Tardiamente comento a GUERRA desta terça, pontualmente.
Primeiramente, a postura do Timão foi sim a mesma do jogo anterior, aquele que será sempre lembrado pela UVA que a mentira verde do cerrado chupou. Mas a mentira azul tem mais postura e mais combate que o time do cai-o-junior (que chegou na Gávea zicando o urubu...).
Nossa Fiel Torcida fez Festa como sempre, e empurrou o Coringão. Mesmo que a putaria cambistóide tenha rearranjado e disposto as arquibancadas de forma errada; quem tinha uma vermelha, por exemplo, trocou por uma laranja com mais alguns reais. Mas é Festa. E o que deveria ser espaço para os "bandidos" organizados, voltou a ser espaço democrático dos Corinthianos, como DEVERIA SER SEMPRE. É criminoso, portanto, esse intuito de querer separar as organizadas dos torcedores "comuns" (seja lá o que for isso), mas deixando a brecha descomunal para os cambistas aproveitarem um lucro.
Mas, dentro dessa postura aguerrida, observamos também várias falhas individuais, e algumas superações. Falhas, por exemplo, do Sr. C.Alberto, que jogou talvez uma das piores partidas. E do Sr. Perdigão, que pelamordedeus. E do Capitão Willian, que falhou na arrancada do atacante da mentira-azul. E do gordinho, que deveria ter catado a bola, mas a mão murchou na hora... Um frango que NÃO PODE NUNCA MAIS COMETER (Julio Cesar está aí).
Superação do meninote Lulinha, que lutou como nunca antes na jogada que originou o primeiro gol. Lulinha acreditou, como deveria sempre acreditar, e cruzou pela direita para Herrera ver o goleiro deixar a bola sobrar em sua cabeça, e enfiou pro gol. E muitas oportunidades desperdiçadas, veio um revés, mas Dentinho também acreditou, desta vez pela esquerda, e Herrera marcou seu segundo gol. Esta, enfim, a grande superação neste jogo: gols de Herrera.
André Santos dormiu durante boa parte do jogo, e este foi fator determinante para não sairmos com um placar melhor. Fabinho não comprometeu, mas também cochilou. Rincón também, e pior, tomou um cartão imbecil. E pra piorar entrou o Acosta, sonâmbulo.
O Timão está melhorando, aos poucos, na base da RAÇA, pelo MANTO, mas ainda está muito aquém do que deveria estar. Mano sabe disso, e mantém discurso otimista, como deve manter, mas trabalha para reverter isso e compor as melhorias que deverão vir, também aos poucos.
Chega Douglas, que pode vir a ser um bom meia. E Saci (sim, é inevitável a piada "joga só com uma perna", mas Saci não tem medo da Cuca e apronta todas; É CORINTHIANÍSSIMO personagem das lendas brasileiras).
Começa este sábado, portanto, a GRANDE GUERRA. É OBRIGAÇÃO, sabemos, mas de fato devemos saber que não será bem assim. Será sofrido, saibam desde já os incautos e despreparados Corinthianos, pois os calejados sabemos.
Será uma guerra à parte conseguir ingresso para cada jogo, uma vez que o Fiel Torcedor parece estar sendo boicotado justamente lá dentro, POR QUEM GANHA COM A CAMBISTAIADA.
Aliás, VINTE CONTO O INGRESSO??? DIRETORIA SALAFRÁRIA!!!
ACORDA FIEL!!!
VAI CORINTHIANS!!!
É estarrecedor o golpezinho de um cretino por aí, divulgando uma suposta reunião para livrar o asnesi do que lhe caberá.
Pior ainda é a "diretoria" pregar "humildade" para poder "negociar" com "parcerias". Isso deveria assombrar Conselheiros, mas parece que estão levando essa pecaminosa história na flauta. ISSO NÃO PODERÁ FICAR ASSIM.
Aliás, os contabilóides comemoram um trimestre no azul. Adianta? Sim, em termos. Mas é muito cedo pra comemorar alguma coisa nesse sentido. Restam vários milhões ainda, e o traidor está por aí, enquanto o preibói iraniano paga assessoria pra plantar notinha no painel da trolha. O asnesi é hominho dele. ACORDA FIEL, CARALHO!!!
O Gobbi conseguiu tirar duas pedrinhas em seu sapatinho. Um péssimo sinal para nós, Fiel Torcida.
Aliás, peideivid???... pra agosto??? que merda é essa???
Boa notícia
Seguindo a vasta Tradição Mosqueteira em esportes aquáticos, o atleta Corinthiano Juan Martins Pereyra conquistou o índice olímpico na prova dos 1500m livre com o tempo de 15min28s88, e garantiu vaga em Pequim.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Considerações antes da GUERRA
Ontem recorri ao livro escrito pelo Mestre Diaféria, pois dúvidas pairavam em meus pensamentos. Na verdade queria encontrar uma lacuna, durante o período em que o Corinthians avançava pela Ponte Grande, nos idos de 1916. Esses anos foram cruciais, como todos os anos vividos pelo Coringão até hoje, mas muito mais que isso.
Foram anos de afirmação. O salto dado do campo do Lenheiro para a Ponte Grande foi imenso, gigantesco, descomunal. E foi exatamente quando o Corinthians se tornou o Timão.
Na época, e isso se lê em atas, os associados temiam a tão comentada "morte" do club. Em 1915, a agenda política de destruição já havia agido no sentido de exterminar o club da "arraia-miúda", esse povo que quer subir na vida, que quer fazer a própria vida, que desafia os "grandes" de igual para igual. O Corinthians fora alijado das competições, mesmo sendo o melhor team das plagas Paulistas. Isso nunca foi aceito pela escrotidão elitista, e não é à toa que existem as almas penadas do anticorintianismo.
Pois bem, tentando compreender como sucedeu este período, exatamente isso me chamou a atenção. Se falava da "morte" do Corinthians em assembléias de associados!
Talvez o caríssimo leitor não se dê conta da importância disso, pois então vamos aos fatos. O Corinthians foi perseguido pela anticorintianada a ponto de os associados temerem dar esse passo tão grande em busca da merecida Glória.
Em 1916, Corinthians Campeão Invicto, com apenas seis anos de vida, dois anos de campeonato "oficial", dois títulos, ambos invictos. O Timão.
Precisávamos de um campo para jogar, pois o acanhado campo do Lenheiro já não suportava a multidão espetacular que acompanhava o Timão. O grande passo foi alugar da prefeitura um terreno na Ponte Grande (voltaremos a esse ponto, e o desenvolveremos). Pois bem; tudo aquilo foi construído com o suor dos associados, com os parafusos do Schürig, e com as cabeças brilhantes e inovadoras de nossos Guerreiros (pois quem jogava, na época, também dirigia o club) e de presidentes que nesse período garantiram a sobre-vida do Clube do Povo.
Em 1916, associados com um pé atrás com relação a esse passo rumo à História. Falavam da "morte" do Corinthians!!!
Enfim, isso fique de lição para os Corinthianos de hoje, e a anticorintianada de sempre. O Corinthians aprendeu a usar o veneno das crises como antídoto contra a própria crise.
O Corinthians é a superação. É a emancipação do Povo.
Portanto não venham falar em nada que possa ir de encontro ao próprio Corinthians, sob o risco de vê-lo crescer.
O que é natural para um club que "contraria a própria lógica do Universo" (Osmar Santos, durante a festa do gol de São Basílio, o Pé-de-Anjo, em 1977).
ATENÇÃO
A História precisa ser contada, lembrada, esmiuçada.
Exposição de Fotos - "Semana Flávio La Selva - 20 anos".
Local - Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - Espaço V Centenário
Endereço - Avenida Pedro Álvares Cabral, 201 -Ibirapuera.
As fotos ficarão expostas até 09/05
mídia golpista
Sou obrigado a reproduzir uma notinha do painelfc da trolha de ontem. Uma coisinha escandalosa, como o repórterzinho que assina aquilo.
"Tiro no pé. Paulo Garcia, opositor corintiano, diz ter pesquisa que revela ser de 70% o índice de rejeição de Andres Sanchez entre os sócios do clube. O presidente foi o principal defensor do direito de voto para os associados."
Certo. Na verdade, podemos ler "menos de 30% apóiam o atual presidente", pois NUNCA JAMAIS alguém será unanimidade no Sport Club Corinthians Paulista.
Nem mesmo mediante intere$$e$. Essa notinha é só pra tentar alguma coisa.
Até porque esse garcia influencia tanto quanto o atual tampão-presidente.
Então, juntando com a "acusação" daquele pimpaulinho golpista, de que a Pavilhão, junto com alguns, estaria por trás de uma manobra para "livrar" o asnesi, podemos dizer que só falam do Corinthians para chamar atenção.
Portanto, que o Corinthians passe a cobrar direitos por cada vez em que é mencionado por essa corja imunda. Saldaríamos, assim, a dívida deixada pelo traidor escroto.
O modo como, provavelmente, esse talentoso meia Elias virá é assombroso, errado, inescrupuloso, acintoso, pecaminoso. Como tem sido toda contratação até então, só que um pouco pior. Pois a semelhança com a "parceira" deveria ao menos assombrar Conselheiros. Mas parece que não assombra.
A CBF tem lá suas teimosias, mas essa de não poder jogar na cidade do adversário é a lambança mais ridícula que ela poderia arrumar para surpreender neste momento.
INFAME!!!
Não existe essa besteira de "moral inédito". Quem comparecer hoje ao antiestádio da corja, e não vibrar como na quarta passada só porque o Corinthians não entrar em campo com aquele ímpeto, que fique no sofá. Que entre com a mesma disposição, e o Mano não é bobo de fazer o contrário. A mesma formação irá entrar em campo hoje.
E se não jogar com o mesmo amor, vai jogar com o TERROR, que fique claro e distinto desde já.
HOJE É GUERRA!!!
GUERRA!!!
Foram anos de afirmação. O salto dado do campo do Lenheiro para a Ponte Grande foi imenso, gigantesco, descomunal. E foi exatamente quando o Corinthians se tornou o Timão.
Na época, e isso se lê em atas, os associados temiam a tão comentada "morte" do club. Em 1915, a agenda política de destruição já havia agido no sentido de exterminar o club da "arraia-miúda", esse povo que quer subir na vida, que quer fazer a própria vida, que desafia os "grandes" de igual para igual. O Corinthians fora alijado das competições, mesmo sendo o melhor team das plagas Paulistas. Isso nunca foi aceito pela escrotidão elitista, e não é à toa que existem as almas penadas do anticorintianismo.
Pois bem, tentando compreender como sucedeu este período, exatamente isso me chamou a atenção. Se falava da "morte" do Corinthians em assembléias de associados!
Talvez o caríssimo leitor não se dê conta da importância disso, pois então vamos aos fatos. O Corinthians foi perseguido pela anticorintianada a ponto de os associados temerem dar esse passo tão grande em busca da merecida Glória.
Em 1916, Corinthians Campeão Invicto, com apenas seis anos de vida, dois anos de campeonato "oficial", dois títulos, ambos invictos. O Timão.
Precisávamos de um campo para jogar, pois o acanhado campo do Lenheiro já não suportava a multidão espetacular que acompanhava o Timão. O grande passo foi alugar da prefeitura um terreno na Ponte Grande (voltaremos a esse ponto, e o desenvolveremos). Pois bem; tudo aquilo foi construído com o suor dos associados, com os parafusos do Schürig, e com as cabeças brilhantes e inovadoras de nossos Guerreiros (pois quem jogava, na época, também dirigia o club) e de presidentes que nesse período garantiram a sobre-vida do Clube do Povo.
Em 1916, associados com um pé atrás com relação a esse passo rumo à História. Falavam da "morte" do Corinthians!!!
Enfim, isso fique de lição para os Corinthianos de hoje, e a anticorintianada de sempre. O Corinthians aprendeu a usar o veneno das crises como antídoto contra a própria crise.
O Corinthians é a superação. É a emancipação do Povo.
Portanto não venham falar em nada que possa ir de encontro ao próprio Corinthians, sob o risco de vê-lo crescer.
O que é natural para um club que "contraria a própria lógica do Universo" (Osmar Santos, durante a festa do gol de São Basílio, o Pé-de-Anjo, em 1977).
ATENÇÃO
A História precisa ser contada, lembrada, esmiuçada.
Exposição de Fotos - "Semana Flávio La Selva - 20 anos".
Local - Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - Espaço V Centenário
Endereço - Avenida Pedro Álvares Cabral, 201 -Ibirapuera.
As fotos ficarão expostas até 09/05
mídia golpista
Sou obrigado a reproduzir uma notinha do painelfc da trolha de ontem. Uma coisinha escandalosa, como o repórterzinho que assina aquilo.
"Tiro no pé. Paulo Garcia, opositor corintiano, diz ter pesquisa que revela ser de 70% o índice de rejeição de Andres Sanchez entre os sócios do clube. O presidente foi o principal defensor do direito de voto para os associados."
Certo. Na verdade, podemos ler "menos de 30% apóiam o atual presidente", pois NUNCA JAMAIS alguém será unanimidade no Sport Club Corinthians Paulista.
Nem mesmo mediante intere$$e$. Essa notinha é só pra tentar alguma coisa.
Até porque esse garcia influencia tanto quanto o atual tampão-presidente.
Então, juntando com a "acusação" daquele pimpaulinho golpista, de que a Pavilhão, junto com alguns, estaria por trás de uma manobra para "livrar" o asnesi, podemos dizer que só falam do Corinthians para chamar atenção.
Portanto, que o Corinthians passe a cobrar direitos por cada vez em que é mencionado por essa corja imunda. Saldaríamos, assim, a dívida deixada pelo traidor escroto.
O modo como, provavelmente, esse talentoso meia Elias virá é assombroso, errado, inescrupuloso, acintoso, pecaminoso. Como tem sido toda contratação até então, só que um pouco pior. Pois a semelhança com a "parceira" deveria ao menos assombrar Conselheiros. Mas parece que não assombra.
A CBF tem lá suas teimosias, mas essa de não poder jogar na cidade do adversário é a lambança mais ridícula que ela poderia arrumar para surpreender neste momento.
INFAME!!!
Não existe essa besteira de "moral inédito". Quem comparecer hoje ao antiestádio da corja, e não vibrar como na quarta passada só porque o Corinthians não entrar em campo com aquele ímpeto, que fique no sofá. Que entre com a mesma disposição, e o Mano não é bobo de fazer o contrário. A mesma formação irá entrar em campo hoje.
E se não jogar com o mesmo amor, vai jogar com o TERROR, que fique claro e distinto desde já.
HOJE É GUERRA!!!
GUERRA!!!
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Quando falar de Corinthians
vê se fala certo
Quem abrir a porcaria do caderno de esporte da trolha de hoje verá um materiazinha daquelas muito malditas.
Estão tentando a qualquer custo criar um atrito entre o Mano e a Fiel. Uma sandice golpista.
O Mano já chegou ao Corinthians dizendo que o chefe ali dentro é ele. E está muitíssimo certo ao dizer que o Timão jogou nesta quarta porque ELE, e não a Fiel Torcida, corrigiu erros cruciais, e que ELE soube motivar a equipe.
Isso é mais que óbvio, e se a cabeça desses golpistas não fosse feita de merda, nem precisaríamos estar aqui desfazendo esse "engano". Proposital engano; muitos Corinthianos podem vir a comprar essa besteira. E compram as porcarias que eles publicam quando há crise. Uma crise Corinthiana é, portanto, tudo o que essa corja escrota quer.
Podem considerar o Mano retranqueiro e o escambau; eu acho, particularmente, essa visão um tanto simplista. Ocorre que ele É O NOSSO COMANDANTE, hoje. E mostra que seu entendimento tático varia com as peças que tem nas mãos, e isso também é óbvio. E que derrotas não vem tanto por conta do técnico, e no nosso caso, como já dissemos aqui, é bunda-molice. Que não ocorreu nessa quarta, e não ocorreu em algumas boas vitórias que vimos na fase classificatória do Paulista.
Fora isso, colocam palavras na boca dos Gaviões. Como se pretender uma reunião com o técnico fosse necessariamente para obrigá-lo a acatar o que a Torcida diz. Estão citando demais a Gaviões nessa tranqueira de jornal.
E o título da 'matéria' é completamente FALSO! O Mano não se fecha para a Torcida; ele É O TÉCNICO. E defende seu trabalho, que é bom na medida do possível. E que tende, realmente, apenas a melhorar.
"Eu tenho muito respeito pelo torcedor e por essa atitude que ele teve, mas a cobrança que realmente produz efeito é a interna". Isso é "se fechar para o torcedor" como quer fazer crer a nhaca de repórter?
Até porque ele sabe que a Fiel hoje está muito mais pra terror; se não houvesse a correção de erros PELO TÉCNICO, o Timão não sairia logo com um gol no começo do jogo. A pressão, meus caros, ninguém quereria sofrer. Ocorreria com veemência se não houvesse tido o trabalho do Mano.
Foi isso o que ele quer dizer, e ele tem razão.
E fim de papo.
Aquele assunto novamente
Finalmente o assunto estádio começa a tomar ares menos especulativos.
A prefeitura quer se desfazer do Templo Sagrado há alguns mandatos.
E, bem, o secretário é um privatista nato. Isso preocupa, mas anima.
Pois o Pacaembu é o estádio de futebol por excelência, um palco mais que Histórico, e o Corinthians tradicionalmente o tem como campo de mando, mediante o desperdício do aluguel. Ora, a cessão por vinte anos em troca da manutenção, reformas e "modernização" (o cazzo que for esse termo tão monstruoso quanto enganoso) passa a ser um baita negócio para investidores.
As rachaduras das Arquibancadas são menos problema que o terreno de localização.
E o Pacaembu É DA FIEL.
Primeira derrota
Na baixada o nosso Timão feminino pegou pela primeira vez um time verdadeiramente bom. O adversário fez dois e a nossa artilheira Nilda diminuiu. Poderíamos empatar ou virar, mas as sardinhas conseguiram segurar o resultado.
Fica a lição, logo no começo do campeonato. Que seja aprendida.
Três vitórias, uma derrota. 14 gols pró, 4 gols contra.
Próximo jogo está marcado para domingo, dia 11/5. A princípio no Pacaembu, às 15h.
No dia 3/8 teremos o returno dessa partida contra as sardinhas. Até lá a coisa mudou de figura, MULHERADA.
VAI CORINTHIANS!!!
Quem abrir a porcaria do caderno de esporte da trolha de hoje verá um materiazinha daquelas muito malditas.
Estão tentando a qualquer custo criar um atrito entre o Mano e a Fiel. Uma sandice golpista.
O Mano já chegou ao Corinthians dizendo que o chefe ali dentro é ele. E está muitíssimo certo ao dizer que o Timão jogou nesta quarta porque ELE, e não a Fiel Torcida, corrigiu erros cruciais, e que ELE soube motivar a equipe.
Isso é mais que óbvio, e se a cabeça desses golpistas não fosse feita de merda, nem precisaríamos estar aqui desfazendo esse "engano". Proposital engano; muitos Corinthianos podem vir a comprar essa besteira. E compram as porcarias que eles publicam quando há crise. Uma crise Corinthiana é, portanto, tudo o que essa corja escrota quer.
Podem considerar o Mano retranqueiro e o escambau; eu acho, particularmente, essa visão um tanto simplista. Ocorre que ele É O NOSSO COMANDANTE, hoje. E mostra que seu entendimento tático varia com as peças que tem nas mãos, e isso também é óbvio. E que derrotas não vem tanto por conta do técnico, e no nosso caso, como já dissemos aqui, é bunda-molice. Que não ocorreu nessa quarta, e não ocorreu em algumas boas vitórias que vimos na fase classificatória do Paulista.
Fora isso, colocam palavras na boca dos Gaviões. Como se pretender uma reunião com o técnico fosse necessariamente para obrigá-lo a acatar o que a Torcida diz. Estão citando demais a Gaviões nessa tranqueira de jornal.
E o título da 'matéria' é completamente FALSO! O Mano não se fecha para a Torcida; ele É O TÉCNICO. E defende seu trabalho, que é bom na medida do possível. E que tende, realmente, apenas a melhorar.
"Eu tenho muito respeito pelo torcedor e por essa atitude que ele teve, mas a cobrança que realmente produz efeito é a interna". Isso é "se fechar para o torcedor" como quer fazer crer a nhaca de repórter?
Até porque ele sabe que a Fiel hoje está muito mais pra terror; se não houvesse a correção de erros PELO TÉCNICO, o Timão não sairia logo com um gol no começo do jogo. A pressão, meus caros, ninguém quereria sofrer. Ocorreria com veemência se não houvesse tido o trabalho do Mano.
Foi isso o que ele quer dizer, e ele tem razão.
E fim de papo.
Aquele assunto novamente
Finalmente o assunto estádio começa a tomar ares menos especulativos.
A prefeitura quer se desfazer do Templo Sagrado há alguns mandatos.
E, bem, o secretário é um privatista nato. Isso preocupa, mas anima.
Pois o Pacaembu é o estádio de futebol por excelência, um palco mais que Histórico, e o Corinthians tradicionalmente o tem como campo de mando, mediante o desperdício do aluguel. Ora, a cessão por vinte anos em troca da manutenção, reformas e "modernização" (o cazzo que for esse termo tão monstruoso quanto enganoso) passa a ser um baita negócio para investidores.
As rachaduras das Arquibancadas são menos problema que o terreno de localização.
E o Pacaembu É DA FIEL.
Primeira derrota
Na baixada o nosso Timão feminino pegou pela primeira vez um time verdadeiramente bom. O adversário fez dois e a nossa artilheira Nilda diminuiu. Poderíamos empatar ou virar, mas as sardinhas conseguiram segurar o resultado.
Fica a lição, logo no começo do campeonato. Que seja aprendida.
Três vitórias, uma derrota. 14 gols pró, 4 gols contra.
Próximo jogo está marcado para domingo, dia 11/5. A princípio no Pacaembu, às 15h.
No dia 3/8 teremos o returno dessa partida contra as sardinhas. Até lá a coisa mudou de figura, MULHERADA.
VAI CORINTHIANS!!!
quinta-feira, 1 de maio de 2008
O Jogo
Finalmente.
Uma superação Corinthiana, digna de Corinthians, como se o Primeiro houvesse se imbuído, como a própria Força Corinthiana, em cada Guerreiro em campo.
Ontem cada um em campo, e na Arquibancada, honrou o Manto Sagrado como há tempos não se via.
O Mano surpreendeu na formação, pois mesmo sinalizando há alguns treinos com a formação em 4-4-2, acho que ninguém botava muita fé que ele faria isso. Por isso a escalação citada aqui anteriormente deve ser revista.
Sai Carlão dessa formação, para C.Alberto e André Santos fazerem as laterais, e não mais as alas. A zaga Guerreira se mantém. No lugar do Carlão, entrou Lulinha, e Nilton só entrou no lugar do Perdigão no segundo tempo.
Portanto estiveram em campo Felipe; C.Alberto, Chicão, Willian, André Santos; Perdigão (Nilton), Fabinho, Lulinha (Éverton), Rincón (Acosta); Herrera e Dentinho.
Estiveram presentes 50.773 pessoas, numa Festa que minha Mãe ouviu daqui de casa como se estivessem ali na construção do metrô, atrás de casa.
Isso é CORINTHIANS.
Atuação raçuda e de gala da zaga. Meio-campo raçudo que funcionou como nunca havia funcionado até então.
Ótima atuação de Fabinho. De Perdigão. E de Nilton. Da zaga. O ataque com Dentinho, Rincón e Herrera fulminou como não víamos há tempos. André Santos completou o cenário. Que assim seja na terça-feira!!!
Não pára, não pára, não pára
VAI PRÁ CIMA TIMÃO!!!
O Coringão entrou em campo junto com a Festa. Com Sangue Alvinegro nos olhos. Com a raiva que a bola exige como dedicação. Com RAÇA, com o MANTO, com o CORAÇÃO.
Entrou arrasando o adversário, COMO TEM QUE SER SEMPRE.
Na primeira jogada, Rincón perde a força da cabeçada porque a bola estava molhada. A zaga bate roupa, sobra para Fabinho escorar de cabeça pra dentro da área, bem no pé de Herrera que é fechado por dois zagueiros e pelo goleiro. A bola rebate e pára no meio da área. O goleiro e os zagueiros, desbaratinados, perdem a posição de Rincón, que vem com o Sangue Alvinegro nos olhos no carrinho para chutar na entrada da pequena área, um gol digno de TUPÃZINHO em 1990. Gol de RAÇA. O primeiro deles.
André Santos bate falta no meio campo direto pro gol, e obriga o goleiro a trabalhar pra não tomar gol por cobertura, jogando .
Lulinha, em jogada armada por Perdigão, que pôs no vazio para André buscar, avançar e tocar para ele na meia-lua, chuta forte no ângulo esquerdo para o goleiro fazer uma difícil defesa; até Lulinha estava jogando bola.
O segundo gol, em brilhante jogada armada por Rincón, que passa na ponta esquerda para Lulinha, que espera a passagem de André Santos, enganando os marcadores. No cruzamento certeiro, Herrera chuta para a defesa do goleiro, que rebate a bola e a deixa sobrar para o grande armador do jogo: Rincón faz o seu segundo gol na partida em chute forte, que ainda resvala no goleiro, pra arrebentar o barbante, COMO TEM QUE SER!!!
O terceiro gol foi uma pintura do craque do jogo. André Santos inicia arrancada tabelando com Rincón, que já coloca a bola na entrada da área. Herrera auxilia André no toque de bola, e na tabelinha que consagrou o GRANDE LUIZINHO e o GIGANTESCO CLÁUDIO, André sobra na cara do gol. Dribla o goleiro, sofre pênalti, mas NÃO ESMORECE. Vai buscar a bola caindo no chão, e numa rasteira angoleira, digna de Mestre Pastinha, ou de um Mestre Waldemar, ou de João Pequeno, dá a capoeira na bola que sairia pela linha de fundo, e coloca ela na rede. Gol Corinthianíssimo!!!
O quarto gol, logo depois, uma batida de falta, levantando a bola para Herrera pular entre zagueiros já cambaleantes e cabeçear indefensável para o aturdido goleirinho, que tomava de quatro.
Tivemos ainda o quinto gol, jogada armada por André Santos, tocando para Lulinha na ponta esquerda, que cruza para Rincón subir meio atrasado, sofrendo uma falta dentro da área, pois o zagueiro intercepta seu corpo no ar, impedindo-o de alcançar a bola. A bola sobra para Chicão fazer outro gol digno de TUPÃZINHO, um carrinho pro fundo do gol. O bandeirinha, um incompetente, um inconstante, um xarope, vê impedimento de Rincón e anula o golaço.
É por isso que sou contra essa regra ridícula que só atrapalha e causa polêmicas.
Um golaço mal anulado porque o imbecil achou que estava impedido!
ERA PRA SER CINCO A ZERO, PORRA!!!
Chicão salva um possível gol dos caras, uma brilhante defesa de um zagueiro raçudo, que honra nomes como César Nunes, Del Debbio, Grané, Homero, Chico Preto, Moisés, Amaral, Mauro, Marcelo.
RAÇA!!! CORINTHIANS, MANO!!!
Nessa jogada, o abraço que Felipe dá em Chicão simboliza o espírito com o qual entraram em campo nossos Guerreiros.
Abraço de fé no Manto da Superação!!!
Segundo tempo ainda criamos boas jogadas, com Rincón ainda inspirado e chutando para o goleiro deixar sobrar para Lulinha, que perde o chute (murcho, como diria o Japonês) pro gol.
André chuta de fora da área para obrigar o goleirinho a fazer uma defesa dificílima: era caixa!!!
Herrera ainda cava a expulsão do imbecil do volante dessa tranqueira do cerrado.
Dentinho tenta por três vezes fazer lindas jogadas, aproveitando o placar para arriscar bem, mas infelizmente não consegue concluir. Em uma das vezes é parado pelo goleirinho, que trabalhou como nunca. E no fim ainda deu chutão na bola que o gandula atrasara na devolução; atitude antidesportiva que deveria render-lhe suspensão, assim como um outro imbecil deles, na cara do juiz, que também deu um chutão pra lateral. Enfim, uma tranqueira que mereceu a lição recebida.
Não se brinca com o Corinthians, bando de imbecil!!!
Vão vir aqui, diante da Fiel achando que vão fazer a mesma merda que fazem lá no meio do cerrado? Cai-o-junior...
TEM QUE CHUPAR DE QUATRO (cinco, na verdade)!!!
UVA,
UVA,
CHUPA QUE É DE UVA!!!
Mas não nos entusiasmemos além da conta; isso tudo era OBRIGAÇÃO!
E na verdade, pouca coisa muda, além de um alívio para todos e a certeza do crescimento e ressurgimento do Alvinegro, e de uma possível e Gloriosa Vingança do Povão, que já começou.
AQUI É CORINTHIANS!!!
Uma superação Corinthiana, digna de Corinthians, como se o Primeiro houvesse se imbuído, como a própria Força Corinthiana, em cada Guerreiro em campo.
Ontem cada um em campo, e na Arquibancada, honrou o Manto Sagrado como há tempos não se via.
O Mano surpreendeu na formação, pois mesmo sinalizando há alguns treinos com a formação em 4-4-2, acho que ninguém botava muita fé que ele faria isso. Por isso a escalação citada aqui anteriormente deve ser revista.
Sai Carlão dessa formação, para C.Alberto e André Santos fazerem as laterais, e não mais as alas. A zaga Guerreira se mantém. No lugar do Carlão, entrou Lulinha, e Nilton só entrou no lugar do Perdigão no segundo tempo.
Portanto estiveram em campo Felipe; C.Alberto, Chicão, Willian, André Santos; Perdigão (Nilton), Fabinho, Lulinha (Éverton), Rincón (Acosta); Herrera e Dentinho.
Estiveram presentes 50.773 pessoas, numa Festa que minha Mãe ouviu daqui de casa como se estivessem ali na construção do metrô, atrás de casa.
Isso é CORINTHIANS.
Atuação raçuda e de gala da zaga. Meio-campo raçudo que funcionou como nunca havia funcionado até então.
Ótima atuação de Fabinho. De Perdigão. E de Nilton. Da zaga. O ataque com Dentinho, Rincón e Herrera fulminou como não víamos há tempos. André Santos completou o cenário. Que assim seja na terça-feira!!!
Não pára, não pára, não pára
VAI PRÁ CIMA TIMÃO!!!
O Coringão entrou em campo junto com a Festa. Com Sangue Alvinegro nos olhos. Com a raiva que a bola exige como dedicação. Com RAÇA, com o MANTO, com o CORAÇÃO.
Entrou arrasando o adversário, COMO TEM QUE SER SEMPRE.
Na primeira jogada, Rincón perde a força da cabeçada porque a bola estava molhada. A zaga bate roupa, sobra para Fabinho escorar de cabeça pra dentro da área, bem no pé de Herrera que é fechado por dois zagueiros e pelo goleiro. A bola rebate e pára no meio da área. O goleiro e os zagueiros, desbaratinados, perdem a posição de Rincón, que vem com o Sangue Alvinegro nos olhos no carrinho para chutar na entrada da pequena área, um gol digno de TUPÃZINHO em 1990. Gol de RAÇA. O primeiro deles.
André Santos bate falta no meio campo direto pro gol, e obriga o goleiro a trabalhar pra não tomar gol por cobertura, jogando .
Lulinha, em jogada armada por Perdigão, que pôs no vazio para André buscar, avançar e tocar para ele na meia-lua, chuta forte no ângulo esquerdo para o goleiro fazer uma difícil defesa; até Lulinha estava jogando bola.
O segundo gol, em brilhante jogada armada por Rincón, que passa na ponta esquerda para Lulinha, que espera a passagem de André Santos, enganando os marcadores. No cruzamento certeiro, Herrera chuta para a defesa do goleiro, que rebate a bola e a deixa sobrar para o grande armador do jogo: Rincón faz o seu segundo gol na partida em chute forte, que ainda resvala no goleiro, pra arrebentar o barbante, COMO TEM QUE SER!!!
O terceiro gol foi uma pintura do craque do jogo. André Santos inicia arrancada tabelando com Rincón, que já coloca a bola na entrada da área. Herrera auxilia André no toque de bola, e na tabelinha que consagrou o GRANDE LUIZINHO e o GIGANTESCO CLÁUDIO, André sobra na cara do gol. Dribla o goleiro, sofre pênalti, mas NÃO ESMORECE. Vai buscar a bola caindo no chão, e numa rasteira angoleira, digna de Mestre Pastinha, ou de um Mestre Waldemar, ou de João Pequeno, dá a capoeira na bola que sairia pela linha de fundo, e coloca ela na rede. Gol Corinthianíssimo!!!
O quarto gol, logo depois, uma batida de falta, levantando a bola para Herrera pular entre zagueiros já cambaleantes e cabeçear indefensável para o aturdido goleirinho, que tomava de quatro.
Tivemos ainda o quinto gol, jogada armada por André Santos, tocando para Lulinha na ponta esquerda, que cruza para Rincón subir meio atrasado, sofrendo uma falta dentro da área, pois o zagueiro intercepta seu corpo no ar, impedindo-o de alcançar a bola. A bola sobra para Chicão fazer outro gol digno de TUPÃZINHO, um carrinho pro fundo do gol. O bandeirinha, um incompetente, um inconstante, um xarope, vê impedimento de Rincón e anula o golaço.
É por isso que sou contra essa regra ridícula que só atrapalha e causa polêmicas.
Um golaço mal anulado porque o imbecil achou que estava impedido!
ERA PRA SER CINCO A ZERO, PORRA!!!
Chicão salva um possível gol dos caras, uma brilhante defesa de um zagueiro raçudo, que honra nomes como César Nunes, Del Debbio, Grané, Homero, Chico Preto, Moisés, Amaral, Mauro, Marcelo.
RAÇA!!! CORINTHIANS, MANO!!!
Nessa jogada, o abraço que Felipe dá em Chicão simboliza o espírito com o qual entraram em campo nossos Guerreiros.
Abraço de fé no Manto da Superação!!!
Segundo tempo ainda criamos boas jogadas, com Rincón ainda inspirado e chutando para o goleiro deixar sobrar para Lulinha, que perde o chute (murcho, como diria o Japonês) pro gol.
André chuta de fora da área para obrigar o goleirinho a fazer uma defesa dificílima: era caixa!!!
Herrera ainda cava a expulsão do imbecil do volante dessa tranqueira do cerrado.
Dentinho tenta por três vezes fazer lindas jogadas, aproveitando o placar para arriscar bem, mas infelizmente não consegue concluir. Em uma das vezes é parado pelo goleirinho, que trabalhou como nunca. E no fim ainda deu chutão na bola que o gandula atrasara na devolução; atitude antidesportiva que deveria render-lhe suspensão, assim como um outro imbecil deles, na cara do juiz, que também deu um chutão pra lateral. Enfim, uma tranqueira que mereceu a lição recebida.
Não se brinca com o Corinthians, bando de imbecil!!!
Vão vir aqui, diante da Fiel achando que vão fazer a mesma merda que fazem lá no meio do cerrado? Cai-o-junior...
TEM QUE CHUPAR DE QUATRO (cinco, na verdade)!!!
UVA,
UVA,
CHUPA QUE É DE UVA!!!
Mas não nos entusiasmemos além da conta; isso tudo era OBRIGAÇÃO!
E na verdade, pouca coisa muda, além de um alívio para todos e a certeza do crescimento e ressurgimento do Alvinegro, e de uma possível e Gloriosa Vingança do Povão, que já começou.
AQUI É CORINTHIANS!!!
quarta-feira, 30 de abril de 2008
HOJE: GUERRA
Aquela coluninha nojenta do caderno de esporte da trolha voltou a citar o nome da Gloriosa Gaviões da Fiel Torcida em tom menor que pejorativo.
O assunto é referente a uma cervejinha que o time estava tomando em algum buteco de Campo Grande após o amistoso desse sábado.
Deixo claro que não sou contra, nem um pouco, o jogador tomar umas. Nem antes nem depois do jogo.
Só que o cara precisa JOGAR DE VERDADE, em qualquer dessas ocasiões.
Por exemplo, e este é o maior exemplo de todos, o Doutor Sócrates.
Lembro, moleque, de ver gritarem na Arquibancada "O Doutor bebeu!!! FAZ GOL, Doutor!!!".
Isso explica tudo, e deixa tudo subentendido. O problema não é beber, portanto. O cara pode ser alcoólatra, como Mané Garrincha, e JOGAR DE VERDADE.
Se esse lulinha bebesse e jogasse como homem, como um jogador de verdade, não teria problema nenhum. Mas ele nem é jogador, nem é homem e nem sabe jogar bola. Aqui mora o problema.
Os caras já são merda fabricada por empresários. Querem beber pra quê?
Competência, se quiserem beber, é primordial.
E isso estará à prova mais uma vez hoje.
Será às 22h, um horário que a agenda política de destruição conseguiu fazer ser praticado, a guerra de hoje.
Horário nojento, e ainda bem que amanhã é feriado, assim poderemos beber até a hora que passar o ônibus. Ganhando ou perdendo, classificando ou não.
Uma maldade com o cidadão. Depois querem nos convencer de qualquer intenção de tornar o futebol um esporte para "a família brasileira". A televisão é nojenta.
Nós, a "família brasileira" penamos para fazer, DE FATO, do futebol um esporte para nós. Eu queria poder levar a Teresa neste jogo. E digo que o problema não seria a lotação, o empurra-empurra na entrada, drogas dentro do estádio, ou qualquer um desses lugares-comuns de um estádio brasileiro.
O problema, meus caros, seria o horário. Pois eu tenho, sim, coragem de levá-la ali, na bateria, e ali assistir todo o jogo cantando e pulando (se ela aguentasse isso, pois é uma fedelhinha linda de quase três anos). O ser humano normal, às 22h, estará em casa, se preparando para o repouso.
Só os loucos estaremos lá. E sem ônibus para voltar pra casa, pois bem disse o Porta-Voz, não passa nada de condução após as 23h, e o jogo termina meia-noite.
Jogaremos hoje com Felipe; Willian, Chicão, Carlão; C.Alberto, Nilton, Fabinho, André Santos; Rincón, Herrera e Dentinho.
A peça-chave hoje será tanto Dentinho, pra fazer os gols, quanto Nilton, que protegerá a zaga. Hoje dependemos basicamente desses dois jogadores.
E quem for pra ficar quieto num jogo como esse é melhor não se aventurar naquele lugar ermo, um cafundó de fazenda, um brejo que secaram no maucaratismo.
HOJE É GUERRA
VAI CORINTHIANS!!!
O assunto é referente a uma cervejinha que o time estava tomando em algum buteco de Campo Grande após o amistoso desse sábado.
Deixo claro que não sou contra, nem um pouco, o jogador tomar umas. Nem antes nem depois do jogo.
Só que o cara precisa JOGAR DE VERDADE, em qualquer dessas ocasiões.
Por exemplo, e este é o maior exemplo de todos, o Doutor Sócrates.
Lembro, moleque, de ver gritarem na Arquibancada "O Doutor bebeu!!! FAZ GOL, Doutor!!!".
Isso explica tudo, e deixa tudo subentendido. O problema não é beber, portanto. O cara pode ser alcoólatra, como Mané Garrincha, e JOGAR DE VERDADE.
Se esse lulinha bebesse e jogasse como homem, como um jogador de verdade, não teria problema nenhum. Mas ele nem é jogador, nem é homem e nem sabe jogar bola. Aqui mora o problema.
Os caras já são merda fabricada por empresários. Querem beber pra quê?
Competência, se quiserem beber, é primordial.
E isso estará à prova mais uma vez hoje.
Será às 22h, um horário que a agenda política de destruição conseguiu fazer ser praticado, a guerra de hoje.
Horário nojento, e ainda bem que amanhã é feriado, assim poderemos beber até a hora que passar o ônibus. Ganhando ou perdendo, classificando ou não.
Uma maldade com o cidadão. Depois querem nos convencer de qualquer intenção de tornar o futebol um esporte para "a família brasileira". A televisão é nojenta.
Nós, a "família brasileira" penamos para fazer, DE FATO, do futebol um esporte para nós. Eu queria poder levar a Teresa neste jogo. E digo que o problema não seria a lotação, o empurra-empurra na entrada, drogas dentro do estádio, ou qualquer um desses lugares-comuns de um estádio brasileiro.
O problema, meus caros, seria o horário. Pois eu tenho, sim, coragem de levá-la ali, na bateria, e ali assistir todo o jogo cantando e pulando (se ela aguentasse isso, pois é uma fedelhinha linda de quase três anos). O ser humano normal, às 22h, estará em casa, se preparando para o repouso.
Só os loucos estaremos lá. E sem ônibus para voltar pra casa, pois bem disse o Porta-Voz, não passa nada de condução após as 23h, e o jogo termina meia-noite.
Jogaremos hoje com Felipe; Willian, Chicão, Carlão; C.Alberto, Nilton, Fabinho, André Santos; Rincón, Herrera e Dentinho.
A peça-chave hoje será tanto Dentinho, pra fazer os gols, quanto Nilton, que protegerá a zaga. Hoje dependemos basicamente desses dois jogadores.
E quem for pra ficar quieto num jogo como esse é melhor não se aventurar naquele lugar ermo, um cafundó de fazenda, um brejo que secaram no maucaratismo.
HOJE É GUERRA
VAI CORINTHIANS!!!
terça-feira, 29 de abril de 2008
Estão brincando!
É indecente o que se vem falando nessa imprença antiesportiva. Me refiro aos nomes cogitados pela nossa 'diretoria' para atuarem no ataque do Corinthians Paulista.
Senão, vejamos. O Luizão, sempre chamado de "Gordo", encontrou simpatia com o Manto em um tempo que já se foi. Saiu pressionado, e rancoroso. Fala em voltar depois de uma dívida já saldada...
O Christian abandonou o barco, sem-vergonha, por um outro barquinho. Não mereceria ter nome cogitado, mas tem. O alambrado vai arder na orelha desse caro, se inoportunamente voltar a vestir o Manto. O que não deve acontecer...
Leandro Amaral... é piada, né?
Com quais porcarias de empresários que essa corja está brincando?
Uma coisa é certa: brincam conosco.
ACORDA FIEL
Um pouco de história...
Quando o Corinthians nasceu, em seu berço explêndido, um bairro mais que cosmopolita, pois caipira ao mesmo tempo, o exemplo de Piratininga no começo do século vinte, a sua diretriz básica consistia em duas provas.
Para jogar no Corinthians Paulista em 1910 o sujeito teve de provar que jogava bola.
Não era uma simples prova, era de fato se mostrar um bom jogador e impressionar. O Bom Retiro era o bairro onde se acolhiam tanto os recém-chegados ao Brasil e à Piratininga, quanto os doentes da cidade e arredores e os estudantes.
Artesãos e mestres-de-obra fixavam residência no bairro. Alfaiates, cocheiros, operários.
Do outro lado da linha estava o centro novo.
Era o mais movimentado e alegre bairro da cidade, onde as informações chegavam e transitavam para os outros bairros e o centro, onde se pescava e se fazia lual no areal do rio.
Portanto, para esse povo, futebol tinha de ser bonito. Para vencer.
Nosso nome foi inspirado no nome do team da Rainha Inglesa, meus caros, os maiores jogadores da época, que excursionavam pelo mundo apresentando o verdadeiro e belo football.
Sim, mas o nosso povo sempre batalhou e trabalhou muito para conquistar, cada qual o seu quinhão.
No Timão do Povão o sujeito NÃO PODERIA AFINAR NA DIVIDIDA.
De jeito nenhum perder a bola.
E se perder, é questão de vida recuperá-la. Nunca esmorecer.
Esses eram os dois deveres do Corinthiano em campo.
O Manto
Ando pensando muito, esses dias, numa volta ao Manto bordado à mão.
Parece até sandice. Mas há um Corinthianismo profundo nisso.
O jogador que veste o Manto precisa compreender o que ele significa.
Ele já não é como o Manto que outrora Neco Honrou com sua Gigantesca Alma. Nem como o Manto de Teleco. Nem como o de Baltazar. Nem como o de Geraldão. E de 2004 para cá, nem como o Timão de Gil. Muito menos como o de Neto. De Ronaldo.
O distintivo está pequeno na camisa. Diminuíram, propositalmente.
A estampa do patrocinador é mais de quinze vezes o distintivo, e chamam isso de marquetim.
Mas o Manto, meus caros, foi e é sempre Sagrado. É à ele que devem reverência os que pisam no campo com a Fiel Torcida a empurrar.
Ele deve ser feito pelas mãos de uma bordadeira benzedeira. Ela fará um por um, com o cuidado de quem lapida um diamante.
E o Guerreiro que a vestir honrará a própria Alma na Alma do Povo.
Não merecemos!
Nós não merecemos agüentar um falastrão no marquetim, que a cada declaração demonstra estar em cargo incondizente para quem quer aparecer demais. Aprenda, Rosenberg, que você não deve falar de mais ninguém a não ser do Sport Club Corinthians Paulista, enquanto for um vice ou um diretor. Quem tem de falar é o presidente, que fala pouco, talvez com medo de falar bobagem também.
Não adianta tergiversar, fingir que tá tudo bem.
Amanhã é GUERRA.
Se não entrar em campo como os Antigos Corinthianos entravam, imbuídos de CARÁTER, HONRA AO MANTO e MUITA RAÇA, o que o tal de Rosenberg falou dos chegados do Ragogneti vai virar contra ele, e a diretoria, no ato.
Não tem papo. A torcida pode até se dividir, os que apoiam e os que se opõem. Na Arquibancada, digo. Mas SE NÃO JOGAR COM RAÇA E COM CORAÇÃO, vai jogar mediante uma dose extrema de terror, e a coisa vai ficar feia pra todo mundo.
Por isso mesmo, pensem bem, cogitados ao ataque. Serão vocês nessa fogueira.
O Mano sabe que é fogueira, e já se enfiou. Se correr do fogo vai ser pior. É hora de honrar a própria cara, senhores. Ou serão tachados de 'bundas-moles' pra vida.
Saibam disso desde já, e que deveriam ter sabido há muito tempo.
AQUI É CORINTHIANS.
Um recado de uma outra geração
Não é nada demagogo, irônico ou averso à razão, um Corinthiano citar o artigo de Ugo Giorgetti, sábio, neste domingo. Aqui ele produz explicações para as situações que hoje vivemos, que devem ser compreendidas. Primeiro no caso do Corinthians, em particular, depois no caso da História de nosso futebol.
"Uma procissão desfilando solitária pelas alamedas do Parque Glorioso de São Jorge como numa cerimônia para iniciados". Ele sabe do que se trata o Corinthians, e por isso diz assim.
Ora, o termo empregado, "iniciados", recorre à idéia de seita. O Corinthians nunca foi e não é seita, não é simples doutrina, não é mera religião, Ugo bem o sabe; é um pouco disso tudo e muito mais que isso tudo junto.
"Eis que é necessário recorrer ao Velho São Jorge e, como no passado, depositar nele as esperanças de tantos Corinthianos. Fico feliz com isso. Prefiro São Jorge ao preibói iraniano, aliás acredito muito mais em São Jorge do que na maioria das empresas que se dedicam ao marquetim esportivo.
É verdade que no fim da procissão deixaram o Santo cair, e nessa hora um frio deve ter percorrido a espinha de todos os torcedores do Timão. Mau agouro? Talvez não. São Jorge provavelmente vai perdoar os desastrados porque sabe que, ao contrário daquela "parceira", seus pedaçoes podem ser reunidos de volta e SUA GLÓRIA, restabelecida".
Meus caros, para entendimento pleno do que se está dizendo aqui, entendam por SÃO JORGE aquilo que chamamos de Honra à própria Alma, mediante os dois deveres. É GUERRA, contra todos.
Perfeita ainda sua definição em um momento anterior a este, no texto. Porque no Corinthians, aprendam todos, o caráter que muitas vezes é identificado como sendo pitoresco, é na realidade expressão viva dessa Alma.
"A legenda deste esporte é composta de mil acontecimentos paralelos, tecidos pouco a pouco no tempo, Histórias passadas dos mais velhos para os mais novos, que parecem por vezes desaparecer, mas que subitamente voltam".
É justamente isso que quer destruir, esta maldita agenda política de destruição! Basta perceber que ele se referia, também, ao que ocorreu não só em 41, com Nossa Instituição, mas em 42, com a instituição deles, os chegados de Ragogneti.
A necessidade de aceitação de seu engôdo perpassa a massificação pasteurizada da televisão, de forma a tornar o torcedor mero espectador, não apenas fora como dentro do estádio também.
Eles acham que nos mobilizamos demais...
"Tanto tempo se passou e eles não sabem o que é ser Gavião.
Gavião não é aquele que ostenta, apenas, uma camisa.
Gavião é aquele que torce... Torce acima de tudo com a Alma, e com o Coração".
E somos os olhos também, queira ou não quem for.
Vamos reerguer o Corinthians. Mas quem se acostumou com um Corinthians que não poderia existir por muito tempo, está justamente perdendo seu tempo...
Não adianta estar no Corinthians esperando colocar seu filhinho na presidência.
Sanguessugas que só fizeram desperdiçar as energias do Glorioso, e tomar dele a Vida, precisam de uma lição na justiça. Restou-nos o sofrimento, sem que o Manto pudesse ser honrado em campo.
Porque ainda - e talvez ainda demore para - não temos uma diretoria digna de Corinthians.
E nós que imaginávamos um longo abril, que já se vai, agora nos deparamos com algo pior: um ano inteiro de sofrimento profundo.
AMANHÃ, e depois, e para sempre, É GUERRA!!!
Senão, vejamos. O Luizão, sempre chamado de "Gordo", encontrou simpatia com o Manto em um tempo que já se foi. Saiu pressionado, e rancoroso. Fala em voltar depois de uma dívida já saldada...
O Christian abandonou o barco, sem-vergonha, por um outro barquinho. Não mereceria ter nome cogitado, mas tem. O alambrado vai arder na orelha desse caro, se inoportunamente voltar a vestir o Manto. O que não deve acontecer...
Leandro Amaral... é piada, né?
Com quais porcarias de empresários que essa corja está brincando?
Uma coisa é certa: brincam conosco.
ACORDA FIEL
Um pouco de história...
Quando o Corinthians nasceu, em seu berço explêndido, um bairro mais que cosmopolita, pois caipira ao mesmo tempo, o exemplo de Piratininga no começo do século vinte, a sua diretriz básica consistia em duas provas.
Para jogar no Corinthians Paulista em 1910 o sujeito teve de provar que jogava bola.
Não era uma simples prova, era de fato se mostrar um bom jogador e impressionar. O Bom Retiro era o bairro onde se acolhiam tanto os recém-chegados ao Brasil e à Piratininga, quanto os doentes da cidade e arredores e os estudantes.
Artesãos e mestres-de-obra fixavam residência no bairro. Alfaiates, cocheiros, operários.
Do outro lado da linha estava o centro novo.
Era o mais movimentado e alegre bairro da cidade, onde as informações chegavam e transitavam para os outros bairros e o centro, onde se pescava e se fazia lual no areal do rio.
Portanto, para esse povo, futebol tinha de ser bonito. Para vencer.
Nosso nome foi inspirado no nome do team da Rainha Inglesa, meus caros, os maiores jogadores da época, que excursionavam pelo mundo apresentando o verdadeiro e belo football.
Sim, mas o nosso povo sempre batalhou e trabalhou muito para conquistar, cada qual o seu quinhão.
No Timão do Povão o sujeito NÃO PODERIA AFINAR NA DIVIDIDA.
De jeito nenhum perder a bola.
E se perder, é questão de vida recuperá-la. Nunca esmorecer.
Esses eram os dois deveres do Corinthiano em campo.
O Manto
Ando pensando muito, esses dias, numa volta ao Manto bordado à mão.
Parece até sandice. Mas há um Corinthianismo profundo nisso.
O jogador que veste o Manto precisa compreender o que ele significa.
Ele já não é como o Manto que outrora Neco Honrou com sua Gigantesca Alma. Nem como o Manto de Teleco. Nem como o de Baltazar. Nem como o de Geraldão. E de 2004 para cá, nem como o Timão de Gil. Muito menos como o de Neto. De Ronaldo.
O distintivo está pequeno na camisa. Diminuíram, propositalmente.
A estampa do patrocinador é mais de quinze vezes o distintivo, e chamam isso de marquetim.
Mas o Manto, meus caros, foi e é sempre Sagrado. É à ele que devem reverência os que pisam no campo com a Fiel Torcida a empurrar.
Ele deve ser feito pelas mãos de uma bordadeira benzedeira. Ela fará um por um, com o cuidado de quem lapida um diamante.
E o Guerreiro que a vestir honrará a própria Alma na Alma do Povo.
Não merecemos!
Nós não merecemos agüentar um falastrão no marquetim, que a cada declaração demonstra estar em cargo incondizente para quem quer aparecer demais. Aprenda, Rosenberg, que você não deve falar de mais ninguém a não ser do Sport Club Corinthians Paulista, enquanto for um vice ou um diretor. Quem tem de falar é o presidente, que fala pouco, talvez com medo de falar bobagem também.
Não adianta tergiversar, fingir que tá tudo bem.
Amanhã é GUERRA.
Se não entrar em campo como os Antigos Corinthianos entravam, imbuídos de CARÁTER, HONRA AO MANTO e MUITA RAÇA, o que o tal de Rosenberg falou dos chegados do Ragogneti vai virar contra ele, e a diretoria, no ato.
Não tem papo. A torcida pode até se dividir, os que apoiam e os que se opõem. Na Arquibancada, digo. Mas SE NÃO JOGAR COM RAÇA E COM CORAÇÃO, vai jogar mediante uma dose extrema de terror, e a coisa vai ficar feia pra todo mundo.
Por isso mesmo, pensem bem, cogitados ao ataque. Serão vocês nessa fogueira.
O Mano sabe que é fogueira, e já se enfiou. Se correr do fogo vai ser pior. É hora de honrar a própria cara, senhores. Ou serão tachados de 'bundas-moles' pra vida.
Saibam disso desde já, e que deveriam ter sabido há muito tempo.
AQUI É CORINTHIANS.
Um recado de uma outra geração
Não é nada demagogo, irônico ou averso à razão, um Corinthiano citar o artigo de Ugo Giorgetti, sábio, neste domingo. Aqui ele produz explicações para as situações que hoje vivemos, que devem ser compreendidas. Primeiro no caso do Corinthians, em particular, depois no caso da História de nosso futebol.
"Uma procissão desfilando solitária pelas alamedas do Parque Glorioso de São Jorge como numa cerimônia para iniciados". Ele sabe do que se trata o Corinthians, e por isso diz assim.
Ora, o termo empregado, "iniciados", recorre à idéia de seita. O Corinthians nunca foi e não é seita, não é simples doutrina, não é mera religião, Ugo bem o sabe; é um pouco disso tudo e muito mais que isso tudo junto.
"Eis que é necessário recorrer ao Velho São Jorge e, como no passado, depositar nele as esperanças de tantos Corinthianos. Fico feliz com isso. Prefiro São Jorge ao preibói iraniano, aliás acredito muito mais em São Jorge do que na maioria das empresas que se dedicam ao marquetim esportivo.
É verdade que no fim da procissão deixaram o Santo cair, e nessa hora um frio deve ter percorrido a espinha de todos os torcedores do Timão. Mau agouro? Talvez não. São Jorge provavelmente vai perdoar os desastrados porque sabe que, ao contrário daquela "parceira", seus pedaçoes podem ser reunidos de volta e SUA GLÓRIA, restabelecida".
Meus caros, para entendimento pleno do que se está dizendo aqui, entendam por SÃO JORGE aquilo que chamamos de Honra à própria Alma, mediante os dois deveres. É GUERRA, contra todos.
Perfeita ainda sua definição em um momento anterior a este, no texto. Porque no Corinthians, aprendam todos, o caráter que muitas vezes é identificado como sendo pitoresco, é na realidade expressão viva dessa Alma.
"A legenda deste esporte é composta de mil acontecimentos paralelos, tecidos pouco a pouco no tempo, Histórias passadas dos mais velhos para os mais novos, que parecem por vezes desaparecer, mas que subitamente voltam".
É justamente isso que quer destruir, esta maldita agenda política de destruição! Basta perceber que ele se referia, também, ao que ocorreu não só em 41, com Nossa Instituição, mas em 42, com a instituição deles, os chegados de Ragogneti.
A necessidade de aceitação de seu engôdo perpassa a massificação pasteurizada da televisão, de forma a tornar o torcedor mero espectador, não apenas fora como dentro do estádio também.
Eles acham que nos mobilizamos demais...
"Tanto tempo se passou e eles não sabem o que é ser Gavião.
Gavião não é aquele que ostenta, apenas, uma camisa.
Gavião é aquele que torce... Torce acima de tudo com a Alma, e com o Coração".
E somos os olhos também, queira ou não quem for.
Vamos reerguer o Corinthians. Mas quem se acostumou com um Corinthians que não poderia existir por muito tempo, está justamente perdendo seu tempo...
Não adianta estar no Corinthians esperando colocar seu filhinho na presidência.
Sanguessugas que só fizeram desperdiçar as energias do Glorioso, e tomar dele a Vida, precisam de uma lição na justiça. Restou-nos o sofrimento, sem que o Manto pudesse ser honrado em campo.
Porque ainda - e talvez ainda demore para - não temos uma diretoria digna de Corinthians.
E nós que imaginávamos um longo abril, que já se vai, agora nos deparamos com algo pior: um ano inteiro de sofrimento profundo.
AMANHÃ, e depois, e para sempre, É GUERRA!!!
sábado, 26 de abril de 2008
Manhã no campo do jotinha
Este sábado foi dia de comparecer a mais um jogo do Timão Feminino com a Princesa Teresa, que já conhece três campos Gloriosos da Várzea Piratiningana: O Templo de Schürig (Glorioso Parque São Jorge), o Nicolau Alayon (campo do nacional) e o Rodolfo Crespi (rua Javari, pequeno jotinha). E de todos os três traz lembranças boas.Lá encontramos Phepha, ilustríssima entusiasta do jotinha e cidadã moquense, que já aguardava nas cadeiras da Javari, e Érikão, representando a Fiel Jabronx no intervalo, mas que já estava lá desde as dez...
Hoje foi dia de ver a baixa-cornetagem rolando solta, e ver como são toscos os anticorintianos (bom que pude ir demonstrando isso para a minha Filhota). E foi interessante ver a jovem torcida feminina do jotinha, com suas musiquinhas e parlendas sem ofensas, que só demonstram amor à instituição. Também fiz Teresa notar isso, e aproveitei para mandar um "ó, faz isso aí na Fiel quando você crescer, Meu Amor".
E hoje foi dia pra ver o Coringão ganhar, de um a zero, de um time experiente.
Foi o jogo mais difícil até aqui, sem dúvida, e não só pelo adversário.
Sim, porque só no Brasil é marcado um jogo para as 10h30 da manhã, num país tropical, na hora de pico do astro-rei.
O sol que os europeus, inventores do horário para a tevê, tem quando marcam um jogo para essa hora, é típico de umas oito da manhã, comparando com o sol tropical. E ao meio-dia, quem joga bola sabe, não é o melhor horário para se disputar a pelota em nossas plagas.
Tudo porque a tevê quis. Achou que ia ser legal passar antes do almoço pra família brasileira...
Bem, mas a família brasileira foi também ao estádio, que é lugar de ir ver futebol.
E Tetê, como em todo lugar que vai, arruma suas amizades. Hoje foi a Ju, menininha da Mooca, que aprendeu com o tio aqui um pouco de Corinthians. Evidentemente ficou encantada, principalmente com a nova amiguinha, já Corinthianíssima de Mãe e Pai e Avós todos, que achou nas cativas do Rodolfo Crespi com entrada gratuita
(Na foto, detalhe do segundo tempo. No ataque, Nilda atrás da sete, esperando o cruzamento que viria, e as duas menininhas lindas, que saíram na penumbra...)
Mas o jogo em si começou muito parelho, marcação cerrada, carrinhos leais e duros, mas um toque de bola que tardou a engrenar, por parte dos dois times. De forma que, do primeiro tempo, pouco se pode dizer, a não ser alguns lances de lampejo de bom futebol, sempre passando por nossa 10, Luana, que foi muito caçada e judiada em campo, sem que o canalha de amarelo tomasse providências mais justas.Tanto que o primeiro tempo terminou zero a zero. Mas no segundo tempo o Coringão marcou logo de cara. Só que foi bem na hora que fui comprar salgadinho com a Tetê...
Só deu tempo de passar na frente dos corneteiros gritando AQUI É CORINTHIANS!!!.
E a partir de então, como estávamos muito próximos das jovens jotinhas das parlendas, mandava o gigantesco VAI CORINTHIANS a plenos pulmões que só um Corinthiano de Arquibancada consegue gritar, que ecoava pela orelha dos corneteirinhos no telhadinho do Rodolfo Crespi, e provocava a interrupção do canto das meninas, que retrucavam com um pobrezinho "cala boca, meu" que nunca será atendido.
Depois disso teve até mão na bola das jotinhas, sem que, novamente ele, a estrela do jogo, o canalha de amarelo, mostrasse o vermelho como manda a regra.
ANTIDESPORTIVIDADE, não-tão-caro canalha de amarelo, é para EXPULSÃO.
Nilda meteu a bola na trave, e perdeu mais dois gols que eram só chutar, e mais outro que deveria ter passado a bola que a Patrícia sobraria sozinha pra chutar e fazer. Foi substituída. O Dema sabe o que faz.
Estava um sol que atrapalhava demais a cabeça das jogadoras, tanto que o time do jotinha parou doppo il mezzogiorno. Assim como o Timão, que só administrou, mesmo tendo admitido passar alguns sufocos evitáveis com alguma atenção.Não pára, não, MULHERADA!!!
VAI CORINTHIANS!!!
Ah, e para cornetar o jogo de amanhã, pobre macaca que viu o çapo com a camisetinha dela em todos os jornais.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Manifesto Corinthianista II
De um post do Jornar, para começar o que vamos tratar aqui;
Poesia Corinthiana
(redundância...)
Não sei quem é o autor. Encontrei em minha pasta-arquivo, um papel manuscrito. Não lembro onde copiei...
O palco: noite em que o Corinthians saiu da fila, 1977, camisa preta com listras brancas. Nesta noite teve Corinthiano saindo pelo vão da porta, pela torneira, caindo do céu: o mundo foi de fato invadido pela Fiel.
“A mão que pôs, na encruzilhada, a vela
A mão que na bandeira pôs a vida
A mão que sem mais essa nem aquela,
No ingresso deu o prato de comida
A mão que se crispou em agonia
A mão que no incentivo se agitou
A mão que deu na cara da ironia
A mão que desaforo não levou.
É a mesma que amanhã
No trem lotado
Vai mostrar no jornal, escancarado, na manchete:
CORINTHIANS CAMPEÃO
E ninguém vai chorar do mau salário
da condução
Nas ruas, o operário
Vai refazer os gols do Geraldão”
(do Coração Corinthiano,
Mais apaixonado que qualquer coração)
Coração Corinthiano
Quando somos crianças, e pela primeira vez temos o estalo de perguntar a quem nos educou no Corinthianismo qual a razão de existir do Corinthians, já descobrimos, mesmo intuitivamente, que as origens do Corinthians estão umbilicalmente ligadas ao modo de ser Alvinegro.
Em outras palavras, quando formamos a idéia de Corinthians como o Timão do Povão, descobrimos que o ideal a ser buscado é a Democracia Corinthiana. E compreendendo a História Corinthiana, descobrimos que assim foi feito o Corinthians Paulista. Nas decisões coletivas, no esforço individual de contribuir com o seu melhor para o coletivo, no nunca esmorecer nas dificuldades, no "Um Por Todos, Todos Por Um".
É fato que existem também os que se fazem Corinthianos por si só, mas é tão mais fato que todos nascemos Corinthianos.
Evoco deste poema, portanto, a Alma dos que me educaram no Corinthianismo.
Pois é por essa Alma Corinthiana que ficamos encantados quando moleques, mesmo os que renegaram o Corinthians, ou nasceram em outras famílias. Eu era bem novinho quando a vislumbrei, a Alma Corinthiana. No meu caso o primeiro a me educar, naturalmente, foi meu Pai, e meu Vô em seguida, mas não menos importante.
Meu Pai pois me levava ao Pacaembu nos ombros, de cavalinho, no meio da cavalaria do choque; gordo, alto, imponente Guerreiro Corinthianíssimo do Quarto Centenário, ensinou-me que as origens do clube estão no povo, de um modo geral, e na superação, na emancipação, na vitória em campo e na vida, de modo particular.
Dizia que em quatro grandes oportunidades vivera emoções inigualáveis; em 55, quando sua mãe Palestrina o levara ao Templo Sagrado do Pacaembu, pensando encontrar a maritaca campeã (quarqué óra nóis acerta, viu Dona Ziza, si ainda nóis num acertamo) mas colocou um moleque, naquela hora certinha da vida de se maravilhar com a Alma Corinthiana, para ver o Maior Corinthians de Todos os Tempos ser campeão na RAÇA. Cláudio, Luizinho e Baltazar: foi isso que o moleque saiu falando. O que a mãe não sabia era que o Vô (Ispanesi, que vira menino as luzes de um Mediterrâneo Caprese, e teve aos pés Salerno antes de largar os briganti e cuidar da vida. Um menino apenas!...), em São Carlos, já havia dito tudo sobre o Corinthia Nostro...
A segunda emoção inigualável, que superou a primeira na vivência, foi 71, a Histórica Virada. Nunca houvera visto um grito tão suprimido e tão rouco que o Corinthiano pudesse soltar. Quem esteve naquele dia, carregou vivo na Alma o que foi aquilo - inigualável.
Até que uma terceira o fez entender o que é Corinthianidade. A Invasão do Maracanã fora a coisa mais maluca que vivera. Só que no ano seguinte, o tão esperado fim da tenebrosa fila, aconteceu a sequência dessa coisa maluca, e a quarta emoção se transforma na mais forte. Milhões de vezes aquela supressão do grito de 71; aquilo, só sabe quem esteve no estádio. Mas 77 todo o mundo sabe o que foi. É este o motivo de começarmos o Manifesto com a Poesia (recomendável até uma releitura, porque o poeta captou tudo isso in loco e com uma percepção que só um poeta poderia ter tido).
É verdadeiro, portanto, este marco na História do Corinthians.
O Corinthians que minha geração viveu foi um Corinthians renovado de espírito, que começou revendo conceitos de seu próprio mundo (82,83,84...), criando revoluções como desde o início de sua existência o fez. Mas caindo em ciladas, por conta não de sua ousadia, mas porque é feito por seres humanos, que erram.
E, nos últimos quinze anos, que abusaram do erro e devem pagar muito caro. Pois o mínimo que oferecemos ao Corinthians Paulista é nossa própria vida, e assim o exigimos.
Meu Vô foi um Corinthiano dos últimos anos de Neco. Em seu imaginário estavam os fantasmas de Servílio, de Teleco, de Del Debbio.
Levava a namorada, minha Vó, ao Parque São Jorge para os pic-nics.
Atravessava a Guaicurus, Água Branca, São João, Celso Garcia, com chuva ou com sol escaldante, a pé, para ver o Corinthians jogar.
Ele viu outra História que a nossa, ele viu um Corinthians que para nós hoje é lendário, mitológico.
O primeiro campeonato profissional, por exemplo, que fora crucial, muito mais que um importantíssimo campeonato. Ano de 1937. O amadorismo havia sido decrepitado com todos os seus errados modos de ser praticado. O profissionalismo aos poucos passava a ser "obrigatório", ainda que não regulamentado. Enquanto o futebol era amador, e se convivia com isso aos trancos e barrancos, a corja que se criou após terem feito o que fizeram e terem chamado de "profissionalismo", não apitava nada.
Mas além do profissionalismo, o integralismo havia aparecido na jogada. O Brasil buscava uma identidade no cenário mundial. Iria eclodir a guerra, mas ninguém sabia ainda...
Os estrangeiros, em sua maioria, não querendo dar bola ao que pensavam os seus antigos patrícios: eram agora brasileiros e ponto final. Mas na onda do fascismo (leia-se 'fachismo') algumas imbecilidades deste nosso Brasil quiseram que se "abrasileirasse" tudo, sem perceber que o sincretismo brasileiro é que é a sua "abrasileiração". Ainda mais em uma cidade como Piratininga.
Resumindo, a forma como se profissionalizou visou o perecimento dos clubes populares, ou no mínimo o seu relegar à não-oficialidade. A um segundo plano. Está aqui a raíz da forma elitista e pejorativa de se tratar a Gloriosa Várzea.
Como amador, nenhum clube poderia ser "profissional". Seu destino estava traçado.
Ora, o objetivo era claro: evitar novos fenômenos sociais como o Corinthians. Novas surpresas populares deste porte. Novos espinhos na garganta.
E o Corinthians era o Timão. Vem daí o apelido. Todos os "profissionais" tinham estrutura financeira, o Corinthians não. Fora isso, vivia em eterno pé-de-guerra entre os associados. Mas em campo, nosso Coringão fazia miséria do adversário, um verdadeiro Timão. E fomos campeões em 37, um ano crucial.
Ocorrera que as senhorinhas dos clubes de chá-das-cinco, como o saudoso Paulistano, entenderam o que isso tudo iria acarretar, desde o início do "processo", e pularam fora deste barco, levando o clube que lhes pertencia.
E a corjinha tão perdida quanto desamparada, mas cheia de propósitos espúrios, ficara sem clube desde este início. E vendo o Corinthians ser campeão, e alternando esse fato com a turma do Ragogneti. O nosso segundo tricampeonato (28, 29, 30) deixou essa corjinha a ver navios, enfureceu esses pobres sem-alma, que a esta altura ainda iriam procurar a trilha traçada pelo Glorioso, que nunca encontraram. Tentavam uma área perto da Ponte Grande (o primeiro campo do Corinthians), que antigamente chamavam Floresta.
Dizíamos que alguns clubes, com mais dinheiro em caixa, se profissionalizaram com "mais facilidade". Pois bem, acrescente a isso o fato de cada um ter seu patrono, seu "cartola".
O Corinthians teve alguns ótimos, como Alfredo Schürig, Alcântara Machado, Trindade, Matheus...
A corjinha havia conseguido sobre-existir. Já haviam conseguido também falir pela primeira vez, e usurpar outros clubes para "seguir", como um zumbi. Até que acaba por falir novamente, mas é salva por quem a causava tanta inveja...
Os clubes "estrangeiros" começam a penar com o alcance da perversidade da corja. A lusinha. Depois o Germânia...
Na época, nosso presidente era Manuel Correcher.
E, ensinou-me meu Avô, um Corinthianismo extremista e sem precedente aconteceu. Após o terceiro tricampeonato (37, 38, 39), quiseram até fechar o Corinthians...
Esta corjinha, travestida em triangulinhos sifilítico-vaginais, através de alguns poderes sobre a secretaria de esportes do estado, com o argumento de que estrangeiros não poderiam presidir agremiações brasileiras (sim, quando houve a brecha para se conseguir extrapolar nas sandices, a corja vestiu a carapuça do integralismo, e até hoje toma essa roupagem farsante), quis prejudicar o Glorioso Corinthians, de forma definitiva.
Da noite para o dia o presidente era destituído, e tomava posse dos assuntos do Corinthians um capitãozinho do exército, a esta altura integralista.
O Corinthians, em pé-de-guerra interno. Como sempre. Foi necessário apaziguar os ânimos dos Corinthianos antes de tomar qualquer atitude. E acertadamente resolveu-se pela destituição imediata do Conselho Deliberativo, por unanimidade. Assim o capitãozinho da corjinha não poderia mexer em nada do estatuto anterior à intervenção.
Essa jogada conseguiu jogar água na fervura, e uniu os Corinthianos. Conseguiu, portanto, unir o Corinthians. É do sábio Correcher a frase "Con razón, o Sin razón, Corinthians Campeón", pois era inacreditável que aquela bagunça poderia se reestruturar. O Timão em campo era fantástico e isso fez os ânimos se convergirem, e foi fundamental.
Porque, juntos, os Corinthianos jamais se deixam vencer.
No fim, colocamos um diretor de esporte Corinthiano, que cumpriu a burocracia de reatar estatuto, sociedade, etc. O Corinthians quase foi tomado pela corjinha, enquanto Instituição!
Mas a corjinha sempre foi burra e suas maldades, mesquinhas. Um ano depois fugiam de campo com receio de serem surrados na bola pela turma do Ragogneti...
Mário Henrique, um "brasileiro", e Pedro de Souza, outro "brasileiro" (como se Schürig, Correcher, Abdala, Bataglia, Magnani, Galliano, Giacomelli, o próprio Matheus posteriormente, deixassem de sê-lo...) trataram de colocar nos eixos administrativamente o Corinthians.
Fato é que coneseguiram, em termos. Depois de 41, tudo mudou para o Corinthians. Como em 77.
(Continua)
Todas estas lições de Corinthianidade estão aqui expostas com o intuito de pensarmos, com a História Corinthiana, o que está sendo feito do Corinthians.
É nesse sentido que o lema gritado a seguir se compreende.
Pois a Revolução é Corinthiana, como queríamos demonstrar.
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS
Poesia Corinthiana
(redundância...)
Não sei quem é o autor. Encontrei em minha pasta-arquivo, um papel manuscrito. Não lembro onde copiei...
O palco: noite em que o Corinthians saiu da fila, 1977, camisa preta com listras brancas. Nesta noite teve Corinthiano saindo pelo vão da porta, pela torneira, caindo do céu: o mundo foi de fato invadido pela Fiel.
“A mão que pôs, na encruzilhada, a vela
A mão que na bandeira pôs a vida
A mão que sem mais essa nem aquela,
No ingresso deu o prato de comida
A mão que se crispou em agonia
A mão que no incentivo se agitou
A mão que deu na cara da ironia
A mão que desaforo não levou.
É a mesma que amanhã
No trem lotado
Vai mostrar no jornal, escancarado, na manchete:
CORINTHIANS CAMPEÃO
E ninguém vai chorar do mau salário
da condução
Nas ruas, o operário
Vai refazer os gols do Geraldão”
(do Coração Corinthiano,
Mais apaixonado que qualquer coração)
Coração Corinthiano
Quando somos crianças, e pela primeira vez temos o estalo de perguntar a quem nos educou no Corinthianismo qual a razão de existir do Corinthians, já descobrimos, mesmo intuitivamente, que as origens do Corinthians estão umbilicalmente ligadas ao modo de ser Alvinegro.
Em outras palavras, quando formamos a idéia de Corinthians como o Timão do Povão, descobrimos que o ideal a ser buscado é a Democracia Corinthiana. E compreendendo a História Corinthiana, descobrimos que assim foi feito o Corinthians Paulista. Nas decisões coletivas, no esforço individual de contribuir com o seu melhor para o coletivo, no nunca esmorecer nas dificuldades, no "Um Por Todos, Todos Por Um".
É fato que existem também os que se fazem Corinthianos por si só, mas é tão mais fato que todos nascemos Corinthianos.
Evoco deste poema, portanto, a Alma dos que me educaram no Corinthianismo.
Pois é por essa Alma Corinthiana que ficamos encantados quando moleques, mesmo os que renegaram o Corinthians, ou nasceram em outras famílias. Eu era bem novinho quando a vislumbrei, a Alma Corinthiana. No meu caso o primeiro a me educar, naturalmente, foi meu Pai, e meu Vô em seguida, mas não menos importante.
Meu Pai pois me levava ao Pacaembu nos ombros, de cavalinho, no meio da cavalaria do choque; gordo, alto, imponente Guerreiro Corinthianíssimo do Quarto Centenário, ensinou-me que as origens do clube estão no povo, de um modo geral, e na superação, na emancipação, na vitória em campo e na vida, de modo particular.
Dizia que em quatro grandes oportunidades vivera emoções inigualáveis; em 55, quando sua mãe Palestrina o levara ao Templo Sagrado do Pacaembu, pensando encontrar a maritaca campeã (quarqué óra nóis acerta, viu Dona Ziza, si ainda nóis num acertamo) mas colocou um moleque, naquela hora certinha da vida de se maravilhar com a Alma Corinthiana, para ver o Maior Corinthians de Todos os Tempos ser campeão na RAÇA. Cláudio, Luizinho e Baltazar: foi isso que o moleque saiu falando. O que a mãe não sabia era que o Vô (Ispanesi, que vira menino as luzes de um Mediterrâneo Caprese, e teve aos pés Salerno antes de largar os briganti e cuidar da vida. Um menino apenas!...), em São Carlos, já havia dito tudo sobre o Corinthia Nostro...
A segunda emoção inigualável, que superou a primeira na vivência, foi 71, a Histórica Virada. Nunca houvera visto um grito tão suprimido e tão rouco que o Corinthiano pudesse soltar. Quem esteve naquele dia, carregou vivo na Alma o que foi aquilo - inigualável.
Até que uma terceira o fez entender o que é Corinthianidade. A Invasão do Maracanã fora a coisa mais maluca que vivera. Só que no ano seguinte, o tão esperado fim da tenebrosa fila, aconteceu a sequência dessa coisa maluca, e a quarta emoção se transforma na mais forte. Milhões de vezes aquela supressão do grito de 71; aquilo, só sabe quem esteve no estádio. Mas 77 todo o mundo sabe o que foi. É este o motivo de começarmos o Manifesto com a Poesia (recomendável até uma releitura, porque o poeta captou tudo isso in loco e com uma percepção que só um poeta poderia ter tido).
É verdadeiro, portanto, este marco na História do Corinthians.
O Corinthians que minha geração viveu foi um Corinthians renovado de espírito, que começou revendo conceitos de seu próprio mundo (82,83,84...), criando revoluções como desde o início de sua existência o fez. Mas caindo em ciladas, por conta não de sua ousadia, mas porque é feito por seres humanos, que erram.
E, nos últimos quinze anos, que abusaram do erro e devem pagar muito caro. Pois o mínimo que oferecemos ao Corinthians Paulista é nossa própria vida, e assim o exigimos.
Meu Vô foi um Corinthiano dos últimos anos de Neco. Em seu imaginário estavam os fantasmas de Servílio, de Teleco, de Del Debbio.
Levava a namorada, minha Vó, ao Parque São Jorge para os pic-nics.
Atravessava a Guaicurus, Água Branca, São João, Celso Garcia, com chuva ou com sol escaldante, a pé, para ver o Corinthians jogar.
Ele viu outra História que a nossa, ele viu um Corinthians que para nós hoje é lendário, mitológico.
O primeiro campeonato profissional, por exemplo, que fora crucial, muito mais que um importantíssimo campeonato. Ano de 1937. O amadorismo havia sido decrepitado com todos os seus errados modos de ser praticado. O profissionalismo aos poucos passava a ser "obrigatório", ainda que não regulamentado. Enquanto o futebol era amador, e se convivia com isso aos trancos e barrancos, a corja que se criou após terem feito o que fizeram e terem chamado de "profissionalismo", não apitava nada.
Mas além do profissionalismo, o integralismo havia aparecido na jogada. O Brasil buscava uma identidade no cenário mundial. Iria eclodir a guerra, mas ninguém sabia ainda...
Os estrangeiros, em sua maioria, não querendo dar bola ao que pensavam os seus antigos patrícios: eram agora brasileiros e ponto final. Mas na onda do fascismo (leia-se 'fachismo') algumas imbecilidades deste nosso Brasil quiseram que se "abrasileirasse" tudo, sem perceber que o sincretismo brasileiro é que é a sua "abrasileiração". Ainda mais em uma cidade como Piratininga.
Resumindo, a forma como se profissionalizou visou o perecimento dos clubes populares, ou no mínimo o seu relegar à não-oficialidade. A um segundo plano. Está aqui a raíz da forma elitista e pejorativa de se tratar a Gloriosa Várzea.
Como amador, nenhum clube poderia ser "profissional". Seu destino estava traçado.
Ora, o objetivo era claro: evitar novos fenômenos sociais como o Corinthians. Novas surpresas populares deste porte. Novos espinhos na garganta.
E o Corinthians era o Timão. Vem daí o apelido. Todos os "profissionais" tinham estrutura financeira, o Corinthians não. Fora isso, vivia em eterno pé-de-guerra entre os associados. Mas em campo, nosso Coringão fazia miséria do adversário, um verdadeiro Timão. E fomos campeões em 37, um ano crucial.
Ocorrera que as senhorinhas dos clubes de chá-das-cinco, como o saudoso Paulistano, entenderam o que isso tudo iria acarretar, desde o início do "processo", e pularam fora deste barco, levando o clube que lhes pertencia.
E a corjinha tão perdida quanto desamparada, mas cheia de propósitos espúrios, ficara sem clube desde este início. E vendo o Corinthians ser campeão, e alternando esse fato com a turma do Ragogneti. O nosso segundo tricampeonato (28, 29, 30) deixou essa corjinha a ver navios, enfureceu esses pobres sem-alma, que a esta altura ainda iriam procurar a trilha traçada pelo Glorioso, que nunca encontraram. Tentavam uma área perto da Ponte Grande (o primeiro campo do Corinthians), que antigamente chamavam Floresta.
Dizíamos que alguns clubes, com mais dinheiro em caixa, se profissionalizaram com "mais facilidade". Pois bem, acrescente a isso o fato de cada um ter seu patrono, seu "cartola".
O Corinthians teve alguns ótimos, como Alfredo Schürig, Alcântara Machado, Trindade, Matheus...
A corjinha havia conseguido sobre-existir. Já haviam conseguido também falir pela primeira vez, e usurpar outros clubes para "seguir", como um zumbi. Até que acaba por falir novamente, mas é salva por quem a causava tanta inveja...
Os clubes "estrangeiros" começam a penar com o alcance da perversidade da corja. A lusinha. Depois o Germânia...
Na época, nosso presidente era Manuel Correcher.
E, ensinou-me meu Avô, um Corinthianismo extremista e sem precedente aconteceu. Após o terceiro tricampeonato (37, 38, 39), quiseram até fechar o Corinthians...
Esta corjinha, travestida em triangulinhos sifilítico-vaginais, através de alguns poderes sobre a secretaria de esportes do estado, com o argumento de que estrangeiros não poderiam presidir agremiações brasileiras (sim, quando houve a brecha para se conseguir extrapolar nas sandices, a corja vestiu a carapuça do integralismo, e até hoje toma essa roupagem farsante), quis prejudicar o Glorioso Corinthians, de forma definitiva.
Da noite para o dia o presidente era destituído, e tomava posse dos assuntos do Corinthians um capitãozinho do exército, a esta altura integralista.
O Corinthians, em pé-de-guerra interno. Como sempre. Foi necessário apaziguar os ânimos dos Corinthianos antes de tomar qualquer atitude. E acertadamente resolveu-se pela destituição imediata do Conselho Deliberativo, por unanimidade. Assim o capitãozinho da corjinha não poderia mexer em nada do estatuto anterior à intervenção.
Essa jogada conseguiu jogar água na fervura, e uniu os Corinthianos. Conseguiu, portanto, unir o Corinthians. É do sábio Correcher a frase "Con razón, o Sin razón, Corinthians Campeón", pois era inacreditável que aquela bagunça poderia se reestruturar. O Timão em campo era fantástico e isso fez os ânimos se convergirem, e foi fundamental.
Porque, juntos, os Corinthianos jamais se deixam vencer.
No fim, colocamos um diretor de esporte Corinthiano, que cumpriu a burocracia de reatar estatuto, sociedade, etc. O Corinthians quase foi tomado pela corjinha, enquanto Instituição!
Mas a corjinha sempre foi burra e suas maldades, mesquinhas. Um ano depois fugiam de campo com receio de serem surrados na bola pela turma do Ragogneti...
Mário Henrique, um "brasileiro", e Pedro de Souza, outro "brasileiro" (como se Schürig, Correcher, Abdala, Bataglia, Magnani, Galliano, Giacomelli, o próprio Matheus posteriormente, deixassem de sê-lo...) trataram de colocar nos eixos administrativamente o Corinthians.
Fato é que coneseguiram, em termos. Depois de 41, tudo mudou para o Corinthians. Como em 77.
(Continua)
Todas estas lições de Corinthianidade estão aqui expostas com o intuito de pensarmos, com a História Corinthiana, o que está sendo feito do Corinthians.
É nesse sentido que o lema gritado a seguir se compreende.
Pois a Revolução é Corinthiana, como queríamos demonstrar.
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS
A imagem que essa corja arruina...
A estátua caiu e se espatifou na volta à Capela, durante a procissão ontem, e não foi por acaso.
Eu já dizia aos irmãos de Arquibancada, que deixaram o Padroeiro, que mora sobre a Biquinha Sagrada, praticamente preso, enjaulado, engaiolado. Apenas isso já não era um bom sinal.
Ao invés de limparem freqüentemente, colocaram tela para evitar que animais pudessem ali fazer suas sujeiras. E uma vez que o acesso ao Tão Sagrado local de nossa Cidade Corinthians passou a ser restrito e controlado, tudo ali ficou mais desabitado.
Eu mesmo fui obrigado a pular as grades (DE MINHA PRÓPRIA CASA, percebam) para poder fazer minhas orações na última vez que ali estive.
O bom Guerreiro, entretanto, não luta através de sinais. Quem faz nossa História somos nós.
E a corja conseguiu arruinar mais uma parte dela, por essa imagem.
Desrespeitaram São Jorge durante muito tempo ali. O que a Nação precisa e deve logo entender, é que os erros de muito poucos serão pagos por todos. E isso não é um simples sapinho enterrado, não.
É muito pior que isso.
(Nota: um jornaleco de merda estampa uma heresia na capa. Corinthianos, não deveis dar seu suado quinhão para esses imbecis. NÃO COMPREIS ESTE LIXO NUNCA MAIS!!!)
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS!!!
E por falar em imagem, Marta visitou o Parque São Jorge.
Mas se for apenas para fazer o jogo de cena dessa corja imunda, é melhor para ela nunca mais fazer esse tipo de coisa.
Eu já dizia aos irmãos de Arquibancada, que deixaram o Padroeiro, que mora sobre a Biquinha Sagrada, praticamente preso, enjaulado, engaiolado. Apenas isso já não era um bom sinal.
Ao invés de limparem freqüentemente, colocaram tela para evitar que animais pudessem ali fazer suas sujeiras. E uma vez que o acesso ao Tão Sagrado local de nossa Cidade Corinthians passou a ser restrito e controlado, tudo ali ficou mais desabitado.
Eu mesmo fui obrigado a pular as grades (DE MINHA PRÓPRIA CASA, percebam) para poder fazer minhas orações na última vez que ali estive.
O bom Guerreiro, entretanto, não luta através de sinais. Quem faz nossa História somos nós.
E a corja conseguiu arruinar mais uma parte dela, por essa imagem.
Desrespeitaram São Jorge durante muito tempo ali. O que a Nação precisa e deve logo entender, é que os erros de muito poucos serão pagos por todos. E isso não é um simples sapinho enterrado, não.
É muito pior que isso.
(Nota: um jornaleco de merda estampa uma heresia na capa. Corinthianos, não deveis dar seu suado quinhão para esses imbecis. NÃO COMPREIS ESTE LIXO NUNCA MAIS!!!)
CORINTHIANS PARA CORINTHIANOS!!!
E por falar em imagem, Marta visitou o Parque São Jorge.
Mas se for apenas para fazer o jogo de cena dessa corja imunda, é melhor para ela nunca mais fazer esse tipo de coisa.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A Imagem de São Jorge nos Ilumina
São Jorge Guerreiro,
Nosso Padroeiro, eis nossa meta
Auxiliai-nos nesta demanda
ASE

BREVES
Quem assistiu, na TimaoTV, a entrevista que Julio César concedeu, percebeu ali um Guerreiro Corinthiano firme em sua proposta de se tornar, de vez e como Ronaldo, o nosso camisa 1. Eu, particularmente, torço de coração para que isso aconteça.
O moleque é Corinthiano de berço, em primeiro lugar. Já mostrou que joga com RAÇA, e não tem medo de cobrança, em segundo lugar. E, em terceiro e último lugar, está em forma.
A entrevista é muito boa e deixa subentendido que o gordinho poderá sair a qualquer momento. O que é uma pena, pois ele mereceria é ser reserva de Julio César...
Dizem que o Gobbi conseguiu se livrar de duas semanas na delegacia, para se dedicar ao Corinthians nesse tempo...
Será que isso é bom?...
O Mano falou que o Coringão estagnou, quer dizer, parou de evoluir. Não quero fazer retrospecto, mas desde o empate com o mirassol, que foi seguido por alguns jogos que nos deram esperanças, passando pelo empate com o pequeno jotinha, o roubo na baixada e a derrota para o time de Bauru, vejo que estagnou há tempos. Evoluiu sim, durante umas quatro ou cinco rodadas. Depois...
Mano, presta atenção.
Fabinho e bóvio fora. O primeiro no banco pra assistir, e o segundo na geladeira. Ou melhor, no freezer. Bem longe dos nossos olhos. Uma expiação mais que necessária depois de tanto tempo SÓ fazendo bobagem.
Fala pro Nilton que AQUI É CORINTHIANS. Coloca o Caju no amistoso que vamos fazer lá em Campo Grande. Se ele criar mais que quatro jogadas decisivas, já é titular absoluto na lateral, no lugar do C.Alberto, que volta pro meio. Sim, pois o sistema defensivo consiste em deixar Willian e Chicão nas sobras, mas com alguém que saiba dar combate no meio campo, e o Nilton pode provar que é esse volante que precisamos, com a cobertura do C.Alberto.
A criação das jogadas é outro gigantesco problema, e na verdade depende, sim, do ataque. Da movimentação não emburrecida de um Herrera, e da disposição de Dentinho. Que venha um centro-avante!
E que arrumem o condicionamento do Rincón. Douglas até poderá ser a dupla (e é o que temos, camaradas!), mas TEM QUE JOGAR COM RAÇA.
Sinceramente, caro Mano, faltou vontade de ganhar até agora. Não digo que você é meramente um retranqueiro, até porque não temos ataque. Mas você pode armar esse ataque de forma mais contundente a partir de agora. Ainda mais se esse Gobbi cumprir com a promessa presidencial de trazer um atacante decente.
Nas notinhas do painelfc da trolha de sábado (19/04), notei certos aspectos.
Primeiramente, é típico de um ragogneti o despacho do juiz favorável a mais uma das ações do nosso marquetim, o da empresa de saúde querer vender planos corintianos.
Que segue com o çempre çábio comentário de çitadini, a saber, que o otimismo faz os resultados parecerem ruins; e como conclusão, tira que as projeções nunca deveriam ser tão favoráveis.
O que nos traz a seguinte questão: existe algum projeto de marquetim propriamente dito? Aliás, no caso do estádio, motivo de uma constatação anticorintiana do juiz, houve algum projeto - termo usado pelo próprio auto?
Enfim, seguem as notinhas, e na terceira constatamos que o Corinthians, há pelo menos dez anos, trabalha totalmente em outra esfera. É que Renato não é o credor da dívida que colocou na justiça, contra o clube, e sim seus empresários.
Serão deles as contas bancárias que receberam 1,65 milhão de reais.
E por último, na frase destacada neste painelfc, um conselheiro torna público algo que não deveria ultrapassar a Cidade Corinthians. Proporia inclusive multa, por deixar a anticorintianada ver uma frase típica do Bar da Torre. Mas que, fora do Parque, desestabiliza a Nossa Instituição.
Nosso Padroeiro, eis nossa meta
Auxiliai-nos nesta demanda
ASE

BREVES
Quem assistiu, na TimaoTV, a entrevista que Julio César concedeu, percebeu ali um Guerreiro Corinthiano firme em sua proposta de se tornar, de vez e como Ronaldo, o nosso camisa 1. Eu, particularmente, torço de coração para que isso aconteça.
O moleque é Corinthiano de berço, em primeiro lugar. Já mostrou que joga com RAÇA, e não tem medo de cobrança, em segundo lugar. E, em terceiro e último lugar, está em forma.
A entrevista é muito boa e deixa subentendido que o gordinho poderá sair a qualquer momento. O que é uma pena, pois ele mereceria é ser reserva de Julio César...
Dizem que o Gobbi conseguiu se livrar de duas semanas na delegacia, para se dedicar ao Corinthians nesse tempo...
Será que isso é bom?...
O Mano falou que o Coringão estagnou, quer dizer, parou de evoluir. Não quero fazer retrospecto, mas desde o empate com o mirassol, que foi seguido por alguns jogos que nos deram esperanças, passando pelo empate com o pequeno jotinha, o roubo na baixada e a derrota para o time de Bauru, vejo que estagnou há tempos. Evoluiu sim, durante umas quatro ou cinco rodadas. Depois...
Mano, presta atenção.
Fabinho e bóvio fora. O primeiro no banco pra assistir, e o segundo na geladeira. Ou melhor, no freezer. Bem longe dos nossos olhos. Uma expiação mais que necessária depois de tanto tempo SÓ fazendo bobagem.
Fala pro Nilton que AQUI É CORINTHIANS. Coloca o Caju no amistoso que vamos fazer lá em Campo Grande. Se ele criar mais que quatro jogadas decisivas, já é titular absoluto na lateral, no lugar do C.Alberto, que volta pro meio. Sim, pois o sistema defensivo consiste em deixar Willian e Chicão nas sobras, mas com alguém que saiba dar combate no meio campo, e o Nilton pode provar que é esse volante que precisamos, com a cobertura do C.Alberto.
A criação das jogadas é outro gigantesco problema, e na verdade depende, sim, do ataque. Da movimentação não emburrecida de um Herrera, e da disposição de Dentinho. Que venha um centro-avante!
E que arrumem o condicionamento do Rincón. Douglas até poderá ser a dupla (e é o que temos, camaradas!), mas TEM QUE JOGAR COM RAÇA.
Sinceramente, caro Mano, faltou vontade de ganhar até agora. Não digo que você é meramente um retranqueiro, até porque não temos ataque. Mas você pode armar esse ataque de forma mais contundente a partir de agora. Ainda mais se esse Gobbi cumprir com a promessa presidencial de trazer um atacante decente.
Nas notinhas do painelfc da trolha de sábado (19/04), notei certos aspectos.
Primeiramente, é típico de um ragogneti o despacho do juiz favorável a mais uma das ações do nosso marquetim, o da empresa de saúde querer vender planos corintianos.
Que segue com o çempre çábio comentário de çitadini, a saber, que o otimismo faz os resultados parecerem ruins; e como conclusão, tira que as projeções nunca deveriam ser tão favoráveis.
O que nos traz a seguinte questão: existe algum projeto de marquetim propriamente dito? Aliás, no caso do estádio, motivo de uma constatação anticorintiana do juiz, houve algum projeto - termo usado pelo próprio auto?
Enfim, seguem as notinhas, e na terceira constatamos que o Corinthians, há pelo menos dez anos, trabalha totalmente em outra esfera. É que Renato não é o credor da dívida que colocou na justiça, contra o clube, e sim seus empresários.
Serão deles as contas bancárias que receberam 1,65 milhão de reais.
E por último, na frase destacada neste painelfc, um conselheiro torna público algo que não deveria ultrapassar a Cidade Corinthians. Proporia inclusive multa, por deixar a anticorintianada ver uma frase típica do Bar da Torre. Mas que, fora do Parque, desestabiliza a Nossa Instituição.
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