segunda-feira, 25 de abril de 2011

Saravá Santo Guerreiro

São Jorge Padroeiro trabalhou bastante neste sábado. Leia o Samurai.
O Coringão jogou naquela formação tática conhecida, e ainda assim Paulinho conseguiu achar Liedson num contra-ataque fulminante, com uma conclusão perfeita, enganando o goleiro - é ou não é coisa do Santo Guerreiro?

Todas as falhas, tanto de conclusão de jogadas na cara do gol quanto de reposição de bola, deveriam servir de alerta. É necessária mais concentração de todos, do goleiro ao camisa 11. E à Fiel Torcida também.
Esse jogo de sábado foi uma espécie de síntese do que tem sido o Corinthians deste ano. Muita vontade, muitas falhas. Uma grande falha esteve aparente desde há muito tempo, e ficou evidenciada ano passado em Goiânia, e diz respeito ao setor defensivo, na reposição e articulação da bola. O adversário parecia pronto para essa nossa triste surpresa. E quando tudo parece resolvido, mesmo depois de tomar gol besta, com um belo gol de William, o time é recuado e passa a esperar o adversário vir pra cima.

É a opção pelo sufoco. Veja, nada tem a ver com a boa e velha natureza do Sofrimento pelo Corinthians, e não adianta se questionar "por que tudo sempre é sofrido". É sufoco tático, mesmo. Coisa do Adenor. E temos então novamente a Benção de São Jorge Guerreiro, que evitou tristes surpresas. O Coringão vai para a semifinal.

Será no Domingo, dia 1º de Maio, dia do Trabalhador. No Pacaembu, às 16h.
E o XV da Avenida Antárctica, além de temer o palco do confronto, reafirmando o que a Nação Corinthiana sempre soube ("o Pacaembu é a casa deles", disseram os engolidores de bracciola), irá quebrar o trato do Tobogã, por temer também o jogo único de uma semifinal. Não sei se a diretoria atual do Clube de Todos os Povos faria uma imbecilidade dessa, mas já que os polenteiros vão fazer, e se fizerem mesmo, será mais uma prova histórica de como agem os porcos desde sempre.
LIDU E EDUARDO VIVEM!
Vamos todos voltar a esses posts aqui e aqui.

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!

domingo, 17 de abril de 2011

Vamos jogar bola

O Coringão, com um catadão de reservas, venceu hoje o lanterna sem dificuldades.
Com sustos, sim, afinal não é sempre que moacir, Moradei, Paulo André, Wallace, Ramirez, Danilo e Edno têm a oportunidade de jogarem juntos.
Aliás, este fato é uma verdadeira proeza de Adenor, que resolveu poupar o time titular que só joga de fim de semana.
Estávamos em 4º lugar até os 43 minutos do 2º tempo, mesmo vencendo com um gol de cabeça de Paulo André, por causa de saldo de gols. Até duas rodadas atrás, tínhamos a melhor defesa, e essa é outra proeza de seu Adenor. Mas neste momento do jogo, Edno Canelada gingou na área, se desvencilhou da marcação e sobrou livre para cabecear o "terminal" e certeiro cruzamento de Bruno Cesar.
Por causa deste gol, terminamos a fase de classificação em 3º, e pegaremos o oeste de Itápolis, no Pacaembu.
Enfrentamos o oeste no dia 23 de março, no Pacaembu, pela fase de classificação. Foi uma vitória por 3 a 0, que nos colocou na liderança, na ocasião.
Muito provavelmente este confronto pelas Quartas-de-Final será no próximo sábado, dia 23 de abril. E no dia do Santo Guerreiro, nosso Padroeiro São Jorge, iremos precisar muito de Sua Força e Inspiração.
Afinal, a FIEL TORCIDA não precisa acordar para a vida só depois do caldo entornado, certo?
Seu Adenor tem uma semana pela frente, afinal o Andres está garantindo no cargo, para fazer esse TIMÃO jogar bola, porque agora não tem mais brincadeira. Agora é GUERRA. Ou vai ou racha.

E SARAVÁ SÃO JORGE!

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A mais bela História

A História do Corinthians é bastante complexa, e já houve quem dissesse ser um "fenômeno sociológico a ser estudado em profundidade".
Quem resolver navegar nestas águas turbulentas da mais bela História que a Humanidade já concretizou, irá se deparar com as fontes mais diversas.
A principal é, sempre ele, Seu Toninho.
E ainda existem muitos outros que derivam de toda pesquisa e vida dedicada ao Corinthians. E entre eles, o principal é Lourenço Diaféria. João Bosco Tureta, Naílson Gondim, são os que fizeram uma história completa em suas obras; Ricardo Gozzi fez a história da Democracia Corinthiana, parceria com o próprio Doutor.
Plínio Labriola foi o primeiro Corinthiano a defender uma Tese na Academia sobre a origem do Corinthians. José Paulo Florenzano defendeu uma Tese completíssima sobre as origens da Democracia Corinthiana, que foi até publicada.

Além deles, Dom Paulo Evaristo Arns, Washington Olivetto, Lázaro Simões Neto (o Lalau), Marco Piovan, Newton Cesar, Marcelo Duarte, André Martinez, André Santos, Ivan Lacerda, Denis Tassitano, Thiago De Rose, são alguns de tantos Corinthianos que publicaram sobre a História do Corinthians ou sobre o Corinthianismo, e aqui inclui-se também o Corinthiarte.

João Roberto Basílio relatou como foi ser, ele, o Escolhido por São Jorge.
Renato Nalesso e Fabrício Bosio escreveram a biografia de Neto. Osvaldo Pascoal Pugliese, do Rivellino.
Luis Carlos Ramos e Marlene Matheus escreveram cada qual a sua versão da vida do Vicente Matheus.
Antônio Roque Citadini fez uma biografia de Manuel Nunes.
Franklin Maxado foi um dos milhares cordelistas a escrever sobre o Corinthians.
Anna Flora fez uma obra infantil tendo como tema irmãos gêmeos Corinthianos. Outras obras infantis são as de Ziraldo, a de Serginho Groisman e a de Carlos Moraes.
Oswaldo Mendes e Paulo Hardt fizeram aquela belíssima agenda, que não precisa de data.

No Parque Sagrado temos David José Costa, fonte Oficial da História. Para conversar com ele basta uma visita ao Memorial, ele está lá das 10h às 17h, de terça a sexta, e nos finais de semana, das 10h às 16h.

Mas hoje em dia, quando se fala de História do Corinthians, logo se pensa no Professor Celso Unzelte. E não é por acaso. Se Toninho de Almeida foi buscar a História na fonte viva, nos Fundadores e nos ex-presidentes, Celso Unzelte fez o trabalho de arqueólogo, e documentou toda a História. Impossível seria pensar a História do Corinthians sem Professor Unzelte, depois que ele se dedicou com Alma - e ainda se dedica, pois esse trabalho não tem fim.
E ninguém poderia ser tão sintético na explicação quanto o próprio Professor.
Está aqui, portanto, a História em pequenos capítulos.
OBRIGADO, PROFESSOR!

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!


ELITE X POVO


UM NOVO TIME NO BAIRRO


IMBATÍVEL NA VARZEA


ADEUS, VÁRZEA


TIME DE VÁRIAS COLÔNIAS


NECO, O MAIS CORINTIANO


DÉCADA DE 1920: A MAIS GLORIOSA


ESQUADRÃO DE 1950


O ÍDOLO SEM TÍTULOS


O PRIMEIRO SORRISO VEIO EM 1977


DEMOCRACIA VITORIOSA


E para encerrarmos, a História, resgatada do Caos do Universo, por Walter Facetta.

domingo, 10 de abril de 2011

O tilt da jogabilidade

Bem que eu queria rechear esse post com o escárnio merecido e dedicado ao jumento do Adenor, que deve se divertir em fazer as bobagens que faz. Até aquela sua empatibilidade resolveu tirar um sarro hoje...
Todo mundo sabe o que tem que ser feito. Hoje calhou de o momento para fazê-lo ser propício, mas essa diretoria parece não estar nem pensando no que vai fazer acontecer no Futebol.

A abutraiada deita e rola. O CORINTHIANS, hoje, jogou "diante de Adriano". Mas quem tomou chuva, além da bola e dos jogadores?
(verdade seja dita, o canalha do apito permaneceu empinadinha mesmo com a tempestade)

DIANTE DA FIEL TORCIDA foi que a escorregabilidade do tilt aconteceu.
Foi diante de nosso Sagrado Alambrado que o Castinha tomou TRÊS dribles, até deixar o último resquício de pensamento que pudesse ter dar lugar a uma grandiosa cagada.
A exemplo de Dentinho, Jorge Henrique, enfim.
Parece que o Tilte não emprega esforços no cultivo da treinabilidade de uma suposta defensibilidade (ou atacabilidade) com que o zagueiro (ou o jogador "terminal") deveria atuar em seu espaço de jogo.
E nisso tudo, as peças do elenco (escolhidas a dedo pela empresariabilidade, e dentro da aceitabilidade dessa diretoria que mostra que não está nem aí pra Futebol ao "segurar" esse treinador que deveria ir embora pro sul, voltar pra moranguete, agora mesmo) estão sem uma engrenagem que dê conta de uma jogabilidade, que mais uma vez demonstra seu tilt.
O problema não é treinabilidade, pois não existe nem isso, nem esse termo. O problema está na diretoria e nos empresários, e também na Torcida. Leia o Samurai.

Enfim, agora o torcedor "comum" (e antes que preparem as críticas ao termo, ou à empregabilidade do termo, digo que torcedor é torcedor e ponto final, mas foram os "comuns" que quiseram ser chamados assim, e pela abutraiada ainda por cima) começa a entender o que é uma zica de moacir, uma tocabilidade de bola burra de um morais, o bando de vagabundo que compõe o time e o banco, mas nem este torcedor, e nem sequer o organizado, estão entendendo o momento pelo qual passamos. Teremos eleições no Clube em dezembro. Será muito mais do mesmo de sempre, e ninguém está nem aí. O momento basta para que as "críticas" se limitem à virtualidade.
Neste cenário, quem se manifesta, como no caso de faixas que agora são tomadas por "protesto", ou pedrinhas de jardim que são vistas como paralelepípedos, são tidos como inoportunos. A crítica, restrita, pode. Essa não faz mal algum. Mas a manifestação tem que ser tomada como coisa além dos limites, inúteis, até "vergonhosas". Incrível o que conseguiram fazer com o que restava do Futebol.
Sem que se possa ter qualquer peceptibilidade - e nesse sentido pode ser, e deve ser, chamada de alienação - a cacifabilidade da modernidade acaba entranhada no único personagem da história toda que não tem nenhum interesse nessa papagaiada; o TORCEDOR.

A diretoria, como o próprio Sanchez falou no Roda Viva, irá segurar o Tilte. E porque? Para parecer que é "séria", que está "sabendo" o que está fazendo. Mas, principalmente, para desviar o foco para o momento em que estamos atravessando. É como aquela família que reclama ao Rabino que existem muitos problemas em casa, e o Rabino aconselha-os a manter um bode no meio da sala. Passada uma semana, a família vai reclamar que o bode só trouxe problemas, que estorva a casa, atravanca o procedimento, e o Rabino aconselha-os a deixar o bode pra fora, e diz que os visitará no final da semana. E assim, chegando ali o Rabino é bem recebido, lhe é oferecida uma ceia, afinal de contas seus conselhos valeram, e resolveram os problemas.

Agora, volte lá e releia o Samurai.
E quem não for Corinthian@, sabe onde tomar.

ACORDA FIEL!!!

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA