domingo, 27 de fevereiro de 2011

O resto é areia

Ontem o Coringão jogou boa bola. Até os 30 minutos do primeiro tempo, pois a partir deste momento, por mais que a desobediência tática de Liédson quase tivesse ampliado o placar ainda antes do intervalo, o Timão entrou naquelas de tilte defensivo, aquela coisa sonolenta e chata, mesmo num 433.
E assim ficou durante o segundo tempo inteiro, com alguns espasmos ofensivos. O técnico ainda substituiu Jorge por Bruno, Morais por Ramirez e Dente por Edno, sinalizando que não existem titulares absolutos, um bom sinal. Agora temos uma semana até voltar a campo, em Lins.
No mais, Dente finalmente fez um golaço. E Liédson - que no mundo ideal de São Jorge jamais deixou o nosso Corinthians - se confirma um especialista em gols por cobertura.

E o assunto da semana, o desligamento do C13, ainda nem é assunto - pois nada aconteceu de fato - mas já se disse as mais ignominiosas groselhas e as mais imbecis bobagens possíveis. A anticorintianada segue em sua esquizofrenia doentia, com um teor ainda mais estúpido: se coadunam agora com o pensamento juquiniano, só pra falar mal do CORINTHIANS.
O passo de se desligar do C13 para negociar sozinho é acertado, por se tratar do maior e mais valioso "produto" televisivo. Mas o passo ainda não foi concretizado por completo, e ainda se divide em alguns atos. Frente a isso, aqui ainda não dedicaremos maior espaço para isso tudo.
LEIAM O SAMURAI, AQUI.

Como diria o poeta:
"O resto é areia
é porque eu tenho o sangue alvinegro nas veias"

E quem não for Corinthiano sabe bem que rumo tomar.
AQUI É CORINTHIANS!!!

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O verdadeiro confronto

Pois é. Parece que a vergonha na cara está voltando ao time, depois da saída de um aproveitador e do empresário socialite. Apesar de toda deficiência tática, que ainda está no banco, a desobediência de Liedson em nossa Companhia de Jorge acaba falando mais alto. Talvez o texto do Doutor Sócrates esteja sendo lido por cada um. Fato é que o CORINTHIANS resolveu se apresentar, como há tempos não víamos, e justamente quando precisamos; nos chamados 'clássicos'. Não está sendo assim, porém, com os chamados 'times pequenos', mas o cara do banco afirma que agora "acertou a mão". A Fiel Torcida, literalmente, está "pagando" pra ver. E continua pagando caro.
Mas o gol de cobertura é daqueles que vale o ingresso. Os da Velha Guarda gostavam de falar isso; agora todo mundo tinha que sair e pagar de novo pelo ingresso...
Até porque tivemos um chapéuzinho, COM A BOLA ROLANDO. E neste confronto é sempre certeza de um golaço assim. Digo "confronto", e não "clássico", porque está sendo a cada dia mais e mais provado. Clássico, hoje em dia, é qualquer um contra o Clube do Povo. Nota-se no semblante de qualquer um que não tem a Honra e a Dignidade de ser Corinthiano, pelas ruas, no serviço, que o Corinthians ganhou. Não importa de quem. Essa gente assume a Vitória do Clube do Povo como uma derrota, não importa contra quem tenha sido. Aquela coisa recalcada dos adversários se abraçarem por causa de uma derrota Corinthiana, iniciada em Porto Alegre e difundida pelo Brasil, se vê também quando o Corinthians vence, principalmente um desses confrontos chamados de "clássicos". Foi assim no dia 6 de fevereiro de 2011, quando aconteceu o único confronto que pode ser chamado de "clássico", e aconteceu ontem nesse confronto antigo, mas menos antigo que um Corinthians versus macaca, ou bugre, por exemplo.
Coisa pra quem tem História de lutas, em campo e fora dele. E não quem finge ter quinquilharias de condomínio. Talvez a não-aceitação desses fatos esteja no princípio dessa anticorintiania esquizofrênica e doentia. Daí sujeito vai virar e dizer "ah, então você acha que todo mundo tem que ser Corinthiano", e eu sou obrigado a dizer que nem todo mundo tem a decência de sê-lo. O Corinthians é coisa nossa.

Fiquemos com o Tratado Corinthianista do Doutor.

O peso da camisa do Corinthians
Sócrates

Jogar no Corinthians é diferente. Não é como uma paixão adolescente descartável, tampouco uma daquelas certezas que possuíamos naquela época. É amor inconteste, é a alma gêmea com a qual sonhamos desde que a testosterona toma conta do nosso ser. Jogar no Corinthians é respeitar uma cultura, um povo, uma nação. É ter em conta que em cada segundo de nossas vidas é para servir a uma causa e não para dela usufruir. Jogar no Corinthians é como ser convocado para a guerra irracional e jamais duvidar que ela é a mais importante de todas as que existiram. É ser sempre chamado a pensar como Marx, lutar como Napoleão, rezar como o dalai-lama, doar a vida a uma causa como Mandela e chorar como criança.

Chorar de puros sentimentos, daqueles que arrepiam ao simples tocar da pele. Chorar de raiva inexplicável, quando sabemos que somos mais fracos e impotentes. Jogar no Corinthians é ser como todos os que nos assistem, é sentir a dor lancinante de estar longe dos que amamos, é ter certeza que ali, em campo, representamos muitos que lutam cada segundo para sobreviver no mais inóspito mundo, onde são a todo o momento agredidos, massacrados e cuspidos.

Jogar no Corinthians é ter coragem de enfrentar a massa, de colocar a cara para debater, discutir e explicar. Para jogar no Corinthians, não há espaço para passeios nem relax, o amor ao clube não deixa dormir. É uma honra infinita e, como tal, exige respostas, exclama respeito e compromisso. Jogar no Corinthians é saber o que é ser brasileiro, é alimentar uma família e a si mesmo com um mísero tostão, é andar horas, séculos, milênios em vagões imundos e porcos, sem que uma única voz se levante para nos proteger ou ao menos nos defender. Jogar no Corinthians é ir ao banheiro mais sujo do mundo por amor a uma bandeira.

Essa paixão não permite fugas, esconderijos, falsidades. É necessário ter coragem de representar o que de mais rico nós temos e de apresentar mais que atestado de bons antecedentes. Jogar no Corinthians é possuir uma declaração de honraria, ainda que seja válida por poucas semanas. Não é só suar a camisa, é sangrar até a morte. É parar de respirar quando uma derrota nos derruba sem direito a desfibrilador algum. É nunca rir da desgraça que provocamos (até porque jamais saberemos o tamanho dela).

Jogar no Corinthians é colocar alma e coração antes do bolso ou do futuro, e colar o supercílio com uma cola qualquer quando ele se mete a chorar de dor vermelha. Jogar no Corinthians é adormecer com o filho querido, é sentir o pulsar de seu pequeno coração, é abreviar a dor quando ela se estabelece. É saber o que é a sociedade no pleno sentido da palavra.

Espera-se de quem joga no Corinthians uma postura altaneira e respeitosa, uma correção de conduta em relação aos anseios do povo que lá os coloca, endeusa, acaricia. Uma nação que tudo oferece aos jogadores que possam retribuir a confiança. Jogar no Corinthians exige um sentimento de brasilidade, de reconhecimento da extrema miscigenação existente nas arquibancadas, em cada mesa de bar, nos ônibus lotados de suor e sofrimento, para que se consiga responder às questões básicas colocadas na camisa alvinegra. Ser corintiano é, como disse o extraordinário Toquinho, “ser um pouco mais brasileiro”. Eu, por outro lado, digo: negros e brancos construindo uma nação.

Nada se compara ao Corinthians nesta terra chamada Brasil. Aqui, japoneses, árabes, mongóis, siberianos, italianos, bolivianos – além dos nordestinos – e até os originários de estados rivais se irmanam, dão-se as mãos, sofrem em comunhão. Gritam em êxtase a cada vitória por menos importante que seja, como se cada vizinho fosse mais que irmão, pai, mãe. Ou, quem sabe, ele seja realmente um representante de suas famílias distantes ou ausentes, inventando uma nova e substituta, formando uma gigantesca rede de genomas humanos com o mesmo DNA. Muitos não entendem a reação da torcida, mas é a que conhece.

Antigamente, se jogavam ovos e tomates nas péssimas apresentações artísticas. Hoje, jogam-se pedras, não nos artistas, e sim na falta de verdade na relação existente. E na instituição protegida pela armadura de um ou mais veículos e da guarda policial.

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Itaquera, primeiras considerações

Hoje ficou ainda mais claro aonde vai chegar o papo do estádio em Itaquera. E agora pode passar a ser tema de discussão, por aqui. A coisa avança nos bastidores, e parece estar rumando para acontecer, por mais incrível que pareça.
A prefeitura irá promover uma série de incentivos fiscais, coisa de 50% de desconto no IPTU, de 60% no ISS e 50% no ITBI. Nunca a Itaquera Corinthiana viu tanta gente crescer os olhos pra cima dela, assim. Primeiro porque dirão que a área é da prefeitura, quando na verdade é uma concessão. Que o Corinthians poderá fazer caixa suficiente para comprar esse terreno, nas décadas que ainda restam por contrato. Depois porque a área mais esfolada da metrópole está se transformando a cada dia, crescendo e talvez melhore todas as condições do Povo local. Dizem que até jogo de Copa do Mundo irá acontecer por lá. Isso, quem sabe, talvez ajude o ir-e-vir do Povo, pois o acesso tem que ser muito melhor estruturado. Infelizmente só se enxergará isso por causa de um estádio. Mas e todos os locais em igual ou pior situação que a boa e velha Itaquera Corinthiana, como é que faz?
A anticorintianada irá fingir que se refestela numa difamação, enquanto moerá novamente os cotovelos carcomidos. Dirão que os incentivos são apenas mais exemplos de como o Corinthians é "beneficiado". Pois bem, estes incentivos estão sendo dados ao fundo de investimento que será o verdadeiro dono do estádio, e viverá do lucro que, porventura, irá colher. Para o Corinthians sobrará seu quinhão, é claro, mas só se sobrar.
Lembra muito o contrato de 1917 com a prefeitura, que cobrava aluguel pelo terreno, e se o Corinthians tivesse atrasado dois meses de aluguel, todo aquele estádio inaugurado em 1918 e que foi considerado pela imprensa da época "a mais completa praça de esportes", teria ido parar bem longe do alcance do Corinthians. A diferença é que hoje o poder público, em certo sentido, cartelizou suas funções, e os investidores são os donos da "bronca".
Esse estádio com certeza não será completamente do Corinthians, tanto no sentido de sua posse, mesmo, quanto no sentido de ser de seu Povo, que apesar de tudo será quem irá manter o estádio em Itaquera. Mas nosso estádio está lá, ao lado da Biquinha, e é ali que os Corinthianos deveriam jogar sempre, mas esse é outro papo, sona cosa nostra, por assim dizer...
Mas esse estádio pelo menos não nos terá sido dado de presente, nem por conde nem pelo poder público.
E por mais que suas cadeiras custem R$300 (a Arquibancada já estará extinta) e sua função social seja nula, porque será também o expoente máximo dessa "modernização" elitista e predatória, ele terá muito mais sucesso do que qualquer elefante branco ou areninha filodramática e dançante. E esse fato deixará a anticorintianada mordida.

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O tilt na Japi

Antes de mais nada é preciso frisar que esse confronto é um dos mais antigos do estado. O resultado desse jogo amistoso da época da Várzea é desconhecido, bem como o dia em que aconteceu, pois não havia a preocupação do registro histórico naqueles tempos. Por razões bem conhecidas, o interesse em se relembrar a História é praticamente nulo, por parte da imprensa e de seus seguidores. Mas este blogue tem o dever de trazer à tona.

Quanto ao jogo, assistimos mais uma vez as proezas do Tilte, sua armação de meio-campo totalmente estapafúrdia, e a conseqüente bolinha que danilo (FORA) e Jucilei estão se acostumando a jogar passou a ser um calcanhar de Aquiles, e quase o adversário apronta pra cima da zaga mal colocada e perdida. E se o meio-campo está numa formação de tilt, as armações de jogadas foram zero. É a decorrência natural de um sujeito burro no comando técnico da equipe. Nada mais que isso. Ramirez, Jorge, Liedson, Ralf, o próprio Marcelo Oliveira; todos estes poderiam jogar muito mais bola se o esquema tático não estivesse infectado pelo vírus da empatite. O problema desse time não é, portanto, a falta de peças, embora pudéssemos e devêssemos ter mais e melhores peças - e esse é um passo que ficou pra mais tarde, pois o tilt está também nesse departamento de Futebol e na diretoria inteira. O problema está no banco, e todo mundo vê isso.
Por mais que o Corinthians tenha sofrido um pênalti não marcado, e tivesse sofrido faltas tão iguais à falta que expulsou de cara o Paulinho (e foi ele quem sofreu o pênalti, eis a falsa ironia da anticorintiania doentia), por mais que o sol de Jundiaí, e quem conhece sabe, seja escaldante, com qualquer armação menos retardatária teríamos saído da Japi com vitória.
E se esse pseudo-técnico não sabe como é que se conquista uma vitória, FORA tilt.

Aliás, a banha virou sabonete e está vazando. Desde a metade de 2009 está apenas enganando, e aqui não dizemos "obrigado". Quem diz isso só assistiu aos jogos do Corinthians pela televisão. Quem esteve no Pacambu, quem foi ao Maracanã, nesse tempo que o Gordo passou férias por aqui, sabe o que eu estou dizendo. Evidente que o grande capítulo da sua curta passagem foi exatamente na areia da praia, e àquele magnifíco feito não precisa de "obrigado" se já tem uma placa. Nem Pelé fez um gol tão bonito ali - aliás dois, numa mesma partida.

E agora a diretoria se enfraquece, a cada dia, para a eleição de dezembro. Haja composição...
A oposição já começou a estender as asinhas.
ACORDA FIEL!!!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Exposição do Corinthiarte

Ampliações? portozen@gmail.com

Manifesto

Agora que o ex-capitão chega, prestando serviço aos vagabundos de plantão e achincalhando o verdadeiro patrimônio do CORINTHIANS, fica muito mais claro o que vem a ser o planejumento.
ACORDA FIEL!!!

Leia, releia, afirme e reafirme.



DEVOLVAM O CORINTHIANS AO POVO!
Manifesto do MR777 – Fevereiro do Levante

A Nação Corinthiana está perplexa. Alcançamos Fevereiro de 2011 em fúria. O Sport Club Corinthians Paulista vive momento único de humilhação, desmando e destruição de sua cultura e tradição.

O Corinthians nasceu para ser o time do povo. E para ser por ele construído, conforme estabeleceram os heróis fundadores, no Bom Retiro, em 1910.

Hoje, no entanto, esses valores estão sendo solapados por uma política interna de elitização, loteamento e apropriação indébita.

O clube que orgulhosamente nasceu dos operários, carroceiros e lavadeiras mantém hoje um vergonhoso regime de “apartheid”, no qual a maior parte dos ingressos é reservado aos mais favorecidos.

Os mais humildes, muitas vezes os mais apaixonados pelo Timão, são trancados do lado de fora dos estádios.

E os dirigentes cafonas do clube, na contramão da história econômica do Brasil, acreditam que essa segregação é inevitável e chique.

Lamentável que um presidente filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) patrocine em sua agremiação um processo contrário àquele desenvolvido pelo presidente Lula no Brasil.

Se Lula incluiu milhões de cidadãos, Andres Sanchez e L. P. Rosenberg excluem.

Esse desvario elitista afasta hoje até mesmo a classe média dos estádios. Ingressos de setores como a Especial Laranja tiveram aumento de até 500% nos últimos anos.

Isto é um acinte, um atentado contra os pilares da estabilização econômica, iniciada no país em 1994.

Muitos desses fiéis de razoável poder aquisitivo foram obrigados a migrar para as arquibancadas e tobogã do Pacaembu, obviamente reduzindo os lugares destinados aos trabalhadores de menor poder aquisitivo.

Essa prática sistematizada de elitização tem esvaziado as áreas de público nas laterais do campo. Dessa forma, reduziu-se tremendamente o impacto do fator torcida nas partidas do time.

Todo esse projeto de desvirtuamento tem origem numa visão atrasada, tola e ultrapassada do negócio-futebol. Sanchez e Rosenberg copiam no microcosmo os idiotas especuladores que meteram o mundo na crise de 2008-2009.

Num momento em que o mundo empresarial trata de desenvolvimento humano sustentável, inclusão social e abertura de novos mercados, o Corinthians regride historicamente, reduz seu contingente de fiéis-torcedores-consumidores efetivos e estreita seus horizontes de crescimento consistente na obtenção de receitas.

Num período em que milhões de brasileiros ascenderam à classe C, a equivocada política corinthiana é de fidelizar prioritariamente os representantes da classe A.

Não há dúvida de que um clube moderno necessita de recursos, mas eles são meio e não fim.

Um clube de futebol existe para dar alegria e satisfação a sua gente, e não para enriquecer grupos criminosos de interesse ou espertalhões de boa lábia.

Nesse processo de desconstrução violenta da cultura corinthiana, o que era da imensa Nação foi repartido entre grupos de cartolas e agentes sequiosos por predar o patrimônio do Corinthians, o que inclui seus ativos intangíveis.

Esse loteamento constituiu pequenas máfias que controlam, sobretudo, a contratação de atletas. O que está em jogo atualmente é o business particular, e não o interesse da Fiel Torcida, verdadeira dona da instituição.

Hoje, o clube gasta milhões com jogadores descompromissados, incapazes ou simplesmente inativos. É a maior folha salarial do Brasil.

Se recebem fortunas todo mês, é fato que esses valores provêm do investimento de cada corinthiano em ingressos, produtos licenciados ou aquisição de produtos de patrocinadores diretos e indiretos.

Se não há justa retribuição em forma de trabalho e dedicação, caracteriza-se apropriação indébita dos recursos da Nação Corinthiana.

São muitos os exemplos desse descaso com os verdadeiros mantenedores do clube.

No Campeonato Brasileiro de 2009, não houve o devido empenho, tampouco disciplina organizativa. Assim como no Paulista de 2010, na Libertadores de 2010 e no Campeonato Brasileiro de 2010.

Nesse último, a república dos marajás usurpadores fugiu a suas responsabilidades no momento crucial do torneio, desperdiçando a chance de oferecer à torcida o merecido presente do
Centenário.

E, pior, como proeza, empataram com o Goiás C no último jogo, o que nos atirou de modo infame na Pré-Libertadores.

Não é preciso relembrar o que ocorreu nessa disputa. A Fiel foi humilhada por um grupo desordenado de atletas abobados, sem vontade, sem garra e sem qualquer compromisso com nossa tradição de luta.

Uma das maiores vergonhas de nossa história.

Em vista desta completa descaracterização, a Fiel Torcida exige mudanças imediatas na gestão do clube.

Devolução imediata do Corinthians a seus proprietário de direito: o povo!

Desmantelamento dos grupos de extração predatória que tomaram de assalto o SCCP, o que inclui cartolas e seus parceiros externos.

Demissão imediata dos inúmeros atletas que servem de eixo no processo sistemático de apropriação indébita dos recursos da Nação Corinthiana.

O mais valioso ativo do Sport Club Corinthians Paulista é sua gente e sua espetacular tradição de luta, mestiçagem, dedicação e solidariedade.

Essas virtudes é que fizeram nosso Corinthians tão amado (e tão odiado). Elas definem nossa marca, a mais valorizada no futebol brasileiro.

Elas exprimem nosso jeito único de pensar, agir e ser, em conformidade com o espírito de união fraterna dos heróis fundadores.

Portanto, tirem suas mãos infectas do nosso Corinthians. Devolvam-no a seu povo! Já!

MR777 - Coletivo de Debates - Fundado em 2008.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

O CORINTHIANS é sempre maior

Esta é a ordem natural das coisas.
Ouçam a música de Giba Nascimento e vamos em frente.



Em primeiro lugar, O PACAEMBU É NOSSO.
Mesmo ficando no quarto dos fundos, quem manda no Templo Sagrado é a FIEL TORCIDA, e sempre será assim. Quem inaugurou fomos nós, e o quinze de jaú da avenida Antárctica fez só um jogo de fundo, menos importante, naquela ocasião. E ali, naquela cancha que saúda a Antiga Várzea dos nossos Ancestrais, quem manda somos NÓS.

Dito isso, que é a coisa mais fundamental de tudo o que será dito, vamos às coisas menos importantes, mesmo sendo fundamentais.

Todos aqueles símbolos fálicos que a pseudo-claque que finge torcer para a società filodramática e dançante fica segurando, e é tudo coloridinho, a exemplo da claque do poder público corrompido, essa gentalha leviana pode enfiar no cu. Tudo bem, eles enchem só de ar, poderiam encher de merda também, mas a bunda dessa gentalha é tão mole que vai entrar fácil, seja o que estiver de recheio naquela porcaria.
Quando sair do cu de vocês, vocês limpam aquelas coisas que largaram em nosso Templo Sagrado com a "bandeira" do tolima (era uma bandeira da Colômbia escrito 'tolima', como se significasse alguma coisa para a própria porcada...).
Sim, porque começamos dizendo que vocês, porcadinha de merda, fingem torcer para a merda do chiqueiro.
Mas vocês estão ainda piores que a claque alienada do poder público corrompido...
Vocês não sentem vergonha de torcerem para outros times só porque são adversários do CORINTHIANS?
AH, COMO O CORINTHIANS É GIGANTESCO!
E a anticorintianada de merda toda, hoje, chafurdou na lavagem junto com a porcada.
Até quando vão gritar o nome dos nossos adversários como se fossem vocês mesmos?
Até quando vão se apequenar, porcada, nessa esquizofrenia doentia, achando que ainda são rivais a serem batidos?
Hoje, quem viu essa bandeira da Colômbia, percebeu que essa claque de imbecis é só isso e mais nada. Não torcem mais para aquela merda encomendada pelo conde da companhia Antárctica. Não torcem mais para aquela merda que o proto-fascista vincenzo ragogneti achou que ia se tornar o "grande" rival do CORINTHIANS, pois ele odiava o CORINTHIANS e tudo o que envolvia Anarco-Sindicalismo, Povo e Miscigenação. Vocês são boçais alienados feitos da mente doentia desse babaca.
Mas não, porcada frustrada.
Hoje vocês deram a prova cabal de que são apenas mais um punhadinho de anticorintianada de merda. E mais nada. Desonram o próprio proto-fascistóide vincenzo ragogneti.
Recolham-se à essa insignificância e parem de sujar a História do Futebol, achando que são alguma coisa, reeditando taças esquecidas pelo próprio tempo.
Só nós, o CORINTHIANS, podemos fazer isso. Porque o POVO SOMOS NÓS. Vocês são só uma claque babaca igualzinha a claque de imbecis alienados da corja do poder público corrompido.
E pior, o mosaiquinho é mais feio que a claque do frufru... Aliás, a claque do frufru pensa naquele lixo antes de pensar nos outros... Não sabem o que é a letra H, de HOMEM? Bando de lixo humano!!!
Como disse o sábio irmão Paulo Monteiro; "O vírus do anticorintianismo doentio tomou uma bela vacina hoje. Levem suas proprias bandeiras, eu só carrego uma, da nossa NAÇÃO"

VIVA O CORINTHIANS NOSSO DE CADA DIA!!!

E tudo isto tinha que vir em primeiras linhas, para desavisado entender que página está carregando no computador.

Dito isto, vamos ao que importa, de fato.

À essa diretoria omissa que acompanha jogador vagabundo em balada, temos que deixar claro QUE ESSA VITÓRIA É DA FIEL TORCIDA QUE CALOU essa claque de imbecis O TEMPO TODO.
Essa vitória dessa tarde ensolarada e bela, de verão piratiningano, abafada, quente, É NOSSA, FAMÍLIA CORINTHIANA!
ALÔ, andrés sanchez, você está com a corda no pescoço. Essa vitória não é sua, é do Julio Cesar, que defendeu a nossa meta como defende a própria vida, coisa que você não faz.
A vitória é do Alessandro que, jogador que todo mundo conhece os limites todos que possui, chegou e FEZ o gol, numa tabela digna de CLÁUDIO E LUIZINHO, que o Jucilei não fez no primeiro tempo.
E depois, comemorando, foi DEFENDER O CORINTHIANS na frente dessa claque de imbecil, que ficou calada. Ficou calada porque nunca terá razão de ser, a não ser nessa oposição esquizofrênica que tenta fazer frente a REFERÊNCIA QUE É O CORINTHIANS.
Nem os boçais que vestem esse lixo de camisolinha foram contundentes na "defesa" desse lixo que não merece defesa.

E SÃO JORGE ESCREVEU A HISTÓRIA, como sempre.

No mais, como relato pessoal, digo que a comemoração desse gol do Alessandro e todas as defesas do Julio foram comemoradas como há muito tempo não comemorávamos.
Parece que vagabundo entendeu, ou voltou a entender, onde está.
E QUE ESSA diretoriazinha NÃO VENHA COM papinho, QUE A CORDA TÁ NO PESCOÇO!
FORA VAGABUNDOS!!!
FORA CORJA IMUNDA!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!


VIVA O CORINTHIANS NOSSO DE CADA DIA!!!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

"Sem forças para a Guerra"

O Corinthians não é algo a ser negociado. E só o que fizeram até agora foi reduzir ele a essa máquina de ganhar dinheiro. Negociaram tanto que a cobra comeu o próprio rabo.
O problema é que negociaram a AUTONOMIA do Corinthians, junto com um monte de outras coisas. E esse é o "bem" mais precioso do Corinthians, pois é ele que garante o Corinthianismo.
Todos sabíamos que isso acontecia, e aconteceria. Falávamos disso. Infelizmente agora parece que ninguém prestou atenção.
Estávamos "anestesiados". A falta de gana não foi nesse jogo ridículo de agora há pouco, não foi no jogo ridículo contra a mentira do Cerrado, não foi só no ano passado e a segunda metade do retrasado. São Jorge não ajuda vagabundo.
Não havia tática, não havia time, e ainda não há; é o planejumento desses que tratam o Corinthians da forma que tratam.
Os boçais que não tem time pra torcer dizem que é um time de mentira, mas isso nós dizemos antes da anticorintianada de merda. Trata-se de um bando de descompromissado que não vale o dinheiro empresarial (e ninguém ali escapa a ele) que ganha. Mas o Corinthians é uma Utopia Realizada, é isso que não estão entendendo. A nossa Força pesa tanto que só se falará de Corinthians, o ano inteiro. Mas porque "não estaremos" numa determinada competição de uma determinada modalidade. Modalidade esta que, pela História, quem a fez alcançar tal patamar nesse país, foi justamente o Corinthians, que revolucionou o Futebol desde que surgiu e concretizou o Corinthianismo.

O Corinthians permanece, e o Corinthianismo é eterno.
O que de fato precisamos é de um projeto verdadeiro, para fazer dessa "república popular" novamente a própria Utopia Realizada. Esse termo virou marketing de caráter duvidoso, mas nós o utilizávamos há tempos. Veja um exemplo recente AQUI.

Para isso tudo, precisamos formar não só nossos jogadores, mas nossos torcedores. Para isso tudo, precisamos jogar no limbo esse empresariado maldito. "Ah, esse é o Futebol", dirão tantos. Não, não é isso o Futebol, e nunca deveria ter sido.
E para isso são necessários inúmeros passos. O Corinthians não vai entrar em crise à toa.
E vai voltar a ser CORINTHIANS.

Nem Antonio Pereira, o idealizador da Utopia, nem Balula, um dos últimos representantes do Povão dentro da maior Organizada do mundo, conseguiriam estar nessa Arquibancada de hoje em dia, que perde a cada dia sua inicial maiúscula.
Um Pequeno Polegar não tem como surgir nesse modelo de administração nefasta, e só por isso não poderia servir ao CORINTHIANS.
Agora é a hora de entender que o Corinthians não é algo a ser negociado. Embora tenha ensinado esse país e o mundo a fazer isso desde a Democracia Corinthiana. Doce ironia, meu Santo Padroeiro!

Essa diretoria quer fazer continuísmo, seguir fazendo o que faz, então entendam de uma vez que estão é secando a fonte da "própria" renda. A Arquibancada já está se definhando, e ninguém nesse país, nessa cidade mais rica do país, vai pagar 200, 500 reais num ingresso. E os abutres, que tanto trabalham para que essa patifaria se efetive, quando o Corinthians coloca 26 mil, acha que a FIEL "decepciona". Não precisamos citar os números da "concorrência", não é?

E na verdade isso tudo era pra ser coisa básica. Afinal, AQUI É CORINTHIANS. Ou essa gente não entende o que é CORINTHIANS?
Quem é anticorintiano(a) sabe bem que caminho tomar.
Mas quando é que a FIEL vai acordar?

Esse título deste post é apenas uma frase tirada do contexto, propositadamente. É pra desavisado e pra anticorintianada de merda achar que estamos dizendo que o Corinthians não tem força pra Guerra. Tem muito juquinha 'corintiano' sem H que propaga isso aos ventos.
E porque agora vão aparecer menos os que têm forças pra Guerra.
Mas a frase completa, do Compadre, é assim: "esse não é o CORINTHIANS, o CORINTHIANS não entra sem força pra Guerra".
E essa "força" se traduz no próprio comprometimento que faltou desde a diretoria até o arrumador de meia. E essa falta de força permanecerá, pois o contrato a ser cumprido pelos marqueteiros ainda não terminou. Corinthians não é balada.
Ninguém vai conseguir transformar o Corinthianismo nisso. A Fiel Torcida é muito mais que uma Torcida, amor platônico dessa grandiosa Utopia, manifestação palpável do anseio popular por emancipação.
E isso tudo se mantém; São Jorge escreve certo por linhas tortas.

Agora é a hora da manifestação do Corinthianismo, que é tão libertária que cada um encontrará sua forma de Corinthianizar. A vida ensina.
Até porque o mundo inteiro só se importa com o Corinthians, seus infortúnios ou suas Glórias. E isso é culpa também da anticorintiania doentia e reacionária, mas quem se importa com essa gente sem alma? O que continua importando para todo mundo é o Corinthians!

Nada mais libertário que o Corinthianismo reconquistar o Corinthians. Pois já não vale mais a pena comentarmos o descompromisso, os descompromissados e a corja de mau-caratismo que assola.
Vale muito mais a pena discutirmos como levaremos, nós Corinthianos(as), o Corinthianismo para a eternidade. O Corinthians somos nós. Definitivamente.

VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!