunda, não.

*******

imprença abutre
A trolha deste sábado se saiu com aquele "eu voto em..." com o mau-caráter zero-um da bicharada falando em convicções. Está nos comentários, abaixo.
O detalhe é que o Dente estava declarando voto contrário.
Assim os votos ficam caracterizados: nuncaçabe é bambi, e Corinthians é petê.
Isso não é à toa, primeiro porque há essa caracterização de origem. É a "aristocracia", raquítica, imoral e indecente versus o povo, trabalhador, cumpridor das tarefas "mundanas", sofredor, o busão lotado das cinco da manhã.
Mas não é com a intenção de caracterizar. Não há uma menção positiva de fato; a coisa é na verdade negativa e reativa.
Querem caracterizar o anticorintianismo com o antipetismo.
O Japonês já havia identificado isso aqui, e assim será, como sempre foi.
Prova maior está na coluna social do estadão, neste mesmo sábado.
O deputado ex-guerrilheiro saudando sozinho o tampão no encontro petista: "Corinthians vem, bambi é do dem"...
Assim, como quem não quer nada, está lá nas páginas sujas de tinta golpista...

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

CENSURA!!!

(adaptado do texto original do Japonês)
O blogue Cruz de Savóia (http://www.cruzdesavoia.blogspot.com/) foi sumariamente retirado do ar pelo site administrador, sob a desculpa de "suspeita de blog-spam", o blogger excluiu a página do nosso colega Raphael Falavigna. Os motivos reais, no entanto, podem ser outros.
Raphael é porco. Eu sou Corinthiano. E tem uma grande coisa que nos separa que é a gigante rivalidade entre Corinthians e porco. Mas outros milhões de fatores que nos une, numa paradoxal relação que é esse embate entre os dois times, além do amor pelo futebol e a ojeriza pelo bambi.
Raphael vinha demonstrando, com fatos, imagens, vídeos e afins, o quão nefasta é essa corja imunda e como a imprença desenvolve um trabalho de promoção do mesmo, desde muito tempo.
O fato de eu ser um grande rival de Raphael no futebol só credencia o que aqui está dito. Pois trata-se de um caso inacreditável de censura, algo comparável somente aos tempos de ditadura militar. Ditadura essa que beneficiou e muito a corja, já que é de conhecimento geral e irrestrito as umbilicais ligações entre os dirigentes do bambi com o poder público, algo que se repete desde sua fundação.

Raphael trazia até registros em vídeo, o que tornava a coisa ainda mais crível. Peço que, assim que puderem, espalhem a mensagem de repúdio a todos os meios possíveis, para denunciarmos essa vergonha. Que se torna ainda mais grave nesse período crítico de eleições municipais, já que as coisas são muito interligadas.

Se Raphael foi censurado, posso ser também, porque não?
Este blog, como cabe aos blogs, contém opiniões pessoais. Mas essa gentalha fascistóide não admite opiniões, ao que parece.

Ainda mais quanto elas revelam, mais que opiniões, a verdade de uma farsa.
Pois o bambi é isso: farsa.

Está aberta a campanha:
QUEREMOS O CRUZ DE SAVÓIA NO AR
Porque todos temos o direito de livre manifesto.

FORA CORJA IMUNDA

(EM TEMPO: o porco é marrudo. Já está em outro endereço...)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Eu, Corinthiano

É com indignação que devo aqui combater o que este senhor faz.
Baseado na premissa do ser corintiano (sim, ele é corintiano segundo ele mesmo), ganha a vida profissionalmente, embora seja questionado pelo seu profissionalismo.
E é ao mesmo tempo o retrato falado e escrito do mal que faz o profissionalismo para algo onde está o amor, envolvido de forma cabal e incondicional, ou deveria ser assim (basta ver a prostituição. Não se vê alguém prostituído e apaixonado sem que haja uma "quebra de decoro" aí).

Hoje ele veio com um texto repleto de sérias artimanhas obscuras. A íntegra pode ser lida em forma de comentário na caixinha que abre quando se clica no link no fim do post.
Aqui pretendo destacar as principais pérolas, e destrinchar.
Ele abre com "somos os tais", e com "temos a mania de nos bastar". Vejam a forçada inversão do "sofredor", porque no fundo somos sofredores, o ônibus lotado da periferia às cinco da manhã, e jamais o avião com serviço de bordo. Então, como ele é corintiano, resolve a equação com um "nada como um estádio repleto de nós". Mas é só pra ver se convence.
E eu me lembro dos meus olhos de criança se deslumbrando de verdade. O olho é espelho da Alma, pois bem: meu coração se inundava seriamente toda vez que via a Arquibancada. Sim, "nada como um estádio repleto de nós", mas é preciso estar lá, se possível entre todos nós. A tevê tem a horrível mania de enquadrar até a alma, seu juquinha.
Daí ele passeia pela América para chegar ao Centenário. Percebam o jogo que ele faz: é novamente o busão lotado e o avião. Do avião ele não fala, pois está subentendido. Fala só do busão.
Porque é o único a fazer cem, é o único a ter cem, é o único cem.
E com isso seu juquinha mostra quem paga suas contas.
Porque não é possível que um Corinthiano caia nessa e faça isso, pra todo mundo ver, sendo Corinthiano. Mas ele é corintiano...
E então copia e cola algumas coisas que já disse em seus livros, cujo público é... Corinthiano.
Enfim, um texto enviesado e perigoso que só poderia ter sido impresso neste veículo - a trolha.

*******

Eu até iria falar do Chicão, mas o Japonês o fez com maior propriedade aqui.
Tomo a liberdade apenas de fazer a ponte entre os dois assuntos; pois enquanto Chicão era vítima do "çupremo", o juquinha cometia essa atrocidade.
É tudo fruto da mesa da carniça para a imprença abutre (vide o post abaixo) que é onde vão buscar sustento, também, os cartolas, dirigentes, famigerados, empresários, e essa corja toda.

*******

Vamos tomar o calote da fba, tampão?
Sondou Washington, muçolininho?
Tá processando o Corinthians Paulista por bobeira, Ronaldo?
Quer aumento, 'hermano' erreira?

Qual é a de vocês?

AQUI É CORINTHIANS!!!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Imprença abutre

Para começar, é forçoso comentar o desastre eleitoral que é esta Piratininga.
Nossa câmara de vereadores é uma piada de muito mau gosto. Um show de horrores. Uma lástima. E antes que me perguntem, eu direi: no segundo turno, mais vale uma vaca amarela assumida que uma bichinha fascistóide e enrustida.


E vamos ao que importa...
Depois do empate bunda mole em Londrina, o Capitão William disse o seguinte na coletiva: "Entramos no clima de festa da torcida e isso nos custou dois pontos".
Ele tem a mais absoluta razão.
Festa é coisa para a Arquibancada fazer, e nisso somos mestres. Em campo, porém, o que tem de acontecer é a GUERRA do futebol, e às vezes temos de ver a bundamolecência prevalecer.
Coisa que já foi exaustivamente tratada por aqui, e que renderia corretivos por parte de Manuel Nunes.

O mesmo Capitão se deixou envolver nas intriguinhas golpistas desta imprença abutre.
É o caso dos direitos de arena (???), alardeada pelo veículo da madame.
Hoje o Capitão está lá, estampado, "não abrimos mão desse direito".
Não estou questionando nenhum direito, uma vez que é direito.
O problema aí é a falta de caráter, ou o excesso de mercenarismo, além de uma adesão doentia aos interesses dos abutres. Isso é imperdoável.
Quer tratar disso, trate internamente, não pelas páginas de um escroto tablóide. Porque a "insatisfação" nestas escrotíssimas páginas estarão vinculadas ao Clube e não aos cartolas caloteiros, da fba ou do c13.
Finalizando, JOGUE MAIS BOLA e reclame menos direitos.

Até porque o Comandante quer ser "o melhor da série b"...
Poderia começar puxando a orelha do Capitão, portanto.

Mais dos abutres
Diz o cu-do-piru do painelfc da trolha, nesta segunda-feira que Mano Menezes disse que não receberia as Organizadas.
O que Mano já havia dito, na verdade, é que quem manda ali é ele (já havíamos comentado há uns dois, três meses, sobre isso aqui).
Mas o abutrinho-aprendiz veio arrotando que houve "encontro com membros de organizada do clube alvinegro. Ficou acertado, no entanto, que nenhuma das partes comentaria o assunto publicamente".
Nossa, isso dá mesmo uma crise e tanto, hein, arrudinha?...

Para finalizar, a pérola do vice de marketing hoje, na mesma trolha:
"Se o Corinthians tiver R$ 200 milhões, não vai usá-los para comprar tijolos. Vai gastar comprando kakinhas", ao descartar pagar essa quantia para reformar o Pacaembu.
Fora de contexto totalmente, essa capciosa e enxertada frasezinha serve apenas para interesses abutrescos.

Conclusão...
Percebam, portanto, a importância de afastar diretoria, jogadores e comissão técnica desses abutres da imprença.
Porque mesmo que alguns rivais ou inimigos tendam a se convencer de que o Corinthians Paulista possa ter qualquer tratamento diferenciado por parte da abutraiada da mídia como um todo, entendam o seguinte: é tudo business.
Quando vende, falam bem. E quando interessa ao inimigo que depende de business para sobreviver (por não ter Tradição, não ter Alma e não ter apoio de torcedores de verdade), fazem o que fazem.
Por isso lembro, mais uma vez, que quando a "parceira" surgiu, foi cacifada por esta mesma trolha que hoje se diz "santa". Mas só veste o pijaminha da santa da bicharada, e nada mais.
Por tudo isso afirmo o que está na atitude da agenda política de destruição: fazer a vitrine crescer. Para isso, é necessário aviltar o verdadeiro, criar pêlo em ovo alheio, para conseguir convencer o menos atento.
O único jeito daquele antro povoado por uma corja imunda "crescer" e se "desenvolver" é tomando para si o que não é deles.
Fazem isso com o rivale também, mas atualmente perceberam que a parcela que poderia debandar talvez já tenha debandado.
Assim, nos atacam gratuitamente (e se algum de nós debandar, debande mesmo, porque aqui é CORINTHIANS, e se alguma coisa de bom essa corja faz é concentrar o maucaratismo e a falta de alma por lá).
Basta ver o que esse carinha do marquetim da corja imunda apronta, ele que esteve no mesaredonda do FlavioDaP neste domingo.
Ele é a mesa onde os abutres vêm buscar a carniça.
E, pasme: roque está debaixo dessa mesa...

sábado, 4 de outubro de 2008

Salada Corinthiana

O Jogo
Choveu granizo antes da partida, que por isso atrasou alguns minutos.
O Coringão começou bem armado, com disposição, mas o campo estava muito escorregadio e atrapalhou o toque de bola - estava realmente dificílimo tocar a bola, e o mac também não conseguia. Tudo indicava que a chave do jogo estava na bola parada e aérea.
O Coringão começou a buscar o gol aos dez minutos, e por isso mesmo começou a errar mais. E aos doze, Diogo, o estreiante, sofreu falta e levantou a bola na área. O baladinha (aniversariante) veio como elemento surpresa, se aproveitou da boa altura e enfiou uma testa pro gol. O Coringão abria o placar.
O mac sofreu com André Santos. E Morais tentava jogar com Douglas e Dentinho, mas o cmapo não deixava. Herrera buscou Morais, Elias articulou Diogo, Cristian cobria para baladinha e William não darem sopa para o azar. O Timão funcionava. Mas começou a esperar o jogo, pois o ritmo neste campo pesado é impossível manter. Assim, o mac vem pro jogo, e errava a esmo.
Diogo chuta e o goleiro ganha medalha; Douglas tira do goleiro e a bola vai na trave...
Só aos quarenta e quatro o mac dá perigo de verdade. Aos quarenta e cinco Felipe tira a bola do gol, que bate na trave.
O Corinthians Paulista tem que colocar nosso coração na boca sempre, não tem jeito.

No segundo tempo a marcação no meio campo fica mais acirrada. O Coringão só cerca, arrisca pouco por causa do campo 'difícil', mas quando se faz esse tipo de jogo, errar é fatal. Tentam alguma articulação. Douglas e Diogo na direita, por exemplo. Mas na falha da direita, da esquerda, do miolo, do time inteiro, o adversário cruza e cabeceia na área. Aí não, né?
Diogo sai pela falha de todos e Carlos Alberto tem a incumbêcia de consertar as besteiras da marcação. Otacílio entra no lugar de Dente, que jogou com amigdalite. Porque? Tem alguém aqui no Brasil querendo vê-lo jogar?...
Morais, que não conseguiu jogar, dá lugar a Lulinha. Aos trinta Felipe faz defesa difícil. O Corinthians está tentando mas não engrena...
Aos trinta e quatro, nova defesa. Alguns ataques infrutíferos depois, e mais nada. O adversário ganhou um ponto.
Próximo jogo é final. Tem que ganhar, é no Pacaembu, e se jogar como jogou hoje será uma prova de bunda-molice sem precedentes.

Denis nem viajou. Elocubrei então que talvez possa ter feito mal-criação para Mano, por não estar sendo titular, na frente de todo o grupo, e de repente Mano tenha se estressado.

Mano
Segue a entrevista de Mano. Por isso que acho ele a melhor contratação do ano, a que mais foi acertada. E por isso defendo a permanência, que além de necessária, é justa.
Além do que há esperança em suas palavras. Há algo a ser construído e, São Jorge quer, algo importante para o Corinthians Paulista de todos nós.



As bobagens da semana
A imprença "noticiou" seus releases dando conta de que era cogitada uma estrela pela segunda divisão. Balela, idiotice ou tiração de sarro, logo isto tudo foi desmentido no próprio site do Corinthians. Menos mal.
Não creio ser necessário esmiuçar qualquer motivo para considerar absurda tal atitude, não é mesmo?
Então como explicar um professor, que se diz Corinthiano, querendo o "bi da segunda divisão"? Só o quefure para dar voz a tal insanidade...
Recomendo humildade para quem cogitou a idéia como o professor: exercitá-la na primeira divisão que é o nosso lugar, e parar de pensar bobagens, como estrela ou permanência na segunda divisão.

Ingresso na lotérica
É a mesma idéia que estava no Projeto Nação Corinthiana, que influenciou o Fiel Torcedor do tampão, e que conta com um bilhete onde se carregam os créditos.
Talvez por causa desta "empresa" o Fiel Torcedor não tenha avançado para as catracas. O tampão poderia nos dizer...
Fato é que agora tem lotérica envolvida.
Por causa da loteria, que promete fundos aos clubes, ao saldar dívidas com a receita...
E a dívida da bambilândia, nunca explorada pela imprença (que não se cansa de expor as vísceras do Corinthians, do rivale e da sardinha - e não me venham com historinha de modernidade naquela corja imunda, que aqui não cola), será assim esquecida. Tudo por 2014, o ano da derrocada definitiva do Futebol.
Mas voltemos às lotéricas. Nós pagaremos taxas pelo cartão, pelo ingresso, pelo serviço, pela fila, por não ter de entrar na fila, por estar à salvo de "marginais" das Organizadas (é só ler o caderno de esporte da trolha falha - que aliás não faz reportagem, mas propaganda de um produto - deste sábado)...
São estes os argumentos para que a idéia seja aceita pela população.
É assepsia social declarada, embalada nos lacinhos da "facilidade" paga. E nada mais.
Porque o Corinthians estava fazendo isso, e as taxas seriam revertidas para o clube.
E para o Corinthians é obrigação nossa dar este dinheiro.
As taxas vão para a empresinha, e para as lotéricas. Os clubes seguem reféns das "verbas" desta empresinha, e dos empréstimos escravocratas.
E o movimento no heliporto da federação paulista não pára.

Preciosidade Corinthiana
Eu ia comentar o Museu do Futebol do Templo Sagrado, mas o Porta-Voz já o fez com a propriedade que lhe é característica.
Eu ainda vou lá e escreverei sobre, porém. Vou lá sabendo que não tem uma preciosidade como a que está no Bar São Cristóvão, na Vila Madaloca.
Quando você entra, dando a volta na coluna à direita da porta, encontrará na altura dos olhos de Teresa um quadro.
Este quadro é o Templo Sagrado do Pacaembu pouquíssimo tempo antes do nascimento dos Gaviões da Fiel. Estávamos na ditadura. Lotávamos. Não diz quando é nem qual jogo.
Ali se vê uma faixa branca, com letras pretas: Revolução Corinthiana...
Do Corinthians sempre se acha uma preciosidade. Essa, porém, merecia estar à altura dos meus olhos.

O Corinthians estuda promover um workshop com um ídolo recente, para a molecada, em um hotel fazenda. Salgadíssimo é o preço, porém...
Leia, então, o que vem a seguir.


Grama sintética no Terrão
Não gosto de atraso, como todo mundo e qualquer um. Tudo o que puder avançar deve avançar. Isto está claro para todo mundo.
Mas o que deve ficar claro, e não está, é que a essência do atraso nunca é material.
Um campo de terra, pois a grama ali já havia sido massacrada pelo aprendizado da bola, está sendo enterrado.
Começarão as obras nesta segunda.
O nosso canindézinho, o extremo leste do Parque Sagrado, quase na foz do Aricanduva, que padeceu nas mãos da corja capitaneada por asnesi, vai virar grama sintética.
Quando contei para a minha Mãe, no almoço hoje, ela falou "que bom, né?". Tamanha a abrangência da agenda política de destruição.
Se minha Mãe está achando isso (Corinthiana nascida no Parque), assim, imagino apenas quem não esteja, pois todo mundo deve estar.
Vai-se parte de uma Tradição, e as pessoas acabam não se dando conta disso.
Um campo de terra forma melhor o jogador que o campo sintético, cazzu! Como sei disso? Ora, porque o atraso causado pela 'mudança' é maior que o 'avanço' material.
O Terrão é parte Sagrada da História e do Parque.
Há um elemento místico que o Corinthians carrega desde que era simples semente do anseio popular por emancipação futebolística e social.
Mas nada que eu disser aqui conseguirá explicar ou convencer ninguém como faz o Arthur Favela, com a competência da vida e do espírito. Aqui ele explica tudo com maior propriedade o que estou sentindo. E pensando.
Ali o caso é semelhante, com o sabor de quem vive diretamente isto. Eu não vivi no Terrão, sequer joguei bola ali. Mas já assisti jogarem, freqüentava com meu Pai, na minha infância, e conheço. À minha maneira, como qualquer um conheceria.
Enfim. Não me convenço pelo 'avanço' da grama sintética. Quando um boleiro como Viola exclama um "nããão" quando recebe a notícia, eu vejo o coração dele dizer.
Atraso é coisa espiritual, da consciência. Há muito atraso nestes tempos em que vivemos.
"Paradoxalmente" há tanto atraso (ou mais?) quanto no passado, quando ainda não haviam tantos avanços tecnológicos. Mas isto é outro papo.
Quanto ao jogador Corinthiano, a sua formação mística já estava capenga. Quem a fazia era a Torcida. Porque poucos fizeram nestas duas décadas através da diretoria.
E agora, está derrubada simbolicamente, esta formação mística, na grama sintética que cobrirá a terra terra-planada.
Porque no Futebol até o chão é 'vivo', sendo vegetal ou mineral, e nada que é sintético pode conter vida...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Quem tiver o rabo preso...

...vai se enrolar
O recado foi dado para o tampão e corja limitada.
Vocês ouviram, assim como ouviram a batelada de fogos e os cânticos da Fiel Torcida.
Assim como viram a carnificina teatralizada, a malhação do judas, o espancamento solene dos bonecos de isopor que representaram a craca que foi jogada no lixo.
Compreendam, portanto.
Porque abrir jornal de manhã e ver que um imbecil como esse garcia arrota coisa como "não desejo mal a ninguém. Mas eles não deveriam ter ficado tanto tempo. É chato, mas teve que acabar dessa forma", é quase como ter a certeza de que MUITOS BONECOS, e muito mais carnificina terá de rolar.
Mas essa certeza já havia entre nós.
O que causa uma frase dessa é uma certeza de que estamos lidando com gente mais escrota do que se pensa. E que deverão ter uma resposta à altura dessa escrotidão. Não baixa, como a própria escrotidão, mas tão forte quanto o sentido contrário para onde ela nos leva.
O problema, para esse energúmeno, não é o que foi feito, mas o "tempo" que eles sentaram em cima do osso. "Teve de acabar dessa forma" é LU CAZZU. É dessa forma que acaba toda palhaçada, e ontem foi inaugurada uma nova Tradição Corinthiana.
Que esse pazzo compreenda isso, assim como essa corja que aos poucos vai sendo retirada.
Porque com a Fiel ninguém pode.

E o roque faz questão de tornar pública sua articulação, não por sua própria candidatura, em fevereiro, mas a de Pires.

Boa notícia
O Coringão superou o antigo Germânia no ranking de clubes da natação brasileira e agora é o 2º, atrás do Minas Tenis Club.

scrotum
Sobre a panacéia da copa em 2014, um dos atentados mais difíceis de engolir pelo qual passará o futebol tupiniquim, temos aqui ótima análise do nosso caro Rivale, e é imprescindível que o leitor que aqui se aventura tenha também a paciência e a vontade de se aventurar por ali. Porque o que está a acontecer é das coisas mais escrotas possível, como se fosse possível para essa corja alienada tomar mais atitudes escrotas, até mais do que as que "formaram" essa gentalha.
E aproveito para fazer constar um novo apelido para o antiestádio: O PRIVADÃO.
Afinal aquilo é uma coisa tão privada quanto pública, como estamos cansados de saber.

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E para o serviço público brasileiro, por ser o Coringão a Escola Cívica mais Tradicional de Piratininga, é dever deste Mosqueteiro deixar aqui o link para as obras completas do Machado de Assis, neste ano de Centenário.
Como é sabido, Centenário é Tradição Corinthiana...