segunda-feira, 29 de março de 2010

É CORINTHIANS!!!

Com a escalação mais acertada, e com o Timão com vontade de verdade, de ganhar o jogo, de jogar bem, de tratar a Deusa Bola como ela deve ser tratada sempre, vimos o CORINTHIANS sobrepujar a madame.

E contra um TIMÃO grande de verdade, esse timinho da mentira cor-de-rosa teve que jogar exatamente da forma como é: pequena, retrancada, acuada.
Para não apanhar de muito, também contou com o canalha do apito em lances que, no fim das contas, não fizeram tanta diferença assim, pois a surra é inevitável.
Aliás, são QUATRO ANOS (fevereiro de 2007 foi a última delas) tomando ferro do TIMÃO de verdade. É isso que madame merece, e é disso que ela gosta.

Os números
109 vitórias, 92 empates, 87 derrotas contra o puteiro da madame.
Ou seja, 22 vitórias de vantagem. É fregaysia demais.
E TAMO VIVO NO PAULISTÃO!
Faltam seis pontos e a Mística a nos favorecer!

O Jogo
Antes do Elias marcar seu GOLAÇO - ele está se acostumando em ser carrasco de bambi... - após um passe açucarado do Gordo, um chutaço de direita no ângulo, o Coringão já havia enfiado duas bolas na trave, e Rafael Santos já havia feito uma importante defesa.
E seguiu o jogo, truncado, até que Dente, pela esquerda, se desvencilha de duas meninas que não largavam do pé - literalmente - e cruza para o Gordo, derrubado em plena área. O apito cor-de-rosa deixou de marcar esse pênalti, mas a bola sobrou para Danilo marcar um GOLAÇO no ângulo.

Logo depois, Dente viajou e enfiou a mão na cara da centro-avante feminina. Ambos foram expulsos. E mesmo dominando o meio-campo, o Corinthians vacilou pela direita, a zaga só olhou a menina chutar, e elas fizeram um golzinho.

E a chuva caiu.

Moacir tentou a jogada na intermediária, sofrendo falta.
Roberto Carlos aproveitou para desferir sua famosa bicuda em campo molhado, daquelas bolas que pingam na frente do goleiro. No caso, a borboleta mau-caráter.
Que tomou mais um frangaço histórico, naquele mesmo gol em que Cristian selou a derrocada do timinho da mentira, no ano passado.
O Coringão tinha a partida nos pés, e inventou de administrar.
Jucilei tentou, Danilo tentou, Roberto Carlos tentou, e teve até outro pênalti, não marcado.

Mano, o Comandante que inventa moda, resolveu tirar Danilo e Elias, e as putinhas empataram.
O Cabeção não vai se abalar, abutraiada!

Foi só nessa hora que a claque de imbecis fez algum barulhinho.
Que durou bem pouco, porque AQUI É CORINTHIANS.

Iarley bailou pela esquerda, as meninas aceitam a dança e a borboleta vê a pirulita marcar um golaço. Contra...

E assim é construído um tabu de QUATRO ANOS. Sim, nunca é demais repetir as VERDADES que a abutraiada (assessoria de imprensa do puteiro) não pode dizer; a última derrota nossa para as putinhas foi em fevereiro de 2007. É muita fregaysia.

Promoção de Páscoa para a madame:

Pague 3 e leve 4!

O SCCP disponibiliza para a fregaysia o serviço de atendimento ao cliente (SAC), ligação gratuita pelo telefone 0800-242424, para qualquer reclamação. O choro é livre...

AQUI É CORINTHIANS!!!

sábado, 27 de março de 2010

'Bamo Corinthians!

Todo o Mundo sabe, e todo o Mundo diz:
AQUI É CORINTHIANS!!!



VAI PRA CIMA delas TIMÃO!!!

VAI CORINTHIANS!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vigésimo Sexto Capítulo

"Per Aspera Ad Astra"
O Time do Povo

Por Filipe Martins Gonçalves

O Corinthians de 1953 sagrou-se mais uma vez Campeão do Torneio Rio-S.Paulo. Tratava-se da competição mais importante do Brasil até então.
E o Coringão tinha como técnico o senhor José Castelli. Um dos mais brilhantes técnicos que já passaram pelo Corinthians, foi o fantástico boleiro das décadas de 20 e 30. Honrou durante quatorze anos o Manto Sagrado do Clube do Povo e foi o maior driblador da sua época. Daí o apelido: "Rato".
Seus dribles são reconhecidos internacionalmente, e foi o primeiro a voltar daquele êxodo para a Itália, na década de 30.

Se Colombo é o ancestral de Tuffy, que é o ancestral de Gilmar, que é o ancestral de Ronaldo (e aqui cito o ídolo de nossa geração apenas para deixar claro o exemplo), assim como David (aquele centroavante da época varzeana) é ancestral de Baltazar, que é ancestral de Flávio e Viola, Rato foi o ancestral do Pequeno Polegar, ainda que o lado do campo se inverta nesta comparação.
Foi com Rato que Luizinho se aprimorou. Justamente nestes anos dourados Corinthianos.

Naquele Rio-S.Paulo, o Corinthians disputou nove jogos, venceu cinco, empatou dois e perdeu dois.
Foi marcante a goleada por 6 a 0 sobre o Rubro-Negro carioca, no Pacaembu.
Cabeção, goleiro formado pelo Clube, defendeu um pênalti no primeiro tempo, que significaria o empate. Mas Claudio foi de fato o Gerente naquele dia, fazendo três gols, e servindo Luizinho e Baltazar. Goiano, o aguerrido médio, também fez o seu. Essa vitória colocou o Corinthians na disputa com o Vasco, e por um ponto - a disputa era por pontos corridos - o Coringão foi Campeão, provando ser o melhor do Brasil.

Em julho de 53 o Corinthians disputou a Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, que contava com um selecionado local, a Roma e o Barcelona, além do Todo-Poderoso Alvinegro.
Seis partidas foram disputadas, e o Corinthians venceu todas.
Em uma delas, inclusive, derrotando por 1 a 0 o famoso Barça, cujos jogadores eram selecionados pela Seleção Espanhola e por outras seleções na Europa. Ocorre que o adversário quis partir para a briga, paralisando o jogo por alguns minutos. Não adiantou nada. Essa grandiosa vitória levou moral ao Timão, que fez 3 a 1 sobre a Roma, e selou a conquista. Ninguém ganhava do Coringão, nem na marra.
O Corinthians é osso duro de roer!

Naquele ano subia ao time principal, por intermédio do grande técnico, o menino Rafael.
Carbone, o artilheiro espetacular, ponta de lança idolatrado, começava a dividir a Camisa com Rafael, que já se tornava o ídolo que foi.
E o Coringão só não foi tri-campeão Paulista pela quarta vez pois, além da Pequena Taça do Mundo, foi fazer brilhar seu Futebol pelos campos do mundo, em excursões que lhe tomaram tempo.
Ganhou, por todas estas excursões, a Faixa de Ouro do Futebol Brasileiro - a exemplo do Corinthian Football Club, o Embaixador do Esporte Bretão, o Clube do Povo foi ser Embaixador do Futebol Brasileiro, reconhecidamente o grande Timão.
O Timão reserva disputou os campeonatos locais, dando canja para os adversários. Foi nessas que Rato observou o menino Rafael - o mesmo faria com um outro menino na década seguinte, como técnico da base, mas isso é outra história.

Em 1954 o Coringão voltou com tudo, depois de uma excursão pela América do Sul.
pelo Rio-S.Paulo, venceu as seis primeiras partidas. Mas com duas fatídicas derrotas seguidas, quase o Bi-Campeonato ficou comprometido.
O Presidente Trindade mastigou seu charuto, e colocou Rato para cuidar exclusivamente da Base Corinthiana, por conta disso...

Chegou ao Parque São Jorge o glorioso Oswaldo Brandão. E chegou bem.
Em seu primeiro jogo, decisivo para o Torneio, com gol do Gerente Claudio, o Coringão venceu o Palmeiras no Pacaembu lotado, e a conquista do Bi do Torneio Rio-S.Paulo fez a cidade, e o Brasil todo, tremerem em Festa Alvinegra.

Três meses depois desta conquista, em pleno Paulistão, o Corinthians precisava zerar a diferença de pontos contra o então líder Palmeiras. E mais uma vez a Estrela do senhor Brandão brilhou mais forte.
Foi o jogo que precedeu a conquista do mais importante Campeonato Paulista de todos os tempos.

Uma virada (mais uma!) espetacular, perdendo por 2 a 0 e transformando em 3 a 2 pelos dribles do Pequeno Polegar, que marcou dois, e pela Cabeça de Ouro de Baltazar, que virou. O Corinthians, agora líder, terminaria aquele primeiro turno com vantagem de pontos sobre o grande rival.
No ano seguinte, em fevereiro de 55, o título seria decidido, novamente em um Dérbi.
"Deu dó ver o Palmeiras entrar em campo sem a camisa verde", disse Brandão naquele dia. O rival entrou naquela partida vestindo camisa azul...
E com o gol do Pequeno Polegar, a raça de Idário, o cérebro de Belangero, a técnica de Cláudio, e claro, a muralha no gol que foi Gilmar, o Corinthians lutou. Cedeu o empate no segundo tempo. Machucado, Idário dividia as bolas como se valesse a vida - e para ele de fato valia!
E Gilmar, goleirão que garantiu o empate, declara, resumindo a peleja:

"Seria uma decisão como outra qualquer, mas com a diferença de que essa valia o título do Centenário de São Paulo. O Corinthians tinha a vantagem do empate, mas encontrou um adversário difícil. O jogo foi duro e bastante disputado. Logo no início fizemos 1 a 0. Depois, o Palmeiras reagiu e empatou. A partir daí, seguramos o resultado e fomos campeões. Todos queriam esse título, pois quem ganhasse ficaria com a glória para os cem anos seguintes"

O Bi-Campeão do Rio-S.Paulo ainda seria condecorado com outra Taça, em 1955.
Era uma Taça diferente. Pelo voto do povo, o Concurso "O Clube Mais Querido do Brasil" foi vencido pelo Coringão.
A contagem foi um estrondo. Nada menos que 471.450 votos para o Clube cada vez mais do Povo.
Enquanto os adversários sequer chegaram perto deste montante, somando a todos. O Flamengo (apenas 155.300), e a dupla adversária da cidade (o rival e aquela outra), somariam apenas 366.950.

O Povo tem predileção, e desde sempre o "mais querido" é o Coringão.

A História continua...

quinta-feira, 25 de março de 2010

É DOMINGÃO!!!

O pior é que não podemos, nem devemos, cornetar um ou outro jogador, mesmo com gols irritantemente perdidos. E antes de se irritar com este Mosqueteiro, acompanhe meu raciocínio.

Abdicamos do mando de campo. Parabéns, diretoria.
Não havia Torcida, que é o que move o CORINTHIANS.
Não precisamos bater na mesma tecla sempre, mas se o jogo fosse no PACAEMBU, tanto a Torcida quanto a história do jogo seria outra coisa.
Teríamos pressão, e não essa péssima cornetagem que joga contra (sim, existe a ótima, a boa, a regular e a ridícula cornetagem; ontem esta última prevaleceu, infelizmente, coisa que raramente acontece no Templo Sagrado).
E os jogadores, mesmo se perdêssemos, teriam que jogar bola. Foi um jogo decisivo muito mal decidido.

Agora já não existem desculpas para se abdicar do mando de campo, levando jogo para aquele cafundó.
Que prejuízo esses três joguinhos, hein diretoria?
Vão contabilizar isso ou fingir que não viram?
O que queriam, levando um jogo decisivo para aquele túmulo? Forçar a negociação com a prefeitura, sendo que dentro desse bizinisse todo é muito melhor e mais rentável jogar no Pacaembu (é preciso fazer aqui as contas?)?
Ali naquele túmulo só vai corneteiro ruim. Aprendemos todos, agora?

Agora, entendam de uma vez o que é este túmulo.
Naquele anti-estádio onde se estaciona carro debaixo do campo, ao lado do ônibus dos times, o tal do "exemplo de modernidade" que nunca ficou pronto definitivamente e continua a mamar no dinheiro público local, vocês da diretoria esperavam o que?

Alguém diz bobagens, pela proximidade entre torcedor e jogador, provoca o Gordo e ele responde responde burramente.

A culpa do Gordo é ter respondido ao péssimo corneteiro, do jeito que respondeu. O que configura naquilo que almejava a abutraiada desde dezembro de 2008.
Parabéns, seu corneteiro que falou bobagem. Parabéns, Gordo. E, claro, parabéns à assessoria do puteiro, a tão malfalada imprensa esportiva - meros abutres comandados pelo cafetão da madame.

Agora, de quem é a culpa pelo fato daquele péssimo corneteiro estar ali falando merda?
Sim, caros leitores.
A culpa é da diretoria, que inventou de levar três jogos praquele túmulo.

Se não estivesse naquele lugar, o péssimo corneteiro não falaria nada, não diretamente ao Gordo. E o Gordo não gesticularia.
E nós não teríamos nada disso.

Quem já foi àquele estacionamento sabe.
Até lembra um estacionamento de shopping, não fossem tantos vazamentos, típico de obra "pública" mal-feita. A falta de iluminação também já desfaz essa impressão num segundo momento.
E ali estava a BMW da gordura, bem na porta, embicada pra sair pela rampa que vai para a avenida (aliás, o que é aquela avenida? Lembra a Jorge João Saad nos idos de 80, mas é mais "moderna"...).

A foto anônima que está sendo divulgada pela abutraiada, além do fato de ser anônima, é bastante safada.
O gesto é o gesto, inegável. Mas a quem foi dirigido, e por qual motivo? A simples publicação e reverberação gera apenas carniça, pois não dá o motivo, oferece apenas a imagem do gesto para a "indignação pública".

O Gordo não gesticulou para o Torcedor Corinthiano, assim como Tevez não havia gesticulado naquela ocasião. Foi a um específico, ou grupo ou indivíduo.
O Gordo diz o seguinte: "(...) foi dirigido a uma pessoa que me ofendeu moralmente e com questões pessoais no estacionamento do estádio".
E ele segue dizendo: “Entendo as críticas do torcedor nesta hora e aceito todas elas. No final de semana, temos um jogo importantíssimo contra o puteiro, na nossa casa, e é hora de nós contarmos com o apoio da arquibancada para seguir na luta no Campeonato Paulista e na Libertadores, onde nossa campanha é muito boa”.
O apoio é igual o AMOR CORINTHIANO, Gordo. É incondicional. Mas entenda, você mesmo, o que é o CORINTHIANS, e não seja um molequinho mimado.
FIÉIS, não caiam nessa carniça, portanto.

Só pra finalizar isso; a abutraiada lembra demais da derrota Corinthiana, omite a derrota das putinhas, e "esquece" que quem perdeu mais, neste ano, foram elas.
E que ao contrário do Corinthians, foram sempre agraciadas pelo apito-cafetão delas.

O Jogo
Ontem faltou jogar bola, e foi tudo o que faltou. E foi muito.
Não faltou ritmo de jogo, já estamos quase em abril. Não foi o desenho tático que se perdeu na prancheta, coisa que também não aconteceu no jogo passado, e nem mesmo no ano passado.
Parece, e espero estar enganado, que há um tanto mais de gravidade nessa coisa toda.
Não estão jogando bola por receio da classificação?
Assim como no ano passado, quando houve receio de lutar pelo campeonato?
Subiu à cabeça um primeiro semestre de 2009 que foi brilhante?

O problema disso é que o Mano acaba criando obrigações para os três próximos jogos. Com isso, os "créditos" escasseiam, e não vai adiantar jogar tudo nas costas largas e gordas. E não vai adiantar vir falar de blá-blá-blá-prioridade que esse argumento só te aperta a corda no pescoço, Comandante.

Teremos que conquistar os próximos nove e decisivos pontos.

Cabe ao jogador fazer a parte individual, mas não posso entender que todos estão em crise técnica. Quando as coisas estão nesse volume é porque as questões são táticas. (...) Muitos jogadores não estão bem e isso também cabe ao técnico
Tá. Então vamos treinar.

ACORDA FIEL!!!

Considerações finais
"Os árbitros estão inibindo os atletas de jogar. Tem que mudar um pouco a mentalidade. Nem toquei no cara. Ele dobrou o joelho", disse Roberto Carlos sobre o cartão que tomou.
Só falta o promotorzinho em campanha querer gancho para ele, por conta dessas declarações (ops, melhor não dar idéia...)

Sem contar que expulsaram nosso técnico, ontem.
Mano "saiu da área permitida" (só pisou na linha, eu vi da arquibancada) e gritou pro canalha do apito: "tá segurando meu time?".
Isso pode render até seis jogos de suspensão pelo Paulistão. E se denunciarem e forem ao tribunal em velocidade recorde - ou seja, antes de domingo - quem lê este Mosqueteiro não poderá mais ter qualquer dúvida de que há uma orquestração para estragar o Ano do Centenário Corinthiano.
E não vão conseguir.
"Esse osso era pra canja, mas não cozinhou por ser duro de roer"; este é o troféu que guardamos na história, por conta de uma saudável peleja contra o rivale. Ocorre que no domingo a coisa não é saudável.
E todo Corinthiano tem que entender isso. Desde 1913 essa corja imunda que reuniu os seus cacos (e cacarecos de madame de bijouteria) da derrota para o Povo, em 30, 33, 35, 38, etc., desde sempre!, querem acabar com o Clube do Povo.
Não é adversário aquele que quer a derrota dos outros extra-campo.
E o puteiro surgiu para isso. Pergunte para os próprios porquinhos.
Tudo o que querem é conturbar, mas a FIEL TORCIDA em uníssono É INVENCÍVEL.

O CORINTHIANS É OSSO DURO DE ROER, anticorintianada de merda!

VAI PRA CIMA delas TIMÃO!!!

AQUI É CORINTHIANS!!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Cruz credo

Vendo o placar apenas não temos a idéia de que quem jogou bola foi o Corinthians. E que por dois lances de falhas individuais o resultado adverso injusto aconteceu.
Não tem essa história de "sabemos qual é a nossa prioridade", caro Mano Menezes. Tem é que jogar bola, e fazer o resultado em todos os jogos.

O Coringão perdeu a partida deste domingo, resultado atípico que veio na hora certa. Estamos ainda em 4º, e temos dois jogos em casa. Ou nem tanto. A diretoria quando levou jogos para aquele lugarejo fez questão de não imaginar que o jogo de quarta poderia ser, como é, um jogo decisivo.
E para domingão, dia 28, já se vê as putinhas tremerem desde já.

Coisas devem ficar claras para Mano.
Naquele calor mato-grossensse não se põe para jogar um Edu, por exemplo. E pelo que vem jogando, não sei mesmo em que condições podemos colocá-lo para jogar um jogo.
E se o meio campo for constituído de Danilo e Tcheco, então, é que Edu foi muito mais que mal escalado. Ou seja, Dente e Elias deveriam ter começado, para chegarmos com o 4-3-3 desde a saída de bola. Não é difícil escalar o Timão.
E trocar Jorge por Iarley foi... enfim. Jorge, aliás, nunca jogou bem com Souza, que tentou uma bicicletinha e quase foi.
Ralf foi um cão-de-guarda, como sempre, até quando pôde, e mesmo que perdesse as bolas ali, o Timão consertava. As laterais foram bem de um modo geral. E por duas vezes Roberto Carlos tentou encobrir o goleiro (que fez a partida da vida, diga-se).

No lance do primeiro gol do time de mentira, quando já deveria estar três a zero para o Corinthians, houve uma falta clamorosa de ataque sobre Castàn. E este lance prova tudo o que dizemos: o Corinthians é sistematicamente roubado jogo a jogo.
E no segundo gol, quando o juiz já teria apitado se fosse o Corinthians no ataque, Julio Cesar falha, naquele costume de não agarrar a bola, apenas rebatê-la. Mas àquela altura o caldo já estava entornado.

Por fim, essa camisa ridícula de cruz credo já pode ser esquecida em definitivo e nunca mais ir à campo de jogo nenhum, nem por brincadeira. Zica de roxemberg...

VAI CORINTHIANS!!!

quinta-feira, 18 de março de 2010

De ladrillo a ladrillo*

O Coringão, se não tivesse recuado tanto, esperado tanto, talvez pudesse ter feito um placar ainda melhor.
Sim, porque na minha concepção de Futebol, 1 a 0 é goleada.
O Timão jogou com toque de bola bonito, especialmente no segundo tempo, quando teve o jogo ganho nas mãos e ainda assim acabamos sofrendo. E como só sofre quem ama, e quem não sofre padece sem viver (almas amorfas...), e AQUI É CORINTHIANS sempre, soframos!
Soframos vendo um toque de bola Corinthiano envolvente, como no primeiro semestre de 2009.
Vendo o Gordo catimbar um zagueiro paraguaio pintado de branco, tirando-o da jogada "psicologicamente", para aproveitar um TOQUE DE CALCANHAR de Danilo que, e agora como Corinthianos devemos ser saudosistas, nos lembrou o DOUTOR com seu trato filosófico na pelota. Esse aproveitar ainda teve o bico do pé do zagueiro travando o chute kung-fu-panda espetacular de um Gênio.
Um puta de um GOLAÇO!!!

Felipe, Moacir, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias e Danilo (Tcheco); Dente (Jorge) e Gordo (Souza)

Felipe fechou o gol.
Moacir jogou uma bela partida. Acertou muito mais do que errou e convenceu, que é o que importa.
Chicão saia matando bola no peito e dando o bicão na hora certa.
William, ó Capitão!, chega de existencialismos!
Roberto Carlos chegou ao Corinthians inaugurando a série 10.000 dos gols, e tirando a bola do pé do atacante antes do arremate final, em plena área, num dos carrinhos mais certeiros da História do Futebol.
Ralf, o Cão-de-Guarda.
Jucilei é sempre decisivo.
Elias se apresentou e tocou o fino da bola.
Danilo jogou com a obediência tática e sobressaiu no toque de bola. E que toque!
Dente estava em todas. E não adianta cornetar, como os abutres querem, dizendo que ele acabou a série. A série continua.
O Gordo é o Gordo. Quer cornetar, corneta. Ou renda-se ao Futebol do Gênio.

Tcheco, Jorge e Souza cumpriram o papel.
Jorge não entrou porque na cabeça de Mano o Danilo dá mais opção de saída e controle de bola. É uma opção defensiva, para jogos fora de casa ou decisivos. Além disso, Dente precisava entrar como titular, por merecimento. No domingo, e isso me parece certo, é Jorge quem entra jogando.

O Jogo
O esquema vingou. Não houve BlitzKrieg, talvez porque não se sabia o que se encontraria. Vai que um carniceiro contunde alguém...
No começo foi excessivamente estudado. Aos sete quebramos o gelo. Elias, depois de um passe magistral de Roberto Carlos, chuta de primeira para o goleiro fazer bela defesa.
O canalha do apito cumpria seu "papel" anticorintiano.
O paraguaio meteu a mão na bola na meia lua, de forma proposital. Nenhum cartão. Jucilei se protegeu de uma bolada no rosto com o antebraço. Cartão amarelo.
Foram duas tesouras só no Danilo, com OS DOIS PÉS SENDO ATINGIDOS, e nenhum cartão pra eles. Várias paulistinhas. Várias faltas por trás. Nenhum cartão. E como aconteceu naquele aquário dia desses, era só encostar que a meninada caía, e um cartão era erguido contra o Corinthians.
Se isso não é orquestrado, meus caros, sei lá o que isso é, então.

Com um toque de bola inigualável no Futebol de hoje, e tirando de letra a canalhice do apito, contra uns paraguaios que só sabem dar tesoura , o CORINTHIANS deveria e mereceria uma goleada fantástica e estrondosa.
Mas o CORINTHIANS é assim, feito *tijolo por tijolo.
Às vezes com mais, às vezes com menos, às vezes sem nenhuma paciência.
Hoje a paciência é infinita.

Quanto à narração DE MERDA da emissora câncer do Brasil, só digo que ELIAS teve a oportunidade aos 7 do 1º, o goleiro fez uma baita defesa, e o babaca ficava num lero-lero fazendo questão de nem narrar o jogo. Ridículo.
Fingia que não via as faltas temerosas, e comentava os cartões amarelos com uma anticorintiania doentia.
Quando o paraguaio foi expulso (o canalha do apito permitiria tudo, menos que xingassem a sua mãezinha), por reclamar de uma falta que também merecia expulsão, o babaca que pega no microfone canceroso apenas arrotou um "ele deu falta"...
O que passa longe de ser uma notação dessa anticorintiania patológica, mas também atinge o modo dito profissional do "narrador". É assim que, mesmo você, anticorintiano de merda, gosta de assistir a um jogo do Corinthians do seu sofázinho?
Por isso o câncer se alastra.

O CORINTHIANS GANHOU!!!
AQUI É CORINTHIANS!!!

terça-feira, 16 de março de 2010

Capítulo Vigésimo Quinto

"Per Aspera Ad Astra"
O Time do Povo


Por Filipe Martins Gonçalves

No capítulo anterior introduzimos a Década Dourada do Corinthians Paulista. Mas antes de avançarmos pelo tempo cronológico dos fatos, retomemos o Presidente Alfredo Ignácio Trindade, a exemplo de como fazíamos no início desta série com o Ano Crucial de 1915. É importante que se entenda quem foi esta figura.

O Corinthians sempre teve, em seus Presidentes da Velhíssima Guarda, um aspecto de presidentes de assembléias.
E era o que de fato faziam os Presidentes do Clube do Povo; gerenciavam discussões para o que deveria ser feito.
Faziam, agiam, mas naquela época tudo era muitíssimo mais difícil, e administrar aquele turbilhão era tarefa para quem tinha muito bom diálogo.
Torcida, time e diretoria se mesclavam de uma forma que nenhum outro clube no mundo nunca ousou fazer.
O Corinthians é a Torcida que tem um Timão.
Qual outro Clube poderia ter uma figura como Guido Giacomelli?

Aos poucos a estrutura burocrática do Corinthians foi se consolidando, para ser a base de um Clube grande.
E o Clube precisando, como todo e qualquer clube, de um mecenas.
Mecenas este que foi alçado àquela função mais por comprometimento e merecimento que por vontade.
Schürig, que inaugura de fato um modo de ser paternalista na Presidência, amava o Corinthians e a ele dedicou a própria vida e fortuna. Sem cobrar qualquer coisa em troca, senão o pertencimento envolto em muita Honra a essa coletividade Corinthiana.
Inaugurou diversas modalidades esportivas no Clube, e no fim de seu mandato acabou se deparando com o profissionalismo no Futebol. Não mais era possível ser o mecenas.

Amparado pela estrutura que dispunha, o Corinthians penou mas se acertou na administração do profissionalismo.

Eis que este modo de cumprir o papel de Presidente do Corinthians passa ao cargo de Manuel Correcher. De paternalista passa a ser ultra-paternalista; "Con razòn, sin razòn, Corinthians tiene siempre la razòn". Com razão ou sem razão, o Corinthians tem sempre a razão.

Correcher defendia o Corinthians com todas as forças. Foi, provavelmente o Presidente mais amado pela Torcida, pelo seu poder de conciliar e ser simples, ao mesmo tempo em que era Corinthianamente extremista e apaixonado.

E, de tão amado que era pela Torcida, fez Trindade perceber quão tênue é essa linha entre o amor do torcedor e do eleitor, quando aplicada na política.

Trindade misturou Presidência do Corinthians com votos para se eleger. Foi o primeiro a fazer isso. Depois foi imitado por gente de outras associações.

Na verdade, Alcântara Machado, Presidente Honorário, foi também notável político, mas não misturou eleitor com torcedor daquele Corinthians de sua época, as décadas de 10 e 20, Clube ainda jovem, mas que já havia vencido todas as batalhas e que só precisava da Ponte Grande para crescer.
E nenhum dos "políticos Corinthianos" fez o que políticos de certa associação faziam e fazem. Mas isto é outro papo.

"Porque as viúvas desamparadas, os orfãos, os velhos nos asilos, os doentes nos hospitais, os presos nos cárceres, as crianças em farrapos e sem sapatos das favelas, os sofredores deste imenso Brasil estão à espera de um momento de alegria, e essa alegria está nos pés de vocês!"

Eram discursos assim que ele fazia no vestiário, antes de uma partida. Ou então para a própria Torcida, na Arquibancada. Trindade era um orador nato, e discursava a todo instante.
Mas quando a bola rolava, era um Corinthiano como qualquer outro. Quando os ânimos acirravam, batia boca com o adversário, ou mesmo com um outro Corinthiano.
Fato é que Trindade, mais que qualquer outro antes e depois dele, foi o próprio Corinthians, enquanto seu Presidente-Torcedor.

Quando o Corinthians é Campeão de 51, em janeiro de 52, Trindade ergue a taça e dá a volta olímpica com os jogadores. Como sempre se fez no Corinthians, desde sempre, mas a forma como Trindade agia era outra. Era como se fosse o Corinthians em pessoa.
Ele repetiria muito esse gesto.

Retomemos, então, o fio da meada.
No começo de 52 chega ao Coringão o lendário centro-médio Goiano. É ele quem faz a linha média com Idário e Belangero, na Taça Rio daquele ano. O zagueiro Corinthiano Murilo havia sido substituído por Homero naquela virada (anotem, cá está mais uma virada) contra o Peñarol.

Mas não foi por nada, não, foi só que um uruguaio lhe rompera os ligamentos do menisco...
Baltazar também saiu, pois fraturaram seu maxilar.
Belangero quebrou o pé naquele dia, por conta da violência do adversário. Que, mesmo com isso tudo, tomou a virada e fugiu do segundo jogo¹.

Lorena substituiu Belangero, um mês depois. Era um Derby. E valia a Taça Cidade de São Paulo.
O Palmeiras saiu com um gol logo aos 3 minutos de jogo. Carbone empatou aos 9 minutos. E depois da virada (mais uma!) aos 21 minutos, uma goleada, com direito até a Pequeno Polegar fazendo estripulias.
Ele dizia que não, e quando confessava até disfarçava, dizendo que se desequilibrou e caiu.
Reza a lenda que ele sentou na bola, diante de Luiz Villa, que tinha o dobro de seu tamanho, após passar a pelota por duas vezes debaixo das pernas do zagueiro palmeirense.

Naquele ano, além desta Taça, o Corinthians conquistou mais um Bi-Campeonato Paulista.
Chegávamos àquela última rodada do Campeonato de 1952, disputada em 1/2/53, com o título garantido
Era o jogo contra uma certa associação, e o que restava aos jornais era dizer que a faixa do campeão "poderia ser carimbada".
Logo aos 3 minutos, o placar era inaugurado, e era adverso. Ampliado aos 41 minutos do primeiro tempo.
Só se ouve os Corinthianos chiando. Trindade desce ao vestiário no intervalo.

Baforando seu charuto, mastigando seu charuto, jogou o chapéu no chão, com o lenço na outra mão limpando o suor do rosto, rosnava.
Fitou a todos. Um por um. Ninguém se movia.
Nem mesmo o Pequeno Polegar ousava dizer qualquer coisa naquela situação.

"Vocês não merecem a faixa de campeão!", disse o Presidente, com a voz amarga. Aquilo em certo sentido era pior que uma surra de cinta.

Todos os jogadores concentrados, uma pilha de nervos, o Timão volta ao jogo.
Logo aos 3 minutos, Souzinha, o ponta que substituia Mário, diminui para o Time do Povo.
Carbone, o goleador, empata aos 15 minutos.
O discurso de Trindade funcionava, em quinze minutos tudo era Festa novamente. Também porque o Timão joga muita bola.
Mas Carbone, naquele dia, não tirava da cabeça os discursos do Presidente.

"Vocês tem um dom divino! Não desperdicem isso!"

Carbone sabia muito bem o que era uma Torcida comemorando um gol, ele fazia muitos. Foi dele o gol desta virada.
O Clube do Povo, o Timão das Viradas...

"Quando terminou a partida, o Trindade estava na boca do túnel, com a cor normal dele, rindo, abrindo os braços que nem um pai recebendo os filhos depois de os filhos terem ganho medalha na escola.
Tinha esquecido da bronca, de tudo.
O bom coração do Trindade esquecia as broncas na hora.
Trindade abraçou todo mundo, tinha até trocado o charuto"
.
Essas são palavras do próprio Goleador Corinthiano, Rodolfo Carbone².

A História Continua...

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¹ Na Final, contra o Fluminense, o Corinthians jogou com seis desfalques, todos contundidos. Perdemos jogadores, o título, mas tudo teria sido diferente naquela Taça Rio de 52.

² Página 282 da obra "Coração Corinthiano", de Lourenço Diaféria; Capítulo LIV, "Carbone, o cavador".

segunda-feira, 15 de março de 2010

O Dez Mil do Terrão

Dente é o ilustre autor do Gol 10.000 da História do Corinthians.
Um Moleque Corinthiano de berço que faz da vida o que mais gosta e o que sabe: jogar boa bola. Esforçado, nunca desistiu do sonho de ser jogador do seu Timão de Coração. E agora é detentor do gol que representa uma grandiosa marca, no ano em que a História do Corinthians completa Um Século.

Vinha de tomar um chá de banco, que o fez acordar.
Entrou nas últimas partidas sempre fazendo gols e garantindo o resultado para o Coringão. Fez todos os cinco gols mais recentes. E ontem... fez mais um GOLAÇO!
E quem deu o passe foi o Gordo. Um passe de Gênio.
Parabéns, Dente!
Não escondo que pensava em Jorge para essa marca. Mas ela está com alguém que merece muito, de fato.
VIVA O DENTE!!!
VIVA O CORINTHIANS!!!

Inaugurada a marca dos 10000, Roberto Carlos fez o primeiro de uma nova marca.
Um GOLAÇO daqueles que fazia tempo que não se via... Pudemos até ouvir a bola triscar no ângulo, no ninho da coruja, dali de onde estávamos.

E o Coringão, mesmo sufocado com um homem a mais, porque a tática Menezística é a de retrair para garantir, e mesmo tendo tido as grandes chances desperdiçadas, pois o contra-ataque funcionava, venceu o vice-líder, que já começou a parecer incomodado com a posição.
Bem como a molecadinha líder, que ainda precisa crescer pra jogar algum Futebol, com maiúscula.
Permanecemos na classificação para a semi-final.
VAI CORINTHIANS!!!

Felipe; Moacir, Chicão, Willian e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei e Elias; Jorge, Dente e Gordo

O Coringão jogou ótima bola no começo.
Aquela saudosa BlitzKrieg, tática consagrada naquele Trinta de Abril de Dois Mil e Oito, contra a mentira verde do cerrado no privadão, foi recuperada pelo Comandante ontem.
E tem que ser usada sempre, sem a sua sequência - retrair pra garantir...
Disputada com vontade, que voltou ao Nosso Timão, foi uma partida de bom toque de bola, bastante eficaz em muitos momentos, bem próximo de um ideal que está sendo buscado. E como ideal é coisa que se busca, e nunca se alcança, é importante continuar trabalhando para buscá-lo, sempre.

Nos lances cruciais na partida, Ralf pulou e cavou a expulsão do carniceirinho. Muito bem.
Jorge perdeu um gol bobo. Chutou a bola que chegou macia, na cara do gol, pra fora. Não pode.
Depois ainda pôde decidir, mais na cara do gol ainda, e chutou no goleiro. Acabou a cota de gols perdido, meu caro. O Gordo perdeu os seus gols também. Tem que tomar banho de sal grosso.
Era uma grande batalha a ser vencida.
E, por São Jorge!, foi uma grande batalha vencida!

AQUI É CORINTHIANS!!!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Avante, Coringão!

O Coringão voltou a não fazer boa partida. O Gordo teve muitas 'tentativas para tentar', mas a canela sobressaiu. Jucilei começou mal, Mano manteve ele em campo, mas a tal da altitude e a estréia em campos estrangeiros acabaram pesando a ele, ao que parece.
Entramos sem um lateral direito. Uma invenção ali fez com que nem Ralf nem Jucilei, e muito menos Marcelo Mattos, entendessem o que se passava. O adversário tentava tudo por aquele setor. Sem sucesso. O Futebol de ambas as equipes foi o que mais faltou.

Com Mattos na direita e Jucilei no primeiro combate avançado, Ralf e Elias tentaram se acertar, mas da zaga a bola teimava em ser balão direto ao ataque. A zaga ficou ali, digamos, em estado periclitante.
Tem que trabalhar a bola, tocar pelo meio-campo, abrir nas pontas, é isso que faz um time de Futebol.
No finalzinho do primeiro tempo engrenava o jogo, mas já com o tempo regulamentar estourado. O Coringão partia para uma boa jogada quando o juiz apitou.
O moleque do adversário perdeu um gol por falta de humildade.
O Corinthians de Mano e de Gordo jogou para não tomar gol. E o melhor jogador do jogo foi Felipe, que salvou todas as bolas que pôde salvar.
Mas o batalhão de volantes teima em ocupar lugar de quem pensa o jogo.

Faltou criatividade, e a postura do "tá ruim mas tá bom" foi exacerbada. Isso tem que ser corrigido. A postura tem de ser a do Galo de Briga Varzeano, como se viu após tomarmos o gol impedido.
O Moleque Corinthiano entrou no lugar de Danilo (porque no lugar do armador e não de um dos volantes, seu Mano?) e fez o maior GOLAÇO da sua vida.

O Coringão deveria ter jogado mais, e quem sabe teria ganho o jogo. Faltou Futebol, é verdade. Mas estamos à frente de todos em nosso grupo, que não é facinho como o de outros, especialmente de uns aí que até já perderam (e a abutraiada não fala nada, é engraçado...).
Portanto, no frigir dos ovos, é 'aceitável' o resultado. Não o Futebol jogado, é claro. A Fiel Torcida quer e merece mais.

AVANTE CORINGÃO,
JOGAR COMO CORINTHIANS!!!

AQUI É CORINTHIANS!!!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Hora da Cimitarra VII

Leiam este, que é muito mais importante do que está dito neste post em diante.
Porém tudo o que está sendo dito abaixo tem sua razão de ser.
Precisamos, mais do que nunca, ensinar aos abutres que com o Corinthians não se brinca.

Hoje até meu chefe, Corinthiano, que acha este Mosqueteiro um tanto quanto paranóico quando se trata da abutraiada, deu as mãos à palmatória. É que abriu aquele portal de abutre, com uma foto do Gordo cercado e a legenda arrotando "tumulto".
"Que tumulto é esse?", perguntou ele. No que respondi: "não teve tumulto nenhum, veja só. É só pra clicar na foto mesmo, e dar audiência para essa patifaria". E discorri sobre essa coisa toda da abutraiada, e ele concordou. Não há como não concordar. A abutraiada só usa o Corinthians para angariar cliques e vender jornal que não serve nem para se limpar. E para servir à anticorintianada reativa e invejosa, pois o CORINTHIANS é o paradigma do mundo do Futebol.

Mas eis que abro o portal do câncer e lá está o abutre a arrotar mais bobagem. Por causa de um show de rock em Bogotá, o estrupício "se dá" ao direito de escrever isso: "o Corinthians terá um adversário de peso para lotar o estádio El Campín".
Ora, é o CORINTHIANS e sua FIEL TORCIDA quem tem que lotar o estádio do adversário, há mais de sei lá quantos mil quilômetros de distância daqui?
De fato, o Corinthians é grande demais, e nós não sabíamos...

Aliás, sobre o tumulto; é só o CORINTHIANS, com sua gigantesca grandeza, chegar com o Gordo, que dá volume à essa grandeza, que o Povo faz Festa, mesmo. Chegaram os grandes e históricos jogadores do CLUBE MAIS IMPORTANTE DO MUNDO. É "apenas" isso, anticorintianada em choque...

A legenda "tumulto" ou "confusão" é só a forma como abutre trata as coisas do Corinthians. Fossem os clubinhos meigos desse país, a legenda seria mais amena (até porque não há nenhum "tumulto" quando os menores chegam a qualquer lugar que seja). Aliás, pseudo-matérias encomendadas pululam pela abutraiada, vindas da assessoria oficial do puteiro (a própria abutraiada, frise-se), para "amenizar" o fato de que, quando chega o CORINTHIANS, todo lugar no mundo pára. A abutraiada está em choque, Família.

Esta semana, tentaram colar uma "crise". Uma suposta "briguinha" entre o Gordo e o Comandante. Preciso dizer que nenhum dos dois é criancinha pra ficar com essas frescuras? E a imperatriz, como vai, hein abutraiada?
Depois disso, apelaram para uma coisa do tipo "seqüestro do Gordo pelas farc". É sem noção...
Coisa de quem está com muito medo da GRANDEZA DO CORINTHIANS, realmente.

Só se pode saber o que causará o efeito da altidude de Bogotá durante o jogo. E a Nação que mais tem Fé neste Universo tira isso de letra. E os jogadores em campo sabem disso.

Danilo jogará ao lado de Tcheco, com Jorge buscando jogo e Gordo avançado. Ralf e Elias tomarão conta da entrada de área, com Alessandro e Roberto Carlos na passagem e na defesa das laterais. Chicão, William e Felipe defenderão a meta ao lado do Santo Padroeiro.

Com a benção do Santo Guerreiro
VAI CORINTHIANS!!!