Desde a antigüidade ocidental se crê que, quando um cometa passa no céu, é porque algo muito importante vai acontecer.Por exemplo, a lenda que norteia a vinda do messias, para o povo hebreu, se baseia na "estrela" que passou pelo céu, sinalizando aos reis orientais que estava para vir ao plano terreno o Filho de Deus.
Fato é que os hebreus acabaram se esquecendo disso, na época, afinal o faraó havia mandado matar todo nenê que nascera naqueles dias da estrela. Mas Jesus havia sido salvo, e cresceu. Desde menino demonstrara inteligência e oralidade fora do comum. Pregava as leis da bíblia, até mesmo para os rabinos. Dizem que se revoltou com eles, certo dia, por se ocuparem mais do mundo material que do mundo de Deus. E dizem até que fez milagres. Transmutou a água em vinho. Andou sobre a água. Renasceu, antes do adeus.
Quando um cometa passa no céu, é porque vai mudar o mundo.
E naquele mês de maio de 1910 essas crendices egípcias que herdamos estavam em polvorosa. A cauda do cometa iria partir a terra em pedaços, tal qual uma espada.O Halley, em 1910, funcionaria como o justiceiro de Deus, para alguns.
Teve até caso de suicídio pelo mundo!
Fato é que o cometa passou a menos de 23 milhões de quilômetros do nosso planeta. Pelo mundo todo se viu o rastro daquele cometa no céu. Ele resplandesceu durante alguns dias.
Depois se foi, e o mundo voltou a ser o que era antes...
Ah, Não. Não voltou não.
O Bom Retiro de Piratininga
Piratininga foi um lugar radicalmente provinciano, e ainda o é de certa forma, e muito pior, mas isso não vem ao caso agora. Sua população total, contando todos habitantes das vilas e das chácaras, crescia aos borbotões, e nessa época já beirava o número de duas centenas e meia de milhares.
Para quem não faz idéia, Piratininga sempre foi um emaranhado de caminhos tortuosos no meio da Mata Atlântica, cortada por três rios médios, e um sem-número de riachos e ribeirões, que transbordavam na época de chuva.
Os rios e caminhos entrecruzavam as vilas e as entradas de chácaras e fazendas. Por exemplo, do que se conhece como o círculo original, o centro, a "Cidade", se poderia tomar o caminho para o sul (Consolação-Rebouças-Fco.Morato-Régis Bittencourt), e havia o caminho para oeste (S.João-Água Branca-Guaicurus-Lapa-Anhangera), o caminho para o norte (Tiradentes-Ponte Grande), e para o lado leste (Ponte Pequena-Rangel Pestana-Celso Garcia).
Como herança bandeirante, havia a Freguesia de Nossa Senhora do Ó, de Sant´Anna, a Vila dos Pinheiros, a Penha de França, Santo Amaro, etc, chácaras aos montes, e algumas fazendas.
Em 1910, porém, Piratininga deixava de ser apenas mato e caminhos tortuosos.
Avenidas, como a Paulista, já surgiam com um moderno traçado urbanístico. O "novo" chegara, com os imigrantes e com o dinheiro do café.
As chácaras davam lugar aos bairros, e um plano piloto, muito capenga como se pode perceber ainda hoje, tentava ser concebido. Varios bairros surgiam, com traçado reto. Outros, como os "city", aproveitavam as trilhas sinuosas.
Já era cortada pelas linhas de ferro que até hoje não mudaram de trajeto, nem tampouco se desenvolveu outros caminhos (é o nosso poder público).
As duas estações de trem ficavam ao norte da vila de Piratininga, o lugar que nossos Avós chamavam de "Cidade", na descida da colina de onde se debruçavam as ladeiras em direção às várzeas, a leste em direção ao Tamanduateí e a norte em direção do Tietê, e a oeste, nos Campos Elísios, bairro criado para abrigar a gente graúda Piratiningana e Paulista.
E nessas estações de trem o intercâmbio cultural sempre fora intenso.
Formou-se um bairro em direção a essa várzea para o norte. Em torno do Parque, que deveria ser a cópia dos parques parienses. É onde hoje resiste o Jardim da Luz.
Quando os barões do café desciam do trem, cocheiros já os esperavam na Praça da Luz, ou no fim da rua dos Protestantes com a Rua Mauá. E haviam cocheiros que se podia contratar, como os táxis de hoje, que levavam para a Cidade.
Funcionava naquele bairro, que crescia como Piratininga, a Escola de Farmácia, que era o que as Clínicas (aquelas em frente ao Araçá) são hoje em dia. Era pra lá que acorria o povo necessitado de médicos. Funcionava no bairro a Escola Politécnica, em um prédio projetado e construído por Ramos de Azevedo em 1899. Entre os artesãos de sua equipe, estava Antônio Pereira.
O bairro era aprazível, movimentado, e seu nome não poderia ser outro.
As notícias corriam pelo Bom Retiro antes mesmo de chegar à Cidade, e foi ali que Charles Miller desceu com a bola e as regras do Football, quinze anos antes das notícias do cometa.
O Time do Povo
Naquele Bom Retiro, e em tantos outros bairros de Piratininga, nos meses da vazante dos rios, a coisa que mais se via o povo fazer era jogar o football nas várzeas.
Claro que havia os clubs da gente graúda. Mas havia muito mais os times de Várzea. Gloriosa e Matriarcal Várzea.
Além disso, os colégios internos usavam o football para educação física. Os moleques já saíam da escola direto para a Várzea. E jogando bela bola.
O football passara a ser um sport popularíssimo em Piratininga, em muito pouco tempo. Não se andava por terreno descampado nessa grande vila sem levar uma bolada - fosse do que fosse a bola em questão, e raramente era de capotão.
Mas naquele mês de maio o cometa estava no céu.
Toda noite o povo do Bom Retiro, uma população de cerca de 6 mil bem-vivas almas, estava se reunindo no areal. Hoje a rua que descia até o areal ainda existe, como um arremedo de sombra do que foi; e o areal se perdeu nesse "progresso". O areal era um desses bancos de areia que o Tietê largava, sem vegetação, quando o outono já havia começado.
Antônio Pereira tinha sua turma no bairro. Joaquim Ambrósio, Anselmo Correa, Carlos da Silva e Rafael Perrone, todos operários na época, jovens que freqüentavam assiduamente a Várzea, andavam batendo bola depois do expediente da fábrica.
E à noite iam ver o rastro do cometa, no areal.
E pensavam, como é natural, no football. E discutiam sobre criar um club. Não um time. Um club de verdade, para enfrentar a gente graúda, esnobe, que jogava bola apenas em seus campinhos, onde o rio não chegava; onde eles não chegavam. Eles não eram "graúdos". Eram miúdos. Socialmente e economicamente, apenas. Pois a partir dessas conversas, à luz do rastro do cometa, naquele areal, Os Cinco Primeiros se tornaram Gigantes.
Aos poucos o clarão do cometa se extinguiu, como já foi dito.
Mas ali foi plantada a semente do Time do Povo, antes mesmo de ser um time, ou um club. Tal qual uma semente que brota, se fortalece, cresce, e após tantos processos de crescimento se torna uma gigantesca e majestosa sequóia.
Não é possível fazer uma ligação entre uma pequena semente e uma sequóia, sem compreender os passos de sua história e do seu desenvolvimento.
Neste momento, como se fosse uma sequóia brotando, não se poderia conceber o Corinthians Paulista. Mas os genes, o lugar onde foi plantado, e o alimento que o fortaleceu, estão colocados neste grande cenário.
A idéia da criação de um club correu o bairro nos meses subseqüentes, de inverno. Os Cinco fizeram todo mundo saber, e a turma era grande.
Junho provavelmente foi um mês de agitação para essa molecada, que crescia a cada dia no intuito de participar do club. As peças para o team já começavam a se montar, e essa brincadeira começava a acontecer de verdade. Uma utopia estava brincando de querer ser realidade.
Foi em meados de julho que essa agitação toda chegou aos ouvidos de Alexandre Magnani, um cocheiro de tílburi nas estações.
Alexandre conhecia aqueles jovens, jogando bola nas Várzeas.
Seu Magnani era um apreciador contumaz de football. Quando não estava guiando seu coche, estava debruçado em alguma cerca, fosse na Várzea, fosse no Velódromo, acompanhando e respirando o football. Conhecia tudo sobre o assunto, todos os grandes times do mundo, e sabia que os Embaixadores estavam para vir jogar no Velódromo, contra os clubs graúdos, lá pro fim de agosto, e que antes disso passariam pela Cidade mais Maravilhosa do mundo. Ele não perderia esse jogo por nada.
No agito do bairro, um lugar era freqüentado por todos, graúdos ou miúdos.
Era o atelier do Miguel Bataglia, senhor franzino, sempre elegante, um verdadeiro gentleman, que vestiu a maior parte de Piratininga com suas agulhas e linhas. Era alfaiate, e dos bons.
Era ali que Magnani ia jogar conversa fora, amigos que eram, e aproveitava ainda as outras companhias que circulavam, para ampliar seu círculo (taxistas ainda guardam esse modo de ser).
Como fazia frio, provavelmente em um dia de agosto Magnani tenha ido à alfaiataria do Bataglia para arrumar um sobretudo, ou um chapéu (chuviscava no inverno, e o sereno era forte depois do pôr-do-sol).
E lançou a idéia dos meninos para o Bataglia.
Que também gostava de ir ver um football, e acompanhava Magnani. Bataglia achou engraçado aqueles moleques quererem um club de verdade.
Se eles não conseguiam manter os times que criavam a torto e a direito para o outro inverno, quiçá manteriam um club de verdade...
Ele riu da cara de espanto de Magnani por estar achando aquilo um absurdo.
"É um club de verdade, Michele. ´Magina colocá esse club, daqui da várzea do Bom Ritiro, pra jogar com o Paulistano, o Athletic, o Germânia; é isso que eles querem!"
"E comme eles vão fazer isso, Alessandre? Num tem nem como comprá as meia!"
"Se arruma, Miché. Tem uma mininada grande já querendo jogá... Ma andiamo vedere chello team, os Corinthians, lá da Inghilterra, che dice?"
"Si! Tão dizendo que enfiaro deiz lá naquele fluminense, aqueles pó-de-arroz. E tão vindo aqui pra liquidá a fatura em cima do club dos inglêis"
(O club dos ingleses é o apelido do SPAC, fundado por Charles Miller)
Fato é que os Embaixadores do esporte bretão deitaram e rolaram.
Num dia de semana, quando todos estavam no batente, Magnani e Bataglia estavam assistindo o Corinthian Football Club aplicando uma sonora goleada de 5 a 0, cansados que estavam de tantos jantares e viagens pra lá e pra cá, em um combinado dos clubs da gente graúda piratiningana.
"Da Lapa ao Pary, do Brás ao Catumby, lá longe onde o rio Tietê espumava de saúde nas pedras onde lavadeiras ensaboavam as roupas, nos lados da Ponte Grande, nas matas do Caaguaçu, nos becos e nas vielas, nos fundões do rio Pinheiros, nas ruas buliçosas da Cidade, nas escadarias da Igreja de São Gonçalo, como um chuvisco fino sobre a cabeça das pessoas; "Corinthian! Que diabos quer dizer isso?"".
Na tarde do último dia do mês de agosto, Antônio Pereira passava, na volta do serviço, pela estação, e topou com Magnani.
Que logo se apressou a contar que vira um Team de verdade, fantástico, jogando um football digno dos Deuses do Futebol. E que havia sondado o Bataglia, e achava que ele topava ajudar, e que tinha até cedido a alfaiataria para as reuniões, porque os meninos estavam passando frio naquela esquina, só por causa da luz do lampião.
Mas foi debaixo desse mesmo lampião que os Cinco Primeiros se encontraram naquela noite, como vinham fazendo há tempos. Desde quando não tiveram mais a luz do rastro do cometa.
E Antonio falou pra todos que agora teriam um abrigo para as reuniões.
Na alfaiataria, a bem da verdade, se fazia o jornal conversado de Piratininga, e do mundo, na incrível capacidade que Piratininga adquiriu de ser ao mesmo tempo provinciana e cosmopolita.
Todo mundo já sabia agora que a meninada estava atrás de fundar um club de verdade. A reunião já estava agendada.
Faltava só fazer um estatuto. Dar um nome. O terreno do Lenheiro, atrás da estação (a água das cheias não chegavam ali), poderia ser alugado. Um mutirão deixaria ele em condições para a prática da bola.
O confeiteiro do bairro, seu Desidério, estava a par das discussões, e se fez presente àquela reunião do dia 1º de setembro.
E César Nunes, médio do Botafogo do Bom Retiro, time que não levava desaforo, mas muitas vezes fazia o adversário sair correndo e carregando o desaforo.
E o irmão do Miguel, o Salvador Bataglia.
Jorge Campbell, operário da estrada de ferro, tinha trânsito com os ingleses, que ajudaram muito com contribuições o club que começava; sem eles, talvez não se pudesse nem mesmo cogitar o terreno do Lenheiro. E durante algum tempo se pensou que esse club fosse um club de ingleses...
Felipe Aversa Valente, João da Silva, Salvador Lopomo, Emílio Lotito, Antônio Alves Nunes, Antonio Vizzone, Aristides de Oliveira, João Morino, Alfredo Teixeira, enfim, o Bom Retiro estava presente.
A torcida já nascia, e ainda nem tinham o club.
A reunião começa com inflamados discursos acerca da necessidade de termos um club, com representação popular. Criar um team e jogar football. Todos estão de acordo, nesse team prevalecerá uma ordem: quem fosse bom de bola e não afinasse nas divididas tinha vaga na equipe. Mas precisaria ter também um belo de um Estatuto, que seria redigido na próxima reunião, estando a cargo da diretoria. Que é escolhida; Bataglia aceita a presidência, Magnani seu vice; Campbell é o tesoureiro, Valente é o procurador, Morino o cobrador; João e Carlos da Silva, e Antônio Nunes são diretores.
Note que dos Cinco, apenas Carlos chegou a cargo de dirigente do club; a princípio, a pessoa mais apta à função se tornou encarregada dela. A primeira diretoria foi escolhida a dedo, e todos passaram a condição de sócios. Mas faltava um detalhe importante; o nome do club.
A primeira proposta foi que o club se chamasse "Santos Dumont", patriótica homenagem ao Pai da Aviação. Antônio Pereira tinha outra idéia, enaltecendo da mesma forma um brasileiro ilustre, o campineiro Carlos Gomes, imortal compositor, autor de "O Guarany", de "Lo Schiavo", da "Fosca", soberbas óperas que enlevavam o coração e a alma. Poderia ter sido algum desses nomes, se Joaquim Ambrósio, um dos Cinco, não levantasse e pedisse a palavra.
Joaquim relembrou os feitos dos Embaixadores, as goleadas aplicadas sobre os teams dos clubs graúdos. Um verdadeiro fenômeno atlético!
"Nosso club tem que ser igual aos Corinthians. Ou isso ou nada!", setenciou.
Tira um papel do bolso, com anotações. E dá o xeque-mate.
"Pessoal, tem um fato que acho importante de dizer... O Corinthians inglês também foi fundado debaixo da luz de um lampião de gás!"
Um sopro de emoção arrepiou os pelos dos braços e das nucas presentes. Se ouvia apenas o farfalar das mariposas. Silêncio.
Um lampião de gás!
Joaquim Ambrósio então enxugou a testa com seu lenço. E arrematou.
"Eu sugiro que nosso club se chame Sport Club Corinthians Paulista. Esta é a minha sugestão. Este é o meu pensamento. Quem estiver de acordo, levante o braço!"
Todas as mãos ergueram-se no ar, em gesto de júbilo. Menos a de Antônio Pereira, que continuava "Carlos Gomes". Mas dentro dele batia um Coração Corinthiano. Pereira sorriu, viu a festa e também aplaudiu.
Corinthians...
No dia seguinte, Pereira foi falar com um amigo que trabalhava na casa do Doutor José Rubião.
Rubião havia sido zagueiro do Paulistano. Pereira pretendia ter uma conversa com ele. Iria cuidar dos estatutos do Sport Club Corinthians Paulista.
O pessoal iria aproveitar o feriado da Pátria para dar um jeito no terreno. Capinar o mato, fazer as traves de bambu, jogar o cal.
E a vaquinha possibilitou uma bola de capotão.
E se fez a peneira, para avaliar quem jogaria no primeiro, no segundo e no terceiro quadros.
Um jogo de camisas brancas, com gola e punhos pretos.
Sacos de farinha, arrumados com os saqueiros espanhóis do Mercadão, que viraram calções; a espanholada sangue quente da Caetano Pinto e da Carneiro Leão passavam para os lados Corinthianos, e de uma hora pra outra o Corinthians ultrapassava o Bom Retiro.
E na Lapa começou sua vida. Já em crise, pois a precariedade era muita para quem queria ser grande. E time de Várzea não treina, joga. E logo com um dos melhores da Várzea, na época. O União.
Uma derrota simples - não poderia ser outro o resultado. Um jogo duríssimo, mas sem brigas.
Américo Fiaschi, extrema-direita do ataque lapeano, percebera que aquele time enfrentado não era apenas do Bom Retiro. Trouxera consigo uma pequena multidão de vários pontos da cidade.
Respeitou aquela camisa branca, sem nenhum bordado, simples. Desde o princípio. Em 1913, aprenderia a amá-la.
Aquela camisa branca voltaria à luta alguns dias depois, vencendo por dois a zero o Estrela Polar, time brigador. Luiz Fabi marcou o primeiro gol da vida do Corinthians, e Jorge Campbell marcou o segundo. Viva Campbell, o sócio-fundador!
Dali em diante, o Time do Povo fez séries invictas, com direito a cervejada com churrasco e muito rojão. Tonéis de chopp.
Antônio Pereira levou um pavilhão, metade Preto, metade Branco, para o padre Antônio Padova benzer.
O padre olhou para os olhos brilhantes do Primeiro Corinthiano, com a bandeira dobrada nas mãos, e achou graça. Mas pensou, meditou e concluiu que se Jesus, nas arquibancadas do céu, tivesse olhos para algum time aqui embaixo na terra, sem dúvida seria para um time de gente humilde e esforçada, um time de migalhas que luta para crescer, e nunca um time de epulões. O padre então foi até a sacristia, apanhou a estola, colocou em volta do pescoço (como Miguel Bataglia e sua fita métrica, na clássica foto de Presidente), ergueu os olhos e abençôou em latim. E desde que a bandeira foi desfraldada para saudar o Corinthians em campo, a bandeira benta, o Corinthians é a cara do Brasil.
A rigor, porém, time de Várzea, club de miúdos, operários, carvoeiros, não poderia ter outras pretensões que não brincar de bola pelas Várzeas. Era um tabu.
E o Corinthians foi o club que pôs fim a isso. Venceu incontestavelmente a agenda política de destruição. De saída a pôs sob seus pés: a existência do Time do Povo passou a ser um fato.
A História segue, portanto.
(Texto tirado do que foi aprendido por este Mosqueteiro durante a vida, e do livro "Coração Corinthiano", do Mestre Lourenço Diaféria)


