quarta-feira, 6 de agosto de 2014

E a conta não fecha

Todo bom marinheiro sabe que o casco do navio furou quando há o sinal mais claro e óbvio: os ratos começam a fugir.
Alojados no porão, desfrutando do estoque de comida e dos restos, levam a boa-vida proporcionada pelo suor do marinheiro, mas no momento em que sentem um estalo, são os primeiros a perceberem que tem água vazando pra dentro. E fogem. Arriscado, sim, pois se o navio está em alto-mar eles dão com o burro n´água...
Mas se fogem, é justamente porque sabem que não são "donos" do navio. A Tripulação verdadeira, no entanto, afunda junto nesses casos. Sem esmorecer. Sem temer. Até conseguir fechar o furo, com chiclete ou o que tiver às mãos. E salvar o navio.

O problema é quando o rato se finge de comandante e faz estripulias "para pagar as contas". Um navio é algo relativamente simples, não tem segredo. E o/a Corinthiano/a, Camaradas, é o/a melhor marinheiro/a que existe. Almirante Nelson iria querer ter em toda sua frota apenas Corinthian@s.
O rato, não. O rato quis transformar a nossa tripulação em meras madames. Vários ratos gordinhos se juntaram a ele nessa empreitada. De forma que tudo o que já dissemos nesse blogue se confirmou. Quando estava sendo dito, este Mosqueteiro foi mal-dito.

Quanto ao Fiel Torcedor, cuja proposta sempre foi louvada por aqui até certo ponto, podemos dizer que ele "rende", sim. Como rato diz, ele "rende". Deixa rendida nossa Tripulação (mãos ao alto, isso é um assalto!) e faz ratos engordarem.

Ratos continuarão engordando por ali, porque o furo no casco continua sendo tapado com chiclete. Para bom entendedor meia palavra basta.
Já o ratinho fujão não vai ser eleito nem pra síndico.

Que São Jorge nos ilumine.
VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA

Leia o ESPÍRITO CORINTHIANO: Aqui e Aqui. É condição para compreender a situação.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Weiss Fühdr

É fácil escrever qualquer coisa num hora dessa. É isso o que a maioria tem feito. Culpar o fascistóide de bigode, o tosquíssimo "tem-que-ter-raiva-do-CORINTHIANS" é carne-de-vaca; acabou pro Futebol faz muito tempo, e só porquinho paga-pau de fascistóide é que não percebe.
A Alemanha trabalha faz quase uma década num só pensamento, imbuídos de atitudes certeiras. Vejam que jamais erram um passe em campo. Isso não é fruto simplesmente de treinos, mas de mentalidade. Para uma cultura que já passou por todos os sistemas políticos, por todas as filosofias, já produziu todo tipo de música, poesia, literatura, etc, focar em algo e em grupo não parece coisa de outro mundo.
Tampouco uma goleada dessas, de 7 a 1, é coisa de outro mundo. A suposta lição de futebol que muita gente veio a dizer que tomamos é enganadora. Os deutscher não fizeram nada, absolutamente nada, diferente daquilo que vem fazendo há tantos anos. Não existe excepcionalidade em nenhum lance, nada de gênio ou de craque. Simplesmente toque de bola. Ora, qual a função do passe? Fazer a bola chegar no pé do companheiro em condições mínimas para que, pelo menos, ele possa fazer um novo passe. Isso dito aqui no Brasil e babaca vai te chamar de babaca porque está dizendo coisa "óbvia".
E quem diz que é coisa "óbvia" provavelmente não percebe que por aqui abdicamos desse princípio. Estamos a um fio de jogar no lixo toda uma geração. Pois em "escolinhas" o "professor" não ensina a tocar a bola. Aliás, parecem não ensinar coisa alguma. É toda uma geração jogada no lixo. Pois a conta é simples; há toda uma estrutura para vender "promessas". O molequinho não aprendeu nada, não sabe nada, mas está no centro de uma movimentação financeira internacional. Como produto, vejam só. Como semi-escravos, mas o babaca citado linha acima não vê isso. E assim colocou-se em campo uma das primeiras seleções brasileiras que é totalmente formada por jogadores nessas condições de produto precoce. E vemos o que acontece. Tragédia anunciada, mas o babaca acha que a culpa é do "apagão de seis minutos" do fascistóide de bigode.
Antes da estrutura carcomida do nosso Futebol que toma de 7, há toda uma mentalidade babaca agindo. Hoje em dia, essa mentalidade, que tentamos esmiuçar durante todo esse tempo nesse blogue, é capitaneada pelo nosso CORINTHIANS. Mas tem muito babaca que lambe as bolas dos babacas que promovem essa mixórdia, só pra receber em troca os espelhinhos.
"País do Futebol", éramos antes desse 7 a 1, e agora para os babacas já não somos mais. Ora, Futebol é coisa da humanidade, existem várias Escolas, e de tempos em tempos uma se sobressai sobre as outras, e assim vemos algumas principais; a brasileira, a argentina, a italiana, a alemã, etc. Não existe um "país do futebol". A mentalidade babaca foi quem criou isso para aumentar o preço dos semi-escravos, e para criar uma cortina para esse verdadeiro estupro na nossa alma. De quebra, ainda "levantam o nosso moral", pois ninguém joga Futebol como nós! E nós, babacas, acreditamos nisso. Fato é que o Futebol é a simulação e domesticação do conflito ancestral, como dizíamos, e cada cultura lida com isso à sua maneira.
Aqui, cobramos uma vitória a qualquer custo. Se não vier, a vaia e a execração sobressaem. Foi sempre assim. É a tal "alma de vira-lata". O brasileiro é um perdedor que não se aceita nessa condição e cria uma fantasia para fingir seu carnaval. Mas esse placar trágico não se explica apenas por isso; nada mais brasileiro e auto-explicativo que se foder de verde-amarelo. Se explica também na falência tática desse mal-afamado "futebol gaúcho" que empenou o desenvolvimento do Futebol brasileiro como um todo. A escola carioca, a escola paulista, todas as escolas dentro dessa grande escola que seria a brasileira, estão acachapadas nesta mediocridade. O último a conseguir alguma coisa foi o nosso Coringão, CAMPEÃO DO MUNDO (chupa porcada) com toda sua titebilidade.
Mas a vaia e a execração cabem ao fascistóide de bigode, sempre caberão. Agora, o lance específico que tirou qualquer possibilidade para o Brasil foi, de fato, a joelhada nas costas do bundãozinho que sempre tremeu contra a FIEL. Ora, a mentalidade babaca tem nesse "culpado" toda a "culpa" da própria mediocridade... Fato é que naquela partida o couro comia e ninguém tirou o pé, enquanto a arbitragem deixava tudo acontecer. O marcador será sempre implacável nessas condições, e quantas vezes vimos esse tipo de coisa acontecer? Mas a mentalidade babaca é tão babaca que depende inteiramente de um bundãozinho...
Depois de domingo talvez volte aqui, mas para encerrar devo dizer que o "ódiozinho" que essa mentalidade babaca criou contra a Argentina é a mesma merda que a anticorintiania doentia criou contra o nosso CORINTHIANS. Por isso mesmo, se a Argentina for campeã do mundo aqui em nosso solo sagrado, eu acharei maravilhoso. E eles terão o que falar por muito tempo, e exatamente como a anticorintiania, a mentalidade babaca vai ouvir e sentir profundamente.

Aguardemos o dia 17, quando o Corinthians voltar a campo. O resto é perfumaria.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Implacável

A Charada de Jorge segue implacável. Ainda que os deslumbrados achem o máximo, a "arena chansez" traga o Corinthianismo como qualquer anticorintiano gostaria. Em breve, muito protesto por desrespeito à numeração de seu assento; em breve, um reclame de "aplausos" no telão de LED. Tudo no maior padrão.
Mas antes de mais nada, um alerta: tardará a vitória em solo sagrado, a Velha Itaquera que deveria abrigar a Cidade Corinthians, e hoje ainda é um pastiche de Corinthians-VIP. Porque São Jorge é implacável. Deslumbrado, me chame de zica, mas aguarde a Cimitarra em alguns meses.

A anticorintianada, coitada, dá seus gemidinhos de aleluia porque o Figueirense obteve um resultado histórico. E o Corinthians, por ser Corinthians, perdeu pro lanterna na inauguração de sua quarta casa. Nunca antes na História do Futebol um Clube teve tantas casas próprias. Nem tente explicar isso pra recalcado, ainda mais pra porco ou bambi, que essa gente que nem cotovelo mais tem pra morder.

Fato é que essa "diretoria" que só sabe bater no peito e dizer "aqui quem manda sou eu" em breve terá de rever essa mixórdia toda. Não haverá mais gente pagando centenas de reais todo jogo, e isso daqui duas, três rodadas. Simplesmente porque não valerá mais a pena. "Nossa, mas você não era o defensor do Corinthianismo incondicional e blá blá blá?", questionarão os deslumbrados. Naturalmente, sigo sendo. Ocorre que não se vê mais isso; essa coisa de Corinthianismo incondicional funciona pra torcedor, não pra platéia. Em breve, solicitações para evitar ficar de pé, pois atrapalha o espectador que quer "curtir seu espetáculo" na fileira de trás.

Em breve, o Sagrado Parque será capitalizado para que a "arena chansez" possa sobreviver. Quando esse tempo chegar, quero ver quem estará junto pra refundar o Corinthians. E pra quem achar que este Mosqueteiro ficou louco, leia os poucos posts que estão à deriva nesse blogue náufrago: está tudo por aí.

E não esqueçam: São Jorge não perdoa. Lambam bolas, puxem sacos, ofereçam o orifício onde a luz não deveria entrar pra esses pulhas que afundam o Corinthians. Mas não esqueçam: São Jorge não perdoa.

De minha parte, gostaria que esse fosse o último post que ninguém irá ler, que este fosse o último aviso ao qual ninguém desse bola. Mas a coisa piorará, portanto tomem intento, porque São Jorge é implacável.

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Da educação e do consumo exclusivo

"Já que não deu educação pro povo, então desce o porrete e prende todo mundo". É assim que, passados séculos da formação desse país, circundado por outros tantos séculos de História de outros povos que vieram tomar parte desta formação, está pensando o fascistóide destes tempos. Tem a coisa do rolêzinho, tem a coisa de espancar viciado, tantas outras coisas já bem assentadas no imaginário - que já alçaram a condição de determinantes culturais - e vamos ter o pior semestre de nossas curtas vidas. Está chegando a hora do "espetáculo" da copa. É a prerrogativa maior que um fascistóide precisa, e o subproduto de tudo o que está sendo provocado com as ações do governo, das iniciativas "privadas", será sentido por muitas décadas.
Mas ainda não adianta ficar falando sobre isso, e ninguém está prestando atenção a essas coisas. No instante do presente não há espaço para o horizonte futuro enquanto a lógica do capital/consumo envolver toda e qualquer relação humana/natural. É simples assim, não é papinho de "marxista", e só fere a consciência de quem as rédeas da culpa disso tudo no coraçãozinho oco e apodrecido - os fascistóides que acham que estão "se dando bem". O "enriquecimento" do "capitalista" depende da miséria da população, e isso assim se constitui politicamente desde que descemos das árvores.
Ora, quando um associado sai do Clube com seus filhos, depois de um dia de piscina e conversas, e é "obrigado" a apresentar a carteirinha para SAIR, o que é que está acontecendo? Justamente isso que está sendo descrito acima, com roupagens próprias - pois cada caso é um caso. No caso, o segurança fez o papel de "leão de chácara" dos rozembergues que assolam o Corinthians no lugar do velho traidor e em nome do preibói iraniano e tudo o que ele representa.
A mesma lógica está no cambismo terceirizado dos ingressos. E o Corinthians segue sendo o próprio Brasil visto por dentro. No caso do associado, que entrou no Clube por biometria, sem necessidade de carteirinha, apresentar esta para sair está fora do sentido da própria "modernidade" - o que denota o fato dela ser usada para sustentar discursos próprios de fascistóides, na ocasião em que for necessário, e não tem imbuída em si mesma o caráter que se pretende expresso no momento do uso - ao mesmo tempo que condiz com o que pensam os rozembergues "modernetes". A Charada de Jorge ninguém ainda solucionou.

Pode-se até duvidar do Libertarismo dos Primeiros Corinthianos (o ceticismo é salutar, Camarada, no entanto, o é sempre dentro dele mesmo e nunca pra fora, jogado por jogar, sem método ou meta a não ser de ataques infundados), pode-se e deve-se exigir a documentação histórica que comprove este ímpeto protagonista formador e poderoso, mas fascistóide rozemberguiano jamais conseguir negar a prerrogativa inclusionista que é a base desse ímpeto protagonista. Ela possui uma natureza simples demais para que se possa fragmentar ou ocultar, de forma que o associado que sofreu a velada "exclusão", no episódio descrito, pudesse ser um Doutor partidário das "modernizações" promovidas pelos próprios rozemberguianos. No final das contas, o "capitalismo" é só a socialização da exclusão, e é isso que o discurso da "modernidade" favorece.
Daí a necessidade, também, dos rozemberguianos se igualarem aos outros clubes historicamente exclusivistas (que, por suas vezes, tendem a se igualar com o caráter inclusivista que o Protagonismo dos Primeiros Corinthianos proporcionou). O negócio do "puteiro" (que pimpaulinhos ridiculamente adoraram) numa das revistinhas mais bambi que existem, por exemplo; como é que os "radicais" sempre chamaram a madame e seu privadão? De puteiro. O marqueteiro acha que não dá ponto sem nó!
E tem a copa, tem o estádio envolvido e envolvendo o Clube, e todo esse subproduto, uma máquina de fazer dinheiro sustentada por uma paixão que, dentro dessa lógica capital/consumo se esvazia - e alienado não entende nem percebe. O futuro não é somente duvidoso. O presente também o é. O escândalo do momento, da cracatua de plástico e o dinheiro que sumiu Catalunha afora, escancara toda essa lógica, mas não é isto que se discute na "mídia" (ah, se fosse o Corinthians...). Pois você precisa estar conformado, leitor. Não poderá nunca duvidar do capital. E assim caem mandatários e o sistema se reforça, se defende. O buraco afunda.

Começa o ano, numa Final de Copinha, com duas rodadas de Paulistão vencidas, promissor no Futebol. Técnico novo iniciando um novo trabalho, ou o que mais quiseram chamar, técnico novo promissor no aspirante, moleques raçudos na base, e tudo parece mais lindo ainda com Itaquera revolucionada pelo estádio tão sonhado desde o mutirão da Ponte Grande. É tudo uma Charada, ainda, e precisamos mudar muita coisa fora do Clube (e na sociedade...) para entender o que acontece agora, há algum tempo, que determinará um futuro duvidoso. Quem acha que tudo tá muito bom, ótimo - sorria agora. Comemoraremos este ano, com certeza, e mais certeza ainda é que sofreremos. E o que um protagonista faz, no fim das contas, é sofrer - para o sofrimento da anticorintianada que não quer compreender isso, em sua antinaturalidade peculiar.

Boa sorte para tod@s @s Corinthian@s, São Jorge nos guarneça hoje e sempre.
Saravá São Jorge que Ele vai nos ajudar

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!