Antes de falarmos do jogo da noite de ontem, que este post do Japonês encerre tudo o que este blogue gostaria de falar acerca da abutraiada.
Não caia nessa pataquada da abutraiada, Corinthianada!
O estádio estava cheio, conforme dizíamos. Mano preferiu entrar com Henrique de centro-avante, por este já ter estreiado e tudo o mais. E como a bola não era acionada, tocada, trabalhada, ele fez pouco e souza, no segundo tempo, entrou em seu lugar. Na lateral esquerda, a surpresa; Marcinho. Que não é lateral esquerdo, o que torna a surpresa uma preocupação desde o início da partida.
O canalha do apito é famoso.
Empatamos novamente com esse time daquele empresário (não é bom mencioná-lo, podemos sofrer algum atentado...), que soube articular o apito para que o seu protegidinho, o demagoguinho (valeu, Japonês).
O resultado é ruim pelo momento, e o Coringão poderia ter se superado e surpreendido, não fosse o nervosismo aliado ao desentrosamento geral.
Recomeçando a engrenar, o Corinthians demonstra que precisa de elenco.
Felipe, Diogo, Chicão, William e Marcinho (Marcelinho); Moradei, Jucilei, Morais; Jorge (souza), Henrique (Bill) e Dente
O Coringão tentava tocar a bola, e logo nos primeiros minutos, Dente sofre um atentado de dois marcadores, sob o migué do canalha. As laterais estavam sendo bastante acionadas, pois Morais, que substituiria Douglas, estava olhando o jogo de dentro do campo, e esquecia que era um jogador jogando bola. E muitos erros de passe. Aos 6, Diogo acerta um cruzamento, e Jorge quase desvia para o gol.
Coringão até que chegava, e ao contrário do jogo passado, tinha alguma solidez, por conta do entrosamento da dupla de zaga, que tinha que suprir o desentrosamento do resto do time inteiro. Aos 7, Jorge toma joelhada desleal nas costas, por trás, na cara do canalha, que mais uma vez dá de migué. Aos 10 o adversário chegava e era parado por Felipe, por duas vezes seguidas. Diogo desperdiça a roubada de bola aos 12, e o jogo ia se desenhando nesses erros cruciais. Aos 13, por exemplo, Henrique não entende o bom passe de Jucilei, que o deixaria na cara do gol. Aos 16 Morais esquece que estava jogando bola e deixa a bola passar, não a domina - e que joguinho escroto vem fazendo este desperdício de dinheiro...
Moradei seguia fazendo a cobertura de Marcinho. Esse tipo de coisa é incompreensível. Porém ontem, pelo menos, esse tipo de lance não tinha conversa: a bola ia pro mato.
E então começava aquele joguinho de merda do adversário, que consistia em cavar falta, cavar escanteio, e ter a bola parada a seu favor, para que o demagoguinho batesse.
A zaga soube tirar, Felipe defendia todas as que passavam, e não conseguíamos engrenar nenhum contra-ataque decente. Quando conseguíamos algum toque de bola, éramos parados com faltas, muitas delas sob o migué do canalha. Como aos 25, na falta em Dente, em que a conclusão, após bom cruzamento, foi fraca demais e o goleiro defendeu.
Quando Marcinho errou o passe crucial, Jorge estava ali para garantir a falta que pararia o lance, a exemplo do que fazia o adversário. Aos 27 a zaga fura dentro da área, e a bola espatifa no travessão. Aos 28 Dente demora muito para concluir, depois de um bom contra-ataque (que surgiu em mais um erro de domínio de bola de Morais, por incrível que pareça...), e o zagueiro masca a bola, empurrando para escanteio.
Aos 30 minutos em diante, ininterruptos balões no meio campo. Coisa horrível. A Bola, e quem assistia, sofria.
Aos 37, Henrique tentou encobrir o goleiro, na cabeçada. 39, Moradei arrisca de fora da área... 41, é a vez de Diogo. Aos 42, é Dente. Toquem a bola, cazzu! Para que a afobação? Tá certo que há desentrosamento, mas isso é elementar; o toque de bola para chegar ao gol!
Aos 45, Jorge dá um carrinho certeiro e rouba, monstruosamente bem, a bola no comando do ataque. Mas Jucilei também arrisca de fora da área, para fora do gol...
E intervalo.
No segundo tempo, o jogo continuava o mesmo, com erros de passe e de arbitragem. O zagueiro enfiou a mão na bola, e o canalha deu de migué.
E o adversário chegava só com cavadas de falta. Felipe operava milagres. Chegávamos apenas aos 13, em chute de Jorge, defendido. Aos 15, falta dura em Dente, que passou pelo crivo-migué do canalha (quantas já foram? Perdi a conta...). Marcinho, que errava cruzamento por não ser lateral de ofício, chutava pessimamente. Aos 16 é a vez de Jucilei ser empurrado e contar com o migué do apito canalha. É de foder. Aos 16, Diogo cruza e quase surpreende o goleiro. E aos 18, em uma falta cavada, que não foi falta, pois Chicão NÃO FAZ a falta no demagoguinho, diferente de todas as faltas nos Corinthianos que NÃO FORAM marcadas pelo apito canalha, o demagoguinho cobra bem e faz. É só isso que esse adversário sabe fazer: cavar faltas e depender do demagoguinho. Mano Menezes, Willian, Chicão e todo o time sabiam disso. Se não soubessem...
E, como sempre roubado, o Corinthians precisava de superação e jogar bola. Jorge e Henrique saem para Bill e souza entrarem. Aos 25 Dente cruza, souza cabeceia. Marcinho, muito vaiado (lembremos que o cara não é lateral, mesmo sendo um errador contumaz de passe) e Marcelinho entra (por que não começar a partida com ele?...)
Aos 28 souza cisca na área e o zagueiro, a exemplo do time todo, dá uma botinada. O canalha do apito não tem como dar de migué. Chicão bate, marca, empata o jogo e reivindica a bola no fundo do gol, para levá-la para o meio de campo.
O jogo segue com o Coringão tentando dominar o jogo, e até consegue por alguns minutos. Mas deixaram jogar. Dente toma amarelo por reclamação justa, depois de apanhar o jogo inteiro sob o migué do apito canalha. E quando ele retribui o carinho do marcador, é expulso. Tudo encomendado, e Dente caiu na arapuca... Menos um para o jogo de domingo...
O jogo segue no lero-lero dos balões no meio de campo, com os passes errados, cruzamentos errados, souza tomando o lugar de Morais e Marcinho e perdendo as bolas que eles perdiam (Morais, aliás, cadê?) e Felipe trabalhava. E nesse nervosismo em marcar gol, nessa afobação, perdíamos pelo menos quatro boas chances, nos últimos minutos. Aos 46 Bill chuta afobado, num dos maiores exemplos disso que dizíamos, ao invés de partir para cima, jogando a bola pelo chão, tocando, avançando com inteligência, alcançando melhor posicionamento, para então chutar.
E o que se viu foi o reinício de um entrosamento que havia sido adquirido em meados do Campeonato Paulista, aquele que fomos campeões Invictos.
Mesmo que pareça o fim dos mundos, como naquele momento também pareceu, e mesmo que esse empate tenha vindo em um momento delicado para o Corinthians se firmar na tabela, ainda temos muitos jogos, inclusive em casa. E nesses jogos, esses erros irão persistir. Mas, em casa, o apoio TEM DE SER IRRESTRITO, INCONDICIONAL, e o cara que estiver vestido com esse Manto Sagrado terá de entender o que se passa.
É DOMINGÃO!
Interessante as considerações de Silvinho sobre o time, também, apesar deste blogue ainda achar o resultado ruim.
VAI CORINTHIANS!!!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
O dia de hoje
Hoje é quarta-feira, dia de jogo do Corinthians.
O defunto de domingo já foi velado e enterrado, e aqui rezaremos a última missa pra ele.
Não sem antes falarmos sobre o jogo de hoje. Uma pedreira, um jogo em Rio Preto, com a casa cheia (?) de nossa Fiel Torcida local e das adjacências.
O Corinthians terá que jogar muita bola, se superar, e é isso que fará, com a Força do Guerreiro.
No ataque, ou Henrique ou Bill poderão estrear, se Mano Menezes continuar no seu esquema. Pode ser que ele seja pragmático e "retranqueiro", e nosso problema, de qualquer modo, serão as laterais do setor de defesa. Morais não está entrosado com Jucilei e Moradei, e os dois últimos até que jogaram bem contra o time baiano... Mas o meio campo está desentrosado. Dente e Jorge terão que correr muito pra ajudar esse desentrosamento e a si mesmos, com o novo centroavante, também desentrosado.
O Coringão não fará mais que um arroz-com-feijão, e contará com a Raça e a superação do Guerreiro, além da Corrente da Fiel, para somar esses três pontos.
Para afastar de vez os olhares dos carniceiros, da anticorintianada de merda.
Se entrar como entrou domingo, é porque estão pedindo um sacode no sábado.
É PRA JOGAR BOLA, PRA VOLTAR COM A VITÓRIA.
Felipe; Diogo, Chicão, William, Diego; Moradei, Jucilei e Morais; Jorge, Bill (Henrique) e Dente
Então, vamos às considerações gerais e a última missa para esse defunto.
Depende da Fiel Torcida, e não é por causa desse jogo especificamente, mas ao contexto do restante do ano, o seguinte; sob a batuta da idéia de que estamos já no ano do Centenário, como de fato estamos desde 2/12/2007, e já com ele praticamente preparado (a vaga para a disputa do torneio continental já é nossa seis meses antes de todos, que têm ainda que classificar no campeonato modorrento), temos até o dia do aniversário de noventa e nove anos do Glorioso para fechar o elenco do restante do campeonato. São oito jogos até lá, cuja meta é começar a preparar o Timão, nisto incluso mandar embora quem tem que ser mandado embora (e aqui contamos também membros da diretoria). E aqui a pressão sobre o Conselho cabe, ainda mais sobre o CORI de Roque, aquele que tem um "crível" de estimação.
Esbarramos em algumas questões, porém, e elas seguem.
O que é muito grave, no momento, e é justamente o que é elogiado pela abutraiada, motivo da sem-vergonhice do gobbi naquelas bobagens que disse, é a completa inação da torcida.
Claro, as organizadas serão sempre o vetor determinante para que manifestações ocorram, por conta das lideranças que as carregam.
A inação aqui mencionada, no entanto, é nada menos que o escopo de coisas que vão desde a ausente manifestação quando da primeira majoração de preço dos ingressos de todos os setores, e aí vaí, conseqüentemente, o modo como foi feito o plano de "fidelização", até a aceitação inquestionada das pataquadas que a abutraiada arma como arapuca para, se aproveitando de uma "crise", vender-se mais a anúncios e encher nosso saco com seus escribas mal pagos. Tudo isso passando pelo silêncio gorduroso em plena Arquibancada, coisa arquitetada há mais de década.
O que é grave no momento, para o time, é a situação de alguns jogadores, que podem sair a qualquer momento.
Isso gera um tal nível de tensão, apenas por ser no Corinthians, que nos demonstra o quanto estão preocupados, TODOS, com o Todo-Poderoso.
É que Ele, de fato, VOLTOU.
Chupa, anticorintianada!!!
E chupa porcada, também, por ter ganho um Clássico de um time que não compareceu, numa hora crucial para a mudança em nosso elenco.
Eles estão nada mais que roendo o resto do osso do ano e achando tudo muito engraçado, rindo à toa, mas as derrotas para o porco causam mais males a eles que a nós.
É que, quando ganham do Corinthians, ao invés de se exaltarem, reparem, tentam diminuir o Corinthians, enquanto nós seguimos exaltando-O, na vitória ou na derrota.
Esse modo de agir, todo adversário nosso aprendeu foi com eles.
E reparem então a contrapartida disso, quando somos nós que ganhamos (e por isso as nossas 112 vitórias contam mais sobre nós, que as 120 derrotas nossas contam sobre eles); o Corinthians é exaltado por nós, e eles se forçam a desdizer do Corinthians, o que é natural deles e da situação para eles.
Por mais que a abutraiada tente vender um "abismo" com relação à atual situação, e já exista gente usando a palavra "crise", e pior, atribuindo esse uso ao Corinthiano, quando é atividade de carniceiros, posto que é irrealíssimo, e ainda assim alguns embarcam; e o nosso Corinthians segue em frente.
O Gigante tropeçou no Clássico mais importante do mundo, e depois de uma semana de cretinice que desconcentrou, jogou ajoelhado. Na hora mais que errada, por ser quando foi, mas numa hora certa para o contexto desse campeonato modorrento.
Não é preciso dizer que a Fiel sofre muito mais com isso que muitos 'empregados' do time, não é? É só pra nós que vale o tabu, pra eles não. Esse é o futebol de hoje, aprendam isso de uma vez por todas.
Maior é o Corinthians.
Que agora tem o dever de se concentrar para o ano do Centenário que já começou.
E aqui entramos em outra grave questão, o que nos faz retornar à diretoria.
Que tenta montar um quebra-cabeça na relação custo-benefício do atleta que deperta interesse (observe que contratação, no Corinthians, tem de passar pelo crivo do Carlos Leite, e do tampão, que assina o contrato; aqui, poucos palpitam, e Mano tem opinião quase absoluta; disto resultam alguns magníficos acertos, como Cristian, e outros erros absurdos, como souza), para chegar ao atleta e ele pedir mais apenas por ser o Corinthians.
Como as federações, confederação, empresários e negociatas afins, através da lei do ex-corintiano que jogou muita bola, transformaram os clubes em reféns de suas dívidas, as saídas são ou trazer "refugo", ou repatriar brasileiros que não foram bem no estrangeiro, ou revelar jogador (isso quando ele já não está na teia do tráfico infantil da mercadoria "boleiro").
Por isso mesmo, e este é o grande exemplo, por mais vantajosa que seja a relação Corinthians-Fenômeno, só acontece por conta dos milhões que são pagos para poluir o Manto Sagrado com anúncios. Ou seja, não esperemos jogadores fantásticos, pois o único que cá chegou foi por essas condições.
Não é possível criar uma dívida astronômica para termos um super-time. A idéia, portanto, seria trazer aqueles três tipos de jogadores, mesclá-los, testando variadas formações ao longo das vinte e tantas rodadas que nos falta.
Pode até parecer presunção, para um Clube que subiu agora de divisão, foi campeão e sofreu um tão propalado "desmanche", que ainda não "terminou".
Mas é isso que veremos, pois foi isso que vimos no Paulistão, também, quando o time que subiu de divisão foi recomposto, e a ele foram adicionadas peças que engrenaram na Invencibilidade ao longo daquele certame. Tudo muito bonito, dirão, mas o caso é outro agora.
Sim, é outro, agora o time campeão está perdendo peças importantes.
Peças que chegaram sob o mesmo descrédito, situação semelhante à qual chegarão os que agora forem contratados, pois.
Este descrédito, caro(a) Corinthiano(a), vem de sua consciência, de seu raciocínio, ou tem muito de coisa que lemos e ouvimos dizer por aí?
Por isso, a mais grave das questões, citada acima, que retorna agora e se faz latente, nos remete à necessidade de apoio e pensamento positivo para com o trabalho da Comissão Técnica.
Se é pra ser inativo, que se pense positivo, pelo menos.
Se formos levar para além da palavra a ideologia da Torcida, porém, nossa postura já tinha que ter mudado.
AQUI É CORINTHIANS!!!
O defunto de domingo já foi velado e enterrado, e aqui rezaremos a última missa pra ele.
Não sem antes falarmos sobre o jogo de hoje. Uma pedreira, um jogo em Rio Preto, com a casa cheia (?) de nossa Fiel Torcida local e das adjacências.
O Corinthians terá que jogar muita bola, se superar, e é isso que fará, com a Força do Guerreiro.
No ataque, ou Henrique ou Bill poderão estrear, se Mano Menezes continuar no seu esquema. Pode ser que ele seja pragmático e "retranqueiro", e nosso problema, de qualquer modo, serão as laterais do setor de defesa. Morais não está entrosado com Jucilei e Moradei, e os dois últimos até que jogaram bem contra o time baiano... Mas o meio campo está desentrosado. Dente e Jorge terão que correr muito pra ajudar esse desentrosamento e a si mesmos, com o novo centroavante, também desentrosado.
O Coringão não fará mais que um arroz-com-feijão, e contará com a Raça e a superação do Guerreiro, além da Corrente da Fiel, para somar esses três pontos.
Para afastar de vez os olhares dos carniceiros, da anticorintianada de merda.
Se entrar como entrou domingo, é porque estão pedindo um sacode no sábado.
É PRA JOGAR BOLA, PRA VOLTAR COM A VITÓRIA.
Felipe; Diogo, Chicão, William, Diego; Moradei, Jucilei e Morais; Jorge, Bill (Henrique) e Dente
Então, vamos às considerações gerais e a última missa para esse defunto.
Depende da Fiel Torcida, e não é por causa desse jogo especificamente, mas ao contexto do restante do ano, o seguinte; sob a batuta da idéia de que estamos já no ano do Centenário, como de fato estamos desde 2/12/2007, e já com ele praticamente preparado (a vaga para a disputa do torneio continental já é nossa seis meses antes de todos, que têm ainda que classificar no campeonato modorrento), temos até o dia do aniversário de noventa e nove anos do Glorioso para fechar o elenco do restante do campeonato. São oito jogos até lá, cuja meta é começar a preparar o Timão, nisto incluso mandar embora quem tem que ser mandado embora (e aqui contamos também membros da diretoria). E aqui a pressão sobre o Conselho cabe, ainda mais sobre o CORI de Roque, aquele que tem um "crível" de estimação.
Esbarramos em algumas questões, porém, e elas seguem.
O que é muito grave, no momento, e é justamente o que é elogiado pela abutraiada, motivo da sem-vergonhice do gobbi naquelas bobagens que disse, é a completa inação da torcida.
Claro, as organizadas serão sempre o vetor determinante para que manifestações ocorram, por conta das lideranças que as carregam.
A inação aqui mencionada, no entanto, é nada menos que o escopo de coisas que vão desde a ausente manifestação quando da primeira majoração de preço dos ingressos de todos os setores, e aí vaí, conseqüentemente, o modo como foi feito o plano de "fidelização", até a aceitação inquestionada das pataquadas que a abutraiada arma como arapuca para, se aproveitando de uma "crise", vender-se mais a anúncios e encher nosso saco com seus escribas mal pagos. Tudo isso passando pelo silêncio gorduroso em plena Arquibancada, coisa arquitetada há mais de década.
O que é grave no momento, para o time, é a situação de alguns jogadores, que podem sair a qualquer momento.
Isso gera um tal nível de tensão, apenas por ser no Corinthians, que nos demonstra o quanto estão preocupados, TODOS, com o Todo-Poderoso.
É que Ele, de fato, VOLTOU.
Chupa, anticorintianada!!!
E chupa porcada, também, por ter ganho um Clássico de um time que não compareceu, numa hora crucial para a mudança em nosso elenco.
Eles estão nada mais que roendo o resto do osso do ano e achando tudo muito engraçado, rindo à toa, mas as derrotas para o porco causam mais males a eles que a nós.
É que, quando ganham do Corinthians, ao invés de se exaltarem, reparem, tentam diminuir o Corinthians, enquanto nós seguimos exaltando-O, na vitória ou na derrota.
Esse modo de agir, todo adversário nosso aprendeu foi com eles.
E reparem então a contrapartida disso, quando somos nós que ganhamos (e por isso as nossas 112 vitórias contam mais sobre nós, que as 120 derrotas nossas contam sobre eles); o Corinthians é exaltado por nós, e eles se forçam a desdizer do Corinthians, o que é natural deles e da situação para eles.
Por mais que a abutraiada tente vender um "abismo" com relação à atual situação, e já exista gente usando a palavra "crise", e pior, atribuindo esse uso ao Corinthiano, quando é atividade de carniceiros, posto que é irrealíssimo, e ainda assim alguns embarcam; e o nosso Corinthians segue em frente.
O Gigante tropeçou no Clássico mais importante do mundo, e depois de uma semana de cretinice que desconcentrou, jogou ajoelhado. Na hora mais que errada, por ser quando foi, mas numa hora certa para o contexto desse campeonato modorrento.
Não é preciso dizer que a Fiel sofre muito mais com isso que muitos 'empregados' do time, não é? É só pra nós que vale o tabu, pra eles não. Esse é o futebol de hoje, aprendam isso de uma vez por todas.
Maior é o Corinthians.
Que agora tem o dever de se concentrar para o ano do Centenário que já começou.
E aqui entramos em outra grave questão, o que nos faz retornar à diretoria.
Que tenta montar um quebra-cabeça na relação custo-benefício do atleta que deperta interesse (observe que contratação, no Corinthians, tem de passar pelo crivo do Carlos Leite, e do tampão, que assina o contrato; aqui, poucos palpitam, e Mano tem opinião quase absoluta; disto resultam alguns magníficos acertos, como Cristian, e outros erros absurdos, como souza), para chegar ao atleta e ele pedir mais apenas por ser o Corinthians.
Como as federações, confederação, empresários e negociatas afins, através da lei do ex-corintiano que jogou muita bola, transformaram os clubes em reféns de suas dívidas, as saídas são ou trazer "refugo", ou repatriar brasileiros que não foram bem no estrangeiro, ou revelar jogador (isso quando ele já não está na teia do tráfico infantil da mercadoria "boleiro").
Por isso mesmo, e este é o grande exemplo, por mais vantajosa que seja a relação Corinthians-Fenômeno, só acontece por conta dos milhões que são pagos para poluir o Manto Sagrado com anúncios. Ou seja, não esperemos jogadores fantásticos, pois o único que cá chegou foi por essas condições.
Não é possível criar uma dívida astronômica para termos um super-time. A idéia, portanto, seria trazer aqueles três tipos de jogadores, mesclá-los, testando variadas formações ao longo das vinte e tantas rodadas que nos falta.
Pode até parecer presunção, para um Clube que subiu agora de divisão, foi campeão e sofreu um tão propalado "desmanche", que ainda não "terminou".
Mas é isso que veremos, pois foi isso que vimos no Paulistão, também, quando o time que subiu de divisão foi recomposto, e a ele foram adicionadas peças que engrenaram na Invencibilidade ao longo daquele certame. Tudo muito bonito, dirão, mas o caso é outro agora.
Sim, é outro, agora o time campeão está perdendo peças importantes.
Peças que chegaram sob o mesmo descrédito, situação semelhante à qual chegarão os que agora forem contratados, pois.
Este descrédito, caro(a) Corinthiano(a), vem de sua consciência, de seu raciocínio, ou tem muito de coisa que lemos e ouvimos dizer por aí?
Por isso, a mais grave das questões, citada acima, que retorna agora e se faz latente, nos remete à necessidade de apoio e pensamento positivo para com o trabalho da Comissão Técnica.
Se é pra ser inativo, que se pense positivo, pelo menos.
Se formos levar para além da palavra a ideologia da Torcida, porém, nossa postura já tinha que ter mudado.
AQUI É CORINTHIANS!!!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O dia seguinte...
Perder para o rivale é como perder um parente querido. Na verdade, essas derrotas tem realmente o poder de vida sobre alguns. Mas isso é outro papo.
O que queremos dizer é que, se vemos os ancestrais quando vencemos, quando somos campeões, vemos também, e muito mais intensamente, quando somos derrotados. E não se iluda, Fiel; perder pode parecer o pior dos mundos. E quase sempre, ou sempre, o é.
Mas o Corinthians foi feito para dar alegrias ao Povo.
Este ano, além da volta do Gigante, já fomos campeões. E aquela parte do povo que renegou o próprio povo para se tornar uma "sociedade filodramática e dançante" também tem direito a uma alegria na vida, por que não?
Ainda que tenham sido ajudados pelo canalha do apito, como é praxe, e ainda que nessa ajuda toda pudessem ter sido encardidos ao extremo sem levar a contrapartida, temos de reconhecer; eles ganharam do melhor time do país, que não jogou nada. É esta, só, a alegria dessa gente.
Mas ao contrário de outros tempos, não nos resta outra atitude senão pôr as barbas de molho. Eu, inclusive, tirei a minha hoje que é pra começar vida nova.
E que saia logo quem tem que sair (Douglas já foi liberado para negociar a si nos Emirados), e chegue logo quem tem que chegar.
Acabaram as festas definitivamente.
E segue o Corinthians, nada mais importante. Nada como um dia após o outro. E quarta-feira tem mais.
Maior é o Corinthians!
VIVA O CORINTHIANS!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Mais considerações...
Sobre o Gordo e sua fratura de um mês, podemos dizer que obviamente o Gordo jamais jogaria fraturado. Ele é o Fenômeno, é um Gênio, mas é um jogador sem muito 'calor humano'. Mas de tudo isso já sabíamos. Há muito tempo. Não faz sentido nenhum lembrar disso agora.
Jogar com fratura alguém até joga, mas os tempos de Jaú são os tempos do Corinthianismo, que hoje faz muita falta. Jaú, zagueiro da década de 30, que defendeu o Brasil contra a carniceria Argentina com o braço quebrado, ao Sair de campo, perguntado pelo repórter portenho "como conseguiu", ele respondeu: SOU CORINTHIANO e estou jogando pelo Brasil. O Gordo é Gênio, mas não é capaz de tal feito. Relembro algo que mencionávamos aqui.
Enfim, o Gordo não vai dar o gostinho da urubuzada zoá-lo. E até saber qual time teremos para a base de 2010, estará fazendo esteira.
É o preço que todos nós já sabíamos que o Corinthians teria de pagar para mantê-lo.
A lógica é: campeonato não terminou, faltam rodadas o suficiente para recuperar, já fomos campeões do que disputamos por enquanto.
É irresistível tal lógica, se confiarmos minimamente no planejamento.
Se não confiarmos nem um pouco, comemoramos o que há menos de um mês?
Muitos se questionam "e se der merda?"; já poderia ter dado merda, respondo. Ainda assim, daqui em diante veremos os descrentes apregoando que tudo vai acabara mal, e os que continuarão apoiando o Corinthians - o que é diferente demais de bater palma pra uma diretoria que faz a obrigação e mais uma penca de cagadas.
Fato é que o Corinthians não entrou em campo ontem. Foi disparado o pior jogo da gestão Mano Menezes, pela dimensão do jogo e pelo futebol apresentado, que foi pífio.
Foi um ponto fora da curva, que tem de servir, ao menos, para ensinar que em um jogo desse, não se entra sem vontade, não se entra com toda essa bundamolice escrota. Já tinhamos tido vários jogos assim, mas que este seja o exemplo cabal. Tudo parece obscuro mais adiante, quando falamos do time, e isso vai atrapalhar tudo até o fim de agosto.
Mas no jogo, Mano colocou Moradei esperando que, sem o Gordo, Elias jogasse alguma coisa, que Douglas armasse. Mas só Jucilei partiu pra cima da porcada. Daí a dizer que ele foi cuzão por não ter colocado um souza no lugar do Gordo, é forçar a barra demais.
Por fim, o juiz entrou pra favorecer o adversário. É emblemático naquele lance, no começo do jogo, que a bola não toca em ninguém eo escanteio é marcado. E mais ainda noi lance de expulsão do Alessandro, em que o porco foi encardido em todas as botinadas até a botinada-revide do Alessandro. O juiz, porém, considera que o Corinthians não pode revidar botinadas porque é o Corinthians, e ele não gosta nem um pouco do Corinthians, e por isso expulsa Alessandro. Foi infantil? Foi, fudeu o resto do jogo todo, que perdemos ali, definitivamente, mas não dá pra jogar bola tomando (muita) botinada e não revidar, que é o que o time porco sabe fazer de bom, ainda que algum rivale teime em dizer que o porco "tocou bola com brio", ou coisa parecida.
Alessandro não aguentaria o jogo todo, ao que me parece, e é inexplicável, ainda assim, que tenhamos iniciado a partida com Diogo, se Alessandro estava ali.
Mais considerações sobre essa desgraça por aqui e aqui.
Conforme frisávamos aqui, FORA gobbi, por desrespeitar o Torcedor Corinthiano de Arquibancada, que paga ingresso sem parar.
E aqui, dois pés no peito de um abutre.
O que queremos dizer é que, se vemos os ancestrais quando vencemos, quando somos campeões, vemos também, e muito mais intensamente, quando somos derrotados. E não se iluda, Fiel; perder pode parecer o pior dos mundos. E quase sempre, ou sempre, o é.
Mas o Corinthians foi feito para dar alegrias ao Povo.
Este ano, além da volta do Gigante, já fomos campeões. E aquela parte do povo que renegou o próprio povo para se tornar uma "sociedade filodramática e dançante" também tem direito a uma alegria na vida, por que não?
Ainda que tenham sido ajudados pelo canalha do apito, como é praxe, e ainda que nessa ajuda toda pudessem ter sido encardidos ao extremo sem levar a contrapartida, temos de reconhecer; eles ganharam do melhor time do país, que não jogou nada. É esta, só, a alegria dessa gente.
Mas ao contrário de outros tempos, não nos resta outra atitude senão pôr as barbas de molho. Eu, inclusive, tirei a minha hoje que é pra começar vida nova.
E que saia logo quem tem que sair (Douglas já foi liberado para negociar a si nos Emirados), e chegue logo quem tem que chegar.
Acabaram as festas definitivamente.
E segue o Corinthians, nada mais importante. Nada como um dia após o outro. E quarta-feira tem mais.
Maior é o Corinthians!
VIVA O CORINTHIANS!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Mais considerações...
Sobre o Gordo e sua fratura de um mês, podemos dizer que obviamente o Gordo jamais jogaria fraturado. Ele é o Fenômeno, é um Gênio, mas é um jogador sem muito 'calor humano'. Mas de tudo isso já sabíamos. Há muito tempo. Não faz sentido nenhum lembrar disso agora.
Jogar com fratura alguém até joga, mas os tempos de Jaú são os tempos do Corinthianismo, que hoje faz muita falta. Jaú, zagueiro da década de 30, que defendeu o Brasil contra a carniceria Argentina com o braço quebrado, ao Sair de campo, perguntado pelo repórter portenho "como conseguiu", ele respondeu: SOU CORINTHIANO e estou jogando pelo Brasil. O Gordo é Gênio, mas não é capaz de tal feito. Relembro algo que mencionávamos aqui.
Enfim, o Gordo não vai dar o gostinho da urubuzada zoá-lo. E até saber qual time teremos para a base de 2010, estará fazendo esteira.
É o preço que todos nós já sabíamos que o Corinthians teria de pagar para mantê-lo.
A lógica é: campeonato não terminou, faltam rodadas o suficiente para recuperar, já fomos campeões do que disputamos por enquanto.
É irresistível tal lógica, se confiarmos minimamente no planejamento.
Se não confiarmos nem um pouco, comemoramos o que há menos de um mês?
Muitos se questionam "e se der merda?"; já poderia ter dado merda, respondo. Ainda assim, daqui em diante veremos os descrentes apregoando que tudo vai acabara mal, e os que continuarão apoiando o Corinthians - o que é diferente demais de bater palma pra uma diretoria que faz a obrigação e mais uma penca de cagadas.
Fato é que o Corinthians não entrou em campo ontem. Foi disparado o pior jogo da gestão Mano Menezes, pela dimensão do jogo e pelo futebol apresentado, que foi pífio.
Foi um ponto fora da curva, que tem de servir, ao menos, para ensinar que em um jogo desse, não se entra sem vontade, não se entra com toda essa bundamolice escrota. Já tinhamos tido vários jogos assim, mas que este seja o exemplo cabal. Tudo parece obscuro mais adiante, quando falamos do time, e isso vai atrapalhar tudo até o fim de agosto.
Mas no jogo, Mano colocou Moradei esperando que, sem o Gordo, Elias jogasse alguma coisa, que Douglas armasse. Mas só Jucilei partiu pra cima da porcada. Daí a dizer que ele foi cuzão por não ter colocado um souza no lugar do Gordo, é forçar a barra demais.
Por fim, o juiz entrou pra favorecer o adversário. É emblemático naquele lance, no começo do jogo, que a bola não toca em ninguém eo escanteio é marcado. E mais ainda noi lance de expulsão do Alessandro, em que o porco foi encardido em todas as botinadas até a botinada-revide do Alessandro. O juiz, porém, considera que o Corinthians não pode revidar botinadas porque é o Corinthians, e ele não gosta nem um pouco do Corinthians, e por isso expulsa Alessandro. Foi infantil? Foi, fudeu o resto do jogo todo, que perdemos ali, definitivamente, mas não dá pra jogar bola tomando (muita) botinada e não revidar, que é o que o time porco sabe fazer de bom, ainda que algum rivale teime em dizer que o porco "tocou bola com brio", ou coisa parecida.
Alessandro não aguentaria o jogo todo, ao que me parece, e é inexplicável, ainda assim, que tenhamos iniciado a partida com Diogo, se Alessandro estava ali.
Mais considerações sobre essa desgraça por aqui e aqui.
Conforme frisávamos aqui, FORA gobbi, por desrespeitar o Torcedor Corinthiano de Arquibancada, que paga ingresso sem parar.
E aqui, dois pés no peito de um abutre.
domingo, 26 de julho de 2009
...
Antes de tudo, parabéns às "diretorias" por "escolherem" um dos melhores gramados da Várzea Pantaneira.
Os jogadores todos escorregaram a contento, e a bola escapou a todos por diversas vezes. Realmente, em termos de "espetáculo", levar o Maior Clássico do Mundo pra puta que os pariu é uma decisão a se considerar, de fato. Né? Ah, vão pro meio da merda com Prudente.
Lembrando que o público seria maior que o público de hoje se o jogo fosse disputado no Pacaembu.
Mas, tivesse sido este o problema, não teria sido nenhum problema.
Bem que o porco que preside o chiqueiro estava calmo demais com o fato de a chuva atrapalhar a viagem da delegação suína, que teve de ir por terra para o cafundó da fronteira.
A contusão do Gordo não foi fator determinante para coisa alguma, nem mesmo para um suposto "abalo" no time, que, imagino eu, esteja sendo dito para os microfones.
Este blogue poderia começar a campanha contra um "time de bunda moles", porque hoje não jogaram nada. Nem mesmo Elias, quando sai de campo reclamando da arbitragem, com razão, tem qualquer razão. Pois ele mesmo não jogou nada. A campanha poderia ser até embasada nesse "desmanche", para usarmos o assuntinho da semana (que estava sinalizado desde a janela do ano passado...). Tudo porque perdemos o jogo mais importante do semestre.
Mas tenho uma questão para os senhores jogadores, e à Comissão Técnica.
É isso, o futebol que vocês apresentam à Nação Corinthiana, em um Clássico?
Teremos sequência neste campeonato se, depois desse desastre de hoje, a cornetagem e as pressões internas não interferirem na Comissão Técnica. E, principalmente, se os reforços chegarem a tempo, e quem quiser e tiver de sair, saia logo. Antes do aniversário do Corinthians.
Permitam-me fazer uma digressão, já que esse dia está terminando assim, para que o leitor Corinthiano entenda o que está sendo dito, mesmo com uma derrota.
O exemplo é o de quando wadihelu tomou o lugar de Matheus, e o Pequeno Polegar, patrimônio do Clube, foi desvalorizado por este calhorda, que sempre esteve a serviço da corja imunda.
Luizinho, depois de Neco, foi o maior jogador que já vestiu o Manto Sagrado. Não à toa foi o segundo busto a figurar nos Jardins do Parque.
Pois bem, este calhorda ainda figura como conselheiro vitalício.
Eis o que quero demonstrar, caro(a) Corinthiano(a). Iguais a esse, exemplos são fartos no Parque São Jorge.
Perdemos da porcada, zero a três, estamos sem ganhar dessa turminha encardida desde 2006. Mas isso é do Futebol.
O que é NOSSO, COISA NOSSA, é que há canalhas ocupando lugares há tempo demais, e não merecem.
A fatos como este deveria estar direcionada a gritaria que virá, e é inevitável, muito mais que ao jogo de hoje, como se pudesse ser causador ou espelho de qualquer crise ou "desmanche". A venda de jogadores é necessária, compreendam. Perder do jeito que perdemos, não.
Foram fatiados, pela necessidade explicitada naquele momento. Todos sabíamos da situação. E não é este o problema para o time, pois quem armou esse time com "refugos" que hoje são tão valorizados, inclusive por esta idéia falsa de "desmanche", continua ali. Mais "refugos" virão, e daqui um ano e meio estaremos com essa gritaria pela venda (com lucro, como foi a venda de Cristian, mas disso ninguém fala...) deles...
Sigamos em frente...
Felipe; Diogo (Alessandro), Chicão, William e Diego (Marcinho); Jucilei, Elias e Douglas; Jorge, Dente e Ronaldinho (Moradei)
O jogo começou truncado, toque de bola recuado e com porquinho carnicento fazendo tosquice. O gramado ajudava o porquinho, que jogava recuado, esperando o Corinthians.
Já aos sete o canalha do apito gacibento, aquele mesmo, inventa uma falta só porque era perigosa. E quase deram certo. O canalha ainda tentava intimidar Jucilei. E a porrada comendo solta num pasto de lama.
E no roubo do escanteio, que não toca em Corinthiano algum, cruzavam a bola para porquinho fazer impedido.
E o suíno de ferrugem faz falta por trás no Gordo, que cai em cima da mão esquerda. O fosfórico porquinho não toma cartão e ainda prejudica o espetáculo. O Gordo, com fortes dores, sai do jogo. Moradei entra.
O Corinthians não engrenava, passou a ver o porco chegar para o jogo, já que ninguém avançava. A lentidão de Elias, com a falta de articulação entre ele, Douglas, Diogo, Jorge, Dente, e o time todo, prejudicava a nossa saúde. Aos 23, ao invés de jogar bola, estando no ataque, Douglas se desfaz da bola. E Jucilei cobrindo a lateral esquerda, tendo de marcar dois, deixa sair o cruzamento, aos 31, para Obina fazer, no cochilo geral.
Aos 34, a zaga não tira direito, e Felipe defende. A falta de articulação geral, o cochilo geral, parece ser tão geral que ninguém parece querer jogar bola. Jucilei tenta o chute. Tem que tocar a bola primeiro...
Aos 38, Elias erra passe bisonho no meio campo. Aos 40, Diego não consegue sair jogando com a bola. O Corinthians não parecia ter chegado em Prudente, mesmo que tivesse chegado antes...
Diogo e Jorge não se entendem na jogada, mas Jucilei vem para o jogo bonito, saindo da marcação de dois carniceiros. A bola começa a ser trabalhada. Jorge chega para arrematar, Marcos defende. Aos 44 a bola para ser batida para fazerem o gol, na pequena área, mas o ferrugem chega antes e põe pra escanteio. Na sequência, Dente faz gol impedido, invalidado.
Para o segundo tempo, Alessandro no lugar de Diogo. E com a força de Alessandro passamos a organizar, de fato, os passes. Chegávamos por duas vezes já no segundo minuto. Dente segue afobado e não presta atenção ao posicionamento, tem que chamar a atenção do rapaz. Mas no terceiro minuto, a base de todo problema. O meio campo. Moradei entrega o ouro, com o porquinho fazendo nojeira em campo com a anuência do apito. No quarto minuto, bom toque de bola, conclusão inconclusiva de Douglas. Chegava, mas não chegava. No quinto minuto, falta desleal do lateral esquerdo já amarelado. O apito contorna o problema com o silêncio. O Coringão engrena, chega por diversas vezes, até que o porquinho sente a mão de Chicão nas costas e se joga em plena área. O canalha - vocês se surpreendem? - dá. Balde de água fria. E AGORA, VÃO OU NÃO VÃO JOGAR BOLA?
Logo depois, Chicão bate extremamente mal uma falta, e no contra-ataque com apenas Moradei na sobra, contra dois, Obina faz o terceiro.
Diego sai, levando sua culpa, mas também a culpa de todo mundo, pois é seu nome que constará na eternidade da escalação... Entra Marcinho, para segurar uma bronca. O Corinthians deixa tudo a cargo da vontade, mas nem mesmo ela veio à Prudente, a cidadezinha onde essa diretoria inventa de ir jogar nosso mando desse que é um Clássico mais que importantíssimo. o ataque não aparece. E aos 27, sucessão de pancadas de porquinhos, e quando a pancada é de Alessandro, o canalha do apito faz o que lhe foi demandado. Tiram nosso Guerreiro, como fizeram em 93. Precisam de expulsões, ainda assim. E falta da porcada, antes, não foi? Depois disso, num cai-cai da porcada, mais cartão para o Corinthians. Que não jogava nada. Com Douglas andando em campo, é melhor colocar um poste.
O canalha do apito ainda tentou deixar o pau quebrar em campo, para ver se expulsava mais um Corinthiano.
E assim foi esse jogo de merda.
MAIOR É O CORINTHIANS!!!
VIVA O CORINTHIANS!!!
Os jogadores todos escorregaram a contento, e a bola escapou a todos por diversas vezes. Realmente, em termos de "espetáculo", levar o Maior Clássico do Mundo pra puta que os pariu é uma decisão a se considerar, de fato. Né? Ah, vão pro meio da merda com Prudente.
Lembrando que o público seria maior que o público de hoje se o jogo fosse disputado no Pacaembu.
Mas, tivesse sido este o problema, não teria sido nenhum problema.
Bem que o porco que preside o chiqueiro estava calmo demais com o fato de a chuva atrapalhar a viagem da delegação suína, que teve de ir por terra para o cafundó da fronteira.
A contusão do Gordo não foi fator determinante para coisa alguma, nem mesmo para um suposto "abalo" no time, que, imagino eu, esteja sendo dito para os microfones.
Este blogue poderia começar a campanha contra um "time de bunda moles", porque hoje não jogaram nada. Nem mesmo Elias, quando sai de campo reclamando da arbitragem, com razão, tem qualquer razão. Pois ele mesmo não jogou nada. A campanha poderia ser até embasada nesse "desmanche", para usarmos o assuntinho da semana (que estava sinalizado desde a janela do ano passado...). Tudo porque perdemos o jogo mais importante do semestre.
Mas tenho uma questão para os senhores jogadores, e à Comissão Técnica.
É isso, o futebol que vocês apresentam à Nação Corinthiana, em um Clássico?
Teremos sequência neste campeonato se, depois desse desastre de hoje, a cornetagem e as pressões internas não interferirem na Comissão Técnica. E, principalmente, se os reforços chegarem a tempo, e quem quiser e tiver de sair, saia logo. Antes do aniversário do Corinthians.
Permitam-me fazer uma digressão, já que esse dia está terminando assim, para que o leitor Corinthiano entenda o que está sendo dito, mesmo com uma derrota.
O exemplo é o de quando wadihelu tomou o lugar de Matheus, e o Pequeno Polegar, patrimônio do Clube, foi desvalorizado por este calhorda, que sempre esteve a serviço da corja imunda.
Luizinho, depois de Neco, foi o maior jogador que já vestiu o Manto Sagrado. Não à toa foi o segundo busto a figurar nos Jardins do Parque.
Pois bem, este calhorda ainda figura como conselheiro vitalício.
Eis o que quero demonstrar, caro(a) Corinthiano(a). Iguais a esse, exemplos são fartos no Parque São Jorge.
Perdemos da porcada, zero a três, estamos sem ganhar dessa turminha encardida desde 2006. Mas isso é do Futebol.
O que é NOSSO, COISA NOSSA, é que há canalhas ocupando lugares há tempo demais, e não merecem.
A fatos como este deveria estar direcionada a gritaria que virá, e é inevitável, muito mais que ao jogo de hoje, como se pudesse ser causador ou espelho de qualquer crise ou "desmanche". A venda de jogadores é necessária, compreendam. Perder do jeito que perdemos, não.
Foram fatiados, pela necessidade explicitada naquele momento. Todos sabíamos da situação. E não é este o problema para o time, pois quem armou esse time com "refugos" que hoje são tão valorizados, inclusive por esta idéia falsa de "desmanche", continua ali. Mais "refugos" virão, e daqui um ano e meio estaremos com essa gritaria pela venda (com lucro, como foi a venda de Cristian, mas disso ninguém fala...) deles...
Sigamos em frente...
Felipe; Diogo (Alessandro), Chicão, William e Diego (Marcinho); Jucilei, Elias e Douglas; Jorge, Dente e Ronaldinho (Moradei)
O jogo começou truncado, toque de bola recuado e com porquinho carnicento fazendo tosquice. O gramado ajudava o porquinho, que jogava recuado, esperando o Corinthians.
Já aos sete o canalha do apito gacibento, aquele mesmo, inventa uma falta só porque era perigosa. E quase deram certo. O canalha ainda tentava intimidar Jucilei. E a porrada comendo solta num pasto de lama.
E no roubo do escanteio, que não toca em Corinthiano algum, cruzavam a bola para porquinho fazer impedido.
E o suíno de ferrugem faz falta por trás no Gordo, que cai em cima da mão esquerda. O fosfórico porquinho não toma cartão e ainda prejudica o espetáculo. O Gordo, com fortes dores, sai do jogo. Moradei entra.
O Corinthians não engrenava, passou a ver o porco chegar para o jogo, já que ninguém avançava. A lentidão de Elias, com a falta de articulação entre ele, Douglas, Diogo, Jorge, Dente, e o time todo, prejudicava a nossa saúde. Aos 23, ao invés de jogar bola, estando no ataque, Douglas se desfaz da bola. E Jucilei cobrindo a lateral esquerda, tendo de marcar dois, deixa sair o cruzamento, aos 31, para Obina fazer, no cochilo geral.
Aos 34, a zaga não tira direito, e Felipe defende. A falta de articulação geral, o cochilo geral, parece ser tão geral que ninguém parece querer jogar bola. Jucilei tenta o chute. Tem que tocar a bola primeiro...
Aos 38, Elias erra passe bisonho no meio campo. Aos 40, Diego não consegue sair jogando com a bola. O Corinthians não parecia ter chegado em Prudente, mesmo que tivesse chegado antes...
Diogo e Jorge não se entendem na jogada, mas Jucilei vem para o jogo bonito, saindo da marcação de dois carniceiros. A bola começa a ser trabalhada. Jorge chega para arrematar, Marcos defende. Aos 44 a bola para ser batida para fazerem o gol, na pequena área, mas o ferrugem chega antes e põe pra escanteio. Na sequência, Dente faz gol impedido, invalidado.
Para o segundo tempo, Alessandro no lugar de Diogo. E com a força de Alessandro passamos a organizar, de fato, os passes. Chegávamos por duas vezes já no segundo minuto. Dente segue afobado e não presta atenção ao posicionamento, tem que chamar a atenção do rapaz. Mas no terceiro minuto, a base de todo problema. O meio campo. Moradei entrega o ouro, com o porquinho fazendo nojeira em campo com a anuência do apito. No quarto minuto, bom toque de bola, conclusão inconclusiva de Douglas. Chegava, mas não chegava. No quinto minuto, falta desleal do lateral esquerdo já amarelado. O apito contorna o problema com o silêncio. O Coringão engrena, chega por diversas vezes, até que o porquinho sente a mão de Chicão nas costas e se joga em plena área. O canalha - vocês se surpreendem? - dá. Balde de água fria. E AGORA, VÃO OU NÃO VÃO JOGAR BOLA?
Logo depois, Chicão bate extremamente mal uma falta, e no contra-ataque com apenas Moradei na sobra, contra dois, Obina faz o terceiro.
Diego sai, levando sua culpa, mas também a culpa de todo mundo, pois é seu nome que constará na eternidade da escalação... Entra Marcinho, para segurar uma bronca. O Corinthians deixa tudo a cargo da vontade, mas nem mesmo ela veio à Prudente, a cidadezinha onde essa diretoria inventa de ir jogar nosso mando desse que é um Clássico mais que importantíssimo. o ataque não aparece. E aos 27, sucessão de pancadas de porquinhos, e quando a pancada é de Alessandro, o canalha do apito faz o que lhe foi demandado. Tiram nosso Guerreiro, como fizeram em 93. Precisam de expulsões, ainda assim. E falta da porcada, antes, não foi? Depois disso, num cai-cai da porcada, mais cartão para o Corinthians. Que não jogava nada. Com Douglas andando em campo, é melhor colocar um poste.
O canalha do apito ainda tentou deixar o pau quebrar em campo, para ver se expulsava mais um Corinthiano.
E assim foi esse jogo de merda.
MAIOR É O CORINTHIANS!!!
VIVA O CORINTHIANS!!!
CONCENTRAÇÃO
O Maior Clássico do Mundo.
Quando é isso, o tempo pára.
A Mitologia da Bola entra em campo. O Futebol de Piratininga, se gerou algo eterno, foi este Clássico.
É como se a Várzea tivesse sido espremida, como uma azeitona, e dali saísse um azeite. Esse azeite é este Clássico.
Aqui estão o Botafogo, o Pary, o Ruggerone, o União, o Campos Elísios, o Domitila, e mais algumas dezenas de impérios da Bola desconhecidos.
É o único Clássico no mundo que faz coisas como essas acontecerem. E como estas também.
Sem dúvida, se algo existe na Alma de Piratininga, este algo terá de conter em si este Clássico, pois por algumas oportunidades no ano esta cidade-monstro vive intensamente como nenhum momento é vivido, com toda a eletricidade no ar, chova torrencialmente, faça o sol do Saara, pois se trata da disputa da maior rivalidade deste país.
Histórias, deste Clássico, é o que não falta.
Guido Giacomelli, certa feita, armou uma arapuca e pegou um diretor palestrino, Roco di Lorenzo, no pulo.
A "jogada" palestrina extra-campo foi feita numa casa lotérica da rua XV de Novembro, esquina com a Praça da Sé, e ficou plenamente caracterizada com a apreensão das duas cédulas de 200 mil réis e 100 mil réis em bônus do Estado. Quis o filodramático de esmeraldas pagar alguns merréis a Jaú, o beque-central mais Corinthiano de todos os tempos, aquele que, após ter fraturado o braço e o maxilar em uma partida pela Seleção contra nossos hermanos de Argentina, e interpelado pelo repórter porteño "como conseguiu isso?", respondeu: "SOU CORINTHIANO e estou jogando pelo Brasil".
Pego no pulo, foi suspenso do Futebol o felpudo alviverde.
Corria o ano de 1932.
Em 31 o Corinthians amargava a 6ª posição, após o tricampeonato de 28-29-30, e uma década repleta de vitórias. Em 32 e nos anos subseqüentes, o Campeão dos Centenários embarcava na era do profissionalismo despreparado, mais preocupado com sua Sede Grandiosa. Em 33, o que causou uma quebradeira da sala que o Clube mantinha na Sé, um resultado adverso por excelência, causou a deposição do próprio Anjo da Guarda.
Aquele jogo de 34 não foi um jogo como os outros. O próprio juiz da partida, digo, o juiz do primeiro tempo da partida, foi substituído por outro por estar claramente favorecendo o time errado.
O Corinthians estava tentando recompor um time desde 1931. Brito, que foi expulso ao bel-prazer pelo canalha do apito, por este entender que seu espírito de luta poderia comprometer o jogo do nosso rival, era um desses jogadores que apenas passaram pelo Timão nessa época. O primeiro tempo passou com o zero no placar, até que se deu esta expulsão injusta aos 42, o clima esquentou e os organizadores colocaram em campo o juiz reserva.
Inferiorizado numericamente, mas na Fazendinha com seus 30 mil pagantes, o Corinthians de Zuza, que entrou no lugar de Rato e fez 2 no segundo tempo, o Coringão tirou a desforra e levou a taça do torneio extra.
A Bola do Jogo está lá no Memorial. E nela está escrito "Corinthians 2, com 10 elementos - Palestra 0 e o juiz".
Em um tempo de Glórias, no ano de 1952, o Corinthians goleou o rival por 5 a 1.
Neste jogo estão postas todas as evidências da maior artimanha do Futebol, executada por um Gênio.
Ele próprio jamais admitiu. Mas quando posto em xeque, tergiversava. "Garoto novo não tem juízo" se transformava em um riso de canto, ou em um "não me lembro, acho que caí sentado"...
Nas página 58 e 59 da seleção de Corinthianos do livro de Celso Unzelte ("Os dez mais do Corinthians") há um comentário da abutraiada da época. Segue; "Tínhamos visto anteriormente vários duelos entre ele e Villa (...) Ele com sua diabrura, o palmeirense com a experiência e a classe amadurecida (...) amarrando um cordão no pescoço de Villa, andou brincando, puxando-o de lá para cá, como qualquer criança faz com um brinquedo, ou como fazem os artistas mais talentosos da arte das marionetes. E Luizinho teve a irreverência da criança e a inteligência do artista. Não se perdeu porque fez de sua genialidade, por vezes brincalhona, a arma inicial que deu o triunfo ao Corinthians. Aí está, em síntese, um futebolista livre, submisso tão-somente à sua insubmissa personalidade".
Fato é que o Pequeno Polegar sentou na bola, diante de Villa.
E isso só poderia acontecer em um Clássico como esse.
Concentração. Aos nossos Guerreiros, em Campo e na Arquibancada, FORÇA!
ASÈ!
MAIOR É O CORINTHIANS SEMPRE!
Amanhã é desses dias de GUERRA, desde a hora em que se desperta, se é que se desperta. Todos nós, e os rivais, dormiremos um sono de vigília, inquieto. O estômago, para alguns, este que vos escreve incluso, está duro há alguns dias já.
Por isso ver Dente dizer: FICO!, é um alento. Não por causa desta mentira de "desmanche", mas porque o Moleque é mesmo Corinthiano, e quer se valorizar, quer conquistar Glórias e jogar ao lado do Ídolo. São muitas energias positivas e de voluntariedade em comunhão. É coisa boa. É CORINTHIANS. Por isso o alento.
É HORA DE SER CORINTHIANS, sem vacilar.
É HORA DE JOGAR BOLA.
Por tudo o que envolve a História.
Saibamos sempre que, se perdemos em campo - seja lá por qual causa, se na bola ou no apito - sempre ganhamos, sempre vencemos, na Esperança e na Fé, pois é nisso que somos o que somos, FIEL TORCIDA.
À GUERRA, FIEL TORCIDA!!!
À GUERRA, CORINTHIANS!!!
POR NECO!!! POR JOAQUIM AMBRÓSIO!!! POR CÉSAR NUNES!!! POR GAMBAROTTA!!! POR ANTONIO PEREIRA!!! POR RAFAEL PERRONE!!! POR MIGUEL BATAGLIA!!! POR ALEXANDRE MAGNANI!!! POR ANSELMO CORREIA!!! POR CARLOS DA SILVA!!! POR CIASCA!!! POR RODRIGUES!!! POR GUIDO GIACOMINELLI!!! POR APARÍCIO!!! POR DEL DEBBIO!!! POR GRANÉ!!! POR DE MARIA!!! POR FILÓ - AMPHILÓQUIO!!!
POR TELECO!!! POR REBOLO!!! POR JANGO!!! POR CHICO PRETO!!! POR SERVÍLIO!!! POR DINO!!! POR MILANI!!! POR CARLITO, O TURCO!!! POR MUNHOZ!!! POR BRANDÃO!!! POR JAÚ!!!
POR SCHÜRIG!!! POR CASSANO!!!
PELOS TRI-CAMPEÕES!!! PELO ESQUADRÃO MOSQUETEIRO!!!
PELA ÂNCORA E PELOS REMOS!!!
PELA BANDEIRA CORINTHIANA!!!
PELO CAMPEÃO DOS CAMPEÕES!!!
POR NOSSOS ANCESTRAIS!!!
POR LUIZINHO, BALTAZAR, CLAUDIO, CARBONE, IDÁRIO, CABEÇÃO, GILMAR, HOMERO, OLAVO, RAFAEL, GOIANO, MÁRIO, TOUGUINHA, NILTON, HÉLIO, RAFAEL, SIMÃO!!!
POR ROSA BRANCA, WLAMIR, AMAURY, UBIRATAN, BORBOLA, ANGELIM, CADROBI!!!
POR ELISA, TANTÃ, CHICO MENDES, FLAVIO LA SELVA, JOCA, SÉRGIO TERPINS, TONINHO DE ALMEIDA!!!
POR LUIZ CARLOS!!! POR BELANGERO!!! POR MURILO!!!
POR MIRANDINHA, ROMEU, DITÃO, LANCE, OLAVO, ADEMIR, ADO, MOISÉS!!!
POR VAGUINHO, FLAVIO, ZÉ MARIA, WLADIMIR!!!
POR SÓCRATES, CASAGRANDE, BIRO, ZENON!!!
POR GIBA, TUPÃ, FABINHO, NETO, GUINEI, JACENIR, MARCELO, WILSON MANO, MAURÃO, E RONALDO!!!
POR NOSSA HISTÓRIA!!!
PELO CORINTHIANS,
COM MUITO AMOR,
ATÉ O FIM
SARAVÁ SÃO JORGE
ASÈ
Quando é isso, o tempo pára.
A Mitologia da Bola entra em campo. O Futebol de Piratininga, se gerou algo eterno, foi este Clássico.
É como se a Várzea tivesse sido espremida, como uma azeitona, e dali saísse um azeite. Esse azeite é este Clássico.
Aqui estão o Botafogo, o Pary, o Ruggerone, o União, o Campos Elísios, o Domitila, e mais algumas dezenas de impérios da Bola desconhecidos.
É o único Clássico no mundo que faz coisas como essas acontecerem. E como estas também.
Sem dúvida, se algo existe na Alma de Piratininga, este algo terá de conter em si este Clássico, pois por algumas oportunidades no ano esta cidade-monstro vive intensamente como nenhum momento é vivido, com toda a eletricidade no ar, chova torrencialmente, faça o sol do Saara, pois se trata da disputa da maior rivalidade deste país.
Histórias, deste Clássico, é o que não falta.
Guido Giacomelli, certa feita, armou uma arapuca e pegou um diretor palestrino, Roco di Lorenzo, no pulo.
A "jogada" palestrina extra-campo foi feita numa casa lotérica da rua XV de Novembro, esquina com a Praça da Sé, e ficou plenamente caracterizada com a apreensão das duas cédulas de 200 mil réis e 100 mil réis em bônus do Estado. Quis o filodramático de esmeraldas pagar alguns merréis a Jaú, o beque-central mais Corinthiano de todos os tempos, aquele que, após ter fraturado o braço e o maxilar em uma partida pela Seleção contra nossos hermanos de Argentina, e interpelado pelo repórter porteño "como conseguiu isso?", respondeu: "SOU CORINTHIANO e estou jogando pelo Brasil".
Pego no pulo, foi suspenso do Futebol o felpudo alviverde.
Corria o ano de 1932.
Em 31 o Corinthians amargava a 6ª posição, após o tricampeonato de 28-29-30, e uma década repleta de vitórias. Em 32 e nos anos subseqüentes, o Campeão dos Centenários embarcava na era do profissionalismo despreparado, mais preocupado com sua Sede Grandiosa. Em 33, o que causou uma quebradeira da sala que o Clube mantinha na Sé, um resultado adverso por excelência, causou a deposição do próprio Anjo da Guarda.
Aquele jogo de 34 não foi um jogo como os outros. O próprio juiz da partida, digo, o juiz do primeiro tempo da partida, foi substituído por outro por estar claramente favorecendo o time errado.
O Corinthians estava tentando recompor um time desde 1931. Brito, que foi expulso ao bel-prazer pelo canalha do apito, por este entender que seu espírito de luta poderia comprometer o jogo do nosso rival, era um desses jogadores que apenas passaram pelo Timão nessa época. O primeiro tempo passou com o zero no placar, até que se deu esta expulsão injusta aos 42, o clima esquentou e os organizadores colocaram em campo o juiz reserva.
Inferiorizado numericamente, mas na Fazendinha com seus 30 mil pagantes, o Corinthians de Zuza, que entrou no lugar de Rato e fez 2 no segundo tempo, o Coringão tirou a desforra e levou a taça do torneio extra.
A Bola do Jogo está lá no Memorial. E nela está escrito "Corinthians 2, com 10 elementos - Palestra 0 e o juiz".
Em um tempo de Glórias, no ano de 1952, o Corinthians goleou o rival por 5 a 1.
Neste jogo estão postas todas as evidências da maior artimanha do Futebol, executada por um Gênio.
Ele próprio jamais admitiu. Mas quando posto em xeque, tergiversava. "Garoto novo não tem juízo" se transformava em um riso de canto, ou em um "não me lembro, acho que caí sentado"...
Nas página 58 e 59 da seleção de Corinthianos do livro de Celso Unzelte ("Os dez mais do Corinthians") há um comentário da abutraiada da época. Segue; "Tínhamos visto anteriormente vários duelos entre ele e Villa (...) Ele com sua diabrura, o palmeirense com a experiência e a classe amadurecida (...) amarrando um cordão no pescoço de Villa, andou brincando, puxando-o de lá para cá, como qualquer criança faz com um brinquedo, ou como fazem os artistas mais talentosos da arte das marionetes. E Luizinho teve a irreverência da criança e a inteligência do artista. Não se perdeu porque fez de sua genialidade, por vezes brincalhona, a arma inicial que deu o triunfo ao Corinthians. Aí está, em síntese, um futebolista livre, submisso tão-somente à sua insubmissa personalidade".
Fato é que o Pequeno Polegar sentou na bola, diante de Villa.
E isso só poderia acontecer em um Clássico como esse.
Concentração. Aos nossos Guerreiros, em Campo e na Arquibancada, FORÇA!
ASÈ!
MAIOR É O CORINTHIANS SEMPRE!
Amanhã é desses dias de GUERRA, desde a hora em que se desperta, se é que se desperta. Todos nós, e os rivais, dormiremos um sono de vigília, inquieto. O estômago, para alguns, este que vos escreve incluso, está duro há alguns dias já.
Por isso ver Dente dizer: FICO!, é um alento. Não por causa desta mentira de "desmanche", mas porque o Moleque é mesmo Corinthiano, e quer se valorizar, quer conquistar Glórias e jogar ao lado do Ídolo. São muitas energias positivas e de voluntariedade em comunhão. É coisa boa. É CORINTHIANS. Por isso o alento.
É HORA DE SER CORINTHIANS, sem vacilar.
É HORA DE JOGAR BOLA.
Por tudo o que envolve a História.
Saibamos sempre que, se perdemos em campo - seja lá por qual causa, se na bola ou no apito - sempre ganhamos, sempre vencemos, na Esperança e na Fé, pois é nisso que somos o que somos, FIEL TORCIDA.
À GUERRA, FIEL TORCIDA!!!
À GUERRA, CORINTHIANS!!!
POR NECO!!! POR JOAQUIM AMBRÓSIO!!! POR CÉSAR NUNES!!! POR GAMBAROTTA!!! POR ANTONIO PEREIRA!!! POR RAFAEL PERRONE!!! POR MIGUEL BATAGLIA!!! POR ALEXANDRE MAGNANI!!! POR ANSELMO CORREIA!!! POR CARLOS DA SILVA!!! POR CIASCA!!! POR RODRIGUES!!! POR GUIDO GIACOMINELLI!!! POR APARÍCIO!!! POR DEL DEBBIO!!! POR GRANÉ!!! POR DE MARIA!!! POR FILÓ - AMPHILÓQUIO!!!
POR TELECO!!! POR REBOLO!!! POR JANGO!!! POR CHICO PRETO!!! POR SERVÍLIO!!! POR DINO!!! POR MILANI!!! POR CARLITO, O TURCO!!! POR MUNHOZ!!! POR BRANDÃO!!! POR JAÚ!!!
POR SCHÜRIG!!! POR CASSANO!!!
PELOS TRI-CAMPEÕES!!! PELO ESQUADRÃO MOSQUETEIRO!!!
PELA ÂNCORA E PELOS REMOS!!!
PELA BANDEIRA CORINTHIANA!!!
PELO CAMPEÃO DOS CAMPEÕES!!!
POR NOSSOS ANCESTRAIS!!!
POR LUIZINHO, BALTAZAR, CLAUDIO, CARBONE, IDÁRIO, CABEÇÃO, GILMAR, HOMERO, OLAVO, RAFAEL, GOIANO, MÁRIO, TOUGUINHA, NILTON, HÉLIO, RAFAEL, SIMÃO!!!
POR ROSA BRANCA, WLAMIR, AMAURY, UBIRATAN, BORBOLA, ANGELIM, CADROBI!!!
POR ELISA, TANTÃ, CHICO MENDES, FLAVIO LA SELVA, JOCA, SÉRGIO TERPINS, TONINHO DE ALMEIDA!!!
POR LUIZ CARLOS!!! POR BELANGERO!!! POR MURILO!!!
POR MIRANDINHA, ROMEU, DITÃO, LANCE, OLAVO, ADEMIR, ADO, MOISÉS!!!
POR VAGUINHO, FLAVIO, ZÉ MARIA, WLADIMIR!!!
POR SÓCRATES, CASAGRANDE, BIRO, ZENON!!!
POR GIBA, TUPÃ, FABINHO, NETO, GUINEI, JACENIR, MARCELO, WILSON MANO, MAURÃO, E RONALDO!!!
POR NOSSA HISTÓRIA!!!
PELO CORINTHIANS,
COM MUITO AMOR,
ATÉ O FIM
SARAVÁ SÃO JORGE
ASÈ
sexta-feira, 24 de julho de 2009
É DOMINGÃO!!!
Foi uma decisão. Como esperávamos.
O Coringão jogou, de verdade, o "um terço" inicial. Depois, parou.
Fez o gol e passou a tocar a bola a esmo, esperando o domingão. Um pouco cedo demais. Se no resto do primeiro tempo o leãozinho soteropolitano dava caneladas no gramado, se acertou no segundo; o Coringão, por sua vez, mergulhava na catarse do domingo.
Domingo é o dia.
Começou disputado.
Fiel em Festa, bateria e faixa de volta, Gaviões tomando conta da Arquibancada.
Aos oito minutos, apenas, a primeira boa jogada, com bola trabalhada. Na meia, Elias vê Morais, que recebe e tabela com Gordo, que dá uma de Doutor e toca de calcanhar, de costas, devolvendo. Morais faz a deixadinha para Dente, na direita, tudo bem orquestrado, e a bola é amaciada para Elias desferir o petardo, defendido pelo goleiro.
A Fiel em Festa.
Dente, aos dez, desfere o seu chute, defendido na ponta do dedo.
Depois de um domínio da partida sem criatividade, o toque do Gênio.
Douglas bate despretensiosa falta na esquerda. a zaga manda pra direita, e a bola é dominada por Elias, que a larga macia para o Gordo.
O Gênio tem tempo de se preparar para o passe, na direita. Ele alça a bola na área, entre três zagueiros. E Dente surge livre para matar no peito e fazer um GOLAÇO antológico no Templo Sagrado. E sair dedicando sua pintura ao amigo Lulinha, emprestado ao estoril de Portugal.
Um gol para mostrar que barbeiragens com nossa base não serão mais feitas e toleradas.
Dente mata a bola com o pé esquerdo e finaliza de direita, cruzada, no ângulo esquerdo.
GOLAÇO!!!
O jogo voltava a ser estudado, cadenciado, brigado.
O Corinthians se impunha pelo toque de bola, mas não partia pra cima. Felipe faz defesa aos 28, quando o adversário chegava numa falta. No contra-ataque do Coringão, uma falta. Douglas entrega para Elias, na meia esquerda. Elias devolve. Douglas vira para Diogo. Dente recebe, gira sem opção, volta para o Diogo mais atrás. Jucilei espera, na meia direita. Recebe. Avança entre dois. Enfia para Morais na direita, que de primeira toca para Douglas na meia. Entre dois, Douglas faz o que se espera dele, e que ainda assim é algo magistral.
Esse toque, entre dois, nas costas de um terceiro, para um zagueiro receber depois da meia-lua, para arrematar de primeira no canto esquerdo do gol, esse toque, ah, esse toque valeu o ingresso. Pode parecer exagero, mas não é.
GOLAÇO!!!
Golaço, mesmo sendo de Jean...
O Coringão se acomoda de vez. Inventa de cozinhar a partida, e mesmo que não tenha tido nenhum preciosismo, a coisa desandou. Aos 34 já se via o perigo. Felipe defende, novamente. Em dois tempos. Aos 42, o gol do adversário.
Quando o time que representa o Clube do Povo dorme, vem um operário acordar o Gigante. Apodi, um grosso, teve a honra de fazer gol em pleno Pacaembu. Parabéns. A zaga voltaria a bater cabeça aos 43, mas logo fomos para o intervalo.
No segundo tempo, o canalha do apito mostrou toda intenção de roubar o Corinthians, em lances bobos.
Mesmo que o jogo tenha recomeçado morno, com uma falta aos 6, batida por Chicão, uma cabeça aos 9, de Elias, os melhores ataques eram contra nós. O concorrente direto estava afoito; bem montado, perdia os lances sem arrematar de forma correta. Seguia o jogo, uma outra falta aos 25, sem sucesso, batida por Chicão.
Aos 29 o juizinho ladrão inventa, os caras vêm bater falta dentro da nossa área, e Felipe espalma. A Fiel comemora na orelha do ladrãozinho calhorda, como se fosse gol.
CHUPA, ANTICORINTIANADA DE MERDA!!!
Aos 32, a zaga dorme, Felipe defende tranqüilo. No mesmo minuto, nova defesa nem um pouco tranqüila.
A decisão à flor da pele, e o goleiro que se fez humilde trabalhava como um Guerreiro-Operário, como vem fazendo há um tempo.
Diogo ouve muitas coisas.
Aos 45, chegávamos. Jucilei cruza e Elias arremata na mão do goleiro.
E pelo que foi feito no primeiro tempo, e apesar das tentativas de roubo, computamos três pontos.
Felipe; Diogo, Chicão, Jean e Diego; Jucilei, Elias e Douglas (Moradei); Morais (Jorge), Dente (Marcinho) e Ronaldinho.
Do time, a se destacar, temos, principalmente, Jucilei. No primeiro tempo fez a partida da vida, e no segundo tempo acompanhou o time.
Douglas, por exemplo, jogou cumprindo o dever de quem é assalariado. Deu um passe magistral e permaneceu amorfo o resto do tempo. Há quem diga que não joga domingo. Se jogar, não será assim.
Aliás, não será assim que o Gordo jogará no domingo.
Esses são os jogadores-chave desta noite, contando com Dente, que fez o golaço.
Temos uma solidez tática e técnica, como há muito tempo não víamos.
O time, com vários desfalques e reservas improvisados, atuou para vencer, e venceu.
Nada a reclamar, portanto, da Comissão Técnica, como frisávamos nos posts dessa semana.
Até porque quando vemos esta frase, temos de reiterar tudo o que é dito aqui, com relação a essa bobagem de 'desmanche'.
Do bom jogador Douglas, que poderia ter sido muito mais:
"Se eu sair, saio de cabeça erguida, de um clube que me projetou para o futebol de uma maneira boa. Mas quando a gente chega aqui no Pacaembu e vê a torcida lotar, em dia de chuva, superamos essa preocupação de transferência"
"Preocupação de transferência"... tucanaram a bundamolice...
*******
Concentrando para domingo
O primeiro Clássico do ano teve este texto, neste blogue.
Dizemos ali que não é algo corriqueiro levar esse jogo lá pra Prudente.
Pois virou.
O Barneschi escreve sobre isso aqui.
Incrível como o ponto de vista, se oposto pela rivalidade, é o mesmo, pela CULTURA DE ARQUIBANCADA, coisa que será dita por último, neste post.
O Dérbi é de Piratininga, e só dela! No máximo do Maracanã...
Mas desta cidade longinqüa, JAMAIS!
E para terminar aquele assunto, a segunda parte do barricas que aconteceu, aqui.
VAI PRA CIMA dosporco TIMÃO!!!
*******
O assuntinho da semana
Para quem ainda duvidava do mau uso do pseudo-assunto "desmanche" por parte da abutraiada, eis aqui uma prova.
Me responda, quando um protesto A SÉRIO foi noticiado como isto? Sem mencionar que, nesta matéria, está todo o rol da "pauta".
Devagar no andor...
E para todos entenderem o que esse blogue está a dizer, acompanhem.
Chegamos ao G4 do Brasileirão.
E o portal dos canalhas marinhos estampa esta escrotice:
"Brasileirão
Timão pela 1ª vez no G-4
Corinthians se destaca ao lado do líder Galo em rodada com vários erros de arbitragem"
A madame está mal? É dever da abutraiada jogar todas as lamúrias das putinhas nestas manchetes.
Não bastasse, dentro da home do Corinthians, neste portalzinho serviçal:
"Diretoria do Timão dispara contra protesto da Fiel: ‘Discurso medíocre’
Mário Gobbi Filho, diretor de futebol do Corinthians, ficou indignado com a postura da torcida: ‘Não há desmanche, há um ciclo no futebol’"
E a abutraiada se diverte com o destempero de um diretor de futebol infeliz. O mesmo calhorda que aumenta o preço do ingresso, sem dar contrapartida nenhuma, diz, sobre esse faniquito, que "Não podemos cair nesse discurso medíocre e hipócrita de torcedor de arquibancada, que não tem cultura para falar disso. É ignorar que o objetivo final do futebol seja dar retorno financeiro ao clube. Não há desmanche, há um ciclo no futebol".
Em parte ele tem razão, como podem verificar nos outros posts. Mas este babaca, que não é nada ali além de capanga de tampão efetivado, deveria ser defenestrado imediatamente pela ofensa À ALMA CORINTHIANA que é a ARQUIBANCADA.
Modéstia à parte, posso dar aula de lógica e história para esse ser alienado e aculturado, e estou sempre ali, na Arquibancada. Meu irmão poderia ensiná-lo geometria, cálculo diferencial ou logaritmos, ou até um pouco de contabilidade, e só não está ali comigo porque mora longe. E há uma infinidade de exemplos que contradizem a versão tacanha, elitista, anticorintiana desse ignóbil.
ARQUIBANCADA é uma cultura, seu animal acéfalo.
Com isto mostrou de uma vez por todas que é apêndice de uma agenda política, que quer destruir a Cultura de Arquibancada, através de uma "criminalização", de um aviltamento mentiroso e gratuito, com a finalidade espúria de elitizar os estádios para a cagada de 2014.
FORA mario gobbi, por desrespeitar o TORCEDOR
ACORDA FIEL!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Guerra e preparação pra GUERRA
Lua nova, noite fria e chuvosa.
Jogo contra um concorrente direto, jogo que vale a quarta posição, a proximidade com os líderes na tabela, mas, principalmente, um cala-boca nesse faniquito chato. Ainda que temporário, pois é quase impossível erradicar isso.
Repararam já que TODAS as manchetes já vêm com o reclame "desmanche" embutido? Já começaram a falar em "nova era após saída de jogadores".
A abutraiada também alardeia que o Gordo, e Jorge, estão "pendurados" para domingo. Um esquisitinho diz que o juiz não teria coragem de tirar o Gordo do clássico... Serviçal do puteiro, faz o seu papel, escriba (?) pago que é. Pago pra pressionar a arbitragem...
O seu papel, Corinthiana(o), é não comprar essa idéia e gritar CORINTHIANS.
SAIAM DESSA! Saiam desse mantra. O Corinthians não é mais aquilo de 2007.
MAIOR É O CORINTHIANS, QUE RENASCEU!!!
Vamos concentrar para hoje que domingo é GUERRA!!!
Vibrações positivas!
SARAVÁ SÃO JORGE!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Time provável, um 442 de mentira: Felipe; Diogo, Chicão, Jean e Diego; Jucilei, Elias, e Douglas; Jorge, Dente e Ronaldinho.
Jogo contra um concorrente direto, jogo que vale a quarta posição, a proximidade com os líderes na tabela, mas, principalmente, um cala-boca nesse faniquito chato. Ainda que temporário, pois é quase impossível erradicar isso.
Repararam já que TODAS as manchetes já vêm com o reclame "desmanche" embutido? Já começaram a falar em "nova era após saída de jogadores".
A abutraiada também alardeia que o Gordo, e Jorge, estão "pendurados" para domingo. Um esquisitinho diz que o juiz não teria coragem de tirar o Gordo do clássico... Serviçal do puteiro, faz o seu papel, escriba (?) pago que é. Pago pra pressionar a arbitragem...
O seu papel, Corinthiana(o), é não comprar essa idéia e gritar CORINTHIANS.
SAIAM DESSA! Saiam desse mantra. O Corinthians não é mais aquilo de 2007.
MAIOR É O CORINTHIANS, QUE RENASCEU!!!
Vamos concentrar para hoje que domingo é GUERRA!!!
Vibrações positivas!
SARAVÁ SÃO JORGE!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Time provável, um 442 de mentira: Felipe; Diogo, Chicão, Jean e Diego; Jucilei, Elias, e Douglas; Jorge, Dente e Ronaldinho.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O barricas e o assunto do dia
Antes de tratar daquilo que parece atordoar inutilmente boa parte da Família Corinthiana, e ocupar a maior parte de nossa atenção, vamos às outras considerações do dia.
Trata-se do achado do Raphael que sacramenta, prova cabalmente, reafirma com toda a exatidão o ponto de vista que nos foi herdado dos antepassados, e não da abutraiada escrota, e que aqui nesta rede de blogues temos o dever, o prazer e a honra de resgatar.
Agora, o babaca que disser que essa palhaçada não aconteceu, estará provando à luz da razão que é um alienado, formatado pela escrotidão dessa abutraiada que desde muito tempo atrás espezinha o verdadeiro Futebol.
Como sempre demonstramos.
E é prova cabal de que o puteiro foi uma encomenda dessa corja imunda. Porque Futebol é público, e portanto é POLÍTICO.
E a corja precisou de "algum instrumento" para impedir Corinthians e seu rivale de promoverem a si mesmos e essa verdadeira e sadia rivalidade, sem a interferência cheia de ausência de alma, mesquinha e despropositada da madame.
Leia também as considerações do Japonês.
E aqui "publico" os jornais da época, créditos ao Seo Croce.
(clique para ampliar)

*******
Hoje o Parque São Jorge, que foi fundado em 1928, faz 81 anos.
A Cidade Corinthians começou ali, na chácara que tinha uma casa de caseiro, uma sede, com um bar adaptado na garagem, uma caixa d´água, uma Biquinha e uma área, onde os Corinthianos fizeram o campo. O rio, que passava ali dentro, fazendo uma enseada, levou à água esses Corinthianos, que ali faziam pic-nics.
Cent´Anni!
*******
Vamos então ao quiproquó do dia.
Maior é o Corinthians
Primeiramente gostaria de lembrar que, se o Corinthians declara interesse em QUALQUER jogador, seja um zé mané, seja um Tevez, a abutraiada enche o saco, o valor triplica, a dificuldade é dez vezes maior.
Perdoem o palavreado, mas nessas horas tem que ser como na Arquibancada: CARALHO, qualquer terror que a abutraiada queira botar na Fiel já tem quem compre, assim, quase de graça?
É isso que nos sai caro depois.
A diretoria vem sinalizando com o equilíbrio das contas desde que assumiu.
Agora, nem quando o sanchez diz que vai mijar dá pra acreditar. Quando ele disse que ia manter o time, eu já sabia que o Mano teria novamente o mesmo trabalho de janeiro de 2008, mas com muitos passos à frente.
Outros virão. É melhor que seja assim, é assim que deve ser.
MAIOR É O CORINTHIANS
Eu estou preocupado com a cornetagem, apenas. E com quem cai no discurso da abutraiada. E começa um faniquito, como aquele das mocinhas, lindas, que precisaram ser educadas em plena Arquibancada. O Gordo que é o Gordo se desconcentrou ao menos duas vezes na cara do gol, por causa desse faniquito. Por isso, concentração, Família Corinthiana.
Se o Mano não soubesse armar um time, como quando fez renascer Cristian e Alessandro, aí sim, eu estaria preocupado de verdade, e propagando minha preocupação com toda razão. Ainda bem: não é o caso.
Cristian e André são ótimos Guerreiros, Douglas é bom jogador, Felipe bom goleiro, Dente é bom de bola e tudo o mais. Inegável.
Mas o Corinthians não comandava mais o destino deles ao não ter mais que 50% do passe, ou não ter como cobrir ofertas, por motivos óbvios.
Pois em alguns casos, também, a diretoria vendeu parte dos direitos, para equilibrar contas, e isso tem de ser lembrado.
Ninguém é insubstituível, felizmente, apesar de sempre ser único e, no caso de Cristian, completamente identificado com a mística corinthiana. Eis a graça do futebol.
Fora que o Corinthians só poderia reivindicar a multa. Negociá-lo era inevitável, é preciso entender, fosse qual fosse a diretoria.
Como já foi dito, no ano que vem o custo seria maior que o benefício. Como está sendo com souza, que é, aliás, o grande exemplo de como não se dar bem no Corinthians é um malefício, e a abutraiada aproveita.
Do ponto de vista das contas, vender jogadores que não são do clube, o quanto antes, e por alguns milhões de euros, tem mais a ver com a insatisfação que com qualquer outra coisa.
André, que joga um bolão, vinha "insatisfeito" há algum tempo.
O nosso receio real veio com a notícia da venda de Cristian (Douglas e Felipe já eram esperados, assim como Dente. Ou qualquer outro).
É com isso que nos preocupamos, com razão, sem faniquitos.
Todo Corinthiano entende que é necessário um coração no time, e Cristian era esse coração. Acho que é questão de acharmos outro coração.
O planejamento continua sendo para o ano do Centenário, que começou em 2/12/2007.
Ou não seguiu à risca, ganhando a Copa do Brasil?
A reformulação do elenco ainda não terminou, portanto devagar no andor.
CORINTHIANS é maior.
Cristian, mesmo identificado, preferiu o holerite estrangero. Legítimo. Mas que prova também que o jogador é o MÍNIMO no planejamento. O MÁXIMO é o grupo, e é aí que está o problema real; NÃO TEMOS UM TIME RESERVA DECENTE.
A questão real é essa. É em cima disso que trabalha a Comissão Técnica.
A abutraiada só aproveitará que isso está sendo destemperado (até que os reforços sejam anunciados...) para criar crisezinhas e encher nosso saco.
NÃO ALIMENTE OS ABUTRES
E, por fim, é este o esquema no qual estão submetidos os clubes brasileiros.
Jogador, que deveria ser também patrimônio do clube - o Cristian era pra passar dez anos jogando, já dissemos isso aqui - é patrimônio de si e a fila anda.
Na verdade, pior pra eles, que são os artistas da Bola e não poderão nunca mais exercer sua arte como os antigos jogadores (Neco, por exemplo), ou seja, exercer a Arte da Bola em sua plenitude.
Conformemo-nos, ou então tentemos mudar essa situação.
Ou o problema é só que perdemos uma peça do time?...
A taça do ano até acabar esse campeonato modorrento (e que nós terminemos em primeiro) é a taça do dia 26. Até lá temos que nos concentrar em ganhar da porcada, e nada mais.
O planejamento está sendo feito. Se até agora resultou em bons frutos, é porque há competência.
Pra que a grita, então, Família Corinthiana?
Daí a abutraiada faz como o Kiko do Chaves, quando mostra a sua bola "mais bonita" (que o Chaves se encarrega de furar, depois...), e anuncia a venda do volante cervídeo que convoca a bixarada pra ver ele tomar um pau, por um preço supostamente mais vultuoso, como a bola do Kiko.
Se o puteiro publicasse no site delas um balanço, veríamos essa grana virar migalhas.
Aquilo é uma fraude, como dizemos no começo desse post, com provas.
Previna-se, Corinthiano. Não se contamine, não entre nesse faniquito forçado.
Nossa referência somos nós mesmos.
Temos de parar de usar argumentos da abutraiada e parar de ver aquela merda de puteiro sórdido como parâmetro pra qualquer coisa.
Ninguém aqui quer vender a própria filha pra ver o Clube campeão de nada, não é mesmo?
Contemporizemos, meus caros.
Não percamos a meada da Festa só porque estamos sendo contaminados pelas merdas que a abutraiada quer que pensemos.
O Corinthians é maior. SEMPRE.
Trata-se do achado do Raphael que sacramenta, prova cabalmente, reafirma com toda a exatidão o ponto de vista que nos foi herdado dos antepassados, e não da abutraiada escrota, e que aqui nesta rede de blogues temos o dever, o prazer e a honra de resgatar.
Agora, o babaca que disser que essa palhaçada não aconteceu, estará provando à luz da razão que é um alienado, formatado pela escrotidão dessa abutraiada que desde muito tempo atrás espezinha o verdadeiro Futebol.
Como sempre demonstramos.
E é prova cabal de que o puteiro foi uma encomenda dessa corja imunda. Porque Futebol é público, e portanto é POLÍTICO.
E a corja precisou de "algum instrumento" para impedir Corinthians e seu rivale de promoverem a si mesmos e essa verdadeira e sadia rivalidade, sem a interferência cheia de ausência de alma, mesquinha e despropositada da madame.
Leia também as considerações do Japonês.
E aqui "publico" os jornais da época, créditos ao Seo Croce.
(clique para ampliar)
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Hoje o Parque São Jorge, que foi fundado em 1928, faz 81 anos.
A Cidade Corinthians começou ali, na chácara que tinha uma casa de caseiro, uma sede, com um bar adaptado na garagem, uma caixa d´água, uma Biquinha e uma área, onde os Corinthianos fizeram o campo. O rio, que passava ali dentro, fazendo uma enseada, levou à água esses Corinthianos, que ali faziam pic-nics.
Cent´Anni!
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Vamos então ao quiproquó do dia.
Maior é o Corinthians
Primeiramente gostaria de lembrar que, se o Corinthians declara interesse em QUALQUER jogador, seja um zé mané, seja um Tevez, a abutraiada enche o saco, o valor triplica, a dificuldade é dez vezes maior.
Perdoem o palavreado, mas nessas horas tem que ser como na Arquibancada: CARALHO, qualquer terror que a abutraiada queira botar na Fiel já tem quem compre, assim, quase de graça?
É isso que nos sai caro depois.
A diretoria vem sinalizando com o equilíbrio das contas desde que assumiu.
Agora, nem quando o sanchez diz que vai mijar dá pra acreditar. Quando ele disse que ia manter o time, eu já sabia que o Mano teria novamente o mesmo trabalho de janeiro de 2008, mas com muitos passos à frente.
Outros virão. É melhor que seja assim, é assim que deve ser.
MAIOR É O CORINTHIANS
Eu estou preocupado com a cornetagem, apenas. E com quem cai no discurso da abutraiada. E começa um faniquito, como aquele das mocinhas, lindas, que precisaram ser educadas em plena Arquibancada. O Gordo que é o Gordo se desconcentrou ao menos duas vezes na cara do gol, por causa desse faniquito. Por isso, concentração, Família Corinthiana.
Se o Mano não soubesse armar um time, como quando fez renascer Cristian e Alessandro, aí sim, eu estaria preocupado de verdade, e propagando minha preocupação com toda razão. Ainda bem: não é o caso.
Cristian e André são ótimos Guerreiros, Douglas é bom jogador, Felipe bom goleiro, Dente é bom de bola e tudo o mais. Inegável.
Mas o Corinthians não comandava mais o destino deles ao não ter mais que 50% do passe, ou não ter como cobrir ofertas, por motivos óbvios.
Pois em alguns casos, também, a diretoria vendeu parte dos direitos, para equilibrar contas, e isso tem de ser lembrado.
Ninguém é insubstituível, felizmente, apesar de sempre ser único e, no caso de Cristian, completamente identificado com a mística corinthiana. Eis a graça do futebol.
Fora que o Corinthians só poderia reivindicar a multa. Negociá-lo era inevitável, é preciso entender, fosse qual fosse a diretoria.
Como já foi dito, no ano que vem o custo seria maior que o benefício. Como está sendo com souza, que é, aliás, o grande exemplo de como não se dar bem no Corinthians é um malefício, e a abutraiada aproveita.
Do ponto de vista das contas, vender jogadores que não são do clube, o quanto antes, e por alguns milhões de euros, tem mais a ver com a insatisfação que com qualquer outra coisa.
André, que joga um bolão, vinha "insatisfeito" há algum tempo.
O nosso receio real veio com a notícia da venda de Cristian (Douglas e Felipe já eram esperados, assim como Dente. Ou qualquer outro).
É com isso que nos preocupamos, com razão, sem faniquitos.
Todo Corinthiano entende que é necessário um coração no time, e Cristian era esse coração. Acho que é questão de acharmos outro coração.
O planejamento continua sendo para o ano do Centenário, que começou em 2/12/2007.
Ou não seguiu à risca, ganhando a Copa do Brasil?
A reformulação do elenco ainda não terminou, portanto devagar no andor.
CORINTHIANS é maior.
Cristian, mesmo identificado, preferiu o holerite estrangero. Legítimo. Mas que prova também que o jogador é o MÍNIMO no planejamento. O MÁXIMO é o grupo, e é aí que está o problema real; NÃO TEMOS UM TIME RESERVA DECENTE.
A questão real é essa. É em cima disso que trabalha a Comissão Técnica.
A abutraiada só aproveitará que isso está sendo destemperado (até que os reforços sejam anunciados...) para criar crisezinhas e encher nosso saco.
NÃO ALIMENTE OS ABUTRES
E, por fim, é este o esquema no qual estão submetidos os clubes brasileiros.
Jogador, que deveria ser também patrimônio do clube - o Cristian era pra passar dez anos jogando, já dissemos isso aqui - é patrimônio de si e a fila anda.
Na verdade, pior pra eles, que são os artistas da Bola e não poderão nunca mais exercer sua arte como os antigos jogadores (Neco, por exemplo), ou seja, exercer a Arte da Bola em sua plenitude.
Conformemo-nos, ou então tentemos mudar essa situação.
Ou o problema é só que perdemos uma peça do time?...
A taça do ano até acabar esse campeonato modorrento (e que nós terminemos em primeiro) é a taça do dia 26. Até lá temos que nos concentrar em ganhar da porcada, e nada mais.
O planejamento está sendo feito. Se até agora resultou em bons frutos, é porque há competência.
Pra que a grita, então, Família Corinthiana?
Daí a abutraiada faz como o Kiko do Chaves, quando mostra a sua bola "mais bonita" (que o Chaves se encarrega de furar, depois...), e anuncia a venda do volante cervídeo que convoca a bixarada pra ver ele tomar um pau, por um preço supostamente mais vultuoso, como a bola do Kiko.
Se o puteiro publicasse no site delas um balanço, veríamos essa grana virar migalhas.
Aquilo é uma fraude, como dizemos no começo desse post, com provas.
Previna-se, Corinthiano. Não se contamine, não entre nesse faniquito forçado.
Nossa referência somos nós mesmos.
Temos de parar de usar argumentos da abutraiada e parar de ver aquela merda de puteiro sórdido como parâmetro pra qualquer coisa.
Ninguém aqui quer vender a própria filha pra ver o Clube campeão de nada, não é mesmo?
Contemporizemos, meus caros.
Não percamos a meada da Festa só porque estamos sendo contaminados pelas merdas que a abutraiada quer que pensemos.
O Corinthians é maior. SEMPRE.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Informe do Mosqueteiro
Cristian vendido?... Tem que ser por muito boa grana...
A tristeza que me bate é apenas a tristeza de não ver mais nenhum jogador passar mais de cinco anos no Clube. Cristian é daqueles que mereciam uma década.
Mas, fazer o que, né?
É assim que organizaram essa joça de futebol. Tristeza, também, porque quem deveria sair ainda não saiu.
Mas como nada está pago - afinal, não é isso que importa? - então nada está feito ainda.
André ser vendido já era coisa esperada. Honrou o Manto de seu Clube de coração.
Outro que, se o futebol brasileiro fosse levado a sério, ficaria seus cinco, seis anos fácil.
Mas, lá se vão nossos grandes jogadores.
Pro futebol... turco!...
Meu Deus, exclamação...
Reflexões Corinthianistas
"Uma pança não pára o talento"
E corre a abutraiada com a carniça...
A isto, Família Corinthiana, tem de ser posto um fim.
Este trato que é dispendido ao Corinthians, em especial da rede em que se deu o caso relatado abaixo, esse escárnio metodológico, esse desrespeito vai ter que acabar.
Não dar ibope é o mínimo. Vamos dar a eles o máximo, que é a extinção forçada.
Tirando o patrocínio, acaba tudo isso.
Segue uma boa bronca;
Prezados senhores,
Sou Corinthiano e tenho uma profunda antipatia pela rádio bandeirantes pelo fato de ela contar em sua equipe com a figura do sr. mílton neves, que se notabilizou por ofender seguidamente a equipe pela qual torço;
Em razão disso, há muito tempo deixei de ser ouvinte de V.Sas.;
Contudo, ontem, feliz com a vitória do meu time, querendo ouvir notícias a respeito, por volta das 20:00 hrs., acabei por sintonizar a sua rádio, haja vista ser, de fato, a que melhor sintonizava na região onde eu estava;
E bastaram alguns minutos para que toda a minha antipatia fosse reforçada: o jornalista que conduzia o programa (um tal de patrick?) começou a dizer que, ainda que não tivesse provas, desconfiava de que havia um esquema para favorecer o Corinthians, pois, segundo ele, não teria sido pênalti para o Corinthians no lance em que o zagueiro do cruzeiro foi expulso (alguém precisa dizer para esse infeliz que o jogador que impediu o gol com a mão não era o goleiro...);
Para mim ficou evidente que esse jornalista é profundamente anti-corintiano e, por falta de uma formação ética adequada, entende razoável alterar a verdade dos fatos para satisfazer suas paixões clubísticas;
Acho lamentável o descaso com que a direção da rádio bandeirantes trata a sua área de esportes, permitindo que um jornalista tão despreparado assuma o comando de um programa de sua grade;
Estou enviando cópia dessas para um grupo de Corinthianos de que participo e para os Gaviões da Fiel, esperando que muitos deixem de ouvir a rádio bandeirantes, enquanto figuras como o sr. mílton neves e esse jornalista continuarem a tomar parte em sua programação;
Além do mais, vou levantar os nomes dos patrocinadores da rádio e lhes comunicar o que está acima para que eles tomem as medidas que entenderem adequadas;
Com esse nível de jornalistas, a área esportiva da rádio bandeirantes seguramente não vai conseguir reverter a sua decadência;
atenciosamente,
Luiz Rodrigo Lemmi
(Nota do Mosqueteiro: Se achares entre os barõezinhos do puteiro os donos da referida rede, agraciados que foram pela corja imunda, não será mera coincidência. Não estranhe).
*******
O mundo sem o Corinthians já não é um mundo possível.
Por isso mesmo existem os anticorintianos. Se o Corinthians fosse unanimidade não seria Corinthians.
Há quase cem anos, aliás, eles poderiam ter exterminado o Corinthians Paulista. Tentaram. E como tentaram. Mas essa bandeira ninguém derruba, não.
Cem anos depois, meus caros, é o Corinthians quem comanda a Festa.
AQUI É CORINTHIANS!!!
A tristeza que me bate é apenas a tristeza de não ver mais nenhum jogador passar mais de cinco anos no Clube. Cristian é daqueles que mereciam uma década.
Mas, fazer o que, né?
É assim que organizaram essa joça de futebol. Tristeza, também, porque quem deveria sair ainda não saiu.
Mas como nada está pago - afinal, não é isso que importa? - então nada está feito ainda.
André ser vendido já era coisa esperada. Honrou o Manto de seu Clube de coração.
Outro que, se o futebol brasileiro fosse levado a sério, ficaria seus cinco, seis anos fácil.
Mas, lá se vão nossos grandes jogadores.
Pro futebol... turco!...
Meu Deus, exclamação...
Reflexões Corinthianistas
"Uma pança não pára o talento"
E corre a abutraiada com a carniça...
A isto, Família Corinthiana, tem de ser posto um fim.
Este trato que é dispendido ao Corinthians, em especial da rede em que se deu o caso relatado abaixo, esse escárnio metodológico, esse desrespeito vai ter que acabar.
Não dar ibope é o mínimo. Vamos dar a eles o máximo, que é a extinção forçada.
Tirando o patrocínio, acaba tudo isso.
Segue uma boa bronca;
Prezados senhores,
Sou Corinthiano e tenho uma profunda antipatia pela rádio bandeirantes pelo fato de ela contar em sua equipe com a figura do sr. mílton neves, que se notabilizou por ofender seguidamente a equipe pela qual torço;
Em razão disso, há muito tempo deixei de ser ouvinte de V.Sas.;
Contudo, ontem, feliz com a vitória do meu time, querendo ouvir notícias a respeito, por volta das 20:00 hrs., acabei por sintonizar a sua rádio, haja vista ser, de fato, a que melhor sintonizava na região onde eu estava;
E bastaram alguns minutos para que toda a minha antipatia fosse reforçada: o jornalista que conduzia o programa (um tal de patrick?) começou a dizer que, ainda que não tivesse provas, desconfiava de que havia um esquema para favorecer o Corinthians, pois, segundo ele, não teria sido pênalti para o Corinthians no lance em que o zagueiro do cruzeiro foi expulso (alguém precisa dizer para esse infeliz que o jogador que impediu o gol com a mão não era o goleiro...);
Para mim ficou evidente que esse jornalista é profundamente anti-corintiano e, por falta de uma formação ética adequada, entende razoável alterar a verdade dos fatos para satisfazer suas paixões clubísticas;
Acho lamentável o descaso com que a direção da rádio bandeirantes trata a sua área de esportes, permitindo que um jornalista tão despreparado assuma o comando de um programa de sua grade;
Estou enviando cópia dessas para um grupo de Corinthianos de que participo e para os Gaviões da Fiel, esperando que muitos deixem de ouvir a rádio bandeirantes, enquanto figuras como o sr. mílton neves e esse jornalista continuarem a tomar parte em sua programação;
Além do mais, vou levantar os nomes dos patrocinadores da rádio e lhes comunicar o que está acima para que eles tomem as medidas que entenderem adequadas;
Com esse nível de jornalistas, a área esportiva da rádio bandeirantes seguramente não vai conseguir reverter a sua decadência;
atenciosamente,
Luiz Rodrigo Lemmi
(Nota do Mosqueteiro: Se achares entre os barõezinhos do puteiro os donos da referida rede, agraciados que foram pela corja imunda, não será mera coincidência. Não estranhe).
*******
O mundo sem o Corinthians já não é um mundo possível.
Por isso mesmo existem os anticorintianos. Se o Corinthians fosse unanimidade não seria Corinthians.
Há quase cem anos, aliás, eles poderiam ter exterminado o Corinthians Paulista. Tentaram. E como tentaram. Mas essa bandeira ninguém derruba, não.
Cem anos depois, meus caros, é o Corinthians quem comanda a Festa.
AQUI É CORINTHIANS!!!
Meias pretas
Em campeonatos modorrentos como esse, o jogo de hoje é o jogo tipicamente crucial.
As evidências falam por si, ainda que em posição ruim na tabela, o adversário é candidato aos primeiros lugares. Conta com um craque, aquele que era da Vila Yara (aqui pertinho...), dos Gaviões de Osasco e agora jura amor pelo rivale(?), além de cavar um pênalti que jamais seria dado para o Corinthians. É um time a ser batido.
E foi.
Graças a Jorge e ao Gordo, que são Guerreiros de decisões (a abutraiada só fala do Gordo, mas Jorge fez o(s) dele em quase todos os jogos decisivos e, principalmente, nas finais da Copa. E hoje, um golaço).
O jogo de hoje foi uma decisão.
Sempre que o Corinthians joga com meias pretas em decisões, é bom presságio. Ao estilo da década de trinta e quarenta.
Mas antes de começarmos a falar do jogo, é preciso falar de uma outra coisa.
O Japonês lembrava aqui a recepção ao Casão, naquele jogo contra o urubu.
Compare com a recepção da torcidinha (ou seria pseudo-torcida?) da casa.
O Gordo pode até perder pênalti, mas sempre deixará o dele, quando a coisa for assim. Veremos isso se repetir contra o mesmo urubu, no Maraca?
Enfim, vaiar craques da bola é coisa que a própria Deusa Bola se encarrega de vingar. Eis uma das explicações para a vitória, senão a principal.
Se ele fizesse os gols, e não tentasse enfeitar... Diriam o quê, esses que pretendem sem sucesso espezinhar um Gênio?
O jogo começou com disposição tática quase perfeita das duas equipes. O Coringão tentava, tinha suas laterais constantemente sob bombardeio, mas conseguia achar seu bom toque de bola.
O Gordo mostrou novamente como é que se lança uma bola (lembrar daquele primeiro gol contra o puteiro, e quem recebeu ali foi o mesmo Jorge), aos 22. Jorge apenas desviou a bola do goleiro, saindo de qualquer marcação e já aprontando Ela para ser empurrada, amaciada, para o gol. GOLAÇO!!!
O adversário se atrapalhou com a bola, e foi o Coringão pra cima.
E numa jogada que começou com a arrancada de Morais, e foi articulada por Jucilei com André, a bola volta aos pés de Morais já dentro da área. O Gordo, de frente para o gol, na marca do pênalti, chuta.
Reparem a armação do contra-ataque. E entendam que se o Mano é técnico de Futebol, é porque ele sabe fazer isso. Notem como a ausência de Douglas foi suprida com o Gordo, no primeiro gol, e com André e Jucilei neste lance, e com Elias e, uma ou outra vez, com Morais.
O Gordo vê seu chute ser defendido com as mãos pelo zagueiro, que é expulso.
E depois, bate sem a vontade que é necessária, sem concentração. A paradinha não funciona, deveria ter deixado pro Chicão...
O Gordo acaba desperdiçando o pênalti, e a chance de ter aquela perigosa certeza de vitória, a qual citávamos no post anterior. Saiu de campo fazendo "brincadeira"; disse que não queria fazer gol na raposinha, mas que se arrependeu depois...
Ninguém manda vaiar o Gênio. Ninguém manda comemorar mais o gol perdido do Fenômeno que o gol do próprio time, o qual dizem torcer essas marias. Que vão com as outras, as do puteiro daqui. É tudo putinha.
Nas vezes em que o carinha que era da Vila Yara acertava o passe, o adversário chegava.
Porém a boa marcação na entrada da área, mesmo se desse as costas como possibilidade para o adversário, ao menos era certeira na maioria das vezes em que tirou a bola. Nas vezes em que não foi, o adversário perdeu sua chance. E na única arrematada, o atacante já havia cometido falta em Chicão, antes da conclusão.
E antes que qualquer um da anticorintianada de merda venha a aproveitar a chance de cornetar anonimamente aqui sobre este lance, observe que o Chicão está com a bola ganha, é deslocado com os pés fora do chão, chega a desviar a bola, mas em razão desta obstrução, não completa a sua jogada. O juiz apita antes da bola entrar no gol. Sim, às vezes a canalhada do apito consegue ser justa com o Corinthians Paulista. É raro, mas consegue.
Morais ainda desperdiça um contra-ataque desses, fulminantes. E intervalo.
Logo no primeiro minuto Jucilei se entende com Diogo, que chega longe na jogada. Tira adversários do caminho até chegar na linha de fundo e concluir mal.
O jogo se torna morno, estudado, a dona maria adversária só assuntava.
Aos 9, o Gordo é acionado por Elias e volta a ser parado pelo bom e jovem goleiro da dona maria; poderia ter tocado para Jorge. Na sequência do lance, Elias rouba a bola bem, e tenta colocar no ângulo, mas vai pra fora. Só aos 10 o maninho da Vila Yara coloca a dona maria em condição, com um chute pra fora.
O Coringão tocava a bola com consciência, e aos 13 Jorge é muito bem lançado por Jucilei, mas desperdiça, nas mãos do goleiro. Poderia ter tocado pro Gordo...
A maior chance da dona maria foi com os ex-corintianos Fabrício e Kleber, obrigando Felipe a trabalhar. Parece que o maninho de Vila Yara não consegue fazer gol no Coringão...
Felipe volta a trabalhar novamente só aos 30, e nesse meio tempo o jogo perde cadência, o Coringão parecia desinteressado. Talvez essa defesa de Felipe tenha sido a centelha de onde brotou a iluminação de Jucilei, naquela que talvez tenha sido a grande jogada de sua carreira até então. E ele tem potencial pra crescer, demonstrou isso hoje: fez sem dúvida a melhor partida de sua carreira, pois fez a melhor partida pelo Corinthians até então.
Se Moradei foi o cara da vitória de quarta, Jucilei é o cara na vitória de hoje. Ao lado de Gordo e de Jorge.
Partiu pela direita, após tabela na lateral, encontrou desguarnecida a defesa adversária, avançou tendo dois pela frente. Tirou o primeiro na corrida, com um drible da vaca. Sobrou um na área, outro ex-corintiano, perdido entre acompanhar a bola, o desconhecido que vinha com ela, ou o Gênio que estava do outro lado da área. E com um belo corte no perdidão, Jucilei teve o tempo necessário para arrumar a bola, que foi preparada para o pé do Gordo, que dessa vez tirou da mão do goleiro. No canto, certeira, a Deusa Bola foi colocada pelo Gênio, no mesmo gol em que ele, há muitos anos atrás, foi mais rápido que o goleiro que soltou a bola...
O Gênio calou a torcidinha, no palco que conhece bem.
O Corinthians liqüidava a fatura, mas ainda sofreria aperto.
O canalha do apito não poderia escapar da segunda tentativa do VY de cavar um pênalti na partida. E Kleber faz o gol de pênalti contra o Timão do seu próprio coração. Ele exige, e Felipe lhe dá a bola, para que leve ao centro do campo, em sinal de júbilo.
No fim, Chicão foi o nome definitivo do jogo, pois tirou a bola de cima da linha, aos 46 quase 47. E Felipe impede o maninho de fazer no rebote. Essa jogada sim, PÕE NO DVD.
Foi, de fato, um jogo de decisão.
Felipe, Diogo, Chicão, Diego e André; Cristian, Jucilei, Elias (Marcinho) e Morais (Jadson); Jorge (Marcelinho) e Ronaldinho
De tudo o que disse o Comandante após a partida, a melhor frase é essa:
"Acho que você precisa ter grupo, mas, acima de tudo, necessita de organização tática a ponto de que os que entram saibam como a equipe joga. Quando está em um momento bom, a chance de entrarem e renderem bem é muito maior"
O momento é bom, de fato. Mas precisamos completar o time de reservas.
Voltaremos à guerra na quarta-feira, contra um time regular, à frente na tabela e portanto concorrente direto. Jogo em casa, toda obrigação da vitória é nossa. A abutraiada tem a chance de encher o saco.
Portanto, toda concentração é sempre necessária.
Existem assuntos não tratados por aqui por falta absoluta de tempo para escrever. Tivemos aquela historinha do Gordo com o Lula, e outras patacoadas mais infames.
E essa coisa é incessante, a indústria de cizânias e mentiras da assessoria da corja (a própria imprença) para tentar soltar algum peido-de-véia que sirva pra disfarçar com qualquer coisa que sirva de 'coisa errada' na Festa Corinthiana.
Festa que começou em 2/12/2007, aos poucos, como o próprio Corinthians foi surgindo.
O Corinthians tem raízes profundas demais, e quando a Festa é como vem sendo, nada pode parar.
O Corinthians fará cem anos.
Para aquele "timinho que não vai durar mais que um inverno", até que tá bom.
Mas é do Clube do Povo que falamos. A Festa é do Povo.
Este ano, o Clube do Povo fará noventa e nove. E a Fênix (re)nasceu de suas próprias cinzas. Cem anos depois. Da Várzea de Piratininga para a Várzea da América.
Voltemos porém aos abutres e chacais que rondam.
É importante que seja lida por todos, esta entrevista. Está em tal veículo não por acaso.
Note sobretudo que, no título da entrevista, a palavra "Corinthians" está inclusa. Com "da máfia" em parênteses - e isso faz toda diferença na busca. Nada é por acaso. É disso que vive um punhado de escribas, de montar patacoadinhas assim. É isso que é nossa abutraiada, galera.
Percebam que o personagem central da coisa toda, que é o daniel dantas, e que é o que deveria estar sendo enfatizado no título, na entrevista, e na conversinha que acabou rolando no lugar da entrevista, não é sequer tateada. Consta uma única vez, numa sopa de tags. Só para dar na busca.
O outrora 'tresloucado' delegado da seção 'brasil' (a abutere-mater, que se diz a serviço de alguma coisa, está a serviço de quem a paga) se transformou em um arauto salvador na seção 'esporte'.
Você compra esta idéia que a abutere-mater te vende, caro(a) leitor(a)? Se sim, compra a idéia de que os clubes não citados por este ex-'tresloucado' sequer tangenciam aquilo que "contaminou" (sic) os clubes citados. Porque o carinha diz que salvou o futebol brasileiro salvando o Corinthians...
E quando vêm os quadrúpedes arrotar sobre a máfia do apito daquele ano, ocultam de suas vistas que os jogos refeitos foram encomendados. Duas derrotas do Corinthians encomendadas. Duas de muitas. Muitas, inclusive, não deram certo; o Corinthians venceu. Mas isso é outro papo.
A razão disso tudo, agora (e sempre)?
Primeiro, que a madame está dolorida, mas disfarça a dor espezinhando os outros.
O anão de jardim falou besteira, inclusive, no blogue daquele cara esquisito, que é hospedado ali, no mesmíssimo portal da abutere-mater.
Enfim, o amigo da Loló, mesmo se sentindo o precursor de todo um tal movimento, e ainda que em certo sentido o seja realmente, não diz mais que meia dúzia de verdades. Porque o Corinthians foi usado por uma lista imensa de canalhas para "livrar a barra" de uma penca de calhordas.
Ele mesmo cita. E que corjinha imunda está citada? A das moranguetes. Leia, então, este texto.
Pode anotar na tua agenda.
Dia cinco de setembro, data em que comemoraríamos o aniversário de noventa e nove anos do Sport Club Corinthians Paulista, no clássico contra os bambi marinho, no Pacaembu, será o dia - um sábado... - que o tampão efetivado lamberá o papel higiênico sujo da corja imunda, publica e ineqüivocamente.
Neste dia, Família Corinthiana, seremos obrigados a pisar no cimento roubado do privadão.
privadão NUNCA MAIS!!!
Observando que a sardinha jogou naquele seu pardieiro, contra nós, agora. Deveríamos jogar na Fazendinha.
Torcida única na Fazendinha; boa idéia, promotor...
ACORDA FIEL!!!
"O CORINTHIANS ganhou dois títulos e derrubou três técnicos"
Dr. Osmar Corinthians Oliveira
Leia o Japonês, sobre a vitória.
Este vídeo também é bom que seja visto...
E esta notícia, também.
VIVA O CORINTHIANS!!!
As evidências falam por si, ainda que em posição ruim na tabela, o adversário é candidato aos primeiros lugares. Conta com um craque, aquele que era da Vila Yara (aqui pertinho...), dos Gaviões de Osasco e agora jura amor pelo rivale(?), além de cavar um pênalti que jamais seria dado para o Corinthians. É um time a ser batido.
E foi.
Graças a Jorge e ao Gordo, que são Guerreiros de decisões (a abutraiada só fala do Gordo, mas Jorge fez o(s) dele em quase todos os jogos decisivos e, principalmente, nas finais da Copa. E hoje, um golaço).
O jogo de hoje foi uma decisão.
Sempre que o Corinthians joga com meias pretas em decisões, é bom presságio. Ao estilo da década de trinta e quarenta.
Mas antes de começarmos a falar do jogo, é preciso falar de uma outra coisa.
O Japonês lembrava aqui a recepção ao Casão, naquele jogo contra o urubu.
Compare com a recepção da torcidinha (ou seria pseudo-torcida?) da casa.
O Gordo pode até perder pênalti, mas sempre deixará o dele, quando a coisa for assim. Veremos isso se repetir contra o mesmo urubu, no Maraca?
Enfim, vaiar craques da bola é coisa que a própria Deusa Bola se encarrega de vingar. Eis uma das explicações para a vitória, senão a principal.
Se ele fizesse os gols, e não tentasse enfeitar... Diriam o quê, esses que pretendem sem sucesso espezinhar um Gênio?
O jogo começou com disposição tática quase perfeita das duas equipes. O Coringão tentava, tinha suas laterais constantemente sob bombardeio, mas conseguia achar seu bom toque de bola.
O Gordo mostrou novamente como é que se lança uma bola (lembrar daquele primeiro gol contra o puteiro, e quem recebeu ali foi o mesmo Jorge), aos 22. Jorge apenas desviou a bola do goleiro, saindo de qualquer marcação e já aprontando Ela para ser empurrada, amaciada, para o gol. GOLAÇO!!!
O adversário se atrapalhou com a bola, e foi o Coringão pra cima.
E numa jogada que começou com a arrancada de Morais, e foi articulada por Jucilei com André, a bola volta aos pés de Morais já dentro da área. O Gordo, de frente para o gol, na marca do pênalti, chuta.
Reparem a armação do contra-ataque. E entendam que se o Mano é técnico de Futebol, é porque ele sabe fazer isso. Notem como a ausência de Douglas foi suprida com o Gordo, no primeiro gol, e com André e Jucilei neste lance, e com Elias e, uma ou outra vez, com Morais.
O Gordo vê seu chute ser defendido com as mãos pelo zagueiro, que é expulso.
E depois, bate sem a vontade que é necessária, sem concentração. A paradinha não funciona, deveria ter deixado pro Chicão...
O Gordo acaba desperdiçando o pênalti, e a chance de ter aquela perigosa certeza de vitória, a qual citávamos no post anterior. Saiu de campo fazendo "brincadeira"; disse que não queria fazer gol na raposinha, mas que se arrependeu depois...
Ninguém manda vaiar o Gênio. Ninguém manda comemorar mais o gol perdido do Fenômeno que o gol do próprio time, o qual dizem torcer essas marias. Que vão com as outras, as do puteiro daqui. É tudo putinha.
Nas vezes em que o carinha que era da Vila Yara acertava o passe, o adversário chegava.
Porém a boa marcação na entrada da área, mesmo se desse as costas como possibilidade para o adversário, ao menos era certeira na maioria das vezes em que tirou a bola. Nas vezes em que não foi, o adversário perdeu sua chance. E na única arrematada, o atacante já havia cometido falta em Chicão, antes da conclusão.
E antes que qualquer um da anticorintianada de merda venha a aproveitar a chance de cornetar anonimamente aqui sobre este lance, observe que o Chicão está com a bola ganha, é deslocado com os pés fora do chão, chega a desviar a bola, mas em razão desta obstrução, não completa a sua jogada. O juiz apita antes da bola entrar no gol. Sim, às vezes a canalhada do apito consegue ser justa com o Corinthians Paulista. É raro, mas consegue.
Morais ainda desperdiça um contra-ataque desses, fulminantes. E intervalo.
Logo no primeiro minuto Jucilei se entende com Diogo, que chega longe na jogada. Tira adversários do caminho até chegar na linha de fundo e concluir mal.
O jogo se torna morno, estudado, a dona maria adversária só assuntava.
Aos 9, o Gordo é acionado por Elias e volta a ser parado pelo bom e jovem goleiro da dona maria; poderia ter tocado para Jorge. Na sequência do lance, Elias rouba a bola bem, e tenta colocar no ângulo, mas vai pra fora. Só aos 10 o maninho da Vila Yara coloca a dona maria em condição, com um chute pra fora.
O Coringão tocava a bola com consciência, e aos 13 Jorge é muito bem lançado por Jucilei, mas desperdiça, nas mãos do goleiro. Poderia ter tocado pro Gordo...
A maior chance da dona maria foi com os ex-corintianos Fabrício e Kleber, obrigando Felipe a trabalhar. Parece que o maninho de Vila Yara não consegue fazer gol no Coringão...
Felipe volta a trabalhar novamente só aos 30, e nesse meio tempo o jogo perde cadência, o Coringão parecia desinteressado. Talvez essa defesa de Felipe tenha sido a centelha de onde brotou a iluminação de Jucilei, naquela que talvez tenha sido a grande jogada de sua carreira até então. E ele tem potencial pra crescer, demonstrou isso hoje: fez sem dúvida a melhor partida de sua carreira, pois fez a melhor partida pelo Corinthians até então.
Se Moradei foi o cara da vitória de quarta, Jucilei é o cara na vitória de hoje. Ao lado de Gordo e de Jorge.
Partiu pela direita, após tabela na lateral, encontrou desguarnecida a defesa adversária, avançou tendo dois pela frente. Tirou o primeiro na corrida, com um drible da vaca. Sobrou um na área, outro ex-corintiano, perdido entre acompanhar a bola, o desconhecido que vinha com ela, ou o Gênio que estava do outro lado da área. E com um belo corte no perdidão, Jucilei teve o tempo necessário para arrumar a bola, que foi preparada para o pé do Gordo, que dessa vez tirou da mão do goleiro. No canto, certeira, a Deusa Bola foi colocada pelo Gênio, no mesmo gol em que ele, há muitos anos atrás, foi mais rápido que o goleiro que soltou a bola...
O Gênio calou a torcidinha, no palco que conhece bem.
O Corinthians liqüidava a fatura, mas ainda sofreria aperto.
O canalha do apito não poderia escapar da segunda tentativa do VY de cavar um pênalti na partida. E Kleber faz o gol de pênalti contra o Timão do seu próprio coração. Ele exige, e Felipe lhe dá a bola, para que leve ao centro do campo, em sinal de júbilo.
No fim, Chicão foi o nome definitivo do jogo, pois tirou a bola de cima da linha, aos 46 quase 47. E Felipe impede o maninho de fazer no rebote. Essa jogada sim, PÕE NO DVD.
Foi, de fato, um jogo de decisão.
Felipe, Diogo, Chicão, Diego e André; Cristian, Jucilei, Elias (Marcinho) e Morais (Jadson); Jorge (Marcelinho) e Ronaldinho
De tudo o que disse o Comandante após a partida, a melhor frase é essa:
"Acho que você precisa ter grupo, mas, acima de tudo, necessita de organização tática a ponto de que os que entram saibam como a equipe joga. Quando está em um momento bom, a chance de entrarem e renderem bem é muito maior"
O momento é bom, de fato. Mas precisamos completar o time de reservas.
Voltaremos à guerra na quarta-feira, contra um time regular, à frente na tabela e portanto concorrente direto. Jogo em casa, toda obrigação da vitória é nossa. A abutraiada tem a chance de encher o saco.
Portanto, toda concentração é sempre necessária.
Existem assuntos não tratados por aqui por falta absoluta de tempo para escrever. Tivemos aquela historinha do Gordo com o Lula, e outras patacoadas mais infames.
E essa coisa é incessante, a indústria de cizânias e mentiras da assessoria da corja (a própria imprença) para tentar soltar algum peido-de-véia que sirva pra disfarçar com qualquer coisa que sirva de 'coisa errada' na Festa Corinthiana.
Festa que começou em 2/12/2007, aos poucos, como o próprio Corinthians foi surgindo.
O Corinthians tem raízes profundas demais, e quando a Festa é como vem sendo, nada pode parar.
O Corinthians fará cem anos.
Para aquele "timinho que não vai durar mais que um inverno", até que tá bom.
Mas é do Clube do Povo que falamos. A Festa é do Povo.
Este ano, o Clube do Povo fará noventa e nove. E a Fênix (re)nasceu de suas próprias cinzas. Cem anos depois. Da Várzea de Piratininga para a Várzea da América.
Voltemos porém aos abutres e chacais que rondam.
É importante que seja lida por todos, esta entrevista. Está em tal veículo não por acaso.
Note sobretudo que, no título da entrevista, a palavra "Corinthians" está inclusa. Com "da máfia" em parênteses - e isso faz toda diferença na busca. Nada é por acaso. É disso que vive um punhado de escribas, de montar patacoadinhas assim. É isso que é nossa abutraiada, galera.
Percebam que o personagem central da coisa toda, que é o daniel dantas, e que é o que deveria estar sendo enfatizado no título, na entrevista, e na conversinha que acabou rolando no lugar da entrevista, não é sequer tateada. Consta uma única vez, numa sopa de tags. Só para dar na busca.
O outrora 'tresloucado' delegado da seção 'brasil' (a abutere-mater, que se diz a serviço de alguma coisa, está a serviço de quem a paga) se transformou em um arauto salvador na seção 'esporte'.
Você compra esta idéia que a abutere-mater te vende, caro(a) leitor(a)? Se sim, compra a idéia de que os clubes não citados por este ex-'tresloucado' sequer tangenciam aquilo que "contaminou" (sic) os clubes citados. Porque o carinha diz que salvou o futebol brasileiro salvando o Corinthians...
E quando vêm os quadrúpedes arrotar sobre a máfia do apito daquele ano, ocultam de suas vistas que os jogos refeitos foram encomendados. Duas derrotas do Corinthians encomendadas. Duas de muitas. Muitas, inclusive, não deram certo; o Corinthians venceu. Mas isso é outro papo.
A razão disso tudo, agora (e sempre)?
Primeiro, que a madame está dolorida, mas disfarça a dor espezinhando os outros.
O anão de jardim falou besteira, inclusive, no blogue daquele cara esquisito, que é hospedado ali, no mesmíssimo portal da abutere-mater.
Enfim, o amigo da Loló, mesmo se sentindo o precursor de todo um tal movimento, e ainda que em certo sentido o seja realmente, não diz mais que meia dúzia de verdades. Porque o Corinthians foi usado por uma lista imensa de canalhas para "livrar a barra" de uma penca de calhordas.
Ele mesmo cita. E que corjinha imunda está citada? A das moranguetes. Leia, então, este texto.
Pode anotar na tua agenda.
Dia cinco de setembro, data em que comemoraríamos o aniversário de noventa e nove anos do Sport Club Corinthians Paulista, no clássico contra os bambi marinho, no Pacaembu, será o dia - um sábado... - que o tampão efetivado lamberá o papel higiênico sujo da corja imunda, publica e ineqüivocamente.
Neste dia, Família Corinthiana, seremos obrigados a pisar no cimento roubado do privadão.
privadão NUNCA MAIS!!!
Observando que a sardinha jogou naquele seu pardieiro, contra nós, agora. Deveríamos jogar na Fazendinha.
Torcida única na Fazendinha; boa idéia, promotor...
ACORDA FIEL!!!
"O CORINTHIANS ganhou dois títulos e derrubou três técnicos"
Dr. Osmar Corinthians Oliveira
Leia o Japonês, sobre a vitória.
Este vídeo também é bom que seja visto...
E esta notícia, também.
VIVA O CORINTHIANS!!!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
O Cabecinha de Ouro voltou
Palco de Festa, Arquibancada atuante, Alambrado em paz (Paz de estádio, não aquela mentira do 'reclame'; Paz que foi quebrada apenas por desrespeitosas gorduras, gente folgada, e logo depois reestabelecida).
No começo do jogo, toda bola passava por Douglas, que se movimentou bem para receber.
Às vezes, teve o meio-campo destravado, como aos onze, quando avançou sem qualquer resistência da leoa franzina de peruca. Que é encardidinha ao seu estilinho besta, e mais nada.
Nesse lance, o Gordo se livrou da marcação, mostrando que o Timão veio a campo para vencer. Recebeu, à direita da meia-lua, ajeitou e chutou, de esquerda, quase preciso; a bola tentou tatear a trave, por alguns centímetros, e passou à esquerda do gol...
E então nossa zaga, que não passa por bom momento desde que o Capitão se retirou para resolver o problema da planta do pé, e Alessandro que saiu para se recondicionar fisicamente, resolve assistir o jogo. Trinta segundos depois desse chute do Gordo.
Um cruzamento despretensioso, uma cabeçada oportunista (de uma bambizinha que ouviu demais deste que vos escreve, no segundo tempo, quando cobrou um escanteio; e foi muito "indelicado" com a bandeirinha, que é canalha assumida) na marca do pênalti, um buraco no miolo da zaga. A claque da leoa franzina de peruca se alvoroça por cinco segundos, para ficar quieta logo depois, como em toda a partida.
Coringão em desvantagem. Tão logo tomou o gol, a FIEL TORCIDA passou a cantar ainda mais forte.
Foi bom tomar o gol (??), porque parece que ainda estamos de ressaca. A Festa foi muito boa, mas agora já passou. Foi apenas para mostrar que O CORINGÃO VOLTOU.
Estamos de volta, Família.
Mas parece que precisa tomar gol pra entrar de vez no jogo. Tanto em Campo quanto na Arquibancada...
Gaviões sem bateria, e há algum tempo isso vem tentando acontencer, a bateria da Estopim comandava.
E o que não rola, Família, é essa coisa de gritinho estridente quando o Gordo está com a bola dominada, pronto pra arrematar. O jogador ouve essa estridência do campo, e se desconcentra (vamos educar nossas moças que chegam por agora, Família!). Aconteceu isso pelo menos duas vezes, no primeiro tempo, e só quem estava no Alambrado, ou ali embaixo da Arquibancada, consegue perceber. Depois, porém, acabou. Ainda bem. A parte da mulherada que grita foi educada, ontem...
O Coringão ataca. Sobe e consegue uma falta na entrada da área; Chicão desperdiça. Consegue escanteio, Douglas coloca a bola na pequena área, Gordo tenta o arremate; Magrão defende - dentro do gol. Mas a bola não entra...
O Gordo, porém, queria gol. Gols. Pode parecer chavão, mas o Gordo estava com fome de gols.
Dente arrisca de fora da área, após bela investida na meia-direita.
O ataque funcionava, a defesa se segurava. O meio-campo decidia.
Só aos vinte e sete, em saída de bola de André, entregando-a para Douglas na meia-esquerda, com Jorge passando à frente para receber, e recebendo com falta; na vantagem, a bola sobra para André, que acompanhava tudo correndo pela esquerda.
André, de primeira, sem precisar ajeitar, levanta a bola na área.
O Gordo queria gol.
Como um foguete, disparou de encontro à bola, acertando a testa milimetricamente, já dentro da pequena área, sem marcação, fulminante.
E pro chão, como reza a cartilha de Baltazar, o Cabecinha de Ouro.
Ontem à noite esteve presente ninguém menos que o Cabecinha... na figura de ninguém mais que o Fenômeno!
VAI CORINTHIANS!!!
O que faz com que Ronaldinho, um craque desacostumado a cabecear, um craque de chute preciso, já tenha feito tantos gols de cabeça com este Manto Sagrado?
Todos se perguntam.
Este Mosqueteiro credita ao Espírito Varzeano que ronda a Mística Corinthiana tal realidade.
O craque faz gol como se deve fazer gol no momento em que ele surge, certo? Ou seja, como vier, a bola tem de entrar, custe o que custar. É assim que é.
Pois bem. Quando um craque desse aparece com um Manto Varzeano, que traz justamente esse Espírito, é isso que se vê.
Diferente da coisa técnica, fria, se vê calor e paixão, como quando o próprio Cabecinha arrematava de direita, no ângulo; coisa rara, bela, mitológica.
Baltazar marcava gols de cabeça; Fenômeno, com os pés.
Quando os craques se diversificam é que se vê o Futebol em sua rara beleza.
No caso do Gordo, é uma espécie de transe catártico com a Torcida. Ele já mencionou isso, quando disse que a Fiel é mais incrível quando o placar é adverso. Foi o que aconteceu ontem. Quem pôde ver da altura do chão a cara dele ao perder o primeiro lance claro de gol (com os pés!) entende o que estou dizendo. Ele queria GOLS.
Tão Varzeano que, para reforçar e exemplificar cabalmente o que estou dizendo, o primeiro gol dele no Corinthians foi justamente contra o rivale, empatando o certame no último minuto.
O Gordo é Gênio. Quem não vê é parvo; quem desmerece é cretino e/ou canalha.
Ele fica um tempo em jejum, assim como o próprio Corinthians... e nem por isso deixa de ser o Fenômeno.
Enfim, depois de algumas tentativas, eis que o Coringão trançava a bola pela direita, com Diogo e Douglas no comando, Jorge e Jucilei na articulação. Toques rápidos, desconcertando a leoa descabelada, que sucumbiu pela desatenção. Diogo desimpedido levantou a bola no meio da área.
O Gordo queria GOLS...
No meio da área - o dono da área - a bola encontra novamente a testa do Fenômeno. Que a encaminha para o canto esquerdo, indefensável, usando a testa, mas sobretudo a vontade...
O Coringão virava o jogo pela cabeça e pela raça do Gordo.
VAI CORINTHIANS!!!
E fomos para o segundo tempo com muita certeza da vitória. Tanto que no primeiro minuto já desperdiçávamos.
E logo aos quatro, no mesmo gol que lhe inspira sempre, de frente para o Tobogã, Cristian com maestria amplia o placar.
Mais um golaço que sai de seus pés. No mesmo gol daquele golaço contra a madame do puteiro...
GOLAÇO!!!
E essa certeza consumia a torcida e o time todo. Tudo muito bom...?
Aos dezoito, porém, o primeiro dos sacodes.
Era para ter acordado nesse golzinho achado - e frangado...
Que começou com jogador impedido.
Quatro minutos depois, a zaga ainda cochilava. Felipe espana a bola chutada de fora da área.
No rebote do Felipe já deveriam ter afastado o perigo, mas ninguém chegou. Felipe ainda defendeu, à queima roupa, mas a bola foi pro meio da área... sobrou, e o jogo empatou.
Que gracinha...
Essa certeza, essa gordura, coisa que se anunciava já no começo do jogo, que tem de ser eliminada com o revés, vendo sendo gordurosamente constante. Ainda mais agora que o Coringão mostrou que voltou, é campeoníssimo...
Devagar no andor.
Bem devagar, Família.
Até porque, assim como o Gordo perdeu dois, a leoa poderia ter feito um outro gol.
Mas o centroavante da leoa de peruca descabelada é um quadrúpede, e foi expulso.
E o cotovelo desse imbecil foi na cara de um injustiçado Corinthiano.
E coube a esse injustiçado Corinthiano a redenção da noite.
Ele, que voltou a vestir o Manto Sagrado do Povo. Moradei fez o gol da vitória, alguns segundos após tomar a cotovelada.
A falta foi batida, e a bola foi do lado direito para o esquerdo. A jogada começou com Morais, na ponta esquerda. Que entrara, junto com aquela citada certeza, no lugar de Dente.
No cruzamento, Jorge não conseguiu o domínio, a bola foi espirrada pelo assustado zagueiro, e foi parar nos pés de Moradei, na entrada da área.
Ele enfiou o pé na bola, que fez uma curva e ainda pingou na frente do goleiro, impedindo qualquer reflexo. E entrou bonita, no canto esquerdo do gol.
GOLAÇO!!!
Moradei é o herói da vitória...
Nada como o aspecto cíclico do Futebol...
(E Felipe também, se redime no último minuto, espalmando uma bola perigosa. Tem italiano de olho nele...)
Felipe, Diogo (Moradei), Chicão, Diego e André; Cristian, Jucilei (Marcelinho) e Douglas; Jorge, Dente (Morais) e Ronaldinho
Para o jogo do fim de semana, temos desfalques; Dente e Douglas tomaram terceiro cartão. Alessandro e Willian permanecem em tratamento, com previsão de volta para O Jogo do dia 26.
Boquita, na Seleção sub-20, nos atrasa a vida. Temos Elias para armar, e Jucilei e Marcelinho para compor.
Está difícil a situação do time reserva, diretoria.
Ontem foram arrecadados mais de setecentos mil reais.
Estão explorando a FIEL e não promovendo o retorno obrigatório, necessário e de direito.
E ainda dizem que a bilheteria é fenomenal... Já arrecadou um milhão a mais que 2008 inteiro... E aquele souza cobrou meio milhão por cada gol que fez...
E, para piorar, nos tiram o Clássico contra osporco de nossa casa. Jogam pro outro lado do mundo o jogo mais esperado por quase todos.
ACORDA FIEL!!!
Considerações...
Poucas coisas são tão gratificantes quanto ouvir, da altura do alambrado, e ver a figurinha de cabeça branca do outro lado do campo ouvindo também, o forte coro de "ei, Leão, vai tomar no cu".
Sujeito que tem raízes profundas no rivale, mas que já vestiu a 1 Alvinegra e catou tudo, sendo o autoritário-esnobe da Democracia bicampeã em 83. Que salvou aquela nhaca de 2006, e mediocrizou em definitivo, deixando a bomba-relógio do rebaixamento ligada, para o ano seguinte. E ainda quis cobrar uma grana do Clube do Povo...
É isso aí, leoa clodovéia. Vá tomar no cu.
E já o estás fazendo, estando neste clubinho que é uma leoa de peruca, como você.
Ele é tão picareta que, antes da partida, dizia que não levaria marcação especial no Gordo. E depois da partida, reclama com seus "comandados" que não marcaram direito o Gordo - QUE FEZ DOIS DE CABEÇA.
Leoa é mau-caráter mesmo.
E depois vem dizer que "marcaram" direito o Gordo no segundo tempo, e que ele "não apareceu"...
Ah, prato frio e azedo da vingança...
Que ano, Família Corinthiana, que ano!
Aliás, reclamar do canalha do apito é brincadeira, hein leoinhas franzinas de perucas descabeladas?...
'Prejudicado' de cu é rola, no caso de vocês, canalhada.
Falando em canalhada, a abutraiada já fala em "dependência" dos gols do Gordo. Antes, ele não fazia gol nenhum, e isso era a crise. Agora ele faz gol, e isso é crise.
Ê abutraiada de merda, que já foi melhor que isso...
AQUI É CORINTHIANS!!!
VAI CORINTHIANS!!!
No começo do jogo, toda bola passava por Douglas, que se movimentou bem para receber.
Às vezes, teve o meio-campo destravado, como aos onze, quando avançou sem qualquer resistência da leoa franzina de peruca. Que é encardidinha ao seu estilinho besta, e mais nada.
Nesse lance, o Gordo se livrou da marcação, mostrando que o Timão veio a campo para vencer. Recebeu, à direita da meia-lua, ajeitou e chutou, de esquerda, quase preciso; a bola tentou tatear a trave, por alguns centímetros, e passou à esquerda do gol...
E então nossa zaga, que não passa por bom momento desde que o Capitão se retirou para resolver o problema da planta do pé, e Alessandro que saiu para se recondicionar fisicamente, resolve assistir o jogo. Trinta segundos depois desse chute do Gordo.
Um cruzamento despretensioso, uma cabeçada oportunista (de uma bambizinha que ouviu demais deste que vos escreve, no segundo tempo, quando cobrou um escanteio; e foi muito "indelicado" com a bandeirinha, que é canalha assumida) na marca do pênalti, um buraco no miolo da zaga. A claque da leoa franzina de peruca se alvoroça por cinco segundos, para ficar quieta logo depois, como em toda a partida.
Coringão em desvantagem. Tão logo tomou o gol, a FIEL TORCIDA passou a cantar ainda mais forte.
Foi bom tomar o gol (??), porque parece que ainda estamos de ressaca. A Festa foi muito boa, mas agora já passou. Foi apenas para mostrar que O CORINGÃO VOLTOU.
Estamos de volta, Família.
Mas parece que precisa tomar gol pra entrar de vez no jogo. Tanto em Campo quanto na Arquibancada...
Gaviões sem bateria, e há algum tempo isso vem tentando acontencer, a bateria da Estopim comandava.
E o que não rola, Família, é essa coisa de gritinho estridente quando o Gordo está com a bola dominada, pronto pra arrematar. O jogador ouve essa estridência do campo, e se desconcentra (vamos educar nossas moças que chegam por agora, Família!). Aconteceu isso pelo menos duas vezes, no primeiro tempo, e só quem estava no Alambrado, ou ali embaixo da Arquibancada, consegue perceber. Depois, porém, acabou. Ainda bem. A parte da mulherada que grita foi educada, ontem...
O Coringão ataca. Sobe e consegue uma falta na entrada da área; Chicão desperdiça. Consegue escanteio, Douglas coloca a bola na pequena área, Gordo tenta o arremate; Magrão defende - dentro do gol. Mas a bola não entra...
O Gordo, porém, queria gol. Gols. Pode parecer chavão, mas o Gordo estava com fome de gols.
Dente arrisca de fora da área, após bela investida na meia-direita.
O ataque funcionava, a defesa se segurava. O meio-campo decidia.
Só aos vinte e sete, em saída de bola de André, entregando-a para Douglas na meia-esquerda, com Jorge passando à frente para receber, e recebendo com falta; na vantagem, a bola sobra para André, que acompanhava tudo correndo pela esquerda.
André, de primeira, sem precisar ajeitar, levanta a bola na área.
O Gordo queria gol.
Como um foguete, disparou de encontro à bola, acertando a testa milimetricamente, já dentro da pequena área, sem marcação, fulminante.
E pro chão, como reza a cartilha de Baltazar, o Cabecinha de Ouro.
Ontem à noite esteve presente ninguém menos que o Cabecinha... na figura de ninguém mais que o Fenômeno!
VAI CORINTHIANS!!!
O que faz com que Ronaldinho, um craque desacostumado a cabecear, um craque de chute preciso, já tenha feito tantos gols de cabeça com este Manto Sagrado?
Todos se perguntam.
Este Mosqueteiro credita ao Espírito Varzeano que ronda a Mística Corinthiana tal realidade.
O craque faz gol como se deve fazer gol no momento em que ele surge, certo? Ou seja, como vier, a bola tem de entrar, custe o que custar. É assim que é.
Pois bem. Quando um craque desse aparece com um Manto Varzeano, que traz justamente esse Espírito, é isso que se vê.
Diferente da coisa técnica, fria, se vê calor e paixão, como quando o próprio Cabecinha arrematava de direita, no ângulo; coisa rara, bela, mitológica.
Baltazar marcava gols de cabeça; Fenômeno, com os pés.
Quando os craques se diversificam é que se vê o Futebol em sua rara beleza.
No caso do Gordo, é uma espécie de transe catártico com a Torcida. Ele já mencionou isso, quando disse que a Fiel é mais incrível quando o placar é adverso. Foi o que aconteceu ontem. Quem pôde ver da altura do chão a cara dele ao perder o primeiro lance claro de gol (com os pés!) entende o que estou dizendo. Ele queria GOLS.
Tão Varzeano que, para reforçar e exemplificar cabalmente o que estou dizendo, o primeiro gol dele no Corinthians foi justamente contra o rivale, empatando o certame no último minuto.
O Gordo é Gênio. Quem não vê é parvo; quem desmerece é cretino e/ou canalha.
Ele fica um tempo em jejum, assim como o próprio Corinthians... e nem por isso deixa de ser o Fenômeno.
Enfim, depois de algumas tentativas, eis que o Coringão trançava a bola pela direita, com Diogo e Douglas no comando, Jorge e Jucilei na articulação. Toques rápidos, desconcertando a leoa descabelada, que sucumbiu pela desatenção. Diogo desimpedido levantou a bola no meio da área.
O Gordo queria GOLS...
No meio da área - o dono da área - a bola encontra novamente a testa do Fenômeno. Que a encaminha para o canto esquerdo, indefensável, usando a testa, mas sobretudo a vontade...
O Coringão virava o jogo pela cabeça e pela raça do Gordo.
VAI CORINTHIANS!!!
E fomos para o segundo tempo com muita certeza da vitória. Tanto que no primeiro minuto já desperdiçávamos.
E logo aos quatro, no mesmo gol que lhe inspira sempre, de frente para o Tobogã, Cristian com maestria amplia o placar.
Mais um golaço que sai de seus pés. No mesmo gol daquele golaço contra a madame do puteiro...
GOLAÇO!!!
E essa certeza consumia a torcida e o time todo. Tudo muito bom...?
Aos dezoito, porém, o primeiro dos sacodes.
Era para ter acordado nesse golzinho achado - e frangado...
Que começou com jogador impedido.
Quatro minutos depois, a zaga ainda cochilava. Felipe espana a bola chutada de fora da área.
No rebote do Felipe já deveriam ter afastado o perigo, mas ninguém chegou. Felipe ainda defendeu, à queima roupa, mas a bola foi pro meio da área... sobrou, e o jogo empatou.
Que gracinha...
Essa certeza, essa gordura, coisa que se anunciava já no começo do jogo, que tem de ser eliminada com o revés, vendo sendo gordurosamente constante. Ainda mais agora que o Coringão mostrou que voltou, é campeoníssimo...
Devagar no andor.
Bem devagar, Família.
Até porque, assim como o Gordo perdeu dois, a leoa poderia ter feito um outro gol.
Mas o centroavante da leoa de peruca descabelada é um quadrúpede, e foi expulso.
E o cotovelo desse imbecil foi na cara de um injustiçado Corinthiano.
E coube a esse injustiçado Corinthiano a redenção da noite.
Ele, que voltou a vestir o Manto Sagrado do Povo. Moradei fez o gol da vitória, alguns segundos após tomar a cotovelada.
A falta foi batida, e a bola foi do lado direito para o esquerdo. A jogada começou com Morais, na ponta esquerda. Que entrara, junto com aquela citada certeza, no lugar de Dente.
No cruzamento, Jorge não conseguiu o domínio, a bola foi espirrada pelo assustado zagueiro, e foi parar nos pés de Moradei, na entrada da área.
Ele enfiou o pé na bola, que fez uma curva e ainda pingou na frente do goleiro, impedindo qualquer reflexo. E entrou bonita, no canto esquerdo do gol.
GOLAÇO!!!
Moradei é o herói da vitória...
Nada como o aspecto cíclico do Futebol...
(E Felipe também, se redime no último minuto, espalmando uma bola perigosa. Tem italiano de olho nele...)
Felipe, Diogo (Moradei), Chicão, Diego e André; Cristian, Jucilei (Marcelinho) e Douglas; Jorge, Dente (Morais) e Ronaldinho
Para o jogo do fim de semana, temos desfalques; Dente e Douglas tomaram terceiro cartão. Alessandro e Willian permanecem em tratamento, com previsão de volta para O Jogo do dia 26.
Boquita, na Seleção sub-20, nos atrasa a vida. Temos Elias para armar, e Jucilei e Marcelinho para compor.
Está difícil a situação do time reserva, diretoria.
Ontem foram arrecadados mais de setecentos mil reais.
Estão explorando a FIEL e não promovendo o retorno obrigatório, necessário e de direito.
E ainda dizem que a bilheteria é fenomenal... Já arrecadou um milhão a mais que 2008 inteiro... E aquele souza cobrou meio milhão por cada gol que fez...
E, para piorar, nos tiram o Clássico contra osporco de nossa casa. Jogam pro outro lado do mundo o jogo mais esperado por quase todos.
ACORDA FIEL!!!
Considerações...
Poucas coisas são tão gratificantes quanto ouvir, da altura do alambrado, e ver a figurinha de cabeça branca do outro lado do campo ouvindo também, o forte coro de "ei, Leão, vai tomar no cu".
Sujeito que tem raízes profundas no rivale, mas que já vestiu a 1 Alvinegra e catou tudo, sendo o autoritário-esnobe da Democracia bicampeã em 83. Que salvou aquela nhaca de 2006, e mediocrizou em definitivo, deixando a bomba-relógio do rebaixamento ligada, para o ano seguinte. E ainda quis cobrar uma grana do Clube do Povo...
É isso aí, leoa clodovéia. Vá tomar no cu.
E já o estás fazendo, estando neste clubinho que é uma leoa de peruca, como você.
Ele é tão picareta que, antes da partida, dizia que não levaria marcação especial no Gordo. E depois da partida, reclama com seus "comandados" que não marcaram direito o Gordo - QUE FEZ DOIS DE CABEÇA.
Leoa é mau-caráter mesmo.
E depois vem dizer que "marcaram" direito o Gordo no segundo tempo, e que ele "não apareceu"...
Ah, prato frio e azedo da vingança...
Que ano, Família Corinthiana, que ano!
Aliás, reclamar do canalha do apito é brincadeira, hein leoinhas franzinas de perucas descabeladas?...
'Prejudicado' de cu é rola, no caso de vocês, canalhada.
Falando em canalhada, a abutraiada já fala em "dependência" dos gols do Gordo. Antes, ele não fazia gol nenhum, e isso era a crise. Agora ele faz gol, e isso é crise.
Ê abutraiada de merda, que já foi melhor que isso...
AQUI É CORINTHIANS!!!
VAI CORINTHIANS!!!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Informe do Mosqueteiro
Retornando...
Estive viajando, férias com a família e tal, desde a madrugada da goleada sobre o frufru. Mas neste tempo os abutres agiram; eles não param.
Hoje tem Pacaembu, já já.
É dia de tirar o prejuízo pela bobagem de domingo.
Felipe; Diogo, Chicão, Diego, André; Cristian, Jucilei e Douglas; Jorge, Dente e Gordo.
Este deverá ser o Timão em campo.
É PRA JOGAR BOLA, CAMBADA.
É dia de largar mão dessa bobagem, se apresentar condignamente no Templo, jogar BOLA e não fazer papel de besta diante da FIEL.
Falar um pouco da bobagem de domingo, que sequer pude assistir; ouvi pelo rádio, apenas... O Japonês resume a coisa aqui.
Tudo porque não pagaram os prêmios, os bichos, os direitos de imagem...
Hoje em dia é assim. A coisa é bunda-mole ao extremo. E nossas derrotas aconteceram quando os reservas cabeças-de-bagre resolveram cometer cagadas...
É preciso montar um time reserva decente.
E se livrar de pesos mortos que só fazem pesar no orçamento. Enquanto isso, alguns que talvez não merecessem tanto quanto outros, saem do grupo.
Fui fazer uma retrospectiva das notícias da semana que passou, vi André dizer que "Uma hora perderíamos. Não somos o melhor time do mundo. Ainda bem que aconteceu agora, porque já temos como nos recuperar na quinta".
E que "Erramos muito, e não estamos acostumados a errar. Estamos chateados com isso e vamos trabalhar durante a semana para arrumar o time"
Espero que hoje aconteça isso. Vergonha na cara, cambada.
O engraçado foi ler sobre o presidente dizendo que os empresários "esqueceram" o Clube nas transações de Elias e Douglas.
"A trafique tem que tratar dos jogadores que estão na parceira dela. Antes de falar do Elias, eles precisam tomar muito cuidado. Se tiverem proposta e forem tão profissionais quanto falam, têm que trazer para o Corinthians antes de falar publicamente. Se continuarem falando isso antes de comunicar ao Corinthians, posso criar muitas dificuldades", e vai além: "O empresário do Douglas disse que tem três propostas, mas esqueceu do Corinthians. Ele ficou comigo uma hora no clube e não me deu uma proposta. Não chegou nada e ele não me falou nada. Acho que está na hora de criar uma faculdade de empresário".
É esse o mundo do Futebol hoje em dia e já há tempos...
Recordar é viver...
Durante muito tempo pude dizer que minha filha nos presenteia com tanta sorte que só no jogo em que ela foi o souza fez gol com bola rolando...
Amigos(as), no primeiro jogo do ano levei minha filhota.
Goleamos o atual campeão da Libertadores por cinco a um, no começo da temporada. Lembram-se?
Estive viajando, férias com a família e tal, desde a madrugada da goleada sobre o frufru. Mas neste tempo os abutres agiram; eles não param.
Hoje tem Pacaembu, já já.
É dia de tirar o prejuízo pela bobagem de domingo.
Felipe; Diogo, Chicão, Diego, André; Cristian, Jucilei e Douglas; Jorge, Dente e Gordo.
Este deverá ser o Timão em campo.
É PRA JOGAR BOLA, CAMBADA.
É dia de largar mão dessa bobagem, se apresentar condignamente no Templo, jogar BOLA e não fazer papel de besta diante da FIEL.
Falar um pouco da bobagem de domingo, que sequer pude assistir; ouvi pelo rádio, apenas... O Japonês resume a coisa aqui.
Tudo porque não pagaram os prêmios, os bichos, os direitos de imagem...
Hoje em dia é assim. A coisa é bunda-mole ao extremo. E nossas derrotas aconteceram quando os reservas cabeças-de-bagre resolveram cometer cagadas...
É preciso montar um time reserva decente.
E se livrar de pesos mortos que só fazem pesar no orçamento. Enquanto isso, alguns que talvez não merecessem tanto quanto outros, saem do grupo.
Fui fazer uma retrospectiva das notícias da semana que passou, vi André dizer que "Uma hora perderíamos. Não somos o melhor time do mundo. Ainda bem que aconteceu agora, porque já temos como nos recuperar na quinta".
E que "Erramos muito, e não estamos acostumados a errar. Estamos chateados com isso e vamos trabalhar durante a semana para arrumar o time"
Espero que hoje aconteça isso. Vergonha na cara, cambada.
O engraçado foi ler sobre o presidente dizendo que os empresários "esqueceram" o Clube nas transações de Elias e Douglas.
"A trafique tem que tratar dos jogadores que estão na parceira dela. Antes de falar do Elias, eles precisam tomar muito cuidado. Se tiverem proposta e forem tão profissionais quanto falam, têm que trazer para o Corinthians antes de falar publicamente. Se continuarem falando isso antes de comunicar ao Corinthians, posso criar muitas dificuldades", e vai além: "O empresário do Douglas disse que tem três propostas, mas esqueceu do Corinthians. Ele ficou comigo uma hora no clube e não me deu uma proposta. Não chegou nada e ele não me falou nada. Acho que está na hora de criar uma faculdade de empresário".
É esse o mundo do Futebol hoje em dia e já há tempos...
Recordar é viver...
Durante muito tempo pude dizer que minha filha nos presenteia com tanta sorte que só no jogo em que ela foi o souza fez gol com bola rolando...
Amigos(as), no primeiro jogo do ano levei minha filhota.
Goleamos o atual campeão da Libertadores por cinco a um, no começo da temporada. Lembram-se?
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Subindo pela tabela...
O Coringão jogou belíssima bola hoje.
A defesa funcionou muito bem, e mesmo o ímpeto do frufru em tentar sair na frente foi brecado.
Aos nove, Jorge recebe dentro da área belo passe de André, após linda roubada. Mas chuta sobre o goleiro. A menina pó-de-arroz, frederica, chutava todas pra fora. E no primeiro tempo o jogo seguia meio morno.
Aos 20, um chute bom do Dente. E aos 22, o gol que acordou o Corinthians no jogo. Joelho à frente ou não, este blogue é contra a lei do impedimento, por considerar que ela vai contra o objetivo do jogo: o gol.
Mas o lance acordou o Corinthians, isso é fato. Estava milimetricamente impedido, mas fez o Corinthians entender muita coisa. CHEGA DE BRINCADEIRA.
E VAMOS JOGAR BOLA.
Foi o que fez o Corinthians desde a saída de bola. Aos 24 e uns quebrados, a bola volta para a defesa, mascada. Alessandro ajeita de cabeça, Douglas domina na intermediária direita. Toca para Elias, que se livra de dois, três, e vê Douglas livre. Ele gira e enfia para o Gordo, que se antecipa e domina a bola se nem ao menos tocá-la. Deixa ela passar para arrematar de esquerda, alta, no lado direito do goleiro. Um GOLAÇO!
Aos 29 Cristian se vê com a bola no círculo central, no passe errado do adversário. Douglas surge ao lado, e recebe. Toca a bola meio sem jeito para o Gordo, que domina com maestria; e enfia para o Cristian, que havia se lançado pela direita. Cristian não tem dúvidas; entrega a bola açucarada para Dente, no lado esquerdo da área, que arremata de direita. O Coringão matava o frufru no pulo. GOLAÇO!
O Coringão trabalhava a bola. E bem. Muito bem.
Aos 35, Gordo aperta bem de leve, mas leva a bola. Douglas recebe e toca para frente; o Gordo ganha a corrida e recebe a bola. A tabela foi só para deixar tonto o marcador. Mas o marcador chega, na área, e o Gordo dá um toque de letra, para dentro da área, como na Final na baixada, do campeonato que fomos campeões invictos - só que do outro lado da área. O primeiro fica, mas chega um segundo. O Gordo, então, é obrigado a tirar mais pra dentro, de direita; fica o segundo, no carrinho burro. E o Gordo arremata, com uma rapidez impressionante, que pega o goleiro de surpresa. Indefensável, no canto esquerdo, gol de GÊNIO. GOLAÇO!!!
O Coringão liqüidava a fatura, certo?
Quase. Sabe como é. Sem sofrimento não é Corinthians...
Ou, como dizem o Japonês e o Chico Lang, o técnico recua. Ou como digo por aí, é tudo bunda-mole mesmo.
Até porque, disse o próprio Mano: "Depois do nosso primeiro gol, as coisas melhoraram muito. Fizemos o 3 a 0 com grandes chances de poder fazer mais. O segundo começou de forma parecida, mas acho que relaxamos um pouco. Ainda pensamos que estávamos disputando aquele mata-mata da semana passada. A Copa do Brasil nos deixou mal acostumados"...
Aos 11 do segundo, o Gordo poderia caprichar e fechar o placar, mas chuta de qualquer jeito mesmo.
Aos 27, o único do adversário que joga bola de verdade faz um golaço. No cochilo do Corinthians inteiro.
O posicionamento dos jogadores neste lance denota as falhas. É preciso se atentar às subidas de Alessandro...
Aos 30, lance de SAI ZICA, que teimava. Chicão defende com as costas, Felipe completa pra fora...
Um minuto depois, o mesmo autor do gol deixa o carinha na cara do gol, Felipe é driblado e a bola cruzada encontra a vontade de Diego em tirar o perigo. Mas ele entra com a bola e tudo na meta.
Aos 35, porém, a frederica se exalta na conclamação à progenitora do careca canalha do apito, e é expulsa. Bom pra nóis!
Aos 40, Cristian abre Dente na esquerda, que dribla e arremata bonito; o goleiro espalma e a bola sobra pra quem?
Pra ele.
Que apenas e simplesmente encosta o pé nela, a bola, que vinha à meia altura.
E a bola morre no ângulo, feliz.
Indefensável.
Uma coisa incrível, de fato.
Terceiro gol do cara no jogo.
Ele quer ser artilheiro desse modorrento campeonato...
"Hoje, alguns acontecimentos seriam normais por conta de um desgaste maior, da dificuldade de treinamento. Isso se refletiria numa segunda parte. Além disso, era um jogo festivo, o time achava que estava definido", disse Mano. "Futebol tem que matar quando aparece a oportunidade. Poderia ter sido no início do segundo tempo. Depois, paramos de jogar e o frufru aproveitou. Felizmente, a gente voltou a jogar um pouco e, como o Ronaldinho estava em um estado de graça, acabou fazendo o terceiro dele".
Felipe; Alessandro (Diogo), Chicão, Diego e André; Cristian, Elias e Douglas (Boquita); Jorge, Dentinho e Ronaldinho (Henrique).
Fato é que aquilo que desenhávamos no post anterior, acaba cristalizando aos poucos.
Agora, é a gauchada azulzinha, novamente lá nas partes baixas do país, pra subir nesta tabela, com a benção do Padroeiro!
VAI CORINTHIANS!!!
A defesa funcionou muito bem, e mesmo o ímpeto do frufru em tentar sair na frente foi brecado.
Aos nove, Jorge recebe dentro da área belo passe de André, após linda roubada. Mas chuta sobre o goleiro. A menina pó-de-arroz, frederica, chutava todas pra fora. E no primeiro tempo o jogo seguia meio morno.
Aos 20, um chute bom do Dente. E aos 22, o gol que acordou o Corinthians no jogo. Joelho à frente ou não, este blogue é contra a lei do impedimento, por considerar que ela vai contra o objetivo do jogo: o gol.
Mas o lance acordou o Corinthians, isso é fato. Estava milimetricamente impedido, mas fez o Corinthians entender muita coisa. CHEGA DE BRINCADEIRA.
E VAMOS JOGAR BOLA.
Foi o que fez o Corinthians desde a saída de bola. Aos 24 e uns quebrados, a bola volta para a defesa, mascada. Alessandro ajeita de cabeça, Douglas domina na intermediária direita. Toca para Elias, que se livra de dois, três, e vê Douglas livre. Ele gira e enfia para o Gordo, que se antecipa e domina a bola se nem ao menos tocá-la. Deixa ela passar para arrematar de esquerda, alta, no lado direito do goleiro. Um GOLAÇO!
Aos 29 Cristian se vê com a bola no círculo central, no passe errado do adversário. Douglas surge ao lado, e recebe. Toca a bola meio sem jeito para o Gordo, que domina com maestria; e enfia para o Cristian, que havia se lançado pela direita. Cristian não tem dúvidas; entrega a bola açucarada para Dente, no lado esquerdo da área, que arremata de direita. O Coringão matava o frufru no pulo. GOLAÇO!
O Coringão trabalhava a bola. E bem. Muito bem.
Aos 35, Gordo aperta bem de leve, mas leva a bola. Douglas recebe e toca para frente; o Gordo ganha a corrida e recebe a bola. A tabela foi só para deixar tonto o marcador. Mas o marcador chega, na área, e o Gordo dá um toque de letra, para dentro da área, como na Final na baixada, do campeonato que fomos campeões invictos - só que do outro lado da área. O primeiro fica, mas chega um segundo. O Gordo, então, é obrigado a tirar mais pra dentro, de direita; fica o segundo, no carrinho burro. E o Gordo arremata, com uma rapidez impressionante, que pega o goleiro de surpresa. Indefensável, no canto esquerdo, gol de GÊNIO. GOLAÇO!!!
O Coringão liqüidava a fatura, certo?
Quase. Sabe como é. Sem sofrimento não é Corinthians...
Ou, como dizem o Japonês e o Chico Lang, o técnico recua. Ou como digo por aí, é tudo bunda-mole mesmo.
Até porque, disse o próprio Mano: "Depois do nosso primeiro gol, as coisas melhoraram muito. Fizemos o 3 a 0 com grandes chances de poder fazer mais. O segundo começou de forma parecida, mas acho que relaxamos um pouco. Ainda pensamos que estávamos disputando aquele mata-mata da semana passada. A Copa do Brasil nos deixou mal acostumados"...
Aos 11 do segundo, o Gordo poderia caprichar e fechar o placar, mas chuta de qualquer jeito mesmo.
Aos 27, o único do adversário que joga bola de verdade faz um golaço. No cochilo do Corinthians inteiro.
O posicionamento dos jogadores neste lance denota as falhas. É preciso se atentar às subidas de Alessandro...
Aos 30, lance de SAI ZICA, que teimava. Chicão defende com as costas, Felipe completa pra fora...
Um minuto depois, o mesmo autor do gol deixa o carinha na cara do gol, Felipe é driblado e a bola cruzada encontra a vontade de Diego em tirar o perigo. Mas ele entra com a bola e tudo na meta.
Aos 35, porém, a frederica se exalta na conclamação à progenitora do careca canalha do apito, e é expulsa. Bom pra nóis!
Aos 40, Cristian abre Dente na esquerda, que dribla e arremata bonito; o goleiro espalma e a bola sobra pra quem?
Pra ele.
Que apenas e simplesmente encosta o pé nela, a bola, que vinha à meia altura.
E a bola morre no ângulo, feliz.
Indefensável.
Uma coisa incrível, de fato.
Terceiro gol do cara no jogo.
Ele quer ser artilheiro desse modorrento campeonato...
"Hoje, alguns acontecimentos seriam normais por conta de um desgaste maior, da dificuldade de treinamento. Isso se refletiria numa segunda parte. Além disso, era um jogo festivo, o time achava que estava definido", disse Mano. "Futebol tem que matar quando aparece a oportunidade. Poderia ter sido no início do segundo tempo. Depois, paramos de jogar e o frufru aproveitou. Felizmente, a gente voltou a jogar um pouco e, como o Ronaldinho estava em um estado de graça, acabou fazendo o terceiro dele".
Felipe; Alessandro (Diogo), Chicão, Diego e André; Cristian, Elias e Douglas (Boquita); Jorge, Dentinho e Ronaldinho (Henrique).
Fato é que aquilo que desenhávamos no post anterior, acaba cristalizando aos poucos.
Agora, é a gauchada azulzinha, novamente lá nas partes baixas do país, pra subir nesta tabela, com a benção do Padroeiro!
VAI CORINTHIANS!!!
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O Clube do Povo
Para um clube que nasceu com plena vocação poliesportiva, não é de admirar que a primeira Taça tenha sido conquistada numa competição de... pedestrianismo!
E os mesmos atletas que conquistaram o troféu eram também jogadores do time de Futebol...
Sem dúvida, as primeiras taças foram conquistadas na Velha Várzea, Berço do Futebol de Verdade. Na infância do Clube. E delas ninguém sabe o paradeiro... Não mais existem para documentar o valor dos primeiros Heroismos Corinthianos.
Mas o Corinthians não vive apenas de seu Passado, que é uma Bandeira.
Tanto que esse mesmo Futebol, que foi o princípio do Clube, e segue sendo, continua sua rotina de dar ao Povo o carinho das vitórias. Seu Presente é, de fato, uma Lição.
Mas o Corinthians é o Clube que não deixa a peteca cair.
Eis uma frase que poderia estar no pórtico de um dos setores mais antigos do Clube, e ainda em plena atividade: o dos petequeiros.
Começou ainda em 1929, como recreação. Continua como recreação, mas de tal forma organizado, com regras estabelecidas para sua prática, que pode ser considerado como um esporte... para divertir. E, como nos diz o sítio oficial do Clube, "Em 1931, Julião Ângulo, Raul Gonçalves, Evaristo de Toledo, Ítalo Ganieri, José Abílio e José de Souza resolveram transformar uma simples recreação, estava criado o Petecão - equipe formada por dois defensores, um levantador, um atacante e um cortador, que foi praticado até 1984" .
Hoje, em quase cem anos de Corinthians, é um dos mais ativos Departamentos. E campeonatos, em todas as faixas etárias, são comumente disputados ali, na borda do Parque, ao lado da rua Condessa Elisabeth.
A Peteca é uma verdadeira tradição, que teve seu início na quadra de vôlei, que está entre o ginásio antigo e a velha Torre. Depois ganhou militantes aos borbotões, e instalações próprias, perto dos quiosques. Um verdadeiro sucesso no Clube, a Peteca foi logo um entretenimento social, aliando o esporte ao rol de Festas, reuniões, recepções, pequenas taças, etc. Graças aos primeiros petequeiros; Julião Ângulo, Raul Gonçalves, Evaristo de Toledo, Ítalo Ganieri, José Abílio e José de Souza, Francisco Toffoli, Mário Barletta, Jack de Castro, José Nunes Costa, José Lopes Pereira Filho, Izidoro Zanzele, Antonio Borges, Francisco Dionísio Mendes - o Chico Mendes...
O Tamboréu é dos últimos esportes a serem introduzidos no território de São Jorge. Foi no final da década de cinqüenta, quando um senhor chamado Palma Leoni Ferraço apareceu no Clube com uma rede, uma bolinha de tênis e dois pandeiros - os 'Tamburello'. E com o João Girello foram bater uma bolinha na quadra de tênis. Osvaldo Ribaldo, de braço quebrado, apareceu ali, ao lado do antigo bar do estádio Alfredo Schürig (ali, em frente ao Padroeiro que está sobre a Biquinha), e também jogou. Milton Molina, Antônio Azevedo, e mais uns curiosos chegaram. E criou-se o Departamento de Tamboréu. Em 8 de dezembro, Festa de inauguração e Bênção do Padroeiro. Com estes já citados, Felício Barletta, Abílio Cepera, Francisco Ariza, e o saudosíssimo Cláudio Cristóvão do Pinho, assíduo jogador de tamboréu em sua cidade natal, iniciaram com entusiasmo e dinamismo uma tradição no Clube, com o espírito de alegria e amizade que permeiam o Corinthianismo.
A Malha iniciou-se concomitantemente ao Tamboréu. E de forma semelhante. Ambrósio Mariana, Avelino Teixeira, Valdemar Cardoso, Joaquim Neves, e mais uma turma enorme de entusiastas iniciaram a prática do esporte, e logo neste ano venceram o Torneio Início, já de cara Corinthianizando também esta modalidade.
No começo, o Corinthians era uma sala, com armário onde se guardavam as atas e os troféus.
Modesto, o clube se dava ao luxo de ter uma mesa de pingue-pongue, cuja gaveta servia de urna nas diversas assembléias.
Mas em 1959, Benno Schmmidell desdobrou-se para que o Corinthians fosse reconhecido também nas competições de tênis de mesa.
Conseguiu seu intento. Em 61, quando o Coringão festejava seu 61º aniversário, seus atletas disputavam e venciam torneios internacionais. Alguns deles sediados no já inaugurado Ginásio do Clube.
O Boxe no Corinthians começou em 1943, com a fundação do Departamento de Pugilismo, por Benedito Santos, o Ditão. Depois vieram Luís Soares, Maurício Campos, Domingos Inácio Lameira, Nélson Martins Fernandes, Jorge de Jesus de Souza, Geraldo de Jesus, Ângelo Silva, Arlindo de Oliveira, Leo Koltun...
Em 1986, na minha infância, fui testemunha ocular do esforço do Departamento Social em promover a desforra de Maguila pra cima do argentino Falconi; nocaute no sétimo assalto, uma noite de Festa.
O Judô começou em 1963 por iniciativa de alguns associados que gostavam desse esporte: José Carqueijo, Geraldo Cruz, Valter Marques, Dimas Pelegrini, José Maida, José Borbolla, Diógenes Braga. Assim, como quem não quer nada, começaram praticando ali perto dos Quiosques, na Peteca... Em poucos meses, o Clube já contava com 46 atletas adultos e 43 infantis, que participavam ativamente de competições. Mais um esporte a ser Corinthianizado...
Carlos Joel Nelli, jornalista na acepção antiga do termo, antes de se tornar o diretor da Gazeta Esportiva, foi ligado ao Atletismo Corinthiano, em lutas e memoráveis campanhas. Como técnico, dirigiu os primeiros atletas do Clube, levado por Alfredo Schürig. Em 1933, o Corinthians participou de sua primeira competição oficial, com um recorde nos 300 metros rasos (37 segundos e oito décimos...), por Pedro Lima - um estreante, como o era o Coringão...
Os atletas treinavam em uma pista de carvão em volta do campo da Fazendinha. Os saltos eram praticados no tanque de areia que ficava na frente da Biquinha. Hélio Ortiz, Teodomiro de Andrade, Andrade Marques, Geraldo de Oliveira, Carlos Paiole, Valdemar Melchiori, Tucididis Civatti, Pedro Nagasse, João Tancresi, Sinibaldo Gerbasi, foram alguns dos nomes pioneiros...
Os primeiros nadadores surgiram quando a primeira gleba do Parque São Jorge foi adquirida.
Tendo o rio dentro do Clube, o Povo lançou-se à água, com naturalidade. No começo era o complemento dos pic-nics. Era lazer, divertimento, recreação. Fizeram os cochos, de madeira. A molecada começou a fazer competições. Em pouco tempo, portanto, a Natação Corinthiana já ganhou contornos de Departamento, e foi organizada.
Fizeram os pontões, no meio do rio, com as balizas das raias feitas com cordas e pedaços de madeira que serviam para mantê-las à superfície.
Entre os pioneiros, moças e rapazes. Hilda e Zélia Coltro, Helene Fronciollo, Abigail Salgueiro, Valentina Borbolla, Antenor Ferreira - "Paraíba", Ricardo Grosche, Aníbal Borbolla, Aírton Caratori - "Cebolão", Roberto Pasqua, que depois veio a ser Presidente, e o legendário Francisco Piciochi, famoso Tantã, que incitava a molecada já em 1965 para aquilo que Flavio e Joca traduziram e transformaram, maravilhosamente, em Gaviões da Fiel.
O primeiro técnico de natação foi ninguém menos que Armando Del Debbio, que merece um capítulo à parte neste blogue. Depois, veio Mário Carlini, e Raul Soares, o primeiro profissional. Na década de sessenta, a consagração; Campeões do Troféu Brasil de Natação em 1964, 1965 e 1966.
Atualmente, vemos o esporte ressurgir no Corinthians, e se tornando aqui uma das grandes escolas do Brasil, equiparando-se com, e até superando, o antigo Germânia, e também o Minas Clube.
Como diz o sítio oficial, "O Corinthians possui um dos maiores parques aquáticos da América Latina, com uma piscina olímpica (50m) aquecida com arquibancada para 3000 pessoas, correnteza, salto (25m) aquecida, de onda, balneário, coberta (25m) aquecida e duas piscinas infantis. Aproximadamente, 190 atletas praticam natação ou nado sincronizado".
O Remo teve início com a compra de 10 barcos usados do Espéria, em 1926. O presidente era Felipe Collona, a quem alguns associados consultaram sobre a possibilidade de o Corinthians dedicar-se também a este esporte, "uma vez que água é que não faltava". O Tietê, limpo, estava ali a alguns metros, dentro do Parque São Jorge. As dificuldades eram muitas, como tudo no Corinthians sempre foi, mas a visão de Alfredo Schürig, que era o Vice-Presidente, e a do Tesoureiro Costa Mano, ajudaram. O Corinthians era um Clube geograficamente propenso a ter suas regatas. Os associados admiravam as regatas, como admiraram as embarcações quando chegaram ao Parque. Neste dia, houve muita Festa.
Mais tarde, o Estaleiro foi feito debaixo da Arquibancada de madeira. O Corinthians passou a fabricar suas próprias embarcações.
Depois, algumas catraias foram construídas, para recreação dos associados, e treino.
O Corinthians oferecia um espetáculo inusitado. Seu Povo tinha um parque náutico. Em plena Piratininga. No meio daquelas chácaras de hortaliças e leguminosas, que abasteciam o Mercadão. Do Piqueri à Penha, se via o rio encher de remadores Corinthianos.
Os primeiros Corinthianos a dar-lhe contornos técnicos foram Augusto Vailatte, Santos Melo, Neme, Barsotti...
A primeira prova: a "Volta da Ilha". Defenderam o Coringão: Massaro, Bimbo, Soria, Chicão, Ferrucio. Era a estréia. O barco Nenê não fez feio! Sucesso do barco do estaleiro!
A primeira regata da qual o Clube do Povo participou contou com uma improvisação. Os barcos não ficaram prontos. João Batista Maurício, porém, contava com boas relações com o Clube de Regatas Tietê, e o Corinthians se saiu bem, mesmo com a improvisação.
O Remo não está simbolizado por acaso, no Distintivo do Corinthians. Segue sendo sempre um capítulo importantíssimo das Glórias Corinthianas, um exemplo de dedicação e disciplina, de amor e respeito pelas cores desta Bandeira. Graças a Carlos di Leon, Primo Bigliate, João MAni, Antônio Sanches, Helio Poletto, Cláudio NArdelii, Paulo Batistela, Renato Camargo...
E a todos quantos, ao longo do tempo, os têm seguido nas conquistas com a mesma garra e a mesma dedicação...
Campeão do Bandeirantes em 1967, 1976, 1977, 1980, 1981, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000 e 2001.
Atualmente tetracampeão do mundo na categoria Master, o Corinthians utiliza a raia da Cidade Universitária para os seus treinos.
Fora o Futebol, o esporte mais popular e mais vitorioso do Sport Club Corinthians Paulista, onde o Corinthians sempre foi muito feliz e muitas festas já foram aprontadas por conta dele, é o Basquete.
A primeira quadra foi inaugurada em 1928. Piso de saibro, gradis de cimento armado, perfeitamente nivelada, à época considerada a melhor da cidade. Foi nela que o Corinthians principiou a conquistar uma série de títulos regionais, estaduais, nacionais e internacionais. Depois do Futebol, foi o Basquete o esporte que mais emoções e alegrias deu ao torcedor Corinthiano.
A inauguração da primeira quadra de bola ao cesto foi marcada por um jogo interestadual com a equipe do América do Rio. Com 20 minutos de partida, o Corinthians vencia por 16 a 2. Vailatti, Toni I, Capella, Cateli, Chumbão e Cavalheiro foram os atletas desta jornada histórica. O América não retornou para finalizar a partida...
Em 1932, campeão do acesso. Com atletas forjados no Parque do Povo de São Jorge. Cavalheiro, Irineu, Rosa, Toni II, Gemignani, Capella jogaram de igual para igual - e superaram - as equipes da Athletica S.Paulo, do Palestra, do Espéria...
Em 1936, início de uma jornada de lutas vitoriosas sem fim; campeão do título máximo do Estado. Campeão novamente, em 1947, 1951, 1952, 1954, 1955, 1956, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1983 e 1985
Em 1965, os Corinthianos atingiam o melhor índice técnico; campeão invicto. Depois, campeão com apenas uma derrota.
Campeão da Taça Brasil em 1965, 1966 e 1969. Bi-campeão Sul-Americano em 1964 e 1969. Em 1964, também a grandiosa vitória sobre o Real Madrid, campeão europeu, no Ginásio do Parque São Jorge, por 118 a 109...
Campeão Brasileiro em 1996.
Borbolla, Luisinho, Angelim, Cadrobi, Brás, Sacoman; Amaury, Vladimir, Rosa Branca, Wlamir, Ubiratan, Renê, Mical, Peninha, Edward, Ortiz, Gilberto, Eduardo, Pedro Ives, Oscar Schmitt, são os expoentes dessas glórias.
Glórias também alcançadas nos esportes mais recentes, como o Futsal.
O Corinthians acostumou sua Tradição ao futsal paulista. Os principais títulos são: Taça Brasil de Clubes, em 1974;
Campeonato Paulista, em 1971, 1972, 1973, 1978, 1980, 1981 e 1995; e Campeonato Metropolitano em 1973, 1974, 1980, 1982, 1983, 2004 e 2006.
Bem como no Handebol; com os Campeonatos Paulistas de Handebol Masculino de 1975, 1976, 1983 e 1984; e os Campeonatos Paulistas de Handebol Feminino de 1972, 1976 e 1977 e 1981.
Per Aspera Ad Astra.
O Corinthians é o Clube que não deixa a Peteca cair.
(Adaptação, e pretensa atualização, do Capítulo XLIX - "Um Clube com vocação poliesportiva", na obra "Coração Corinthiano", do Mestre Lourenço Diaféria)
...E vós, infiéis, lembrai-vos de que à sombra desta bandeira preta e branca habitam os fantasmas imortais.
Este é Manuel Nunes, o Neco, o Corinthians Encarnado.
Este é Amílcar Barbuy, do Rio das Pedras, centro-médio maestro das grandes emoções.
Este é Rodrigues. El Paquito. Que corria pela extrema esquerda feito o Corisco. Já velho, tornava-se jovem ao vestir o Manto Sagrado do Clube do Povo.
Aquele é Tatu. Altino Marcondes, de Taubaté. Jogo fuçador, rápido no disparo, grande no drible, forte no chute de misericórdia. Que selou o primeiro tricampeonato com o gol de 30 jardas no campo do finado Paulistano, em 1924.
Aqui está, Pedro Grané, o canhão 420, um touro com asas de beija-flor, este que se encontra no Parque, preto-e-branco... Lépido no salto, limpava a área sutilmente. E mandou pra dentro do gol, com bola, pulso trincado e tudo, o goleiro carioca Jaguaré.
Este é Armando Del Debbio. Aquele que, entre todos, pode muito bem carregar a bandeira do Corinthians lá na frente da Tropa. Glorioso jogador, Gigantesco Técnico. Não brincava em serviço, e nunca jogou mal sequer uma partida. O mais constante de todos os Corinthianos. Sempre impecável. Voltou da Italia chorando de saudade do Manto Sagrado, e, uma vez de volta, nunca mais o abandonou.
Os três Peres; aquele, campeão em 14, meia-direita, dos primeiros craques a verem uma Taça oficial no Corinthians, o qual qualquer craque se sentiria honrado em amarrar-lhe as chuteiras. O segundo, extrema-direita, tricampeão de 22, 23, 24. Um astro.
Este, o do Esquadrão Mosqueteiro; era Sangue e Raça. Campeão de 29.
Todos eles, representantes dignos da Alma indômita dos espanhóis carvoeiros, que subiu na vida com muito trabalho, cosendo sacarias nos armazéns do Brás.
José Pereira Guimarães. Ou apenas 'Guimarães'. Magnífico. Corria o campo todo, estava em todas as jogadas. Da zaga à extrema. Senhor do jogo. Cadenciava e orquestrava. Depois dele, não houve igual.
Gambarotta. Houve dois.
Alberto, um verdadeiro gladiador. Tricampeão em 22, 23 e 24.
O outro, Guido, o Gambinha, era franzino, e compensava sua pseudo-fragilidade com dribles desconcertantes. Precedeu o Pequeno Polegar na tradição de pequenos e tinhosos dribladores do Corinthians Paulista.
João Freire, o Jango.
Daqueles que seu Avô provavelmente se lembrava com lágrimas nos olhos. Uma legenda. Regular e firme, sempre, a exemplo de Del Debbio. Não fazia firula, o fino trivial arroz-com-feijão Corinthianíssimo, teve a sorte de ter ao lado figuras como Brandão e Dino. Também duas legendas de uma época de ouro.
Osvaldo Rodolfo da Silva. O Dino. Apelidado Pavão. Não era presunçoso, tinha o jogo bonito, elegante, porém firme. Um craque.
Brandão. José Augusto, um dos mais legítimos Ídolos. Começou na Várzea, e chegou ao Corinthians para ser campeão em 37, 38, 39, 41... Foi jogador de Seleção na Copa de 38. Incansável. Operário, cavalheiresco - dentro e fora de campo.
E um violeiro de mão cheia.
Mário Milani, José dos Santos Lopes, Agostinho, Chico Preto, Domingos da Guia, Bino, General...
Servílio, que veio da Galícia. A baiana cidade de Galícia...
Elegante ao extremo, desta mesma época de Dino, quando o Futebol era jogado. Foi o Bailarino. Com ele, o Corinthians ganhou feições populares também entre os nordestinos que chegavam nesta paulicéia desvairada. Com ele foi que o Corinthians fincou-se de vez como o Clube do Povo.
Servílio, o Bailarino, não é simples Ídolo, simples Fantasma; é, sim, responsável pelo preenchimento de uma lacuna entre os Clubes paulistas, e o Corinthians foi o primeiro a abrigar este povo do norte que busca a vida menos sofrida, quem sabe mais próspera...
Uriel Fernandes. O Teleco. A grande Lenda Teleco.
O grande gênio do Futebol brasileiro na década de trinta. Não desperdiçava. Simplesmente não desperdiçava. Tem mais gol que partida disputada: 243 gols em 234 partidas!
Mandava pra rede e saia comemorando, alegre, brincalhão, festeiro, autêntico Corinthiano; como se tivesse aprontado mais uma travessura, e sua Vó tivesse dito "ah, esse Teleco!"...
Tantos nomes, tantas legendas. Eles continuam em campo à sombra da bandeira. São nomes tutelares, protetores. A torcida de hoje pode até não saber, não perceber, mas eles estão lá, ao redor do campo, com suas faces invisíveis, silenciosos, torcendo pelo Timão.
Não riem, não choram, não cantam.
Mas a brisa que desfraldava nossas bandeiras era um pouco o sopro das bocas destes fantasmas, misturado ao grito das antigas Gerais...
(Adaptação, e pretensa atualização, do Capítulo L - "Cântico dos cânticos ao som dos tamborins", na obra "Coração Corinthiano", do Mestre Lourenço Diaféria)
E os mesmos atletas que conquistaram o troféu eram também jogadores do time de Futebol...
Sem dúvida, as primeiras taças foram conquistadas na Velha Várzea, Berço do Futebol de Verdade. Na infância do Clube. E delas ninguém sabe o paradeiro... Não mais existem para documentar o valor dos primeiros Heroismos Corinthianos.
Mas o Corinthians não vive apenas de seu Passado, que é uma Bandeira.
Tanto que esse mesmo Futebol, que foi o princípio do Clube, e segue sendo, continua sua rotina de dar ao Povo o carinho das vitórias. Seu Presente é, de fato, uma Lição.
Mas o Corinthians é o Clube que não deixa a peteca cair.
Eis uma frase que poderia estar no pórtico de um dos setores mais antigos do Clube, e ainda em plena atividade: o dos petequeiros.
Começou ainda em 1929, como recreação. Continua como recreação, mas de tal forma organizado, com regras estabelecidas para sua prática, que pode ser considerado como um esporte... para divertir. E, como nos diz o sítio oficial do Clube, "Em 1931, Julião Ângulo, Raul Gonçalves, Evaristo de Toledo, Ítalo Ganieri, José Abílio e José de Souza resolveram transformar uma simples recreação, estava criado o Petecão - equipe formada por dois defensores, um levantador, um atacante e um cortador, que foi praticado até 1984" .
Hoje, em quase cem anos de Corinthians, é um dos mais ativos Departamentos. E campeonatos, em todas as faixas etárias, são comumente disputados ali, na borda do Parque, ao lado da rua Condessa Elisabeth.
A Peteca é uma verdadeira tradição, que teve seu início na quadra de vôlei, que está entre o ginásio antigo e a velha Torre. Depois ganhou militantes aos borbotões, e instalações próprias, perto dos quiosques. Um verdadeiro sucesso no Clube, a Peteca foi logo um entretenimento social, aliando o esporte ao rol de Festas, reuniões, recepções, pequenas taças, etc. Graças aos primeiros petequeiros; Julião Ângulo, Raul Gonçalves, Evaristo de Toledo, Ítalo Ganieri, José Abílio e José de Souza, Francisco Toffoli, Mário Barletta, Jack de Castro, José Nunes Costa, José Lopes Pereira Filho, Izidoro Zanzele, Antonio Borges, Francisco Dionísio Mendes - o Chico Mendes...
O Tamboréu é dos últimos esportes a serem introduzidos no território de São Jorge. Foi no final da década de cinqüenta, quando um senhor chamado Palma Leoni Ferraço apareceu no Clube com uma rede, uma bolinha de tênis e dois pandeiros - os 'Tamburello'. E com o João Girello foram bater uma bolinha na quadra de tênis. Osvaldo Ribaldo, de braço quebrado, apareceu ali, ao lado do antigo bar do estádio Alfredo Schürig (ali, em frente ao Padroeiro que está sobre a Biquinha), e também jogou. Milton Molina, Antônio Azevedo, e mais uns curiosos chegaram. E criou-se o Departamento de Tamboréu. Em 8 de dezembro, Festa de inauguração e Bênção do Padroeiro. Com estes já citados, Felício Barletta, Abílio Cepera, Francisco Ariza, e o saudosíssimo Cláudio Cristóvão do Pinho, assíduo jogador de tamboréu em sua cidade natal, iniciaram com entusiasmo e dinamismo uma tradição no Clube, com o espírito de alegria e amizade que permeiam o Corinthianismo.
A Malha iniciou-se concomitantemente ao Tamboréu. E de forma semelhante. Ambrósio Mariana, Avelino Teixeira, Valdemar Cardoso, Joaquim Neves, e mais uma turma enorme de entusiastas iniciaram a prática do esporte, e logo neste ano venceram o Torneio Início, já de cara Corinthianizando também esta modalidade.
No começo, o Corinthians era uma sala, com armário onde se guardavam as atas e os troféus.
Modesto, o clube se dava ao luxo de ter uma mesa de pingue-pongue, cuja gaveta servia de urna nas diversas assembléias.
Mas em 1959, Benno Schmmidell desdobrou-se para que o Corinthians fosse reconhecido também nas competições de tênis de mesa.
Conseguiu seu intento. Em 61, quando o Coringão festejava seu 61º aniversário, seus atletas disputavam e venciam torneios internacionais. Alguns deles sediados no já inaugurado Ginásio do Clube.
O Boxe no Corinthians começou em 1943, com a fundação do Departamento de Pugilismo, por Benedito Santos, o Ditão. Depois vieram Luís Soares, Maurício Campos, Domingos Inácio Lameira, Nélson Martins Fernandes, Jorge de Jesus de Souza, Geraldo de Jesus, Ângelo Silva, Arlindo de Oliveira, Leo Koltun...
Em 1986, na minha infância, fui testemunha ocular do esforço do Departamento Social em promover a desforra de Maguila pra cima do argentino Falconi; nocaute no sétimo assalto, uma noite de Festa.
O Judô começou em 1963 por iniciativa de alguns associados que gostavam desse esporte: José Carqueijo, Geraldo Cruz, Valter Marques, Dimas Pelegrini, José Maida, José Borbolla, Diógenes Braga. Assim, como quem não quer nada, começaram praticando ali perto dos Quiosques, na Peteca... Em poucos meses, o Clube já contava com 46 atletas adultos e 43 infantis, que participavam ativamente de competições. Mais um esporte a ser Corinthianizado...
Carlos Joel Nelli, jornalista na acepção antiga do termo, antes de se tornar o diretor da Gazeta Esportiva, foi ligado ao Atletismo Corinthiano, em lutas e memoráveis campanhas. Como técnico, dirigiu os primeiros atletas do Clube, levado por Alfredo Schürig. Em 1933, o Corinthians participou de sua primeira competição oficial, com um recorde nos 300 metros rasos (37 segundos e oito décimos...), por Pedro Lima - um estreante, como o era o Coringão...
Os atletas treinavam em uma pista de carvão em volta do campo da Fazendinha. Os saltos eram praticados no tanque de areia que ficava na frente da Biquinha. Hélio Ortiz, Teodomiro de Andrade, Andrade Marques, Geraldo de Oliveira, Carlos Paiole, Valdemar Melchiori, Tucididis Civatti, Pedro Nagasse, João Tancresi, Sinibaldo Gerbasi, foram alguns dos nomes pioneiros...
Os primeiros nadadores surgiram quando a primeira gleba do Parque São Jorge foi adquirida.
Tendo o rio dentro do Clube, o Povo lançou-se à água, com naturalidade. No começo era o complemento dos pic-nics. Era lazer, divertimento, recreação. Fizeram os cochos, de madeira. A molecada começou a fazer competições. Em pouco tempo, portanto, a Natação Corinthiana já ganhou contornos de Departamento, e foi organizada.
Fizeram os pontões, no meio do rio, com as balizas das raias feitas com cordas e pedaços de madeira que serviam para mantê-las à superfície.
Entre os pioneiros, moças e rapazes. Hilda e Zélia Coltro, Helene Fronciollo, Abigail Salgueiro, Valentina Borbolla, Antenor Ferreira - "Paraíba", Ricardo Grosche, Aníbal Borbolla, Aírton Caratori - "Cebolão", Roberto Pasqua, que depois veio a ser Presidente, e o legendário Francisco Piciochi, famoso Tantã, que incitava a molecada já em 1965 para aquilo que Flavio e Joca traduziram e transformaram, maravilhosamente, em Gaviões da Fiel.
O primeiro técnico de natação foi ninguém menos que Armando Del Debbio, que merece um capítulo à parte neste blogue. Depois, veio Mário Carlini, e Raul Soares, o primeiro profissional. Na década de sessenta, a consagração; Campeões do Troféu Brasil de Natação em 1964, 1965 e 1966.
Atualmente, vemos o esporte ressurgir no Corinthians, e se tornando aqui uma das grandes escolas do Brasil, equiparando-se com, e até superando, o antigo Germânia, e também o Minas Clube.
Como diz o sítio oficial, "O Corinthians possui um dos maiores parques aquáticos da América Latina, com uma piscina olímpica (50m) aquecida com arquibancada para 3000 pessoas, correnteza, salto (25m) aquecida, de onda, balneário, coberta (25m) aquecida e duas piscinas infantis. Aproximadamente, 190 atletas praticam natação ou nado sincronizado".
O Remo teve início com a compra de 10 barcos usados do Espéria, em 1926. O presidente era Felipe Collona, a quem alguns associados consultaram sobre a possibilidade de o Corinthians dedicar-se também a este esporte, "uma vez que água é que não faltava". O Tietê, limpo, estava ali a alguns metros, dentro do Parque São Jorge. As dificuldades eram muitas, como tudo no Corinthians sempre foi, mas a visão de Alfredo Schürig, que era o Vice-Presidente, e a do Tesoureiro Costa Mano, ajudaram. O Corinthians era um Clube geograficamente propenso a ter suas regatas. Os associados admiravam as regatas, como admiraram as embarcações quando chegaram ao Parque. Neste dia, houve muita Festa.
Mais tarde, o Estaleiro foi feito debaixo da Arquibancada de madeira. O Corinthians passou a fabricar suas próprias embarcações.
Depois, algumas catraias foram construídas, para recreação dos associados, e treino.
O Corinthians oferecia um espetáculo inusitado. Seu Povo tinha um parque náutico. Em plena Piratininga. No meio daquelas chácaras de hortaliças e leguminosas, que abasteciam o Mercadão. Do Piqueri à Penha, se via o rio encher de remadores Corinthianos.
Os primeiros Corinthianos a dar-lhe contornos técnicos foram Augusto Vailatte, Santos Melo, Neme, Barsotti...
A primeira prova: a "Volta da Ilha". Defenderam o Coringão: Massaro, Bimbo, Soria, Chicão, Ferrucio. Era a estréia. O barco Nenê não fez feio! Sucesso do barco do estaleiro!
A primeira regata da qual o Clube do Povo participou contou com uma improvisação. Os barcos não ficaram prontos. João Batista Maurício, porém, contava com boas relações com o Clube de Regatas Tietê, e o Corinthians se saiu bem, mesmo com a improvisação.
O Remo não está simbolizado por acaso, no Distintivo do Corinthians. Segue sendo sempre um capítulo importantíssimo das Glórias Corinthianas, um exemplo de dedicação e disciplina, de amor e respeito pelas cores desta Bandeira. Graças a Carlos di Leon, Primo Bigliate, João MAni, Antônio Sanches, Helio Poletto, Cláudio NArdelii, Paulo Batistela, Renato Camargo...
E a todos quantos, ao longo do tempo, os têm seguido nas conquistas com a mesma garra e a mesma dedicação...
Campeão do Bandeirantes em 1967, 1976, 1977, 1980, 1981, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000 e 2001.
Atualmente tetracampeão do mundo na categoria Master, o Corinthians utiliza a raia da Cidade Universitária para os seus treinos.
Fora o Futebol, o esporte mais popular e mais vitorioso do Sport Club Corinthians Paulista, onde o Corinthians sempre foi muito feliz e muitas festas já foram aprontadas por conta dele, é o Basquete.
A primeira quadra foi inaugurada em 1928. Piso de saibro, gradis de cimento armado, perfeitamente nivelada, à época considerada a melhor da cidade. Foi nela que o Corinthians principiou a conquistar uma série de títulos regionais, estaduais, nacionais e internacionais. Depois do Futebol, foi o Basquete o esporte que mais emoções e alegrias deu ao torcedor Corinthiano.
A inauguração da primeira quadra de bola ao cesto foi marcada por um jogo interestadual com a equipe do América do Rio. Com 20 minutos de partida, o Corinthians vencia por 16 a 2. Vailatti, Toni I, Capella, Cateli, Chumbão e Cavalheiro foram os atletas desta jornada histórica. O América não retornou para finalizar a partida...
Em 1932, campeão do acesso. Com atletas forjados no Parque do Povo de São Jorge. Cavalheiro, Irineu, Rosa, Toni II, Gemignani, Capella jogaram de igual para igual - e superaram - as equipes da Athletica S.Paulo, do Palestra, do Espéria...
Em 1936, início de uma jornada de lutas vitoriosas sem fim; campeão do título máximo do Estado. Campeão novamente, em 1947, 1951, 1952, 1954, 1955, 1956, 1964, 1965, 1966, 1968, 1969, 1983 e 1985
Em 1965, os Corinthianos atingiam o melhor índice técnico; campeão invicto. Depois, campeão com apenas uma derrota.
Campeão da Taça Brasil em 1965, 1966 e 1969. Bi-campeão Sul-Americano em 1964 e 1969. Em 1964, também a grandiosa vitória sobre o Real Madrid, campeão europeu, no Ginásio do Parque São Jorge, por 118 a 109...
Campeão Brasileiro em 1996.
Borbolla, Luisinho, Angelim, Cadrobi, Brás, Sacoman; Amaury, Vladimir, Rosa Branca, Wlamir, Ubiratan, Renê, Mical, Peninha, Edward, Ortiz, Gilberto, Eduardo, Pedro Ives, Oscar Schmitt, são os expoentes dessas glórias.
Glórias também alcançadas nos esportes mais recentes, como o Futsal.
O Corinthians acostumou sua Tradição ao futsal paulista. Os principais títulos são: Taça Brasil de Clubes, em 1974;
Campeonato Paulista, em 1971, 1972, 1973, 1978, 1980, 1981 e 1995; e Campeonato Metropolitano em 1973, 1974, 1980, 1982, 1983, 2004 e 2006.
Bem como no Handebol; com os Campeonatos Paulistas de Handebol Masculino de 1975, 1976, 1983 e 1984; e os Campeonatos Paulistas de Handebol Feminino de 1972, 1976 e 1977 e 1981.
Per Aspera Ad Astra.
O Corinthians é o Clube que não deixa a Peteca cair.
(Adaptação, e pretensa atualização, do Capítulo XLIX - "Um Clube com vocação poliesportiva", na obra "Coração Corinthiano", do Mestre Lourenço Diaféria)
...E vós, infiéis, lembrai-vos de que à sombra desta bandeira preta e branca habitam os fantasmas imortais.
Este é Manuel Nunes, o Neco, o Corinthians Encarnado.
Este é Amílcar Barbuy, do Rio das Pedras, centro-médio maestro das grandes emoções.
Este é Rodrigues. El Paquito. Que corria pela extrema esquerda feito o Corisco. Já velho, tornava-se jovem ao vestir o Manto Sagrado do Clube do Povo.
Aquele é Tatu. Altino Marcondes, de Taubaté. Jogo fuçador, rápido no disparo, grande no drible, forte no chute de misericórdia. Que selou o primeiro tricampeonato com o gol de 30 jardas no campo do finado Paulistano, em 1924.
Aqui está, Pedro Grané, o canhão 420, um touro com asas de beija-flor, este que se encontra no Parque, preto-e-branco... Lépido no salto, limpava a área sutilmente. E mandou pra dentro do gol, com bola, pulso trincado e tudo, o goleiro carioca Jaguaré.
Este é Armando Del Debbio. Aquele que, entre todos, pode muito bem carregar a bandeira do Corinthians lá na frente da Tropa. Glorioso jogador, Gigantesco Técnico. Não brincava em serviço, e nunca jogou mal sequer uma partida. O mais constante de todos os Corinthianos. Sempre impecável. Voltou da Italia chorando de saudade do Manto Sagrado, e, uma vez de volta, nunca mais o abandonou.
Os três Peres; aquele, campeão em 14, meia-direita, dos primeiros craques a verem uma Taça oficial no Corinthians, o qual qualquer craque se sentiria honrado em amarrar-lhe as chuteiras. O segundo, extrema-direita, tricampeão de 22, 23, 24. Um astro.
Este, o do Esquadrão Mosqueteiro; era Sangue e Raça. Campeão de 29.
Todos eles, representantes dignos da Alma indômita dos espanhóis carvoeiros, que subiu na vida com muito trabalho, cosendo sacarias nos armazéns do Brás.
José Pereira Guimarães. Ou apenas 'Guimarães'. Magnífico. Corria o campo todo, estava em todas as jogadas. Da zaga à extrema. Senhor do jogo. Cadenciava e orquestrava. Depois dele, não houve igual.
Gambarotta. Houve dois.
Alberto, um verdadeiro gladiador. Tricampeão em 22, 23 e 24.
O outro, Guido, o Gambinha, era franzino, e compensava sua pseudo-fragilidade com dribles desconcertantes. Precedeu o Pequeno Polegar na tradição de pequenos e tinhosos dribladores do Corinthians Paulista.
João Freire, o Jango.
Daqueles que seu Avô provavelmente se lembrava com lágrimas nos olhos. Uma legenda. Regular e firme, sempre, a exemplo de Del Debbio. Não fazia firula, o fino trivial arroz-com-feijão Corinthianíssimo, teve a sorte de ter ao lado figuras como Brandão e Dino. Também duas legendas de uma época de ouro.
Osvaldo Rodolfo da Silva. O Dino. Apelidado Pavão. Não era presunçoso, tinha o jogo bonito, elegante, porém firme. Um craque.
Brandão. José Augusto, um dos mais legítimos Ídolos. Começou na Várzea, e chegou ao Corinthians para ser campeão em 37, 38, 39, 41... Foi jogador de Seleção na Copa de 38. Incansável. Operário, cavalheiresco - dentro e fora de campo.
E um violeiro de mão cheia.
Mário Milani, José dos Santos Lopes, Agostinho, Chico Preto, Domingos da Guia, Bino, General...
Servílio, que veio da Galícia. A baiana cidade de Galícia...
Elegante ao extremo, desta mesma época de Dino, quando o Futebol era jogado. Foi o Bailarino. Com ele, o Corinthians ganhou feições populares também entre os nordestinos que chegavam nesta paulicéia desvairada. Com ele foi que o Corinthians fincou-se de vez como o Clube do Povo.
Servílio, o Bailarino, não é simples Ídolo, simples Fantasma; é, sim, responsável pelo preenchimento de uma lacuna entre os Clubes paulistas, e o Corinthians foi o primeiro a abrigar este povo do norte que busca a vida menos sofrida, quem sabe mais próspera...
Uriel Fernandes. O Teleco. A grande Lenda Teleco.
O grande gênio do Futebol brasileiro na década de trinta. Não desperdiçava. Simplesmente não desperdiçava. Tem mais gol que partida disputada: 243 gols em 234 partidas!
Mandava pra rede e saia comemorando, alegre, brincalhão, festeiro, autêntico Corinthiano; como se tivesse aprontado mais uma travessura, e sua Vó tivesse dito "ah, esse Teleco!"...
Tantos nomes, tantas legendas. Eles continuam em campo à sombra da bandeira. São nomes tutelares, protetores. A torcida de hoje pode até não saber, não perceber, mas eles estão lá, ao redor do campo, com suas faces invisíveis, silenciosos, torcendo pelo Timão.
Não riem, não choram, não cantam.
Mas a brisa que desfraldava nossas bandeiras era um pouco o sopro das bocas destes fantasmas, misturado ao grito das antigas Gerais...
(Adaptação, e pretensa atualização, do Capítulo L - "Cântico dos cânticos ao som dos tamborins", na obra "Coração Corinthiano", do Mestre Lourenço Diaféria)
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