segunda-feira, 29 de março de 2010

É CORINTHIANS!!!

Com a escalação mais acertada, e com o Timão com vontade de verdade, de ganhar o jogo, de jogar bem, de tratar a Deusa Bola como ela deve ser tratada sempre, vimos o CORINTHIANS sobrepujar a madame.

E contra um TIMÃO grande de verdade, esse timinho da mentira cor-de-rosa teve que jogar exatamente da forma como é: pequena, retrancada, acuada.
Para não apanhar de muito, também contou com o canalha do apito em lances que, no fim das contas, não fizeram tanta diferença assim, pois a surra é inevitável.
Aliás, são QUATRO ANOS (fevereiro de 2007 foi a última delas) tomando ferro do TIMÃO de verdade. É isso que madame merece, e é disso que ela gosta.

Os números
109 vitórias, 92 empates, 87 derrotas contra o puteiro da madame.
Ou seja, 22 vitórias de vantagem. É fregaysia demais.
E TAMO VIVO NO PAULISTÃO!
Faltam seis pontos e a Mística a nos favorecer!

O Jogo
Antes do Elias marcar seu GOLAÇO - ele está se acostumando em ser carrasco de bambi... - após um passe açucarado do Gordo, um chutaço de direita no ângulo, o Coringão já havia enfiado duas bolas na trave, e Rafael Santos já havia feito uma importante defesa.
E seguiu o jogo, truncado, até que Dente, pela esquerda, se desvencilha de duas meninas que não largavam do pé - literalmente - e cruza para o Gordo, derrubado em plena área. O apito cor-de-rosa deixou de marcar esse pênalti, mas a bola sobrou para Danilo marcar um GOLAÇO no ângulo.

Logo depois, Dente viajou e enfiou a mão na cara da centro-avante feminina. Ambos foram expulsos. E mesmo dominando o meio-campo, o Corinthians vacilou pela direita, a zaga só olhou a menina chutar, e elas fizeram um golzinho.

E a chuva caiu.

Moacir tentou a jogada na intermediária, sofrendo falta.
Roberto Carlos aproveitou para desferir sua famosa bicuda em campo molhado, daquelas bolas que pingam na frente do goleiro. No caso, a borboleta mau-caráter.
Que tomou mais um frangaço histórico, naquele mesmo gol em que Cristian selou a derrocada do timinho da mentira, no ano passado.
O Coringão tinha a partida nos pés, e inventou de administrar.
Jucilei tentou, Danilo tentou, Roberto Carlos tentou, e teve até outro pênalti, não marcado.

Mano, o Comandante que inventa moda, resolveu tirar Danilo e Elias, e as putinhas empataram.
O Cabeção não vai se abalar, abutraiada!

Foi só nessa hora que a claque de imbecis fez algum barulhinho.
Que durou bem pouco, porque AQUI É CORINTHIANS.

Iarley bailou pela esquerda, as meninas aceitam a dança e a borboleta vê a pirulita marcar um golaço. Contra...

E assim é construído um tabu de QUATRO ANOS. Sim, nunca é demais repetir as VERDADES que a abutraiada (assessoria de imprensa do puteiro) não pode dizer; a última derrota nossa para as putinhas foi em fevereiro de 2007. É muita fregaysia.

Promoção de Páscoa para a madame:

Pague 3 e leve 4!

O SCCP disponibiliza para a fregaysia o serviço de atendimento ao cliente (SAC), ligação gratuita pelo telefone 0800-242424, para qualquer reclamação. O choro é livre...

AQUI É CORINTHIANS!!!

sábado, 27 de março de 2010

'Bamo Corinthians!

Todo o Mundo sabe, e todo o Mundo diz:
AQUI É CORINTHIANS!!!



VAI PRA CIMA delas TIMÃO!!!

VAI CORINTHIANS!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vigésimo Sexto Capítulo

"Per Aspera Ad Astra"
O Time do Povo

Por Filipe Martins Gonçalves

O Corinthians de 1953 sagrou-se mais uma vez Campeão do Torneio Rio-S.Paulo. Tratava-se da competição mais importante do Brasil até então.
E o Coringão tinha como técnico o senhor José Castelli. Um dos mais brilhantes técnicos que já passaram pelo Corinthians, foi o fantástico boleiro das décadas de 20 e 30. Honrou durante quatorze anos o Manto Sagrado do Clube do Povo e foi o maior driblador da sua época. Daí o apelido: "Rato".
Seus dribles são reconhecidos internacionalmente, e foi o primeiro a voltar daquele êxodo para a Itália, na década de 30.

Se Colombo é o ancestral de Tuffy, que é o ancestral de Gilmar, que é o ancestral de Ronaldo (e aqui cito o ídolo de nossa geração apenas para deixar claro o exemplo), assim como David (aquele centroavante da época varzeana) é ancestral de Baltazar, que é ancestral de Flávio e Viola, Rato foi o ancestral do Pequeno Polegar, ainda que o lado do campo se inverta nesta comparação.
Foi com Rato que Luizinho se aprimorou. Justamente nestes anos dourados Corinthianos.

Naquele Rio-S.Paulo, o Corinthians disputou nove jogos, venceu cinco, empatou dois e perdeu dois.
Foi marcante a goleada por 6 a 0 sobre o Rubro-Negro carioca, no Pacaembu.
Cabeção, goleiro formado pelo Clube, defendeu um pênalti no primeiro tempo, que significaria o empate. Mas Claudio foi de fato o Gerente naquele dia, fazendo três gols, e servindo Luizinho e Baltazar. Goiano, o aguerrido médio, também fez o seu. Essa vitória colocou o Corinthians na disputa com o Vasco, e por um ponto - a disputa era por pontos corridos - o Coringão foi Campeão, provando ser o melhor do Brasil.

Em julho de 53 o Corinthians disputou a Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, que contava com um selecionado local, a Roma e o Barcelona, além do Todo-Poderoso Alvinegro.
Seis partidas foram disputadas, e o Corinthians venceu todas.
Em uma delas, inclusive, derrotando por 1 a 0 o famoso Barça, cujos jogadores eram selecionados pela Seleção Espanhola e por outras seleções na Europa. Ocorre que o adversário quis partir para a briga, paralisando o jogo por alguns minutos. Não adiantou nada. Essa grandiosa vitória levou moral ao Timão, que fez 3 a 1 sobre a Roma, e selou a conquista. Ninguém ganhava do Coringão, nem na marra.
O Corinthians é osso duro de roer!

Naquele ano subia ao time principal, por intermédio do grande técnico, o menino Rafael.
Carbone, o artilheiro espetacular, ponta de lança idolatrado, começava a dividir a Camisa com Rafael, que já se tornava o ídolo que foi.
E o Coringão só não foi tri-campeão Paulista pela quarta vez pois, além da Pequena Taça do Mundo, foi fazer brilhar seu Futebol pelos campos do mundo, em excursões que lhe tomaram tempo.
Ganhou, por todas estas excursões, a Faixa de Ouro do Futebol Brasileiro - a exemplo do Corinthian Football Club, o Embaixador do Esporte Bretão, o Clube do Povo foi ser Embaixador do Futebol Brasileiro, reconhecidamente o grande Timão.
O Timão reserva disputou os campeonatos locais, dando canja para os adversários. Foi nessas que Rato observou o menino Rafael - o mesmo faria com um outro menino na década seguinte, como técnico da base, mas isso é outra história.

Em 1954 o Coringão voltou com tudo, depois de uma excursão pela América do Sul.
pelo Rio-S.Paulo, venceu as seis primeiras partidas. Mas com duas fatídicas derrotas seguidas, quase o Bi-Campeonato ficou comprometido.
O Presidente Trindade mastigou seu charuto, e colocou Rato para cuidar exclusivamente da Base Corinthiana, por conta disso...

Chegou ao Parque São Jorge o glorioso Oswaldo Brandão. E chegou bem.
Em seu primeiro jogo, decisivo para o Torneio, com gol do Gerente Claudio, o Coringão venceu o Palmeiras no Pacaembu lotado, e a conquista do Bi do Torneio Rio-S.Paulo fez a cidade, e o Brasil todo, tremerem em Festa Alvinegra.

Três meses depois desta conquista, em pleno Paulistão, o Corinthians precisava zerar a diferença de pontos contra o então líder Palmeiras. E mais uma vez a Estrela do senhor Brandão brilhou mais forte.
Foi o jogo que precedeu a conquista do mais importante Campeonato Paulista de todos os tempos.

Uma virada (mais uma!) espetacular, perdendo por 2 a 0 e transformando em 3 a 2 pelos dribles do Pequeno Polegar, que marcou dois, e pela Cabeça de Ouro de Baltazar, que virou. O Corinthians, agora líder, terminaria aquele primeiro turno com vantagem de pontos sobre o grande rival.
No ano seguinte, em fevereiro de 55, o título seria decidido, novamente em um Dérbi.
"Deu dó ver o Palmeiras entrar em campo sem a camisa verde", disse Brandão naquele dia. O rival entrou naquela partida vestindo camisa azul...
E com o gol do Pequeno Polegar, a raça de Idário, o cérebro de Belangero, a técnica de Cláudio, e claro, a muralha no gol que foi Gilmar, o Corinthians lutou. Cedeu o empate no segundo tempo. Machucado, Idário dividia as bolas como se valesse a vida - e para ele de fato valia!
E Gilmar, goleirão que garantiu o empate, declara, resumindo a peleja:

"Seria uma decisão como outra qualquer, mas com a diferença de que essa valia o título do Centenário de São Paulo. O Corinthians tinha a vantagem do empate, mas encontrou um adversário difícil. O jogo foi duro e bastante disputado. Logo no início fizemos 1 a 0. Depois, o Palmeiras reagiu e empatou. A partir daí, seguramos o resultado e fomos campeões. Todos queriam esse título, pois quem ganhasse ficaria com a glória para os cem anos seguintes"

O Bi-Campeão do Rio-S.Paulo ainda seria condecorado com outra Taça, em 1955.
Era uma Taça diferente. Pelo voto do povo, o Concurso "O Clube Mais Querido do Brasil" foi vencido pelo Coringão.
A contagem foi um estrondo. Nada menos que 471.450 votos para o Clube cada vez mais do Povo.
Enquanto os adversários sequer chegaram perto deste montante, somando a todos. O Flamengo (apenas 155.300), e a dupla adversária da cidade (o rival e aquela outra), somariam apenas 366.950.

O Povo tem predileção, e desde sempre o "mais querido" é o Coringão.

A História continua...

quinta-feira, 25 de março de 2010

É DOMINGÃO!!!

O pior é que não podemos, nem devemos, cornetar um ou outro jogador, mesmo com gols irritantemente perdidos. E antes de se irritar com este Mosqueteiro, acompanhe meu raciocínio.

Abdicamos do mando de campo. Parabéns, diretoria.
Não havia Torcida, que é o que move o CORINTHIANS.
Não precisamos bater na mesma tecla sempre, mas se o jogo fosse no PACAEMBU, tanto a Torcida quanto a história do jogo seria outra coisa.
Teríamos pressão, e não essa péssima cornetagem que joga contra (sim, existe a ótima, a boa, a regular e a ridícula cornetagem; ontem esta última prevaleceu, infelizmente, coisa que raramente acontece no Templo Sagrado).
E os jogadores, mesmo se perdêssemos, teriam que jogar bola. Foi um jogo decisivo muito mal decidido.

Agora já não existem desculpas para se abdicar do mando de campo, levando jogo para aquele cafundó.
Que prejuízo esses três joguinhos, hein diretoria?
Vão contabilizar isso ou fingir que não viram?
O que queriam, levando um jogo decisivo para aquele túmulo? Forçar a negociação com a prefeitura, sendo que dentro desse bizinisse todo é muito melhor e mais rentável jogar no Pacaembu (é preciso fazer aqui as contas?)?
Ali naquele túmulo só vai corneteiro ruim. Aprendemos todos, agora?

Agora, entendam de uma vez o que é este túmulo.
Naquele anti-estádio onde se estaciona carro debaixo do campo, ao lado do ônibus dos times, o tal do "exemplo de modernidade" que nunca ficou pronto definitivamente e continua a mamar no dinheiro público local, vocês da diretoria esperavam o que?

Alguém diz bobagens, pela proximidade entre torcedor e jogador, provoca o Gordo e ele responde responde burramente.

A culpa do Gordo é ter respondido ao péssimo corneteiro, do jeito que respondeu. O que configura naquilo que almejava a abutraiada desde dezembro de 2008.
Parabéns, seu corneteiro que falou bobagem. Parabéns, Gordo. E, claro, parabéns à assessoria do puteiro, a tão malfalada imprensa esportiva - meros abutres comandados pelo cafetão da madame.

Agora, de quem é a culpa pelo fato daquele péssimo corneteiro estar ali falando merda?
Sim, caros leitores.
A culpa é da diretoria, que inventou de levar três jogos praquele túmulo.

Se não estivesse naquele lugar, o péssimo corneteiro não falaria nada, não diretamente ao Gordo. E o Gordo não gesticularia.
E nós não teríamos nada disso.

Quem já foi àquele estacionamento sabe.
Até lembra um estacionamento de shopping, não fossem tantos vazamentos, típico de obra "pública" mal-feita. A falta de iluminação também já desfaz essa impressão num segundo momento.
E ali estava a BMW da gordura, bem na porta, embicada pra sair pela rampa que vai para a avenida (aliás, o que é aquela avenida? Lembra a Jorge João Saad nos idos de 80, mas é mais "moderna"...).

A foto anônima que está sendo divulgada pela abutraiada, além do fato de ser anônima, é bastante safada.
O gesto é o gesto, inegável. Mas a quem foi dirigido, e por qual motivo? A simples publicação e reverberação gera apenas carniça, pois não dá o motivo, oferece apenas a imagem do gesto para a "indignação pública".

O Gordo não gesticulou para o Torcedor Corinthiano, assim como Tevez não havia gesticulado naquela ocasião. Foi a um específico, ou grupo ou indivíduo.
O Gordo diz o seguinte: "(...) foi dirigido a uma pessoa que me ofendeu moralmente e com questões pessoais no estacionamento do estádio".
E ele segue dizendo: “Entendo as críticas do torcedor nesta hora e aceito todas elas. No final de semana, temos um jogo importantíssimo contra o puteiro, na nossa casa, e é hora de nós contarmos com o apoio da arquibancada para seguir na luta no Campeonato Paulista e na Libertadores, onde nossa campanha é muito boa”.
O apoio é igual o AMOR CORINTHIANO, Gordo. É incondicional. Mas entenda, você mesmo, o que é o CORINTHIANS, e não seja um molequinho mimado.
FIÉIS, não caiam nessa carniça, portanto.

Só pra finalizar isso; a abutraiada lembra demais da derrota Corinthiana, omite a derrota das putinhas, e "esquece" que quem perdeu mais, neste ano, foram elas.
E que ao contrário do Corinthians, foram sempre agraciadas pelo apito-cafetão delas.

O Jogo
Ontem faltou jogar bola, e foi tudo o que faltou. E foi muito.
Não faltou ritmo de jogo, já estamos quase em abril. Não foi o desenho tático que se perdeu na prancheta, coisa que também não aconteceu no jogo passado, e nem mesmo no ano passado.
Parece, e espero estar enganado, que há um tanto mais de gravidade nessa coisa toda.
Não estão jogando bola por receio da classificação?
Assim como no ano passado, quando houve receio de lutar pelo campeonato?
Subiu à cabeça um primeiro semestre de 2009 que foi brilhante?

O problema disso é que o Mano acaba criando obrigações para os três próximos jogos. Com isso, os "créditos" escasseiam, e não vai adiantar jogar tudo nas costas largas e gordas. E não vai adiantar vir falar de blá-blá-blá-prioridade que esse argumento só te aperta a corda no pescoço, Comandante.

Teremos que conquistar os próximos nove e decisivos pontos.

Cabe ao jogador fazer a parte individual, mas não posso entender que todos estão em crise técnica. Quando as coisas estão nesse volume é porque as questões são táticas. (...) Muitos jogadores não estão bem e isso também cabe ao técnico
Tá. Então vamos treinar.

ACORDA FIEL!!!

Considerações finais
"Os árbitros estão inibindo os atletas de jogar. Tem que mudar um pouco a mentalidade. Nem toquei no cara. Ele dobrou o joelho", disse Roberto Carlos sobre o cartão que tomou.
Só falta o promotorzinho em campanha querer gancho para ele, por conta dessas declarações (ops, melhor não dar idéia...)

Sem contar que expulsaram nosso técnico, ontem.
Mano "saiu da área permitida" (só pisou na linha, eu vi da arquibancada) e gritou pro canalha do apito: "tá segurando meu time?".
Isso pode render até seis jogos de suspensão pelo Paulistão. E se denunciarem e forem ao tribunal em velocidade recorde - ou seja, antes de domingo - quem lê este Mosqueteiro não poderá mais ter qualquer dúvida de que há uma orquestração para estragar o Ano do Centenário Corinthiano.
E não vão conseguir.
"Esse osso era pra canja, mas não cozinhou por ser duro de roer"; este é o troféu que guardamos na história, por conta de uma saudável peleja contra o rivale. Ocorre que no domingo a coisa não é saudável.
E todo Corinthiano tem que entender isso. Desde 1913 essa corja imunda que reuniu os seus cacos (e cacarecos de madame de bijouteria) da derrota para o Povo, em 30, 33, 35, 38, etc., desde sempre!, querem acabar com o Clube do Povo.
Não é adversário aquele que quer a derrota dos outros extra-campo.
E o puteiro surgiu para isso. Pergunte para os próprios porquinhos.
Tudo o que querem é conturbar, mas a FIEL TORCIDA em uníssono É INVENCÍVEL.

O CORINTHIANS É OSSO DURO DE ROER, anticorintianada de merda!

VAI PRA CIMA delas TIMÃO!!!

AQUI É CORINTHIANS!!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Cruz credo

Vendo o placar apenas não temos a idéia de que quem jogou bola foi o Corinthians. E que por dois lances de falhas individuais o resultado adverso injusto aconteceu.
Não tem essa história de "sabemos qual é a nossa prioridade", caro Mano Menezes. Tem é que jogar bola, e fazer o resultado em todos os jogos.

O Coringão perdeu a partida deste domingo, resultado atípico que veio na hora certa. Estamos ainda em 4º, e temos dois jogos em casa. Ou nem tanto. A diretoria quando levou jogos para aquele lugarejo fez questão de não imaginar que o jogo de quarta poderia ser, como é, um jogo decisivo.
E para domingão, dia 28, já se vê as putinhas tremerem desde já.

Coisas devem ficar claras para Mano.
Naquele calor mato-grossensse não se põe para jogar um Edu, por exemplo. E pelo que vem jogando, não sei mesmo em que condições podemos colocá-lo para jogar um jogo.
E se o meio campo for constituído de Danilo e Tcheco, então, é que Edu foi muito mais que mal escalado. Ou seja, Dente e Elias deveriam ter começado, para chegarmos com o 4-3-3 desde a saída de bola. Não é difícil escalar o Timão.
E trocar Jorge por Iarley foi... enfim. Jorge, aliás, nunca jogou bem com Souza, que tentou uma bicicletinha e quase foi.
Ralf foi um cão-de-guarda, como sempre, até quando pôde, e mesmo que perdesse as bolas ali, o Timão consertava. As laterais foram bem de um modo geral. E por duas vezes Roberto Carlos tentou encobrir o goleiro (que fez a partida da vida, diga-se).

No lance do primeiro gol do time de mentira, quando já deveria estar três a zero para o Corinthians, houve uma falta clamorosa de ataque sobre Castàn. E este lance prova tudo o que dizemos: o Corinthians é sistematicamente roubado jogo a jogo.
E no segundo gol, quando o juiz já teria apitado se fosse o Corinthians no ataque, Julio Cesar falha, naquele costume de não agarrar a bola, apenas rebatê-la. Mas àquela altura o caldo já estava entornado.

Por fim, essa camisa ridícula de cruz credo já pode ser esquecida em definitivo e nunca mais ir à campo de jogo nenhum, nem por brincadeira. Zica de roxemberg...

VAI CORINTHIANS!!!

quinta-feira, 18 de março de 2010

De ladrillo a ladrillo*

O Coringão, se não tivesse recuado tanto, esperado tanto, talvez pudesse ter feito um placar ainda melhor.
Sim, porque na minha concepção de Futebol, 1 a 0 é goleada.
O Timão jogou com toque de bola bonito, especialmente no segundo tempo, quando teve o jogo ganho nas mãos e ainda assim acabamos sofrendo. E como só sofre quem ama, e quem não sofre padece sem viver (almas amorfas...), e AQUI É CORINTHIANS sempre, soframos!
Soframos vendo um toque de bola Corinthiano envolvente, como no primeiro semestre de 2009.
Vendo o Gordo catimbar um zagueiro paraguaio pintado de branco, tirando-o da jogada "psicologicamente", para aproveitar um TOQUE DE CALCANHAR de Danilo que, e agora como Corinthianos devemos ser saudosistas, nos lembrou o DOUTOR com seu trato filosófico na pelota. Esse aproveitar ainda teve o bico do pé do zagueiro travando o chute kung-fu-panda espetacular de um Gênio.
Um puta de um GOLAÇO!!!

Felipe, Moacir, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias e Danilo (Tcheco); Dente (Jorge) e Gordo (Souza)

Felipe fechou o gol.
Moacir jogou uma bela partida. Acertou muito mais do que errou e convenceu, que é o que importa.
Chicão saia matando bola no peito e dando o bicão na hora certa.
William, ó Capitão!, chega de existencialismos!
Roberto Carlos chegou ao Corinthians inaugurando a série 10.000 dos gols, e tirando a bola do pé do atacante antes do arremate final, em plena área, num dos carrinhos mais certeiros da História do Futebol.
Ralf, o Cão-de-Guarda.
Jucilei é sempre decisivo.
Elias se apresentou e tocou o fino da bola.
Danilo jogou com a obediência tática e sobressaiu no toque de bola. E que toque!
Dente estava em todas. E não adianta cornetar, como os abutres querem, dizendo que ele acabou a série. A série continua.
O Gordo é o Gordo. Quer cornetar, corneta. Ou renda-se ao Futebol do Gênio.

Tcheco, Jorge e Souza cumpriram o papel.
Jorge não entrou porque na cabeça de Mano o Danilo dá mais opção de saída e controle de bola. É uma opção defensiva, para jogos fora de casa ou decisivos. Além disso, Dente precisava entrar como titular, por merecimento. No domingo, e isso me parece certo, é Jorge quem entra jogando.

O Jogo
O esquema vingou. Não houve BlitzKrieg, talvez porque não se sabia o que se encontraria. Vai que um carniceiro contunde alguém...
No começo foi excessivamente estudado. Aos sete quebramos o gelo. Elias, depois de um passe magistral de Roberto Carlos, chuta de primeira para o goleiro fazer bela defesa.
O canalha do apito cumpria seu "papel" anticorintiano.
O paraguaio meteu a mão na bola na meia lua, de forma proposital. Nenhum cartão. Jucilei se protegeu de uma bolada no rosto com o antebraço. Cartão amarelo.
Foram duas tesouras só no Danilo, com OS DOIS PÉS SENDO ATINGIDOS, e nenhum cartão pra eles. Várias paulistinhas. Várias faltas por trás. Nenhum cartão. E como aconteceu naquele aquário dia desses, era só encostar que a meninada caía, e um cartão era erguido contra o Corinthians.
Se isso não é orquestrado, meus caros, sei lá o que isso é, então.

Com um toque de bola inigualável no Futebol de hoje, e tirando de letra a canalhice do apito, contra uns paraguaios que só sabem dar tesoura , o CORINTHIANS deveria e mereceria uma goleada fantástica e estrondosa.
Mas o CORINTHIANS é assim, feito *tijolo por tijolo.
Às vezes com mais, às vezes com menos, às vezes sem nenhuma paciência.
Hoje a paciência é infinita.

Quanto à narração DE MERDA da emissora câncer do Brasil, só digo que ELIAS teve a oportunidade aos 7 do 1º, o goleiro fez uma baita defesa, e o babaca ficava num lero-lero fazendo questão de nem narrar o jogo. Ridículo.
Fingia que não via as faltas temerosas, e comentava os cartões amarelos com uma anticorintiania doentia.
Quando o paraguaio foi expulso (o canalha do apito permitiria tudo, menos que xingassem a sua mãezinha), por reclamar de uma falta que também merecia expulsão, o babaca que pega no microfone canceroso apenas arrotou um "ele deu falta"...
O que passa longe de ser uma notação dessa anticorintiania patológica, mas também atinge o modo dito profissional do "narrador". É assim que, mesmo você, anticorintiano de merda, gosta de assistir a um jogo do Corinthians do seu sofázinho?
Por isso o câncer se alastra.

O CORINTHIANS GANHOU!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!

terça-feira, 16 de março de 2010

Capítulo Vigésimo Quinto

"Per Aspera Ad Astra"
O Time do Povo


Por Filipe Martins Gonçalves

No capítulo anterior introduzimos a Década Dourada do Corinthians Paulista. Mas antes de avançarmos pelo tempo cronológico dos fatos, retomemos o Presidente Alfredo Ignácio Trindade, a exemplo de como fazíamos no início desta série com o Ano Crucial de 1915. É importante que se entenda quem foi esta figura.

O Corinthians sempre teve, em seus Presidentes da Velhíssima Guarda, um aspecto de presidentes de assembléias.
E era o que de fato faziam os Presidentes do Clube do Povo; gerenciavam discussões para o que deveria ser feito.
Faziam, agiam, mas naquela época tudo era muitíssimo mais difícil, e administrar aquele turbilhão era tarefa para quem tinha muito bom diálogo.
Torcida, time e diretoria se mesclavam de uma forma que nenhum outro clube no mundo nunca ousou fazer.
O Corinthians é a Torcida que tem um Timão.
Qual outro Clube poderia ter uma figura como Guido Giacomelli?

Aos poucos a estrutura burocrática do Corinthians foi se consolidando, para ser a base de um Clube grande.
E o Clube precisando, como todo e qualquer clube, de um mecenas.
Mecenas este que foi alçado àquela função mais por comprometimento e merecimento que por vontade.
Schürig, que inaugura de fato um modo de ser paternalista na Presidência, amava o Corinthians e a ele dedicou a própria vida e fortuna. Sem cobrar qualquer coisa em troca, senão o pertencimento envolto em muita Honra a essa coletividade Corinthiana.
Inaugurou diversas modalidades esportivas no Clube, e no fim de seu mandato acabou se deparando com o profissionalismo no Futebol. Não mais era possível ser o mecenas.

Amparado pela estrutura que dispunha, o Corinthians penou mas se acertou na administração do profissionalismo.

Eis que este modo de cumprir o papel de Presidente do Corinthians passa ao cargo de Manuel Correcher. De paternalista passa a ser ultra-paternalista; "Con razòn, sin razòn, Corinthians tiene siempre la razòn". Com razão ou sem razão, o Corinthians tem sempre a razão.

Correcher defendia o Corinthians com todas as forças. Foi, provavelmente o Presidente mais amado pela Torcida, pelo seu poder de conciliar e ser simples, ao mesmo tempo em que era Corinthianamente extremista e apaixonado.

E, de tão amado que era pela Torcida, fez Trindade perceber quão tênue é essa linha entre o amor do torcedor e do eleitor, quando aplicada na política.

Trindade misturou Presidência do Corinthians com votos para se eleger. Foi o primeiro a fazer isso. Depois foi imitado por gente de outras associações.

Na verdade, Alcântara Machado, Presidente Honorário, foi também notável político, mas não misturou eleitor com torcedor daquele Corinthians de sua época, as décadas de 10 e 20, Clube ainda jovem, mas que já havia vencido todas as batalhas e que só precisava da Ponte Grande para crescer.
E nenhum dos "políticos Corinthianos" fez o que políticos de certa associação faziam e fazem. Mas isto é outro papo.

"Porque as viúvas desamparadas, os orfãos, os velhos nos asilos, os doentes nos hospitais, os presos nos cárceres, as crianças em farrapos e sem sapatos das favelas, os sofredores deste imenso Brasil estão à espera de um momento de alegria, e essa alegria está nos pés de vocês!"

Eram discursos assim que ele fazia no vestiário, antes de uma partida. Ou então para a própria Torcida, na Arquibancada. Trindade era um orador nato, e discursava a todo instante.
Mas quando a bola rolava, era um Corinthiano como qualquer outro. Quando os ânimos acirravam, batia boca com o adversário, ou mesmo com um outro Corinthiano.
Fato é que Trindade, mais que qualquer outro antes e depois dele, foi o próprio Corinthians, enquanto seu Presidente-Torcedor.

Quando o Corinthians é Campeão de 51, em janeiro de 52, Trindade ergue a taça e dá a volta olímpica com os jogadores. Como sempre se fez no Corinthians, desde sempre, mas a forma como Trindade agia era outra. Era como se fosse o Corinthians em pessoa.
Ele repetiria muito esse gesto.

Retomemos, então, o fio da meada.
No começo de 52 chega ao Coringão o lendário centro-médio Goiano. É ele quem faz a linha média com Idário e Belangero, na Taça Rio daquele ano. O zagueiro Corinthiano Murilo havia sido substituído por Homero naquela virada (anotem, cá está mais uma virada) contra o Peñarol.

Mas não foi por nada, não, foi só que um uruguaio lhe rompera os ligamentos do menisco...
Baltazar também saiu, pois fraturaram seu maxilar.
Belangero quebrou o pé naquele dia, por conta da violência do adversário. Que, mesmo com isso tudo, tomou a virada e fugiu do segundo jogo¹.

Lorena substituiu Belangero, um mês depois. Era um Derby. E valia a Taça Cidade de São Paulo.
O Palmeiras saiu com um gol logo aos 3 minutos de jogo. Carbone empatou aos 9 minutos. E depois da virada (mais uma!) aos 21 minutos, uma goleada, com direito até a Pequeno Polegar fazendo estripulias.
Ele dizia que não, e quando confessava até disfarçava, dizendo que se desequilibrou e caiu.
Reza a lenda que ele sentou na bola, diante de Luiz Villa, que tinha o dobro de seu tamanho, após passar a pelota por duas vezes debaixo das pernas do zagueiro palmeirense.

Naquele ano, além desta Taça, o Corinthians conquistou mais um Bi-Campeonato Paulista.
Chegávamos àquela última rodada do Campeonato de 1952, disputada em 1/2/53, com o título garantido
Era o jogo contra uma certa associação, e o que restava aos jornais era dizer que a faixa do campeão "poderia ser carimbada".
Logo aos 3 minutos, o placar era inaugurado, e era adverso. Ampliado aos 41 minutos do primeiro tempo.
Só se ouve os Corinthianos chiando. Trindade desce ao vestiário no intervalo.

Baforando seu charuto, mastigando seu charuto, jogou o chapéu no chão, com o lenço na outra mão limpando o suor do rosto, rosnava.
Fitou a todos. Um por um. Ninguém se movia.
Nem mesmo o Pequeno Polegar ousava dizer qualquer coisa naquela situação.

"Vocês não merecem a faixa de campeão!", disse o Presidente, com a voz amarga. Aquilo em certo sentido era pior que uma surra de cinta.

Todos os jogadores concentrados, uma pilha de nervos, o Timão volta ao jogo.
Logo aos 3 minutos, Souzinha, o ponta que substituia Mário, diminui para o Time do Povo.
Carbone, o goleador, empata aos 15 minutos.
O discurso de Trindade funcionava, em quinze minutos tudo era Festa novamente. Também porque o Timão joga muita bola.
Mas Carbone, naquele dia, não tirava da cabeça os discursos do Presidente.

"Vocês tem um dom divino! Não desperdicem isso!"

Carbone sabia muito bem o que era uma Torcida comemorando um gol, ele fazia muitos. Foi dele o gol desta virada.
O Clube do Povo, o Timão das Viradas...

"Quando terminou a partida, o Trindade estava na boca do túnel, com a cor normal dele, rindo, abrindo os braços que nem um pai recebendo os filhos depois de os filhos terem ganho medalha na escola.
Tinha esquecido da bronca, de tudo.
O bom coração do Trindade esquecia as broncas na hora.
Trindade abraçou todo mundo, tinha até trocado o charuto"
.
Essas são palavras do próprio Goleador Corinthiano, Rodolfo Carbone².

A História Continua...

*******

¹ Na Final, contra o Fluminense, o Corinthians jogou com seis desfalques, todos contundidos. Perdemos jogadores, o título, mas tudo teria sido diferente naquela Taça Rio de 52.

² Página 282 da obra "Coração Corinthiano", de Lourenço Diaféria; Capítulo LIV, "Carbone, o cavador".

segunda-feira, 15 de março de 2010

O Dez Mil do Terrão

Dente é o ilustre autor do Gol 10.000 da História do Corinthians.
Um Moleque Corinthiano de berço que faz da vida o que mais gosta e o que sabe: jogar boa bola. Esforçado, nunca desistiu do sonho de ser jogador do seu Timão de Coração. E agora é detentor do gol que representa uma grandiosa marca, no ano em que a História do Corinthians completa Um Século.

Vinha de tomar um chá de banco, que o fez acordar.
Entrou nas últimas partidas sempre fazendo gols e garantindo o resultado para o Coringão. Fez todos os cinco gols mais recentes. E ontem... fez mais um GOLAÇO!
E quem deu o passe foi o Gordo. Um passe de Gênio.
Parabéns, Dente!
Não escondo que pensava em Jorge para essa marca. Mas ela está com alguém que merece muito, de fato.
VIVA O DENTE!!!
VIVA O CORINTHIANS!!!

Inaugurada a marca dos 10000, Roberto Carlos fez o primeiro de uma nova marca.
Um GOLAÇO daqueles que fazia tempo que não se via... Pudemos até ouvir a bola triscar no ângulo, no ninho da coruja, dali de onde estávamos.

E o Coringão, mesmo sufocado com um homem a mais, porque a tática Menezística é a de retrair para garantir, e mesmo tendo tido as grandes chances desperdiçadas, pois o contra-ataque funcionava, venceu o vice-líder, que já começou a parecer incomodado com a posição.
Bem como a molecadinha líder, que ainda precisa crescer pra jogar algum Futebol, com maiúscula.
Permanecemos na classificação para a semi-final.
VAI CORINTHIANS!!!

Felipe; Moacir, Chicão, Willian e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei e Elias; Jorge, Dente e Gordo

O Coringão jogou ótima bola no começo.
Aquela saudosa BlitzKrieg, tática consagrada naquele Trinta de Abril de Dois Mil e Oito, contra a mentira verde do cerrado no privadão, foi recuperada pelo Comandante ontem.
E tem que ser usada sempre, sem a sua sequência - retrair pra garantir...
Disputada com vontade, que voltou ao Nosso Timão, foi uma partida de bom toque de bola, bastante eficaz em muitos momentos, bem próximo de um ideal que está sendo buscado. E como ideal é coisa que se busca, e nunca se alcança, é importante continuar trabalhando para buscá-lo, sempre.

Nos lances cruciais na partida, Ralf pulou e cavou a expulsão do carniceirinho. Muito bem.
Jorge perdeu um gol bobo. Chutou a bola que chegou macia, na cara do gol, pra fora. Não pode.
Depois ainda pôde decidir, mais na cara do gol ainda, e chutou no goleiro. Acabou a cota de gols perdido, meu caro. O Gordo perdeu os seus gols também. Tem que tomar banho de sal grosso.
Era uma grande batalha a ser vencida.
E, por São Jorge!, foi uma grande batalha vencida!

AQUI É CORINTHIANS!!!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Avante, Coringão!

O Coringão voltou a não fazer boa partida. O Gordo teve muitas 'tentativas para tentar', mas a canela sobressaiu. Jucilei começou mal, Mano manteve ele em campo, mas a tal da altitude e a estréia em campos estrangeiros acabaram pesando a ele, ao que parece.
Entramos sem um lateral direito. Uma invenção ali fez com que nem Ralf nem Jucilei, e muito menos Marcelo Mattos, entendessem o que se passava. O adversário tentava tudo por aquele setor. Sem sucesso. O Futebol de ambas as equipes foi o que mais faltou.

Com Mattos na direita e Jucilei no primeiro combate avançado, Ralf e Elias tentaram se acertar, mas da zaga a bola teimava em ser balão direto ao ataque. A zaga ficou ali, digamos, em estado periclitante.
Tem que trabalhar a bola, tocar pelo meio-campo, abrir nas pontas, é isso que faz um time de Futebol.
No finalzinho do primeiro tempo engrenava o jogo, mas já com o tempo regulamentar estourado. O Coringão partia para uma boa jogada quando o juiz apitou.
O moleque do adversário perdeu um gol por falta de humildade.
O Corinthians de Mano e de Gordo jogou para não tomar gol. E o melhor jogador do jogo foi Felipe, que salvou todas as bolas que pôde salvar.
Mas o batalhão de volantes teima em ocupar lugar de quem pensa o jogo.

Faltou criatividade, e a postura do "tá ruim mas tá bom" foi exacerbada. Isso tem que ser corrigido. A postura tem de ser a do Galo de Briga Varzeano, como se viu após tomarmos o gol impedido.
O Moleque Corinthiano entrou no lugar de Danilo (porque no lugar do armador e não de um dos volantes, seu Mano?) e fez o maior GOLAÇO da sua vida.

O Coringão deveria ter jogado mais, e quem sabe teria ganho o jogo. Faltou Futebol, é verdade. Mas estamos à frente de todos em nosso grupo, que não é facinho como o de outros, especialmente de uns aí que até já perderam (e a abutraiada não fala nada, é engraçado...).
Portanto, no frigir dos ovos, é 'aceitável' o resultado. Não o Futebol jogado, é claro. A Fiel Torcida quer e merece mais.

AVANTE CORINGÃO,
JOGAR COMO CORINTHIANS!!!

AQUI É CORINTHIANS!!!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Hora da Cimitarra VII

Leiam este, que é muito mais importante do que está dito neste post em diante.
Porém tudo o que está sendo dito abaixo tem sua razão de ser.
Precisamos, mais do que nunca, ensinar aos abutres que com o Corinthians não se brinca.

Hoje até meu chefe, Corinthiano, que acha este Mosqueteiro um tanto quanto paranóico quando se trata da abutraiada, deu as mãos à palmatória. É que abriu aquele portal de abutre, com uma foto do Gordo cercado e a legenda arrotando "tumulto".
"Que tumulto é esse?", perguntou ele. No que respondi: "não teve tumulto nenhum, veja só. É só pra clicar na foto mesmo, e dar audiência para essa patifaria". E discorri sobre essa coisa toda da abutraiada, e ele concordou. Não há como não concordar. A abutraiada só usa o Corinthians para angariar cliques e vender jornal que não serve nem para se limpar. E para servir à anticorintianada reativa e invejosa, pois o CORINTHIANS é o paradigma do mundo do Futebol.

Mas eis que abro o portal do câncer e lá está o abutre a arrotar mais bobagem. Por causa de um show de rock em Bogotá, o estrupício "se dá" ao direito de escrever isso: "o Corinthians terá um adversário de peso para lotar o estádio El Campín".
Ora, é o CORINTHIANS e sua FIEL TORCIDA quem tem que lotar o estádio do adversário, há mais de sei lá quantos mil quilômetros de distância daqui?
De fato, o Corinthians é grande demais, e nós não sabíamos...

Aliás, sobre o tumulto; é só o CORINTHIANS, com sua gigantesca grandeza, chegar com o Gordo, que dá volume à essa grandeza, que o Povo faz Festa, mesmo. Chegaram os grandes e históricos jogadores do CLUBE MAIS IMPORTANTE DO MUNDO. É "apenas" isso, anticorintianada em choque...

A legenda "tumulto" ou "confusão" é só a forma como abutre trata as coisas do Corinthians. Fossem os clubinhos meigos desse país, a legenda seria mais amena (até porque não há nenhum "tumulto" quando os menores chegam a qualquer lugar que seja). Aliás, pseudo-matérias encomendadas pululam pela abutraiada, vindas da assessoria oficial do puteiro (a própria abutraiada, frise-se), para "amenizar" o fato de que, quando chega o CORINTHIANS, todo lugar no mundo pára. A abutraiada está em choque, Família.

Esta semana, tentaram colar uma "crise". Uma suposta "briguinha" entre o Gordo e o Comandante. Preciso dizer que nenhum dos dois é criancinha pra ficar com essas frescuras? E a imperatriz, como vai, hein abutraiada?
Depois disso, apelaram para uma coisa do tipo "seqüestro do Gordo pelas farc". É sem noção...
Coisa de quem está com muito medo da GRANDEZA DO CORINTHIANS, realmente.

Só se pode saber o que causará o efeito da altidude de Bogotá durante o jogo. E a Nação que mais tem Fé neste Universo tira isso de letra. E os jogadores em campo sabem disso.

Danilo jogará ao lado de Tcheco, com Jorge buscando jogo e Gordo avançado. Ralf e Elias tomarão conta da entrada de área, com Alessandro e Roberto Carlos na passagem e na defesa das laterais. Chicão, William e Felipe defenderão a meta ao lado do Santo Padroeiro.

Com a benção do Santo Guerreiro
VAI CORINTHIANS!!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Vigésimo Quarto Capítulo

"Per Aspera Ad Astra"
O Time do Povo

Por Filipe Martins Gonçalves

Aquela turma que compunha os juvenis, na década de 40, que fazia a Fiel comparecer ao Pacaembu duas horas antes do Timão principal jogar, já dava espetáculo, atuando por música quando subiram ao principal na década de 50 (inútil falar de novo tudo o que já está dito aqui).
E de cara conquistaram o Torneio Rio-S.Paulo de 1950.
Nesta década que começava, o Coringão entrava com o pé direito (e de cabeça... de ouro!).

Eram os tempos de Idário Sanches Peinado.
Se Neco já não podia mais jogar bola, sua Alma Corinthiana se incorporava no espanholito, que traduziu em ato, em campo de jogo, aquilo que é o Corinthianismo à sua valente maneira.
São feitos inimagináveis a qualquer comum mortal, ainda mais àqueles que concebem o Futebol com os olhos medíocres da mercadologia. Idário não é por acaso o Deus da Raça. A Fiel Torcida jamais ofertou aos seus qualquer apelido que não condizesse à realidade, pois nada no Corinthians é "à toa".
No caso de Idário, o apelido se tornou sinônimo.

Ao lado de Idário, o médio-direito, estavam as legendas Touguinha, médio-esquerdo, e Roberto Belangero, centro-médio¹.

Roberto Belangero era o Professor, o Mestre, o Cérebro; sua inteligência cadenciava o jogo ou fazia fluir, dependendo do momento do jogo.
Era o cérebro operante de um Timão que já contava com Cláudio Christóvam do Pinho, aquele que pensava e fazia gols, gerenciando no ataque o que o cérebro de Belangero armava no meio-campo.
Da sua ponta-direita, centrava para Baltazar, o Cabecinha-de-Ouro, o maior cabeceador do Futebol.
Jogavam pela ala esquerda Noronha, na ponta, e Nelsinho, centrado. Belfare e Newton finalizavam a escalação, com Bino no gol.

Ah, sim!... Não podemos nos esquecer do principal.
Naquele campeonato, o que funcionou contra o campeão carioca invicto de 49, o Vasco da Gama, foram as magistrais tabelinhas do Gerente com o Pequeno Polegar.

Era com Belangero e com Cláudio que contava Luiz Trochillo.
Que foi, senão o maior craque da História do Futebol², pelo menos o maior craque mais injustiçado da História do Futebol.
Corinthiano de berço, como a maioria do Timão Campeão de 50. Ídolo Corinthianíssimo por merecimento, e pelo inestimável talento.

Luizinho era pequeno, franzino, e se especializou em toda sorte de dribles, tendo criado várias modalidades deles. Quando recebia a bola e encarava o adversário, a Torcida se levantava pois sabia que dali sairia uma jogada espetacular. E, batata: uma jogada mitológica acontecia.

Foi apelidado Pequeno Polegar em uma das tantas excursões internacionais que o Coringão fez nessa época. No Velho Continente lhe atribuíram, com justiça, a alcunha; como o personagem, ele driblava os ogros adversários, derrotados por um Pequenino, que dava um baile em quem se metesse com ele. E fazia troça dos adversários, sim. E como não faria? A Torcida delirava...

Talvez disso tenha vindo a injustiça para com ele. Foi preterido na Seleção, mesmo sendo o maior de sua época. Seu Corinthianismo irreverente deixava de cabelo em pé os anticorintianos de plantão.

Com esta base o Coringão inicia a década considerada pelos ancestrais como a Era Dourada do Futebol Corinthiano. O Corinthians Paulista, que já era nacional desde a década de 20, se internacionalizava³.

E neste Torneio Rio-S.Paulo de 1950, o Coringão venceu nada menos que a base da Seleção Brasileira da Copa de 50. Era o consagrado Expresso da Vitória, do bacalhau carioca.
E de virada, como reza a Tradição Corinthiana, e como se acostumou a vencer esta mesma base nos anos seguintes, mais que nunca na História Corinthiana.
O Rio-S.Paulo era o campeonato mais nacional possível. Foram jogados 7 jogos, com 5 vitórias, um empate e uma derrota.
O jogo contra o Vasco foi realizado na 5ª rodada e foi emblemático, pois manteria o carioca como Vice até o fim do certame. O gol da vitória foi de Baltazar, de cabeça.
O Corinthians voltava a se sagrar campeão nacional após aquele "Campeão dos Campeões" de 1942, contra o mesmo Vasco da Gama.

E, se vencíamos a base da Seleção, aquela do Maracanazo, em junho de 51 vencíamos a base da seleção uruguaia.
No estádio Centenário de Montevideo o Corinthians Paulista representou o Brasil de verdade e aplicou um 4 a 1 sobre aqueles que derrotaram a base do Expresso da Vitória...

Carbone já havia chegado na centro-esquerda da linha de ataque, bem como Homero e Rosalém, formando a zaga. Nelsinho revezava com Colombo a ponta-esquerda, com Baltazar sempre de centro-avante, com Claudio e Luizinho pela direita, e Julião, Touguinha e Idário na linha média. Com Cabeção no gol. Naquele ano chega também Gilmar.

Trindade, o presidente que personificava o Clube, um grande orador, que conhecia como ninguém as aspirações do Povo.
Ainda que usasse isto em benefício político (e conseguiu muito benefício com isto, de fato), da mesma forma como usou a política em seu benefício no Clube, jamais essa forma de usar e saber lidar com o poder e com o Povo foi mesquinha, como costumamos a observar nos políticos.
O Presidente Trindade lutava, com a palavra e com a alma, pelo Corinthians.
E reavivou também a Tradição do charuto na Torcida, junto com o saudoso símbolo da torcida, o Chico Mendes.

Em janeiro de 1952 o Coringão conquistava o Paulistão de 51, com uma goleada sobre o Guarani de Campinas, por 4 a 0.
Com três rodadas de antecedência o Corinthians selava, após 10 anos de espera, devoção e muito amor, mais um título paulista.

A Molecada fazia História. Pela primeira vez no profissionalismo brasileiro uma linha de ataque ultrapassava a marca de 100 gols em um campeonato!
Cláudio, Luizinho, Baltazar, Carbone e Mário fizeram 103 gols em 30 jogos, uma média de 3,43 gols por partida.
O artilheiro de 1951? Carbone, com 30 golaços, segundo os ancestrais...

A História Continua...

*******
NOTAS

¹ O leitor notará que ao ler o texto de Citadini, haverá uma grande contradição de datas com relação a este texto. Aqui seguimos as indicações de Celso Unzelte. Touguinha era médio-esquerdo.

² Quem estiver lendo este texto certamente irá estranhar essa assertiva, que lhe parecerá um tanto quanto "irreal", mas não é nem um pouco. Explico.
O Rei do Futebol foi Pelé, e a isto não há qualquer contestação plausível. Pelé começou sua carreira na esteira do próprio Pequeno Polegar, e comemorou todos os campeonatos conquistados, nessa época, por este pequeno grande Ídolo. Sim, o menino Edson cresceu Corinthiano.
Mas Pelé foi um pouco mais que simplesmente um jogador de Futebol. Ele foi um Atleta completo. Se resolve na vida ter sido um maratonista, por exemplo, teria batido recordes e mais recordes. Tivesse resolvido ser jogador de basquete, seria o Rei do Basquete. Por isso é a coisa mais injusta se referir a qualquer jogador comparando-o a Pelé. De Eras em Eras a humanidade vê surgir um Atleta perfeito. E Pelé, por causa de seu pai, de Luizinho, do Corinthians e de seu próprio mundo, veio a ser o Rei do Futebol. Com toda justiça.
Está, porém, de fora deste rol de "simples" jogadores que jamais poderiam disputar qualquer modalidade esportiva, como poderia o Pelé. Nenhum, além de Pelé, é Atleta perfeito.
Luizinho, por exemplo, foi bem maior que Rivellino, que era o segundo maior boleiro enquanto Pelé jogou. Luizinho foi também maior que o próprio Maradona. Ele foi o Mestre de todos estes.
Ocorre que aqueles que não querem ver o Time do Povo em seu lugar de direito, o Pequeno Polegar é considerado "um pouco mais que encrenqueiro", compreende?
Essa coisa de dar chapéu com a jogada já paralisada, ele já fazia. E deixava a anticorintianada mordidinha.
A imprensa de sua época o execrava por estas "peraltices", coisas que qualquer um - desde que não fosse Corinthiano - poderia fazer, e ainda ser agraciado.


³ A prova inconteste disso não será encontrada em livros, pois eles ainda são produzidos atendendo às vontades anticorintianas. Será encontrada entre os Corinthianos, tal prova. Alexandre Papasergio, no www.loucosporti.com.br nos traz o seguinte depoimento, muito mais que importantíssimo, e auto-explicativo, tanto deste quanto do próximo capítulo:

"Quando eu era pequeno (aliás não preciso falar que nasci corinthiano), eu adorava comprar revistas com histórias e feitos do Corinthians e de sua torcida. Certo dia, conversando com o meu avô Antônio, fui perguntar pra ele o porquê de o Corinthians ter vencido tudo em 1951, 1952 e 1954, e não constar nenhum título em 1953. Ele me respondeu que em 1953, o Corinthians passou praticamente metade do ano na Europa, e que havia massacrado todo mundo por lá. Eu não acreditei muito na época em que ele me falou isso, pois os programas de esporte jamais haviam tecido algum comentário sobre aquele feito. Já havia ouvido falar da Taça Rio vencida pelos inimigos verdes, do famoso Santos (que aliás só existe até hoje graças àquele time da década de 60), até de um suposto torneio com caracteres de Mundial vencido pelo Fluminense, mas de o Corinthians ter massacrado inúmeros times na Europa, nunca vi jornalista nenhum comentar.
Passaram-se alguns anos e com a idade, naturalmente aumentou também o meu Corinthianismo.
Um dos inúmeros livros a respeito do Corinthians que eu li, foi o almanaque do Timão (livro que pertence ao meu irmão Carlos, que por sinal é Corinthianíssimo graças a Deus). Vi feitos maravilhosos, como a difícil vitória por 4 x 3 em cima do Boca junior's em pleno La Bombonera na década de 60 (que também nunca vi nenhum jornalista comentar) ou então os 11 x 0 em cima do Santos Futebol Clube em plena Vila belmiro na década de 20, além de observar os incríveis relatos de grandes deslocamentos de pessoas em trens para ver o Corinthians jogar onde quer que fosse já na década de 30 (época em que conquistamos nosso terceiro tri-campeonato estadual). Mas quando me deparei com os jogos de 1953, não pude conter as lágrimas... O Corinthians, que era o atual Bi-campeão (51/52) do Torneio Rio-São paulo (e pra quem entende pelo menos um pouco de futebol sabe que este era o maior campeonato que se disputava no Brasil) foi convidado a uma excursão pela Europa e simplesmente venceu praticamente todos os jogos que teve, com exceção do primeiro. Venceu equipes como a Lazio, Internazionalle, Real madrid, Barcelona, Galatasaray, Fenerbach, Torino, Borussia Dortmund, entre outras equipes, sem contar com vitórias sobre seleções da Turquia, Finlândia, etc.
Voltou para o Brasil com o título de Bola de Ouro do futebol Brasileiro. Nunca ouvi ninguém da imprensa falar sobre isso. Conquistou ainda, naquele ano, o título da pequena taça do Mundo disputada na Venezuela. Deste, já ouvi alguns jornalistas comentarem.
Mas emoção mesmo, eu e meu irmão iríamos sentir em 2006, quando em uma viagem ao Sul da Itália para conhecermos a família de nosso pai, em meio a uma torrencial discussão sobre futebol, ouvi os italianos dizerem coisas sobre Juventus de Turim, Santos de Pelé, Milan de Berluskoni, São Paulo de Raí, Internazionale de 66, Roma de Falcão e Flamengo de Zico. Frustrado, tentei saber se alguém não tinha nada pra dizer a respeito de Corinthians. Meu primo "Mimmo" ,sorrindo, perguntou se nós estávamos preparados para perder o Carlitos Tevez para algum time da Europa. Seu pai, o "Pinno", comentou algo sobre o campeonato mundial da FIFA conquistado pelo alvinegro em 2000. Mas foi um tal de Sr Vincenzo, amigo da família, que fez eu entender o que é de fato o Corinthians no cenário mundial, pois ele tomou a fala e disse com essas palavras:
- O Corinthians é um time que veio para a Europa no começo dos anos 50 e mexeu com o brio do continente. Eles tinham um "nerone" (negão, referindo-se a Baltazar) que cabeceava mais forte do que um chute. Tinham um bigodudo (Cláudio) que cruzava a bola com uma perfeição que eu só vi o Puskas (jogador da Hungria) fazer igual. Tinham um baixinho (Luizinho) que driblava feito um diabo. Que time! Eu fui assistí-los jogar contra a Lazio. Sinceramente... time igual àquele, só a Itália de 38. Por causa do ego europeu ferido que eles deixaram por aqui, times como Real Madrid e alguns da Inglaterra começaram a idealizar um torneio em que o campeão da Europa enfrentasse o campeão da América (veja o que o cara nos falou!!!).
Ao ver o alvorosso que o Sr Vincenzo, um juventino fanático, causou com aquela declaração, eu só tentava limpar minhas lágrimas, mas elas não pararam mesmo de rolar, quando ele finalizou com a seguinte informação:
- Anos depois, fui assistir a um jogo entre Milan e Santos onde diziam que valia pelo Mundial e reconheci de pronto o goleiro da equipe brasileira (Gilmar), pois era o mesmo que defendia o Corinthians anos antes. O Santos era formidável (disse ele), mas percebi que não trazia tanta paixão como o Corinthians.
Quando ele finalizou, concretizou-se uma forte discussão entre nós (eu e meu irmão) Corinthianos, e eles que eram quase dez pessoas que apesar de calabreses eram apaixonados pela Juventus de Turim. A discussão finalizou, quando através da internet, mostrei-lhes uma fotografia tirada de um helicóptero que mostrava o Morumbi com cerca de 146 mil corinthianos em 1977 e um deles concluiu:
-É!... Una Tifo incredibile ( Uma torcida inacreditável)".

domingo, 7 de março de 2010

Jogou o CORINTHIANS

Fomos claramente "desfavorecidos", ainda que o comentarista imbecil teime em ser serviçal de abutre. Tivemos muito mais volume de jogo, e a abutraiada vai dizer que o Dente "salvou o jogo". Ganhamos como se fosse na Várzea do Carmo, em 1910, sendo roubados pelo canalha do apito. Um dos nossos até SANGROU. Tomou ponto na testa, lavado com água mineral da garrafinha - isto não teria na Várzea; mas a roubalheira sim. Não cito, ainda, os pênaltis que aconteceram e que o apito fez pouca questão de ver.
Vencemos com a tradicionalíssima Vitória por 1 a 0, isso que importa para o Mundo.
Gol de cabeça, em cruzamento de esquerda (na ponta direita) de Jorge, do moleque que é baixinho mas é Corinthiano de berço.
O importante foi que TODOS jogaram. Todos pensaram no CORINTHIANS e jogaram bola. A abutraiada entrou em choque. Pela arbitragem estava tudo acertado; façam falta nos Corinthianos que não haverá qualquer problema.
Nada disso foi barreira. JOGOU O CORINTHIANS.
Jogou bola.
AQUI É CORINTHIANS!!!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Empatezinho

Não, hoje o Corinthians não jogou bem, mesmo. Jogou como vem jogado, a não ser durante meia hora, na quarta da semana passada. Foi um 'hiato', aquilo. Fato é que alguns correm, alguns tentam, alguns até pensam. E até Raça pôde ser vista, em jogadas bastante ocasionais. Mas há um jogo sem qualquer jogada treinada, sem uma tática definida. É isso que encafifa.
A abutraiada deita e rola. E Mano Menezes vai ter que segurar a bronca.
É verdade que os canalhas da bandeira e do apito "não viram" a mão, ali na nossa frente, no segundo tempo. E que, mesmo que o adversário bata, espanque, até dê facadas sem tomar qualquer cartão, o Corinthians até possa, às vezes, por jogar em casa, revidar de leve. Mas quando a Fiel encafifa, caríssimo Mano, a coisa 'conturba'. Há que se desatar nós, portanto.

O que fazer agora? Seguir jogando, mas ir treinado para o jogo.
Dali do alto da mesma visão que tem você, o bandeirinha, o Gordo, o Jorge, o Felipe, e todos os adversários, vejo que não há um cruzamento, não há uma tabela, não há uma ligação definida entre o meio de campo e o resto do time.
O gol, belíssimo, foi um ato de vontade, muito mais que um ato "de jogo".
Até porque tomar um gol de empate no Pacaembu mostra que o jogo do Corinthians está, por assim dizer, defasado. O adversário pode até sonhar que poderia ter virado o placar. Mas é muito mais culpa do Time do Corinthians que por culpa do adversário de ser ruim, e isso é um elogio (se não entendeu, releia).
Que é preciso mais, Ronaldinho também não duvida. Nem Dente, nem Jucilei duvidam. Mas a bolinha terá de crescer. Vão começar a dizer por aí que os jogadores não estão jogando nada e cada vez mais a resposta terá de vir do campo.
O apoio será sempre irrestrito ao GRANDE CORINTHIANS, e a abutraiada cisma em arrotar que "vaias se consolidaram". Havia corneteiro, e desavisado a gritar "gol" antes da hora - portanto "zicas se consolidaram". Mas só.
A Fiel Torcida não parou, ainda mais no final do jogo, quando cantou de verdade. Justamente neste mesmo momento em que a anticorintiania doentia da abutraiada arrota que "vaias se consolidaram"...
A Fiel não vai a campo pra brincar, abutraiada. E vocês não gostam disso, bem sabemos. Não há necessidade, porém, de mentir e pôr um viés irreal a uma irrisória reportagem qualquer. Estávamos lá, e havia mais de dez mil pessoas. E não houve "vaia", muito menos "consolidada".
Mais sobre Futebol diremos, quando virmos.

Deste horário nefasto há que se ressaltar, em primeiro lugar, e desculpem o termo se ele desagradar, que é escroto. Escrotíssimo, para ser mais real e enfático. Que isso não se faz com os cidadãos. Que isso é extremamente imoral. E que essa putaria nunca mais se repita (irá se repetir, sabemos todos, e iremos só ver?) .
Pessoas ficaram até mais da metade do segundo tempo NA FILA, pra comprar ingresso.
Venha agora a abutraiada criticar o FIEL TORCEDOR...
Três guichês apenas, e uma organização de diretoria que pensa muito pequeno. Poderíamos ter umas treze mil, hoje. Chutando baixo.
Mesmo em um horário escroto. E se todos tivessem o FIEL TORCEDOR, e fossem a jogos em horários apropriados, chegaríamos facilmente à lotação máxima do Pacaembu, pelo menos...
Compreendem, senhores da diretoria - e abutres?
Quem entrou no segundo tempo dizia que uma multidão havia desistido de comprar. Aos 35 do segundo tempo, para quê comprar o ingresso?
E por que não liberar a catraca para esse povo, que estava ali também com os tais dos direitos do consumidor entalados?
Cambista deve ter feito a festa...
O câncer não reclama, pois deve ter vendido a transmissão para os europeus a peso de carniça classe A.
Enquanto isso, na Paraíba, uma afronta aos direitos humanos impede o cabra de chamar o juiz de filho de quenga.
Imagina se isso é importado aqui na paulicéia desvairada da "modernidade"?
Chamar o batalhão de choque fardado de "cabeça de pinico de bambi filho da puta" vai dar cadeia. Mesmo que as listrinhas coloridas do poder público corrompido sejam emblemas das duas, digamos, "coisas".
Que carniça deliciosa, hein, abutraiada?

Seguiremos COMPRANDO nossos ingressos.
Não há o que nos faça desistir de apoiar, e por isso mesmo há a cobrança. Tem que ter mais CORINTHIANISMO, em tudo.
Futebol não é "recreação", muito menos o CORINTHIANS.
E este é o ano mais importante do Futebol, pois o CORINTHIANS faz UM SÉCULO de Gloriosa História.
À LUTA, FIEL!

AQUI É CORINTHIANS!!!

terça-feira, 2 de março de 2010

Ao Rubinato - parte II

(Leia a primeira parte)

É imensa a capacidade de João Rubinato expressar, sob o viés genuinamente popular, tudo o que é essa sociedade corrompida pela luta de classes e pelo elitismo.
Nos faz questionar, por isso mesmo, tudo o que seja contra o Povo.

Está longe de importar a tal da contingência material.
Não importa o aspecto da pobreza material por si só, importa sim como essa pobreza (ou a riqueza material, dá no mesmo) é vivida, cantada e feita em poesia.
Tudo porque a ética e a moral não são contingentes. Não dependem da oportunidade, nem do oportunismo.
Quando sujeito se refere "aos pobres", está erroneamente chafurdando a própria ética a algo sem valor. O mesmo ocorre quando há ostentação à riqueza. O ponto é o mesmo.

Adoniran Barbosa, que era o Palhaço sambista de João Rubinato, expressava-se livremente sob estes termos.
Rubinato fez de tudo para garantir sua sobrevivência, disso vinha a propriedade na linguagem e na inspiração para a obra artística.
Trabalhou de entregador de marmitas, engraxate, mascate, de forma que tudo o que está sendo cantado a seguir, foi necessariamente visto e vivenciado, de alguma forma, pelo autor. Que é, diga-se de passagem, um Gênio naquilo que era sua vocação: ser Artista.



Não reclama
Contra o temporal
Que derrubou seu barracão
Não reclama, güenta a mão João
Com o Cibide aconteceu coisa pior

Não reclama
Pois a chuva só levou a sua cama
Não reclama, güenta a mão João
Que amanhã tu levanta
um barracão muito melhor

Com o Cibide, coitado
Não te contei
Tinha muita coisa mais no barracão

A enxurrada levou seus tamancos e um lampião
E um par de meias que era de muita estimação
O Cibide tá que tá dando dó na gente
Anda por aí com uma mão atrás e outra na frente


O mote desta música tem tudo a ver com aquele verso da Saudosa Maloca; "Deus dá o frio conforme o cobertor...".
Segura a onda, fulano, que perto de uns e outros, sua situação não tá ruim.
Isso vale para todos em qualquer ocasião da vida. Ali na obra do artista está na relativização da pobreza material, mas no pano de fundo está a riqueza da Alma, a poesia da vida. É isto que canta o Rubinato. É disso que ele está falando em toda sua vasta e maravilhosa obra.

Apenas a poesia da vida nos fará suportar situações de extrema injustiça.
Mas esta injustiça não pode ser o temporal. Tem que ser uma injustiça social.
Em sã consciência, um cidadão não pode querer a miséria de outro cidadão, a menos que lhe sobre a miséria da alma.

Em sociedade - e isto é prerrogativa dela mesmo - somos todos "iguais".

É bastante difícil para uns e outros, que ou "nasceram em berço de ouro" ou acham que nasceram, aceitar a igualdade.
Vem disto a faceta mais podre de nossa sociedade, pois ela se mascara na hipocrisia e no falso moralismo.
Se vê, no piedoso julgamento que faz de si, como sendo não-racista, por exemplo, mas não se sentanso ao lado de um negro. Muito menos num ônibus, por exemplo - pois o pobre brasileiro incorporou esta mentalidade.
Mas tudo isso se nota quando se está nas ruas, vivenciando este mundo. O Rubinato faz outra coisa.
Ele vai na faceta que o povo vê de si mesmo, e escancara.
Vejamos:



Quando o oficial de justiça chegou
Lá na favela
E, contra seu desejo, entregou pra seu narciso
Um aviso, uma ordem de despejo
Assinada, seu doutor!
Assim dizia a petição:
"Dentro de dez dias quero a favela vazia
e os barracos todos no chão"...

É uma ordem superior,
Ô, meu senhor,
é uma ordem superior

Não tem nada não, seu doutor,
não tem nada não...
Amanhã mesmo vou deixar meu barracão

Não tem nada não, seu doutor,
Vou sair daqui
pra não ouvir o ronco do trator

...Pra mim não tem problema
em qualquer canto me arrumo,
de qualquer jeito me ajeito

Depois o que eu tenho é tão pouco
minha mudança é tão pequena,
que cabe no bolso de trás

Mas essa gente aí, hein?
Como é que faz?


O oficial de justiça entregou o aviso contra seu desejo.
É nisto que se constrói a narrativa. É isto que dá a deixa para Seu Narciso expressar sua queixa, e aqui a voz narrativa passa a ser dele.
E ele diz que "amanhã mesmo" deixará o barracão.
Mas eis que surge uma outra voz, que começa a dizer "pra mim não tem problema". É o tal do Adoniran, meio que anônimo, imperceptível, que chega falando.
"Mas essa gente aí, como é que faz?" vira o côro do Despejo na Favela. E quem começou foi o tal do Adoniran, o palhaço do Rubinato.

Ele escancara a questão toda. O que fazer com essa iniqüidade gerada pela injustiça social?
Até ridiculariza um certo "conformismo", típico dos extratos mais "confortáveis" da sociedade.
"Pra mim não tem problema"... Ele está tirando sarro! A essa altura, e o Rubinato me tira um sarro desses?...
O problema é de todo mundo, compreende? Por isso mesmo, em seguida, trata de nos lembrar que ele é "só" um palhaço. Ele tem a si, apenas, e portanto é nada mais que pura expressão.
Tudo aquilo que tem é tão pouco, que leva no bolso de trás. Mas essa gente aí, hein? Como é que faz?

Um momento de aflição máxima, além do temporal e da enxurrada, é o fogo.
Rubinato canta o incêndio, também. É no fogo que ele coloca também um caso de amor.
Encerremos com esta "simples" musiquinha... Coisa de Gênio.
Foi a única referência que encontrei no youtube. Mas está muito bem cantada.



Barracão pegou fogo
nóis fiquemo sem lar
Isabé saiu gritando
"onde nóis vai morá?"

Abracei a Isabé
que chorava sem pará
enxuguei suas lágrima
vendo o barraco queimá

Só Deus sabe a minha dor
Quanto eu sofri

Em ver o fogo destruí, e consumí
o barraco onde nóis foi feliz

Isabé vive a perguntá
onde é que nóis vai morá

(falado)Paciênça Isabé,
Nóis vai pra casa da minha véia...


"Só Deus sabe a minha dor". Expressão fortíssima de um coração aflito. "Enxuguei suas lágrima" expressa o amor, a aflição conjunta. Coisa de Gênio.

Parece que Isabé não vai ser arrastada para a casa da sogra, não? Se eles foram felizes no barracão, quando ela pergunta "onde nóis vai morar?" quer saber é quando vai ficar pronto o barracão. Não a casa da sogra.
Ou Isabé viverá perguntando, ou vai embora da casa da sogra.

segunda-feira, 1 de março de 2010

O circo do apito

Podemos até dizer que o Corinthians jogou mal ontem.
Que Jorge esteve irreconhecível. Que a defesa falhou quando não poderia ter falhado. Que se Dente acerta uma bicicleta ainda no primeiro tempo (não haviam arrumado as expulsões ainda, e o Coringão teria o placar a seu favor o resto do jogo), ou ainda, que se o Tcheco faz o gol debaixo da trave, tendo acertado o travessão, numa quase "injustiça" dos deuses da Bola, tudo seria outra coisa.

Tudo isto seria do jogo. Seriam coisas do Futebol.
O Futebol é assim.
Não tem o que fazer com o que é do Futebol, a não ser discorrer, louvar ou lamentar.

Mas aqui devemos falar sobre o que não é do jogo, pois ontem não aconteceu um jogo de Futebol.
Aconteceu um circo de quem tem o apito.
E Futebol não pode ser circo, como foi ontem.

O que não é "do jogo", "do Futebol", é justamente esse apito ladrão e canalha.
Mas ser Corinthiano é saber perder roubado, cada vez mais.

Não é de hoje, nem de ontem, é coisa que vem desde que a anticorintianada se viu sendo sobrepujada pelo CLUBE DO POVO, em uma tarde de março de 1913, no antigo Velódromo.
O Corinthians é sistematicamente roubado, como foi nesta tarde de domingo, naquele pardieiro.

Não é necessário discorrer acerca da complacência da abutraiada. E de como essa gentalha se regozija com um simples revés em fase classificatória - ROUBADO, frise-se - do CLUBE DO POVO. Não entendem que isso apenas fortalece?
Somos como a massa do pão. Quanto mais bate, mais crescemos.

Enfim, a roubalheira foi do princípio ao fim do jogo.

Vejamos.
Começa a partida, e de saída uma paulistinha no Gordo, punível com no mínimo um amarelo, sem qualquer "esforço de interpretação".
Uma bandidagem antidesportiva. O canalha do apito já mostrava a que havia vindo.

Enquanto isso, só a FIEL cantava naquele pardieiro. As sereias lá não sabem cantar...

Felipe faz a primeira grande defesa no jogo, e sofre falta desleal de ataque. Hoje vejo que a bambizada marinha chiou que "apanharam". Vejam o jogo novamente.
Aos 4:45, aproximadamente, a roubalheira se consolida, com um pênalti mandrake inventado, comprado; era o circo do apito.

Fosse esse pênalti roubado para o Corinthians, o mundo cairia.
Mas os dois pesos e duas medidas, tanto do apito quanto da abutraiada, bem como da anticorintianada de merda, se revelam nesse lance e em tantos outros. Era apenas o começo da roubalheira.

Felipe defende heroicamente, de mão trocada.

Aos 9, inventa-se uma falta inexistente de Tcheco. Aos 11, nova falta inventada de Willian.
Enquanto isso, as faltas - reais, verdadeiras - das sereias não eram marcadas. Outra falta desleal no Gordo, e nenhum cartão. Seria outro cartão, mas o peso e a medida para o adversário do Corinthians é diferente do peso e da medida para o Corinthians, como veríamos ao longo de toda partida - não apenas nesse lance.
Cadê o cartão, canalha do apito?

Falta em Dente. Outra falta desleal. As sereias reclamaram que "apanharam"? Ora, revejam o que fizeram, bando de hipócrita.
Três em cima de Dente, mas o canalha do apito, organizador do circo do apito, dá falta de Dente. Como isso? Ora, a anticorintianada é capaz de qualquer coisa.

Aos 25, mais uma falta desleal em Jorge.
O canalha do apito? Não marca. Mas marca uma falta inexistente no minuto seguinte, para a pequena sereia. Inventa um escanteio para as sereias aos 29.
Aos 30, o bambi marinho simula uma falta inexistente, prova de que são dois pesos e duas medidas; ele não amarelou o viadinho.

O Gordo saia livre para o gol, aos 31, mas o canalha salva a bambizada marinha, anulando com o apito a jogada.
Que puta roubalheira!
No minuto seguinte a pequena sereia faz o gol. A prova de que os Corinthianos são leais é que a bonequinha não apanhou. Era para ter tomado uma solada no calcanhar, antes de virar e chutar.
Como já dissémos, a zaga vacilou. Faltou o foco que faltou também na quarta passada. Coisas do Futebol.

A injustiça premiada desanima os justos.
Mas não serve de justificativa, senão para virar o jogo. Mas o circo do apito estava empenhado para apenas prejudicar o Corinthians, como se veria no segundo tempo.

Alessandro e Ralf, que foram identificados como aqueles que falharam no único lance do adversário dentro das regras do futebol, único lance direito, são substituídos por Moacir e Jucilei.
E logo no começo do jogo, Moacir faz exatamente o que as bonecas fazem.
Tal é a diferença de medida para o Corinthians, que ao contrário das bonecas, Moacir toma cartão.
Por fazer exatamente o que fazem as bixas da praia!

Não se pode encostar nas bonecas, que elas caem. Simulam. E ganham, do circo do apito, as faltas. E vão minando a paciência Corinthiana.

É roubalheira demais. Aos 8, inventa nova falta. Um escândalo. A falta foi em Dente, E NA ÁREA. E ainda tivemos outra falta na área do adversário, que o circo do apito "ignorou".
Foi justamente essa "ignorada" que proporcionou o contra-ataque para o segundo gol. Segunda premiação da injustiça.
Parabéns, apito amigo das sereias! O circo surtia efeito.

Em jogada de Gordo, Dente empata aos 23. Mas aos 29, nova falta inventada. O circo estava armado, e o Corinthians jogava contra tudo e contra todos.
Moacir é expulso pelo canalha da bandeira, pois o apito já estava com vergonha de roubar tanto.
Aos 28, pênalti em RC6.
O que faz o apito?...

Só no mundo cor-de-rosa da anticorintianada de merda o cara que sofre pênalti pode ser expulso.
RC6 não jogou nada, como não jogou também nos jogos passados.
Mas expulsá-lo foi uma temeridade. Fosse o adversário do Corinthians (qualquer adversário, basta ser adversário do Corinthians para que isso se dê), o campeonato sofreria uma intervenção, tamanho foi o escândalo, abafado pela abutraiada.
Mas tenho um termômetro particular; quando a minha Mãezinha diz que o Corinthians foi roubado (e o amigo que acompanha este Mosqueteiro sabe muito bem como sou), então é porque foi roubado realmente, como de fato foi.

Aos 30 a boneca, que já estava amarelada, faz nova falta desleal. Fosse jogador do Corinthians, estaria sendo expulso, mas no circo do apito, as medidas são diferentes para um e outro, e a injustiça corre solta. Roubalheira sem fim.

38, Gordo tenta. 40, travessão de Tcheco, era a jogada do jogo.
Coringão tentava, aos trancos e barrancos, e as bonecas faziam firulinha, achando que o mundo acabaria com o apito final. O mundo não acabou, gentalha anticorintiana de merda.

Aos 45, mão da boneca, mas o apito a resguarda nesse cirquinho.
É só roubando pra ganhar do Corinthians!
É só isso que vocês têm, anticorintianada de merda?
Com isso "tudo", poderíamos ter empatado - coisas do Futebol.
Ontem o Futebol perdeu, também. Para o circo da roubalheira...

Fomos roubados, de uma forma nunca antes vista por qualquer time que jogue naquele pardieiro.
A anticorintianada se regozija, pois lhe falta Alma. Que é o que sobra à gente, Família Corinthiana.
Nada como um dia após o outro.
Queremos ver o circo pegar fogo.

AQUI É CORINTHIANS!!!