terça-feira, 20 de setembro de 2011

Cartas marcadas

Sobre mais essa derrota no Pacaembu, pouco temos a acrescentar. Dizíamos que São Jorge não ajuda vagabundo, e "blá blá blá". Tem quem ache que estamos apenas cornetando. Fato é que quando a Torcida joga, o Corinthians ganha. Isso está cada vez mais raro; sinal dos tempos.

E temos a dizer, também, que chegamos a um ponto tal que o jogo das eleições no Clube já começa a ser jogado. A oposição se juntou num momento de alerta para a situação. Nesse jogo não existe muitas cartas marcadas, e no Corinthians às vezes não se pode ter certeza de nada. As cartas costumam mudar suas marcas durante o jogo, nestes momentos.

Se aparentemente são estes os dois assuntos principais, além do jogo de semana contra a madame (pensei que as melindro5as tinham gostado do túmulo de Barueri...), há muito mais a se dizer, como sempre haverá.
Pois nem mesmo quando é possível um diálogo, que resulta em tensa tolerância, a coisa vai bem.

E o que aconteceu foi que o moleque escutou as orientações. Expressávamos-nos dentro dos limites impostos, como se fosse um favor, é verdade. Mas quem há de negar a ordem e a segurança numa sociedade de direito?
O acordo estava feito para aquela pequeníssima manifestação. Não avançaríamos os limites devidamente impostos e tolerantemente ofertados.
Mas o moleque que não sabe ouvir orientação não prejudica a si próprio. Prejudica o coletivo.

Éramos uma dúzia, se muito. E o que poderia ter sido uma legítima manifestação – afinal do Portão 23 temos um eco monumental, que só o Templo Sagrado pode proporcionar – e de quebra uma válvula de escape para esta meia dúzia, acabou com uma simples latinha de cerveja (se é que podemos chamar aquilo de cerveja) arremessada sobre um carro que representa um mês de salário de um descompromissado qualquer.
Acabou não, porque depois veio à dispersão pela quebra dos limites impostos e tolerantemente ofertados.
Voltou a reinar o silêncio naquele eco monumental, porque já não sabemos mais aproveitar sequer as possibilidades do que nos são ofertadas para garantir nosso direito de expressão.

Triste não é só tomar borrachada por causa de moleque; os oficiais da lei cumpriram seu papel e fizeram valer o salário que ganham. Fizeram o melhor dos trabalhos; dialogaram e dispersaram. Confiaram até o limite, nos trataram como cidadãos que somos e que mantemos esta sociedade em funcionamento.
Mas o triste é constatar o pior dos pontos; este sim é um jogo de cartas marcadas.

Vai ter sempre alguém vindo de não sei onde pra sabotar. Sob esse escopo, a coisa é um tanto mais feia. Durante algum tempo parecia que esse inimigo oculto se travestia apenas em alienação. Mas isso é conseqüência, apenas.
Qualquer balbúrdia, abutre está a postos. O telefone é seu talher para o deleite da carniça. Mas pousou ali, naquela hora, quase sem querer querendo. É jogo de cartas marcadas. A dispersão estava a caminho. Saiu um blindado, saiu o segundo e no terceiro sobreveio o silêncio.
É quando se está com a energia baixa que a merda acontece. A mera meia dúzia (se tanto) que compareceu ali ao Portão 23 no domingo às 18h foi prova cabal e expressão própria do outro lado da moeda deste jogo de cartas marcadas. O sistema gira mais em cima, e se a numerada VIP agitou uma manifestação que fez o presidente recuar, é ainda mais sinal e imagem deste jogo de cartas marcadas. Enquanto não tiramos as nossas da manga, devemos ao menos identificar as coisas.

Vamos cobrar o treinador de rachão pelo trabalho oscilante? Vamos cobrar descompromissados na rua? Vamos cobrar a diretoria, o presidente? Sim, passou da hora. Agora, toda essa pastasciutta é causada por um elemento apenas, que caminhou lado a lado na história com a alienação – e portanto, com a abutraiada.
Tem quem agencie vagabundo pra morder o filé mignon. Eles aliciam não apenas os responsáveis legais de menores de idade. Eles não apenas jogam pôquer e estão com descompromissados na baladinha. Eles são a chave do jogo de cartas marcadas.

Futebol é público, e tudo o que é público é também político; a História do Corinthians é a maior imagem disto. Agora, Futebol virou máquina de fazer dinheiro sob a máscara do discurso “o Futebol, hoje, é muito caro”.
Todo sistema centraliza o dinheiro. O capital tem de girar a partir de uma mão só. É jogo de cartas marcadas.
Acompanha a cabeça do moleque desde quando o aliciador se aproveita da nobreza de seu guardião responsável, até quando já freqüenta o pôquer e a baladinha. Acompanha a cabeça de qualquer um através da abutraiada. E essa coisa toda perdeu os limites. Mas não perdeu os limites igual latinha arremessada ocasionalmente num veículo blindado. Toda consciência é sabotada cotidianamente.
Pois tudo o que é protestado, neste momento, é mera manutenção do sistema. Observem que tanto o treinador de rachão quanto os descompromissados são conseqüência direta deste sistema. O atual presidente se retirou da manifestação contra ele para averiguar as condições de “sua” máquina; e ele tem até um pouco de “sorte” porque essa máquina de fazer dinheiro que é o Corinthians hoje em dia não pára de gerar receita nem se perder campeonato. Tenebrosa ironia.

Quem tem a grana e faz girar a máquina, porém, não são os clubes. Nem o Corinthians nem qualquer outro clube do mundo, hoje, geram receita para si mesmo.
Quem financia o Futebol? Você acha que é você, torcedor? Não é. Nosso dinheiro não é suficiente pra fazer girar o sistema. Nós somos a parte “fraca” da corda, e seremos estourados. Estamos sendo.
O abutre caminha lado a lado com o chacal. Um embaralha as cartas e o outro distribui. E fomos nós todos quem demos a eles essa liberalidade. Eles apenas “sofisticaram” a coisa toda, durante quarenta, cinqüenta anos; o "espetáculo" agora “é caro”. E a sociedade caiu nessa ladainha feito patinho desavisado.
E não importa a diretoria, não importa o treinador, não importa se existe algum compromisso por parte de jogador. A coisa está engenhosamente articulada pelo capital, a ponto de conseguir sabotar, quase sem querer querendo, uma manifestação de meia dúzia.

Aqueles ‘velhos arcaicos’ do Corinthian Football Club, que morreram (todos) na Primeira Guerra, diziam que o dinheiro acabaria com o Futebol. Há cento e vinte anos, e isso não é lenda. Longe de terem algum viés político (na acepção plena Corinthianista) ou politiqueiro. Eram plenamente amadores. Amavam o Futebol, apenas. Exatamente o mesmo Amor dos Primeiros Corinthianos. O mesmo Ethos Corinthianista. E lá se vão cento e tantos, a coisa permanece no mesmo redemoinho. O dinheiro fez o que fez, sob a anuência incauta. E como é de sua “natureza”, articulou-se e criou sistemas. Mas o dinheiro vive pra si próprio. Tanto que o único verdadeiro tesão no Futebol, hoje, é ganhar dinheiro. Não se enganem mais com palavras descompromissadas ao vento, torcedores.

Mas também já não é mais a Torcida quem garante o funcionamento da máquina, pelo contrário. Ela hoje representa apenas um preço a ser pago para a manutenção da máquina. Um “risco assumido”, do qual se pode inclusive criar “seguros”. A máquina já está em outro funcionamento, e neste setor não existe interferência nem de torcida, nem de sócio de Clube, muito menos dos próprios clubes.
Pobres daqueles que enxergam isso tudo exatamente como abutre e chacal querem, pois esse mercado é simplesmente a sociedade inteira. A mesma sociedade que elege seus corruptos e que acha absurdo emprestar dinheiro para a construção do estádio de Itaquera, mas se cala quando o mesmo banco público empresta seis vezes mais para o oligopólio da comunicação (pra encerrarmos tudo num único exemplo e não precisarmos nos estender pela hipocrisia anticorintiana). A mediocrização abutre da concepção de Futebol é massificada. E é mero jogo de cartas marcadas.

Enquanto isso exigimos a cabeça do técnico de rachão. Até do presidente. Quiçá até do presidente da confederação...
Todos meros bodes expiatórios do sistema criado. Nós torcedores já não podemos interferir na máquina de fazer dinheiro. Só o que fazemos é promover uma manutençãozinha paliativa desta máquina, e nisto tudo o próprio dinheiro se encarrega de lucrar – nele mesmo. É jogo de cartas marcadas.
Na teoria, e na prática, capital concentrado gera apenas alguns barões e uma massa sempre espoliada. Chegamos a um paradoxo tal, onde nossa expressão é mera manutenção do sistema, que já não adianta criar movimentos contra dirigentes, técnicos ou descompromissados. O sistema rendeu o Futebol e tudo o que ele representa. De tudo o que ele representa, a melhor e maior parte é a Referência Corinthians. A abutraiada fez todo mundo crer em ladainhas que por aqui estamos sempre a desdizer. Os mesmos descompromissados fingiam jogar – é a manutenção da máquina.
A voz do torcedor, a paixão do torcedor, isso tudo já desapareceu, uma vez que já foi posta em xeque pelo sistema. Virou moda no Futebol do mundo todo.
O preço do ingresso é a paga pela manutenção do sistema, quase igual uma taxa pelo seguro. Enquanto não compreendermos a complexidade desse paradoxo, continuaremos levando borrachadas por causa de latinha de cerveja atirada sobre carro blindado. E vendo vagabundo fingir que está jogando, com displicência e sem vergonha. E vendo cada vez mais juquinhas surgirem igual tiririca.
Certo é que, quando superada essa inconsciência, sobrevirão outras coisas que não apenas borrachadas.
ACORDA, FIEL!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Quem ganha jogo é a TORCIDA

Há 101 anos atrás, havia um Galo Brigador da Várzea nesta Paulicéia. Era um clubinho pobreta ali do Bom Retiro, que incomodava.
Não só pelo Futebol que jogava. Mas pela Torcida.
Naquela época o jogador era a própria Torcida. Quem jogava no CORINTHIANS precisava manter em dia a mensalidade. Quem jogava no CORINTHIANS participava da direção do Clube.

Aos poucos o Ideal foi se concretizando. Com isso o Clube se estruturou. Não foi à toa, nem por acaso, que a tal da classe média alta já fazia parte daquela Congregação Popular. A aristocracia já estava perdendo alguns dos "seus" para aquela maluquice, para aquele bando de loucos. O Ideal de emancipação, o anseio do ser humano desde que está na Terra, se fez latente.

Nesta noite de quinta feira, dia 8 de setembro de 2011, todas aquelas Bandeiras colocadas pela Estopim mostravam o que cada Corinthian@ quer em Campo de Bataglia.
"No Corinthians joga quem sabe jogar bola, E NÃO AFINA EM DIVIDIDAS".
Este foi o Mandamento de Raphael Perrone na Primeiríssima Peneira do Sport Club Corinthians Paulista.
E isto deve ter completado 101 anos no feriado da Independência do Brasil, pois não há documentação a respeito que nos possa categorizar; mas que foi entre 7 e 8/9/1910, não há dúvida. No dia 10, pela primeira vez, o Corinthians entrou em Campo de Battaglia...

A Torcida Fiel joga. Isso até esses vagabundos de hoje entendem. É coisa tão fundamental e arquetípica que não passa batido nem por quem desrespeita o Mandamento de Raphael Perrone.

E SÃO JORGE escreve certo por linhas tortas. Viramos o jogo em nossa casa, como se fosse no próprio Campo do Lenheiro. Jogando mal, apesar de toda a numerologia que a abutraiada possa querer criar. Contra arbitragem tendenciosa, que poupou o adversário meigo de cartões (e disso ninguém vai falar nada, não é?). Mas porque, como diz o DOUTOR SÓCRATES, "O time do CORINTHIANS não ganha jogo, quem ganha jogo é a TORCIDA".

E para me explicar, como se precisasse, devo dizer que esse bando de bunda mole, sob o comando de um cagalhão, não jogou nada; são as mesmas falhas de um time que só treina rachão (e vejam, as peneiras do CORINTHIANS há um século eram mais eficientes), o mesmo gol tomado todo jogo (coisa de quem não treina em cima de erro), a mesma tática praticamente nula aplicada em campo. Quem viu, viu.

O que impressiona, de fato, é o Espírito Corinthiano que se faz presente, sob a Benção de São Jorge.
Pois os gols de Liedson não só se vingaram de um mau-caráter, como nos deram uma vitória de virada, ALLA CORINTHIANS.

Só o CORINTHIANS pra fazer um time desse ganhar jogo.
Podem me chamar de corneteiro, por causa desse time que é "líder" e estou cá a criticar.
Podem me chamar do que for. Mas uma coisa não pode ser negada. Apenas a Sobrenatural Congregação Popular poderia fazer o que foi feito nesta noite de 8 de setembro de 2011 no Templo Sagrado do Pacaembu. Quem entender isso, entenderá também que o resto é chorumela.

Como, por exemplo, o que se escuta falar de vagabundo que talvez nem saiba a que veio. Tumulto? Tá receoso com tumulto, e veio pro CORINTHIANS?

Repetindo tudo o que esse blogue já disse anteriormente sobre este estado atual das coisas, foi um Jogo Épico, com as Bençãos de São Jorge.
Por causa Dele, que escreve sempre certo.
E nesse futebolzinho que se joga hoje em dia, em que vagabundo tenta fazer jus ao salário milionário que recebe, exatamente como há 101 anos atrás, QUANDO O CORINTHIANS É CORINTHIANS, ninguém segura.
E SÃO JORGE ajuda sempre que a Vontade transparece.

Daí que temos que começar a refletir direito sobre esse modorrento pontos corridos que "veio pra ficar". São 19 Finalíssimas. E ganhamos as três primeiras Finais, faltam dezesseis. Os "segundos jogos das Finais" já estão em curso. Domingo agora tem mais.

VAI CORINTHIANS!!!

VIVA O CORINTHIANS NOSSO DE CADA DIA!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

VIVA O NOSSO CORINTHIANS!

O CORINTHIANS é o mais genuíno estandarte do Povo.
Esta bandeira é eterna, e vai para além da eternidade. Foi criada por mãos ásperas, calejadas de labuta, e ornamentada com o sangue, o suor e a ALMA de nós todos.
O CORINTHIANS SOMOS NÓS!!!

Para defender essa bandeira, sujeito tem que ser guerreiro. Isto é uma Causa de Vida. E como nada é por acaso nessa História que hoje completa, oficialmente, CENTO E UM anos de eternidade, O PADROEIRO GUERREIRO, SÃO JORGE, convocou essa Confraria de Loucos sonhadores, utópicos e valentes.
O Santo Guerreiro nos acolheu. E a Égregora nos abençoou. Ontem, hoje e sempre.

O CORINTHIANISMO é a manifestação palpável do anseio popular por emancipação, cravou o Mestre Diaféria com extrema sabedoria.
Depois de sua luta diária de Existência (desde 1910) o mundo se viu definitivamente moldado por ele. Não é por acaso, pois nada é por acaso no CORINTHIANS, que nós amamos o CORINTHIANS, tanto quanto não é por acaso que existam tantos se recalcando num suposto "odiozinho". Pois o CORINTHIANS é a REFERÊNCIA, e depois de sua Existência, o mundo passou a depender dessa manifestação palpável do anseio popular por emancipação.
O CORINTHIANS É A NOSSA VOZ!
E aqueles que não tem voz se escandalizam com essa poderosa voz que nós temos.
Assim que é, há 101 anos.

Estes senhores, GÊNIOS DO POVO, há 101 anos atrás, não poderiam imaginar a NAÇÃO que estavam concretizando. Não poderiam cogitar o alcance desta VOZ poderosíssima. Para eles, aquilo tudo era sonho, Utopia, pura e incondicional vontade; "sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto, é realidade", diria o Profeta Maluco Beleza. Estes Gênios, hoje vendo tudo de um plano celestial, se orgulham e se emocionam, exatamente como nós neste momento, ao pensar em tudo o que é CORINTHIANS. Tudo o que criaram. Os princípios que Fundaram, de acordo com a Eternidade.
São eles os Gênios que concretizaram a Tradição que, na Raça, fazendo das tripas coração, foi alçada a seu lugar de direito e por missão, se fez a VOZ de nosso povo.
Estes Senhores não estavam de brincadeira quando posaram para esta foto. Podiam até não cogitar a dimensão do que estavam concretizando, mas pelos princípios que teceram este estandarte, sabiam muito bem onde queriam chegar. E chegaram. Com uma rapidez espantosa para aqueles que não tem olhos para verem, nem cabeça pra pensar. Se há algo que não causa estranheza a um Corinthiano, é a rapidez com que o CORINTHIANS revolucionou seu mundo e se fez Referência.
O IDEAL é Eterno, o Ideal é o CORINTHIANISMO.
Havia muito mais gente, evidentemente, pois o CORINTHIANS é o Sonho realizado daquelas dezenas, em 1910, que nos meses seguintes já passou a ser centenas, e milhares, e milhões, através destes cento e um anos. Segue sendo a Revolução Permanente, e se tomarmos o ano de 1915 como exemplo, veremos quão poderosa é essa VOZ.

Mas nada vai conseguir descrever, nem os mais sábios conseguirão descobrir, que Paixão é essa que nós temos, Eternamente, dentro dos nossos Corações.
Se a Luta Diária da vida é algo apaixonante e intrigante, é no caso do CORINTHIANS que vemos a intensidade da emancipação popular se concretizar como vitória perene nesta Luta. Os temerosos e recalcados fizeram tudo e qualquer coisa para boicotar, em cada dia destes cento e um anos, essa Força chamada CORINTHIANISMO.
O que não perceberam, porém, é que a Referência se faz necessária até naquilo que, com ressalvas, podemos chamar de "antítese". Depois do CORINTHIANS nada mais foi o mesmo no mundo, e a anticorintianada recalcada seguirá participando do CORINTHIANISMO; estarão sempre à sombra do Gigante. Há 101 anos estão. A anticorintianada também é parte dessa História, portanto, e devemos parabenizar essa gente por suportar o próprio recalque por tanto tempo.

Todo dia é Dia do Corinthians. O marco de mais um ciclo nos serve para comemorar, mas sobretudo refletir o que é CORINTHIANS.
Somos milícia desarmada. Nossa arma é nossa VOZ. E na Companhia de Jorge é preciso matar um dragão por dia. Portanto, viva o CORINTHIANS nosso de cada dia!

PARABÉNS, FIEL TORCIDA!!!
O CORINTHIANS SOMOS NÓS!
OBRIGADO CORINTHIANS, por me permitir fazer parte desta Nação.

TEU PASSADO É UMA BANDEIRA
A partir da esquerda acima; 1) Anselmo Correa, 2) Alfredo Schürig (o que prova que ele estava nos primórdios do Clube, e não chegou depois, como ficou na História), 3) Felipe Valente, 4) Raphael Perrone
5) Miguel Bataglia, 6) Antônio Pereira (cara invocada desse português anarquista maluco), 7) Joaquim Ambrósio (quem sugeriu que a Companhia de Jorge se chamasse SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA).

TEU PRESENTE É UMA LIÇÃO
Corinthianizemos o mundo. Estes Senhores não topariam com festinha vip no Anhembi. Estariam em qualquer rua, beco, esquina, buteco, Corinthianizando o mundo. E fazendo o CORINTHIANS a partir de Ideal, Sonho e Vontade. Eis o legado dos Fundadores, que hoje completa cento e um anos de História. O Corinthians somos nós!

101!

VIVA O CORINTHIANS NOSSO DE CADA DIA!!!