Tarde de sol e tensão. O Corinthians é a Lira da deusa Artemis. A Lira que a deusa chamada também de Diana usa para a Música, ela usa como Arco, para atirar flechas mortais. E que grandiosa correspondência entre Capadócia de Jorge, Éfeso de Artemis, e Pacaembu da Fiel Torcida...
Corinthians é arte e guerra. Quem esteve no Templo Sagrado hoje viu isso. O timinho adversário foi desleal no cai-cai, o juizinho, pra variar, fez o servicinho anticorintianista de praxe.
Mas quando o CORINTHIANS É CORINTHIANS, o descompromissado toma vergonha na cara. E boleiro volta a jogar bola. E o senhor Adenor nasceu com as ancas gaúchas voltadas pra Lua de São Jorge, pois mesmo quando fez o certo (colocar um centroavante, um atacante incisivo), o fez temerosamente (tirando o moleque que dá o sangue). E São Jorge escreve certo por linhas tortas; a substituição surtiu efeito no último instante. É assim que o Padroeiro quer que seja.
A Congregação que se faz resultado disso tudo é algo transcendental. Bem-aventurado quem esteve no Templo Sagrado nesta tarde ensolarada.
O Corinthians é Grande, o Corinthianismo é grandioso, de uma forma que não é possível explicar.
Contra tudo e contra todos, como o grande projeto de Palmares, liderado por Zumbi. Este Gigantesco Espírito Quilombola, trazido da Egrégora de Humaitá, da Linha de Ogum, é a Chave inquebrantável do Corinthianismo. E foi (re)vivida hoje.
De virada, na chuva, o Coringão cumpriu sua obrigação de vencer um time praticamente rebaixado, e nesta reta final de modorrento campeonato faz criar expectativas. Ainda mais pelo empate no Sul, no domingo anterior, que acabou sendo de bom valor.
O primeiro tempo desse jogo de domingo foi algo tenebroso. Mas a chuva, que molha e gela, causa efeito inverso na massa que congrega em torno de um ideal. Quando a Fiel Torcida joga, são forças ainda mais sobrenaturais que agem. Quem está lá sabe. Os Ancestrais repovoam o Templo Sagrado do Pacaembu. A Fiel se multiplica exponencialmente. O mundo começa de novo. E para lembrar de Mestre Nelson Cavaquinho, cabe sua obra prima nesse turbilhão que é a Fiel Torcida; "O Sol há de brilhar mais uma vez / A Luz há de chegar aos corações / Do mal, será queimada a semente / O Amor será eterno novamente". A chuva lava a Alma.
Foi só mais um jogo chave, como serão os próximos seis. Mas foi um ponto na curva. Basta que os assalariados se comprometam a cumprir um objetivo. Faltam seis etapas cruciais. VAI CORINTHIANS!!!
O próximo confronto será fora de casa, mas o estádio do Corinthians é onde ele joga. Domingo, ainda mais, pois o coelho que já foi assado nos ofertou a Arquibancada toda, de bandeja.
É SÓ INVADIR, FIEL!
Daí vem abutrinha-madame-futriqueira arrotar que isso "mela" o campeonato, pois seria inversão de mando de mando. Pobre anticorintianada inconformada!
Outro dia o Corinthians jogou um amistoso no Mato Grosso do Sul, e o estádio ali ficou lotado. De Corinthian@s. Ali também houve "inversão de mando de campo"...
E tem até clube desta cidade que, para não ver acontecer essa "inversão de mando de campo" que sempre mais do que aconteceu, reduziu a carga de ingresso para a Fiel Torcida.
Anticorintianada, acordem pra vida. O ódio e o rancor cegos só faz crescer o "monstro".
Um paralelo que se pode fazer da doença que é a anticorintiania, e que a exemplifica, é justamente o tratamento dispendido por alguns ao saber da saúde do ex-presidente da República. A reação desse ódiozinho ao Barbudo é igual a essa anticorintiania doentia. Dizer que Lula deveria ocupar a vaga de alguém sem condições na fila do SUS é o mesmo que arrotar em manchetes que Itaquera tem falhas na segurança, criar até "apelidinho" para um dos bairros que fazem essa cidade acontecer no dia-a-dia, na luta, enquanto ao redor da Rua Barão de Limeira existia, até um tempo atrás, uma arte num muro, intitulada "Nossa Senhora do Crack", onde seres moribundos em estado terminal finalizavam o culto à própria morte - bem debaixo do nariz de abutre.
O incrível é essa gente de 'opinião' tão seletiva, criteriosa e consciente, cair nas pataquadas de abutre.
E o Nosso Coringão poupou energias no segundo tempo, neste domingão, e saímos do Pacaembu com três gols em quatro jogadas no primeiro tempo. A estratégia do comando técnico arrojado que está à frente do Todo-Poderoso fez certinho - e fez o suficiente - para que retomássemos a cômoda situação na tabela. Maravilha! Foi tudo calculado. O gerador de lero-lero da coletiva do nosso treineiro é prova disso.
E isso é tudo o que temos a dizer sobre este domingo.
O que temos a dizer, de verdade, é que uma parte do Pacaembu perdeu mais um pouco de sua Alma. O rato já foi de lá despejado há algum tempo... E entre nós dizemos o quanto está sendo triste esses domingos, essas quartas, essas quintas de jogos no Pacaembu. É que em breve o Pacaembu deixará de ver com tanta frequência a Sua Alma - a Fiel Torcida. Cada jogo é, por isso, uma contagem regressiva saudosista, que mostra como a gente está ficando velho... Mas hoje veio uma notícia triste. Percebi algo errado quando a voz dos alto-falantes era outra. Isso bem antes do jogo começar. Virei pro Camarada e disse "que voz é essa falando?"
Milton Silva Carvalho, aquele senhor que preenchia o Templo Sagrado com sua Voz, faleceu. Nos últimos sei lá quantos anos de nossas vidas, de nossas presenças no Templo para ver o Corinthians, a força da Voz do Pacaembu nos deixava com a clara impressão "estamos em casa". Seu Milton, Corinthiano como todos nós, fez parte de nossas vidas...
"A administração do Estádio Municipal do Pacaembu informa: substituição no Corinthians..." "Atenção fulano. Atenção fulano. Sua mãe o aguarda no Portão 17" Enfim, essa Voz estará Eternamente em Nossos Corações. São Jorge te abençoe, Seu Milton! Vá com Deus, e obrigado!
Sobre mais essa derrota no Pacaembu, pouco temos a acrescentar. Dizíamos que São Jorgenão ajuda vagabundo, e "blá blá blá". Tem quem ache que estamos apenas cornetando. Fato é que quando a Torcida joga, o Corinthians ganha. Isso está cada vez mais raro; sinal dos tempos.
E temos a dizer, também, que chegamos a um ponto tal que o jogo das eleições no Clube já começa a ser jogado. A oposição se juntou num momento de alerta para a situação. Nesse jogo não existe muitas cartas marcadas, e no Corinthians às vezes não se pode ter certeza de nada. As cartas costumam mudar suas marcas durante o jogo, nestes momentos.
Se aparentemente são estes os dois assuntos principais, além do jogo de semana contra a madame (pensei que as melindro5as tinham gostado do túmulo de Barueri...), há muito mais a se dizer, como sempre haverá. Pois nem mesmo quando é possível um diálogo, que resulta em tensa tolerância, a coisa vai bem.
E o que aconteceu foi que o moleque escutou as orientações. Expressávamos-nos dentro dos limites impostos, como se fosse um favor, é verdade. Mas quem há de negar a ordem e a segurança numa sociedade de direito? O acordo estava feito para aquela pequeníssima manifestação. Não avançaríamos os limites devidamente impostos e tolerantemente ofertados. Mas o moleque que não sabe ouvir orientação não prejudica a si próprio. Prejudica o coletivo.
Éramos uma dúzia, se muito. E o que poderia ter sido uma legítima manifestação – afinal do Portão 23 temos um eco monumental, que só o Templo Sagrado pode proporcionar – e de quebra uma válvula de escape para esta meia dúzia, acabou com uma simples latinha de cerveja (se é que podemos chamar aquilo de cerveja) arremessada sobre um carro que representa um mês de salário de um descompromissado qualquer. Acabou não, porque depois veio à dispersão pela quebra dos limites impostos e tolerantemente ofertados. Voltou a reinar o silêncio naquele eco monumental, porque já não sabemos mais aproveitar sequer as possibilidades do que nos são ofertadas para garantir nosso direito de expressão.
Triste não é só tomar borrachada por causa de moleque; os oficiais da lei cumpriram seu papel e fizeram valer o salário que ganham. Fizeram o melhor dos trabalhos; dialogaram e dispersaram. Confiaram até o limite, nos trataram como cidadãos que somos e que mantemos esta sociedade em funcionamento. Mas o triste é constatar o pior dos pontos; este sim é um jogo de cartas marcadas.
Vai ter sempre alguém vindo de não sei onde pra sabotar. Sob esse escopo, a coisa é um tanto mais feia. Durante algum tempo parecia que esse inimigo oculto se travestia apenas em alienação. Mas isso é conseqüência, apenas. Qualquer balbúrdia, abutre está a postos. O telefone é seu talher para o deleite da carniça. Mas pousou ali, naquela hora, quase sem querer querendo. É jogo de cartas marcadas. A dispersão estava a caminho. Saiu um blindado, saiu o segundo e no terceiro sobreveio o silêncio. É quando se está com a energia baixa que a merda acontece. A mera meia dúzia (se tanto) que compareceu ali ao Portão 23 no domingo às 18h foi prova cabal e expressão própria do outro lado da moeda deste jogo de cartas marcadas. O sistema gira mais em cima, e se a numerada VIP agitou uma manifestação que fez o presidente recuar, é ainda mais sinal e imagem deste jogo de cartas marcadas. Enquanto não tiramos as nossas da manga, devemos ao menos identificar as coisas.
Vamos cobrar o treinador de rachão pelo trabalho oscilante? Vamos cobrar descompromissados na rua? Vamos cobrar a diretoria, o presidente? Sim, passou da hora. Agora, toda essa pastasciutta é causada por um elemento apenas, que caminhou lado a lado na história com a alienação – e portanto, com a abutraiada. Tem quem agencie vagabundo pra morder o filé mignon. Eles aliciam não apenas os responsáveis legais de menores de idade. Eles não apenas jogam pôquer e estão com descompromissados na baladinha. Eles são a chave do jogo de cartas marcadas.
Futebol é público, e tudo o que é público é também político; a História do Corinthians é a maior imagem disto. Agora, Futebol virou máquina de fazer dinheiro sob a máscara do discurso “o Futebol, hoje, é muito caro”. Todo sistema centraliza o dinheiro. O capital tem de girar a partir de uma mão só. É jogo de cartas marcadas. Acompanha a cabeça do moleque desde quando o aliciador se aproveita da nobreza de seu guardião responsável, até quando já freqüenta o pôquer e a baladinha. Acompanha a cabeça de qualquer um através da abutraiada. E essa coisa toda perdeu os limites. Mas não perdeu os limites igual latinha arremessada ocasionalmente num veículo blindado. Toda consciência é sabotada cotidianamente. Pois tudo o que é protestado, neste momento, é mera manutenção do sistema. Observem que tanto o treinador de rachão quanto os descompromissados são conseqüência direta deste sistema. O atual presidente se retirou da manifestação contra ele para averiguar as condições de “sua” máquina; e ele tem até um pouco de “sorte” porque essa máquina de fazer dinheiro que é o Corinthians hoje em dia não pára de gerar receita nem se perder campeonato. Tenebrosa ironia.
Quem tem a grana e faz girar a máquina, porém, não são os clubes. Nem o Corinthians nem qualquer outro clube do mundo, hoje, geram receita para si mesmo. Quem financia o Futebol? Você acha que é você, torcedor? Não é. Nosso dinheiro não é suficiente pra fazer girar o sistema. Nós somos a parte “fraca” da corda, e seremos estourados. Estamos sendo. O abutre caminha lado a lado com o chacal. Um embaralha as cartas e o outro distribui. E fomos nós todos quem demos a eles essa liberalidade. Eles apenas “sofisticaram” a coisa toda, durante quarenta, cinqüenta anos; o "espetáculo" agora “é caro”. E a sociedade caiu nessa ladainha feito patinho desavisado. E não importa a diretoria, não importa o treinador, não importa se existe algum compromisso por parte de jogador. A coisa está engenhosamente articulada pelo capital, a ponto de conseguir sabotar, quase sem querer querendo, uma manifestação de meia dúzia.
Aqueles ‘velhos arcaicos’ do Corinthian Football Club, que morreram (todos) na Primeira Guerra, diziam que o dinheiro acabaria com o Futebol. Há cento e vinte anos, e isso não é lenda. Longe de terem algum viés político (na acepção plena Corinthianista) ou politiqueiro. Eram plenamente amadores. Amavam o Futebol, apenas. Exatamente o mesmo Amor dos Primeiros Corinthianos. O mesmo Ethos Corinthianista. E lá se vão cento e tantos, a coisa permanece no mesmo redemoinho. O dinheiro fez o que fez, sob a anuência incauta. E como é de sua “natureza”, articulou-se e criou sistemas. Mas o dinheiro vive pra si próprio. Tanto que o único verdadeiro tesão no Futebol, hoje, é ganhar dinheiro. Não se enganem mais com palavras descompromissadas ao vento, torcedores.
Mas também já não é mais a Torcida quem garante o funcionamento da máquina, pelo contrário. Ela hoje representa apenas um preço a ser pago para a manutenção da máquina. Um “risco assumido”, do qual se pode inclusive criar “seguros”. A máquina já está em outro funcionamento, e neste setor não existe interferência nem de torcida, nem de sócio de Clube, muito menos dos próprios clubes. Pobres daqueles que enxergam isso tudo exatamente como abutre e chacal querem, pois esse mercado é simplesmente a sociedade inteira. A mesma sociedade que elege seus corruptos e que acha absurdo emprestar dinheiro para a construção do estádio de Itaquera, mas se cala quando o mesmo banco público empresta seis vezes mais para o oligopólio da comunicação (pra encerrarmos tudo num único exemplo e não precisarmos nos estender pela hipocrisia anticorintiana). A mediocrização abutre da concepção de Futebol é massificada. E é mero jogo de cartas marcadas.
Enquanto isso exigimos a cabeça do técnico de rachão. Até do presidente. Quiçá até do presidente da confederação... Todos meros bodes expiatórios do sistema criado. Nós torcedores já não podemos interferir na máquina de fazer dinheiro. Só o que fazemos é promover uma manutençãozinha paliativa desta máquina, e nisto tudo o próprio dinheiro se encarrega de lucrar – nele mesmo. É jogo de cartas marcadas. Na teoria, e na prática, capital concentrado gera apenas alguns barões e uma massa sempre espoliada. Chegamos a um paradoxo tal, onde nossa expressão é mera manutenção do sistema, que já não adianta criar movimentos contra dirigentes, técnicos ou descompromissados. O sistema rendeu o Futebol e tudo o que ele representa. De tudo o que ele representa, a melhor e maior parte é a Referência Corinthians. A abutraiada fez todo mundo crer em ladainhas que por aqui estamos sempre a desdizer. Os mesmos descompromissados fingiam jogar – é a manutenção da máquina. A voz do torcedor, a paixão do torcedor, isso tudo já desapareceu, uma vez que já foi posta em xeque pelo sistema. Virou moda no Futebol do mundo todo.
O preço do ingresso é a paga pela manutenção do sistema, quase igual uma taxa pelo seguro. Enquanto não compreendermos a complexidade desse paradoxo, continuaremos levando borrachadas por causa de latinha de cerveja atirada sobre carro blindado. E vendo vagabundo fingir que está jogando, com displicência e sem vergonha. E vendo cada vez mais juquinhas surgirem igual tiririca. Certo é que, quando superada essa inconsciência, sobrevirão outras coisas que não apenas borrachadas. ACORDA, FIEL!
Há 101 anos atrás, havia um Galo Brigador da Várzea nesta Paulicéia. Era um clubinho pobreta ali do Bom Retiro, que incomodava.
Não só pelo Futebol que jogava. Mas pela Torcida.
Naquela época o jogador era a própria Torcida. Quem jogava no CORINTHIANS precisava manter em dia a mensalidade. Quem jogava no CORINTHIANS participava da direção do Clube.
Aos poucos o Ideal foi se concretizando. Com isso o Clube se estruturou. Não foi à toa, nem por acaso, que a tal da classe média alta já fazia parte daquela Congregação Popular. A aristocracia já estava perdendo alguns dos "seus" para aquela maluquice, para aquele bando de loucos. O Ideal de emancipação, o anseio do ser humano desde que está na Terra, se fez latente.
Nesta noite de quinta feira, dia 8 de setembro de 2011, todas aquelas Bandeiras colocadas pela Estopim mostravam o que cada Corinthian@ quer em Campo de Bataglia.
"No Corinthians joga quem sabe jogar bola, E NÃO AFINA EM DIVIDIDAS".
Este foi o Mandamento de Raphael Perrone na Primeiríssima Peneira do Sport Club Corinthians Paulista.
E isto deve ter completado 101 anos no feriado da Independência do Brasil, pois não há documentação a respeito que nos possa categorizar; mas que foi entre 7 e 8/9/1910, não há dúvida. No dia 10, pela primeira vez, o Corinthians entrou em Campo de Battaglia...
A Torcida Fiel joga. Isso até esses vagabundos de hoje entendem. É coisa tão fundamental e arquetípica que não passa batido nem por quem desrespeita o Mandamento de Raphael Perrone.
E SÃO JORGE escreve certo por linhas tortas. Viramos o jogo em nossa casa, como se fosse no próprio Campo do Lenheiro. Jogando mal, apesar de toda a numerologia que a abutraiada possa querer criar. Contra arbitragem tendenciosa, que poupou o adversário meigo de cartões (e disso ninguém vai falar nada, não é?). Mas porque, como diz o DOUTOR SÓCRATES, "O time do CORINTHIANS não ganha jogo, quem ganha jogo é a TORCIDA".
E para me explicar, como se precisasse, devo dizer que esse bando de bunda mole, sob o comando de um cagalhão, não jogou nada; são as mesmas falhas de um time que só treina rachão (e vejam, as peneiras do CORINTHIANS há um século eram mais eficientes), o mesmo gol tomado todo jogo (coisa de quem não treina em cima de erro), a mesma tática praticamente nula aplicada em campo. Quem viu, viu.
O que impressiona, de fato, é o Espírito Corinthiano que se faz presente, sob a Benção de São Jorge.
Pois os gols de Liedson não só se vingaram de um mau-caráter, como nos deram uma vitória de virada, ALLA CORINTHIANS.
Só o CORINTHIANS pra fazer um time desse ganhar jogo.
Podem me chamar de corneteiro, por causa desse time que é "líder" e estou cá a criticar.
Podem me chamar do que for. Mas uma coisa não pode ser negada. Apenas a Sobrenatural Congregação Popular poderia fazer o que foi feito nesta noite de 8 de setembro de 2011 no Templo Sagrado do Pacaembu. Quem entender isso, entenderá também que o resto é chorumela.
Como, por exemplo, o que se escuta falar de vagabundo que talvez nem saiba a que veio. Tumulto? Tá receoso com tumulto, e veio pro CORINTHIANS?
Repetindo tudo o que esse blogue já disse anteriormente sobre este estado atual das coisas, foi um Jogo Épico, com as Bençãos de São Jorge.
Por causa Dele, que escreve sempre certo.
E nesse futebolzinho que se joga hoje em dia, em que vagabundo tenta fazer jus ao salário milionário que recebe, exatamente como há 101 anos atrás, QUANDO O CORINTHIANS É CORINTHIANS, ninguém segura.
E SÃO JORGE ajuda sempre que a Vontade transparece.
Daí que temos que começar a refletir direito sobre esse modorrento pontos corridos que "veio pra ficar". São 19 Finalíssimas. E ganhamos as três primeiras Finais, faltam dezesseis. Os "segundos jogos das Finais" já estão em curso. Domingo agora tem mais.
O CORINTHIANS é o mais genuíno estandarte do Povo.
Esta bandeira é eterna, e vai para além da eternidade. Foi criada por mãos ásperas, calejadas de labuta, e ornamentada com o sangue, o suor e a ALMA de nós todos.
O CORINTHIANS SOMOS NÓS!!!
Para defender essa bandeira, sujeito tem que ser guerreiro. Isto é uma Causa de Vida. E como nada é por acaso nessa História que hoje completa, oficialmente, CENTO E UM anos de eternidade, O PADROEIRO GUERREIRO, SÃO JORGE, convocou essa Confraria de Loucos sonhadores, utópicos e valentes.
O Santo Guerreiro nos acolheu. E a Égregora nos abençoou. Ontem, hoje e sempre.
O CORINTHIANISMO é a manifestação palpável do anseio popular por emancipação, cravou o Mestre Diaféria com extrema sabedoria.
Depois de sua luta diária de Existência (desde 1910) o mundo se viu definitivamente moldado por ele. Não é por acaso, pois nada é por acaso no CORINTHIANS, que nós amamos o CORINTHIANS, tanto quanto não é por acaso que existam tantos se recalcando num suposto "odiozinho". Pois o CORINTHIANS é a REFERÊNCIA, e depois de sua Existência, o mundo passou a depender dessa manifestação palpável do anseio popular por emancipação.
O CORINTHIANS É A NOSSA VOZ!
E aqueles que não tem voz se escandalizam com essa poderosa voz que nós temos.
Assim que é, há 101 anos.
Estes senhores, GÊNIOS DO POVO, há 101 anos atrás, não poderiam imaginar a NAÇÃO que estavam concretizando. Não poderiam cogitar o alcance desta VOZ poderosíssima. Para eles, aquilo tudo era sonho, Utopia, pura e incondicional vontade; "sonho que se sonha só é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto, é realidade", diria o Profeta Maluco Beleza. Estes Gênios, hoje vendo tudo de um plano celestial, se orgulham e se emocionam, exatamente como nós neste momento, ao pensar em tudo o que é CORINTHIANS. Tudo o que criaram. Os princípios que Fundaram, de acordo com a Eternidade.
São eles os Gênios que concretizaram a Tradição que, na Raça, fazendo das tripas coração, foi alçada a seu lugar de direito e por missão, se fez a VOZ de nosso povo.
Estes Senhores não estavam de brincadeira quando posaram para esta foto. Podiam até não cogitar a dimensão do que estavam concretizando, mas pelos princípios que teceram este estandarte, sabiam muito bem onde queriam chegar. E chegaram. Com uma rapidez espantosa para aqueles que não tem olhos para verem, nem cabeça pra pensar. Se há algo que não causa estranheza a um Corinthiano, é a rapidez com que o CORINTHIANS revolucionou seu mundo e se fez Referência.
O IDEAL é Eterno, o Ideal é o CORINTHIANISMO.
Havia muito mais gente, evidentemente, pois o CORINTHIANS é o Sonho realizado daquelas dezenas, em 1910, que nos meses seguintes já passou a ser centenas, e milhares, e milhões, através destes cento e um anos. Segue sendo a Revolução Permanente, e se tomarmos o ano de 1915 como exemplo, veremos quão poderosa é essa VOZ.
Mas nada vai conseguir descrever, nem os mais sábios conseguirão descobrir, que Paixão é essa que nós temos, Eternamente, dentro dos nossos Corações.
Se a Luta Diária da vida é algo apaixonante e intrigante, é no caso do CORINTHIANS que vemos a intensidade da emancipação popular se concretizar como vitória perene nesta Luta. Os temerosos e recalcados fizeram tudo e qualquer coisa para boicotar, em cada dia destes cento e um anos, essa Força chamada CORINTHIANISMO.
O que não perceberam, porém, é que a Referência se faz necessária até naquilo que, com ressalvas, podemos chamar de "antítese". Depois do CORINTHIANS nada mais foi o mesmo no mundo, e a anticorintianada recalcada seguirá participando do CORINTHIANISMO; estarão sempre à sombra do Gigante. Há 101 anos estão. A anticorintianada também é parte dessa História, portanto, e devemos parabenizar essa gente por suportar o próprio recalque por tanto tempo.
Todo dia é Dia do Corinthians. O marco de mais um ciclo nos serve para comemorar, mas sobretudo refletir o que é CORINTHIANS.
Somos milícia desarmada. Nossa arma é nossa VOZ. E na Companhia de Jorge é preciso matar um dragão por dia. Portanto, viva o CORINTHIANS nosso de cada dia!
PARABÉNS, FIEL TORCIDA!!!
O CORINTHIANS SOMOS NÓS!
OBRIGADO CORINTHIANS, por me permitir fazer parte desta Nação.
TEU PASSADO É UMA BANDEIRA
A partir da esquerda acima; 1) Anselmo Correa, 2) Alfredo Schürig (o que prova que ele estava nos primórdios do Clube, e não chegou depois, como ficou na História), 3) Felipe Valente, 4) Raphael Perrone
5) Miguel Bataglia, 6) Antônio Pereira (cara invocada desse português anarquista maluco), 7) Joaquim Ambrósio (quem sugeriu que a Companhia de Jorge se chamasse SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA).
TEU PRESENTE É UMA LIÇÃO
Corinthianizemos o mundo. Estes Senhores não topariam com festinha vip no Anhembi. Estariam em qualquer rua, beco, esquina, buteco, Corinthianizando o mundo. E fazendo o CORINTHIANS a partir de Ideal, Sonho e Vontade. Eis o legado dos Fundadores, que hoje completa cento e um anos de História. O Corinthians somos nós!
"Somos líderes", dizem os vagabundos deitados à sombra enquanto lesmas estão próximas da ultrapassagem, numa corrida que vagabundo ainda não entendeu que terá muitas armadilhas à frente se quiser estar liderando, de fato, na linha de chegada.
"Estamos líderes" seria a correta assertiva, uma vez que o descanso do vagabundo à sombra parece ter se tornado um portentoso cochilo. E, como vimos mais uma vez, coisa que temos visto há tempos imemoriais, SÃO JORGE NÃO AJUDA VAGABUNDO.
Trata-se de sedentarismo, fator negativamente determinante para quem está em GUERRA, a não ser que a FIEL ACORDE ONTEM. É HORA DA CIMITARRA!!!
E esse jeito que abutre criou para mencionar "Robin Hood" é o mesmo enfraquecimento que se aplica ao termo "corneteiro". Aquele que toma da aristocracia para distribuir à plebe é o próprio CORINTHIANS mitológico, e corneteiro é todo aquele que se manifesta, tendo ou não razão - sua razão está na proporção de sua radicalidade; tanto mais radical, mais certo de suas convicções e mais imbuído de CORINTHIANISMO.
Agora, se vagabundo está fazendo cama pra derrubar o "professor", que já esgota a paciência do público com seu papel de vaquinha de presépio, a coisa é ainda mais séria e a diretoria finge que não vê - muito embora seja obrigada a depositar em dia os salários. E só nisto já temos indício do tamanho da bagunça, não é mesmo?
A descaracterização de certas coisas indescaracterizáveis (isso aí não existe, car@ leitor@, sabemos, mas aqui faz um sentido danado) tem se tornado marca atualmente. E só com Consciência Corinthianista (aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, etc, etc) iremos desfazer esse estado de coisas.
Assim, tomo a liberdade de reproduzir o post de ontem, 28 de agosto, publicado às 20h45, pelo Samurai em seu blogue, e faço minhas essas palavras dele, inclusive com meu comentário a seguir, postado lá.
"Nota oficial
Este espaço não mais se manifestará sobre qualquer acontecimento do Sport Club Corinthians Paulista - essa instituição de belíssima e centenária história - com relação ao campeonato em disputa, ao menos enquanto tivermos no comando do bando de vagabundos o senhor adenor leonardo bacchi. Se a mediocridade do referido bunda-mole não havia sido comprovada aos mais desavisados desde o ano passado, e inclua aí Andrés Sanchez, tal condição chegou ao limite nesse jogo contra o arqui-rival de verde.
A falta de alma dos filhos da puta que vestem o sagrado manto é outro fator que faz este que vos escreve ficar descrente de qualquer possibilidade de ver o Corinthians jogar como Corinthians, ainda mais em clássicos. A putaria apresentada em Presidente Prudente/MS é digna de chacina. Violência é pouco contra esses canalhas, que sequer demonstraram interesse em honrar, senão nossa camisa, o polpudo e milionário salário que cai nas respectivas contas sem nenhum atraso.
Urge uma mudança para hoje. Não podemos mais aturar essa diretoria omissa e essa torcida idem. De minha parte, continuarei defendendo o amor pelo Corinthians e a prática diária do corinthianismo, mas me pouparei de tecer qualquer palavra sobre algo que continua tomando gol de escanteio postando os 11 jogadores dentro da área. É primário demais.
Tenho minha consciência limpa e sei que não se trata de abandono ao Todo Poderoso. Isso nada mais é que uma maneira de fazer valer essa alcunha.
PELO CORINTHIANS, COM MUITO AMOR, ATÉ O FIM!
E QUEM NÃO FOR CORINTHIANO..."
Aqueles que alertavam para o estado de coisas, que agora é evidente a todos, eram chamados de "corneteiros", "radicais", enfim, qualquer alcunha que satisfizesse a necessidade de alguma justificativa. Mas qualquer dessas justificativas estavam, de saída, contaminadas. E a própria diretoria se perde nelas, produzindo este estado de coisas que a poderá fazer romper a sucessão e poderá fazer novamente o que se costumou a fazer nesse futebolzinho aí, que é entregar campeonato quando TEM A OBRIGAÇÃO de ganhar, haja vista o nível medíocre em que se encontra esse futebolzinho.
O CORINTHIANS somos nós, que não podemos mais protestar porque o moderníssimo CT é fechado (e vagabundo pouco trabalha por ali).
O Corinthians virou resort de vagabundo que deitou na sombra no meio da corrida, mas ainda não viu nenhuma lesma ultrapassar. Mas as lesmas estão na cola - e isto vale para dezembro no Clube, também.
E hoje faz 101 anos que os caras estavam ansiosos com a vinda do Embaixador.
E QUEM NÃO FOR CORINTHIANO VÁ PRA PUTA QUE O PARIU
O Corinthianismo participa do Universo, como dizíamos.
Mas há um elemento pernicioso em nossa cultura brasileira, do qual a anticorintiania doentia participa fazendo as vezes de um recalque infeliz. Quando essa gente fala de Corinthians, por ser o Clube do Povo, utilizam-se das mesmas formas pejorativas de tratamento as quais a aristocracia demagoga desse Brasil sempre usou contra o próprio Povo.
A Consciência Corinthianista é aquilo que combate essa ladainha repetida por todos os matizes da anticorintiania. Somos os “desdentados”, “favelados”, “mendigos”, etc. E o ignóbil que assim procede está tão somente repetindo as mazelas que assolam o próprio espírito.
Entrando nesta senda, investiguemos a matriz “cultural” dessa anticorintiania doentia. Vamos retornar brevemente às infecções que promoveram o domínio dos conquistadores assassinos. Pois eis que os ‘cativos’ formaram a base de sustentação desse primórdio de “sociedade”. E o tratamento despendido a eles é reproduzido no caso da anticorintiania esquizofrênica.
Segue o que significa essa “sociedade” imposta a ferro e fogo, o que era ser “escravo”, coisa que a aristocracia deseja que nunca tivesse terminado:
“(...) era sofrer todo o dia o castigo diário das chicotadas soltas, para trabalhar atento e tenso. Semanalmente vinha um castigo preventivo, pedagógico, para não pensar em fuga, e, quando chamava atenção, recaía sobre ele um castigo exemplar, na forma de mutilações de dedos, do furo nos seios, de queimaduras com tição, de ter todos os dentes quebrados criteriosamente, ou dos açoites no pelourinho, sob trezentas chicotadas de uma vez, para matar, ou cinqüenta chicotadas diárias, para sobreviver. Se fugia e era apanhado, podia ser marcado com ferro em brasa, tendo um tendão cortado, viver peado com uma bola de ferro, ser queimado vivo, em dias de agonia, na boca da fornalha ou, de uma vez só, jogado nela para arder como um graveto oleoso.
Nenhum povo que passasse por isso como sua rotina de vida, através de séculos, sairia dela sem ficar marcado indelevelmente. Todos nós, brasileiros, somos carne daqueles pretos e índios supliciados. Todos nos brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós a gente sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da malignidade destilada e instalada em nós, tanto pelo sentimento de dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria.
A mais terrível de nossas heranças é esta de levar sempre conosco a cicatriz de torturador impressa na alma e pronta a explodir na brutalidade racista e classista. Ela é que incandesce, ainda hoje, em tanta autoridade brasileira predisposta a torturar, serviciar e machucar os pobres que lhe caem às mãos. Ela, porém, provocando crescente indignação nos dará forças, amanhã, para conter os possessos e criar aqui uma sociedade solidária.”
Darcy Ribeiro, “O Povo Brasileiro – A Formação e o Sentido do Brasil”, capítulo “Moinhos de Gastar Gente”, página 120.
Essa malignidade é expressão da própria anticorintiania, de forma que se aplicássemos todo esse trecho para explicar parte do problema da anticorintiania doentia, teríamos muito êxito. Pois o tratamento anticorintiano, desde 1910, é exatamente esse, embora haja a impossibilidade de o Corinthianismo ser escravizado. É este o tratamento reproduzido ao Povo, ao longo dos séculos, de forma geral, e ao Corinthiano, neste século que passou, em particular.
Somente numa “sociedade” elitista e excludente se explica o surgimento do Corinthians, a Voz do Povo. A anticorintiania é reacionária, e é certo apego ao ódio pelas causas populares. Mas o Corinthians surge nesta mesma contradição interna a que se refere Darcy Ribeiro – “somos carne daqueles pretos e índios supliciados. (...) por igual, a mão possessa que os supliciou”, contradição barroca que imprimiu todas as idéias que temos acerca de nosso próprio país.
Plínio Labriola revela esta faceta ao citar em sua obra o crucial ano de 1915, quando parte do Clube desejava manter-se no Bom Retiro, e a maioria desejava crescer e expandir, como de fato e naturalmente já acontecia a largos passos. Manter-se cativo em seu próprio terreno, ou ser a mão possessa a supliciar; manter-se o Galo Brigador Varzeano, ou assumir o caráter pluralista da massa que o carregava, desejosa de consolidar seu Clube de Verdade? O fundamental nestas questões retóricas e acadêmicas deste grande Mestre é vislumbrar que nenhuma delas aparta a Essência do Corinthianismo da própria realidade na qual se insere, e quem fizer o caminho todo da belíssima leitura deste artigo – e o Mestre ainda nos presenteia com uma Tese, além deste artigo – entenderá isto que este Mosqueteiro está a dizer.
Pois a Essência do Corinthianismo é reconstruída a cada momento e a cada período. Poderíamos entender três períodos, neste século de História. O primeiro é marcado pelas origens fundamentais, e por se nutrir diretamente de uma seiva pura, esta pequena árvore cresceu a olhos vistos, e em sua História criou inúmeros baluartes, braços gigantescos e frondosos, como galhos de uma árvore gigantesca que nunca foi podada. É a época de Manuel Nunes, o Símbolo, que tem duração de vinte e três anos (1910-1933). Claro que este Mosqueteiro está sendo abusivamente arbitrário nessa assertiva. Acontece que em 1933 surge um novo expoente do Corinthianismo. Um moleque de dezoito anos, que andava de muleta, que não tinha a perna esquerda, e que era atleta da primeira equipe de pólo aquático do Clube mais Poliesportivo do mundo.
Francisco Piciocchi, o GigantescoTantã, foi ao lado de Neco o próprio Símbolo do Corinthians Paulista.
Vemos nesse transitar de “eras”, entre Neco e Tantã, os próprios acontecimentos históricos do Clube. Se na infância do Corinthians o Boleiro era o expoente máximo do Clube, tempos depois passou a ser o Torcedor. Quem consegue enxergar a própria História do Corinthians retratada nessa mudança, entende o porquê de o Corinthians já ser, em 33, o Clube com maior número de associados da cidade (e, não obstante, seu Balneário, sua Fazendinha, sempre se localizou na “longínqua” Zona Leste...) e oferecendo ao seu Corpo Associativo as mais variadas modalidades esportivas e, inclusive, o Tiro de Guerra, com banda marcial.
Quando em 33 Tantã lidera a Torcida, passa a ser o fio condutor de uma nova era. Ele aglutina e organiza a Massa Corinthiana. Realiza Caravanas e Festas na Arquibancada, e é ele próprio o embrião do terceiro período. De uma personificação, a Torcida se fundamenta em uma agremiação à parte, solucionando inclusive aquela mesma contradição que reaparece constantemente na História. Quando Tantã aglutina a Torcida, cria a idéia dos Gaviões. E, maravilhas deste Eterno-Retorno da História!, os Gaviões da Fiel reproduzem a própria História Corinthiana, os mesmos passos daquela infância tão “pobreta” quanto audaciosa, tão Utópica quanto é a própria Resistência Corinthianista. De Neco a Tantã, de Tantã aos Gaviões; assim traçamos brevemente o esboço da própria História Corinthiana, e em cada nó está ponteada esta mesma contradição explícita pelo grande Darcy Ribeiro quando explicou a própria História do Brasil.
A antítese impotente Do lado obscuro da Força está a anticorintiania reacionária. Tanto que, uma vez entre os “grandes”, em 1913, a aristocracia precisou fazer algo, agir, além de ficar no costumeiro choro e fuga de antigamente. Este “pormenor” está também exposto no artigo de Plínio Labriola.
Nunca é demais lembrar a História.
Essa anticorintiania, hoje tão alastrada em todo canto, a ponto de fazer gaudérios “rivais” recentemente se terem às mãos, aos abraços e beijos, a ponto de criar união de todos contra o um – o Maior de todos, evidentemente, o Gigante Corinthians – começou num matiz classista.
Não suportaram ver gente de macacão remendado, cheio de graxa na mão, com cheiro de labuta, no campinho engomadinho e perfumadinho. Esta é a madame, que depois de fusões e operações, falências e indignas vendas de si mesma, se transformou nisso. A madame é a própria confederaçãozinha deste clubes que fugiram ao terem de se deparar com o Clube do Povo, verdadeira potência futebolística que fazia grã-fino tremer nas bases. A madame é a própria expressão do desgosto antipopular da velha APEA de 1913, reverberada por anos a fio até que os remendos fossem feitos e um capenguíssimo frankenstein, um manequim de mal gosto fosse posto à ativa. Mas existiam os ragognettis também, muito bem explanado no artigo do Ugo Giorgetti, membros aristocráticos de uma leva de imigrantes que passavam a ser a maioria, mas cuja associação dependeu da própria Existência do Corinthians Paulista.
Essa coisa aristocrática de “clã” dita no texto do Giorgetti é nada menos que uma espécie de ‘maçonaria’, mas o ponto crucial é quando ele diz que o “que ficou é um produto de imigração sem aqueles sonhos delirantes e maravilhosos”; ora, a Utopia Realizada já havia proporcionado isso ao Povo, e a própria História se incumbiu de dar o lugar devido aos porquinhos. O autor, no entanto, não menciona o Banco di Napoli, as transações e os desvios de rendimentos dos próprios imigrantes, que eram empregados e precisavam agradar o dono das fábricas onde trabalhavam, descritos pelo próprio Giorgetti.
Mas a anticorintiania precisa simular, sempre. É por isso que tudo de podre que acontece no Corinthians é bastante exposto e devidamente combatido desde sempre, interna e externamente; ao passo que os matizes anticorintianos se afundam na própria lama, e conseguem se fazer ser esquecidos, através do próprio ódio anticorintianista, muitas vezes, quando não por pura alienação, como no caso da juju e sua ditadurazinha, de quem ninguém fala nada, e a dissimulação finge que não sabe do que se trata.
O Corinthians a partir de sua própria Existência se mostra o Gigante que é. Do Povo para o Povo, é casa para quem não têm, é comida para a alma, é remédio para as dores do Espírito. E o Corinthians somos nós.
Este terceiro período assinalado por este Mosqueteiro está criando um quarto; e somos nós quem estamos produzindo os vetores que culminarão em uma nova “era” para o Corinthians. E a Consciência Corinthianista leva em conta essa contradição exposta aqui. A anticorintiania vai buscar, no seu nhénhénhé de costume, enviesar essa questão ampla da contradição inerente. Como nunca conseguiu fazer isto, resta a nós vigiarmos com a Cimitarra a postos.
Como pôde o mais Popular querer se embrenhar na senda pantanosa da aristocracia; e sem titubear, fazendo das tripas coração, tomar pra si a condição que todos e cada um desses clubinhos engomadinhos sonhava pra si? Ah, e o que busca agora, este mais Popular? Ser o mais aristocrata também? Este é o nível mais superficial da retórica, mas a coisa vai nesse sentido. Não, Família Corinthiana, a questão não é ser o mais aristocrata sendo ao mesmo tempo o mais popular. A questão é exercer o Corinthianismo, de fato.
É possível que, a exemplo do frankenstein horrendo que os clubes aristocratas antigos formaram, a anticorintiania forme (como já se acostumou a fazer todo final de ano, se juntando pra “derrubar” o Gigante) um frankenstein ainda maiorzinho. Que jamais será páreo ao CORINTHIANS, evidentemente. As provas disso que vem acontecendo são inúmeras; adversários se abraçando em torno da derrota do verdadeiro Rival (o CORINTHIANS, sempre Ele), o bafafá em torno do Estádio (reproduzindo a contradição exposta pelo Antropólogo acima), a Referência que a anticorintianada faz o Corinthians ser – naturalmente, quase sem esforço algum, apenas expressando o próprio recalque. Mas em se tratando da velha rivalidade, algo tem que ficar mais nítido. Pois o antigo grande rival já não busca mais o auto-aprimoramento, estando imerso num processo de auto-corrosão, conforme nos diz também o próprio Giorgetti. Processo que foi postergado por conta da injeção de leite, mas que culminou não apenas na retomada tardia, como também num estágio mais avançado de elitização, por conta do próprio período em que acontecia. É importante frisar que a elitização mata o Futebol, que precisa do Povo em torno dele. A madame nunca teve isso – nem nunca terá – mas o antigo rival, em certa medida, tinha algo que participava do Corinthianismo. Pois a isso já foi legado um “epitáfio”.
Resta então a Consciência Corinthianista. Que somos nós. E ela agirá não apenas sobre o Estádio de Itaquera, como no Clube, em todas as Arquibancadas Corinthianas, mas também em todos os casos específicos. Nós não nos esqueceremos de que foi o antigo rival quem quebrou o acordo pelo Tobogã no Pacaembu. E no passo seguinte, tirou o clássico da capital para levá-lo para longe das Tradições. Tudo por causa da isenção são-roqueana no preço do aluguel, por alguns agrados, por ninharia. A Consciência Corinthianista reverbera então que seja dado o mínimo de ingresso para a claque do antigo rival, no chiqueiro do Pacaembu, o Templo Sagrado, no último jogo do campeonato. Mais que isso seria injusto para com a Tradição. E, além disso, aqueles que introduziram a prática do suborno, da venalidade entre associação e federação, da calcificação leitosa das práticas de dissimulação, e que se sustentam agora tão apenas numa “oposição”, tardia e anacrônica, ao Grande Corinthians, enfim, essa gente não tem o mínimo direito sequer de cogitar um “mimimi” acerca de quem vai arbitrar ou deixar de arbitrar um clássico. No estado em que se encontram, apenas joguem o jogo no lugar em que sem-vergonhamente escolheram. Pois é o que o Corinthians está preocupado em fazer nesse momento – se o Adenor tilte não aprontar de novo e se tomarem, todos, vergonha na cara. Entendam onde estão, profissionais da bola; o salário não parou de cair na conta de vocês, mas o Corinthiansparou de contabilizar pontos na tabela, em comparação àquele instante em que a vergonha na cara imperava entre vocês.
Enquanto tudo isso acontece, a Consciência Corinthianista emana boas e Corinthianíssimas vibrações, sempre. É a Existência do Corinthians que move o mundo de todos nós – nosso e dos anticorintianos. Pois é hora de jogar bola, e
Tudo neste país começou como guerra biológica. Sim, pois poderão ensinar nas escolas o quanto for dessas mentirinhas úteis a respeito do "descobrimento" das terras de além-mar, mas o grande trunfo do colonizador, ao se deparar com os "selvagens" que aqui viviam, era nada menos que a própria expansão bacteriológica.
Isso não está nas cartilhas, e timidamente os antigos missionários mencionaram isso - por culpa perante Deus, ou por orgulho civilizatório...
Aos corpos em pleno estado de natureza dos indígenas, aqueles corpos infectos, passados pelos caldeirões de séculos de pestes transformados em defesas imunológicas, transmitiram as bactérias e vírus "alienígenas", a tuberculose, sarampo, coqueluche e até cárie dental.
Eram tais as grandes forças que o homem branco possuía nestas novas terras que podiam ser reduzidas a dois grupos; o das armas (enquanto os índios contavam com zarabatana, eles contavam com a pólvora), que garantia a intolerância dos brancos perante o modo de vida indígena, e a "força" de seus corpos resistentes porém infectos, o que garantiu mortandade aos nativos maior que as próprias guerras que foram travadas em disputa das terras.
Mas havia uma terceira arma, que não se sabia tão eficaz num primeiro momento, mas que foi mais que decisiva para que se tornasse a verdadeira "máquina" para a "vitória" dos homens brancos.
Em seguida, a guerra se fez no campo ideológico. O próprio uso que faziam da natureza, e a salvação divina apregoada pelos missionários conquistadores, colocaram em xeque os gentios.
"Os selvagens são bons discursadores e costumam ir em qualquer assunto até o fim", disse um missionário, em carta à corôa.
Não demorou para que os índios se percebessem desfeitos, e o próprio mundo passado que viveram, também desfeitos. Os selvagens litorâneos se refugiaram pra dentro do sertão, e na disputa com os indígenas sertanejos levaram a morte pela flecha envenenada e também pelo veneno infecto das (agora também) suas bactérias. Levaram a guerra biológica adiante, dizimando qualquer resistência, posto que corpos doentes não sobreviviam. E constituiu esta uma ação fundamental para a a conquista invasora e assassina em curso, em "nome da civilização" e também, quem sabe, "em nome de Deus".
Foi portanto após estes primeiros grandes impactos que a decisiva arma de guerra agiu.
Pois estes litorâneos refugiados no sertão, tendo carregado consigo vários "truques" e miçangas brilhantes das tentativas de escambo com os brancos, acabaram legando às gerações seguintes a perdição da vontade de se adornar com tais badulaques.
Eram os espelhinhos, os colares de pérolas e outras jóias (quase todas falsas, evidentemente), que os índios consideravam preciosas pela beleza, mais belas que eram a seus olhos que as suas penas, conchas, sementes e tintas de urucum ou jenipapo. Os índios tinham em muita conta seus enfeites, e assim retornaram ao centro daquele tornado de perdição, e foram tragados por ele, sem volta.
O Éden indígena terminou numa tentação, exatamente como o Paraíso de Adão e Eva. Mas ao invés da maçã da sabedoria, que os indígenas também já haviam mordido, agora era a mais fútil das tentações; um espelhinho, uma correntinha de ouro falso, de prata falsa, de latão com pérolas falsas, com rubis e esmeraldas de vidro, e essas coisinhas que não mudam em nada o mundo a não ser por causa de e pela sua aparência de beleza, tão volúvel quanto as nuvens no céu.
Assim, mesmo que se achassem defensores de seu universo de ser e de vida, diante da perdição dessa tentação eles encontraram o ocaso; estiveram fadados à essa perdição da tentação dos espelhinhos e dos vidrinhos brilhantes.
E há quem diga ter sido esse "atraso" dos índios, frente aos conquistadores assassinos, que os manteve mais resistentes à subjugação. O "atraso", portanto, seria um fator conclusivo que lega aos espanhóis uma conquista mais rápida na América Central, por exemplo, pois ali dizimaram uma civilização mais "desenvolvida", os Astecas, os Maias. E é por este "atraso" que se mantém vivas as tribos Ianomâmis da Amazônia.
Enfim, tudo isso foi para dizer que assim é que se desenvolveu a História do Brasil. E há na História esse Eterno Retorno, pois somos nós que a construímos.
As infecções e mortes livraram o terreno para a livre passagem dos conquistadores, pois a intenção era "desbravar" o sertão. Mesmo sofrendo pontuais resistências, aqui no planalto de Piratininga os missionários encontraram "bons" índios que se aliaram à empreitada do homem branco.
Dessa aliança - uma parda subjugação... - nasceu a vila colonial que seria, poucos séculos depois, essa imensa megalópole monstruosa.
Desta subjugação parda e dos modos brancos de agir enquanto conquistadores, tivemos por classe dominante uma gente hipócrita e demagoga, de índole assassina e brutal, que garantiram seu domínio a ferro e fogo - literalmente.
São esses os ancestrais daqueles que viram chegar de além mar, através dos beatos oriundos da velha Bota, uma atividade que sempre foi muito mais que esporte - o Futebol é uma guerra simulada, um arquétipo humano difundido por todo o planeta antes mesmo de ser este Futebol que os ingleses da revolução industrial regraram e reinventaram, sem a tradicional violência livre, que marcava o Soule medieval da França, tanto quanto o Cuju da China antiga, ou o Tlachtli dos antigos índios que povoaram o México.
A aristocracia paulistana percebeu, tanto quanto a aristocracia carioca havia percebido, mesmo que esta estivesse ocupada com regatas, que o Futebol é algo tão popular quanto água, arroz e feijão.
E se apartou num campeonatinho só pra ela mesma, a claque de madames aristocratas.
Futebol é público. Tudo o que é público é político.
Mas do Velho Guaré das caças e das batalhas, agora bem-chamado de Bom Retiro, a Resistência popular frente a essa segregação do mundo da bola , tomou corpo e força.
Aqueles trabalhadores urbanos, imigrantes, que sofreram em seus países os desmandos e a guerra, já vieram calejados para não se sujeitarem novamente.
Muitos vinham com o intuito de construir a vida - e nenhum veio com o intuito de servidão semi-escrava. Vinham com ideais. Vinham com ideologias.
Os anarco-sindicatos usavam as Festas dominicais populares para encontros de discussão de caráter subversivo. Estas Festas eram realizadas nas Várzeas, sob os olhares tortos e narizes torcidos daqueles aristocratas que se sentiam num panteão, em seu acanhadíssimo Velódromo.
A Idéia estava nas cabeças, quando o Cometa passou e fez brotar em cada cabeça uma Utopia.
Sonho que se sonha junto é realidade...
O Corinthians, do Velho Guaré, é a expressão máxima da Resistência do Povo.
Quando dizemos que o mundo é dividido em Corinthians e anticorintianada recalcada, não estamos atirando palavras ao vento. E quando a anticorintianada dissimula este recalque tentando negar o fato, sabemos então que a coisa é mais doentia ainda do que parece. Mas ali a cobra come o próprio rabo.
Hoje estamos com um problema "bacteriológico"; algumas infecções anticorintianas dentro da própria Resistência. É coisa simples, porém, e basta que o CORINTHIANISMO esteja sendo observado.
Aceitação de certas aberrações foi o primeiro nível de infecção.
E no que tange a criminalização do Torcedor, em geral, sempre vimos muito do modus operandi da anticorintiania de criminalizar o Corinthiano, em particular, desde 1910.
E quando isso começou a acontecer em meados de 1960, a Resistência se pronunciou nas formas possíveis, e constituiu-se os Gaviões da Fiel, uma milícia desarmada imaginada por Francisco Piciocchi e desenvolvida por Flavio e Joca. A elitização maciça do Futebol entra em voga com a transnacionalização do esporte, em meados de 1980. E o público se deixa levar pela inconsciência e pela incoerência do que pregavam as mídias, favorecendo seus patrões.
O Povo foi apartado definitivamente do Futebol na década de 90, e hoje já vivemos a reedição do Velódromo, com o esporte tendo passado por um processo de massificação.
O Corinthians, é evidente, é o condutor principal deste processo todo, muito porque conseguiu abafar internamente a própria Resistência. Mas se a Resistência agisse e tomasse a condução do processo, mudaria todo o mundo do Futebol.
Sim, porque este processo é nada mais que a própria anticorintiania em voga.
Contra a anticorintiania, o CORINTHIANISMO!
A equação é simples, e o Corinthianismo é mais poderoso. Nos basta a consciência disto e do processo no qual estamos inseridos, pois é a partir dele que virá a mudança, afinal de contas.
Mas ao mesmo tempo, os espelhinhos e vidrinhos brilhantes acometem os caminhos da Resistência, como fizeram aos antigos indígenas. É preciso consciência. Como no caso das Torcidas Organizadas se unindo para um digno protesto contra os desmandos de um cartola altamente nocivo. Como nos protestos que deveriam ser maciços contra um time que não consegue jogar bola direito.
E não adianta olhar para fora, para os outros países, vendo neles as belas resistências que produzem, e com isso usar de argumento a falácia de que aqui neste país tudo é uma "falsidade".
O Futebol está para a Cultura Brasileira como o arroz e o feijão para o estômago do Povo. Como a feijoada, de porco retalhado.
Não adianta, porque a RESISTÊNCIA está aqui. E só a anticorintiania acha que não.
Nós precisamos de exemplos. E grandes exemplos se encontram no CORINTHIANS com facilidade. Teríamos muito a falar sobre Neco, Luizinho, Tantã, mas vou citar um episódio relatado pelo próprio DOUTOR SÓCRATES, de quando ele deu uma lição na Fiel Torcida.
O histórico é o seguinte; a Fiel havia passado tempos demais sem conquistas (e só aumentou seu Amor, BRAVA RESISTÊNCIA!), e nos últimos tempos já havia conquistado mais que o "normal". Sobreveio uma crise no Futebol, e a Fiel Torcida já não agia como nos tempos de Plena Fé.
Disto, segue o que tem a nos ensinar o Doutor;
"Eu nunca fui um cara frio, mas ali eu queria me comunicar com a Torcida e demonstrar minha insatisfação pelo que tinha acontecido uma semana antes.
Isso nasceu na hora, não foi nada preparado. Aconteceu no domingo anterior, nós perdemos um jogo aqui no Pacaembu e houve uma revolta generalizada da Torcida Corinthiana, fiquei quatro horas dentro do vestiário, não podia sair, porque eles queriam queimar o ônibus, quebrar o ônibus, queriam agredir todo mundo. E aquilo me deixou extremamente irritado.
No domingo seguinte, o jogo no mesmo lugar, no mesmo horário, ganhamos de quatro, fiz três gols, minha reação foi não comemorar.
Quer dizer, na verdade estava criando um fato que teria que ser discutido posteriormente.
Eu queria me comunicar. E foi o que aconteceu, quer dizer, "pô, por que você não comemorou?", pelo o que aconteceu uma semana antes.
Por que que hoje eu sou tratado como deus e sete dias atrás eu tava no inferno? Por que? Eu sou um ser humano, só. Todos nós somos. Estando aqui dentro ou estando lá fora.
Quer dizer, eu comecei a criar canais de comunicação para poder conversar.
Se você não conversa com o público você perde a grande que você tem, principalmente quem joga no Corinthians.
O time do Corinthians não ganha jogo.
Quem ganha jogo é a Torcida do Corinthians.
O time tem que saber usar essa força, e colocar em prática essa potência.
Só."
A Consciência só se constrói com o diálogo.
Todos os canais de diálogo devem ser usados pelo CORINTHIANISMO; e aqui cito a internet e sua potência, inclusive, de um jogo como o da República do Corinthians. Tudo isso tem que ser usado - com Consciência Corinthianista.
Quem faz o CORINTHIANS somos nós. Isto que o Doutor disse -ou melhor, categorizou filosoficamente - é fundamental. O Corinthians é a Voz do Povo, é a Resistência.
A anticorintiania age como se estivéssemos numa guerra bacteriológica.
Mas o "corpo" a ser infectado é o CORINTHIANISMO, presente em todos os nossos Corações, posto que de bacteriológica, temos uma guerra ideológica.
Existem umas carcaças já putrefatas de tanta infecção anticorintiana; tem Corinthiano que acaba se infectando, pois a anticorintiania se propaga por meios de comunicação de "credibilidade", exemplo maior é o da abutere-mater; e nós temos que curar o Corinthianismo disso.
E para esta tarefa, o que precisamos é Consciência Corinthianista. Muita atenção na hora de "comprar" as idéias e mais atenção ainda na hora de criticar o que tem que ser criticado. E especial empenho no combate à anticorintiania doentia.
O Corinthians somos nós!
A Física Quântica cacifa o Corinthianismo. Se o Corinthians é o sonho sonhado junto que se tornou realidade, os físicos quânticos dizem que:
"Quando não se está olhando, existem ondas de possibilidade.
Quando se está olhando, existem partículas de experiência"
Estamos a toda hora olhando e projetando o Corinthians - e, evidentemente, cada qual de nós a sua própria vida.
A experiência que queremos resgatar com a Resistência Corinthianista está na memória daquilo que tece o vazio existente em um átomo, e em cada um dos átomos do Universo.
O Entrelaçamento de cada partícula do Universo conspira a favor da Resistência - e o CORINTHIANS é maior ainda do que se nos apresenta, tendo feito das tripas coração para ser tudo o que é.
O Corinthians é nossa Voz!
O Projeto para um Clube que surgiu no Velho Guaré, num campinho usado para pasto e para estocar lenha, que foi para a Ponte Grande num estádio construído por mutirão de braços Corinthianos e considerado o maior e mais confortável estádio da cidade em 1918, e cresceu desde 1926 junto com o Povo da Zona Leste, no Parque Sagrado de São Jorge, ajudando a transformar uma região de chácaras na parte mais povoada da cidade, enfim, o que projetaremos para este Clube que atinge agora o Coração da Zona Leste, a Pedra Dura, fundamentando um território para sua República, não deve ser coisa menor que ser um Clube Planetário, sem fronteiras. Sem passaporte, evidentemente, porque não será preciso. Sem ser aristocrata babaca, veja bem - como o são os infectados pela anticorintiania. Somos Todo-Poderoso, pois o Corinthians é Celestial, mas somos Plebe, cosmopolita e cosmológica.
Ao Corinthiano basta SER Corinthiano.
Quando o Corinthians perde nos Campos de Bataglia da Vida, é como se o ente amado morresse. Não há razão para palminhas (isso não é coisa "civilizada", pelo contrário, é bestial).
Estar, se for possível, em todos os Campos de Bataglia onde se apresentar à luta o CORINTHIANS.
Defender o Corinthians, sempre, e defender cada estandarte. Tudo isso é ser Corinthiano.
Mas ser Corinthiano é algo mais.
E o depoimento da Mônikita é prova disso:
"O porteiro do meu prédio é CORINGÃO.
Um senhor já com uma certa idade, humilde, negro. E ele sempre me vê passar com a camisa do Corinthians, e foi um auê aqui no prédio quando a TVC veio gravar, acabou sabendo da minha Loucura Corinthiana... Enfim, ele mora do lado do Itaquerão. Desde a primeira vez que começaram lá, ele quando me vê vem me contar como estão as coisas lá. E enche o peito todo feliz. Os olhos ficam cheios de brilho. Já me convidou para conhecer a esposa, os netos, e claro ver a maravilhosa paisagem que ele têm do seu simples lar. Isso me comove de uma maneira tão, mas tão grande.
Depois de ouvi-lo sempre falo: Tio, fica de olho pra NÓIS... a casa é do Povo, e temos que zelar desde já por ela.
A mágica do CORINTHIANS é justamente essa: fazer as pessoas se sentirem valorizadas, serem dignas por serem CORINTHIANS. Isso é de uma grandeza sem tamanho, sem dimensão. Por isso fico tão brava qdo vejo qq coisa q façam contra o Corinthians, seja dentro ou pelos antis. O CORINTHIANS representa tanta coisa na vida das pessoas, e é de uma responsabilidade sem tamanho zelar por este distintivo...
E o Corinthians é isso; a representação principalmente de pessoas assim como esse senhor, como o moço aí, da câmera.
O CORINTHIANS é casa para quem não têm, é comida pra alma, é remédio pra dor.
De Torcedor pra Torcedor. É este o mote da RÁDIO BUNKER CORINGÃO, a WebRádio que só fala de CORINTHIANS.
Ali o CORINTHIANISMO toma voz, e é acessado em qualquer lugar do mundo.
Quando há a transmissão dos jogos profissionais do CORINTHIANS, a audiência supera a maioria das rádios FMs.
São estes dois fatores que fizeram melindrar a abutraiada. Especialmente a abutraiada de um certo veículo pernóstico, pertencente à mesma corjinha da abutere-mater, que hoje de manhã saiu com uma matéria de um padeiro que acabou deixando queimar a própria rosca nas besteirinhas pernósticas que quer fazer o pobre leitor engolir. Tem otário que engole, e são esses otários que mantêm a porcaria da abutraiada em "funcionamento".
Essa matéria tem uma "história", que é a seguinte; os Corinthianos, também através do Bunker, mas numa iniciativa generalizada e, ainda assim, não-orquestrada, acabaram retirando o abutrinho que, ali naquele veículo de mídia, se aproveitava dos cafézinhos e da internet gratuita disponibilizados no CT Joaquim Grava, o mais moderno e completo da América Latina (tanto é assim que nenhum abutre se dignificou a fazer matérias sobre este fato, embora aproveitem bastante o café e a internet do local). O abutrinho em questão foi achincalhado via tuíter, e o editorzinho dele resolveu colocá-lo no colo da madame. Este infeliz está lá, agora, provando o café frio e a rosquinha amanhecida que o puteiro disponibiliza.
O novo abutrinho que foi colocado pelo editorzinho apareceu na cabine da RÁDIO CORINGÃO nesta quarta-feira, durante a partida contra as coelhinhas mineiras. E perguntou para os Corinthianos que fazem das tripas coração para que a RÁDIO CORINGÃO exista; "por que vocês Corinthianos nos chamam de abutres?".
A sinceridade dissimulada da pergunta revela não apenas o medo que essa gente têm de nossa voz, Família Corinthiana. Revela também que, como reza a lei tucanocrata do azeredo, a internet e uma webrádio fornece ao Povo a voz que lhe é negada nessas "grandes" pseudo-mídias, que não passam de ferramentas de manipulação ideológica.
E quando o abutrinho xereta viu as estatísticas da RÁDIO CORINGÃO (que supera a maioria das FMs, como vínhamos dizendo) percebeu que o BUNKER não é brincadeira.
E então, agora, abutrinhos pernósticos levam a pauta adiante, fazendo matérias que pretendem seguir no modus-operandi da manipulação ideológica a qual se faz o ganha-pão do editor (e a semi-escravidão voluntária de seus abutrinhos).
Mas por aqui não é necessário que expliquemos o caráter mais que democrático do nosso BUNKER CORINTHIANISTA, pois quem lê este Mosqueteiro sabe disso. E quem escuta a programação da RÁDIO CORINGÃO como um todo, e escuta a Dobradinha Corinthianista das noites de sexta-feira, também sabe. De uns tempos pra cá, inclusive, temos audiência maciça da anticorintianada recalcada, inclusive - e agora a abutraiada se divide para monitorar o BUNKER CORINTHIANISTA, veja só.
Vamos apenas tomar o primeiro parágrafo da matéria pobre em conteúdo deste abutrinho que agora segura uma bronca cuja dimensão ainda não entendeu qual é.
Nesta matériazinha feita nas coxas, o abutrinho arrota o seguinte, depois de achar que estava com uma carniça no bico;
"A Rádio Coringão existe desde 2009. Disponível só na internet, tem programação inteiramente voltada a assuntos relacionados ao clube. É mais um dos produtos licenciados pelo clube e devia promover a marca Corinthians. Mas um aspecto acaba trabalhando contra esse objetivo: o CORINTHIANISMO. Segundo os donos, é preciso ser torcedor, e fanático, para ser empregado da rádio. "
Vamos por partes. É uma rádioweb, certo? Pois o instinto detrator de abutre faz com que o infeliz mencione um "disponível apenas 'na' internet". E nisto está não apenas este "dever" de diminuir tudo o que se relaciona ao GIGANTE CORINTHIANS, mas um erro crasso, posto que é 'através' da internet que a webrádio se propaga (e isto é um pouco mais que simplesmente "estar só na" internet).
Naturalmente a RÁDIO CORINGÃO tem programação inteiramente voltada a "assuntos relacionados ao Clube", mas também é muito mais que isso, posto que o CORINTHIANS não é "apenas" um Clube Poliesportivo (e nenhum clube é tão poliesportivo quanto o CORINTHIANS), mas é uma NAÇÃO, e mais que isso, é a VOZ DO POVO. Desde 1910.
Não é apenas "mais um dos produtos licenciados pelo Clube", mas é o MAIS IMPORTANTE deles, e por enquanto é mais importante até que a TV Corinthians. Apenas nestas notações quem veio cá ler este post já entendeu o modus-operandi abutre detrator, e como se esforçam para tentar diminuir tudo o que é relacionado ao GIGANTE CORINTHIANS.
Mas o abutrinho quer te fazer crer que o CORINTHIANISMO atrapalha a "promoção da marca Corinthians", Família Corinthiana. Como se esse "aspecto" fosse pouquíssima coisa - e aqui o CORINTHIANISMO é "diminuído" para se transformar em "aspecto", como se não fosse a CAUSA PRIMEIRA da própria Existência do Corinthians, vejam a desfaçatez de um abutrinho...
Essa gente está de-ses-pe-ra-da com a presença mais do que maciça do BUNKER como, mais que mero "formador de opinião", VEÍCULO DAS CAUSAS CORINTHIANISTAS.
Essa gente, de tão de-ses-pe-ra-da, já perdeu a vergonha de proferir asneiras e pataquadas recalcadas.
Atente-se, Família Corinthiana, e vamos ensinar essa abutraiada o que é CORINTHIANS, da forma pela qual ela mais teme; a nossa própria VOZ. O tuíter é uma grande ferramenta pra isso, e já mostrou que por ali abutrinho pode ser realocado, e editorzinho fica tremelicando. Mas não é só por ali.
E para finalizar, a RÁDIO CORINGÃO ainda não tem verba para ter funcionários, tudo ali é feito através de muito desprendimento e muita vontade - DAS TRIPAS CORAÇÃO, exatamente igual o CORINTHIANS em 1910. De forma que ainda não tem nenhum empregado - e o abutrinho mostra como essa gentalha pratica o que chamam de "jornalismo"; não apuram informação nenhuma.
Por isso tudo devemos frisar; como mente a abutraiada.
E quem não for Corinthiano sabe que caminho tomar.
O Corinthians não conquista vitórias apenas para alimentar sua vaidade ou para fazê-las constar em manuais de história. O Corinthians busca o título para dá-lo ao Povo, como prova de carinho, como a corda mi do cavaquinho de Adoniran. O Corinthians conquista suas Glórias para que o Povo dê sentido à vida, e para que as pessoas simples descubram que a vida vale a pena.