Faz cem anos e vinte dias que o Timão, cognominado "Galo Brigador das Várzeas", quebrou a barreira classista imposta no Futebol, ingressando na Liga Paulista. Neste dia a anticorintiania débil mental desabrochou nos coraçõezinhos ocos, enquanto observavam aquela Paixão, aquele Ideal, tomar Força e fincar raízes firmes no lodaçal da mesquinharia que sempre foi esse cenário futebolístico e desportivo.
Naquele momento o Corinthians era um 'entrão', um 'bicão', um "estraga-prazeres" - e sempre que conquistou qualquer coisa em sua História foi tido desta forma por quem não comunga desta Fé Corinthianista.
Por isso podemos dizer que, além daquele torneio de ingresso na Liga ter sido a primeira conquista, foi também a que mais doeu na carcaça da anticorintianada. E São Jorge escreve tão certo que no aniversário de Um Século desta que é a Formadora Conquista, o Corinthians se sagrou campeão do Paulistão. E essa escrita é tão grandiosa que não adianta explicar; seria como querer narrar uma epopéia, explicar a ópera, chover no molhado. Só quem é sabe o que é. Quem não é fica com o ranço que impingiu a si mesmo, de bobeira. Azar de quem não é.
Cem anos depois, o Galo Brigador segue fazendo História. 1913, 2013.
AOS HERÓIS DE 1913!!!
E se quisermos esmiuçar essa História, devemos lembrar que o chamado "clássico" paulista mais antigo também está completando um século. E foi contra a madame da Baixada que essa História foi escrita neste domingo. Logo ela, que há cem anos ingressava por favores na Liga - sem ter de passar por armadilhas como passou o Time do Povo. São Jorge escreve sempre certo.
Obrigado, Corinthians, por nos escolher. A própria vida, por ti, é o mínimo que lhe dispomos.
Parabéns, FIEL TORCIDA!!!
SARAVÁ SÃO JORGE
VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!
segunda-feira, 20 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
La Amenaza Amarilla
O Coringão, na noite de ontem, jogou o que sabe jogar e o que precisava ter jogado.
Muito apesar, como sempre - até porque assim fomos campeões invictos dessa Várzea Latino-Americana -, das opções e da tática que o Professor Adenor realizou, como por exemplo substituir Danilo. No entanto não foi nada disso que determinou a desclassificação.
Nem aquele gol achado de Román, que confessou o acaso de um cruzamento que por infortúnio resultou na gritaria da debilidade mental da anticorintiania. E é por isso que iniciamos dizendo que foi jogado tanto o sabido quanto o necessário. Fomos clamorosamente roubados, e foi isto que determinou o resultado. Não um pouquinho roubados, nem mais ou menos roubados, mas roubados demais de forma acintosa. A mano amarilla da confederação funcionou, e se estampou na boca e na cara da anticorintianada débil mental.
Mas ninguém irá morrer por causa disso... E quem ainda não foi libertado? Como faz?
E como chegamos a essas condições?
Nossa diretoria é muito boa. Para caçar níquel da Torcida. Ótima, para fingir que abre o clube à possibilidade de frequência de seu "Fiel Torcedor" (entre aspas, pois se refere ao vitimizado em dívidas no plano caça-níquel, não dizendo nada acerca do componente da Fiel Torcida por si), ainda que, logo em seguida à comemoração da ótima adesão à referida "promoção", majore os preços das mensalidades futuras. E por que é que não nos surpreendemos? Nossa diretoria é muito boa para arrogar a si "modernidades", fingindo saber qual é a natureza desta instituição. Mas a qualquer momento bate no próprio peito e diz "quem manda aqui sou eu". E nessas circunstâncias e condições, orbitam feito penduricalhos os asseclas que se reduzem a meros papagaios. E é boa para ocultar a História. São aspectos desta nossa sociedade morfética, que são reproduzidos neste universo que é o Clube. Nada de novo.
O ser-humano tem, de fato, esta tendência à submissão, a se pendurar no poder ou, vulgarmente dizendo, se prestar ao papel de puxa-saco. Alguma hora o saco estará no chão, com tanto peso pendurado. E isso uma hora acaba, pois quem puxa o saco quer ser um dia o próprio saco a ser puxado. É neste processo que se dá a ruptura, campo fértil para as traições - como sempre aconteceu na História, e também na História do Corinthians.
A contaminação deste quadro nefasto em parte da Torcida é, infelizmente, latente.
Eis a Charada de Jorge se esmiuçando, a olhos vistos.
A Arquibancada contagiou, e ainda que hoje nossa Torcida não seja um terço do que já foi (até porque a exacerbação do puxa-saquismo inerente é averso e contraditório, por definição conceitual, ao Corinthianismo), a FIEL TORCIDA se mostrou o esteio e a Força do Nosso Corinthians, como sempre, provando, mais outra vez, que não há comparação entre nenhuma torcidinha com esta que é a maior e a melhor do mundo. Enquanto isso, a anticorintianada, coitada, ainda não consegue entender que o Coringão tropeça só para ter a oportunidade de se reerguer ainda mais alto. É isso que uma análise simples da História do Corinthians demonstra - mas a alienação de parcela interna e totalidade externa impede a noção mínima destes fatos. E também faz parte desta enorme Charada de Jorge.
A abutraiada se saiu com um "adeus" ao "sonho". Que "sonho", ignóbil? O Corinthians é a Utopia Concretizada. O Sonho é realidade e é vivido no cotidiano (pobre anticorintianada infeliz fadada a nunca suportar tal realidade...).
Ainda vai demorar para esta Charada ser desvendada.
É DOMINGÃO!
VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!
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