A mentira estampada nos jornais e sites de hoje era algo como uma alusão a um factóide: o torcedor Corinthiano estaria pagando as contas do Ronaldinho, ou por Ronaldinho, dependendo do abutre em questão.
Claro que qualquer análise tacanha neste sentido teria que passar por cima da constatação de que, mesmo apenas cornetando o "amistoso" na televisão, Ronaldinho tenha feito o Coringão ganhar milhão, fora a parte dele. Mas a abutraiada faz questão de passar por cima disso, sem pudor.
Afinal, se sem jogar o cara já é tudo isso, imagine se a Comissão Técnica consegue prepará-lo solidamente, paulatinamente, de forma a ele realmente VOLTAR para o futebol?...
A abutraiada precisa fazer alguma coisa. Por exemplo arrotar que ele é um monte de banha, mesmo com as fotos em que é visível a forma física voltando às condições normais.
O elitismo chegou
e não é de hoje
Mas o enfoque aqui deveria ser a conta.
Que a abutraiada, nessas pautas que recebe da corja, nessas demandas que aquele escrotaço que tem jornalista na manga distribui, tenta fazer crer que o torcedor iria pagá-la, a partir do momento em que está pagando um aumento (realmente) abusivo no preço do ingresso.
A Arquibancada aumentou, e aqui já externamos nossa indignação.
Havia até uma espécie de "combinado", razão pela qual se ouve um verdadeiro silêncio nesse assunto no Corinthians. Para a segunda divisão o preço se manteria, mas para 2009 o aumento seria inevitável. Esse combinado, hoje, está transformado num "consenso". Infelizmente.
Havia também a demanda da elitização dos estádios, afinal a Copa está aí. O Corinthians foi o último desta cidade a aderir ao "movimento". Movimento nocivo. Que começou quando a Arquibancada "especial", que hoje é laranja, nos foi tomada sem que protestássemos. Deixamos que virasse isso - agora agüenta.
Nos desmobilizamos antes e vemos isso acontecer hoje.
A abutraiada tem parte formadora definitiva nesse movimento, e agora aponta o dedo querendo criticar o Corinthians por supostamente estar "perdendo seu caráter popular".
Claro, porque cobrar 70 reais na laranja é um absurdo. Eu também acho. Mas a abutraiada não acharia isso se fosse outro a fazê-lo.
Ou seja, conforme quer a abutraiada arrota. Seria só pra tentar balançar o tampão nas eleições praticamente ganhas?...
Ou só para prejudicar o Corinthians, como sempre fez desde 1913?
E se tomássemos a premissa das contas que devem ser pagas pela Fiel Torcida, chegaremos À conclusão, como Corinthianos, que o melhor a fazer é aderir ao Fiel Torcedor.
Assim sendo, o projeto teria possibilidade de ser um sucesso, mas também de superar o estigma de ser apenas um 'cambista oficial'.
Tem que dar o desconto maior para o Torcedor que está presente. Assim, aquele torcedor que vai quando quer, irá pagar a mais também por isso: NADA MAIS JUSTO.
Portanto é ele quem pagará a conta.
Aquele que aderiu ao Fiel Torcedor tem lugar e desconto garantido. O que não se comprometeu tanto a ponto de firmar "contrato" e dizer que estará ao lado do Corinthians sempre, irá pagar mais. Fim de papo.
E então faz sentido o aumento despudorado tanto da laranja quanto das numeradas, cobertas e descobertas.
Ou a abutraiada só ficou escandalizada porque quem tem mais pagará mais?
Aquele que vai de laranja terá desconto, e acabará pagando quase o mesmo que pagava se ficasse na fila, e não sairá de casa. Os da numerada não diminuirão frequência (ao menos é isso que deve estar imaginando o marketing, não?).
Tudo ficará equalizado, e o Pacaembu lotado.
Tem a ver com Ronaldinho?
Sim, a lotação tem. Mas não o preço.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Molecada na Semifinal
A molecada gosta de nos fazer torcer com o coração na boca. Deixa o adversário jogar, deixa os flancos (como diziam os ancestrais) livres para os avanços dos atacantes, mas sobretudo nas cabeçadas adversárias em nossa área a situação tem sido medonha.
Fizeram um gol mal anulado, é verdade - e isto até corrobora a minha teoria de que bandeirinha só serve pra encher o saco e a lei do impedimento só estraga o futebol de verdade -, e até o Ladeira exclamou algo do tipo "precisam tomar um susto pra acordar, porra".
O nosso ataque precisou se encontrar no primeiro tempo, e nessas horas em que conseguia, até levava perigo. Assim fez o gol, insistindo na jogada e acreditando, e levando a vantagem nas falhas do adversário. Assim como eles levavam nas nossas falhas. Placar real, descontando as maravilhosas defesas do nosso goleirão André: 1 a 1. Placar real, 1 a 0.
E o segundo tempo foi marcado pelos mesmos elementos: André, um goleirão fora-de-série, nossa sorte em aproveitar as falhas do adversário, e, depois de feito o terceiro gol, o Coringão passou a dominar com calma. Como se tivesse tirado de letra o jogo, que foi brigado mas também contou com a inexperiência de ambas as equipes.
O Corinthians levou o adversário até de "olé", mas não deu nenhum olé.
A Fiel fez sua Festa, e mandou um recado para quem assistia, ali e pela tevê: o futebol de verdade voltou.
Não venham incautos dizer que a apologia a essa 'violência' é coisa de vândalo, senão terei de destrinchar novamente a História do Futebol para mostrar então que, se a violência é coisa de vândalo e inerente ao jogo e ao espírito humano, então a sociedade está em estado falimentar - isso tudo se acreditássemos nestes incautos. E aliás, se está em estado falimentar, é por culpa deles mesmos. Mas isso não vem tanto ao caso.
Vem ao caso que essa molecada é valente, não se intimida e batalha para conquistar o que é nosso de direito.
E reza a lenda que se deixa chegar, o Coringão é problema.
Pois bem, se já era problema, agora podemos dizer que é um baita problema.
Talvez tenhamos dobradinha no Templo Sagrado nesta quinta-feira. Depende só da tal da federação. E a impressão que passa é que, ao lado da abutraiada, essa federação pretenderá tirar o espetáculo do jogão que será Corinthians contra os manézinhos sebentos.
SEMIFINAL!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Fizeram um gol mal anulado, é verdade - e isto até corrobora a minha teoria de que bandeirinha só serve pra encher o saco e a lei do impedimento só estraga o futebol de verdade -, e até o Ladeira exclamou algo do tipo "precisam tomar um susto pra acordar, porra".
O nosso ataque precisou se encontrar no primeiro tempo, e nessas horas em que conseguia, até levava perigo. Assim fez o gol, insistindo na jogada e acreditando, e levando a vantagem nas falhas do adversário. Assim como eles levavam nas nossas falhas. Placar real, descontando as maravilhosas defesas do nosso goleirão André: 1 a 1. Placar real, 1 a 0.
E o segundo tempo foi marcado pelos mesmos elementos: André, um goleirão fora-de-série, nossa sorte em aproveitar as falhas do adversário, e, depois de feito o terceiro gol, o Coringão passou a dominar com calma. Como se tivesse tirado de letra o jogo, que foi brigado mas também contou com a inexperiência de ambas as equipes.
O Corinthians levou o adversário até de "olé", mas não deu nenhum olé.
A Fiel fez sua Festa, e mandou um recado para quem assistia, ali e pela tevê: o futebol de verdade voltou.
Não venham incautos dizer que a apologia a essa 'violência' é coisa de vândalo, senão terei de destrinchar novamente a História do Futebol para mostrar então que, se a violência é coisa de vândalo e inerente ao jogo e ao espírito humano, então a sociedade está em estado falimentar - isso tudo se acreditássemos nestes incautos. E aliás, se está em estado falimentar, é por culpa deles mesmos. Mas isso não vem tanto ao caso.
Vem ao caso que essa molecada é valente, não se intimida e batalha para conquistar o que é nosso de direito.
E reza a lenda que se deixa chegar, o Coringão é problema.
Pois bem, se já era problema, agora podemos dizer que é um baita problema.
Talvez tenhamos dobradinha no Templo Sagrado nesta quinta-feira. Depende só da tal da federação. E a impressão que passa é que, ao lado da abutraiada, essa federação pretenderá tirar o espetáculo do jogão que será Corinthians contra os manézinhos sebentos.
SEMIFINAL!!!
VAI CORINTHIANS!!!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Sabadão do Coringão
Um sábado de chuva para lavar a alma. E o Coringão deu show, tanto o Timão quanto o Timãozinho!
Sábado Corinthianíssimo.
Molecada nas quartas!
Jogão contra a macaca.
A molecada mais uma vez se superou, e apresentou um futebol coletivo que surpreende.
Com falhas consertadas - e outras que rendem muito para o adversário, o que é preciso ser revisto para o próximo duelo - o Coringãozinho vai que vai, sem medo, e levando dificuldade para o adversário.
O segundo gol foi uma espécie de repeteco do segundo gol do profissional no amistoso.
O próximo adversário é o frufruzinho, que é um dos candidatos à taça. Trabalho, perseverança e um gigantesco
VAI CORINTHIANS!!!
Jogão "amistoso"
Foi um exemplo de jogo de futebol. Bem jogado, brigado e com direito a trancos e barrancos. E, porque não?, briga em campo, o que é natural quando se encontram brasileiros e hermanitos.
Os gols falam por si.
Douglas, jogando bola com bons atacantes a chamar a marcação, dá nisso. E Jorge Henrique, que marcou o primeiro gol do Corinthians no ano, com Souza, fizeram a dupla que dará trabalho pros adversários. Ainda temos Dente e o Fenômeno...
Detalhe ainda para a jogada ensaiada do 4º gol, com cabeçada de zagueiro, bem pensada, surpreendente, parecendo "sem-querer", ocmo quem não quer nada... uma beleza.
Até Otacílio marcou gol.
Enfim, no primeiro pega pra capá do ano, fomos muito bem, não apenas pelo placar, mas pela organização e disposição. O time está jogando bela bola!
O que é incrível é que até nisso criam "problema para Mano"...
Essa abutraiada é incansável, obstinada, ridiculamente carnicenta.
Sábado Corinthianíssimo.
Molecada nas quartas!
Jogão contra a macaca.
A molecada mais uma vez se superou, e apresentou um futebol coletivo que surpreende.
Com falhas consertadas - e outras que rendem muito para o adversário, o que é preciso ser revisto para o próximo duelo - o Coringãozinho vai que vai, sem medo, e levando dificuldade para o adversário.
O segundo gol foi uma espécie de repeteco do segundo gol do profissional no amistoso.
O próximo adversário é o frufruzinho, que é um dos candidatos à taça. Trabalho, perseverança e um gigantesco
VAI CORINTHIANS!!!
Jogão "amistoso"
Foi um exemplo de jogo de futebol. Bem jogado, brigado e com direito a trancos e barrancos. E, porque não?, briga em campo, o que é natural quando se encontram brasileiros e hermanitos.
Os gols falam por si.
Douglas, jogando bola com bons atacantes a chamar a marcação, dá nisso. E Jorge Henrique, que marcou o primeiro gol do Corinthians no ano, com Souza, fizeram a dupla que dará trabalho pros adversários. Ainda temos Dente e o Fenômeno...
Detalhe ainda para a jogada ensaiada do 4º gol, com cabeçada de zagueiro, bem pensada, surpreendente, parecendo "sem-querer", ocmo quem não quer nada... uma beleza.
Até Otacílio marcou gol.
Enfim, no primeiro pega pra capá do ano, fomos muito bem, não apenas pelo placar, mas pela organização e disposição. O time está jogando bela bola!
O que é incrível é que até nisso criam "problema para Mano"...
Essa abutraiada é incansável, obstinada, ridiculamente carnicenta.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A molecada, a abutraiada e a alienação
Molecada avança
No sufoco a molecada conquistou a classificação para as oitavas da Copinha.
O Ladeira armou o time arriscadamente avançado, o que surtiu efeito enquanto o adversário não havia ainda chegado para o jogo.
Dominamos esse começo de jogo e fizemos o golaço em belo chute oportunista de Fernando Henrique, o centroavante que comemora no alambrado e toma cartão amarelo (e mais uma vez as regras se mostram inúteis: "exaltação na comemoração" é a negação da própria felicidade e alegria...).
Mas o empate veio na falha de posicionamento na hora que o adversário se postou direito em campo.
Corrigida a falha, na medida do possível, o Coringãozinho partia pro ataque com certa cautela, e abusando dos chutões - pretensos lançamentos...
E foi em um gol do zagueiro que a Festa se fez, no final do primeiro tempo. Recebeu a sobra de um bom chute espalmado pelo bom goleiro adversário, chutou duas vezes e acertou uma trivela mascada no contrapé do goleiro.
Aliás, não fosse ele por duas vezes no segundo tempo, teríamos ampliado o placar. E foram as duas jogadas mais bem trabalhadas no jogo.
Enfrentaremos a macaca. Que fez o jogo com a lusa no Taboão. Poderia até ser aqui essas oitavas...
abutraiada não cansa
Quanto ao Fenômeno, ele vai bem.
Todo o mundo está preocupadíssimo com ele, seja pro mal ou pro bem.
Outra coisa com que todo o mundo está se preocupando é com a antiga patrocinadora, o contrato vencido e a decisão do tampão de cortar gastos não providenciando uniforme novo e sem patrocínio - porque daí teria que providenciar outro lote dos novos uniformes, com patrocinador novo, que será anunciado.
Será anunciado, abutraiada.
Ronaldinho irá jogar. Não se desesperem, anticorintianada.
E o Fenômeno vai cobrar esse esforço em gols, que é o que sempre soube fazer na vida.
E essa será a alegria não apenas de todos os Corinthianos do mundo, mas de todos os fãs que Ronaldinho tem pelo mundo.
Frente a essa exposição toda, podemos ver que o Corinthians está mesmo gastando muito com Ronaldinho - e pior, perdendo muito dinheiro não cobrando o 1,375 milhão da antiga patrocinadora.
Quanto ao amistoso contra o estudiantes, tão esperado, será o pega-pra-capá inaugural de 2009. Temos um elenco-base que sustenta um elenco em formação. Enfrentaremos um adversário mais organizado. Mas na volta das férias, também. A volta jamais será um nivelamento por baixo, mas coloca tudo em reinício, o que muda muita coisa.
Deverá começar o time que Mano considera o titular (Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Túlio, Elias e Douglas; Jorge Henrique e Souza) e Ronaldinho dará o chute de início - e nada mais, imagino.
Porém há esse argumento no ar, o de que devemos ajudar o Corinthians pagando vinte reais a partir de agora. Discordo. Assim como acho absurdo o Tobogã valer o mesmo que a Arquibancada.
Mas uma vez que as laranjas tomaram nosso lugar e ninguém reclamou - a tal ajuda era na prática a mesma - teríamos de encarar essa elitização com naturalidade, obviedade e com o notável ar blasè da alienação, como fazem as marionetes da madame.
Lu cazzu!
alienado dança
Antes de mais nada devemos expor o conceito de alienação. Segundo o "Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa", 2ª Edição, o termo alienação possui os significados a seguir expostos, entre outras definições:
"Processo ligado essencialmente à ação, à consciência e à situação dos homens, e pelo qual se oculta ou se falsifica essa ligação de modo que apareça o processo (e seus subprodutos) como indiferente, independente ou superior aos homens, seus criadores. (...) ao observador ingênuo o mundo parece constituído de coisas independentes umas das outras, e indiferentes à consciência".
Mas não podemos aceitar algo assim se é o Povo quem faz o futebol.
Foi essa a História construída pelo Corinthians - e não é à toa que ele é o Time do Povo.
É engraçado quando os incautos entendem este termo como algo pejorativo, como se disséssemos que o Corinthians é só um time popular porque a assim excluída "ralé" o tenha criado. O Corinthians é o Povo porque ali estão todos do Povo, dos cidadãos da coisa pública.
A República nunca foi isso que deveria ser, não aqui neste país de alienadores hereditários.
Por isso o espaço da alienação é engrandecido quando a formatação é tão eficiente, como hoje com a mídia tão abutre.
E abutres devoram os cérebros de nossos pequenos, se deixamos, assim que eles assistem o primeiro comercial, entram em contato com as primeiras mentiras propagadas pela corja alienadora.
Mentes formatadas, e a nova geração tende a compreender as coisas sem qualquer relação. Cada coisa por si só, não relacionada, não faz história nenhuma. É isso que quer dizer a "independência" no contexto do Aurélio - e não é nem um pouco liberdade, compreendam. Porque não é a capacidade de prescindir da sustentação alheia que está em jogo aqui, comprendam!
Assim, o alienado vive confortavelmente sem se inquietar. Aliás, só se inquieta quando é dita a verdade. Mas ela tem de ser dita de forma escancarada, e ainda assim ele não apreenderá nada, por sua condição.
Alienado é quem acha que vê algo na vitrine. E lá não tem amor, há somente oportunismo.
As conquistas em si não bastam - e portanto não podem ser o cerne da questão do torcer.
Na vida, 'ter' vem muito depois de amar e de viver. O amor ao Corinthians é incondicional, nunca foi fabricado; é natural e não artificial; e não é nocivo como o fungo da madame.
E quanto à "reformulação" do "estatuto", podemos ler aqui o texto do Porta-Voz.
No sufoco a molecada conquistou a classificação para as oitavas da Copinha.
O Ladeira armou o time arriscadamente avançado, o que surtiu efeito enquanto o adversário não havia ainda chegado para o jogo.
Dominamos esse começo de jogo e fizemos o golaço em belo chute oportunista de Fernando Henrique, o centroavante que comemora no alambrado e toma cartão amarelo (e mais uma vez as regras se mostram inúteis: "exaltação na comemoração" é a negação da própria felicidade e alegria...).
Mas o empate veio na falha de posicionamento na hora que o adversário se postou direito em campo.
Corrigida a falha, na medida do possível, o Coringãozinho partia pro ataque com certa cautela, e abusando dos chutões - pretensos lançamentos...
E foi em um gol do zagueiro que a Festa se fez, no final do primeiro tempo. Recebeu a sobra de um bom chute espalmado pelo bom goleiro adversário, chutou duas vezes e acertou uma trivela mascada no contrapé do goleiro.
Aliás, não fosse ele por duas vezes no segundo tempo, teríamos ampliado o placar. E foram as duas jogadas mais bem trabalhadas no jogo.
Enfrentaremos a macaca. Que fez o jogo com a lusa no Taboão. Poderia até ser aqui essas oitavas...
abutraiada não cansa
Quanto ao Fenômeno, ele vai bem.
Todo o mundo está preocupadíssimo com ele, seja pro mal ou pro bem.
Outra coisa com que todo o mundo está se preocupando é com a antiga patrocinadora, o contrato vencido e a decisão do tampão de cortar gastos não providenciando uniforme novo e sem patrocínio - porque daí teria que providenciar outro lote dos novos uniformes, com patrocinador novo, que será anunciado.
Será anunciado, abutraiada.
Ronaldinho irá jogar. Não se desesperem, anticorintianada.
E o Fenômeno vai cobrar esse esforço em gols, que é o que sempre soube fazer na vida.
E essa será a alegria não apenas de todos os Corinthianos do mundo, mas de todos os fãs que Ronaldinho tem pelo mundo.
Frente a essa exposição toda, podemos ver que o Corinthians está mesmo gastando muito com Ronaldinho - e pior, perdendo muito dinheiro não cobrando o 1,375 milhão da antiga patrocinadora.
Quanto ao amistoso contra o estudiantes, tão esperado, será o pega-pra-capá inaugural de 2009. Temos um elenco-base que sustenta um elenco em formação. Enfrentaremos um adversário mais organizado. Mas na volta das férias, também. A volta jamais será um nivelamento por baixo, mas coloca tudo em reinício, o que muda muita coisa.
Deverá começar o time que Mano considera o titular (Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Túlio, Elias e Douglas; Jorge Henrique e Souza) e Ronaldinho dará o chute de início - e nada mais, imagino.
Porém há esse argumento no ar, o de que devemos ajudar o Corinthians pagando vinte reais a partir de agora. Discordo. Assim como acho absurdo o Tobogã valer o mesmo que a Arquibancada.
Mas uma vez que as laranjas tomaram nosso lugar e ninguém reclamou - a tal ajuda era na prática a mesma - teríamos de encarar essa elitização com naturalidade, obviedade e com o notável ar blasè da alienação, como fazem as marionetes da madame.
Lu cazzu!
alienado dança
Antes de mais nada devemos expor o conceito de alienação. Segundo o "Novo dicionário Aurélio da Língua Portuguesa", 2ª Edição, o termo alienação possui os significados a seguir expostos, entre outras definições:
"Processo ligado essencialmente à ação, à consciência e à situação dos homens, e pelo qual se oculta ou se falsifica essa ligação de modo que apareça o processo (e seus subprodutos) como indiferente, independente ou superior aos homens, seus criadores. (...) ao observador ingênuo o mundo parece constituído de coisas independentes umas das outras, e indiferentes à consciência".
Mas não podemos aceitar algo assim se é o Povo quem faz o futebol.
Foi essa a História construída pelo Corinthians - e não é à toa que ele é o Time do Povo.
É engraçado quando os incautos entendem este termo como algo pejorativo, como se disséssemos que o Corinthians é só um time popular porque a assim excluída "ralé" o tenha criado. O Corinthians é o Povo porque ali estão todos do Povo, dos cidadãos da coisa pública.
A República nunca foi isso que deveria ser, não aqui neste país de alienadores hereditários.
Por isso o espaço da alienação é engrandecido quando a formatação é tão eficiente, como hoje com a mídia tão abutre.
E abutres devoram os cérebros de nossos pequenos, se deixamos, assim que eles assistem o primeiro comercial, entram em contato com as primeiras mentiras propagadas pela corja alienadora.
Mentes formatadas, e a nova geração tende a compreender as coisas sem qualquer relação. Cada coisa por si só, não relacionada, não faz história nenhuma. É isso que quer dizer a "independência" no contexto do Aurélio - e não é nem um pouco liberdade, compreendam. Porque não é a capacidade de prescindir da sustentação alheia que está em jogo aqui, comprendam!
Assim, o alienado vive confortavelmente sem se inquietar. Aliás, só se inquieta quando é dita a verdade. Mas ela tem de ser dita de forma escancarada, e ainda assim ele não apreenderá nada, por sua condição.
Alienado é quem acha que vê algo na vitrine. E lá não tem amor, há somente oportunismo.
As conquistas em si não bastam - e portanto não podem ser o cerne da questão do torcer.
Na vida, 'ter' vem muito depois de amar e de viver. O amor ao Corinthians é incondicional, nunca foi fabricado; é natural e não artificial; e não é nocivo como o fungo da madame.
E quanto à "reformulação" do "estatuto", podemos ler aqui o texto do Porta-Voz.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Hora da Patrulha Corinthiana
Tomo emprestado o termo do Japonês, o Porta-Voz, que irá compreender o que digo.
Pude acompanhar o Corinthians a uma série de três amistosos internacionais quando eu era jovem, no Japão. O Corinthians jogava com figuras como Ronaldo, Marcelo Djian, Henrique queixudo, Wilson Mano, Viola, Adil, Rivaldo, Moacir, etc.
Jogamos contra o time de Okinawa (neste dia, quando chagávamos pela via congestionada e apinhada de japas, Viola resolveu trocar sua camisa de treino por uma jaqueta de quatrocentos dólares - e o japa aceitou...), depois contra o flügels e, quando iríamos completar o turismo, a federação paulista, na época muito envolvida com os amortecedores do privadão, resolveu que o prazo para o Corinthians jogar com titulares os amistosos internacionais que resolveu ter a ousadia de disputar tinha se expirado.
Para piorar, arrumou o amistoso do time japonês o qual enfrentaríamos dois dias depois, para o dia em que jogávamos com o flügels, contra o time das sardinhas (que era aquela coisa naqueles tempos), tratando de ofuscar o Corinthians. Mas não apenas "ofuscar", como poderia até parecer.
Não saiu na imprensa. Ninguém nunca ouviu falar disso. Mas aconteceu e eu fui testemunha ocular da cara de desespero do traidor, na época "seu Alberto", que 'bundamoleou' e entregou os pontos, ao invés de bater o pé e dizer que jogava o jogo dali dois dias, querendo ou não aquela corja. Que viveu sempre dos prejuízos do Corinthians e dos nossos rivais.
Os japoneses pagariam o outro jogo contra o Corinthians, com prazer. Já haviam vendido parte das entradas (parte delas seriam do Corinthians). Por outro lado, se o Corinthians desse o dito pelo não dito, e não fosse jogar, as relações comerciais estariam bloqueadas ali. E o turquinho do wadihelu era, e ainda é, das relações caseiras, do compadrio da fraqueza.
Que coisa ter de ressucitar esse crápula aqui, não é?
Porém observe. Vejo isto acontecer novamente, mas não pelas mãos da federação, somente. Aliás, nunca a federação fez nada sozinha. Há alguma coisa por trás, obviamente. E um método claríssimo, e tão antigo quanto o próprio Corinthians de nossos corações.
as mentiras da abutraiada
O painel da trolha falha de hoje, por exemplo. Postarei nos comentários, abaixo. Primeiro tenta criar o clima para a discórdia. Afinal, por mais que a corja seja pior - mas mesmo ela tendo uma maquiagem esquisita de madame de quinta categoria - ela tem que preparar o 'terreno' na vitrine da mídia, e isso significa naturalmente 'minar' o Corinthians. Não é preciso colocar aqui também as notinhas plantadas para essa maquiagem, saídas da assessoria da corja. Mas se o leitor se aventurar a comparar, tem o meu conselho para fazê-lo.
Daqui cinco dias teremos o nosso amistoso, para o Corinthians entrar em campo e ver a FESTA da FIEL TORCIDA. Um dia depois, só para confirmar a mentira mais calhorda que existe a respeito do Pacaembu (a de que ele seria "de todos os clubes", sendo que qualquer um tem de pagar aluguel para sustentar um patrimônio aviltado pela própria associação que finge protegê-lo), estão colocando o mesmo time que usaram lá na terra do sol nascente para nos sacanear. Nada fica claro, é evidente, e sai na maquiagem do 'politicamente correto'.
Além do quê, do jeito que a abutraiada fala, parece que logo mais os jogadores irão protestar contra os maus-tratos da diretoria, que sofrerá protestos violentos da torcida. Ou ainda, parece até que a abutraiada é 'garota de recados' da tropa de choque do tampão, sendo também o 'demônio da guarda' dos quesefurem. Na verdade ela serve a propósitos muito mais escusos do que os que parece servir.
Porque, antes deste Mosqueteiro pensar em fazê-lo, a abutraiada ressucitou o traidor. E é aqui que está a cereja do bolo que a abutraiada empastela na cara de seus leitores (ou daqueles que se indignificam a ler) todos os dias.
A frase do traidor. Ele diz assim:
"Eu fui escorraçado do Corinthians porque negociei com o preibói iraniano. O que farão com o tampão se for verdade?"
A "verdade", no caso, é a presença da corja a serviço da corja, que tem o preibói iraniano como laranja.
E esse Mosqueteiro terá de dizer o seguinte; Em primeiro lugar, você que está na expiação, ali deverá permanecer, ou então descer mais pro inferno ainda. O que equivale a dizer que este assunto não mais te interessa. Por conseguinte, que você não negociou, você foi negociado.
Como na terra do sol nascente. Lembra?
Pude acompanhar o Corinthians a uma série de três amistosos internacionais quando eu era jovem, no Japão. O Corinthians jogava com figuras como Ronaldo, Marcelo Djian, Henrique queixudo, Wilson Mano, Viola, Adil, Rivaldo, Moacir, etc.
Jogamos contra o time de Okinawa (neste dia, quando chagávamos pela via congestionada e apinhada de japas, Viola resolveu trocar sua camisa de treino por uma jaqueta de quatrocentos dólares - e o japa aceitou...), depois contra o flügels e, quando iríamos completar o turismo, a federação paulista, na época muito envolvida com os amortecedores do privadão, resolveu que o prazo para o Corinthians jogar com titulares os amistosos internacionais que resolveu ter a ousadia de disputar tinha se expirado.
Para piorar, arrumou o amistoso do time japonês o qual enfrentaríamos dois dias depois, para o dia em que jogávamos com o flügels, contra o time das sardinhas (que era aquela coisa naqueles tempos), tratando de ofuscar o Corinthians. Mas não apenas "ofuscar", como poderia até parecer.
Não saiu na imprensa. Ninguém nunca ouviu falar disso. Mas aconteceu e eu fui testemunha ocular da cara de desespero do traidor, na época "seu Alberto", que 'bundamoleou' e entregou os pontos, ao invés de bater o pé e dizer que jogava o jogo dali dois dias, querendo ou não aquela corja. Que viveu sempre dos prejuízos do Corinthians e dos nossos rivais.
Os japoneses pagariam o outro jogo contra o Corinthians, com prazer. Já haviam vendido parte das entradas (parte delas seriam do Corinthians). Por outro lado, se o Corinthians desse o dito pelo não dito, e não fosse jogar, as relações comerciais estariam bloqueadas ali. E o turquinho do wadihelu era, e ainda é, das relações caseiras, do compadrio da fraqueza.
Que coisa ter de ressucitar esse crápula aqui, não é?
Porém observe. Vejo isto acontecer novamente, mas não pelas mãos da federação, somente. Aliás, nunca a federação fez nada sozinha. Há alguma coisa por trás, obviamente. E um método claríssimo, e tão antigo quanto o próprio Corinthians de nossos corações.
as mentiras da abutraiada
O painel da trolha falha de hoje, por exemplo. Postarei nos comentários, abaixo. Primeiro tenta criar o clima para a discórdia. Afinal, por mais que a corja seja pior - mas mesmo ela tendo uma maquiagem esquisita de madame de quinta categoria - ela tem que preparar o 'terreno' na vitrine da mídia, e isso significa naturalmente 'minar' o Corinthians. Não é preciso colocar aqui também as notinhas plantadas para essa maquiagem, saídas da assessoria da corja. Mas se o leitor se aventurar a comparar, tem o meu conselho para fazê-lo.
Daqui cinco dias teremos o nosso amistoso, para o Corinthians entrar em campo e ver a FESTA da FIEL TORCIDA. Um dia depois, só para confirmar a mentira mais calhorda que existe a respeito do Pacaembu (a de que ele seria "de todos os clubes", sendo que qualquer um tem de pagar aluguel para sustentar um patrimônio aviltado pela própria associação que finge protegê-lo), estão colocando o mesmo time que usaram lá na terra do sol nascente para nos sacanear. Nada fica claro, é evidente, e sai na maquiagem do 'politicamente correto'.
Além do quê, do jeito que a abutraiada fala, parece que logo mais os jogadores irão protestar contra os maus-tratos da diretoria, que sofrerá protestos violentos da torcida. Ou ainda, parece até que a abutraiada é 'garota de recados' da tropa de choque do tampão, sendo também o 'demônio da guarda' dos quesefurem. Na verdade ela serve a propósitos muito mais escusos do que os que parece servir.
Porque, antes deste Mosqueteiro pensar em fazê-lo, a abutraiada ressucitou o traidor. E é aqui que está a cereja do bolo que a abutraiada empastela na cara de seus leitores (ou daqueles que se indignificam a ler) todos os dias.
A frase do traidor. Ele diz assim:
"Eu fui escorraçado do Corinthians porque negociei com o preibói iraniano. O que farão com o tampão se for verdade?"
A "verdade", no caso, é a presença da corja a serviço da corja, que tem o preibói iraniano como laranja.
E esse Mosqueteiro terá de dizer o seguinte; Em primeiro lugar, você que está na expiação, ali deverá permanecer, ou então descer mais pro inferno ainda. O que equivale a dizer que este assunto não mais te interessa. Por conseguinte, que você não negociou, você foi negociado.
Como na terra do sol nascente. Lembra?
domingo, 11 de janeiro de 2009
A molecada e a abutraiada
Foi uma noite bela. Em um estádio repleto de Corinthianos e de anticorintianos (alguns pareciam até torcer para o time de São Carlos...) o Corinthians da molecada passou sufoco diante do time da casa, mesmo eles estando com um a menos desde o começo da partida. As jogadas, algumas vezes, até saíram bem construídas, com passes certeiros (a maioria dos passes, porém...). Mas a finalização esteve muito precária. Há certo excesso de vontade nessa molecada, e é daquele excesso que atrapalha e compromete. Pra chegar, nessa Copinha, é preciso trabalhar isso.
O gol saiu nos acréscimos, em um chute de Marcelinho de fora da área, que passou por um, por outro, até a mão do goleiro amolecer (um bom jogador, mas a posição é ingrata) e aceitar. Um golaço típico de Corinthiano.
Porém não há nenhum destaque nesse time, que se chegar será pela força do conjunto, e só se for melhor trabalhada.
À abutraiada da corja que preparou a cornetinha para um inédito "vexame" quando o Corinthians "apenas" empatou com o time da Paraíba, um sonoro
AQUI É CORINTHIANS
na orelha ensebada de vocês.
Timão Ê Ô
Aliás, a abutraiada teve que se contentar com o jogo-treino de quatro a zero, contra o união de Santa Bárbara D´Oeste. O Corinthians voltou bem, a maioria está em forma e o ritmo de jogo será readquirido no grupo com preparo, cautela e sobretudo esforço. Como faz o Ronaldinho:
Chicão fala em 80% da força, no mínimo, na estréia do Paulistão contra o time-empresa das cercanias do Alfavile. É claro que é o máximo que deverá ser apresentado sempre. A questão é que abutre gosta das coisas pequenas ampliadas, jogadas, enviesadas; eis porquê às vezes e quase sempre nos deparamos com essas bobagens.
Manchetes do tipo "Ronaldinho toma café com adoçante para não aumentar peso" são execráveis, saídas da assessoria da corja imunda.
E enquanto forem aceitas pela mecriodade, veremos essa imprensa afundar o futebol. Vejam isso, por exemplo. Ou então o falso'berano.
Propagandeando falsidades, mascarando a História para que ela pareça ser o que não é, a abutraiada apronta a maior mentira da "modernidade", desde Goebbels.
Mas, ainda assim, foi por causa de 2005, por exemplo, que a gauchada abraçou e beijou e o rival... Outro exemplo; prestes a cair no golpe da prefeitura comandanda por elementos da corja, o Corinthians sinalizou interesse pelo Pacaembu. Só isso já rende coisinhas como isso.
Diante disso, é preciso perguntar, antes mesmo de pensar em construir um estádio novo, ou antes de fazer algum plebiscito, ou antes de dizer que um médico deveria estar no marketing, se o dinheiro para o estádio novo fosse da Fiel Torcida, e até antes de dizer que o estádio é de "todos os clubes" - uma mentira daquelas bem calhordas -, se o Pacaembu não estaria abandonado pela própria 'associação'? O Complexo esportivo ficou sem os devidos cuidados até hoje. Mas quando se fala em Corinthians obter a concessão - injustamente onerosa - a gentalha da corja já fica ouriçada.
Sendo que o cafundó da fazenda, a beirada do quilombo da Vila Sônia, foi obtido tenebrosamente, e foi enxertado com caráter obscuro. E a maior renda daquele privadão, a única coisa que faz aquilo não dar prejuízo, é que o Corinthians às vezes joga lá.
Voltando ao Coringão, portanto, teremos mais dois jogos-treinos antes do último teste para a estréia. O amistoso, enfim, foi definido: dia 17, contra o estudiantes de la Plata, no Templo Sagrado do Pacaembu.
O que impressiona é que, que eu me lembre, nunca vi uma pré-temporada tão organizada no Corinthians, com tanto tempo e com uma base já formada. São raros esses começos de ano. Mas às vezes eles acontecem. Isso é Corinthians.
O gol saiu nos acréscimos, em um chute de Marcelinho de fora da área, que passou por um, por outro, até a mão do goleiro amolecer (um bom jogador, mas a posição é ingrata) e aceitar. Um golaço típico de Corinthiano.
Porém não há nenhum destaque nesse time, que se chegar será pela força do conjunto, e só se for melhor trabalhada.
À abutraiada da corja que preparou a cornetinha para um inédito "vexame" quando o Corinthians "apenas" empatou com o time da Paraíba, um sonoro
AQUI É CORINTHIANS
na orelha ensebada de vocês.
Timão Ê Ô
Aliás, a abutraiada teve que se contentar com o jogo-treino de quatro a zero, contra o união de Santa Bárbara D´Oeste. O Corinthians voltou bem, a maioria está em forma e o ritmo de jogo será readquirido no grupo com preparo, cautela e sobretudo esforço. Como faz o Ronaldinho:
Chicão fala em 80% da força, no mínimo, na estréia do Paulistão contra o time-empresa das cercanias do Alfavile. É claro que é o máximo que deverá ser apresentado sempre. A questão é que abutre gosta das coisas pequenas ampliadas, jogadas, enviesadas; eis porquê às vezes e quase sempre nos deparamos com essas bobagens.
Manchetes do tipo "Ronaldinho toma café com adoçante para não aumentar peso" são execráveis, saídas da assessoria da corja imunda.
E enquanto forem aceitas pela mecriodade, veremos essa imprensa afundar o futebol. Vejam isso, por exemplo. Ou então o falso'berano.
Propagandeando falsidades, mascarando a História para que ela pareça ser o que não é, a abutraiada apronta a maior mentira da "modernidade", desde Goebbels.
Mas, ainda assim, foi por causa de 2005, por exemplo, que a gauchada abraçou e beijou e o rival... Outro exemplo; prestes a cair no golpe da prefeitura comandanda por elementos da corja, o Corinthians sinalizou interesse pelo Pacaembu. Só isso já rende coisinhas como isso.
Diante disso, é preciso perguntar, antes mesmo de pensar em construir um estádio novo, ou antes de fazer algum plebiscito, ou antes de dizer que um médico deveria estar no marketing, se o dinheiro para o estádio novo fosse da Fiel Torcida, e até antes de dizer que o estádio é de "todos os clubes" - uma mentira daquelas bem calhordas -, se o Pacaembu não estaria abandonado pela própria 'associação'? O Complexo esportivo ficou sem os devidos cuidados até hoje. Mas quando se fala em Corinthians obter a concessão - injustamente onerosa - a gentalha da corja já fica ouriçada.
Sendo que o cafundó da fazenda, a beirada do quilombo da Vila Sônia, foi obtido tenebrosamente, e foi enxertado com caráter obscuro. E a maior renda daquele privadão, a única coisa que faz aquilo não dar prejuízo, é que o Corinthians às vezes joga lá.
Voltando ao Coringão, portanto, teremos mais dois jogos-treinos antes do último teste para a estréia. O amistoso, enfim, foi definido: dia 17, contra o estudiantes de la Plata, no Templo Sagrado do Pacaembu.
O que impressiona é que, que eu me lembre, nunca vi uma pré-temporada tão organizada no Corinthians, com tanto tempo e com uma base já formada. São raros esses começos de ano. Mas às vezes eles acontecem. Isso é Corinthians.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
A Fazendinha
Antes de mais nada, é importante alertar para a ausência de um camisa 2 na nova numeração Corinthiana, divulgada no site oficial.
Amanhã será oficializada e anunciada a reforma na Gloriosa Fazendinha, o estádio que leva o nome de um anjo da guarda. Que não foi mero mecenas e merece a homenagem de "ser" a casa de seu amor. Um amor construído aos poucos. Verdadeiro, leal, incondicional.
E tem como protetor o Santo Guerreiro.
O grupo português tem ambições concretas, e usa o tom correto quando inicia o texto de apresentação com "O Corinthians". É importante ler isso até o final.
Não sei se fica certo isso, mas ao que parece, enquanto não está ocorrendo um jogo do Corinthians, a Fazendinha é de "responsabilidade comercial" do grupo. Por muitos anos. Maria leva vantagem onde? Como vão usar essa tal "responsabilidade comercial"? Que cazzu vão fazer com o Estádio Alfredo Schürig, estes patrícios? Li o site dos caras todinho e ainda estou com essa questão na cabeça.
Observo porém que o Vice do grupo conceitua algo interessante quando diz que "nem sempre a realização de uma obra civil de grande dimensão é sinônimo de mais vantagens, melhor operação e prestígio".
A Fazendinha se salva da morte iminente do futebol como o conhecemos. A Copa de 2014 é este limiar nada tênue, e na verdade já começou há algum tempo.
A Fazendinha abrigará novamente os jogos do Corinthians, sempre de casa cheia. Só isso já vale o sacrifício da salvação, que é diferencial da Torcida que criou o time. E não foi criada, se criou.
Se a jogada fosse completa, e o Pacaembu se salvasse da copa de 2014 com uma reforma que eliminaria o Tobogã, fechando a arena e utilizando todo aquele espaço que está embaixo do concreto para um estacionamento em pavimentos, mantendo todo o clube municipal ali instalado, quem sabe construindo novo acesso, tudo seria muito mais bonito. Só um estacionamento ali já rende muita grana, se é de grana que carniceiro vive.
Um Templo Sagrado "modernizado" (e elitizado, caro, com o ticket médio fora dos padrões do futebol que conhecemos: é a morte deste futebol "ultrapassado". Depois não adiantará mais chorar, reclamar, ser saudosista. Este futebol "do futuro" não está enxergando o presente, que isso fique claro até - e principalmente - àquela turminha que está na vitrine da ilha de caras), para sessenta mil pessoas no centro da maior cidade da América do Sul.
Salvaríamos o Templo Sagrado de se tornar a extensão do Araçá. E transformaríamos ele em algo o mais útil possível. Faria sentido até o tal museu que se instalou ali. E é coisa viável em 30 meses, na promessa dos patrícios. Pura especulação deste Mosqueteiro, mas SE a jogada fosse completa, meu irmão...
São Jorge nos proteja,
VAI CORINTHIANS!!!
Amanhã será oficializada e anunciada a reforma na Gloriosa Fazendinha, o estádio que leva o nome de um anjo da guarda. Que não foi mero mecenas e merece a homenagem de "ser" a casa de seu amor. Um amor construído aos poucos. Verdadeiro, leal, incondicional.
E tem como protetor o Santo Guerreiro.
O grupo português tem ambições concretas, e usa o tom correto quando inicia o texto de apresentação com "O Corinthians". É importante ler isso até o final.
Não sei se fica certo isso, mas ao que parece, enquanto não está ocorrendo um jogo do Corinthians, a Fazendinha é de "responsabilidade comercial" do grupo. Por muitos anos. Maria leva vantagem onde? Como vão usar essa tal "responsabilidade comercial"? Que cazzu vão fazer com o Estádio Alfredo Schürig, estes patrícios? Li o site dos caras todinho e ainda estou com essa questão na cabeça.
Observo porém que o Vice do grupo conceitua algo interessante quando diz que "nem sempre a realização de uma obra civil de grande dimensão é sinônimo de mais vantagens, melhor operação e prestígio".
A Fazendinha se salva da morte iminente do futebol como o conhecemos. A Copa de 2014 é este limiar nada tênue, e na verdade já começou há algum tempo.
A Fazendinha abrigará novamente os jogos do Corinthians, sempre de casa cheia. Só isso já vale o sacrifício da salvação, que é diferencial da Torcida que criou o time. E não foi criada, se criou.
Se a jogada fosse completa, e o Pacaembu se salvasse da copa de 2014 com uma reforma que eliminaria o Tobogã, fechando a arena e utilizando todo aquele espaço que está embaixo do concreto para um estacionamento em pavimentos, mantendo todo o clube municipal ali instalado, quem sabe construindo novo acesso, tudo seria muito mais bonito. Só um estacionamento ali já rende muita grana, se é de grana que carniceiro vive.
Um Templo Sagrado "modernizado" (e elitizado, caro, com o ticket médio fora dos padrões do futebol que conhecemos: é a morte deste futebol "ultrapassado". Depois não adiantará mais chorar, reclamar, ser saudosista. Este futebol "do futuro" não está enxergando o presente, que isso fique claro até - e principalmente - àquela turminha que está na vitrine da ilha de caras), para sessenta mil pessoas no centro da maior cidade da América do Sul.
Salvaríamos o Templo Sagrado de se tornar a extensão do Araçá. E transformaríamos ele em algo o mais útil possível. Faria sentido até o tal museu que se instalou ali. E é coisa viável em 30 meses, na promessa dos patrícios. Pura especulação deste Mosqueteiro, mas SE a jogada fosse completa, meu irmão...
São Jorge nos proteja,
VAI CORINTHIANS!!!
Fim do marasmo
A Copinha tira o marasmo de dezembro.
Tem sido assim, desde quando fomos campeões num Natal. Chegou a ser assim também no maior campeonato de verão do mundo, que vencemos, no maior estádio do mundo.
Como visitantes, veja bem, em um campeonato mundial. E, visitantes, colocamos mais de vinte e cinco mil. Na Cidade Maravilhosa...
Assim como São Carlos viu, nessa noite de terça, uma invasão Corinthiana. E o estádio lotado com a torcida local. Pois era possível ouvir, nos microfones da RedeVida, as aves pardas do anticorintianismo sancarlense. O escárnio da maldição.
O primeiro gol, logo aos três minutos, foi bem Corinthiano. A bola sobrou para um camisa sete chamado Marcelinho, que chutou mascado no zagueiro, e foi cair na rede.
Depois jogou tranqüilo até demais (e, en passant, enquanto escrevia isso lembrei que devemos manter, a qualquer custo, nossos teclados com trema, pois essa "reforma ortográfica" é um atentado). Veio o segundo tempo, ainda tranqüilo, com o campo sem estar encharcado, e jogamos bem. Mesmo com o adversário apresentando a mesma vontade do adversário do dia 3.
O segundo gol foi bonito e Corinthiano também, de novo a bola mascada, e de novo Marcelinho, mas desta vez paralelo à linha de fundo, pela direita. A bola morreu na parte lateral esquerda do gol. E a noite foi completa com um gol de pênalti, cobrado pelo artilheiro da noite. Três gols de Marcelinho. Agora, disputaremos a primeira colocação, e a classificação, com o time daquela cidade.
*******
Chega a ser uma comédia essa abutraiada tentando fazer com que a fama da corja seja relacionada a nós.
Entrelinhas, subentendimentos, mas é apenas desvio de caráter daquele mesmo que possui jornalistas na manga. Não cola. E não foi apenas aqui, mas aqui também. As duas maiores cambadas servis da abutraiada pró-corja. A escrotidão imprensal. O fim de feira do futebol "moderno".
Todo esse "universo colorido" de palavras (intimidade, sigilo, e outros termos que desviam a atenção) só dizem respeito a uma corja imunda sem alma.
Mas àquele que faltam as bolas é necessário que o desespero seja mascarado...
Muita coisa, porém, ainda virá.
De nossa parte, eu digo. Surpresas péssimas, especialmente para esse inimigo em especial.
E ficou sinalizado que o peñarol será o adversário do amistoso. Mas ao que parece a coisa ainda não desenrolou. Torno a dizer, todavia, que o adversário é o que menos importa.
Tem sido assim, desde quando fomos campeões num Natal. Chegou a ser assim também no maior campeonato de verão do mundo, que vencemos, no maior estádio do mundo.
Como visitantes, veja bem, em um campeonato mundial. E, visitantes, colocamos mais de vinte e cinco mil. Na Cidade Maravilhosa...
Assim como São Carlos viu, nessa noite de terça, uma invasão Corinthiana. E o estádio lotado com a torcida local. Pois era possível ouvir, nos microfones da RedeVida, as aves pardas do anticorintianismo sancarlense. O escárnio da maldição.
O primeiro gol, logo aos três minutos, foi bem Corinthiano. A bola sobrou para um camisa sete chamado Marcelinho, que chutou mascado no zagueiro, e foi cair na rede.
Depois jogou tranqüilo até demais (e, en passant, enquanto escrevia isso lembrei que devemos manter, a qualquer custo, nossos teclados com trema, pois essa "reforma ortográfica" é um atentado). Veio o segundo tempo, ainda tranqüilo, com o campo sem estar encharcado, e jogamos bem. Mesmo com o adversário apresentando a mesma vontade do adversário do dia 3.
O segundo gol foi bonito e Corinthiano também, de novo a bola mascada, e de novo Marcelinho, mas desta vez paralelo à linha de fundo, pela direita. A bola morreu na parte lateral esquerda do gol. E a noite foi completa com um gol de pênalti, cobrado pelo artilheiro da noite. Três gols de Marcelinho. Agora, disputaremos a primeira colocação, e a classificação, com o time daquela cidade.
*******
Chega a ser uma comédia essa abutraiada tentando fazer com que a fama da corja seja relacionada a nós.
Entrelinhas, subentendimentos, mas é apenas desvio de caráter daquele mesmo que possui jornalistas na manga. Não cola. E não foi apenas aqui, mas aqui também. As duas maiores cambadas servis da abutraiada pró-corja. A escrotidão imprensal. O fim de feira do futebol "moderno".
Todo esse "universo colorido" de palavras (intimidade, sigilo, e outros termos que desviam a atenção) só dizem respeito a uma corja imunda sem alma.
Mas àquele que faltam as bolas é necessário que o desespero seja mascarado...
Muita coisa, porém, ainda virá.
De nossa parte, eu digo. Surpresas péssimas, especialmente para esse inimigo em especial.
E ficou sinalizado que o peñarol será o adversário do amistoso. Mas ao que parece a coisa ainda não desenrolou. Torno a dizer, todavia, que o adversário é o que menos importa.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
O tal amistoso
Já foi marcada a data, antes mesmo de ser divulgado (e isso é trabalho da comissão técnica) e a abutraiada diz que é "mesmo sem adversário".
É algo que faz parte da pré-temporada; você tem um grupo de boleiros que volta das férias, coloca esse pessoal todo em forma e começa a escalar os titulares. Apenas jogo-treino não basta. Nem dois, nem três. É necessário um amistoso. Como uma simulação de um jogo de verdade.
Seria contra um time argentino, que tem jogo oficial marcado para o mesmo dia (a abutraiada, porém, coloca na manchete que os hermanos "recusaram" o amistoso).
E, segundo a mesma abutraiada, seria "somente" para que se visse o Ronaldinho jogar bola. Sendo que os médicos do cara já diziam que antes de fevereiro, nada feito.
Como TUDO o que se fala do Corinthians hoje tem a ver com Ronaldinho - pelo menos nas medíocres e doentias cabeças dos carniceiros da mídia - o tal do amistoso "perderia razão de ser" se não tivesse Ronaldinho em campo. E, cá pra nós pois isso tudo é coisa nossa, o que menos importa é se Ronaldinho joga esse amistoso, e menos ainda quem é o adversário. O necessário é ver as engrenagens do time funcionando.
Cáspita!, e é pré-temporada ainda!
Esperemos somente começar os jogos oficiais, e veremos do que essa abutraiada é capaz, quando o delinqüente moral que tem jornalistas no bolso está por trás da intenção de difamar o TODO-PODEROSO.
É algo que faz parte da pré-temporada; você tem um grupo de boleiros que volta das férias, coloca esse pessoal todo em forma e começa a escalar os titulares. Apenas jogo-treino não basta. Nem dois, nem três. É necessário um amistoso. Como uma simulação de um jogo de verdade.
Seria contra um time argentino, que tem jogo oficial marcado para o mesmo dia (a abutraiada, porém, coloca na manchete que os hermanos "recusaram" o amistoso).
E, segundo a mesma abutraiada, seria "somente" para que se visse o Ronaldinho jogar bola. Sendo que os médicos do cara já diziam que antes de fevereiro, nada feito.
Como TUDO o que se fala do Corinthians hoje tem a ver com Ronaldinho - pelo menos nas medíocres e doentias cabeças dos carniceiros da mídia - o tal do amistoso "perderia razão de ser" se não tivesse Ronaldinho em campo. E, cá pra nós pois isso tudo é coisa nossa, o que menos importa é se Ronaldinho joga esse amistoso, e menos ainda quem é o adversário. O necessário é ver as engrenagens do time funcionando.
Cáspita!, e é pré-temporada ainda!
Esperemos somente começar os jogos oficiais, e veremos do que essa abutraiada é capaz, quando o delinqüente moral que tem jornalistas no bolso está por trás da intenção de difamar o TODO-PODEROSO.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Primeiro jogo do ano
A molecada (aliás, literalmente molecada) entrou em campo ontem, em São Carlos, contra o paraibano e ficou no empate em 1 a 1.
Ladeira tentou ser ofensivo com esse time que é um sub-18, em campo encharcado, contra um time que não tinha nada a perder, e que colocou tanto fôlego a mais, por jogar contra o Todo-Poderoso, que teve dois jogadores contundidos com cãibra.
O primeiro tempo até que não foi mal, mas no segundo tempo entrou um tal de rafael rodolfo (ISSO É NOME??), espécie de versão infanto-juvenil daquele bebeto, um traste.
No geral é um time esforçado, com alguns talentos razoáveis e ainda muito jovens.
Muito nome esquisito, porém. Nomes que não funcionam em campo. Esses nomes são típicos e expressam o caminho lastimável dessa 'modernidade' no futebol.
O Corinthians se prepara...
Começou a pré-temporada, um intensivão necessário no futebol "organizado". Já surgem aquelas tranqueiras urubuzando o peso, as medidas, o prato de cada jogador. Dez estariam fora do peso (média baixa até. Duvido que façam o mesmo levantamento quando forem tratar da quadrilha da corja imunda). Mas não tem esse negócio de sair na frente. O parâmetro no futebol, sendo sempre o resultado, impede que isso seja assim.
A boa notícia é que se enxugou o elenco, e isso é muito bom. Tinha muita tranqueira, um bando de bunda-mole perneta, que não está mais. Mas há perda significativa, na minha opinião. Cássio, por exemplo. E apenas rolos empresariais explicam o não-interesse na permanência dele, um moleque Corinthiano.
Não trarão mais Kléber, o que é ao mesmo tempo gratificante e frustrante. Gratificante porque um deslize desses é feio para quem ama o Futebol. Seria um grande reforço, porém, e esta é de fato uma coisa triste para esse mesmo Futebol.
Na pré-temporada:
Gol: Felipe, Júlio César e Rafael Santos
Lateral: Alessandro, Diogo, André Santos e Wellington Saci
Zaga: Chicão, William, Jean, Renato, Diego e Escudero
Volantes: Cristian, Túlio, Fabinho, Marcelo Oliveira e Bruno Octávio
Meias: Douglas, Morais, Elias, Lulinha e Eduardo Ramos
Ataque: Dente, Ronaldinho, Souza, Jorge Henrique, Otacílio Neto e Acosta
Ladeira tentou ser ofensivo com esse time que é um sub-18, em campo encharcado, contra um time que não tinha nada a perder, e que colocou tanto fôlego a mais, por jogar contra o Todo-Poderoso, que teve dois jogadores contundidos com cãibra.
O primeiro tempo até que não foi mal, mas no segundo tempo entrou um tal de rafael rodolfo (ISSO É NOME??), espécie de versão infanto-juvenil daquele bebeto, um traste.
No geral é um time esforçado, com alguns talentos razoáveis e ainda muito jovens.
Muito nome esquisito, porém. Nomes que não funcionam em campo. Esses nomes são típicos e expressam o caminho lastimável dessa 'modernidade' no futebol.
O Corinthians se prepara...
Começou a pré-temporada, um intensivão necessário no futebol "organizado". Já surgem aquelas tranqueiras urubuzando o peso, as medidas, o prato de cada jogador. Dez estariam fora do peso (média baixa até. Duvido que façam o mesmo levantamento quando forem tratar da quadrilha da corja imunda). Mas não tem esse negócio de sair na frente. O parâmetro no futebol, sendo sempre o resultado, impede que isso seja assim.
A boa notícia é que se enxugou o elenco, e isso é muito bom. Tinha muita tranqueira, um bando de bunda-mole perneta, que não está mais. Mas há perda significativa, na minha opinião. Cássio, por exemplo. E apenas rolos empresariais explicam o não-interesse na permanência dele, um moleque Corinthiano.
Não trarão mais Kléber, o que é ao mesmo tempo gratificante e frustrante. Gratificante porque um deslize desses é feio para quem ama o Futebol. Seria um grande reforço, porém, e esta é de fato uma coisa triste para esse mesmo Futebol.
Na pré-temporada:
Gol: Felipe, Júlio César e Rafael Santos
Lateral: Alessandro, Diogo, André Santos e Wellington Saci
Zaga: Chicão, William, Jean, Renato, Diego e Escudero
Volantes: Cristian, Túlio, Fabinho, Marcelo Oliveira e Bruno Octávio
Meias: Douglas, Morais, Elias, Lulinha e Eduardo Ramos
Ataque: Dente, Ronaldinho, Souza, Jorge Henrique, Otacílio Neto e Acosta
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