Tarde de sol e tensão. O Corinthians é a Lira da deusa Artemis. A Lira que a deusa chamada também de Diana usa para a Música, ela usa como Arco, para atirar flechas mortais. E que grandiosa correspondência entre Capadócia de Jorge, Éfeso de Artemis, e Pacaembu da Fiel Torcida...
Corinthians é arte e guerra. Quem esteve no Templo Sagrado hoje viu isso. O timinho adversário foi desleal no cai-cai, o juizinho, pra variar, fez o servicinho anticorintianista de praxe.
Mas quando o CORINTHIANS É CORINTHIANS, o descompromissado toma vergonha na cara. E boleiro volta a jogar bola. E o senhor Adenor nasceu com as ancas gaúchas voltadas pra Lua de São Jorge, pois mesmo quando fez o certo (colocar um centroavante, um atacante incisivo), o fez temerosamente (tirando o moleque que dá o sangue). E São Jorge escreve certo por linhas tortas; a substituição surtiu efeito no último instante. É assim que o Padroeiro quer que seja.
A Congregação que se faz resultado disso tudo é algo transcendental. Bem-aventurado quem esteve no Templo Sagrado nesta tarde ensolarada.
O Corinthians é Grande, o Corinthianismo é grandioso, de uma forma que não é possível explicar.
Contra tudo e contra todos, como o grande projeto de Palmares, liderado por Zumbi. Este Gigantesco Espírito Quilombola, trazido da Egrégora de Humaitá, da Linha de Ogum, é a Chave inquebrantável do Corinthianismo. E foi (re)vivida hoje.
Agradeça por ser Corinthian@.
SARAVÁ SÃO JORGE!
VIVA ZUMBI!
VIVA O CORINTHIANS
NOSSO DE CADA DIA!!!